John Deere Cast | Capacitação no Campo

John Deere leaders discuss training programs for agricultural workers, including the Crack no Campo operator competition, a new online platform called Campus, and the Mastertech challenge for technical consultants. They emphasize how certification and technology skills boost productivity and career growth in farming and construction.
Bem-vindos a mais um John Deere Catch, essa série de conteúdos que a gente tá trazendo pra vocês com muita informação relevante sobre o ecossistema John Deere. E na conversa de hoje eu trago três colegas pra falar de um tema super importante que é capacitação de mão de obra. no campo e eu quero começar com ela, Micaela, se apresentando para o público. Obrigada por estar aqui, Mica.
Obrigada pelo convite. É um prazer muito grande estar aqui. Eu sou a Micaela, mas podem me chamar de Mica. Eu sou especialista em treinamento para a Divisão de Construção e Florestal aqui na Jonder.
Eu sou Jonas Butzki, especialista de produto e mercado para o sistema de produção de grãos. E estou muito empolgado para falar sobre esse tema de capacitação, que é um grande desafio para os nossos operadores, para os nossos funcionários. Então, tenho certeza que vai ser uma conversa muito rica.
Com certeza vai ser, Júlia! Muito feliz de receber você aqui. Obrigada!
Má, é um super prazer. Meu nome é Júlia Carraro. Eu trabalho no time de gestão do conhecimento. Eu lidero os projetos e estratégias relacionadas a treinamento, a cliente-comunidade. Então, pra mim, é um super prazer estar aqui. Eu sou apaixonada por esse tema. Eu tenho certeza que nossa conversa vai ser incrível.
Ah, eu tenho certeza que ela é apaixonada, porque eu lido diariamente com a Ju. E sei muito bem, e sei que ela vai trazer algo muito legal aqui pra gente. Uma super novidade, né, Ju?
Sim, Má.
Legal, gente, vamos lá. Então, para começar o nosso papo, capacitação de mão de obra. é um tema bem importante, né, Jonas?
Super importante e desafiador.
Desafiador. A gente estava conversando um pouquinho antes de começar o videocast e eu acho que foi muito legal o que você trouxe pra gente, que tem muito a ver hoje com a realidade do campo, com a agricultura digital, com as máquinas cada vez mais levando tecnologia embarcada, né, com muita ali... novidade, são atualizações que estão acontecendo a todo momento e aí para o operador estar preparado para lidar com isso tudo, ele precisa de apoio, né, João?
Precisa estar preparado para utilizar todas essas tecnologias que nós estamos entregando para os nossos clientes. Então, a gente precisa estar cada vez mais capacitando eles, preparando para que ele torne o produtor cada vez mais rentável, tenha mais produtividade, aumente a performance no campo e só isso, a gente consegue fazer isso somente capacitando essa turma.
E eu acho que tem um aspecto que vai além também do trabalho, né? Eu acho que Você, Mika, você, Ju, eu, Jonas, todo mundo que se dedica a trabalhar em alguma atividade, a gente quer buscar excelência pra quê? Pra contentamento, pra gente se sentir realizado e também pra gente avançar na vida, a gente realizar os nossos sonhos, conquistar aquele sentimento de eu posso, eu consigo.
Eu sou capaz, né, Ju?
Ah, perfeito. Eu vejo muito que, pra além do negócio, o conhecimento é sobre transformação, né?
Com certeza.
É uma oportunidade, é o único meio que a gente consegue realmente... Que a gente tem pra conseguir os nossos sonhos, pra gente realmente conseguir a carreira que a gente quer. E quando a gente tá falando em treinar operador, isso pra ele significa muita coisa também. Imagina você conseguir avançar no seu trabalho e transformar aquilo que você faz. Então, é um tema super importante.
Eu acredito que o treinamento é a base de tudo.
Sim.
Pra você operar uma máquina, pra você desenvolver uma função, alguma posição, tudo começa no treinamento. Pra daí você ir galgando devagarinho pra conseguir desempenhar um papel 100%. Então, o treinamento é importantíssimo em qualquer esfera.
Mica, você que trabalha com treinamento, você deve vivenciar, assim, experiências super legais, né, de transformação de vida, de tudo isso que a gente tá falando.
A gente acompanha muito o depoimento, né, de operador e ele traz isso. de como vira uma chave na cabeça dele quando ele começa a identificar que ele treinando, capacitando, entendendo o que de fato os nossos produtos oferecem, o quanto ele consegue render, o quanto ele consegue crescer. Então assim, é muito legal você acompanhar esse desenvolvimento.
A gente tinha uma estratégia nos últimos anos, Marcela, na adoção da tecnologia e com certeza isso é importante e essa estratégia vai continuar. mas nós precisávamos ter um foco maior na utilização da tecnologia, pra tornar o nosso produtor mais rentável, mais eficiente na sua lavoura. E aí a gente pensou, quem que são as pessoas que utilizam essa tecnologia no dia a dia? É o operador. Então, a gente precisa fazer o crack no campo, focado no operador. Nós nunca tínhamos feito nenhuma ação focada para o operador.
Mas peraí, então. Crack no Campo é uma iniciativa focada nos operadores. Tô entendendo que é uma competição.
Exatamente.
A galera gosta de uma competição, né, gente?
Uma competição saudável. A gente pensou em uma forma de gamificação, Marcelo, premiar o Crack no Campo, o operador, que mais utilizar a tecnologia embarcada no equipamento. E o prêmio que esse Crack no Campo vai ganhar vai ser uma experiência numa fábrica da John Deere, com Penta Campeão. Nós estamos definindo entre Monte Negro, fábrica de tratores, ou Horizontina, fábrica de plataformas e colheitadeiras.
Eu já fui nas duas e eu sei que é... Bem legal.
É bem legal, tá?
A gente tá preparando uma experiência diferenciada pra esses operadores, porque eles estão realmente muito engajados. E aí, falando um pouquinho sobre quando começou, Marcela, e como que tem sido, né? Com o apoio do concessionário, isso foi muito importante. A gente começou o cadastro dos craques no campo em dezembro.
Dezembro de 2023 agora.
Perfeito. Nós tínhamos a expectativa de termos na plataforma cadastrado 3.500 operadores e nós, pela grata surpresa, tivemos 3.800.
Cursos online, por exemplo, para chegarem no treinamento presencial mais preparado para o mão na massa. E a gente não tinha rastreabilidade, né? A gente não conseguia entender como apoiar esse operador. Agora a gente vai ter. Então, fiquem atentos aí porque a gente vai lançar muito mais novidades no campus e vai ser a nossa ferramenta. realmente para conseguir apoiar esse operador a extrair tudo que ele consegue da máquina. Então, é uma ferramenta bem importante, eu tenho certeza que vai ajudar demais, tanto o produtor, que vai ter muito mais facilidade em treinar todos os operadores, mas o operador em si, né? Imagina que, muito mais tranquilo, você já ter um lugar para você fazer seus treinamentos, você consegue revisar o conteúdo antes de ir para o presencial, você compra o conteúdo presencial pela plataforma, Então, realmente, é um projeto que a gente tá bem animado. Os operadores vão ser certificados, vão ter certificado de ondeiro. Que a gente sabe que é uma coisa que eles querem bastante. Então... Tem que postar no LinkedIn aí, que fizeram treinamento no campus. Então, realmente, é uma novidade especial que a gente tá muito feliz de compartilhar com vocês.
Ju, e me conta uma coisa, agora, né, então a gente tá falando de uma plataforma que vai disponibilizar cursos aí para as pessoas que quiserem acessar, e os cursos todos, eles são... a gente tem que pagar alguma coisa? Se eu quiser fazer o curso, eu pago? Tem alguma opção? Como é que tá funcionando?
Mar, ótima sua pergunta. Hoje, quem entrar, vai conseguir acessar os cursos gratuitos. Então, todo mundo que tiver interesse, aproveitem, acessem.
Presente de lançamento.
Um presente de lançamento. Tem que aproveitar, porque é por tempo limitado. Então, vai ser importante já correr, entrar no campus, ver os cursos. E também, gente, hoje é a fase 1, né? Então, a gente... A fase 1, no sentido de é um lançamento, é o inicial, tá nascendo agora. Então, que momento feliz. Só que ele vai evoluir muito, tá nascendo agora, a gente sempre, a gente continua em constante evolução, a gente já tem uma série de melhorias planejadas, então a gente quer que vocês entrem, que vocês façam os treinamentos e compartilhem os feedbacks, porque a partir do feedback de vocês, a gente vai saber como melhorar e realmente atender as necessidades conversar muito com as dores, né, que cada público tem. Então, eu tenho certeza que vai ser muito boa essa solução.
Pra quem quiser acessar, qual é o endereço, Ju?
É campus.dear.com.br.
Então, você que tá assistindo aí, se quiser já dar uma olhada. Peraí! Não, peraí! Você termina de assistir essa conversa aqui, daí você corre lá. Mas deixa anotadinho, tá bom? Mika, falando de campus, eu sei que a gente fala muito de cursos no segmento agrícola, mas eu sei que para quem trabalha na divisão de construção também tem muito curso na campus, pelo menos aqui. Não, é verdade esse fato.
Estaremos no campus de Honduras e estaremos lá com conteúdos através das pílulas de conhecimento, que a gente chama. São dicas rápidas, porém assertivas, de especialistas relacionadas à aplicação dos produtos de construção, conceitos técnicos, cálculos de produtividade. Então, construção e florestal também vai estar no campus de Honduras.
Quero saber como é que vai ser, hein, Mika? E assim a gente encerra essa primeira parte aqui da conversa e agora eu vou chamar outros convidados a gente vai chamar pessoas aí que estão vivendo na prática essa experiência com os treinamentos e vão poder dizer pra gente o quanto que isso já impactou ali positivamente na vida deles. Obrigada gente pela participação. Dança das Cadeiras aqui agora com novos convidados na mesa, porque a gente vai falar de mais uma iniciativa da John Deere. A gente já falou da Campo John Deere, do lançamento da plataforma. Agora a gente vai falar do craque no campo. Fica aí, se você tá curioso, que essa turma aqui vai compartilhar muito sobre essa iniciativa que tá realmente aí. Fazendo diferença, né? Tem uma pessoa aqui que está sendo bem impactada positivamente com o craque no campo. Eu quero começar com você se apresentando, Cauã. Muito bem-vindo, obrigada por ter aceito o convite para estar aqui com a gente.
Obrigado pelo convite. Meu nome é Cauã Passoni Canella, sou lá do interior de São Paulo, Varginha do Sul. Eu tô aqui hoje pra falar um pouco da minha experiência do crack no campo, que é uma experiência que eu adorei muito ter participado, que é tipo um campeonato, vamos dizer assim. E é isso.
É isso, é isso. Você tá sendo muito humilde, viu? Esse rapaz aqui tá arrasando, viu, pessoal? Vocês vão entender o porquê. Manielle, muito obrigada também por estar aqui, com a visão do concessionário aí, que também tá ajudando muito pessoas aí, como o Cauã no Crack no Campo. Eu já vou falar o Crack no Campo, hein, galera.
Eu que agradeço, Marcela, o convite. Eu sou Vaniele Carvalho, sou instrutor certificado concessionário, faço lá a região da Minas Verde, Sul, Sudoeste e Minas Gerais. E o instrutor certificado, ele contribui aí com o craque no campo. Acredito que a gente vai conversar um pouquinho mais aí.
É isso, a gente tá falando craque no campo, craque no campo aqui. O pessoal já tá aqui com esse craque no campo, Jonas. Vamos lá contar pra galera o que é o craque no campo.
Vamos lá, o que é o craque no campo e de onde que ele nasceu, né? A gente tinha uma estratégia nos últimos anos, Marcela, na adoção da tecnologia. E com certeza isso é importante e essa estratégia vai continuar. mas nós precisávamos ter um foco maior na utilização da tecnologia, pra tornar o nosso produtor mais rentável, mais eficiente na sua lavoura. E aí a gente pensou, quem que são as pessoas que utilizam essa tecnologia no dia a dia? É o operador. Então, a gente precisa fazer o craque no campo, focado no operador. Nós nunca tínhamos feito nenhuma ação focada para o operador.
Mas peraí, então. Crack no Campo é uma iniciativa focada nos operadores. Tô entendendo que é uma competição.
Exatamente.
A galera gosta de uma competição, né, gente?
Uma competição saudável. A gente pensou em uma forma de gamificação, Marcelo, premiar o Crack no Campo, o operador, que mais utilizar a tecnologia embarcada no equipamento. E o prêmio que esse Crack no Campo vai ganhar vai ser uma experiência numa fábrica da John Deere, Ou fábrica? Compenta campeão. Nós estamos definindo entre Montenegro, fábrica de tratores, ou Horizontina, fábrica de plataformas e colheitadeiras.
Eu já fui nas duas e eu sei que é bem legal.
É bem legal, tá?
A gente tá preparando uma experiência diferenciada pra esses operadores, porque eles estão realmente muito engajados. E aí, falando um pouquinho sobre quando começou, Marcela, e como que tem sido, né? Com o apoio do concessionário, isso foi muito importante. A gente começou o cadastro dos craques no campo em dezembro.
Dezembro de 2023, agora.
Perfeito. Nós tínhamos a expectativa de termos, na plataforma cadastrada, 3.500 operadores, e nós, pela grata surpresa, tivemos 3.800 operadores.
Mas no primeiro ano já bater a meta, aí o negócio é bom, né, gente?
Exatamente.
Bater a meta de cara.
Exatamente. E aí, mais um dado importante também, Marcela, que além de nós termos esse número de operadores, a gente conseguiu aumentar a utilização da tecnologia embarcada nas nossas marcas em 21%.
21%?
Exatamente. O que isso quer dizer?
Mas começou a inscrição em dezembro e vocês já nesse meio tempo conseguiram apurar que aumentou 21%? É isso?
Exatamente. E aí vem do ponto que você falou, a competição. O pessoal entendeu que utilizar as tecnologias que nós temos nas nossas máquinas é de extrema importância. Então, com o apoio de novo do concessionário, treinando, capacitando essas pessoas, eles entenderam que eles vão colher mais hectares por dia, eles vão ser mais rentáveis, eles vão ter mais performance, e hoje em dia, sem a tecnologia, Não tem como. A gente precisa ter a tecnologia como um aliado e o Crack no Campo vem para premiar isso.
E aí a competição deu aquele estalo então, né Cauã, para dar aquela engajada, é isso?
Foi isso, né? O prêmio motivou bastante.
Então, mas me conta, como é que você ficou sabendo do Crack no Campo? Me conta como é que foi.
Posso te dizer assim, desde pequeno eu fui um menino muito empenhado no trator, sempre gostei muito, sempre tive muito contato, sempre me interessei bastante. Aí de um tempo pra cá... Você.
É família de agricultores?
Sim, meu pai planta, meu avô, a gente tá sempre no ramo.
Ah, tá no sangue.
Tá no sangue. Aí de um tempo pra cá, como ele diz em dezembro, por aí eu vi o... o anúncio que eles estariam fazendo uma competição, quem usasse mais tecnologia e que tinha direito de ir, quem tá ganhando a viagem pra fábrica.
Você viu onde?
Eu vi no Instagram.
No Instagram?
Sim, da John Deere.
Você acompanha o Instagram da John Deere? Então você que tá aí também, ó, aproveita e segue a John Deere no Instagram, tá? Segue a John Deere no Instagram pra também ficar sabendo do craque no campo.
Semanalmente a gente lança o ranking, Marcela, pra que eles possam acompanhar como que tá sendo a evolução, qual é a posição. Isso só aumenta a competição. O Cauã sabe muito bem disso.
Opa!
Sei, no comecinho eu tava ali pra posição, acho que 15, 20. Aí eu fui vendo ali, fui mudando. Aí a primeira semana, acho que a Joandir chegou até a postar um... os 10 melhores e entrei em 10 ali, aí eu sempre tava na ganância de estar em cima, em cima e foi indo, foi indo. Mas tomara, né? Tomara que seja ali no topo e... Um sonho desde pequeno é conhecer a fábrica e vamos ver se vai dar certo, né?
Ah, então você sonha em conhecer a fábrica?
Sonho. Curiosidade muito grande de saber como que um trator sai das peças, do estoque, pra virar uma máquina que tá ali no dia, tipo, plantando, colhendo. É bem interessante isso pra mim.
E é só conhecer a fábrica que é a premiação? O que vai ser a premiação mesmo?
Não é só conhecer a fábrica, além de uma experiência completa.
Só, entre aspas, porque é uma baita experiência, tá?
Exatamente, é uma imersão.
É uma imersão.
Do ecossistema de Ondir.
Com certeza.
Mas teremos uma pessoa especial junto conosco nessa visita, que é um pentacampeão.
Não me fala isso, não. Não me fala isso, que eu sou...
Tu vai querer ir junto, Marcela?
Eu vou.
Bora lá.
Só me levar, só me levar. Eu sou muito fã de futebol, já fui mais, mas sou muito fã ainda. E eu gostei de futebol, comecei a gostar de futebol por conta dessa seleção de 2002, por ter assistido a Copa do Mundo. Acordei até de madrugada pra assistir o jogo. É, foi no Japão a Copa, não foi?
Coréia-Japão, isso aí.
É isso aí, eu acordava de madrugada pra ver os jogos. Me apaixonei por futebol e eu amo, gente, essa seleção, saudades.
Eu vou colocar teu nome lá, Marcela, pra acompanhar.
Coloca, por favor.
Aí o Cauã vai relembrar desse vídeo.
Inventa um podcast lá pra eu fazer.
Podcast com o Penta Campeão.
Eu acho! Nossa!
Gostei da ideia.
Eu gostei também.
Anota aí, pessoal.
Mas muito. Ó, quem que você acha que vai ser o pentacampeão?
Ah, não tenho nem ideia, né?
Porque... Você não gosta de futebol?
Ah, eu não sou um garoto que, tipo, é aquelas pessoas viciadas em futebol, que sabe tudo, empenhada. Eu gosto de ver o povo jogar, só que eu não entendo nada.
Mas você torce pra algum time?
Torço. Corintiano.
Ah, gente boa!
Gente boa.
Tá vendo?
É corintiano, gente. Por isso que ele tá aí no ranking, tá bem na competição.
Mas eu percebi que o foco dele é... tecnologia das máquinas e operar elas. Esse é o foco dele.
Então, me conta. Quero saber mais, então. Você teve que trabalhar, né? Não é só a competição e a ação. O que fez você se destacar, então?
Vamos dizer assim, eu antigamente não tinha muita base nas tecnologias, eu usava só piloto automático, controle de rotação e bem um básico ali. Só que o meu trator, que eu tenho um 8 345, tem uma opção dele lá que você controla, vamos dizer assim, a velocidade de trabalho que você quer do trator. Vamos supor que eu estou subsolando lá 7 por hora, na hora que o trator começa a forçar, ele volta a marcha sozinho, para evitar patinagem, gasto de combustível, e isso ajuda bastante. E era uma coisa que aumentou muito os pontos. Depois que eu descobri isso, fui usando bastante. Junto com o resto que eu sempre usei de controle de rotação, GPS, e assim foi indo. Aí foi só aumentando.
Ah, então quer dizer que veio a competição, te motivou a usar a tecnologia. Mas agora, entendeu que faz diferença e vai continuar usando?
Faz.
Agora não fica sem mais, né? Não fica.
O que você viu de diferença?
Ah, o consumo diminui bastante.
É.
Dá diferença um pouco, sim. E eu acho bem mais prático de trabalhar, porque é uma coisa que... É mais fácil, você não precisa... Aquela trocação de marcha, ele troca sozinho, você só regula ali. É assim.
Ah, agora é só pra frente que você anda, né?
Agora é só pra frente.
É só pra frente.
Não tem volta.
Manely, eu acho que a história do Cauã dá um super gancho pra gente, você aí no papel de instrutor certificado, compartilhar com a gente, depois de dezenas e dezenas de operadores que já deve ter treinado, orientado, o quanto o papel do concessionário, né, no incentivo ao uso de tecnologias como ele tá trazendo aqui pra gente, realmente fazem a diferença. e movem a vida dos operadores, a eficiência deles como profissionais é muito satisfatório.
Sim, Marcela. O Jonas tocou num ponto bem importante que a máquina, a adoção da tecnologia, hoje a gente promove muito isso porque a máquina já vai com a tecnologia embarcada, mas o uso, a utilização da tecnologia que está o desafio. E aí, dentro do concessionário, a gente tem esse programa com o instrutor certificado. Por exemplo, lá eu faço o meu papel. Quem trabalhou junto com o Cauã é o Juninho, lá na Terra Verde. E o papel nosso é pegar a informação da fábrica de forma padronizada. Então, a fábrica nos treina para a gente ter o mesmo nível de treinamento no Brasil todo. Então, imagina, assim como eu treino meus operadores lá, o Cauã foi treinado aqui. pra usar a tecnologia da forma correta que deve ser usada e pro produtor aproveitar o melhor da máquina dele. Com a redução de consumo de combustível, com maior produtividade. E assim, não só o Kauan vai sair ganhando aí, mas o produtor também sai ganhando muito com essa história.
O produtor faz um investimento no maquinário, Marcelo, e ele quer extrair os 100% dessa máquina.
Com certeza.
Como que ele vai extrair o 100%? Tecnologia.
Tecnologia. É o caminho sem volta, né?
É o caminho sem volta. E quem tá utilizando, como o Kawan, tá um passo à frente dos demais. Isso é um fato.
Já tá um passo à frente, rumo ao sonho de conhecer a fábrica. Ó, tô apostando em você. Tô apostando em você, hein? Tô apostando, tô torcendo por você. Seu sonho. E falando em sonho, o que mais que tem de sonho aí, né? Porque você vai seguir se capacitando, você vai seguir aí nessa tocada, é rumo ao sucesso. É rumo ao sucesso. O que é sucesso, sonho pra você?
Ah, meu sonho é continuar o que meu pai e meu vô tem, né? Continuar plantando e crescer. E um dia ter o famoso 9R na fazenda, né?
Ah, esse rapaz sonha grande.
É um sonho.
Ele sabe o que é bom.
Mentalidade, mentalidade, crescimento. Mentalidade, crescimento. Muito bom.
Um dia aí vem. Pode demorar, mas vem.
Você já entrou no 9R?
Já. Já entrei ali no Encrochou e apaixonei já.
É.
Sonho de consumo.
Sonho de consumo.
Aproveitando, Marcela, vou dar um recado para quem está nos ouvindo. Os craques no campo que estão cadastrados na campanha, continuem utilizando. A gente está na reta final. Em maio, a gente vai lançar o pódium. Então, continuem utilizando as nossas ferramentas, as nossas tecnologias, que a gente está preparando uma experiência, uma imersão incrível nas nossas fábricas. Não perca!
Eu posso aproveitar para dar um recadinho, Marcela?
Claro.
Você, operador, procure o instrutor certificado da sua concessionária, da sua região. Lá, o pessoal está capacitado para entregar o melhor treinamento de operação da sua vida, vamos dizer assim. E aproveite também a Campus de Ondir, que vai trazer os treinamentos básicos e vai preparar os operadores para vir fazer os treinamentos presenciais conosco.
Muito bem, muito bem. É importante dar um recadinho para o pessoal também. A gente está trabalhando com segmento, né?
Correto. Então nós teremos o crack no campo de colheita de grãos e em outubro a gente vai ter o crack no campo de CH-950 cana.
Muito bem, é isso aí. Para você que é produtor de grãos ou produtor de cana, fica aí para você já saber os períodos corretos para participar da competição.
Acompanhe o Instagram da John Deere, que todas as atualizações vão ser feitas lá.
O Cauã segue as redes sociais, então, de novo, seguiu a rede social, se engajou e, ó, tá aqui. Tá aqui compartilhando e tá ali rumo à vitória.
Rumo ao sonho, né?
Olha, agora chegou o momento da gente encerrar o bate-papo. Foi um prazer, Cauã, prazer te conhecer. Tô torcendo por você. Vou anotar aqui seu nome pra olhar depois lá no ranking, eu vou acompanhar nas redes sociais.
Beleza?
Deixe comigo. Vaniely, obrigada também pela participação, por tudo que você trouxe pra gente. Jonas, brigadão, baita iniciativa aí, craque no campo.
Obrigado, Marcela. Prazer participar aqui com o Vaniely e o Cauã, que tem uma missão tão importante lá no campo, na linha de frente, e principalmente contigo aí, que foi um bate-papo excelente.
Show de bola. Obrigada, Jonas. E você fica aí que agora a gente vai falar de outra iniciativa da John Deere, que é o AsterTech. Agora, por último, mas não menos importante, a gente vai falar do Mastertech, que é uma super iniciativa também, que a John Deere tá trabalhando aí já há um tempinho, que tá apoiando muita gente, muito técnico aí, pra se especializar e, ó, ter aquela super performance no seu trabalho, né, Ana?
Isso aí, Má.
Inclusive, muito obrigada por ter vindo, Ana, se apresenta aí pros nossos espectadores.
Bom, eu sou a Ana Paula, especialista de marketing tático para o time de pós-venda. Gostaria, inclusive, de agradecer a oportunidade de estar aqui. E estou aqui para falar um pouco sobre essa iniciativa incrível do Mastertech e contar aí para vocês o que vem pela frente.
A Ana é uma das idealizadoras do Mastertech, tem muita informação para trazer para a gente, quero saber tudo, quero me aprofundar no Mastertech. O Jeffrey, que está aqui com a gente também, tem muita coisa boa para compartilhar. Jeffrey, obrigada por ter aceito o convite para bater esse papo com a gente.
Obrigado a vocês. Fico muito feliz pelo convite. Meu nome é Jeff Fernando. Eu sou da concessionária Primavera Máquinas de Querência e é uma satisfação enorme estar aqui e poder falar daquilo que a gente planejou e se esforçou aí no ano passado e trazendo aí um título e também a segunda colocação do Mastertech, que pra nós foi super importante.
Que legal, eu vou querer saber tudo, Jeffrey, eu vou querer saber tudo aí dessa conquista. Dani, muito prazer também, que bom que você está aqui, obrigada pela participação.
Eu que agradeço, Marcela, pelo convite. Muito, muito bom estar aqui com todos vocês. Eu sou Daniela Bonito, instrutora de treinamento e estou muito animada para esse ano. Ano passado foi incrível a tática e tenho certeza que esse ano vai ser melhor ainda.
Eu tenho duas super mulheres aqui que estão trabalhando para levar essa iniciativa para os técnicos na ponta e eu tenho a pessoa que está vendo ali os frutos sendo colhidos, né Jeffrey?
Ah, é uma maravilha, né? Eu acho que o mais importante, e eu acho que isso é algo que a própria Jundir proporciona pra nós, é essa integração, essa quantidade de mulheres crescendo no mercado de trabalho, cada vez mais entrando aí na agricultura, que é o que move o nosso país.
Muito bem, vale aqui o destaque para as nossas mulheres e agora eu vou começar então com a Aninha para falar então o que é o Mastertech, Ana, para quem está assistindo e ainda não conhece, vamos contar um pouquinho aí da iniciativa.
Bom, o Mastertech é um desafio de habilidades que a gente faz para os nossos consultores técnicos, consultores e consultoras técnicos em campo. É o segundo ano consecutivo. O ano passado a gente fez um projeto piloto, foi um pouquinho mais cometido, onde o Jeffrey trouxe o primeiro e o segundo colocado. Ele vai contar um pouco mais à frente. Mas consiste em uma competição que começa agora em maio. São cinco etapas, vai até o mês de setembro. Iniciou agora com 1.200 inscritos. Todos os concessionários do Brasil podem participar. Todos os técnicos, nossos concessionários, podem participar. E cada mês a gente tem uma prova, que no início é uma prova online, à distância. E a final é um grande desafio que dura cerca de 10 horas. Presencial, técnica, mão na massa. que ali sai o grande vencedor.
Interessante. A Jundir está trabalhando realmente em muitas frentes para garantir que o cliente na ponta tenha sempre a excelência, investindo em mais uma iniciativa para ter um técnico bem preparado, bem qualificado para atender o cliente na ponta. Acho que você tá vendo realmente isso acontecer ali, o impacto que tem, né, Jeffrey? Eu queria saber aí, então, dessa experiência que você falou que teve no ano passado, contar um pouquinho pra mim na prática isso que a Aninha trouxe pra gente.
Ah, teve muitas mudanças, né? Várias coisas importantes aconteceram a partir desse momento. Você imagine você poder contar com aqueles dois que mais se dedicaram não somente no momento em que estavam no Mastertech, mas durante toda uma preparação que foi ao longo da carreira de cada um deles. Então, eles já estavam preparados. O prazo é curto. Então, mostra a importância de cada um se dedicar e também buscar o conhecimento e aprovação dos nossos clientes, que é o nosso principal objetivo.
É a chancela, né?
Daí, né?
Com certeza. É o mais importante para todos nós.
Mas me conta, qual da turma lá? Quem se destacou? Me conta como é que foi.
Tivemos vários destaques, mas somente os melhores passarão, né? E por nossa felicidade conseguimos aí chegar na grande final com dois dos nossos profissionais mais bem engajados. Então, cara, foi muito prazeroso. Os dois realmente chegaram lá e deram um show.
Fala o nome deles aí, manda um alô pra eles, pô, eles estão te escutando.
Com certeza, nosso amigo Michael, Michael Welter, que trabalha na unidade de Canarana, e trabalha junto comigo lá também, o Paulo Maschietto, que também é um especialista, e agora, mais do que nunca, está aí com uma propriedade, digamos assim, sobre vários assuntos, e uma experiência incrível pra passar pra todos os nossos clientes.
Que legal, que legal. Ó, alô pra vocês aí. Direto do Jeffrey aqui, direto do nosso videocast, Dani. E esse ano, como é que tá sendo o Mastertech aí pra você que trabalha, né? Então, em treinamentos, como que tá sendo aí a experiência esse ano?
Bem legal, Marcela, porque assim, a gente vê lá, no final das contas, a gente tem o quê? O reconhecimento do técnico, é aquele cara que está lá debaixo de sol, debaixo de chuva, que está na ponta com o cliente, que busca uma solução e põe a máquina para funcionar. Então, esse reconhecimento é muito bacana, é muito importante. A gente tinha o programa do Sensacional para o 100, mas para o técnico veio essa tática. E assim, a gente vê eles se engajarem cada vez mais, cada vez mais eles querendo estudar, se dedicar para vir fazer essas provas do Mastertech e chegar na grande final, sabe? Igual o Jeffrey falou, não é chegado um dia para o outro e eu vou ganhar. Não, eles têm uma bagagem, eles têm uma história, eles têm tudo um estudo, uma preparação. Então eles estão completando o caminho do Educate da JDU e além disso, Atender da melhor maneira, né, Jeffrey, lá na Ponto, o nosso cliente, né, com rapidez, agilidade, com as ferramentas que a Jundir disponibiliza, né, pra poder estar atendendo aí no campo, né, várias ferramentas que dão suporte pra eles também.
Você falou do Educate, o que é o Educate, Dani?
É o programa que a gente tem de capacitação, né? De N1, N2, N3, todos têm que... São níveis. Níveis de... E os técnicos, eles fazem esse programa dentro da JDU pra poder se elevar o nível de conhecimento.
Elevar esse nível legal.
E a cada produto que sai, a gente tem treinamentos disponíveis para que o técnico faça e chegue lá na máquina e consiga de fato saber da manutenção no equipamento. Porque quando lança uma X9, como que ele vai saber sobre o produto? Como que ele vai atender o nosso cliente? Através dos nossos treinamentos.
Perfeito, perfeito. É muito legal mesmo assim, eu fiquei curiosa por uma coisa, você tem ideia de quantos treinamentos que esses técnicos têm que fazer para estar sempre se... se especializando e entregando sempre melhor?
Boa pergunta, Marcela, mas eu não tenho esses números aqui na ponta da linha.
Ou seja, uma quantidade, assim, é um catálogo de treinamento, assim, bem robusto.
Exato. Tem treinamentos online, tem treinamentos presenciais, então os iniciais ali são treinamentos online e depois eles já começam mais para treinamentos específicos que a gente chama de diagnóstico, que daí já vai mais a fundo no conhecimento do equipamento mesmo. Mas ele tem toda uma trilha, se ele vai especializar em grão, em cana, em algodão, lá dentro do Educate, dentro da JDU, ele vai fazendo o direcionamento dele. para o que ele quer ir, qual o tipo de equipamento, quais os produtos e ele faz a sua capacitação lá.
Muito legal e eu gostei muito que você trouxe o que é realmente assim, olha o comprometimento que um técnico e a importância do trabalho desse técnico no dia a dia, ele tem que estar ali sempre pronto para resolver ali um desafio, então a gente vê de um dia realmente apoiando, incentivando através de um Master Tech, cada vez mais essa busca por conhecimento, que no final vai resultar em uma maior preparação para ele estar lidando com esses desafios no campo, é muito importante para quem está nos assistindo, para quem está nos vendo, para ter cada vez mais essa segurança. desse comprometimento da Jundir dentro do nosso ecossistema de soluções. A gente sempre fala do ecossistema de Jundir, essa preocupação em estar sempre preparando a nossa turma, quem trabalha com a gente para fazer o melhor. E como que funciona, Dani? Tem fases que eles precisam cumprir também? Queria entender um pouquinho melhor isso.
Legal, Marcela. Então, esse ano a gente ampliou, então todos podem fazer inscrição na primeira fase, na primeira etapa, que a gente chama, né? E foram quantos inscritos no total até o momento?
1202, de uma comunidade de mais 2 mil técnicos espalhados pelo Brasil.
Uau! O número tá super bom.
Muita gente aí participando. Nessa primeira fase a gente trabalha mais alguns conteúdos básicos como elétrica, hidráulica, service. que é o que até eles aprendem em alguns programas como o JD Tech. Então, são conteúdos mais voltados para a parte básica ali, que ele começa também no Educate. E ao longo das outras fases, a segunda, a terceira e a quarta, a gente já começa a aprofundar mais em produto, nos nossos equipamentos, nas nossas tecnologias. E aí ele vai, na segunda fase também, ainda continua com uma prova online. Na terceira e na quarta já são provas presenciais, que a gente já vai acunilando, e daí vai diminuindo esse número, que a Ana vai contar mais no detalhe. E aí a grande final, que é o mão na massa, que é como se a gente simula, como se fosse um atendimento real de campo. A gente tem um CSC lá pra cada técnico, que ele pode usar o CSC. Tem o cliente que vai fazer o atendimento pra ele, e ele tem que, de fato, fazer o reparo na máquina. Então a gente simula como se fosse um atendimento de campo mesmo. E ele tem que arrumar naquele tempo de prova. Tem tempo.
Qual que é o tempo?
A última fase foi uma hora e meia que ele teve pra poder fazer tudo.
Isso é pouco ou é muito?
Depende do nível de conhecimento. Não é só conhecimento também. A dedicação, o comprometimento que cada um deles teve e chegou na hora, na decisão tudo aquilo que eles conseguiram absorver através dos anos, colocar aquilo em prática. Então, eu acredito muito que os dois conseguiram chegar onde chegaram pela naturalidade. Ambos já entregam isso no seu próprio dia-a-dia e por isso tiveram um resultado tão positivo.
Olha, eu vou falar, não vou negar para vocês não, que eu senti a adrenalina aqui só de vocês falarem, comparada com quando eu tirei carta para dirigir, viu? Pela provinha.
E dura mais de 10 horas. Cada técnico passa por quatro tipos de equipamentos diferentes. Cada equipamento, ele tem cerca de uma hora e meia, duas horas esse ano. Pra encontrar a falha, resolver a falha e reportar a falha. Então não é pra qualquer um.
Não é. É pra quem tá bom. É pra quem realmente se dedicou ali, estudou.
O filtro já é enorme nessa etapa. A gente tá de 1.200 pra oito técnicos finalistas.
Uau!
Mas vale a pena, porque esse ano tá incrível.
E qual que é o prêmio? Me conta desse ano, então. Me conta aí o que tem de interessante.
Tem bastante novidade esse ano. Bom, esse ano a gente expandiu a tática, então todos os consultores técnicos podem participar. O ano passado a gente tinha uma trava ali de um consultor técnico por loja, por ser um piloto, né? E deu tanto certo aqui no Brasil, Que aí a John Deere Argentina, México, Hispano, implementou por lá também. Então não teremos apenas um grande vencedor, teremos quatro. O vencedor Brasil, o vencedor Argentina, o vencedor México e o vencedor Hispano.
Depois tem que promover o encontro dessa turma toda aí, hein.
Virão todos aqui pro Brasil, pra receber aí a coroa do Masterpass. Vai ser tudo aqui no Brasil!
Ai, que legal.
Mas o prêmio tá incrível.
E você não pode dar spoiler?
Não, posso.
Ah, eu quero saber?
O vencedor do Mastertech de todos, do Brasil, da Argentina, do México e da região hispano. Eles terão uma experiência de um dia incrível. Eles farão uma viagem para Chicago e Moline durante sete dias para conhecer a nossa Red Quarter, para conhecer o nosso escritório de marketing lá em Chicago e ter uma experiência super diferenciada.
Sensacional, hein? Tem vaga para ser técnico lá, Jeff?
Sempre temos. E para pessoas como você, com certeza.
Ah, meu querido, muito obrigada.
Sempre haverão vagas.
Mas eu vou ter que estudar, né?
Com certeza.
Eu vou ter que estudar.
Marcela, aproveitando, tem muito CGI aí, super.
Empenhado em capacitar os nossos técnicos, né, Jeffrey?
Eu acho que é a função do CDI é justamente essa, é tirar um pouquinho da distância do conhecimento em relação aos nossos técnicos. Então a gente trabalha muito como facilitador, é trazer essa experiência e conhecimento para que eles consigam atender da melhor maneira possível todos os envolvidos, assim como os nossos clientes que são a nossa prioridade.
E o mais importante de tudo isso é que no final não é só o Master Tech, o grande campeão, super importante e bacana, mas isso vai refletir lá na ponta com o nosso cliente.
Com certeza.
Pessoas mais capacitadas, mais treinadas, mais prontas na resolução do problema do nosso cliente.
Sem dúvida nenhuma. Agora a gente está chegando ao final aqui dessa conversa super especial em que a gente falou então de Campos Jundir, a gente falou de craque no campo e agora a gente está fechando aqui com o Mastertech. E tem mais alguma coisa aí que você queira deixar aqui pra gente de informação?
Tem sim. Acho que esse público que está acompanhando a gente aqui nesses videocasts deve estar curioso, né? Como que eu vou acompanhar essa competição? Eu tenho ali um consultor técnico próximo de mim que me atende e eu quero saber qual é a evolução dele durante o campeonato, a competição. Então, a partir de junho, nas redes sociais da John Deere, a gente vai soltar bastante conteúdo sobre a competição para que todos consigam acompanhar a evolução desse incrível desafio que está só começando.
Muito legal. É de um dia aí com várias iniciativas que estão promovendo avanço de vida na rotina dos nossos funcionários, seja ali concessionário, seja aqui. Eu vejo brilho no olho de vocês também trabalhando num projeto como esse. A gente fica com o coração quentinho de ver que a gente está fazendo algo que é muito relevante para quem está ali na ponta. Muito legal participar disso tudo, aprender mais com vocês. Obrigada, pessoal, pela participação. Dani, obrigada por estar com a gente. Jeffrey, obrigada também. Você saiu lá de? Querencia. Querencia, Mato Grosso.
E está aqui com a gente.
Muito bom, muito bom. E Aninha, obrigada. Obrigada mais uma vez aí pela parceria. E pra você que tá aí nos acompanhando, a gente chegou a um final de mais um John Deere Cast. Não esqueça, eu sempre deixo esse recadinho de nos seguir nas redes sociais pra acompanhar os próximos conteúdos e ficar por dentro de mais informações do mundo John Deere, do nosso ecossistema completo de soluções. Até mais!
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