As Startups FI Brazil que mais Cresceram em 2021

Renata Redondo Bonaldi of SleepUp and Renato of Polen talk about building their startups through the Founder Institute's Founder Lab program in Brazil. Both credit structured mentorship, peer feedback, and the program's cap-table methodology for their growth and fundraising success.
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É realmente para mim uma grande honra fazer parte desta família que é o Founder Institute. Founder Institute, eu entrei em 2017. Eu sou italiano, mas moro no Brasil há 20, mais que 20 anos. Eu fui diretor da TIM e rapidamente depois saí da TIM e fiquei com esse sonho de ser investidor anjo no Brasil. Então, fundei depois a LAS, que é uma empresa que investe em startup early stage, e me aproximei em vários programas de aceleração. Um entre eles foi o Founder Institute, onde o Nima me pediu de estar lá como mentor de funding, e desde 2017 sou diretor aqui em São Paulo. Então, no nosso— a gente trabalha muito em parceria com os outros cohortes, com todo o Brasil e também com os Estados Unidos. E interessante que agora ainda mais essa parceria foi mais fortalecida por razões da pandemia. Então a gente colabora muito mais e foi um grande desafio para todos nós esta passagem. A Renata foi a última turma que realmente 2019, que tiveram a sorte de ficar no presencial. E depois, a partir de 2020, aconteceu o que aconteceu. Mas é interessante que, apesar de tudo isso, nossos grads receberam funding também à distância, digamos assim. As pessoas conheceram menos fisicamente, mas os valores foram bem valorizados, todas as nossas startups. Então, Nós estamos bem felizes. Muitas vezes eu falo: "E se tu não faz esta propaganda, especialmente do depois?" Eu acho que esta iniciativa, acho muito oportuna, seja para suportar os grads que se graduam, então precisam desse acompanhamento, mas também para o ecossistema conhecer o que se está fazendo e qual é a a continuidade disso. Então eu conheço a Renata, Renata é muito dedicada, escuta muito, tem uma capacidade além de entregar também de ouvir e escutar, coisa que não é normal em todos nós, todos nós, não só assim os empresários, todo mundo não gosta de ouvir o mentor que de repente fala te critica, faz isso, ela sempre aceitou e chegou onde chegou. Então eu acho que é um exemplo para todos nós. É grande motivo de satisfação para nós porque a gente acompanhou ela. Então o trabalho que a gente faz de forma voluntária, que vai ser assim valorizado, não tem preço. Então é isso. A gente faz sempre em parceria junto com a Jupiter, com os outros investidores do ecossistema. Não tem concorrência entre investidores do ecossistema. Acho que nosso ecossistema precisa só crescer. Então eu vejo esse ecossistema muito saudável, muito clean, muito aberto. Então nosso programa é isso e espero que cresça mais. Mas com certeza essas pessoas, a gente, é bonito porque a gente quando entra no founder, o founder não avalia a startup, avalia a pessoa. Sempre falo que não é uma fábrica de startup, é foca nas pessoas, o DNA do empresário, que no final da conta é aquele que faz a diferença e que a gente realmente investe nisso, nas pessoas. Então Depois é lógico, a startup cresce, tem um nome, tem uma empresa atrás, mas no início é a pessoa. Então, a gente conhecer as pessoas, é isso a coisa mais bonita. Então, estamos aqui para dar continuidade, só que sou pra— na janelinha, também não sou nem no Brasil nesse momento, então vamos falar. Parabéns!
Obrigado, Marco. E agora a gente vai conhecer os empreendedores da noite. Então, Renata, Bonaldi, seja bem-vinda. Se puder contar um pouquinho pra gente sobre você e também já um pouquinho sobre a SleepUp, essa é uma das empresas que está mais crescendo no portfólio. E só para destacar, né, Founder Institute tem mais de 5 mil graduados no mundo, então aqui a gente tem dois brasileiros destaque entre 5 mil empresas globais que estão crescendo em meio à pandemia.
Não, não, a gente está muito feliz. E bom, eu sou engenheira, né, de formação, sempre tive aí um DNA empreendedor, né, que eu fui depois comprovar no teste do Founder. Então sempre tive essa, sempre trabalhei com inovação disruptiva em grandes multinacionais. Mas sempre quis seguir um propósito, resolver um grande problema, um problema real das pessoas, né? E sempre tive um pouco de frustração aí no mundo corporativo e sempre tentando fazer algo mais efetivo, que ajudasse muito mais pessoas, que resolvesse um problema real, e não conseguia. Até que eu morei fora do Brasil muito tempo, fiz um MBA E nesse MBA eu estudei os tecnologias assistidas para doenças crônicas na área da saúde e eu falei: bom, é aqui que eu vou empreender, né? Lá eu detectei que distúrbios do sono vêm em primeiro lugar e isso me chamou atenção, comecei a entender mais a fundo. Apesar de já ter experiência na área de inovação, eu não tinha, eu não sabia por onde começar, né? Eu não sabia por onde começar. Aqui é o que eu recebi inúmeras pessoas no meu inbox do LinkedIn perguntando, né, como que eu faço para começar, para onde que eu vou, como que é o founder, né? E é muito legal poder ajudar nesse estágio, porque é nesse estágio onde as pessoas mais precisam de ajuda, né? Elas querem colocar, tirar a ideia do papel, mas elas não fazem ideia do que é uma dinâmica de startup, do que que é o ecossistema. E quanto mais cedo a gente souber, melhor, mais cedo a gente sabe onde a gente tá se enfiando, né? Então eu lembro que eu tive minha filha, né, saí de licença-maternidade, falei, vou empreender agora, Aí a Flora, a questão de você querer focar em algo que traga um propósito. E voltei da licença-maternidade, pedi demissão e no dia seguinte eu tava no Founder Institute. Na verdade, antes da minha licença, eu tava grávida ainda, eu já tinha me inscrito lá no Startup Weekend de Women, acabei não indo porque eu tava com 9 meses, aí minha filhinha tava com 3 meses também. Me inscrevi, fui, e aí eu falei: "Bom, é agora, fiz startup weekend, já sei o que eu quero, agora preciso achar onde começo, né? Que aceleradora que tem nesse estado?" E aí eu comecei a investigar, achei Founder Institute, no dia seguinte paguei, comecei, pedi demissão, falei: "Daqui eu só saio com uma startup de sucesso", né? Assim, totalmente focada, não pensei duas vezes e não tive dúvida. E foi o primeiro, foi o último, como o Marco falou, o último grupo presencial, que foi maravilhoso, assim, era aquele frio na barriga que eu não sei se o pessoal na virtual tem, mas aquele frio na barriga de você entrar na frente dos mentores, apresentar sua ideia na frente de outras pessoas, foi algo assim, uma experiência sensacional. O feedback duro, sempre duro, aquela raiva que você sai depois, Então isso, na verdade, é o que traz, o que motiva, o que energiza a gente para seguir, porque é bem assim mesmo, é um atrás do outro e você fala: "Não, agora vou provar que é assim" e é sensacional. Eu lembro que o programa exigia encontro presencial, agora a gente vê isso e fala: "Poxa, como mudou", mas isso tudo era muito bacana, o trabalho em grupo, Ainda é, né? Agora é tudo adaptado para o virtual. Mas eu entrei no programa, decidi sair, foi muito difícil, né? Com uma filhinha pequena, doente o tempo inteiro, enfim, morando longe, tendo que pegar trânsito, mas eu tava ali 100% focada. E os mentores, o programa em si, enfim, não tem o que dizer, né? Já passei por vários outros aceleradoras, incubadoras, mas a estrutura do programa, em tão pouco tempo, Você conseguir passar por todos os estágios, o foco, acho que as reflexões ao longo do programa que o empreendedor tem que fazer: é isso que você quer? Qual que é a sua proposta? Qual que é o problema que você quer resolver? E essa reflexão financeira, enfim, tem tanta reflexão e tanta entrega estruturada numa metodologia validada que é fundamental para quem está começando, quem está tirando uma ideia do papel. E foi isso que eu não tinha aço de uma ideia, né? E foi isso que ajudou a estruturar esse LIPAP tão rapidamente. E é como o Marco falou, e é muita gente falando um monte de coisa que isso vai ser realidade, né? Os mentores falando isso, falando aquilo, e tem que ouvir, né? Tem que ouvir, ouvir com atenção, porque às vezes não dá nem tempo de falar, mas Cada um dos mentores, cada coisa que eu ouvi de cada um dos mentores fez diferença para a SleepUp ser o que ela é hoje. Todos os mentores, tudo que foi falado ajudaram a moldar tudo que hoje é a SleepUp. Então, a mentoria é riquíssima, né? Acho que a qualidade da mentoria, nossa, é fundamental. Até hoje eu lembro de tudo que foi falado, né? Então é muito, muito bacana. Fico muito feliz de a gente estar onde a gente está. E quando a gente olha para trás, né, dando um exemplozinho bobo, a gente demorou um mês para conseguir definir qual que era o nosso nome, né, Sleep Up, depois de levar várias pauladas, né, esse é, esse não é, e compra, e depois compra outro, e compra outro, e muda. Mas a gente levou um tempão, e graças, né, graças aos mentores, a gente conseguiu o nome certo. Hoje a SleepUp, por exemplo, já é uma marca concedida no mundo inteiro, praticamente, nos maiores países desenvolvidos. Então a SleepUp hoje já é global e ela é made in Brasil. Então esse é só um exemplo, mas depois a gente entra mais no detalhe da SleepUp, do negócio em si.
Obrigada, Renata. Agora a gente vai de São Paulo para o Rio de Janeiro. Nem sei se Renata tá no Rio de Janeiro, né, porque a gente fica voando pelo Brasil e eu sei que vocês já estão com expansão também para outros países, mas um veterano, né? Eu não sei se a Re chegou a comentar, eu não lembro, né? Mas é uma graduada recente já, Renato veterano, é pai. Conta pra gente, Renato, um pouquinho sobre você, sobre a Pollin e um pouco dessa trajetória de como foi.
Legal, Paulão. Pois é, a gente começou, a gente fez founder 2017/2 no Rio. Faz um tempinho, cara. Eu costumo dizer para todo mundo que me procura ali falando, né, pô, tem uma ideia tal, vou empreender. Aí eu sempre falo, cara, primeira coisa que tu vai fazer vai te economizar muito tempo, dinheiro e energia, vai para o founder, procura aí ver se na tua cidade tem. Agora tão remoto, você faz. E falo isso para introduzir um pouco do que da importância do que foi para a gente, né, o founder em si. Eu vim já de alguma experiência no mercado onde atualmente a gente empreende. Então trabalhei ali quase 3 anos em consultoria, isso voltado ali para governança, para sustentabilidade, uma delas global e outra regional aqui do Rio de Janeiro, mas muito grande, atendendo 7.500 indústrias e tudo mais. Eu achava que eu sabia para caramba do negócio que eu tava fazendo, tinha muita teoria e prática ali do que eu tava fazendo. E aí quando eu comecei a ver essa, né, puxa, vou, acho que tô investindo meu tempo aqui para uma empresa onde eu poderia investir na minha empresa e gerar ainda mais valor para aquilo que eu tô querendo fazer. E comecei a buscar maneiras ali, né, a entender o que que era ter um CNPJ, ter uma personalidade jurídica ali para tocar. E aí comecei a navegar um pouco ali por esse universo, olhar para o que estava acontecendo. 2017, muita coisa era diferente do que é hoje no Brasil para startup. Parece muito tempo, parece pouco tempo, mas para o ecossistema startup muita coisa mudou. E eu conheci um dos diretores do Founder Rio e ele falou: cara, vai lá, a metodologia é essa, essa, essa, vai ser bem bacana, acho que vai ser bem valioso para você. E a gente começou a se paquerar ali como diretor e tudo mais, e a gente e o founder em si, quando eu comecei a olhar metodologia e tudo mais, falei: putz, maneiro. Vou fazer ali uma avaliação, vou sentar ali com 60 mentores durante 6 meses que tem um exclusivo dever de destruir o meu negócio. Isso é um valor muito grande, né, para quem tá tentando, né, quem tá nessa jornada de empreender. Porque essas pessoas, né, aquelas pessoas com tanta experiência não conseguem derrubar o teu negócio ali no meio do caminho, vão te pedindo tanta coisa para te se provar, é sinal que o negócio tem alguma resiliência, que vale a pena você investir tempo e dinheiro nele. E foi uma jornada incrível. A gente mudou um pouco da nossa atuação, né, em forma de produto ali para mercado já dentro do founder. E depois, com a mesma mentalidade, a gente pivotou o primeiro produto da gente, né, e começou numa jornada incrível ali de crescimento. Hoje a gente atende 1.200, mais de 1.200 empresas no país e outros 9 países. Conseguimos manter uma taxa de crescimento bastante boa desde o começo da jornada. Então a gente triplica de tamanho ano a ano desde 2018, que o top-line, cada vez que você chega num nível ali, é mais difícil triplicar, né? Então fica uma jornada Cada vez mais dura, cada vez mais árdua e cada vez mais prazerosa de ver o negócio se realizando. Então, a Poly hoje neutraliza impacto de embalagem para as empresas. A gente tem um produto principal que é o crédito de logística reversa. Então, as empresas colocam embalagens no mercado, como essa daqui, terminei de tomar uma água, ela parou de me servir, eu vou e descarto essa embalagem. Essas empresas Hoje tem uma lei que regula esse mercado no país que manda que elas reciclem, comprovem que reciclaram pelo menos 22% daquilo que elas colocaram no mercado. A gente criou um ecossistema, uma rede de recicladores ao redor do país, hoje em todos os estados já. Criamos uma rede de operadores logísticos, que a gente chama, que são os parceiros que recolhem materiais recicláveis em todos os estados. A gente faz toda a rastreabilidade, todo esse caminho, todo esse processo desse resíduo até se tornar uma matéria-prima de novo. Sobe isso tudo para uma blockchain, tokenizou isso para dar mais transparência, mais rastreabilidade, mais segurança para todas essas transações. E a esse token a gente dá o nome de crédito de logística reversa. Então, a Ambev, esses dias eu brinquei até com um VP de uma empresa que tava, colocou lá, falou que é Nossa empresa vai entrar no mercado de nada, vai desenvolver a primeira solução em blockchain, vai utilizar pela primeira vez na história blockchain. Eu vim, mandei aqui no WhatsApp para ele, falei, cara, já tá no blockchain desde 2019, quando começou a comprar crédito do Sky, e como assim? Eu falei, pô, que você compra um token, né, chega informação para você lá do token. Pô, a gente nunca soube disso. Então tem assim, tem cooperativas no Brasil dando uma blockchain, tem várias indústrias no Brasil dando uma blockchain sem nem saber. E aquelas estão sendo, né, que tá tudo ali, né, com um registro ali em cima dos nossos smart contracts ali subindo para uma blockchain e gerando tanto impacto ali, usando essa tecnologia maravilhosa que surgiu para ajudar muito nosso caminho ali. Então, só uma das coisas que a gente descobriu também dentro do Founder foi que levou a gente utilizar blockchain, fazer um caminho de menor esforço com maior resultado. Na época, a gente precisava de rastreabilidade. Começou a buscar o que dava melhor rastreabilidade pra gente com menor custo e maior eficiência. E era blockchain na época. Nem eu nem meu sócio sabíamos muito do que era isso. Começamos a mergulhar em cima desse negócio e hoje é o nosso principal produto. E foi fundamental a gente ter aquele mindset construído ali de início de founder e tudo mais pra chegar até aqui. Muitos atritos ao longo do caminho, muitas paixões sendo deixadas pra trás ali da empresa. E aí eu até construí essa mentalidade, né, de que a gente não é apaixonado por absolutamente nada, nenhuma solução, e sim por aquela que melhor funciona para o mercado, né. Então o que a gente faz hoje é por uma única e exclusiva razão, que é: funciona, gera valor e faz a gente crescer. E a jornada inteira, né, acho que essas palavras, acho que resumem bastante, né, o que o Founder pretende para cada para cada empreendedor que chega até lá. Mas um pouco resumidamente, um pouco disso, dessa foi a nossa trilha até aqui.
Legal, Renato. Crescer 3 vezes do ano passado agora vai começar a ficar mais difícil ainda, mas fico muito feliz de saber que vocês continuam com o pé no acelerador mesmo depois, né? Às vezes a gente pensa assim, é no programa de aceleração e E é onde a gente tem mais contato com vocês, mas queria saber um pouco assim, se você puder compartilhar, inclusive uma das principais dores, daí já uma pergunta também depois para Renata, para vocês dois, mas uma das principais perguntas dos nossos fundadores quando entram no programa é: ah, mas eu preciso de grana, né? Como funciona essa parte de funding? Conta um pouquinho assim essa trajetória também de vocês, não sei o quanto, né, Você pensou desde o começo em fazer rodada, não fazer rodada, captar recurso de investidor, bootstrap? E como que vem sendo também essa evolução na empresa? Porque agora, crescendo nessa velocidade, imagino que tem outro nível de necessidade de capital. E também o que você está pensando para o futuro? Muitos dos mentores que estão assistindo aqui hoje estão interessados em saber como ajudar a Pollen daqui para frente. A gente tem, né, também uma rede de investidores. Então queria entender um pouquinho também essa trajetória do funding de vocês dois.
Legal, boa. Essa é uma ótima pergunta. Nesses trabalhos que eu tive antes do founder, eu consegui juntar ali acho que uns 30, 40 mil reais e achei que ia ser o suficiente para começar a faturar, né, e o negócio girar e tudo mais. Eu não tinha essa mentalidade ainda de VC, né, não sabia Como é que eu jogava esse jogo? E tinha alguma ideia, algum tipo de conhecimento sobre isso, mas eu achava realmente que a ideia toda era a gente ser bootstrapping a vida inteira, né? Não sabia nem inclusive o que era bootstrapping no início dessa jornada. Então, fala: pô, empresa tem que se pagar, né? A gente tem um capital mínimo aqui, a gente entra para jogar e o negócio tem que começar a se pagar desde o do D0. E ao longo do caminho ali também já fui entendendo que não fazia tanto sentido, né, que para a gente era bastante interessante jogar esse jogo, entender bem as regras, jogar esse jogo de levantar dinheiro, crescer rápido, levantar mais dinheiro, crescer mais rápido e usar o timing, né, que acho que é um dos fatores mais importantes ali dos negócios. Para além de todos os outros, claro, mas um dos que depende pouco do founder é o timing. Então, usar aquele timing bom que o seu produto está escalando, entrando e injetando todo recurso que você tiver disponível para aquilo crescer. Então, eu tinha juntado ali esse dinheirinho ali no começo da jornada para começar a empreender. Achei que ele ia durar mais ou menos uns 4 meses e gastei um quarto dele só com os advogados fazendo contrato para o negócio começar. Essa história terminou comigo levantando o primeiro cheque de Family Friends 6 meses depois de pedir demissão da empresa e vendendo um sofá maneiro que eu tinha na minha casa. Tinha o maior orgulho daquele sofá que eu tinha comprado, um sofá bom lá, não sei o quê, vendendo ele para complementar ali um aluguel antes de eu começar, onde eu levantar aquele cheque. Então a gente levantou um primeiro cheque Family Friends Acho que foi logo no primeiro ou segundo mês de founder. Isso ajudou bastante a gente também, né? Nós, eu, nem eu nem meus sócios tínhamos ali um berço que falava: "Pô, filho, vai lá, te ajudo aqui" e tudo mais. Então a gente não tinha isso. Então foi muito importante a gente ter algum recurso também para poder validar algumas coisas que eram boas para a gente, desenvolver algumas coisas que eram boas para a gente. A gente começou a vender desde o day zero, isso sempre foi uma razão da gente. Então, dentro do Founder, eu já tinha abriu CNPJ na primeira semana e acho que na terceira ou quarta semana de Founder já tinha feito a primeira venda validando o produto. Fui vendendo ao longo do processo do Founder e quando a gente fez a graduação que foi, se não me engano, em novembro, acho que é 28 de novembro, acho que 17, a gente fez a graduação do Founder e eu aproveitei aquela ocasião para abrir o primeiro round da Poly e fechei esse primeiro round no dia 3 de janeiro. Logo que a gente voltou do Réveillon, a gente já tava com esse round fechado ali pelo ecossistema do Founder, se não pelos próprios mentores e diretores. Mais alguém que eles tinham indicado para nossa rede. Então, para isso também o Fórmula foi muito importante para nós. Esse primeiro cheque a gente investiu ali em crescimento, em desenvolvimento de produto, em contratação dos primeiros funcionários e tudo mais. E aí, de lá para cá, a gente começou a jogar esse jogo, né? Então, cara, manter relação LTV/CAC saudável, E entubar tudo que a gente puder de recurso para dentro para fazer esse negócio crescer bastante. Fizemos então uma rodada da family and friends, fizemos uma angels, fizemos uma seed, fizemos uma, um seedão ali, ou um bridge round ali, e agora a gente está com Series A fechando já. Temos alguns passos ainda nesse Series A, mas fechando ele nas últimas etapas aqui de closing, para fazer o negócio chegar também a outro patamar. E aí, o que que a gente faz, né? O que que a gente— quais são os próximos passos da gente, né? A gente tem como produto, uma base de dados muito grande desse mercado da reciclagem. Com isso, a gente está verticalizando muito para atender uma dor dos clientes que já nos pedem, né? São São transações já validadas, vamos dizer assim, produtos já demandados que a gente faz hoje num grande stack de planilhas aqui, uma benção ao Google Data Studio. Então a gente faz isso hoje num conjunto que não escala, mas tudo bem. Uma das primeiras coisas que a gente aprendeu no Founder é que MVP não tem que escalar mesmo, tem que funcionar minimamente, depois tu escala isso. E aí a gente está verticalizando toda essa operação, todo esse processo de da coleta de resíduos com outras empresas parceiras, nós criando um software para isso. Esse resíduo indo para as cooperativas, gestores de resíduos, sendo triados, e depois a gente abrindo um centro de distribuição desses resíduos recicláveis, que é uma grande dor que tem na indústria hoje, nas grandes indústrias, é comprar matéria-prima reciclada para compor as embalagens, que sejam 100% recicláveis ou que tenham o desejo de obter algum teor reciclável. Como a gente tem uma demanda muito, uma oferta muito pulverizada hoje no país de material reciclável, então as cooperativas que são quem fazem mais de 90% da reciclagem, elas geram ali em torno de 5 a 6 toneladas de resíduos recicláveis ali, de cada tipo de resíduo reciclável por mês. Então imagina, para uma, sei lá, para uma Unilever comprar plástico, você precisa de 15 mil toneladas por mês. Então aquela cooperativa ali, você precisaria ter 200 daquela fazendo essa oferta para você e para o MoneyLab gerir 200 fornecedores é uma loucura. Para a gente já não, a gente já tem interface com eles, já são nossos clientes. A gente então começa a fazer esse centro de agregação e distribuição de resíduos. Abrimos os dois em dois meses, então em dezembro a gente abriu um no Rio já. Em fevereiro, agora em janeiro a gente abriu um em Porto Alegre e agora no mês que vem, ou melhor, nesse mês agora que acabou de entrar fevereiro, a gente vai abrir um até o final do mês em São Paulo. Então fechando um circuitinho ali de maiores demandas que a gente tem hoje com materiais e aproveitando tudo que a gente tem desenvolvido na Poly, então fazendo tracking, né, a ponto de vocês conseguirem ver aí algumas embalagens que já estão com selo Poly. "Reciclagem garantida pela Pony, conheça minha história, lê o QR code e tá lá. Já fui um lixo em Curitiba, hoje sou uma embalagem na sua mão graças a essa cadeia, conheça minha história." E aí você vem contando quais foram as cooperativas, quais foram as indústrias que beneficiaram todo esse processo até que aquilo se tornasse um novo produto na sua mão. Então a gente costuma dizer que são as embalagens que contam a história da Pony, né? Então já já a gente espera estar muito pulverizado por aí, vocês verem toda essa rastreabilidade. Para a Cadriei.
Fantástico! E é, né, a gente tem um compromisso no EFI novo, até não sei se você sabe, Renato, mas acho que faz uns 2 anos que a gente se comprometeu que 80% do portfólio do founder vai virar, né, alinhado aos desenvolvimentos sustentáveis, né, da ONU, os ODS, e que a gente tá comprometido a, né, ter mais empreendedores for purpose, né, de impacto. E eu acho que, cara, vocês são aquele exemplo assim, né, que a gente adora trazer no dia de orientation assim, porque é incrível ver uma empresa não só resolvendo um problema real, mas também, né, tendo essas histórias das embalagens. E eu já tô olhando aqui para minha aguinha de água e procurando o selo, né, e vou começar a caçar os selos da Pollen, porque com certeza, né, é uma tendência Eu como pessoa busco muitas soluções como essa e fico muito feliz em saber que vocês já estão com uma escala e com esses centros sendo distribuídos. Teve uma perguntinha rápida aqui no chat que eu acho que a gente já pode emendar antes de passar para Renata, que é: como que ficou o cap table depois dessas rodadas? Então eu sei que vocês estão captando agora a Série A, inclusive, né? Mas acho que é um tema importante que às vezes a gente fica depois de da graduação, para onde vai, né, esse equity, e a importância de manter isso com os fundadores.
Claro, isso é uma boa pergunta, é uma das coisas que eu mais vejo a galera errando hoje em dia, né, assim, da galera que me pede ajuda e tudo mais, e abre isso tudo ali para gente. Eu vejo que a galera sai se diluindo muito. E no começo da Poly a gente sempre teve essa preocupação, né? Então fizemos várias rodadas, todas elas precificando o negócio pelo potencial que a gente via no futuro e nunca deixando o negócio ser precificado por aquele momento dele, mas sim por aquilo que ele ia representar. Então com isso, mesmo com todas essas rodadas que a gente fez, hoje a gente ainda preserva mais de 3/4 ali do capital social da empresa com os fundadores. E agora, obviamente, com Series A essa história muda, né? Você toma uma diluição um pouco maior, mas ao mesmo tempo você leva a empresa para uma outra razão, com esse dinheiro bem aplicado, com métrica bem evoluída ali, né? Unit Economics bem feitos ali, você consegue fazer com que, apesar da tua diluição, o teu percentual valha muito mais do que aquilo que valia antes, né? Eu costumo falar que é sempre uma régua média ali, né? Ter 100% de 1 milhão é preferível do que ter 10% de 1 bi. Então é isso que você, né, essa conta que todo mundo tem que fazer ali, né, para aplicar o recurso da maneira correta e trabalhar sempre com a mentalidade de escassez mesmo, mesmo tendo, poxa, uma dezena de milhão ali no caixa, trabalhar sempre com a mentalidade de escassez, porque cada recurso daquele vale, porque é a coisa mais preciosa da empresa, que é o equity. Então Trabalhando sempre com essa mentalidade, você consegue fazer com que a participação, mesmo que diluída, valha muito mais do que uma participação não diluída, por exemplo, ou mal diluída ao longo da jornada.
Renata acabou de passar por uma rodada, tá saindo, conseguindo agora retomar as operações. A gente sabe que os nossos fundadores está indo para fazer uma rodada. Isso é interessante para quem tá aqui, né? A gente conversa muito sobre isso no founder, né? Tira um pouco nossa atenção como founder para sair, captar e voltar. Mas queria que, né, Renato contasse um pouco também como que foi essa jornada, né, de funding pré-graduação. A gente já sabe que você se demitiu, foi direto para o founder, então não teve muito funding antes do founder, mas, né, como que foi essa experiência pós-Pounder também? E já conta, né, breaking news aqui para quem não viu ainda, o anúncio que vocês fizeram nos últimos meses.
Sim, sim. A gente, como falou, a gente sempre teve preocupação, né? A gente, desde o começo, na verdade, a gente entendia, né? Eu já tinha meu próprio MBA na área de empreendedorismo, venture capital, então a gente entendia as regras do jogo, né? Então a gente sempre postergou o máximo que a gente pôde a captação. Então eu sempre soube que eu ia empreender, uma hora eu ia empreender, então eu já tinha uma reserva, né? E a minha sócia também tinha. Então a gente investiu de recurso próprio no início, tentando captar editais, né? Financiamento, equity free e tal, sem contrapartida de de equity. Então a gente conseguiu, né, a gente conseguiu ali o fomento da Samsung, a gente passou no programa de aceleração da Samsung, isso ajudou a viabilizar, né. Eu acho que a diferença da SleepUp, SleepUp, acabei não falando um pouco antes, mas é uma plataforma de terapias digitais na área do sono, queixas e queixas de sono. Então nosso produto é essencialmente um software, um software médico, Então, a gente durante o Founder, a gente validou com algum MVP, com landing page, mas a gente precisava do software, né? Assim, e com esse recurso que a gente obteve do edital da Samsung, a gente conseguiu durante 6 meses desenvolver esse software. E aí depois a gente conseguiu também a FAPESP e aí a gente falou, bom, agora a gente está preparada, a versão ela tá praticamente finalizada, vamos iniciar a captação. A gente iniciou a captação, a captação levou 6 meses para fechar, então ela fechou lá para setembro, a gente divulgou ali em outubro, comecinho de novembro. Então é como a Paloma falou, é um processo, né? A gente captou 2 milhões num valuation que era um valuation futuro também, como o Renato falou, Principalmente na área da saúde, é um go-to-market muito mais demorado. A gente tem aprovação regulatória, testes clínicos, tem muita coisa envolvida, né? Então a gente trabalha muito no potencial, né? E a dor que a gente resolve é uma dor de 50% da população, né? Um quarto da população tem insônia crônica, né? A pandemia veio para potencializar e tornar cada vez mais consciente o problema das pessoas. Então a gente não tem dúvida do potencial do mercado, né, do posicionamento global da SleepUp, da oportunidade que existe, né. Então a gente, hoje a gente teve, em 2021 a gente teve mais de 400% de aumento de usuários, né, usando o nosso produto 100% orgânico, né. E a gente tá com um pipe B2B bem bacana aí, com bastante negociação fechando. Mas 2020 inteiro foi basicamente produto, desenvolvendo produto, validando, testando, teste de usabilidade. Então é um pouco diferente das outras startups, né? Então, mas essa preocupação com o cap table, ela é muito importante. E a distribuição, né? Até em relação à equipe em si, né? A equipe, enfim, investimentos, mentores, advisors. Precisa ter um controle muito bom nisso, não vai colocar uma software house no seu cap table. Então tem muito cuidado que tem que ter para jogar as regras do jogo, né? Porque senão aí você não consegue chegar lá na frente. E é isso, e o próximo passo é founder nunca deixa de captar, né? Final das contas assim, cada vez mais a gente vê, por exemplo, na área de saúde, os reports saindo que O tempo entre rodadas está diminuindo cada vez mais, né? O mercado tá muito, uma liquidez tá muito alta. Então a gente não dá para parar, não dá para parar, Paulo. Infelizmente é continuar com essa, com um pé ali, outro aqui, né? Um negócio, outro no fundraising, e logo logo a gente abre para nossa próxima também.
O Marcos sabe bem, né, dessa, dessas estágios, e queria até, né, convidar Marcos, se quiser comentar um pouco. A gente vê aqui, né, que tem vários estágios. Então o Renato falou que já tá, né, numa Série A, a Rei passou o que, né, a gente pode chamar agora de um seed, e marca que o investidor anjo, seed, né, que pode compartilhar um pouquinho mais também.
Não sei o que você queria falar um pouco, Marcos, sobre essa importância do cap table para os fundadores e Eu acho, te agradeço, eu acho que como falou um pouquinho a Renata, cada caso é um caso, realmente depende muito da startup, depende muito também da como é a startup organizada. Quando a gente também fala de cap table, é também a parte de dos fundadores, ou seja, é importante que a parte dos fundadores seja sempre acima de 50%, a máximo, assim, até que chegar na frente, porque senão você perde o controle completo. Se vocês têm mais investidores que têm capital que o fundador, isso é péssimo. Isso pode acontecer, o cara começa com um contrato de vesting, começa com uma rodadagem de 15, começa com outra de 15, já chega a 50. Então a conta é rápida. Lógico que tem situações diferentes, A gente brinca, fala que o anjo gosta do divórcio feliz, mas eu acho que cada investidor tem que entender o papel dele no momento dele, entendeu? Não adianta o investidor anjo se achar que vira venture capital. Acho que isso tem que ser bem entendido no ecossistema. Agora o ecossistema se está bastante profissionalizando. Vamos ter bastantes fundos, bastante fundraising. Claro, vai ter também uma certa depois seleção, eu imagino, porque agora o problema não é tanto funding, mas eu estou olhando do lado do investidor. Não é só captar, depois tem o retorno, tem exit, empresa que cresce. E isso, por enquanto, sendo que a gente tem sempre um ciclo de startup de 4, 5 anos, difícil avaliar. Porém, é promissor que a gente está vendo várias exits. Também hoje saiu uma exit. Exits que de repente são exits menores, não são exits de unicórnio, mas estamos falando de, como fala o nosso mentor querido, que também foi diretor no período da SleepUp, o Diego Simo, fala, ele gosta mais de falar a palavra little pony, não falar de seu unicórnio, né? O little pony, uma saída de 90, 100, 120 milhões, não é bilhões. Mas isso que acontece no Brasil, se você ver as últimas saídas, temos operações que são de 80 milhões, de 90 milhões. Tem muitas empresas comprando startup, isso é muito positivo no Brasil. Eu vejo que isso está acontecendo com uma grande frequência aqui. E isso, de uma certa forma, compensa o problema do Brasil, que é o problema do mercado, digamos assim, financeiro, que não temos uma força do ponto de vista de investidores, de VC, apesar que está subindo, que acontece em outros países. Mas aqui as empresas estão acordando, querem comprar startup, esses casos são muitos. Agora, antes era uma coisa raríssima, como falava Renato, a gente começava em 2017, parece Você fala 2017, fala 2022, agora parece uma era geológica. Imagina quando eu comecei, 2008, falar de investimento anjo. Eu me lembro ainda que a gente ligava para os potenciais parceiros, falava: estamos da Anjos do Brasil. O cara falava: você é na associação religiosa? Já falamos com Testemunha de Jeová. Nem queria a gente, eles confundiam a gente com associação religiosa. Falar: somos da São Paulo Anjo. O cara pensava que fosse uma igreja. Com todo respeito. Então isso mudou bastante, isso é positivo. Você fala de startup, o investidor dá respeito. Antes falava nem me levanto da cadeira. Isso é positivo especialmente nesse momento, porque antes as pessoas falavam: não, mas é claro, agora os juros 1%, 3%, 4%, agora juros subindo de novo, uma pessoa querendo investir na startup. Eu acho isso muito positivo, mas também eu acho que O ponto é encontrar empresários como Renato e Renata, que temos os dois, Renato e Renata, já a gente achou os mesmos nomes, sérios. Eu acho que isso para mim é fundamental. Ou seja, o risco empresarial existe, eu sempre falo para os investidores, não é uma coisa— tem gente que sai da poupança, depois 6 meses fala: ah, mas quanto é o meu retorno? Espera, amigo, porque não é isso, mas Eu acho que posso garantir que as empresas que saem do founder é um investimento de risco, é, mas não é como investir num bilhete da Mega-Sena e nem participar no sorteio, entendeu? Porque tem startup realmente que são assim, você coloca dinheiro na startup e sinceramente eu não sei quem vai tocar isso. Então realmente é muito importante esta forma de a startup conhecer o mecanismo das rodadas, entender Não se apresentar com valuation fantasiosas sem ter. É só falar: nossa, captei 2 milhões. E daqui? Captar é um empréstimo. Captar é equity que você está dando. Você está dando um compromisso. Não é de estar feliz. Você tem que avaliar isso. Ah, não, captei 3 milhões, tá bom. Eu seria feliz que o cara falasse: tem um contrato de 3 milhões. Eu sempre falo, eu sou da parte do investidor, mas falo: o melhor dinheiro é o do cliente. Então você tem que considerar isso de forma inteligente. Por exemplo, no momento de você captar, você agora tem a possibilidade de escolher os seus investidores. Por exemplo, eu posso escolher um investidor que tem algumas ligações com o mercado que me interessa, tem alguns smart money que me está trazendo um agregado importante. Não olha só o dinheiro, não é só o dinheiro que conta para mim. Conta muito mais. Se é um investidor tipo mala que está lá só te cobrando, eu não sei se nem vale a pena, entendeu? Estou falando. Então você precisa também de começar a escolher. E assim, muita calma nesta hora, não fica assim. Acho que é bom o founder, porque você começa a pegar já desde o início as porradas, as avaliações, Acho que a gente faz um compacto em 3 meses de que você de repente faz em 1 ano, 1 ano e meio. Então você tem várias mentorias de tudo, mas depois o que acontece é que você vai fazer a mesma coisa com potenciais investidores. Então tem que se acostumar nisso. Mas eu acho que agora o mercado é com certeza mais aberto. Ninguém vai falar de startup como se fosse algo de povo maluco, gente meio doida. Não, realmente, as pessoas dão muito crédito nisso. Agora, eu acho que dos dois lados precisa crescer. Estou falando em geral. Lado do investidor tem que entender que está falando com uma startup, não está falando com a Petrobras, com Embraer, com empresa assim. Não pode pedir. Estamos falando com uma startup early stage, esí, também muita calma nesta hora. E do lado do também empresário entender que também ele tem que dar relatórios para o investidor, que investidor está investindo, tem gente que não é milionária, está acreditando em você. Então você também tem que, acho que a gente tem que se aproximar, entendeu? Não tem um muro. Às vezes vejo comentário como investidor, não, porque investidor é aqui, investidor ali, parece o carrasco. Espera um pouquinho, espera um pouquinho. É o dinheiro dele que está colocando na sua empresa. Você faria o mesmo? Às vezes é difícil, e acho que nosso papel aqui dentro é bonito porque no Founder você vê dos dois lados, né? Então vê o mentor e investidor. Tem gente que só vê o lado do investidor e se encontra startup que de repente conhece em 3 minutos de pitch, 4 minutos de pitch, 5 minutos de pitch. Vou fazer o quê? A gente tem a possibilidade de conhecer vocês por 3 meses. Então, veja a reação de vocês, veja tudo. Para mim, isso faz a diferença. Realmente, essa aproximação, por exemplo, o trabalho também que está fazendo a Júpiter, a gente, assim, é primeiro é também formar os investidores, porque investidor que chega com uma expectativa de virar milionário, não existe isso. Eu acho que a primeira coisa ele tem que entrar sabendo que é um investimento que vai demorar, é um investimento onde ele vai ter que aprender também. Eu sempre falo: investe e você começa a aprender. Só investindo você vai começar a aprender como se relacionar, como fazer. Então todo esse conjunto é algo que todo mundo está aprendendo, estamos aprendendo, mas assim, é muito, muito bonito. Eu acho que Não voltaria atrás do que estou fazendo, é muito legal. E você fica sempre com as ideias novas, tô falando a nível de fãs de início, os caras começam a falar: nossa, essa gente é maluca, mas pelo amor de Deus. Agora estamos descansados, daqui a pouco não, Paloma, tá começando.
Agora vendo o Renato e a Renata já começa a mudar um pouco, né, porque já não é aquele dia 1 que precisa pensar. Mas eu queria mudar então um pouco agora a conversa, porque eu acho que uma coisa que a gente se compromete também como founder, a gente fala, né, desde a época, acho, da Renata, dos 100 mil empregos, né, a nossa missão como founder do Instituto Brasil é gerar 100.000 jobs pelo Brasil e empregos de qualidade, porque realmente o potencial dos nossos fundadores em criar oportunidade para o brasileiro trabalhar é muito interessante. Eu queria entender um pouquinho dessa timeline também de vocês. E agora vou começar pela Rê. A pre-founder, durante founder, e agora, e para frente. E se inclusive tiver vaga aberta, já divulgamos aqui, né? Como que tá a estrutura da equipe dentro da SleepUp?
Sim, viu, né? Acho que é um dos maiores desafios aí conseguir crescer rápido com a equipe, ter uma equipe competente, uma equipe é um desafio grande, né? Montar a equipe no início, né? Quem são seus cofundadores? Quem são suas pessoas-chave no seu time? Que contrato você vai fazer? Nossa, isso é É muito desafiador no início, que você não sabe nem o que que é um contrato de vesting, né? Você não sabe nem o que é isso, você tem que contratar pessoas, não sabe nem como vai pagar essas pessoas. E aí que entra você como a sua liderança, né? Sua liderança, o seu propósito, o seu negócio, que é um negócio que vai atrair talentos. A sleep app era eu, né? Entrei no Founder's Dinner, eu era idealizadora. Consegui trazer Ao longo, a gente terminou o founder com 5 pessoas na equipe e eram as pessoas-chaves que estão na equipe até hoje, que é a minha sócia, a CTO, que conseguir uma pessoa, um CTO, é extremamente desafiador. Eu tive a sorte de ter uma CTO na minha família, minha irmã gêmea, que abraçou a ideia, que se jogou no barco comigo e falou: "Vamos fazer esse negócio acontecer." E tamo junto, tamo aí, indo super bem. Então esse já é um bom começo e é o primeiro desafio, né? E aí a gente trouxe os especialistas na área do sono, a gente era em 4, logo na sequência veio gente bater na porta, né? Poxa, o que que vocês estão fazendo? Eu quero conhecer. E é muito bom, é muito gratificante quando você vê as pessoas vindo querendo trabalhar com você, né? Poxa, essa ideia é fantástica, muito animal o que vocês estão fazendo, eu quero contribuir, né? E assim começou a nossa gerente comercial, né? Ela começou, a gente falou, poxa, tem fit, né? E você vê, acho que poder contratar pessoas que têm brilho nos olhos, que elas querem estar ali, elas querem fazer acontecer, né? Trabalharam meses e meses sem ganhar nada em troca. Hoje as coisas mudaram, a gente, né, enfim, mas hoje a gente tem 20 pessoas na equipe, algumas não são full-time, né, a gente tem muita flexibilidade hoje, né, depois da pandemia, enfim, hoje contratar alguém full-time CLT é difícil, né, as pessoas trabalham PJ, trabalham em mais de um emprego full-time, enfim, hoje é tudo possível, né, então a gente tem muita flexibilidade, por exemplo, o nosso primeiro desenvolvedor que aquele que fez acontecer, aquele que falou: "Não, eu tô com vocês", tá com a gente até hoje e ele é part-time, né? O nosso ponta firme, mas ele é part-time, né? E às vezes você consegue até segurar pessoas mais part-time do que as full-time, que tem uma rotatividade maior. Então a gente é super flexível em relação à forma de trabalhar, mas a gente desde sempre constrói essa confiança, essa confiança A gente escolhe as pessoas que se identificam com o propósito, que de fato querem melhorar a qualidade de vida, né, qualidade de sono das pessoas. E é assim que a gente tá aí. A nossa equipe é uma equipe que ela é muito forte do ponto de vista, por causa, né, do respaldo clínico, intelectual, regulatório que a gente tem. A gente tem bastante pesquisadores, a gente tem bastante desenvolvedores, a nossa tecnologia é toda proprietária. E mais desafio agora é o crescimento, né? A gente capta e vamos contratar. Para conseguir acelerar. E esse desafio de você crescer, delegar, explicar, fazer o onboarding e entra no barco e vamos embora, é um desafio, é um desafio. Mas é isso aí, estamos com duas vagas abertas, né, um desenvolvedor backend, desenvolvedor frontend, front-end, para quem tiver aí interesse. E a gente deve abrir mais duas aí mês que vem.
Legal. Se quiser, inclusive, depois compartilhar aqui no chat, a gente abre as vagas também, né? Isso é uma coisa que a gente precisa fazer muito melhor, né? É ajudar os nossos empreendedores de portfólio a recrutarem. A gente sabe que tem muita gente buscando oportunidades em trabalhar nas empresas de vocês, e sempre que eu acho algum, né, a gente encaminha as vagas. E conta pra gente, Renato, dentro da Pollen, como que foi essa estruturação da equipe, ainda mais vocês agora chegando numa rodada Série A, né? Quais foram essas dores de crescimento de equipe, da onde vocês saíram e onde tá hoje?
Boa, cara, eu diria que é um dos maiores trabalhos assim que a gente tem Acho que o grande escopo de função do CEO é pensar estratégia de crescimento da empresa, levantar dinheiro e contratar gente. Então, hoje boa parte, grandíssima parte do meu tempo fica nessa. No começo éramos eu e o Lucas, o meu co-founder, sócio co-founder. Depois a gente contratou um estagiário. Que como a gente já tinha definido ali que faríamos uma estratégia de inbound e tudo mais, e demora para construir autoridade, né, foi o primeiro cara que a gente contratou para ele começar a construir o nosso blog. Então, o blog da Pollen, que atualmente é uma referência ali em resíduos sólidos no Brasil, maior orgulho para gente. Hoje a gente fala sobre tudo, não só sobre nossa cadeira, como um bom blog deve ser. A gente não fala somente sobre o nosso mercado, mas sim sobre resíduos sólidos de uma forma geral. Então foi uma estratégia bem acertada ali começar com ele. Depois a gente começou a trabalhar mais operações, um MVP feioso ali rodando. A gente ainda queria validar bastante coisa antes de contratar desenvolvedor, né? E pra estruturar de fato um produto que fizesse sentido. Naquela época, e até hoje a gente ainda faz isso, a gente ainda valida bastante coisa antes de lançar produto com os MVPs cacarecos ali, pra gente ver se vale a pena empenhar recursos. Então, a gente veio numa jornada na estruturação de funções e basicamente a gente pega o nosso forecast de demandas ali e cria vagas pra assumir essas demandas. Então, mais ou menos dessa forma como a gente estrutura time hoje. Então a gente inventa nome de cargo, a gente faz uma porção de coisa aqui para encaixar as pessoas onde elas fazem sentido dentro do time. Atualmente a gente tem, são 36 pessoas hoje na Poly. A gente está num processo de seniorização de time agora, entramos nessa etapa de trazer pessoas bastante mais sêniores até do que a gente tem hoje. Já começamos, já encaixamos algumas posições ali sêniores dentro da Pollen. A ideia é trazer gente que conheça muito do mercado e muito das funções, não necessariamente do mercado ali de sustentabilidade, resíduos e tudo mais, mas sim das funções para as quais elas estão sendo contratadas. Para que a gente comece a gerenciar cada vez melhor esse time, né? Porque a partir de agora, acho que começa, ou a partir do último quarter do ano passado, começa uma jornada onde não faz, não temos braço e nem faz sentido a gente ficar tocando todas as áreas do time, todas as áreas da empresa e tudo mais. A gente perde escala, perde eficiência, não ganha, não conquista os resultados que a gente precisa. Então ficou na hora da gente contratar gente senior, investir tudo que a gente pode, né, que a conta fecha ali em gente muito boa. Então tirando diretores de grandes indústrias, tirando gerentes gerais e até VPs de grandes empresas para comporem o nosso time hoje, para fazer a gente dar esse salto, esse novo passo, nova etapa, um novo momento de gestão. Dentro da Poly, e que aumenta ainda mais o nosso desafio, né? Você achar uma pessoa sênior, e sênior de fato, né? Não um sênior ali que o pessoal vai subindo o cara na empresa para ele ficar feliz, e em 4 anos de profissão o cara tá sênior ali no LinkedIn, e poxa, não tem tanto conhecimento para isso, mas pessoas ali com 12, 15 anos de, pelo menos, de atuação. Para aquilo que a gente está contratando. Então, que vão ajudar a gente a não só contratar para a área deles, mas estruturar a Poly para uma empresa cada vez mais madura. A gente nunca trabalhou com a lógica de estagiário, a gente teve 2 estagiários na história da Poly. E também nunca trabalhamos com a lógica de part-time, né? Todo mundo tem que estar full dedicated ali, acordar e dormir pensando naquilo. Mesmo que seja, obviamente, isso não sendo uma coisa tóxica, mas sendo uma coisa super saudável, você, num bom sentido, acordar e dormir pensando. Mas basicamente o que dizer é ter uma coisa para fazer na vida, profissionalmente, fora todas as outras coisas. Mas a gente acredita muito nesse valor de ter as pessoas totalmente dedicadas para cá. E atualmente a gente tem também vagas abertas na Pollen, são 12 posições hoje abertas. brpollen.com.br/carreiras tem todas elas lá. E dessas 12, 2 são para diretores, né, heads e VPs ali. Então, dependendo da senioridade da pessoa e de como a gente encaixar, ela entra como head, como diretor ou como VP ali para a gente. Então já conseguimos contratar duas pessoas muito, muito boas que já provaram para a gente que, puta, acertamos a mão em fazer a estratégia de trazer gente que sabe muito mais que a gente, que entende sobre gerir pessoas e tudo mais ali para coordenarem as áreas. Desafoga demais a gente, deixa a gente pensar sobre outras coisas e Principalmente, mais do que desafogar, traz novas soluções e novas formas de criar solução e tudo mais. Então, eu diria que é uma das coisas muito fundamentais se fazer em determinado momento da jornada ali.
Incrível! Pessoal, a gente acabou passando um pouquinho aqui do nosso tempo. Queria agradecer, né, por vocês ficarem com a gente. O papo tá bom, né? A gente quer sempre saber mais. De onde vocês estão e manter esse contato. Mas queria agradecer muito a presença e abrir agora para talvez algumas considerações finais, se vocês quiserem deixar um recado. Ou até, né, eu sei que muitas das pessoas que estão assistindo hoje também são mentores que acompanharam vocês lá no comecinho, que agora estão vindo aqui para saber um pouco dos updates, de onde vocês estão. Mas vamos começar pela Renata?
Bom, tudo o que eu consegui ter participado do Founder Lab foi decisivo na nossa jornada. Todo o suporte que a gente teve e tem até hoje, da rede, da metodologia, foi muito importante na estruturação do negócio, enfim, até na continuidade do Founder Lab. Undertrack, toda essa lógica de rodada de captação. Acho que é fundamental, né? A gente conversa com os mentores até hoje. Se tiver mentores aqui, vou estar super aberta para a gente agendar de novo. No dia a dia é super corrido, né? A gente acaba, enfim, não consegue conversar nem com os nossos investidores, né? Mas fica aqui a recomendação. Eu sei que as vagas até para as turmas aí estão se encerrando, né, o período de vagas aí para obter o desconto está se encerrando. Então é a recomendação mesmo para quem quer tirar uma ideia do papel, né, aí early stage, não tem outra, acho que não tem uma outra opção mais assertiva, né. E para os mentores, né, desde sempre aí obrigado pela construção, né, da GPAP, por parem da nossa jornada virtualmente, remotamente. Eu vejo que a gente acompanha, vocês acompanham a gente nas mídias, então saibam que cada palavra que vocês disseram fez muito sentido para nossa jornada aqui. E para quem remediou o sono, baixe Sleep Up lá na Play Store, na App Store. Se você toma remédio para dormir, se você quer entender como que você pode melhorar o seu sono, as suas queixas de insônia, a gente pode ajudar você.
Eu tô de beta tester, me inscrevi no teste de vocês.
Falou, a gente tá com vários testes de usabilidade ainda, amém? Se quiser também ser um teste beta nosso, é só entrar em contato, buscar lá Renata Sleep Hub nas mídias, Renata Redondo Bonaldi no LinkedIn, a gente vai adorar ter você, ter seu feedback, a gente adora feedback, a gente trabalha muito com UX, suas habilidades. Então a gente quer feedback sincero, viu? Honesto, sincero, desde como a gente teve lá desde sempre do founder no início, né? Nem que isso doa, porque dói.
Muito bom. Acho que uma das principais coisas assim, inclusive, que a gente aprendeu, né, trouxe para vida e trouxe para empresa também, naturalmente no founder, foi justamente Feedback, saber ouvir e saber dar feedback também, que é uma capacidade, uma habilidade treinável ali, que pouca gente se orienta a isso, né? Muitas vezes a gente tem o primeiro hábito ali das pessoas, e até de cultura das empresas, se esconderem atrás de alguma coisa para não darem feedback nem receberem feedback. Toques que a gente tem que evitar o máximo, que o Founder já faz a gente evitar sempre. Cara, diria que foi, talvez sem uma palavra correta ali, mas minimamente foi fundamental na nossa jornada. Para dizer o mínimo, foi fundamental passar ali pelo Founder, além de uma formação ali como empreendedor, mas uma formação de caráter ali também, de do quanto aquilo precisa de lealdade ao negócio, aprender a pensar como instituição, não como empreendedor, e a minha visão e meu interesse, mas aprender a ver o que a empresa precisa, o que a instituição precisa, e se diminuir cada vez mais em relação ao tamanho da instituição. Então, a instituição, sempre falo isso, aqui na Polen a gente tem um lema grande para gestão, que é: a instituição tem que ser maior que as pessoas sempre. Então, no dia onde eu não for mais a pessoa para tocar a empresa, que toque alguém que faça a instituição crescer muito mais do que eu posso ter capacidade de fazer por ela. Isso é uma lealdade ali, a gente aprende muito também. Dentro desse processo do Fauna. E, cara, empreender no começo é um negócio bastante solitário. Ao longo da jornada isso vai mudando um pouco. E uma das coisas que a gente tem de muito valor hoje no Fauna, para além dos, né, dos diretores, dos mentores que tivemos à época, é a galera que se graduou com a gente. A gente se ajuda muito, troca muita ideia, fala muito onde tá errando, um ajuda o outro, Já tivemos caso ali de fazer até venda para parceiros de founder. Então, cara, é uma— assim, você ter esse grupo com você no mesmo estágio, um estágio similar que você, fazendo essa jornada, é algo também que é muito fundamental. É principalmente um grupo que tem um filtro founder ali, né, que são pessoas realmente dedicadas, engajadas e empregadas ali com com o negócio e que vão estar entendendo as suas dores, né, e tá entendendo toda a sua jornada ali, a tua falta de sono por várias outras razões, né. Na época ainda não conhecia o Hip Hop, mas acho que é um excelente gerador de lead para o Hip Hop aí, é pegar umas turmas de empreendedor aí, falar com o founder ali, vai ter milhares de leads ali para vocês, que realmente tira sono, né, no começo, no meio, talvez no fim também, mas A gente vai aprendendo a lidar melhor, cada vez melhor com as tarefas, vai ganhando mais tranquilidade, principalmente nessa troca no dia a dia, sabendo que tu não é o escolhido para estar se ferrando naquele momento, mas que faz totalmente parte da jornada ficar se ferrando ali até o negócio performar melhor, as coisas começarem a se encaixar na tua lógica. Então, cara, acho que foi mais que fundamental, recomendo para todo mundo. Toda hora vem, não é brincadeira, toda hora vem alguém falar no LinkedIn ou alguém passa meu contato, fala um cara, pô, eu vi que você fez Foundry aí, o que que você acha? E invariavelmente é sempre, puta, independente do perfil da pessoa, cara, você taca lá dentro, vai passar por esse túnel de vento aí, que depois no final você vai me agradecer, agradecer ao Foundry aí por essa. E aí não incomum, vem também os feedbacks depois que a galera se gradua, fala, cara, muito obrigado, negócio transformou minha cabeça, a vida, etc. Então, acho que diria que é indispensável para a grandessíssima maioria das pessoas passar pelo founder ali antes de empreender.
Obrigada, Renato. Eu acho que, né, a gente tá aqui por causa disso, e ouvir essas histórias dá até um, né, marca, dá até um ânimo a mais para a gente continuar a trajetória, né, e o dia a dia. Porque realmente a gente vê vocês lá no dia 1, no dia 2, e é uma honra para o FAE fazer parte também dessa trajetória. Marcos, você tá, né, na Itália? Já passou da meia-noite aí?
Estou na Itália, sim.
Está madrugando com a gente?
Não sou louco, não sou louco, porque todo mundo fala que estou na Itália porque estou um pouco mais pesado, entendeu? Então, assim, de roupas Mas realmente, só para finalizar aqui, assim, a experiência no Founder, assim, agora vamos começar, para mim, a 14ª, a 14ª turma. Eu acho que assim, é muito, eu sempre falo, a gente aprende muito dos Founders, muito, e aprende da forma de como eles trazem para nós ideias novas. E isso acho que é uma experiência para nós única, porque todo mundo fala, especialmente falando também quando você depois tem que pensar em investir, é um pouco falava o Renato, o negócio de tensão, né, de negócio de conhecer as pessoas, no final da conta você nesta jornada no founder você O fato também que os empreendedores sejam divididos em grupos, trabalhem juntos e não sejam do mesmo segmento. Então cada um apresenta para o colega informações, ofertas novas que ele não conhece. Então às vezes esta forma que muitos não valorizam, fala: nossa, mas esta aceleradora não é focada neste segmento mais que outro, né? Fintech, não é edutech, não é eltech, não é isso. Mas eu acho que isso é um grande asset, um grande ativo, porque o empresário apresenta para o colega, para ele poderia ser um cliente dele, entendeu? Então não é um cara que não conhece nada, então eles começam a se convencer junto com ele. Eu lembro quando fizeram uma apresentação de marcas, eu não sei se ainda tinha a Renata ou era a turma antes, que as pessoas apresentaram as marcas e a maior, assim, os mentores fizeram comentário em relação a marcas, tudo bem, mas avaliação mais forte para os founders mudar de marca foi avaliação do colega. O colega falou: nossa, mas que marca você colocou, uma porcaria. Então o cara acreditou muito mais no colega, estou falando E quando é muitos drop, muitos vão embora não porque a gente seja particularmente dura, mas porque vê que os colegas avançam, se evoluem, e ele fica parado. Então, esta relação que as pessoas têm com— o Renato falou uma coisa muito boa, ou seja, você começa a ter uma relação com outros colegas, não é relação de competição, relação de ver quanto você vai estar evoluindo. Então, isso é muito importante. Não é somente uma competição que você está sozinho. Isso é muito legal, você se coloca com mentores, com os colegas, com gente que tem temperamentos absolutamente diferentes. A gente viu de tudo também na turma da Renata presencial. Eu me lembro as coisas que— se vou contar assim, a gente— assim, estou falando meia-noite, que essa meia-noite você também chega meia-noite. Então o que acontece, mas tem coisas assim muito, muito bacanas, mas depois que fica, como o Renato falou, eu com a turma tenho carinho, e assim, para encontrar eles. E agora, agora que ainda o cafezinho parece uma Coca máscara com pandemia, com tudo isso, a vacina, mas assim, a gente brinca depois porque a gente também cria um grupo. Eu acho que o Fander depois vira uma família, entendeu? Então acho isso bacana também, independentemente depois você vai virar uma grande empresa, vai ser um grande empresário, mas também gente que passa, se gradua e de repente não desenvolve. Eu vejo muitas pessoas também que depois crescem na vida, de repente faz outras coisas, entendeu? Que não é a passagem deles ser empresários, mas isso não é negativo. Pode ser um ótimo executivo, aprende ecossistema, aprende como funciona de verdade, não fica lá postando nas redes sociais, repostando todo mundo, o super expert de teclado, não. Vai lá, vai apresentando, amigo. Então vamos ver o que vai acontecer. Então acho que isso é muito bacana para as pessoas, entendeu? Então toda essa relação, toda essa rede também internacional. Então sinceramente acho que não tem preço para não participar. Quem não participa, me acho que muitas vezes não é pelo custo, mas é pelo medo de não se colocar no desafio, porque é muito fácil, não? Ninguém gosta de se apresentar na frente da câmera, pior ainda Ainda não, sim. Agora acho que no presencial tava essa vantagem que tava ainda no presencial. Assim, eu lembro que quem tava obrigado a carregar a câmera que gravava era o coitado do diretor. Falar: quem vai gravar essa sessão? É uma coisa assim meia fora da realidade. Agora é tudo online, entendeu? Como mudou o mundo. Mas assim, a gente tem muita saudade também sua presença, certeza.
Pessoal, queria parabenizar a Pollens, Lipap, Festas Growing Company no mundo, nossos brazuca lá representando, né? Muito orgulho ver vocês lá na lista. Quando, né, eu tive oportunidade de ver antes de sair, já tava me segurando ali para não mandar as mensagens. Mas parabéns, parabéns mesmo, porque eu acho que, né, é por mais exemplos assim no Brasil, que a gente precisa se inspirar e ver aonde vocês estão chegando. A gente vai, né, compartilhar essa gravação também no YouTube para quem tá assistindo. Mas parabéns novamente aí, porque é por isso que a gente faz, é para ver empresas como vocês gerando emprego, né, crescendo e melhorando e resolvendo problemas reais do nosso país. Obrigado também, Pedro, né, pela produção do evento aí, ajudou a gente por esse evento de pé. E boa noite para todo mundo, um abraço.
Obrigado, obrigado todo mundo.
Valeu, pessoal, boa noite aí. Obrigado pelo tempo com vocês.










