
Agricultural spraying fundamentals: how to choose the right nozzles, droplet sizes, pressures, and timing to apply pesticides effectively and reduce product loss.
Bom pessoal, a Pentair Hyper em parceria com a John Deere está divulgando alguns vídeos que irão auxiliar vocês com alguns conhecimentos, algumas práticas sobre a seleção de pontas corretas para tecnologia de aplicação, para pulverização. Esses vídeos irão auxiliá-los na seleção de pontas, escolha correta da ponta, alguns aspectos da importância de seleção de pontas, seleção correta de tamanho de gotas, a importância da troca dos bicos, Estaremos à disposição de vocês caso surjam eventuais dúvidas e espero que aproveitem cada um desses vídeos. Bom pessoal, então para iniciarmos a nossa conversa sobre a introdução de tecnologia de aplicação, é importante entendermos o porquê da tecnologia de aplicação. Quando nós estamos em uma safra, nós tomamos todos os cuidados com a máquina de plantio, a máquina de revolvimento do solo, a máquina que vai destorroar, todas essas máquinas que são utilizadas ao longo do plantio. A da colheita também, ao final da safra. Então nós devemos ter esses mesmos cuidados com o pulverizador. Ou seja, permitir que o pulverizador esteja bem regulado, escolher a ponta adequada, produzir o tamanho de gota ideal, escolher os melhores horários de aplicação durante a pulverização. Então tudo isso são cuidados que devem ser levados em consideração. Quando pensamos em pulverização devemos ter em mente que nós queremos controlar algo. O que seria? Nós devemos controlar o que nós chamamos de problema fitossanitário, que é qualquer doença, praga ou erva daninha que possa comprometer a sanidade, a produtividade e o resultado financeiro da lavoura, que vá tocar no bolso do nosso agricultor. Tudo aquilo que venha a causar prejuízo passa a ser um problema fitossanitário. Então o que nós fazemos nada mais é do que aplicar defensivos, fazer com que o produto chegue no alvo. Diferença básica entre aplicação e pulverização. Pulverização nada mais é do que produzir gotas, quebrar o líquido. Aplicação é fazer com que o meu produto chegue no alvo, seja um inseto, seja uma planta ou seja uma doença. Então nessas aplicações o que nós fazemos é dissolver esses produtos em uma cauda para serem então uniformemente distribuídos no solo ou no nosso alvo. Para fazer isso nós devemos ter algumas perguntas em mente, perguntas que o produtor sempre faz. Qual é o volume ideal de aplicação? Volume depende muito de cada situação. Lembrando que à medida que diminuímos o volume de aplicação, nós também devemos quebrar mais esse líquido para ter uma boa distribuição ao longo da área. Valores inferiores a 80, 60 litros por hectare fazem com que tenhamos que produzir gotas menores. Essas gotas menores têm maior risco de deriva. Deriva é a perda do produto. Qual é o melhor tamanho de gotas? O tamanho de gotas nós selecionamos de acordo com o produto. Produtos sistêmicos, que são aqueles que ao cair na planta penetram, translocam em seu interior, nós podemos utilizar gotas mais grossas. Produtos de contato, que são aqueles que somente atuam na região onde caem, nós devemos utilizar gotas menores para ter um maior espalhamento. Qual a melhor ponta-bico? Posteriormente, nós iremos mostrar os modelos que nós temos disponível no mercado e algumas tecnologias que irão ajudar na decisão da escolha da melhor ponta para cada situação. Que pressão deve ser utilizada? Devemos lembrar que, à medida que aumentamos a pressão, o tamanho da gota diminui. À medida que reduzimos a pressão, o tamanho da gota aumenta. Eu devo usar adjuvantes durante a minha aplicação? Os adjuvantes são mecanismos que irão nos ajudar na distribuição do nosso produto na área. Então, sim, eles são importantes na utilização. Seis perguntas que devemos levar ao nosso produtor para que ele possa refletir e saber, começar a pensar se ele está fazendo um bom trabalho ou não. Eu estou aplicando o produto no momento correto? Nós, quando falamos em problemas fitossamitários, estamos tratando de seres vivos, são seres que multiplicam com o passar do tempo. Então devemos fazer a aplicação no momento correto para controlar essas pragas de forma satisfatória. Meu pulverizador está em bom estado e bem regulado? Eu preciso checar transdutor de pressão, fluxômetro, todas essas partes que controlam a quantidade de líquido que sai lá na barra. Então, isso é muito importante. Eu estou fazendo a gota no tamanho adequado? De acordo com o produto que eu estou aplicando, se é de contato, se é sistêmico, eu selecionei o tamanho de gota correto. Um outro fator muito importante seriam as condições climáticas. Eu estou aplicando nos horários adequados? À medida que a temperatura está mais alta, a umidade relativa está mais baixa, a velocidade do vento está muito alta, nós devemos evitar utilizar gotas muito pequenas, pois o risco de perda por deriva aumenta muito. Eu estou verificando se as gotas estão chegando aonde precisam chegar? Uma forma de verificar seria utilizando papel sensível, que é um papel amarelinho que fica azul à medida que o líquido entra em contato com ele. Então é um produto que é disponível no mercado, fácil de se encontrar, então ele pode ser utilizado para verificar se as gotas estão chegando aonde precisam chegar. Verificar a quantidade de gotas que estão chegando. Ou seja, o número de gotas por centímetro quadrado. Esse número está adequado ao produto que eu estou utilizando? Esse papel sensível é uma das formas que nós temos para verificar se o produto está chegando no alvo ou não. E também existem alguns programas, alguns softwares disponíveis no mercado. que fazem essa leitura desse papel sensível. Então, por que se pulveriza? Mais uma vez, pulverização nada mais é do que a quebra do líquido. A aplicação é fazer com que o produto chegue no alvo. Então, o que nós queremos é, com o mesmo volume de líquido, conseguir tratar uma área maior, uma superfície maior e com eficiência na distribuição desse produto. Aqui nós temos dois exemplos de imagem onde produzo apenas uma gota e com esse mesmo volume quebrando o líquido eu consigo produzir um número maior de gotas. Duas situações, situações onde há uma gota seria uma situação para um produto sistêmico, essa gota irá translocar no interior dessa folha. Segundo a situação onde há muitas gotas, essas gotas irão atuar somente onde elas caíram, elas não translocam no interior dessa folha. Nós temos então algumas imagens de gotas, imagens representativas dessas classes, dessas gotas. Notem que gotas muito grossas, elas têm uma cobertura não muito rica no alvo, ou seja, um número menor de gotas por centímetro quadrado. Já quando partimos para gotas muito finas, nós temos um número muito superior, muito maior de gotas por centímetro quadrado. Por isso então a necessidade de escolha certa do tamanho de gota de acordo com cada um dos produtos a serem aplicados. Temos aqui um quadro que nos ajuda a tomar decisões quanto ao tamanho das gotas. Por exemplo, se utilizamos um volume de aplicação menor que 40 litros por hectare para dissecação com herbicida sistêmica ou herbicida pré-emergente, nós não recomendamos. O mesmo nós não recomendamos para dissecação utilizando herbicida de contato. Isso porque a cobertura ficaria muito pobre. Lembrem o que eu falei com vocês, produtos sistêmicos, nós utilizamos gotas grossas e de secação herbicida de contato, que nós devemos utilizar gotas menores, nós corremos um sério risco de deriva. Já quando nós falamos no aumento desse volume aqui entre 60 e 80 litros por hectare nos permite utilizar gotas médias a grossas e não recomendamos de secação com herbicida de contato que nós para esse volume de 60 a 80 litros por hectare nós iremos produzir gotas muito finas e aumentando assim o risco de deriva. Já para inseticidas e fungicidas com o volume de 60 a 80 nós podemos utilizar gotas finas a médias. Em uma situação onde iremos utilizar acima de 100 litros por hectare, podemos utilizar gotas muito grossas, ultra grossas para dessecação com produtos sistêmicos, gotas médias a grossas com dessecação com a hibicida de contato e gotas médias ou grossas próximas das médias quando utilizamos inseticidas e fungicidas. Temos ainda esse pequeno quadro que nos mostra as faixas de pressões recomendadas em cada situação. que varia do tipo de aplicação e a faixa de pressão de trabalho. Lembre-se dos princípios básicos que levaremos em conta durante a seleção de pontas. Para uma boa penetração, nós temos dois fatores primordiais, tamanho de gota e velocidade de gota. Gotas menores tendem a penetrar melhor, porém elas têm pouca velocidade. Gotas maiores, elas tendem a penetrar menos, porém elas, dependendo da pressão de trabalho, elas têm maior velocidade. Então uma coisa compensa a outra. Veja aqui, para fungicidas, inseticidas, pontas, cone vazio, nós aumentamos a pressão porque normalmente esses bicos produzem gotas muito finas. Então de 300 a 600 kPa. Para inseticidas e fungicidas de lavoura já fechada, nós trabalhamos aí de 400 a 700 kPa. Um exemplo aí seria a ponta GAT. Já nas primeiras faixas e aplicações de secação com herbicida sistêmica, nós podemos utilizar pressões mais baixas de 200 a 400 kPa e de secação com herbicida de contato também de 200 a 400 kPa. Seriam situações onde a lavoura ainda não está fechada, o que nos garante uma boa penetração e reduz o risco de deriva.
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