Inteligência no Campo - Melhor Gestão da Propriedade

This is a YouTube video titled "Inteligência no Campo - Melhor Gestão da Propriedade" recorded in May 2017. It features a live presentation and discussion by Cleiton Solto and Caroline Serrano at the Agri Show in Ribeirão Preto, Brazil, focusing on precision agriculture technologies and better farm management practices. The content includes detailed explanations about the use of GPS, automation, data management, and support services in agriculture, aimed at producers and agribusiness professionals. The session also involves audience interaction and Q&A segments.
Boa tarde, pessoal. Sejam bem-vindos para quem está se conectando aí ao nosso Facebook. Nós estamos ao vivo aqui, direto da Agri Show, em Ribeirão Preto, né, Carol? 29 graus, acabaram de anunciar. É, 29 graus. É bastante quente. Nós já estamos aí com a plateia quase pronta. Daqui a pouco nós iniciamos um bate-papo sobre gerenciamento de informações, a melhor gestão da propriedade. O pessoal ainda tá chegando aqui no nosso auditório. Pessoal que for se conectando, Carol, já.
Temos... Sim, já temos aqui, já estamos ao vivo aqui, ó. Já tem umas curtidas aqui.
Olha só, que bacana.
Deixa eu me apresentar também. Eu sou a Caroline, pessoal. Sejam muito bem-vindos aí à nossa transmissão.
O pessoal vai chegando também aqui no nosso auditório, pessoal. Fiquem à vontade, sejam bem-vindos.
Legal, o pessoal aqui já tá entrando aqui.
Pessoal que estiver ao vivo aí, Carol, vamos falando aí de onde que é, de qual região, de qual estado. Vamos ver qual estado que vai ter mais pessoas participando aí.
Legal. Pessoal, estamos aqui no Agri Show 2017, no estande da John Deere. Estamos esperando vocês aqui. Temos a Elisa, o Simvaldo aqui, o Vinícius. Ó, Vinícius do Rio Grande do Sul.
Opa, legal.
Olha, tem gente do Goiás, tem gente de Bauru.
Goiás, Conterrâneo. Show de bola.
Barretão. Que legal, pessoal. Ligado aqui. Tá nos acompanhando aqui no Facebook. Leiton, eu acho que São Paulo vai ganhar aqui, desculpa.
Ah, não. O Goiás tem bastante gente aí.
Eu duvido, São Paulo é muito mais.
A família lá é grande, Carol, olha aí.
Você pediu pra todo mundo te assistir?
Rapaz, tem que dar audiência lá em casa.
Eu também avisei todo mundo, né? Não é sempre que a gente faz um live no Facebook.
Lógico.
O pessoal aqui da plateia também, né? Podia falar de onde vocês são, pessoal?
Tem alguém de Goiás aí? Cadê a turma de Goiás? Só lá, tá vendo?
São Paulo.
Pessoal de São Paulo. Rio Grande do Sul, Sul, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, Rio.
Grande do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul.
Rio Grande do Sul, Rio Grande do.
Sul, Rio Rio Grande do Sul, Rio Rio Grande do Sul, Rio Sul, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, Rio Grande do.
Sul, Rio Ah, o Ilker.
Olha, tem de longe, Rondônia.
Bacana. Essa facilidade da rede social, né, Carol? A gente consegue chegar em vários lugares, né?
Pois é, pessoal.
Grande do Sul, Rio Sul, Rio Grande do Sul, Sul, Rio Grande do Sul.
Sul Uma super experiência aqui. Olha o pessoal da Rogério da Bahia.
Andradinha.
Olha o Bujiga aqui online. Tudo bom, Bujiga?
Legal.
Muito legal.
Bacana, pessoal.
Pessoal, hoje a gente vai falar sobre agricultura de precisão, né?
Sim, nós vamos bater um papo sobre quais são os nossos desafios na agricultura de precisão, sobre as informações, como gerir melhor a propriedade. Então, um papo bastante interessante.
Pelo jeito é um assunto que interessa bastante o pessoal. Tem muita gente aqui acessando o nosso link ao vivo. Olha, pessoal de Florianópolis, Bahia, Paraná.
Vamos fazer uma outra enquete rápida aí. Nós vimos da onde? Que é o pessoal. Mas e aí, pessoal, vocês são produtores, são estudantes, prestadores de serviço. O que nós temos aí da turma online?
É, pessoal, vocês estão ligados ao agronegócio? Contem pra gente aí. O que vocês fazem? Olha lá, Sergipe também.
Sergipe, olha.
Sinope.
Sinope, região do Mato Grosso.
Rio Verde.
Rio Verde, ó. A terrinha tá aí, batendo forte, viu?
Olha lá, o Paulo Henrique aqui tá falando pra nós que ele é produtor e estudante de agronomia.
Olha, que bacana. Do ramo. Totalmente, né?
Do ramo, total. O Jefferson é estudante. Marivane, produtora. Tem o pessoal de marketing aqui. Tem o pessoal do concessionário aqui prestigiando a gente. Ó, Cleiton. Cascavel, da EMA. O pessoal da Decarvalho. Pessoal todo do ramo aqui, todos conhecem.
Estamos em casa, então.
Estamos em casa. Que bom. Legal, pessoal. Então, daqui a pouquinho estamos aqui ao vivo mais uma vez no AgriShow 2017. Vamos falar um pouco sobre agricultura de precisão. Como que a agricultura de precisão pode ajudá-los a gerenciar um pouco melhor os sistemas de produção, né, Cleiton?
Carol, acho que está na hora de a gente começar, hein?
Está na hora de a gente começar?
Tá, vamos lá.
Já está todo mundo aqui. Legal, pessoal.
O auditório está bacana.
Vamos começar aqui, então. Obrigada, Cleiton. Bom, pessoal, eu vou me apresentar mais uma vez. Primeiro, sejam muito bem-vindos aqui ao estádio da Rio1Dia no Agrishow 2017. Eu já agradeço de bate-pronto o interesse de vocês em aprender um pouco mais junto com a gente, a gente poder aprender também com vocês. O meu nome é Caroline Serrano. Eu sou gerente de território da John Deere e hoje, junto com meu colega Clayton, nós vamos falar um pouquinho de como a agricultura de precisão pode auxiliá-los a gerenciar melhor os sistemas de produção e obter mais sucesso nos negócios. Antes da gente começar a falar do assunto propriamente dito, eu vou pedir para o Clayton aqui passar para mim o próximo slide. Eu tenho alguns recados pra passar pra vocês, tá? Nós vamos responder algumas perguntas, pessoal. Então, eu peço que quem tiver perguntas, anotem e passem pra Michelle. A Michelle tá ali no fundo. Mi, você pode levantar a mão? Aí, obrigada. Anotem que ao final da apresentação a gente vai responder essas perguntas e pedir também para o pessoal que está ao vivo com a gente aí no Facebook já ir mandando as perguntas de vocês. Infelizmente a gente não vai ter tempo para responder a todas elas, mas nós vamos fazer o possível aqui para responder algumas. Pessoal, vou pedir para que vocês deixem os celulares de vocês no silencioso para não atrapalhar a apresentação. Vocês podem tirar foto se vocês quiserem, fazer selfie, enfim, mas sem flash de preferência. E, ao final, a gente vai repetir também esse e-mail, vocês não precisam anotar agora, mas se a gente não conseguir responder a todas as perguntas, vocês podem mandar aqui no faleconosco.com. E, como vocês sabem, a gente está ao vivo aqui também no Facebook para quem quiser assistir. Pessoal, começando um pouco agora, falando sobre o nosso tema central da apresentação. Hoje, quando a gente pensa em agricultura de precisão, o que vem à nossa cabeça de bate-pronto? Primeiro são os sistemas de posicionamento e direcionamento. A gente pensa em GPS, pensa em piloto automático, a gente pensa em automação. Isso é natural, porque a agricultura de precisão começou dessa forma. Lá na década de 90, quando a gente começou a trabalhar com GPS em agricultura, depois surgiu o próprio piloto automático. Mas, ao longo do tempo, outras tecnologias foram sendo agregadas a esse conceito de agricultura de precisão. Então a agricultura de precisão não fica só na automação. Que tipos de tecnologia foram agregadas a esse conceito de agricultura de precisão ao longo do tempo? A gente pode citar várias. Como, por exemplo, as tecnologias embarcadas nas próprias máquinas, vocês são produtores, imagina, estão ligados à agricultura de alguma forma. E hoje os equipamentos agrícolas, colhedoras, enfim, tratores, vêm com bastante tecnologia embarcada. Para quê? Para tirar algumas funções do operador, sugerir algumas configurações de uso, independente, dependendo de condições diversas que são encontradas a campo. Outra tecnologia que vem sendo utilizada e que agrega ao Conselho de Agricultura de Precisão é o acesso remoto a equipamentos para correção de falhas, para atualização de softwares. Então isso já é uma realidade hoje, já acontece, não é mais futuro. Isso já existe, já está acontecendo. Outro exemplo são as tecnologias, na verdade, para gerenciamento de frota. Dessa forma, a gente consegue aumentar a eficiência de equipamentos, entender quanto tempo, em produtiva, aquele equipamento ficou ali parado sem colher, quanto que ele está consumindo, e aí tomar algumas decisões de gerenciamento da minha frota. E, por fim, outras tecnologias também, que geram alguns softwares, por exemplo, que geram mapas. Por exemplo, um mapa de produtividade, um mapa de fertilidade do solo, que vai me permitir trabalhar com taxa variada. Enfim, pessoal, agricultura de precisão hoje vai muito além de automação e de piloto automático. Tem muita coisa agregada aí que pode ajudá-los a gerir melhor o negócio de vocês e ter dados para tomada de decisão. Então, hoje, a agricultura de precisão está ligada em todas as etapas do processo produtivo. Desde o planejamento, passando para o preparo do solo, plantio, pulverização, colheita. E aí, na colheita, também posso tomar decisões futuras usando a agricultura de precisão. Não para por aí. Então, na verdade, a gente pode citar três pilares em que a agricultura de precisão nos auxilia no nosso dia a dia e no dia a dia de vocês como produtores. Primeiro, direcionamento e automação. Segundo pilar, gerenciamento e telemetria. São soluções para gerenciamento de frota, para geração de dados para tomada de decisão. E, por fim, estudos de variabilidade diárias para que a gente tome algumas decisões para aumento de produtividade. Então, esses três pilares hoje pautam o que a gente chama de agricultura de precisão. Bom, mas ficar falando aqui só e não ver isso na prática não faz muito sentido. Então, eu queria chamar aqui o meu colega Clayton, que estava comigo antes, agora voltou.
Obrigado, Carol.
E ele vai trazer para nós alguns exemplos práticos de como isso pode funcionar no dia a dia, auxiliá-los a gerir melhor o negócio e obter mais sucesso. Cleiton, vou deixar você sozinho agora, mas depois eu volto, tá?
Ok. Te aguardo, então, Carol. Muito obrigado. Pessoal, então, mais uma vez, sejam bem-vindos. Meu nome é Cleiton Solto. Eu faço parte de uma equipe que tem a nobre missão de treinar concessionários, eventualmente a gente faz treinamentos também com o pessoal de campo, com clientes. Então eu sou um instrutor, fico sediado aqui em Campinas, mas a gente conhece boa parte desse Brasil aí rodando, oferecendo treinamento para essa turma de campo. Bom, como a Carol comentou, o nosso tema principal, agricultura de precisão. Nós vamos abordar um pouco diferente, porque a agricultura de precisão não é uma novidade. A Carol falou que começamos com piloto, nós temos mapas, fertilidade do solo. Nós queremos abrangir um pouco mais essa tecnologia, essas práticas. Nós vamos conversar bastante sobre como melhorar a performance. quais os dados que eu preciso ter para poder melhorar a performance de máquina, nós vamos trabalhar também a operação, se a operação está sendo feita de maneira adequada e também nós vamos trabalhar bastante na questão de entender quão importantes são a obtenção de dados para a gente justamente trabalhar, para a gente tomar as melhores decisões agronômicas possíveis. Então como a Carol também falou, a agricultura de pressão está presente em todas as operações agrícolas. Então aqui eu tenho um ciclo de agricultura, um ciclo agrícola completo. Então ali eu tenho um ciclo de preparo de solo, eu tenho um ciclo de plantio, pulverização, netratos culturais e colheita. Então a agricultura é aplicável em todas as etapas de uma operação agrícola, em todas as etapas. Então nós podemos utilizar pilotos automáticos, mapas de produtividade, aplicações em taxas variáveis, aplicações de corretivos ou aplicações de corretivos e defensivos. A ênfase nossa aqui hoje, pelo menos nesse primeiro momento, é a gente falar da importância do planejamento. Então nós vamos falar Eu preciso planejar como que eu vou fazer a minha operação de preparo. Ou será que eu vou realmente fazer um preparo de solo? Eu vou precisar remexer o solo? Como que vai ser o meu plantio? Então a gente vai abordar bastante esse tema. E um outro tema muito importante é a questão do pós-venda, do suporte. Sempre o produtor precisa ter um suporte técnico por trás. A gente vai falar aqui qual é a especialidade do produtor. A especialidade do produtor é produzir. Produzir grãos, produzir alimentos, produzir açúcar, produzir etanol, produzir algodão. Então essa é a especialidade do produtor. Ele se especializou nisso. Então as pessoas que têm os estudos agronômicos, as pessoas que conhecem de máquina, precisa estar preparado para suportar esse cliente na hora de tomar essas decisões. Então, por exemplo, o que eu tenho de avaliações o que que eu tenho de avaliações a serem feitas durante o preparo de solo. Quais são as avaliações que eu preciso fazer? Então, por exemplo, eu preciso saber qual que é a fertilidade do meu solo, eu preciso saber qual que é a textura do meu solo, eu preciso saber a compactação do meu solo. Eu decidi fazer um plantio direto, eu não vou entrar com a grade, eu não vou entrar com a niveladora, mas baseado em qual informação? Num histórico? A minha família sempre plantou assim? Eu tô fazendo, por exemplo, uma análise de compactação? Eu não estou, às vezes, a fazer um análise de compactação. Não é uma prática tão comum, apesar de eu já ter escutado bastante pessoas, bastante estudiosos comentarem sobre mapas de compactação. Então, nós temos essa possibilidade de ter hoje mapas de compactação para decidir se eu vou continuar com a prática do plantio direto ou não. Eu não quero, de maneira alguma, lógico, defender que eu preciso gradear. O que eu defendo é, eu preciso ter a informação correta, se eu preciso ou não. Então é mais uma fonte de informação e algumas ações que a gente deve tomar relacionadas a isso. Então se eu tiver a informação de que o plantio, de que o meu solo está com a fertilidade baixa, eu vou aplicar corretivos em taxa variável, eu vou saber também, eu preciso saber o nivelamento do meu terreno, se eu vou precisar escoar água ou não, se eu tenho áreas que vai ter empoçamento. Então, pra mim trabalhar também a topografia, descompactação, eu vou precisar entrar com grade ou não. E sempre o objetivo final do preparo é estabelecer um bom ambiente, um ambiente adequado pra minha lavoura, ou seja, pro que eu for plantar. Por exemplo, a gente sempre fala, é aumentar a produtividade. A produtividade, pessoal, ela é nada mais, nada menos que uma soma bem simples. É uma soma bem simples. Ela é o primeiro fator genético, Um fator genético, a planta, a semente, a muda, geneticamente ela possui um potencial produtivo. Então você escolheu uma variedade de soja, uma variedade de milho, uma variedade de cana, algodão. Então geneticamente ela já tem um potencial dela, que se chama de potencial genético. E a produtividade final é a soma do potencial genético ao ambiente que nós vamos expor essa semente. E o ambiente aqui, nós começamos a cuidar do ambiente aqui no preparo de sono. Então a planta, o ser vivo planta, ele já nasce com isso, ele já tem isso. Mas eu preciso expor essa planta, esse ser vivo, a um ambiente que propicie que essa produtividade se mantenha até o momento final que seria a colheita. Então aqui nós começamos no preparo. Falando um pouco de plantio, Talvez uma das etapas mais importantes, lógico, todas as etapas são importantes, mas aqui a gente precisa dedicar uma atenção muito especial. Tão especial, pessoal, que amanhã nós teremos inclusive outra palestra aqui também, outro bate-papo com um colega nosso. Se eu fosse vocês, eu não perdia de maneira alguma. Nós vamos falar única e exclusivamente sobre o plantio, já um pouco mais técnico aprofundando nessa operação sobre os cuidados. Mas durante o plantio, é uma série de avaliações que eu tenho que ter. Qual que é a variedade que eu vou plantar? Será que essa variedade ela é apta, ela está adequada para aquela região? Qual que é a população? Qual que é o espaçamento, profundidade que eu vou trabalhar? Então, aquele estudo que eu fiz no preparo, eu também tenho que fazer esse estudo, eu tenho que ter essa avaliação. Então, são informações que, como eu disse, são importantes para que eu tome a decisão do que plantar, como plantar, Vou fazer tratamento de semente ou não vou fazer o tratamento de semente? E qual que é a ação? O que nós devemos fazer? Aplicar a população correta. Nós vamos falar também amanhã de variação de semente também. Então às vezes eu tenho um terreno mais fértil. Será que no terreno mais fértil eu vou plantar mais sementes? Vou depositar mais sementes no berço? Ou eu vou depositar menos semente? Como que leva isso? Vocês vão ver que existem diferenças. Tá bom? Pessoal, só lembrando, não deixem de fazer as perguntas. As perguntas vão ser anotadas. Já anotem. Se alguém tiver alguma pergunta, já anotem. A Michelle vai recolher. Pessoal do Facebook também que estiver aí, mandem perguntas. A Michelle está ali também. Ela vai copiar a pergunta de vocês e lá no final nós vamos comentar. Não deixem de fazer perguntas. Então, voltando aqui. Qual que é o resultado esperado do plantio? O que eu preciso? Qual que é o resultado esperado? Eu preciso aplicar um stand de plantas adequado para manter a máxima produtividade. Então aqui eu já tenho um pequeno histórico, preparo o plantio, o que eu planejei e o que eu executei. E aí vem a parte de pulverização. A pulverização. O que eu devo avaliar aí? Qual que é a infestação? Qual que é o clima? Eu tenho o mapeamento de pragas? Ou eu vou aplicar uma taxa de defensivo única em toda a minha lavoura? Eu estou avaliando onde tem mais infestação e tem menos infestação de pragas? Qual que é o histórico de defensivos? A gente bem sabe, eu não sou agrônomo, mas nós temos vários estudos e a turma aí de campo é bem ciente. Eu não posso o mesmo defensivo por vários anos seguidos. Eu vou criar uma resistência nas plantas daninhas, nas pragas. Então eu tenho que também ter um histórico dos defensivos. Então é uma informação simples, mas eu preciso ter essa informação. Preciso ter essa informação. E aí as ações que eu vou tomar para proteger a minha cultura, manter o máximo potencial da minha planta. fazer um controle sanitário e também eu preciso escolher o bico adequado. É muito importante eu também escolher o tipo de bico ou as pontas de pulverização mais adequada. Então essa adequação ela vai desde a minha cultura, a velocidade que eu vou trabalhar, a taxa que eu vou aplicar. Então tudo isso é bem importante. E qual que é o resultado final esperado nessa operação de pulverização? É manter o máximo potencial produtivo. Ou seja, eu já depositei a minha semente, a minha planta já germinou, então eu tenho que proteger contra eventuais ervas, eventuais pragas que possam afetar o desenvolvimento dessa planta. Então esse é o nosso resultado final. E por fim pessoal, a tão esperada colheita. É a hora da gente pegar todo aquele dinheiro que está esparramado na lavoura e pôr no bolso. Então é a hora que todas aquelas ações que eu executei durante toda a vida útil da minha lavoura, desde o início da preparação, se eu vou obter resultado ou não. Então eu tenho que saber a minha janela. Qual que é a minha janela? E aí, nessa parte da janela, é importante a gente discutir sobre algumas coisas. Como, por exemplo, será que eu tenho a quantidade de máquinas adequada para me trabalhar? Será que eu tenho? Ou será que eu preciso melhorar o desempenho daquelas máquinas? Aí entra o pós-venda. Então, vendedores que me desculpem, mas às vezes o produtor não precisa de mais máquina. Às vezes o produtor precisa melhorar o desempenho daquela máquina que ele tem. Porque existem regiões, por exemplo, hoje nós temos cada vez mais presente no Brasil a segunda safra, às vezes até a terceira safra. Então, se eu atrasar a minha colheita, ou qualquer uma das outras operações, se eu atrasar, um dia que seja, vai fazer diferença. Se eu atrasar, é um efeito dominó. Eu atraso essa colheita, eu vou atrasar o próximo plantio, vou atrasar a próxima colheita. E aí, às vezes, a hora que eu preciso de chuva, faz sol. A hora que eu preciso de sol, faz chuva. Então, eu preciso que essa máquina renda, eu preciso que essa máquina trabalhe de maneira mais eficiente. Por isso a gente fala do pós-venda. De nada adianta eu ter agricultura de precisão, de nada adianta eu ter máquinas tecnológicas se essa tecnologia não for bem aproveitada. Essa tecnologia precisa ser aproveitada. Então aqui eu começo também a planejar já a minha próxima safra. Por exemplo, eu preciso saber a minha produtividade localizada. Nós vamos ter uma palestra também que nós vamos falar de mapas de produtividade. Na sexta-feira nós teremos uma. O outro colega nosso vai falar sobre mapas de produtividade, principalmente voltado para grãos. Mas aqui eu já começo já pensando na próxima etapa, ou seja, na próxima safra. Porque lá no preparo nós comentamos sobre análise de fertilidade de solo, textura, e baseado nessas informações eu tomei algumas ações. É o que acontece hoje. Agricultura de precisão, como eu falei, ela não é novidade. Ela está presente. E aqui eu vou saber, esse é o momento de eu verificar se todas aquelas ações que eu tomei, elas tiveram resultado. Então será que aquela aplicação de fosfato, aquela aplicação de cloreto, aquele adubo que eu joguei em taxa variada, será que eu joguei mais ali e realmente aumentou aquela produtividade? Eu tive algum resultado? Então veja que é um ciclo. Então eu finalizei na colheita, opa não, mas eu tô fazendo aqui, já tá continuando, então é sempre um ciclo. trabalhar na umidade ideal, resíduos. Poucas pessoas dão valor aos resíduos, ao gerenciamento de resíduos. É a palha que sobra. Então eu vou separar o grão da massa dele, que a gente fala, mas o que eu vou fazer com essa massa que sobrou, essa palhada? Eu vou simplesmente jogar ou eu vou esparramar? Eu vou fazer plantio direto na próxima safra? Eu vou trabalhar descompactando meu solo? Então eu preciso também saber o que eu vou fazer. O que eu for fazer na próxima safra, eu preciso às vezes tomar algumas ações agora. Resultado final, colher comidade ideal e também com a produtividade máxima possível dentro da minha janela. E aqui tem informações de logística também que eu preciso trabalhar. Preciso trabalhar essas questões de logística. E aí vem aquela famosa questão, né? Qual decisão eu devo tomar? Então eu tenho uma quantidade de informações muito grandes. Muitas informações, e às vezes a gente tem essas informações e não sabe o que fazer com elas. Por exemplo, mão de obra. É uma preocupação muito grande com mão de obra. Eu vou colocar meu trator com a tecnologia, vou pegar um trator, por exemplo, vou falar um trator nosso, um 8R, onde tem uma infinidade de recursos Mas será que o meu produtor, o meu operador vai conseguir utilizar aquilo lá? Aí vem a necessidade do pós-venda. O produtor vai se preocupar também com as condições climáticas, o tempo que ele tem disponível, como eu falei. Eu preciso que essa máquina... Aí já vem a necessidade de gestão de frota. Eu preciso saber... Se eu estou parando, se eu estou perdendo tempo, eu preciso saber aonde eu estou perdendo tempo. Aonde está minha deficiência para a gente poder trabalhar? Se eu não souber aonde está minha deficiência, como é que eu vou melhorar? Eu preciso saber, se eu tô parando muito pra manutenção, eu tô parando muito às vezes aguardando o descarregamento, aguardando o caminhão. Então eu preciso otimizar isso. Mas eu preciso saber aonde que tá. Se eu não souber aonde tá, eu não vou saber aonde que eu vou corrigir. Certo? Agricultura de precisão, tratos culturais, quais os equipamentos mais adequados pra minha realidade. A gente falando um pouco de gestão de frota, Falando um pouco de agricultura de precisão, voltando um pouco no que a Carol tinha comentado, nós éramos muito preocupados, principalmente a indústria, no primeiro momento, com piloto automático, com sistemas de direcionamento. Lá na década de 90 para 2000, foi liberado o uso civil da tecnologia de GPS e a agricultura embarcou nessa onda de tecnologia e começamos a trabalhar piloto automático. Então a preocupação era trabalhar na linha, manter o alinhamento para que eu possa aproveitar a minha área o máximo possível com piloto automático. Hoje nós temos precisões com margens de erro de no máximo 2,5 cm, de até 2,5 cm. E aí fomos evoluindo na agricultura de precisão. E posteriormente veio a onda de trabalhar com sensores, mapas de produtividade, aplicações em taxa variável, com implementos automatizados. E aí a evolução foi, que é o atual estágio, aquilo que eu comentei. Hoje nós temos muitos dados disponíveis, muitas informações disponíveis. Agora o nosso desafio é trabalhar essas informações. da melhor maneira possível. Porque de nada adianta a informação, por exemplo, a minha máquina perdeu muito tempo abastecendo. Abastecendo a minha plantadeira, abastecendo semente. Mas por que eu perdi tempo abastecendo semente? Eu preciso dessa informação correta. Por exemplo, eu trabalhei, eu tive um consumo de combustível muito alto. Muitas vezes eu tenho essa informação já tardia. Se eu tivesse essa informação de consumo de combustível instantâneo, ajudaria eu a corrigir no momento? Não seria mais fácil eu buscar uma solução ali no momento? Porque também não adianta, né? Eu tinha informação que eu tive um gasto alto de combustível, mas tá, eu já terminei minha operação. Informação de consumo, às vezes instantâneo, é importante para que eu possa entender e talvez resolver o problema na hora. Então esse é um dos grandes desafios, é trabalhar essa informação, é fazer essa informação chegar e eu trabalhar ela de maneira correta. E aí é que é o nosso próximo passo, suporte. Produtor, a especialidade dele é produzir. Temos grandes produtores hoje, grãos, cana, algodão, com estrutura muito boa de manutenção. Mas a especialidade das máquinas são os produtores, das máquinas são das indústrias, ou seja, das concessionárias, do pessoal de suporte. Nós temos especialistas agronômicos, empresas que prestam suporte, empresas que prestam ajuda nessa parte agronômica. Então a ideia é a gente compilar, ou seja, juntar todas essas informações para que possa ser ajudado. Só que o suporte, pessoal, ele está presente em todas as etapas. Então, desde o treinamento do operador, que ele não está utilizando o sistema dele, porque ele não conhece. E aí vem alguns exemplos de relatórios de informações que nós temos disponível. Aqui eu tenho um relatório disponível, por exemplo, de eficiência e produtividade das máquinas. Eu tenho relatório de eficiência das máquinas pra mim poder trabalhar. Por que que a minha máquina, 30% do tempo dela, tá em marcha lenta? Sai em produzir. E nós podemos avançar a um nível ainda maior de informações como, por exemplo, um mapa. Nós chamamos de mapa temático. Esse é um exemplo de mapa de lucro por zona. Eu vou zonear os meus lucros. Qual o pedaço do meu talhão que tá me dando o maior resultado? E no final das contas é isso que o pessoal quer saber. Quanto que eu tô tendo de resultado? Será que essa área, por exemplo, aqui que está em vermelho, essa área está me dando prejuízo? Eu preciso ir lá enxergar. Será que compensa eu continuar plantando aqui? Será que falta uma rotação de cultura? Será que é compactação? Qual que é o histórico dessa área? Às vezes fica mais caro eu entrar lá pra colher do que o que ela me dá retorno. Então nós vamos chegar nesse nível. Falando em informações, nós vamos finalizar aqui falando um pouco de monitor de colheita. O ciclo da agricultura de precisão nós mostramos pra vocês, olha só. Mas tá faltando alguma coisa aqui, pessoal. O que é que tá faltando nesse ciclo aqui? Aqui nós estamos falando de cana agora. O que é que falta nesse ciclo? Tá faltando. Operador? Alguém soprou operador aqui. Operador faz parte. O que mais vocês acham que tá faltando nesse ciclo aqui? Essa imagem eu já mostrei pra vocês, tá faltando alguma coisa. Faltava tecnologia. Exatamente, faltava tecnologia. Alguém soprou? Às vezes o pessoal do Facebook não escutou? Mas falaram aqui, tecnologia. Faltava, faltava uma tecnologia. O mapa de produtividade, o mapa de colheita, o monitor de colheita. Nós não tínhamos disponível. Faltava esse passo para a agricultura de precisão no setor sucro energético. Para quem trabalha com cana. O que nós tínhamos antigamente seria apenas o zoneamento. Faltava apenas, nós tínhamos só uma informação. Aqui eu produzi 110 toneladas, aqui eu produzi 100 toneladas, mas era uma média. Eu não tinha dados disponíveis. E como monitor de colheita, eu trabalho dois tipos de informação. Eu trabalho, eu posso tomar duas, dois tipos de decisão. Primeira decisão, como eu tinha falado, é a decisão em tempo real. Porque eu tenho ali o total de toneladas colhidas, eu tenho o meu rendimento, percentual de impureza e eu tenho também consumo de combustível instantâneo. Então eu posso tomar várias decisões, por exemplo, se eu tô com um nível de impureza mais alto, eu posso ajustar a minha rotação do extrator primário. Se eu tenho um canavial de menor produtividade, eu posso trabalhar dois fatores, ou eu trabalho a economia de combustível baixando a rotação, ou seja, eu não preciso, se eu tô com a produtividade baixa, eu não preciso gastar toda a potência do meu motor, ou então eu vou trabalhar o rendimento. Eu vou andar um pouco mais, eu vou render mais. Certo? E aí eu tenho outras decisões estratégicas, como, por exemplo, informações para renovação de canavial. Aí cai naquele mapa. Lembra o pontinho vermelho que eu mostrei pra vocês? Será que esse canavial já não tá na hora de eu renovar? Então é uma fonte de informação. Eu fecho o ciclo de agricultura de precisão, porque eu começo a ter mapas com vários tipos de informação. Por exemplo, mapas de elevação, mapas de velocidade, Olha que fantástico, eu tenho um mapa de velocidade. Eu vou começar a fazer correlações. Será que, por exemplo, aonde eu tenho aqui uma velocidade um pouco maior, será que no próximo ano eu não vou ter uma queda muito brusca por questões, às vezes, de arranquil de soqueiro? Então, é mais informação que eu tenho para correlacionar isso daí. Mapas de consumo de combustível. Opa, eu posso correlacionar aqui. Velocidade com o consumo de combustível. Será que mais velocidade significa mais consumo? Eu já posso comparar. O que é melhor pra mim nesse momento? Eu tenho um rendimento maior e um consumo menor? Ou um consumo menor? Então eu começo a tomar decisões. E aí eu tenho as informações de produtividade. Toneladas por hectare bruto. mapas de impurezas, ou seja, onde eu tenho mais impurezas na lavoura e aqui a minha produtividade líquida, ou seja, o resultado final, o peso líquido que é o que me vai trazer o resultado final lá no frigir dos ovos, ou seja, no balanço final. Pessoal, não esqueçam as perguntas. Quantidade de informação, hein?
Bastante coisa, hein?
Bastante coisa. Você quer fechar pra nós?
Vamos lá?
Vamos lá.
Vamos fazer um fechamento?
Pessoal, não esqueçam as perguntas, hein?
Legal. Clayton, você pode passar pra mim aqui o próximo slide só pra gente fechar? Legal, pessoal. Tudo isso que o Clayton falou. Vamos fazer um fechamento, que seria legal que vocês saíssem daqui com esses três pontos na cabeça de vocês, o pessoal do Facebook também. Pessoal, hoje, quando a gente fala em agricultura de precisão, é muito importante a gente pensar em que tipo de tecnologia a gente vai escolher para trabalhar, para ser nosso parceiro de negócios, porque é muito importante que a gente tenha qualidade das informações, ou seja, sejam informações confiáveis. Afinal, eu vou começar a tomar decisões a partir dessas informações. Segundo ponto. Pessoal, adianta eu ter uma máquina, uma tecnologia embarcada com várias possibilidades de automação, se eu não tiver um operador ou um cara que está sentado ali operando a máquina, se ele não estiver bem treinado. Adianta? Eu vou extrair tudo que essa máquina tem para me oferecer? Não vou conseguir, pessoal. Então é muito importante que a gente invista em capacitação para trabalhar com agricultura de precisão. É imprescindível. Então a gente não consegue extrair todo o potencial que o equipamento tem e que todas as outras tecnologias podem nos oferecer. E por fim, pessoal, se a gente escolha parceiros de negócio, ou marcas que possam nos trazer um suporte adequado para se trabalhar com esse tipo de tecnologia. Se não é a mesma coisa, de nada adianta eu ter qualidade de informação, escolher uma boa tecnologia, ter um operador bem treinado e essa tecnologia não funcionar, eu não tiver disponibilidade dessa tecnologia no campo. Então eu preciso escolher uma marca parceira e que possa trazer todos esses pontos aqui para vocês e para que o negócio de vocês tenha cada vez mais sucesso. Perfeito? Vou chamar o Cleiton aqui de novo, então.
Opa, estamos de volta, Carol.
Pessoal, então agora nós temos aqui algumas perguntas para responder, tanto do Facebook quanto aqui do pessoal que está aqui com a gente, presencial.
Vamos começar por um pelo Face?
Vamos lá. Então vamos lá. O Pedro Henrique, ele nos perguntou. Já que temos agricultura de precisão em todas as etapas do ciclo produtivo, Qual seria o local em que se deveria investir mais esforços para evoluir? Existe alguma área ainda defasada em quesito de tecnologia? Legal. Primeiro, Pedro, obrigada por trazer essa pergunta, muito interessante. Bom, o que eu diria? Hoje a tecnologia se renova continuamente. Hoje a gente tem um tipo de tecnologia oferecida e daqui a alguns anos nós vamos ter mais tecnologias, uma oferta ainda maior. Eu não diria que a gente precisa investir ou existe alguma área dentro de operações defasada em termos de tecnologia. O que eu diria hoje, que é o principal ponto, na minha opinião, seria a gente utilizar bem o que a gente já tem disponível. Hoje a gente enxerga muitas vezes, Cleiton, a gente tem tecnologia embarcada na máquina, a gente tem o próprio piloto automático, gestão de frota, então são muitos dados que são gerados e que nem sempre a gente utiliza esses dados da melhor forma ou pra gente gerar informações de gerenciamento e de uso de tecnologia.
Eu tenho uns dados aqui interessantes, Carol, que justamente entram na pergunta do Pedro, tem um levantamento feito pela Exalc que 16% dos produtores usam tecnologia de agricultura de precisão de maneira eficiente. Menos de 16%. Então, os equipamentos hoje, pelo menos os nossos, 70% deles já sai com essa grande parte dessas tecnologias embarcadas. 70% dos nossos equipamentos já sai com isso. Nós temos 16% das pessoas apenas usando, os produtores utilizando. Será que não tá faltando conhecimento? Sem dúvida. O conhecimento, eu digo, em saber utilizar essas tecnologias. Eu acho, concordo com você, Carol. Pra mim, o que a gente precisa investir é em conhecimento hoje. Treinamento. É treinar esse pessoal pra que eles possam usar essas tecnologias.
Então, Pedro, só concluindo a tua pergunta, o que a gente gostaria de expor para você, respondendo, é que hoje, sem dúvida, se adiante enxergar uma nova necessidade em termos de tecnologia, nós vamos buscar, nós vamos correr atrás. Se for uma necessidade dos clientes, sem dúvida a gente vai investir, entender e trazer para vocês como parte do nosso portfólio. Mas hoje a gente enxerga que a gente tem muitas tecnologias disponíveis que poderiam ser melhor utilizadas, dados que podem ser gerados aí e que podem ajudar a gente tomar algumas decisões de gerenciamento.
Beleza, temos mais uma pergunta aqui, não está identificado, mas a pergunta é bem interessante. Sabemos que precisamos de sinal de internet para tudo isso funcionar. Como ficará a conectividade dessas máquinas inteligentes? Excelente pergunta.
Difícil também.
Pessoal, nós sabemos assim ó, eu comentei bastante né, essas informações, aonde que elas são geradas? Tá lá no campo, lá na máquina. Tem sinal de celular lá na fazenda? Não tem, né? Internet? Nem sempre, né? A maioria das vezes no nosso Brasil não tem. Mas assim, nós temos algumas maneiras hoje de telecomunicação, de transmissão de dados. Eu, particularmente, já visitei várias fazendas, por exemplo, que nós temos sinal de internet, grande parte dela. Ah, mas eu não consigo ter sinal de internet, não consigo. O que eu posso falar é o que a John Deere está fazendo em relação a isso. A John Deere não vai montar torre de celular. não é o negócio dela, mas nós estamos trabalhando, fazendo um levantamento junto com empresas de telecomunicações para que a gente possa oferecer outras soluções de telecomunicação, ou seja, fazer com que esses dados realmente cheguem no escritório. Então a ideia parcerias e outras alternativas. Nós ainda não temos data e tudo, mas com a crescente dessa quantidade de informações e a necessidade que essas informações cheguem cada vez mais rápido e cada vez com mais precisão, faz com que a gente precisa se mexer, a gente precisa envolver outros parceiros. Então o que a Joandir tem buscado é justamente essas parcerias com empresas de telecomunicação pra atender essa necessidade. E a demanda, pessoal, tá cada vez mais crescente. Então, essa é o que a gente tem hoje para trabalhar. Então, nós estamos buscando essas parcerias para resolver esse gap, esse gargalo que nós temos aí. Você quer ler mais uma, Carol?
Vamos lá. O Roberto, da Bahia. Explicar um pouco melhor o que é telemetria na agricultura de precisão e falar sobre o custo técnico operacional. Quer comentar um pouquinho sobre telemetria? Você que tem uma experiência com guide fleet.
Bom, a telemetria, ela nada mais nada menos é do que eu ter informações do que está acontecendo. A telemetria, eu particularmente, sou bem novo, mas escuto telemetria há bastante tempo. Eu vejo telemetria há bastante tempo, por exemplo, nos carros de Fórmula 1. Fórmula 1, até um certo tempo atrás, quem dava a largada era o engenheiro lá dos box. Então isso é telemetria. Eu tá vendo o que tá acontecendo na minha máquina aqui no escritório. Pra isso até foi o tema da pergunta anterior, né? Como que eu vou fazer pra esses dados chegarem? Então telemetria é basicamente isso. Qual que é o intuito? Eu poder ter as informações de por que que a minha máquina tá parando, saber códigos de erro, quais são os códigos de falha. Por exemplo, hoje como é que funciona uma assistência técnica? A gente liga para o concessionário, o concessionário desloca um técnico, o técnico chega na concessionária para descobrir, chega no cliente para descobrir qual que é o problema da máquina. Para depois voltar lá, ver as peças todas que precisa e aí recém. Então com a telemetria nós ganhamos muito em relação a isso daí. Então, o produtor, ele vai poder liberar o acesso para o concessionário lá do escritório, Carol?
Sim.
Lá do escritório, poder enxergar a máquina lá no campo, entender o que está acontecendo com essa máquina. E aí ele já vai, provavelmente, já com a solução. Então, esse é o intuito da telemetria. Ele compreende a pergunta dele e...
Ele pede para a gente comentar um pouquinho sobre... falar sobre o custo técnico operacional. Não sei se está...
É, o custo técnico, operação, eu falo que é o custo de aprendizagem, né? Seria o custo de aprendizagem, então assim... Ah, curso.
Desculpa, Roberto. Tá. Aqui estava curso, mas é curso.
É curso.
Treinamento, então, você está comentando.
Legal. É treinamento. Hoje, a nossa rede de concessionárias, a John Deere, junto com a rede, ela tem uma estratégia muito clara de aproximar o treinamento do cliente final. Meu cargo hoje é instrutor. Então, hoje nós treinamos, basicamente, grande parte da minha demanda é para o concessionário. Mas nós temos uma estratégia que é o instrutor certificado. Ou seja, cada concessionário pode ter, grande parte deles, nós já temos hoje quase 50 instrutores certificados na nossa rede. Por que expandir esse instrutor? Porque ele está mais perto do produtor rural. Então ele é a pessoa que está mais próxima vai ter condições, primeiro, de entender o perfil de cada região, é diferente, então ele consegue entender o que aquele produtor precisa, o que ele não precisa, e tem uma capacidade maior de entrega por atender, por estar mais próximo, atender mais rápido. Então, hoje, por exemplo, nós somos 14 instrutores da John Deere para atender todo o Brasil. Então, e o Brasil, com os tamanhos que nós temos hoje, fica bem complicado. Mas, Com esse instrutor certificado mais próximo, nós vamos ter agilidade, o custo vai ser bem menor, então nós conseguimos atender com uma quantidade maior e com a qualidade melhor de pessoas, como os operadores, proprietários e quem for utilizar as tecnologias.
Legal, Cleiton. Aqui a gente tem a última pergunta, na verdade, do Ricardo aqui. E o Ricardo pergunta, se eu tenho máquinas de outros fornecedores e uso sistemas, me ajuda aqui.
Se eu tenho máquinas de outros fornecedores, uso sistemas para controle de outros prestadores de serviços. Se eu comprar uma máquina de OneDeer, como a OneDeer vê a integração desses.
Outros provedores de tecnologia?
Posso falar, Carol?
Pode, por favor.
Demanda grande de informações, todas as fábricas, todas as indústrias estão trabalhando com essa informação. E hoje nós trabalhamos com a padronização dessas informações. Por exemplo, no nosso portal do JDLink, Nós temos condições de enviar informações e receber informações de outros tipos de sistema de operação. O nosso sistema de gestão de frota, por exemplo, eu consigo adaptar e instalar em máquinas de outras cores, ou seja, em outras marcas de máquinas. Eu consigo fazer integração com vários tipos de sistema. Então, essa questão de integração de dados, hoje ela não é um problema. Nós estamos hoje numa era digital em que todos os sistemas precisam se conversar. Ok? Bom, aqui finalizamos a nossa etapa de perguntas. Só lembrando, se ainda surgir alguma dúvida, nós temos um canal de comunicação com a fábrica. Qualquer dúvida adicional, essas perguntas que vocês enviarem pra esse canal aqui, pessoal, vai chegar fatalmente na gente e nós vamos dar o resultado final. Pro pessoal do Facebook, agradecemos bastante a participação. Eu fui ali, eu dei uma espionada ali, cara, bastante gente participando, viu?
É, eu percebi também.
Bastante gente participando.
Pessoal do Brasil inteiro.
Pessoal, muito obrigado aí pra quem tá do outro lado. Pessoal do auditório, segura um pouquinho aí que a gente vai bater um papo.
More from Francisco

Desh Ke Superhero | Mr. Madhava Rao | Faster Pole Installation with GreenSystem™ Post Hole Digger

En CasaToro John Deere encuentras el respaldo que necesitas para mantener tu maquinaria lista









