Painel Online com fundadores graduados do Founder Institute Brazil

The webinar, moderated by Nima Kazerooni, brings together five founders who graduated from the Founder Institute Brazil program: Mônica Mendes (Oinkoin), Leandro Cantero (Top Hunter), Marco Aurélio (Mass Labs), Júnior Santos (Brew Hunters) and Miguel Barreto (Sol Lar). Each founder introduces their startup, shares background, metrics, funding experiences, and the impact of the FI program. The discussion covers how FI differs from other accelerators, the role of special assignments, team‑building challenges (especially finding technical co‑founders), fundraising strategies, pivoting and validation, balancing a day job with the program, scholarships and fellowships, and advice for new entrepreneurs. The panel also answers audience questions about program logistics, city expansion, and how to approach investors. The overall narrative emphasizes resilience, the importance of execution over ideas, and the value of FI’s structured mentorship and community across Brazil.
Chapters
Buenas noches, pessoal, tudo bem? Sejam bem-vindos a um dos primeiros webinars dos graduados do Brasil do Founder Institute, do programa de lançamento de startups do Founder Institute do Brasil. Então, meu nome é Nima Kazerooni. Na verdade, a gente tem que esperar um pouquinho, talvez, para todo mundo entrar. Daí vamos começar, né? Vamos dar as boas noites para todo mundo.
Boa noite!
E aí, galera?
Boa noite! Boa noite! Vamos começar em breve. Até então, se alguém tiver uma boa piada de startups e tal, pode contar, ou uma boa história. Vai lá, Júnior, e o senhor que tá cheio dessas coisas.
O Marco tem história da bunda de Floripa lá pra Curitiba.
Marco é a melhor pessoa pra contar história aqui.
Ele tava contando a história do caminhoneiro que se apaixonou por ele.
Que isso, essa história é muito boa.
Contar a história do banheiro. Nunca saiam de Floripa para fazer um lightning pitch em Curitiba, convidado pelo Nymas em cima da hora. Você vai ter surpresas no meio do caminho, ainda mais quando ele não atende o telefone para você dizer: cara, tô no meio do trânsito.
Na graduação da turma, né? No meio da graduação da turma, a gente não conseguiu responder.
Quem disse que você fica sem special assignment depois que você termina o programa?
E foi isso que o Lima fez.
Você nem percebeu, só ligou agora.
Para as pessoas que estão ouvindo agora, todos nós aqui brincando, special assignment é aquela coisa que o founder faz com você para mostrar como empreendedor toma situações que não tem nada a ver com o que ele tá esperando. Isso é special assignment. Você tá lá tranquilo fazendo suas etapas do founder, de repente aparece aquela coisa legal do nada.
Special assignment.
Agora que a gente vai começar, né, já demos uns 3 minutos para todo mundo entrar, tem um monte de gente aqui e todo mundo merece que a gente começa no tempo que eles entraram na sala, né. Obrigado pelas piadas e não sabia que era tudo para ser direcionado em mim, mas o Marco sempre faz acontecer. Valeu, Marcão. Mas eu vou começar aí então, acho que tá na hora, né? Deixa eu ver só aqui rapidinho. Tem muita gente entrando, cada vez mais. E vocês podem ir comentando lá também. Então vamos começar aí. Meu nome é Nima Kazerooni, esse sotaque vem do Canadá. Então eu tô aqui no Brasil faz 4 anos e eu sou um empreendedor em série. E aprendi tudo que não é para fazer quando você começa uma startup. Então, por isso que eu assumi ultimamente o papel de ajudar outros empreendedores, principalmente aqui no Brasil, onde tem tantos talentos e tem ainda pouco que a gente é para ver ainda muito mais do sucesso que os empreendedores do Brasil vão ter. Então, estou aqui há 4 anos trabalhando nisso, ultimamente como Founder Institute. Nos últimos 3 anos, a gente está desenvolvendo o mercado do Brasil. Eu junto com um grupo de mais que 20 diretores ao redor do país este ano. Então, o Founder Institute, o que que é? Ela é o— basicamente, o Founder Institute é o maior programa de lançamento de startups ou das empresas de base de tecnologia ao redor do mundo. E nós estamos até hoje em mais que 150 cidades ajudando mais que 1000 empresas a serem lançadas todos os anos entre essas cidades. E estamos aqui hoje com 5 pessoas que graduaram deste programa desafiador de 14 semanas, 14 sessões de programa de lançamento, ou seja, aceleração na fase de fundação, da ideation e lançamento das próximas grandes empresas do Brasil. Então aqui o que que eu vou fazer, de, eu vou introduzir para vocês os nossos 5 apresentadores que já graduaram pelo esse programa desafiador, que muita gente tenta todos os anos participar participar. E essas pessoas vêm de literalmente mais que 5 cidades, e todos vocês estão aqui escutando de mais do que 10 cidades onde o Founder Institute está atuando ou estará atuando até o final desse ano. Então, Mônica Mendes é uma das primeiras apresentadoras. Ela é uma female founder da Coin Coin, que é uma startup de Founder Institute Curitiba. Acabou de ser lançado. O Leandro Cantero é fundador da Top Hunter, que foi uma das graduadas da primeira turma do Founder Institute que aconteceu em São Paulo. O Marco Aurélio, fundador da Mass Labs, também do Founder Institute em São Paulo, mas quem mora em Florianópolis e vai ajudar o pessoal de Florianópolis daqui pela frente também com alguma das experiências dele que ele vai passar. O Júnior Santos, que é fundador da Brew Hunters, da Founder Institute, em Ribeirão Preto, do estado de São Paulo. E o Miguel Barreto, que é fundador do Sol Lar. O Miguel é de Belo Horizonte, lançou o fundador da empresa dele na Founder Institute de Belo Horizonte, mas ele vem aqui igual o gringo de Portugal, es, es, né? Então Agora eu vou basicamente pedir para cada um de vocês se apresentarem. Então, a Mônica, você pode começar. Mônica da Oinkoin.
Obrigada.
Boa noite, pessoal. Meu nome é Mônica, sou de Curitiba, como a Nina falou, me graduei na última turma de Curitiba com a Oinkoin, que é uma startup de educação financeira a partir do relacionamento entre pais e filhos. A partir da definição de objetivos e tarefas, os pais vão poder ensinar educação financeira para ter crianças e adultos mais saudavelmente, saudáveis financeiramente. Meu background é em design gráfico, trabalhei sempre no mercado digital, depois me especializando em gerenciamento de projetos, que é a minha maior experiência, e já empreendi com minha própria agência, depois com e-commerce de pet toys. E aceitei ano passado o desafio de empreender a partir do programa do Founder Institute, que é realmente desafiador, e me descobri uma empreendedora que— uma outra empreendedora que eu ainda não conhecia em mim. Acho que é isso.
Incrível mesmo, incrível mesmo a tua história, Monica. E temos o Leandro Canteiro de São Paulo, ele é fundador da Top Hunter.
Sim, prazer pessoal, boa noite. Eu sou da primeira turma do Founder Institute Brasil junto com o Marco, essa turma foi de São Paulo. Eu entrei no programa quando eu ainda tinha só uma ideia de abrir uma empresa, não sabia exatamente o que eu iria fazer, inclusive eu tinha ideias de que poderiam me levar a caminhos bem diferentes. Entre si. E o programa foi fundamental para eu conseguir entender qual era o melhor caminho, para eu conseguir explorar melhor as oportunidades. E eu tenho um perfil que eu sempre li muito a respeito de empreendedorismo e tal. Eu achava um pouco difícil organizar essas informações, saber o que fazer em cada momento. E o programa me ajudou muito nisso. Então foi bem legal. E estamos tocando aí há 2 anos. Estamos com a empresa aberta e caminhando sempre adiante, com a ajuda do pessoal do Founders que está sempre por perto.
Obrigado, Leandro. E temos o Marco Aurélio, que também vem da primeira turma em São Paulo, fundador da Mass Labs, e ele mora em Florianópolis.
Boa noite a todos. Então, como o Leandro falou, a gente é da primeira turma. Eu estava em Floripa, vi o Founders em São Paulo, Fui lá toda semana e fazia os 4 meses de evento. Então, mas eu sou da MasLabs, como o Nival comentou, uma empresa que é focada em meios de pagamento, bilhetagem eletrônica e soluções para transporte de passageiros. Assim como o Leandro, a gente já tinha uma empresa rodando, já tinha alguma coisa, só que a gente precisava de um pouco de foco, saber onde é que a gente estava errando para o nosso produto ir para frente. De lá para cá, a gente, claro, antes disso, mas em 3 anos, 2 anos que a gente está aqui, A gente já acumula mais de 50 milhões de validações de bilhetes e já monetizamos em toda plataforma mais de R$160 milhões. Então, tudo isso ajudou a gente ter um início, meio e fim. O founder ajudou a essa organização a entregar esse valor. Então, hoje eu tenho uma empresa que eu posso dizer que eu tenho 2 funcionários contratados, 2 pessoas de alto gabarito, e a empresa tá cada vez mais, tipo, dobrando o tamanho todo ano. Isso é muito legal.
Valeu!
Muito obrigado, valeu, Marco, sensacional fundador também, desde que conheci. E temos aqui o Júnior Santos, fundador da Brew Hunters, que vem do Founder Institute em Ribeirão Preto, onde eu fui realmente surpreso pela qualidade do pessoal lá também.
Legal, obrigado, Nima. Meu nome é Júnior, sou da Brew Hunters, Eu fui do Spring do ano passado de Ribeirão Preto, a primeira vez aqui em Ribeirão Preto, um dos 5 graduados. O Founders pra mim foi uma experiência muito interessante. Eu fui com a ideia de um aplicativo que permite a identificação e mapeamento do padrão de consumo de usuários e tomadores de cerveja artesanal, um público ainda inexplorado no Brasil. E foi uma experiência bem gratificante iniciar, pivotar, lançar, testar e trabalhar essa plataforma aí esses últimos meses, mas mais do que isso, eu falo que o Founders transformou a minha vida, que eu acabei aplicando todo esse conhecimento em outros negócios. Eu já tinha uma outra empresa de tecnologia que eu acabei pivotando também nesse interim pelos conhecimentos que eu tive no Founders e também se tornou uma fintech aí que estamos crescendo muito legal no mercado, crescemos mais de 120% ano passado e estamos aí acumulando alguns clientes bem interessantes como o Nubank Via Bolso, Vale Fertilizantes, Banco Sofisa já utilizaram essas plataformas e hoje eu falo em Google, isso só foi possível pelos conhecimentos que eu aprendi aí com o Founders durante o percurso.
Massa, um caso incrível com você aí também, não é, Júnior? E por final, mas não por menos, um dos meus favoritos do setor de energia renovável É o Miguel Barreto, da Foundry Institute em Belo Horizonte.
Boa noite, pessoal. Como podem ver pelo sotaque, eu sou português. Eu perdi daqui no Brasil há 5 anos e decidi entrar no Founders porque eu já tinha aberto uma empresa há pouco tempo, mas ainda não sabia bem o caminho a seguir com ela. E o Founders me ajudou a estruturar as ideias, o modelo de negócio e tudo o que tem que fazer para a empresa dar certo. Então foi muito importante para a empresa esse aprendizado que eu tive durante o Founders. Neste momento a gente está— eu esqueci de falar o que a gente faz. A minha empresa trabalha com energia solar compartilhada. Basicamente vai criar uma plataforma que vai permitir que qualquer pessoa possa ter energia solar, mesmo morando num apartamento, aos preços mais baixos do mercado. Então é um sistema novo no Brasil e o mercado completamente inexplorado ainda.
E é isso. Legal para ver tudo isso acontecer. Agora o que que a gente vai fazer, que todo mundo que está assistindo essa grad panel aqui, você pode escrever todas as suas dúvidas, perguntas que tiver aqui ao meu lado direito. Acho que é aqui, né? Então basicamente você consegue escrever no chat lá e o pessoal do Founder Institute vão captar essas informações. Eles vão me dar todas as perguntas que a gente pode possivelmente responder nessa hora. E a gente já sabe que vamos precisar de fazer mais edições disso com tanta gente que já está participando, ok? Então a gente vai começar e basicamente fazer algumas perguntas para os founders. E vamos começar primeiramente. Eu quero então para essa primeira pergunta, eu quero saber qual seria o melhor fundador para perguntar. Então, pode vocês participou em mais do que um programa de aceleração até hoje? Todos vocês apenas fizeram o Founder Institute?
Sim, sim, eu tentei concorrer a outro programa, mas não consegui.
Ah, ok. Então, basicamente Pessoa, o Maurício aqui está perguntando: qual a diferença do FI em relação a outros programas de lançamento ou aceleração de startups? Tem algum de vocês que gostaria de responder isso, que tem alguma pesquisa que fez antes ou tal? Eu posso.
Então, eu acho que o Founders se diferencia muito das outras aceleradoras porque tu podes começar com uma ideia apenas, e enquanto para outras aceleradoras já tens que ter alguma tração, já tens que ter alguma coisa mais estruturada. E o Founders é ótimo para quem ainda não sabe, ainda está, tem uma ideia, mas não tem a coisa consolidada. Então permite estruturar desde o início a sua empresa. E também para quem já tem empresa, pode também melhorar aquilo que já tem, os erros que já tem na sua empresa, né?
Posso?
Pode ir lá, Mônica.
Mônica, dê a volta. O founder, além disso que o Miguel falou, você trabalha basicamente a validação da da ideia, do negócio dentro do mercado que vai se inserir o teu negócio e a sua própria validação como empreendedor. Então, acho que é um processo realmente de validação, diferente da aceleração, que você já vai ter uma empresa consolidada, com clientes, com tração, receita e você, a partir daí, vai acelerar o processo da tua própria empresa. Aqui a gente está criando De fato, esta parte.
Excelente. Alguém mais tem alguma opinião sobre isso ou vamos lá para a próxima pergunta? A próxima pergunta é: Quanto fatura a empresa de cada um de vocês e quanto tempo de existência a tua empresa tem? Então, eu gostaria de passar essa pergunta para o Leandro e para o Marco, que tem as empresas um pouco mais maduras nesse grupo aqui, né? Então, Marco, você pode começar se quiser. Se tiver informações que vocês não querem revelar, é a sua opção.
Eu vou responder sem abrir muito número, mas vamos dizer que depois do founder, o meu faturamento ele quase triplicou a ponto de eu ter hoje a capacidade de ter um escritório, qual que eu tô aqui agora, dois funcionários recebendo um salário bem acima da média hoje, de profissionais do nível deles de desenvolvimento. Nosso foco aqui na empresa é desenvolvimento, venda de soluções, então eu acredito que eu tenho que ter profissionais de alto gabarito, não vários pequenos. Então, para ter isso, eu tenho que ter um faturamento condizente com essa capacidade, ter um escritório, ter um posicionamento de mercado que corresponda a essa expectativa.
Marco, acho que você também falou no início, quando você apresentou a empresa, algumas das métricas. Então talvez isso ajuda. Então se o pessoal quer não falar exatamente de faturamento, mas tem alguma métrica que você gostaria de mostrar?
Hoje, como a gente é um meio de pagamento, a gente é uma bilhetagem de ônibus, não deixa de ser um dinheiro passando. Então hoje a gente já passou pela nossa plataforma algo em torno de R$160 milhões. Desses R$160 milhões, nesses 3 anos, 2 anos que a gente está aí depois do founder, deu mais ou menos R$75 milhões desse faturamento, desse giro da plataforma, veio após o founder, devido ao crescimento que a empresa teve. E claro, vem um pouco aí, teve uma questão ali sobre investimentos. Hoje eu tenho 2 investidores anjos que estão na empresa, um deles foi até mentor do founder, que trouxe outra, estou sendo já assediado por alguns outros fundos. Então crescemos nesse ponto, é interessante.
Interessante, obrigado. E ô Leandro, você quer responder essa pergunta também?
Olha, Nima, eu por um contrato de confidencialidade que eu tenho, eu não posso revelar números, eu não posso dar dica, revelar números, nada. Então infelizmente eu não consigo ajudar nisso.
Então você pode falar quanto tempo você abriu a empresa?
Sim, sim. O que eu posso dizer é que eu estou com a empresa aberta há 2 anos. O faturamento que eu tenho tido mais a injeção de capital que já aconteceu na empresa permitiu que a gente ficasse em pé esses 2 anos e a gente está tranquilo pelos próximos 2 anos.
Posso falar. Tem alguém mais aí que quer comentar sobre essa pergunta? Então vamos lá para a próxima pergunta aí. Deixa eu ver aqui. A Débora quer saber: por quanto tempo demorou a ideia, a implementação da OIN Coin? Mônica, você pode responder isso, por favor, para a Débora?
Claro. Assim, ela demorou exatamente o processo todo do Founder Programa, que eu entrei só com a ideia, não tinha equipe, não tinha nada, era uma ideia de aplicativo e se transformou realmente numa startup durante o programa. Hoje, 2, menos de 3 meses após que eu a graduação do Founder que eu vou lançar o MVP. Então a implementação, colocar na rua, está acontecendo agora, mas constituir como uma startup validada foi exatamente o tempo de programa do Founder.
Então, e o Eduardo pergunta de novo, ele pergunta: quanto de aporte de dinheiro vocês receberam na empresa de vocês? Então vou perguntar para alguém, porque não todo mundo que recebe aporte, né? Mas qual de vocês que recebeu o aporte? Se vocês querem comentar sobre isso. Júnior, você quer falar alguma coisa?
Nós trabalhamos com dinheiro próprio até o momento, né, mano? Não pegamos aporte de ninguém. Então entre os sócios a gente optou de colocar para crescer, escalar um pouco o negócio antes de buscar. Eu posso colocar que a gente teve aí duas primeiras sondagens com fundos já após o founder Zoom oferecendo investimento na casa de 50 mil e outro na casa de 45, mas pelo percentual pedido em volta a gente acabou segurando, né? A gente quer trabalhar esse ano para final do ano buscar um investimento maior, que a gente tem recurso suficiente para trabalhar ainda até setembro, outubro de forma tranquila.
Quem mais aí quer? Mônica?
Posso falar? Eu vou receber, nós, o ENCOIN, vamos receber o primeiro aporte de investimento de Júpiter, que tem um fundo para os founders graduados. Então, o fato de ter se graduado nos deu o direito de buscar esse investimento e nós estamos aceitando. Vamos trabalhar lá em Júpiter, ficar hospedados lá. Tem algumas sondagens também de próprios graduados querendo investir no ENCON, são dois, e a gente na sequência vai buscar outros investimentos, já que acho que no momento esse é o suficiente para nós.
Tive duas rodadas de investimento anjo, valores, vamos dizer assim, simbólicos para entrada dos dois sócios, porque eu tinha muito interesse no QI, na rede de contatos de um dos investidores. Então ele entrou como investidor anjo, ex-bancário de Nova York, isso nos ajudou bastante para fazer alguns contatos e dar a credibilidade que a empresa precisava. Às vezes não é só uma questão do dinheiro que vai entrar, e sim de quem vai entrar. Então se você se der bem com o teu investidor, seja ele anjo ou investidor grande, o percentual às vezes, claro, como disse o Júnior ali, faz diferença na hora de você aceitar ou não, mas às vezes você tem que ver se o investidor que vai entrar não só pelo dinheiro, mas pelo QI que ele pode entregar, pelo valor que ele pode entregar na empresa. Tem vários tipos de investimento.
Ô Nima, posso até colocar um outro ponto? A gente passou na fintech uma rodada anterior. E a experiência que a gente teve foi que exatamente isso que o Marco tá colocando, se não tiver sinergia do investidor com o negócio, muitas vezes o dinheiro não vale a pena, né? Porque vai travar e vem as nossas regras e outras situações. Então o que a gente tá olhando hoje como Brew Hunters é buscando investidores, buscando parceiros que tenham sinergia com o nosso negócio.
Eu posso falar também? A gente também teve algumas oportunidades de entrar em parceiros em troca de equity, mas a gente não achou muito interessante e acabamos recusando e tentar levar a empresa por nós próprios.
Então aqui tem uma pergunta da Denise, ela fala que é: tenho uma startup de base tecnológica e estou procurando um tech, um co-founder técnico. Então eu quero que vocês respondam isso e vamos comentar sobre esse tipo de situação. Então, se você for um fundador de uma startup e você não é técnico, mas você está querendo abrir uma empresa de tecnologia, o que você faz?
Leandro, é contigo, cara. Ele tem uma situação dessa.
Eu também.
Eu vou te dar um exemplo. Do meu caso e algumas outras ideias que eu vi acontecerem também. Quando eu entrei no Founders, a minha necessidade era outra. Eu era um cara meio técnico, só que eu queria alguém com perfil de marketing. Eu sentia que eu tava precisando de alguém com perfil de marketing. O que eu fiz foi, quando você inicia o programa no Founders Institute, você vai conhecer uma quantidade grande de pessoas lá que também estão buscando desenvolver suas ideias. Nem todos vão sobreviver dentro do programa. Isso não significa que eles não são bons profissionais. Significa que talvez a ideia deles não estivesse no momento certo, pode significar N coisas. Eu coloquei como meta pra mim, já que eu entrei lá, conectar-me com pessoas que me interessavam como sócio, desenvolver relacionamento e a partir daí conseguir uma sociedade. E deu certo. A minha, eu trouxe uma sócia da parte de marketing que ela, a ideia dela não vingou dentro do programa, Mas ela é uma ótima profissional, tem muita experiência e ela gostou da minha ideia e a gente continuou a caminhar juntos. Então essa é uma das maneiras de você usar o Founders, é conhecer pessoas que são complementares a você, que você precisa no seu negócio e que— e ter uma mente aberta. De repente você complementar o negócio de alguém e a sua ideia não vai pra frente, você pode se juntar a essa outra pessoa. Então assim, é um bom lugar para conhecer pessoas de alta qualidade, porque quanto mais o tempo passa lá dentro, maior, mais afunila. Aparte disso, alguns dos mentores que você vai conhecer dentro do programa, eles têm muitas conexões no mercado, por exemplo, de desenvolvedores. Eles podem te apresentar para pessoas, eles podem te ajudar a encontrar outras conexões que vão te ajudar a achar a pessoa que você está procurando. Então, o que eu diria para você procurando isso é: vai conhecer gente, vai fazer amizade com gente boa, vai trabalhar com gente boa, que é lá que você vai conhecer um fundador de qualidade. E o founders vai te ajudar a ter uma assessoria jurídica que te ajuda a ter uma parceria com uma pessoa que você não conhece ainda, mas que você gosta, que é uma coisa bastante importante.
Posso completar, Nima?
Pode, Júnior, vai em frente.
Completando o gancho do Leandro, durante o Founders eu já fui com um CTO, então eu já era negócios, eu já tinha um CTO, um arquiteto com experiência, mas demandávamos desenvolvedores e CMO e operação. Durante o percurso do Founders nós identificamos através de pessoas que passam a frequentar, acompanhar e adentro desse sistema a gente conseguiu aí trazer esses outros 3 Founders e sair do Founders como equipe completa, não só com o CTO, mas com o pessoal para operação e de marketing aí que deu toda a diferença do negócio.
Posso?
Pode ir lá, Imani.
Pra mim, um dos maiores desafios durante o programa foi justamente montar equipe, porque eu entrei sozinha mesmo, eu não tenho base tecnológica, até cheguei a programar em front-end, mas isso não me dá uma base tecnológica pra desenvolver um cliente. Meu background é design, como eu falei, e assim, mas o que eu optei por fazer, e até por orientação também, do founder, dos mentores e de mentores de fora do founder, tudo, é em busca dos melhores, né? E não os melhores amigos, os melhores profissionais, aqueles que você pode confiar e que você vai entregar a tua startup na mão, porque hoje não existe receita na minha empresa para pagar uma equipe, então todos que estão trabalhando hoje trabalham como sócios da empresa mesmo ou por investment, né? E o que eu busquei primeiro foram o board, digamos assim, da empresa, um CFO de extrema qualidade, um CTO de extrema qualidade, e eles mesmos começaram a me ajudar a criar a base de operação da empresa. Aqui a gente está buscando pessoas que sejam apaixonadas por esse negócio. Que queiram estar com a gente na alegria e na tristeza durante a criação dessa empresa. Então assim, o maior dos desafios que tem, e a gente já teve uma baixa, não foi briga nem nada, mas houve uma baixa, a gente já incluiu outras duas pessoas na equipe, mas a gente acredita que possa acontecer novamente e a gente está preparado, mas a gente tem conseguido cada vez mais selecionar e trazer pessoas pessoas muito apaixonadas, engajadas com o nosso negócio. Então assim, o maior desafio é montar equipe, vão buscar os melhores, não queiram menos do que isso para vocês.
Isso daí, essa daí, bom saber. E aí, tem alguns mais comentários ou vamos lá para a próxima pergunta então? Então eu vou dar, tem várias pessoas fazendo essa pergunta ou provocação, né? Tem o Danilo aqui, ele fala não sou da área de tecnologia, teria chance de sucesso necessária como startup? O que seria o básico de conhecimento tecnológico para iniciar? Então, Danilo, para você e para todo mundo mais que está aí, que são pessoas que têm habilidades bons de negócios, que sabem vender, sabem fazer o que acontecer para ter Processo, pessoas que têm a habilidade de aprender rápido, mas não são da área de tecnologia. Então, primeira regra: se você quer mexer com tecnologia, você tem que conhecer a tecnologia com qual você está mexendo. Então você precisa no time, na cabeça da empresa, no time da fundação da empresa, na sociedade, pessoas que entendem o assunto na qual você quer montar uma empresa. Então isso é basicamente uma regra básica sobre isso, mas nada impede que alguém que não sabe da tecnologia aprender lá. Então aprendizagem não apenas acontece na faculdade, mas acontece com mão na massa. Quantos de nós hoje em dia ou em algum momento tivemos que fazer alguma coisa que não foi o que foi nosso forte? Mas como fundadores das startups fizemos isso acontecer, né? Então só para deixar umas últimas palavras sobre esse assunto de não ter sócio técnico, a resposta simples é: tenha sócio técnico. Então tem outra pessoa aqui que está perguntando... Tem um comentário aí?
Complementar aí. No meu caso, eu também não sou da área TI, civil, e eu entendia da área de energia solar, mas não entendia da parte de programação.
Perguntar mais uma pergunta que está aqui. Tem um programa que tem uma pergunta aqui. A Nata pergunta: tenho um app praticamente pronto, faltam alguns ajustes, sou técnico e procuro investidores para lançar meu app. Como faço para chegar a um investidor? Então, Mônica e o Marco, vocês chegaram aos investidores e também o Leandro, né? Então vocês podem responder o Nathan aqui, por favor. Mônica, você quer começar?
Pode ser. Ok. Nathan, eu acho que a primeira coisa é você tem um app e eu não sei do que se trata, mas ele não necessariamente é uma startup. Então, acho que a primeira coisa que você precisa fazer é validar isso, né? Por exemplo, no programa do Founder você entraria para isso, você já tem coisas prontas, mas pode ser que nas validações você tenha que voltar atrás em algumas features, em algum tipo de desenvolvimento ou até em alguma coisa de conceituação mesmo do teu negócio. Porque para você chegar no investidor você tem que ter uma ideia validada. Pelo mercado, pelo teu cliente, pelo... por todos os usuários envolvidos na tua aplicação. Como tu disse, eu não sei do que se trata, mas acho que a primeira coisa é valida isso aí pra ver se é uma startup, pra você poder chegar no investidor. Porque desenvolver um aplicativo por desenvolver, você contrata uma agência e paga, sei lá, R$100 mil e você tem um aplicativo. É diferente de ter uma startup.
Marco, você quer responder também?
No meu caso, foi como eu falei, eu fui fazer o founder porque eu tinha um produto, eu tinha já tração, já tinha cliente, só que eu estava preso em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, eu não conseguia sair para o resto do país. Então eu fiz o founder para organizar essas ideias, como eu comentei. E lá no último momento do Founder, quando você já está bem validado, como a Mônica falou, você já passou por várias etapas, você passa no último, última aula, vamos chamar assim, ela tem sobre investidores, o que eles procuram, como é que eles vão lá, e eu fiz meu pitch, obviamente eu vendi a minha ideia naquele momento, e um dos investidores que estavam lá, que eram 3 pessoas no meu caso, que eram mentores, gostaram da ideia, um deles se aproximou depois, me chamou para apresentar para a equipe dele, fizeram várias perguntas, como a Mônica falou, validaram a ideia, validaram o budget que a gente tinha, o que a gente pretendia fazer se recebesse dinheiro, eles se abatiam de toda forma possível antes de colocar realmente algum tipo de investimento. Eu hoje estou, fui com, até o Júnior também aconteceu, um fundo veio falar com a gente, com umas propostas tipo fintech, números milionários, não casou, não está funcionando, Tem outros investidores aqui da região, mas é rede de contatos. O founder mostrou para mim que eu tenho que estar no lugar certo falando com a pessoa certa e conhecer quem é o teu investidor. Às vezes tu vai falar com investidor e você quer dele o que ir. Então eu vou chegar para ele vendendo a minha ideia, mas como se a ideia fosse dele. Ah, eu tô procurando aquele cara porque ele tem a capital, ele vai botar uma grana. Então eu quero que aquele cara venha, põe a grana, mas não me enche a paciência. Então Você tem que saber quem é o teu interlocutor, o que ele está procurando para investir dinheiro. Porque às vezes o cara tem dinheiro, cara, essas pessoas que têm dinheiro, eles ouvem milhares de ideias todo santo dia. Por que a tua é melhor do que a outra? É como você vai vender a tua ideia para ele. Então eu aprendi a chegar nesse ponto. Você tem que aprender a vender a tua ideia. E como a Marina falou, você tem que validar.
Posso completar um pouquinho? Rapidinho, Nymar.
Junior, eu tenho outra pergunta para você bem depois, tá?
Natan, quando eu entrei, eu tinha uma primeira versão do meu aplicativo, cara. Do, agora que eu fui para o Founders, eu fiz o Founders para validar. A hora que chegou no final do Founders, eu joguei o que eu tinha e comecei do zero um projeto tecnológico novo, porque o que eu validei era totalmente diferente do que, do que eu tinha desenvolvido lá atrás, baseado só nas minhas ideias. Então a própria evolução do Founders fez com que eu desistisse do que eu já tinha desenvolvido e começasse um projeto do zero. Quando a gente foi abordado pelos fundos, não foi mostrando o aplicativo, foi pelo pitch, foi pela ideia que a gente aprendeu dentro do Founders e foi por aquilo que a gente aprendeu, validou e desenvolveu como conceito de os investidores, cara.
Então, Leandro, você tem algum comentário sobre essa mesma pergunta?
O que eu teria para comentar, assim, já foi bem explicado pelas outras pessoas que falaram, mas eu acho que o que eu posso adicionar é o seguinte: a maneira de você aprender como chegar no investidor, como conversar com ele, é fazendo. Não vai ter um livro que vai te ensinar a falar: "Entendi, é isso que eu tenho que mostrar e o cara vai gostar." Não existe isso. E aí está uma das grandes forças do Founders. Você vai ter toda semana um grupo de pessoas lá que tá acostumado a ouvir pitch para investimento. Eles vão ouvir aquilo que você tem para dizer, o seu, vão ouvir a sua ideia como se eles fossem investidores. E eles, porrada, por causa das besteiras que você fala, porque todo mundo vai falar, a gente fala mesmo, que você vai aprender. Só que você tá aprendendo num momento que aquilo não tá, não é aquela coisa que, pô, se eu falar para o cara, o cara me rejeitar, eu perdi a oportunidade. Não, eles estão lá para te ajudar. Então isso é uma das grandes forças do programa, para te ajudar a ter a experiência de abordar investidores, entender como isso funciona e passar por essa experiência, sempre evoluindo, para que quando você sai do outro lado você esteja maduro o suficiente e confiante o suficiente para falar para valer com os investidores. Então, por esse lado assim, é um aprendizado bem útil esse programa.
Um último comentário, bem claro o que o Leandro falou. Gente, o não você já tem. Você vai ter que aprender, vai dar com a cara na parede. O não você já tem, isso você aprende. Todo evento você vai levar não, o próximo vai dizer um sim, uma hora vai chegar teu momento.
Ótimo, obrigado pelas perguntas. A próxima pergunta que vem de— opa, perdi o nome da pessoa, desculpa. Mas a tua pergunta foi: qual de vocês tiveram empreendimentos antes? Então, qual de vocês fundaram alguma coisa antes disso? Então, queria que o Júnior começa com essa pergunta. Responder essa pergunta, daí se alguém mais tiver—
Legal, eu já tive experiências antes, né, já tinha tido fracassos antes do Founders, e quando eu comecei o Founders eu estava vivendo um momento de transição. Eu tinha uma empresa tecnológica, eu tinha acabado de fazer o spin-off do meu principal produto, e tinha uma empresa com alguns produtos e que precisava ser transformada. Trabalhava no modelo que a maior parte das softwares trabalha, cobrando planos de assinatura, cobrando por serviços, aquela correria todo dia de atrás de novos clientes. O que a gente aprendeu ali fez com que eu realmente pivotasse o meu negócio, transformasse ele. Eu falo para vocês que eu saí de uma empresa que faturava R$80 mil por mês E em 8 meses a gente tá faturando R$250 mil por mês hoje, baseado nessa pivotagem que foi realizada após o aprendizado do Founders, né? O que eu traria de diferença de começar uma empresa antes e depois do Founders é a metodologia de você saber o que precisa ser feito, cara. Isso assim foi o meu maior aprendizado ali, você pegar uma ideia conceitual e traçar pedaço por pedaço dela até você tá confortável e sentir que ela tá madura o suficiente para ir para mercado e colocar isso para mercado. Então hoje a gente não aplica não só isso somente no Blue Hunters, mas como na área de tráfego, como na base de desenvolvimento de novos produtos. Então o que você aprende ali vai ser para você ser o teu empreendedor do teu próprio negócio, ou mesmo intraempreendedor, você trabalha, desenvolver produtos e quer desenvolver outras coisas. Isso funciona de forma espetacular, cara.
É ótimo, muito obrigado por isso. Alguém mais tem um comentário aí? Marco, você levantou a mão.
Enquanto o Júnior estava comentando, eu estava anotando aqui quantas empresas eu já, seja como sócio, sozinho, já passei por 5 empresas, sendo que as últimas duas eu olho para a lista que eu tive banco de revistas, tive café expresso, eu tive uma empresa que fazia website, eu tinha um sistema de chamados, essa técnica de celular e por aí vai. Eu tava vendo que as últimas 3, sistema de assistência e sistema de site, problema foi foco, foi saber o que fazer. Como o Júnior falou, ter que pivotar. A gente montou uma regra, vamos trabalhar com empresa de ônibus, aí apareceu milhares de situações de empresa de ônibus e de novo a gente não saía daqui. Conseguimos encontrar o foco, conseguimos encontrar um lugar. Como o Júnior falou, o faturamento, como eu falei, já triplicou desde que a gente começou. Em 2 anos eu fiz mais negócio do que eu fiz em 5 anos antes disso. Então, eu já tive empreendimentos, então eu já fali bastante. Isso é bem normal.
Alguém mais tem um comentário sobre essa pergunta? Vamos seguir em frente.
Eu tive, só falar rapidinho, eu tive um e-commerce de cachecóis. Mas como ele não, acabava que eu não podia priorizá-lo na minha vida, Eu continuei trabalhando normalmente, mas foi meu empreendimento.
Ah, legal, sem problema. Então temos uma pergunta muito bacana aqui. Tem, primeiramente o Marcelo pergunta: sou do Rio de Janeiro e o Founder Institute não está por aqui, como eu faço? Eu vou responder Espera aí, aguarde que o Foundry Institute vai estar no Rio de Janeiro este ano. A gente está junto com a Startse em uma parceria nacional nos ajudando a expandirmos em todo o país. Então portal startse.com.br, grande parceiro nosso ajudando. E também no Rio de Janeiro especificamente a gente fez uma parceria com Startup Pro, que é uma nova aceleradora que vai abrir no Rio de Janeiro, e a gente vai fazer o Foundry Institute pelo apoio deles também no Rio de Janeiro este ano. Então você pode aguardar, Marcelo, e vamos chegar para você também. E a Maria Clara Husta, a Maria Clara pergunta: Boa noite, tenho 17 anos e tenho uma ideia de startup. Primeiramente, parabéns, Maria, para ter uma ideia de startup com apenas 17 anos. Fiquei muito interessada em participar do F5 pois gostaria de colocar minha ideia em prática, porém não tenho base nenhuma. Por acaso teria alguma formação do FI em Curitiba ou em algum lugar próximo? Então, Maria Clara, você tá com sorte que aqui em Curitiba, onde eu estou e a Mônica está também agora nesse momento, o Foundry está na 4ª turma do programa dela. Então a gente vai estar lançando turma, e estão abertas as inscrições. E você acha que faria a founder mais nova do país se você entra nesse programa que a gente teve até hoje? Tem alguém que queria agregar alguma coisa para Maria Clara aí? Talvez a Mônica, nossa fundadora feminina.
Nossa, surpreendente, com 17 anos já. Uma ideia e querer empreender, eu acho incrível. Vai em frente, vai procurar o Founder porque você tá ainda muito pura, né, profissionalmente, né, ainda início de carreira. Então acho que você já sai com muitos paradigmas que eu, por exemplo, entrei com vários paradigmas que eu quebrar, e você entra mais limpinha, mais pura nisso, nesse negócio. E acho que o processo todo se torna um pouco mais fácil. Vai, todas as mulheres têm que ir, incentiva outras mulheres aí, vai lá, vai lá e faz, que vai ser um sucesso, tenho certeza.
Que ótimo! Alguém mais tem alguma dica para um fundador novo, sem nenhuma experiência, querendo lançar sua startup?
Não, eu posso falar. Eu também não tenho experiência nenhuma em startups e conheci um no mundo das startups que eu gosto muito e agora participo inclusive do ecossistema aqui de Belo Horizonte, que é o Startup Valley. Todo mundo que tem uma ideia de tecnologia e queira empreender, acho que esse é o programa indicado para quem tá começando, precisamente.
Tá ótimo. Alguém mais? Tem comentário? Então vamos lá para a próxima pergunta, é de De Michael. De Michael pergunta: é possível participar do FAE mesmo trabalhando em empresa?
Sim, sim, sim, mais ou menos.
Basicamente, só para deixar claro para o Michael aqui e todo mundo mais que também está talvez com emprego atualmente e pensando em lançar uma nova ideia, uma nova startup, o programa do Founder Institute foi feito para vocês. Para pessoas que têm outro emprego hoje, mas tem um sonho de lançar empresa sua. Então, o Founder Institute atua com eventos que acontecem à noite, uma vez por semana, e você consegue basicamente tirar essa hora, mais umas 20, 25 horas só, toda semana, para basicamente desenvolver seu negócio. E se você fez isso certinho, e depois, se você graduou, você vai ter mais confiança de basicamente ir full-time na tua startup e conseguir os recursos que você precisa através da atração que você vai ter trabalhando full-time. Mas é muito comum começar uma startup como projeto part-time e ainda às vezes melhor assim sem ter arriscado a vida inteira numa ideia que de repente talvez não vai frente. Ideia, mas ele saiu da live. Tem alguém mais aí que quer? O Miguel, vai lá.
Então, eu acho que é perfeitamente possível começar o Founders trabalhando em outra empresa. Acho que não é possível acabar o Founders trabalhando em outra empresa.
That's it. Don't forget. tem uma outra pergunta. Antonio Augusto pergunta: Boa noite, então o programa abrange todas as fases do projeto desde do início até a realização do startup? Será que Quem quer responder nisso? Você quer ir lá, Júnior? Tá dando uma risada lá.
Então pode ir lá. Vai lá, Mônica.
Vai lá.
Eu? É, não, na verdade, quando você termina o founder, o teu trabalho vai começar, né? Então ali significa que você se validou como empreendedora. "Você validou uma ideia, validou um negócio no mercado, então ele é viável, provavelmente as pessoas, os investidores vão acreditar." Mas a partir do momento que você sai é quando você começa a suar mesmo, a trabalhar de verdade e sem, assim, não é totalmente sem porque o founder sempre está nos dando suporte em tudo, mas não tem mais aquela coisa semanal de estar te acompanhando, de te dar suporte toda semana, você apresenta, erra, na semana seguinte conserta, então você já está mais sozinho, de cara para o mercado e tendo que se virar com tudo que você aprendeu lá. Então é não, não, na hora que você começa de verdade.
Junior, vai lá, pode responder.
Vamos lá. Eu, assim, na minha experiência, foi legal que a gente passou todas as fases de construção da startup. Então a gente foi passando pedacinho por pedacinho da validação da ideia até o lançamento, marketing, posicionamento, branding, investidores, todos os pontos necessários, jurídico, todos os pontos necessários para você construir a sua startup. Você passou e você viu ali dentro. Mas como a Mônica colocou, a hora que você finaliza é o teu pontapé inicial para mostrar que, pô, valeu a pena, é aquilo mesmo, você validou, tá certo. Aí abraçar aquilo com peito e ir para cima e fazer acontecer. O que você aprendeu ali você vai executar todos os dias da tua vida, né? Posso falar pelos todos os founders, a gente ainda faz pitch 10 vezes por dia para que o conceito do negócio fique na nossa mente se não, o negócio não vai, não adianta.
E um último comentário: teve um graduado da nossa turma, até por coincidência ele também não era brasileiro, ele era espanhol, ele graduou no Founder com uma ideia e nem por isso a ideia dele deu certo. Ele pivotou totalmente da ideia dele, foi fazer outra coisa aplicando aí nos conceitos que ele aprendeu. Quer dizer, não é só porque você graduou com a tua ideia que ela é animal, que ela é top, você Você vai falir, pode dar errado, mas isso não quer dizer que você vai parar. Ele pivotou, ele tava agora no Mobile Event na Espanha, ele fez um aplicativo para celulares de câmera 3D, o Oliver. Cara, totalmente, o que ele validou era um negócio de aluguel de coisas e pivotou para um aplicativo de celular 3D, 360, desculpa. Então quer dizer, não é porque você validou uma ideia que ela tá certa. Você validou e ela funciona, se alguém vai comprar é outra coisa.
É isso.
Alguém mais tem comentários sobre esse específico assunto? Então vai lá, Leandro.
Desculpa, já fui entrar. O que eu teria para adicionar é o seguinte: é uma questão bastante comum, aparece bastante em pessoas em províncias como a gente, é a minha ideia, é válida, é proteger a minha ideia, para quem que eu falo, para quem que eu não falo. Ideia não vale nada, o que vale é execução. A sua ideia provavelmente está completamente errada desde o início, porque tem aquela velha máxima que ideia nenhuma sobrevive ao primeiro contato com o mercado, e é fato isso. Na hora que você tentar vender ela, você vai ver onde estão os seus erros, E você vai ter um processo de evolução que pode te levar num caminho completamente diferente. O importante é você entender e aprender como aplicar esse processo. E aí essa é a força do Founders. Não é fazer você desenvolver a sua ideia, é fazer você se desenvolver como— seja lá onde for que isso vai te levar. E se você tem o que é necessário para ser um empreendedor, você tem grandes chances de se formar e tocar o barco.
É isso. Ótimo, muito obrigado pelas dicas aí. Então, o Pedro, ele pergunta: existe bolsa para participar, Mônica?
Sim, eu fui bolsista do FAUDE, foi uma surpresa para mim, inclusive eu fiz o teste de DNA, passei, eu na ocasião até era voluntária do Founder no Marketing e até para surpresa de todas as pessoas que trabalhavam aqui em Curitiba na ocasião, eu fui escolhida pelo HQ lá no Vale do Silício para ser a Female Founder Fellowship do capítulo. Então sim, tem bolsa, agarra com todas as forças, são duas bolsas, uma empruma para um projeto de impacto social ou para uma pessoa de muito desenvolvimento tecnológico, não é? E são essas duas bolsas que o founder oferece. Quem ganhar vai fundo, a gente tem que ser os melhores.
Então, como que eu escrevi aqui no chat box aqui ao lado, é que primeiramente a Mônica falou da Teste a prova de DNA empreendedor que todo mundo tinha que escrever para entrar. Então fi.co/dna é basicamente como que você basicamente consegue aprender mais sobre essa prova de entrada. E o Founder Institute oferece todo ano um Female Founder Fellowship que tem parceria com Tech Ladies, e basicamente isso, actually, I never actually had in Girls in Tech, a empresa que tinha essa fellowship ao redor do mundo. Então todo semestre tem um Female Founder Fellowship, uma, a melhor candidata feminina quem vai ganhar essa fellowship. E a gente tem vários outros fellowships também, todas as vezes a gente oferece isso. Então basicamente um fellowship que eu vou poder anunciar aqui nesta call, porque de novo nesta call Está sendo possibilidade, a gente está sendo empoderado pela Startse, nosso parceiro, Portal Startse, um dos melhores e maiores bases de dados em empreendedorismo, base de conteúdo de empreendedorismo do país, e acredito que até hoje já virou maior rede de empreendedorismo do Brasil. Então Startse junto com Founder Institute, a gente vai anunciar uma bolsa especial cada ano, que vai para melhor candidato do Brasil inteiro, vai ganhar uma bolsa para fazer o Founder Institute na cidade sua. Então vão lá e se inscrevam na cidade, numa cidade próxima a vocês. Então eu vou aqui e fazer, tirar mais uma pergunta aqui. E Caroline, a Caroline pergunta Se eu, em vez de abrir a empresa no Brasil, eu quiser abrir no exterior, existe algum problema em relação ao Founder Institute? Sei que é um dado encontro, a empresa tem que estar aberta, mas e se não houver tempo suficiente para abrir a empresa em outro país? Então, primeiramente, eu vou basicamente ajudar a responder essa pergunta. E se vocês tiverem mais ideias, por favor, agregam. Então, primeira, Carolina, que você pode abrir tua empresa. A gente sugere que a empresa se abre no Brasil, né? Sempre faz sentido abrir tua empresa na casa, na cidade onde você está atuando, operando a tua empresa. Mas segundo, os nossos os parceiros jurídicos, você pode sempre tirar essa dúvida com parceiros jurídicos do semestre na tua cidade, que vão ajudar você em tirar essa dúvida. Mas falando nisso, o Foundry Institute tem parceria também com a startup que se chama Stripe. Stripe tem um programa que se chama Stripe Atlas, e com Stripe Atlas você consegue abrir uma empresa em Modelo Aware nos Estados Unidos ou alguma instância da empresa nos Estados Unidos também para facilitar às vezes no aporte dos investidores. Mas pela maior parte do que eu conheço, nossos graduados no Brasil estão conseguindo dentro do prazo abrir a empresa deles no Brasil. E às vezes se houver um atraso, a gente, a gente basicamente entende e compreende. Tem alguém que tem algum alguma ideia sobre isso, alguma experiência sobre esse processo da abertura da empresa no Brasil? Ninguém quer falar disso? Ninguém quer falar de burocracia aqui, né?
É, é isso.
Eu posso contribuir assim.
Ah, perdão.
Bom, já que eu tô falando, vou falar, gente. Depois eu deixo você entrar.
Vai lá, Eliane.
Vai lá, vai lá. Se o founder ver que você está indo numa direção boa, a sua ideia está caminhando, ele vê que você está tomando todos os passos necessários para fazer aquilo que é preciso dentro do programa, eles não vão passar a perna em você por causa de algum problema burocrático. Eles vão tentar dar um jeito. Então assim, no nosso caso, quando a gente estava na primeira turma aqui no Brasil, Imagina esses caras chegando nos Estados Unidos, onde tudo funciona bonitinho, tudo legal e tal. Eles chegam aqui com uma expectativa de quanto tempo vai levar para abrir no Brasil o negócio. Então, a coisa demorou muito, burocrática do que eles esperavam, porque tinha a realidade do nosso país. E eles deram um jeito, eles ajudaram a gente com os prazos e largar onde Dava para ver que não olha, porque realmente não tinha como. Então eu acho que burocracia não é um problema, não é nada, vai ninguém te impedir por causa dos outros.
Isso não é um problema. Alguém mais tem um comentário sobre abrir empresa? Então, pela regra É que é, vai lá, Júnior.
A gente tem a sessão que é referente a esse processo burocrático. E algo bem legal que a gente teve na nossa sessão de Ribeirão Preto foi um parceiro da área de contabilidade que veio dar todo apoio e abriu para que cada startup que tava dentro daquele ciclo, dentro daquela fase, fosse lá tirar suas dúvidas, tivesse apoio, e ele desse todo o start necessário para você abrir essa empresa durante o processo do Founders. Então assim, os outros parceiros que os próprios diretores vão criando ao longo do período vão te ajudar também a executar esse processo.
É verdade, né? Tem uma sessão dedicada a isso e a gente sempre tem um parceiro local dedicado a isso. Você não precisa basicamente contratar nosso parceiro local, mas eles tendem a dar bastante mentoria, bastante assessoria gratuitamente e com um valor bem acessível para os graduados do Founder Institute. Então, em cada cidade a gente tem uma parceria com a advocacia e uma parceira de contabilidade também. Estamos sempre na procura de novos parceiros, então se você tem alguma ideia de parceria pode escrever no chat, fica em contato com a gente depois. Então temos mais umas perguntas, temos muitas outras perguntas aqui, mas eu vou tentar fazer mais uma aqui porque a gente tem que basicamente deixar daqui em 5 ou 10 minutos, né? Então a pergunta é de novo sobre parceiro jurídico que a gente já tem. Pergunta aqui, então alguém perguntou, não sei quem é exatamente, não tenho nome, mas qual foi o maior desafio e qual será a dica para quem pensa em se inscrever no programa do Founder Institute? Quem gostaria de responder nisso? O Miguel pode ir lá, e a Mônica depois.
Vai, Kaique, vai ligar. Eu recomendo a todos para não faltarem em nenhuma sessão, como eu fiz, e depois são chumbados com special assignments até morrerem. Sempre que não cumpra as regras ou ou tem uma nota baixa na avaliação, recebem. E essas personal assignments são para ajudar a tua empresa, mas são exercícios bem, bem puxados e bem difíceis, com tempo muito curto. Então, os maiores desafios que eu acumulei Vai, Mônica, vai lá.
Eu acho que são alguns desafios. Eu acho que tem os desafios assim de quebra de paradigmas e de aprender a ouvir crítica pesada e levar porrada mesmo, por assim dizer. Cair sangrando e levantar na semana seguinte, entender que aquilo, tudo que você ouviu é para melhorar o teu negócio, para te melhorar como empreendedor. Tem, no caso, o desafio de quem está trabalhando em emprego, e eu por mais da metade do programa eu estava. Então tem o desafio de cumprir os assignments, então você tem que querer muito, você tem que estar com muita garra de querer fazer aquilo acontecer e não se deixar cair pelo cansaço, porque é cansativo mesmo, mas vale a pena. A dica que eu dou é: vai com a cabeça aberta para quebrar todos esses paradigmas. Se você trabalha em corporações, a gente tem muitos preconceitos até que são quebrados toda semana, Mas você tem que estar com a cabeça aberta para receber isso e aplicar na sua vida. Tenha paciência e resiliência para conduzir todo o processo. Acredite na sua ideia, mas não fique muito, extremamente apaixonado por ela ao ponto de você não conseguir mudá-la para fazê-la acontecer. E é isso, vai com a cabeça, com muita garra, querendo fazer acontecer. Tudo vai acontecer.
Ah, incrível. Marco, tinha comentário aí?
Não, não, o comentário que eu ia fazer, até aproveitar que tá na moda aqui no Brasil, a gente vê aquele MasterChef, né, que você entra, você vai lá, você faz a comidinha e se você não for bom, você é jogado para fora. Então a minha impressão quando eu entrei no Founder foi bem essa mesmo, eu tava dentro da minha área de conforto, Floripa, aquela coisa toda e tal. E ir para São Paulo e fazer essa viagem toda semana, tudo, eu me senti bem no, bem naquele final, desesperta, pé nas costas, vai, se você se der mal você vai ouvir crítica pesada, você vai ver crítica construtiva, vai ter mentor bom, vai ter mentor ruim, mas é bem interessante. Não pare por causa disso, não pare porque alguém te disse não. Continue, vá na frente, saia lutando. Aí se a ideia for boa, ela vai dar certo. Mas também, de novo, se a ideia for boa e ela não for pra frente, você não conseguir vender a tua ideia, não vender financeiramente, mas pessoas que comprem a tua ideia, seja ela "poxa, é legal", te pergunte mais, não é o momento, não é o momento de você vender ela, parte pra outra, não fica preso num momento da tua vida. Isso passa e você pode voltar depois naquela tua ideia e talvez seja o momento certo para você ver ela lá no futuro.
Aconteceu. Algumas últimas palavras do Júnior? Vai lá. Qual foi o maior desafio?
O maior desafio foi estar presente em todas as sessões, né? Eu tenho uma rotina de viagens muito rígida, então para mim foi algo que me gerenciar para que eu tivesse todas as quinta-feiras na sessão, tivesse o tempo livre para poder fazer e fazer com que eu tivesse que me abdicar de muita coisa pessoal, né? Tenho família, tenho filhos. Eu consegui conciliar tudo isso, para mim foi o meu grande desafio, mas que me fez principalmente mostrar que eu tinha capacidade para fazer muito mais do que eu vinha fazer, que foi Maior desafio, mas também maior aprendizado durante o Founders.
Leandro, algumas palavras aí?
Olha, eu acho que se eu tiver que resumir o que é o Founders em uma frase, eu diria que o Founders não quer ser "relax". Se você não aguenta o tranco, você tá fora. Não importa quão bom você acha que é, não importa vão aceitar a sua ideia. E isso é ótimo, porque é um teste de resiliência. Quando você sair e tiver uma startup rodando e tal, você vai ver que startup é um teste ainda maior, porque o que está em jogo é muito mais do que você sair ou não de um programa que você está participando.
Então, eu acho que é um desafio.
Para mim foi isso, para a Abacintinho isso, porque Você tem que continuar, por mais difícil que pareça, por mais que você tenta, é, você fala, pô, como que eu vou fazer isso aqui? Só que pensa que isso já aconteceu em centenas de cidades no mundo inteiro, com milhares de pessoas, e outras pessoas fizeram. Então, se outras pessoas fizeram, você consegue fazer também. Então não é desculpa falar, não, você tá pedindo um negócio muito difícil.
Não é.
A gente tá aqui para provar que não é. A gente consegue fazer. Só que isso vai cobrar um preço, e vai ser um preço alto. E tem que estar preparado para isso, porque essa é a realidade de uma startup. Se você não quer isso na sua vida, então você não quer uma startup na sua vida.
É isso.
Juntando o que o Leandro falou e o que o Júnior falou, distância e trabalho não é desculpa. Cara, eu morava em Floripa, eu dormia em aeroporto, eu viajei toda semana para São Paulo do meu bolso para fazer isso. Então distância não é desculpa, família não é desculpa, trabalho não é desculpa. Se você quer alguma coisa, você vai lutar por ela. Não importa, seja um namorado, uma namorada, um trabalho, se você quer, você vai atrás.
Isso é, vai haver momentos em que você vai achar que nada Só quem tem resiliência, tem coragem e acredita na sua ideia e luta por ela e tenta melhorar é que chega ao final. É um percentual pequeno que chegam ao final. Nós acabamos 6, acho que começámos, não sei se foram 30 e tal, portanto só quem luta chega ao final. Muitos caem pelo caminho.
Ótimo, muito obrigado. Então, Mônica, últimas palavras?
Bom, eu tenho só primeiro muito o que agradecer ao Founder, porque eu fui desafiada de uma certa forma, sem o Founder saber, eu fui desafiada a me criar como empreendedora. Gostaria, eu fui a única founder mulher graduada na minha turma, gostaria de ver mais mulheres porque nós somos muito mais capazes do que a gente ou do que nos fazem acreditar que nós somos. Mulheres, venham, isso é pra gente também. A gente pode abrir mão também de de estar ao lado às vezes da família, do namorado, do marido, até dos filhos, acreditem, para a realização de um sonho nosso que pode mudar não só a nossa própria vida, mas a vida de muitas pessoas. Eu tenho um sonho com a minha startup, além de já ver ela mudando a minha vida, é mudar a forma das pessoas realizarem seus próprios sonhos, né, com educação educação financeira. Então acho que é isso, eu tô aqui para dar um recado muito mais para as mulheres, porque também—
Amazing, valeu, Mônica. Então, para a gente, muito obrigado para todos vocês terem participado. A gente tem muitas perguntas que não conseguimos responder, então a gente vai com certeza fazer isso com mais frequência, né? Pareceu bem legal, tipo tive pouco, lógico. Então, no final das contas, depois de muita preparação, acho que o webinar já deu certo para a gente aqui. Então eu vou fechar a noite com uma última, respondendo uma última pergunta, porque isso foi nossa missão aqui, né? O Ricardo pergunta: como os founders enxergam o empreendedorismo? Então, no sentido de responder a tua pergunta e pergunta de muita gente lá que tem ideias bacanas que estão sendo julgadas todos os dias, vou responder para você uma coisa: o Founder Institute não é um grupo elite das pessoas que vão falar para você se a ideia de você é melhor ou se você é melhor ou não. Científico para você descobrir se você vai ser um bom fundador, se você e a tua ideia no mercado estão no momento certo para sejam lançados. E se você não conseguiu se graduar no semestre do Founder Institute, terá um convite para poder ir para o semestre sem precisar pagar uma taxa de novo. Então convido todos vocês em qualquer cidade que seja, se eu falo na tua cidade, se inscreve no evento próximo. Ainda o evento está aberto para alguns que está em Curitiba hoje, em Campinas daqui a pouco, em Florianópolis também. Vai, vai em frente, se inscreve para que a gente consiga fechar a turma mais rapidamente e poder preparar mais rapidamente ou melhor o semestre para vocês. Se você está em uma cidade que ainda não tem um semestre ativo, vai lá e se inscreve no site para a gente saber que tem mais interesse na tua cidade também e a gente vai ajudando. Então é só se inscrevendo pelo link que eu vou colocar aqui: ffi.co/brasil Você vai poder se inscrever no programa gratuitamente, sem pagar a taxa de entrada para fazer a parte de DNA Empreendedor, a prova. E por final, quero agradecer de novo nosso parceiro de distribuição nacional, o portal StartSe, cujo link que a gente já compartilhou. Também compartilhamos uma nova matéria, que é uma entrevista com um graduado do Founder Institute, com uma história bem bacana para vocês podem acessar. Então, boa noite.
Boa noite.
Boa noite para todos. Tchau, gente.
Boa noite, gente.
Boa noite, boa sorte.
Boa sorte para todos.
Boa noite e bom Foundry.










