Como consegui uma vaga em São Francisco (visto e mudança pagos)

Samuel Rizzon, a programmer since 2015, landed a fully sponsored job at Delphi in San Francisco after a Vercel-Resend hackathon connected him to the Pointers program. His side projects, including a Chrome extension with 125k users and Git City with 200k users, helped him stand out. The company covers his visa, relocation bonus, and salary, but he's adjusting to the pace and impostor syndrome.
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Foi uma coisa, um hackathon que eu fui que mudou minha vida por completo, só que eu já tava pronto pra isso. Fala aí, meus amigos, como é que vocês estão? Samuel Rizzon por aqui. Hoje eu quero trazer um vídeo completamente sem roteiro, eu quero contar pra vocês um pouco como que eu consegui a vaga de emprego lá em São Francisco e como que tá sendo, contar um pouco de como que tá sendo trabalhar em São Francisco, tá? Então eu quero contar pra vocês um pouco de como que eu consegui essa vaga, né, um pouco da minha trajetória profissional. E começando lá em 2015, cara, em 2015 eu comecei na área de programação, foi quando eu fiz um curso técnico de programação, e lá, um curso técnico de informática na verdade, e lá eu aprendi a programar. E lá, cara, eu lembro que foi quando eu descobri a programação e eu me apaixonei, cara, porque eu sempre gostei de saber como que funciona as coisas. Por trás, né, como que funcionava. Eu sempre gostei de coisa tecnológica. E aí, lá eu lembro perfeitamente, cara, de um professor no final do ano, antes de Natal e Ano Novo, ele deu uma tarefa pra gente que era pra gente fazer, pra gente simular um banco em Java. Em Java, tá bom? Java. Foi a única vez que eu programei em Java na minha vida. Foi no curso técnico e na faculdade. Mas aí, cara, o professor pediu pra gente fazer um tipo um banco, cara, um lugar onde você vê o seu dinheiro e você coloca dinheiro e tira dinheiro. Simples. E aí ele passou isso como tarefa pra sala inteira, cara. E eu lembro perfeitamente, cara, eu passei Natal e Ano Novo programando. O dia inteiro, cara. O dia inteiro, a noite inteira. E, cara, eu lembro de entregar pro professor um banco online com banco de dados, com senha criptografada e várias outras funcionalidades que um banco poderia ter. E foi minha primeira tarefa, cara. E eu lembro perfeitamente que depois disso, no curso técnico, o professor, quando ele ia passar os exercícios, cara, ele dividia o quadro no meio. Ele partia o quadro no meio, passava um exercício pra sala e passava um exercício pra mim. Por quê, cara? Porque quando eu voltava pra casa, eu ficava dia e noite programando, cara. E foi em 2015 que eu aprendi a programar, que eu fiz um aplicativo de quiz da Bíblia Eu fui no YouTube, eu, cara, eu tava gostando tanto que eu fui no YouTube e eu pesquisei como fazer um, como aprender programação. Aí eu vi, achei uma playlist, tem até hoje no YouTube, cara, essa playlist, uma playlist de um cara ensinando a fazer um jogo de quiz no Unity. E aí lá ele tinha uns assets do jogo, o Paçoca tá aqui, ó, participando do vídeo. Lá ele tinha os assets do jogo e tudo mais. E cara, eu segui essa playlist e aí eu coloquei ela, fiz ela do meu jeito. Então mudei algumas coisas, coloquei um quiz da Bíblia, fiz as coisas e postei, cara. Deu 22 mil downloads. Isso em 2015. Isso me ajudou a conseguir meu primeiro emprego na TOTUS em 2016. Foi minha primeira entrevista de emprego na minha vida, cara. Eu tinha 20 anos de idade e lá quando eu entrei na entrevista eu já cheguei falando que eu tinha feito um aplicativo que tinha dado 22 mil downloads. Isso com certeza me ajudou a entrar pra TOTUS. Na TOTUS eu fiquei 5 anos. Na TOTUS eu ajudei na criação do programa de assinatura eletrônica da TOTUS. Então lá foi, eu comecei com uma POC, a gente acabou virando um time dentro da TOTUS. Depois eu fui pra CIT, cara. Na CIT eu já tava um pouco mais experiente e lá eu consegui participar de um projeto da Ford, é onde a gente lançou, né, o site da F-150. E na CIT eu fiquei responsável toda pela parte do front-end. Então eu já tava mais como arquiteto front-end lá na CIT, cuidei muito da parte de toda a arquitetura do sistema, de planejar tudo no front-end com Angular, tá? Então na TOTS eu comecei no Angular, na CIT eu fui pro Angular. E aí eu fiquei 1 ano na C&T quando eu consegui minha vaga na gringa. A minha vaga na gringa, cara, eu consegui ela porque um amigo começou a trabalhar pra empresa e ele me indicou lá dentro. E lá eles usavam Angular e aí já era minha stack já de muitos anos. Fora isso, cara, fora a experiência profissional de carreira mesmo, que eu tenho pouca, tipo assim, não... Não, eu não passei por várias empresas, eu fiquei muito tempo na TOTUS, foram 5 anos na TOTUS, mais 1 ano na C&T, mais 3 anos nessa empresa da gringa até conseguir essa vaga em São Francisco. Só que o que que foi o diferencial pra mim conseguir em São Francisco foram os projetos que eu fiz fora da empresa, fora do dia a dia do trabalho. Então, em 2015 eu lancei esse aplicativo de Coisa da Bíblia. Em 2020, cara, eu fiz uma extensão pro Google Chrome que bateu 125 mil usuários. Era uma extensão pra mutar os usuários do Google Meet lá durante a pandemia. É, em 2022 eu criei um outro sistema, um SaaS de igrejas. Então nele eu escalei ele do zero, foi até R$7.000 de MRR quando eu saí dele no ano passado. E aí lá eu aprendi, cara, a vender, eu vendia, dava suporte, fazia de tudo, cara, tudo, tudo, tudo que você imaginar. Então isso me ajudou bastante. E aí ano passado, cara, em novembro mais ou menos, quando eu saí desse SaaS, eu comecei a fazer vários outros projetos, né? Tipo assim, vários outros projetos mesmo, cara. Eu lembro que cerca de 3 meses eu devo ter feito 6 ou 7 projetos completamente diferentes. SaaS, ideias que eu fui tendo. E aí eu criei uma conta no X, que isso foi muito importante, cara. Muito, muito, muito importante eu ter criado uma conta no X. Eu criei a conta em janeiro, porque o X começou a trabalhar um pouco a minha criatividade, ver muita gente da bolha dev lá também. E aí, cara, no X, em fevereiro, depois de ter criado 7 projetos, eu vi um post que deu início na Git City. E aí, a Git City, pra você que não sabe, cara, foi um projeto que eu criei em fevereiro. Em cerca de um mês a gente bateu mais de 200 mil usuários que acessaram o sistema. A gente chegou a 50 mil devs dentro da cidade, né? Uma cidade 3D onde cada desenvolvedor é um prédio. Tem vários vídeos aqui no canal sobre isso, no meu Instagram também. Se você quiser me acompanhar um pouco dessa jornada e tudo que tá acontecendo comigo aqui vivendo, né, indo pra mudar pros Estados Unidos, cara, me segue lá no Instagram, Samuel Rizzon Dev. É aqui no YouTube, Samuel Rizzon Dev no Instagram, no TikTok, em todas as redes sociais, no Twitter também, tá bom? No X. Mas aí, cara, eu fui no X, lá que eu tive a ideia, e aí o projeto estourou, cara. Só que o que que aconteceu? Em janeiro eu já tava morando aqui perto de São Paulo, e aí em janeiro eu fui num hackathon. É isso que praticamente mudou, cara, foi o efeito borboleta. Esse hackathon foi um hackathon que eu vi dentro da comunidade. Então você, se você quer entender, né, como que funciona as coisas, você tem que participar de eventos, cara, você tem que participar de comunidades. Então participa de comunidades no WhatsApp. Tem uma comunidade que é uma que eu, que tipo assim, é uma das maiores hoje de devs e de hackers que eu conheço, que é a do Daniel Lima, do Abacate Pay. Tem várias outras comunidades que você pode participar, porque é muito importante você tá por dentro do que tá acontecendo. Então o que aconteceu? Divulgaram esse hackathon em janeiro, que era um hackathon E a coisa que me chamou atenção lá era São Francisco. E quem que tava patrocinando, que era a Vercel, a Resend, acho que a Vercel não, a Resend e mais umas outras empresas. E aí, cara, eu falei, pô, vou me candidatar aqui pra esse hackathon e vamos ver o que que vai dar. Me candidatei e aí eu fui sem conhecer completamente ninguém no hackathon. Chegando lá eu montei um time, um dia antes do hackathon a gente montou um time e a gente ficou em terceiro lugar no hackathon. Só que esse hackathon foi feito pelo GAD. O Gadi é um cara que criou o programa do Pointers. E lá no Hackathon eu vi o vídeo do último Pointers. O que que é o Pointers? Pra ficar bem claro pra você. É um programa de uma Venture Capital e o objetivo deles é levar devs da América Latina lá pra São Francisco. É a ideia do programa, cara. Então, o Gadi é um uruguaio que a ideia dele foi: Pô, tem muitos talentos na América Latina que não estão aqui em São Francisco, talvez por oportunidade, eu não sei o quê. E aí o Gad criou um programa que ele leva esses devs pra lá e fica— esses devs, né, eles ficam uma semana em São Francisco em uma mansão. Todo dia tem um bate-papo com alguém muito foda da área e depois um jantar com várias outras empresas. Cara, o objetivo é que você saia de lá empregado. Se você não sair empregado, Você sai com a sua empresa ou com algum investimento, alguma coisinha. Mas a maioria dos casos é de pessoas que saem de lá empregadas e recebem uma job offer e mudam pra lá. Então, cara, quando eu vi esse programa eu falei, cara, que da hora! Imagina passar uma semana em São Francisco. E aí eu... Pô, isso ficou na minha cabeça. O Garde... O objetivo dele com o Hackathon era encontrar esses talentos. E eu falei, pô, eu vou me candidatar pra esse programa também. Só que aí que vem o ponto muito, muito, muito importante, cara, dessa oportunidade que eu tive. Eu já tava pronto, cara. Eu já tava pronto, no caso, no nível do inglês. Eu já tinha inglês, eu já conseguia falar inglês, já tava trabalhando há 3 anos pra uma empresa da gringa. E eu tinha o meu passaporte e o meu visto americano, que isso é a coisa mais importante. Uma coisa que eu fico muito triste, cara, é que tipo assim, eu converso com várias pessoas e Agora, né, que eu fui pro programa e eu tenho tentado ajudar o GAD a encontrar outros talentos, a encontrar outras pessoas, eu fico muito triste, cara, quando eu converso com alguém e a pessoa tem, tipo assim, todas as qualidades e a pessoa, tipo assim, já tá pronta pra participar do Pointers e ter a vida dela completamente transformada e talvez conseguir uma oportunidade lá em São Francisco. Só que quando eu pergunto, cara, você tem visto? Fala, não tenho. Nossa, cara, isso parte o coração. É, porque tipo assim, a pessoa tem tudo, cara. A oportunidade tá ali, sabe? Tá na cara da pessoa. Infelizmente ela não ter o visto, ela não ter o inglês ou a preparação ideal, ou tipo assim, a base pra ela conseguir participar de um programa que pode mudar a vida dela, sabe? Então foi assim, cara. Então eu fui no programa, eu fui no hackathon em janeiro, em março eu fiz a inscrição pro programa. Que eu, final de abril, eu fiquei sabendo que eu fui selecionado pro programa. Em maio, na primeira semana de maio, eu fui pro programa, eu fiquei uma semana lá. Tem vídeos e vlogs aqui no canal sobre isso, já tem 2 vlogs praticamente de 1 hora, que eu fiz um vlog inteiro da viagem inteira lá. Então você consegue ver aqui no canal. Lá, cara, e aí na quinta-feira eu fiz o primeiro papo com essa empresa que eu tô trabalhando hoje, chama Delphi. Na quinta-feira eu fiz o primeiro papo, na sexta-feira eu fiz a entrevista técnica. A entrevista técnica, eles deixaram usar IA, então eu usei o Claude na entrevista, não teve LeetCode, não teve nada disso, tá? A entrevista técnica foi uma entrevista onde eles, a ideia deles era ver a minha capacidade de conseguir resolver um problema que eles me deram. Então eu podia usar IA, então tive uma hora pra desenvolver alguma coisa com Claude. E aí, cara, eu com o Claudinho, acabou, esqueça. E aí fiz essa entrevista técnica, no sábado eu conversei com o CEO, o dono da empresa, E a product, a gerente de produto lá da empresa. E na segunda-feira eu recebi a job offer, cara. E é uma job offer que além de pagar o salário base, eles dão equity, eles pagam o meu visto, eles estão pagando e bancando o meu visto, né, que é uma das partes mais caras e mais burocráticas que tem. Então eles têm uma empresa que estão bancando toda a parte do visto, além de um signing bonus para bancar a minha mudança para os Estados Unidos, minha e da minha família. Eu, a minha esposa, os nossos dois cachorros e um bebezinho na barriga. Então, cara, é papo de mudança de vida, sabe? Foi uma coisa, um hackathon que eu fui que mudou minha vida por completo. Só que eu já tava pronto pra isso. Eu já tinha 10 anos de carreira, já tinha desenvolvido muitas coisas. Eu já tinha já essa cultura de São Francisco aqui enraizada no meu coração, sabe? De desenvolver, de codar, de trabalhar bastante, cara. Eu vou falar, tipo assim, não, lá não é fácil, lá, cara. Lá a régua é muito alta. É muito alta, só que não é impossível, entende? Essa que é a questão, que ficou claro para mim, não é impossível, sabe? Então foi dessa forma que eu consegui entrar lá. E cara, trabalhar lá tá sendo muito da hora porque são pessoas muito boas de serviço. E todas as vezes que eu— cara, a síndrome do impostor é muito foda, mas direto eu penso, cara, mano, eu não merecia estar aqui. Direto eu penso isso, cara, eu não merecia estar aqui. Não sei o que que eu tô fazendo aqui, às vezes eu não sei muito bem das coisas, mas cara, tá sendo uma experiência incrível porque são pessoas muito fodas lá, as coisas acontecem muito rápido. Então a gente, cara, a quantidade de coisa que a gente entrega em uma semana é absurda, cara. É tudo automatizado, tudo com IA, tudo, tudo, tudo, tudo tem IA. Então o meu Cloud, ele tem acesso ao meu Slack, ao meu Notion, ao meu Linear. Eu vou desenvolver uma tarefa, cara, Tipo assim, pego a IA mesmo, pego o contexto de tudo que tá acontecendo. Eu tenho acesso a várias IAs, então eu tenho acesso ao Claude, ao GPT, eu tenho acesso ao Groq, a gente tem acesso ao GroqBot também. Então, cara, eu tô conseguindo testar várias coisas e tem sido incrível, cara, tem sido incrível. É muito bom trabalhar com pessoas muito boas e tem sido um desafio muito grande pra mim também, principalmente por causa do inglês, porque tem 3 anos que eu trabalho, eu já falo inglês, só que eu tenho sentido uma necessidade de estudar mais e de conseguir conversar melhor em inglês, e principalmente conversar no Slack com pessoas como um nativo, sabe? Eu tô até fazendo um programinha que tá me ajudando nisso, fazendo um sisteminha que tá me ajudando isso, a treinar essas questões de falar mais como nativo, de falar mais com uma pessoa normal, tipo assim, porque o inglês que a gente aprende, né, em escolas, outras coisas assim, acaba sendo um inglês muito formal. Não é muito formal, mas a maioria é formal. E lá, cara, o papo é muito informal. Tipo assim, no Slack todo mundo escreve com letra minúscula, digitando errado, e tipo assim, tá tudo bem, tá ligado? Não é aquela coisa formal com tudo com letra maiúscula, pontuação e não sei o quê, não sei o quê, não. É totalmente diferente. Então eu tô me treinando pra melhorar nessa parte, tanto de ter um inglês mais informal quanto numa parte de conseguir discutir mais e entender mais o que eles estão falando. E uma coisa que eu percebi, cara, é que o inglês que eu conversava, né, que eu ouvia da empresa lá de Nova York que eu trabalhava, é tipo assim, é muito diferente do inglês que eu tô vendo e ouvindo na empresa hoje de São Francisco. Tem muitas palavras diferentes, sotaques são diferentes, são pessoas de todo mundo, né. Então tem sido Tem sido muito legal, cara. Tem sido muito legal. E é o que eu falei, cara. Meu objetivo agora é tipo assim: esse programa mudou minha vida, o Pointes, e eu quero muito levar outros brasileiros pra lá, pra viver isso que tá acontecendo lá. Cara, eu espero que eu consiga levar outros brasileiros pra lá, outras pessoas pra lá, pra viver isso, vivenciar essa uma semana lá em São Francisco e também conseguir uma uma vaga, cara. Porque lá Lá é um lugar muito bom, sabe? Principalmente pra quem já tá na nossa área de programação. Lá é um lugar excelente, cara. Vai te fazer crescer muito, vai te esticar muito e vai te dar muito networking, cara. Muito, muito, muito networking. Isso é uma coisa impressionante que tem lá, cara. O ecossistema lá funciona muito bem. Então, acho que é isso, meus amigos. Falei bastante, tá? Mas é um vídeo contando um pouco da minha experiência, contando como que eu consegui essa vaga lá. Espero que vocês tenham gostado. Se tiverem mais alguma dúvida ou quiserem fazer alguma pergunta ou quiserem que eu conte mais alguma coisa em outro vídeo, pode mandar aqui nos comentários. Comenta aqui, cara, pra eu saber que vocês estão gostando também. Tá sendo bem difícil gerenciar essa mudança porque a gente tá de mudança, cara. A gente tá esvaziando nossa casa, eu tô vivendo tipo assim uma vida de um nômade digital. A gente tá no Airbnb aqui agora, a gente alugou Airbnb aqui na praia. Então, eu não tô com meu setup, eu não tô com minhas coisas pra fazer gravação no computador nem nada. Então eu tô com meu celular, o meu microfone aqui da Hollyland, e tá sendo bem difícil gerenciar as coisas de gravar, de fazer setup, de editar vídeo e tudo mais. E o trabalho também é muito mais pesado no dia a dia, então eu tenho ficado no final do dia com a cabeça muito cheia por pensar muito, por— é um, cara, tipo assim, é um trabalho. Muito mais pesado do que eu tinha antes, pra ser bem sincero. Mas tem sido muito bom, cara. Eu tenho aprendido muito e tem sido uma experiência incrível. Espero que vocês também consigam viver isso um dia. Fechou? Muito obrigado e até a próxima. Valeu!










