John Deere Cast | Centro de Soluções Conectadas

Lucie Pereira, Adriane Pereira, and Júlia Carvalho discuss John Deere's Connected Solutions Center, a technology platform that lets farmers monitor equipment remotely and analyze data to cut costs and boost productivity. The Operation Center gives dealers and customers real-time insights into machinery performance.
Olá, seja bem-vindo a mais um John Deerecast, o nosso espaço para a gente trazer conteúdo e muita informação relevante para você que acompanha a John Deere. E para essa conversa, eu hoje tenho a honra de ter três super mulheres aqui que trabalham no agro, tanto da parte de John Deere Fábrica quanto do concessionário. E eu vou começar com ela, Lucie Pereira, por favor, se apresente, bem-vinda.
Obrigada, é muito legal estar aqui com você, Marcela. Meu nome é Lucia, sou responsável pela área de suporte conectada à John Deere para toda a América Latina, e vamos falar um pouquinho disso hoje.
Eu sei que você já está há uns anos focada nessa missão e tem sido uma peça fundamental, né?
Sim, já há três anos estamos trabalhando com essa área e vem crescido muito. A gente tem tido muita evolução por toda a rede de concessionários e estamos trabalhando para melhorar e evoluir cada vez mais, que esse é o futuro, né? Não tem como voltar daqui para frente. Então, a gente está trabalhando bem firme com todos para a gente crescer cada vez mais.
Falando em futuro é agora, sua colega também faz parte desse futuro que é agora aí, com essa tecnologia toda, que a gente tá aí super na missão pra engajar cada vez mais os nossos clientes, né, Adri? Seja bem-vinda.
Muito obrigada, e é isso aí, o futuro já começou, o futuro já tá aqui. Eu sou a Adriane Pereira, hoje eu estou como coordenadora de marketing pra tecnologia. A gente vai falar um pouquinho de como que essas ferramentas se conectam e como que a John Deere consegue ter esse ecossistema tão legal que atende o nosso cliente.
São várias ferramentas, nesse momento que a gente tem esse acesso à tecnologia, a tecnologia sendo facilitadora, são várias as ferramentas e é muito importante cada vez mais a gente ir educando o nosso produtor, o nosso cliente, para que ele consiga acessar, interagir e otimizar ao máximo a sua operação. Júlia, você na ponta sabe bem como é isso, a importância da gente conectar o produtor a essas tecnologias, a tudo isso que a gente está oferecendo. Seja muito bem-vinda, se apresenta para a gente.
Obrigada, queria agradecer primeiramente pelo convite. Sou a Júlia Carvalho, eu trabalho no concessionário já vai fazer uns três anos, sempre trabalhei dentro do CSC. Hoje eu atuo mais no campo, um pouquinho, como consultoria agronômica, diretamente para o cliente. Então, tudo isso que a gente tem de ferramentas dentro de operation centers, centro de soluções conectadas, a gente está ali na ponta, sempre levando o melhor para o cliente, ter uma otimização das máquinas bem melhor.
Tenho certeza que você tem um monte de história legal, um monte de casos para trazer para a gente, que eu estou super curiosa. E mais do que falar do conceito, a gente quer falar da prática, como está funcionando tudo isso. Bom, vamos lá começar então o nosso papo. Antes de qualquer coisa, Lucy, você como a especialista em Centro de Soluções Conectadas, conta para a gente, afinal, o que é o CSC?
O CSC, o Centro de Soluções Conectadas, é um ambiente no concessionário, vamos chamar de um ambiente tecnológico. Ele é um ambiente que traz um time normalmente preparado para atender o cliente da melhor forma, através de ferramentas digitais. Dentro do CSC eu tenho ferramentas para fazer um suporte à distância, suporte remoto, para monitorar a frota do cliente, para trazer projetos ou consultoria agronômica, para trazer uma otimização, trazer maior performance e desempenho da máquina. Então, tudo isso a gente tem dentro do CSC através de algumas ferramentas.
Legal. Eu estava te ouvindo aqui, Lucy, e eu já tive a oportunidade de... gravar algumas imagens, né? Eu trabalho com comunicação, então a gente já esteve presente para gravar imagens de um CSC. E eu costumo dizer que parece que é uma sala, tipo, da NASA, né? Assim, umas mais, outras menos, mas tem umas que você chega até um monte de tela, um monte de gráfico, um monte de coisa sendo monitorada, né? Então, é meio que isso, né? É pra realmente ter esse monitoramento e entrega de dados pro cliente, essa consultoria proativa, vamos dizer assim.
Isso, por isso que você vê um monte de telas, então uns mais, outros menos, mas nessas telas as ferramentas estão projetadas, então pra facilitar, chega o cliente que quer analisar, ver um projeto, ali tá facilitando, né? E até para o time monitorar a frota, Às vezes facilita eu ter uma tela maior, então nessas telas eu tenho as ferramentas sendo projetadas lá, e através delas eu então consigo, o time consegue monitorar a frota, consegue acompanhar como está sendo uma colheita, um plantio, consegue ver se a máquina está emitindo códigos de erro, para oferecer uma ajuda, um suporte, então tudo isso é o que tá sendo projetado nessas telas, como você falou, que parece um ceno da NASA, né? Parece um centro da NASA. É isso aí.
Não sei, me remeteu a isso.
É isso aí, por isso que você falou ambiente tecnológico.
Sim, extremamente tecnológico, um monte de informação ali disponível. Mas é muito interessante, porque quero ouvir muito de você também, Júlia, que vive essa realidade ali. Como que é para um cliente quando ele se depara com essa oportunidade de ter todas essas informações? Não sei se você tem alguma experiência para compartilhar dentro de um CSC que o cliente, uau, que isso, sabe?
No concessionário, muitas vezes, vão bastante clientes até atrás do pessoal do comercial, dos vendedores, e os vendedores sempre aproveitam para levar os clientes até o centro de soluções conectadas, e quando eles entram é um baque. Eles olham, falam, meu Deus, nossa, o que está acontecendo aqui? Tem muita informação. Clientes novos que ainda não têm a tecnologia, a partir daquele momento, começam a ter um olhar diferente, a ter uma... uma vontade de ter aquela tecnologia nas suas máquinas.
Gera curiosidade.
Sim, gera uma curiosidade e a partir dali a gente começa a demonstrar essas ferramentas que a gente tem, como a Lucy falou, e o CEC tem que tratar todos esses dados. Então, a gente tem muito dado que vem de campo, dados de máquina, dados agronômicos. Então, a gente trata todos esses dados para devolver para o cliente de uma forma que ele consiga utilizar no campo. tanto para uma tomada de decisão mais assertiva, uma otimização de máquina, que o cliente não quer ter máquina parada, então a gente está ali para ajudar isso a acontecer no dia a dia.
É, evitar máquina parada a todo custo, né? E eu queria emendar disso que você falou também, Júlia, você falou ali da varia... Você, Lucy, né, falar um pouquinho agora sobre essa variedade de informações, né, de dados que estão sendo monitorados ali. Mas tem alguns dados, assim, que são os mais, mais, assim, que os clientes vão atrás, assim, que é muito importante para eles monitorar esses dados, em especial, o consumo de combustível.
Esse é um dos.
Eu imagino que esse é um, né?
Porque a gente vê assim, o perfil do cliente de grãos é diferente do perfil do cliente de cana, por exemplo. Então, às vezes são pontos, o foco nem sempre são os mesmos. Mas consumo é unânime, todo mundo quer saber quanto a máquina está consumindo, se pode economizar. E através de todas essas telas do monitoramento, a gente consegue observar e ver como está sendo esse consumo. Mas claro que tem outros dados, até a Júlia pode comentar melhor, mas se eu pensar em grãos, a Júlia atua mais na área de cana, mas se eu pensar em grãos, eles querem saber muito quando você está perdendo a máquina, se o adubo ou a semente está caindo de acordo com o planejado, mas cana, né, Júlia, eu acho que consumo é o ponto mais observado.
Dentro do analisador de máquinas, que a gente fala que a gente tem todos os dados de telemetria...
O que é o Analisador de Máquinas?
Ele fica dentro do Operation Center, é uma das ferramentas que a gente tem dentro do Operation Center, que é onde a gente faz análise de dados de máquina, dados agronômicos. Então, dentro do Analisador de Máquinas, a gente consegue comparar o uso de combustível com a rotação, por exemplo, para saber se o cliente consegue diminuir um pouco a rotação para melhorar o uso do combustível, o que ele pode otimizar na máquina para diminuir o uso de combustível. Então, além de dar o resultado de, oh, você está gastando tanto, a gente consegue ajudar ele a melhorar e otimizar um pouquinho. o trabalho para ver se consegue melhorar mais ainda o consumo no campo.
Focado na questão do custo, né?
Sim.
É algo muito importante.
Essa redução de custo é importante para todo mundo, com certeza.
Com certeza. E aí, falando do aspecto cliente, do ponto de vista do cliente, porque aqui vocês trouxeram para mim algo que o concessionário está muito ali observando, é um espaço físico direto no concessionário, mas eu imagino que também a interface ali pro cliente, pra ele tá monitorando isso também e ter essa conexão né, pra esses dados, esses alertas e essa... Esse preventivo mesmo, de estar monitorando, a gente tem com o John Deere Operation Center. É isso, né, Adri?
Isso aí, Mara. O John Deere Operation Center é uma das ferramentas que são utilizadas dentro do CSC. Como todo mundo já sabe, o John Deere Operation Center é gratuito. Então, o cliente, assim que ele compra essa máquina, ele já cadastra lá no Operation Center e começa a utilizar. Então, tá tudo englobado com o nosso pacote ali de tecnologia, óbvio que ele precisa ter, né, os nossos JD-Link modem, tanto o R quanto o M, os monitores, que é onde ele também vai fazer essa gestão, e aí todos os dados gerados durante a operação dele, seja em Kanagrans, culturas especiais, vai lá pro Operation Center e ele consegue, durante o dia inteiro, analisar, gerenciar, monitorar. Então, é muito legal, assim, conseguir fazer essa conexão.
O John Deere Operation Center, para quem ainda não conhece, pessoal, é um aplicativo e ele é gratuito. Você pode baixar no seu celular, ali pelo sistema operacional correspondente à marca do modelo do celular que você utiliza e você já vai conseguir conectar a sua organização. Precisa conectar a organização ali para o cenário.
E é muito legal, porque não vale só pra máquinas de um dia. Então, independente da marca que o cliente tem na fazenda dele, ele consegue, através disso, monitorar se ele tiver esse pacote de soluções dos nossos hardwares. Então, ele coloca lá, instala na máquina dele, e independente da marca, ele monitora. Então, tá ali, a fazenda dele completa, entregando tudo o que ele sempre quis, que é enxergar na palma da mão, independente de onde ele tiver todos os dados da operação.
Muito legal. Então a gente pode dizer que o CCC e o Operations Center vão dar a mesma visão para cliente e para o concessionário. A interface para o cliente ali, facilitada, pode ser também versão desktop, né? O cliente também consegue acessar pelo desktop, mas o celular está no dia a dia ali, facilita bastante a vida, então ele consegue olhar, ter toda a visão ali pelo celular, E com o CSC ele tem esse suporte proativo do concessionário que tá ali 100% ajudando ele a olhar pra tudo que é oportunidade de otimização. É isso, meninas?
Exatamente. O concessionário pode dar esse serviço, a prestação de serviços analisando os dados e dando soluções específicas para aquele cliente, fazendo essas análises. Então, esse é o serviço do CSC. Dá essa ajuda, essa consultoria, vamos dizer, esse acompanhamento dos dados através de Operation Center e outras ferramentas também, que complementam todo o trabalho que a gente tem, de opções que a gente tem dentro do CSC.
Muito legal. E a questão da produtividade, acho que tudo na verdade que a gente tá falando aqui é pensando em aumento de produtividade, em reduzir custo, né? Então a Júlia, eu acho que a gente chegou naquele momento que eu falei no início da conversa, Eu queria que você trouxesse alguma história pra mim, Júlia. Eu acho que mais do que a gente falar, é a gente saber histórias ali. Você que tá todo dia ali lado a lado com o cliente, eu tenho certeza que você tem alguma história muito legal pra trazer pra gente de alguma situação, né, em que o CSC, o uso do John Deere Operation Center, né, um cliente que já é assíduo do uso de Operation Center, pode ter aí, nossa, fez toda a diferença pra mim, sabe? Achei que é bem legal a gente falar disso.
A gente trabalha com desde pequeno cliente, grande, até usinas e tem uma história legal de uma usina, inclusive, que eles usam bastante projeto pra fazer a colheita, né? E pra isso precisa de um pendrive, o pessoal da geotecnologia precisa passar um projeto de linha no pendrive, o líder da frente busca o projeto de linha com pendrive lá na matriz pra poder levar em campo, a máquina fica parada, cerca de 5, 10 minutos para poder fazer a inserção do pendrive, colocar o projeto. É todo um trabalho para poder inserir o projeto no maquinário. Com a máquina conectada, tendo o Operation Center, a gente consegue fazer o envio remoto desse projeto. Então, não tem necessidade do leader estar se deslocando de onde ele está até a geotecnologia para pegar o pendrive. Então, você diminui o custo de combustível, por exemplo, para ir até o campo, levar spin drive, você diminui o tempo de máquina parada, porque se a máquina tá parada, você não tá colhendo cana, você não tá mandando cana para a usina. Então, você vai tendo vários custos em global.
Tempo de você levar, né? Exato.
É o tempo da pessoa buscar, levar, parar, subir na máquina, colocar o pendrive. Essa máquina ficou parada 5 minutos? É 5 minutos que ela ficou parada sem colher. É 5 minutos que não tá colhendo cana.
E 5 minutos já faz muita diferença, né? Pra quem tá no campo é impressionante.
Faz muita diferença. Pra gente, às vezes, parece que 5 minutos é só 5 minutos.
É o tempo pra tomar um cafezinho.
Mas 5 minutos de uma máquina parada, com motor ocioso, sem colher cana, sem mandar cana pra usina, é um impacto grande.
É muito legal esse exemplo de usina que a gente sabe também que é muito importante essa questão de custo e tal. para qualquer produtor, mas para quem trabalha com usina, realmente tem um impacto gigantesco. Eu acho que é interessante, Adri, também, você já me contou que tem um lançamento de Motivos Ansiosos no Operation Center, que eu acho que está totalmente relacionado a isso aqui.
Exatamente, tirou as palavras da minha boca, mas já ia aqui complementar a Ju, falar que está super em consenso com isso, trabalham juntos por ser uma das ferramentas. E aí a gente tá lançando os motivos ociosos, inclusive um dos motivos que a gente coloca lá quando o operador precisar parar a máquina pode ser a manutenção, ou qualquer coisa nesse sentido. Então ele aponta lá e automaticamente já começa a contar o tempo que ele tá parado, fazendo o que é preciso ser feito. E acredito que daí eles consigam agir mais rápido por conta disso, já que tem o monitoramento. Acredito que vai conseguir fazer com que essa solução ainda case melhor que o CSC e que faça as coisas acontecerem.
Eu não sou produtora, mas se eu fosse, com certeza eu ia querer tudo isso. Acho que não tem outro caminho, né? A gente tem visto cada vez mais o impacto que a tecnologia tem para melhor. Então, em sendo um caminho sem volta, Adri, ainda contigo, se eu não tenho as minhas máquinas ainda conectadas, como é que eu faço, né? Pra quem tá escutando aqui, nossa, eu quero isso, preciso disso, eu não sabia que tinha. Pode acontecer, pode ser que quem esteja escutando ainda não sabia. Como faz pra conectar a máquina, Adri?
Procura o concessionário da sua região, com certeza eles vão estar ali pra auxiliar, mas é muito legal porque a gente tem esse conjunto de soluções. Então, o primeiro passo é você estar ali com o JDLink, como eu disse antes, dependendo da máquina R, dependendo da máquina Moldem, se for máquina de outras marcas, o M Moldem. E aí ele vai adquirir isso, né, vai ser instalado, vai ter ali o kit piloto junto com o monitor, ele consegue associar aquilo na máquina e a partir disso, quando ele tiver uma conexão com a internet, ele já começa a receber esses dados e começa a fazer todo o monitoramento. Então é muito simples. Já tem esse kit, né, tem a kit de campo pra quem já tem... Isso, já tem o kit de campo pra quem já tem a máquina, então não é só em máquinas novas que isso pode acontecer, ele adere esse kit de campo, instala na máquina dele e a partir desse momento ele já começa a ter esses dados ali.
Eu queria, aproveitando, que eu gostei disso, eu acho que é um momento pra gente explicar bem pras pessoas o que que é cada item nesse kit basicão. Quando você fala do modem, é tipo um modem de computador pra conectar mesmo assim, internet, pra garantir que tem Wi-Fi? O que que é esse modem?
Exatamente isso. É um modem, é um quadradinho assim. E aí você coloca lá no sistema da máquina.
Ele fica dentro da máquina?
Isso, dentro da máquina. Cada máquina tem uma posição diferente, né? Ele já conecta ali também com a rede CAN da máquina, tá tudo interligado. Aí você conecta... E as informações daquela máquina começam a ser geradas e processadas ali, e envia pra nuvem, quando você tiver conectividade. Envia pra nuvem, através dessa nuvem vai pro Operation Center, e aí você tem acesso a todos esses dados.
Perfeito. E aí tem o piloto automático?
Isso. O piloto automático já é um velho conhecido, né? A maioria dos produtores já conhecem o piloto, porque hoje em dia é até difícil, né, achar quem não utiliza piloto. Porque é essencial, principalmente pra você ter assertividade na precisão. Então, é um kit ali, pra quem já vem na... Já vem, né? A AutoTrack, que a gente chama aqui como John Deere, já vem na maioria das máquinas. As que não vêm, tem o nosso kit também, instala o volante, tem o modo, tudo certinho, pra montar e você começar a usar junto com o receptor.
E o receptor, aquela antena, a nossa antena Starfire, inclusive tem um lançamento aí esse ano, né, do modelo 7500?
7500.
7500.
Que tá trazendo aí ainda mais precisão, principalmente contra a scintilação, né, que era um dos nossos problemas aqui no Brasil, independente da região, porque é a localização que a gente tá no mapa. Então, isso não afeta outros hemisférios, somente nós, e aí o 7500 está vindo para auxiliar nesse processo. Então, não tem tanta interferência e a gente continua com a nossa precisão de 2,5 cm e com repetibilidade também. Então, esse kit todo faz com que você conecte sua máquina, gere dados, tenha precisão, tem ali no final como monitorar, como analisar. Então, assim, é um pacote super legal que uma funcionalidade complementa a outra e traz essa solução tão legal de tecnologia.
Eu acho que esse é o ponto, né? As pessoas entenderem que o uso, o você conecta a máquina com moldem, você tem um piloto automático, você tem um receptor garantindo a precisão ali da máquina no momento que ela tá trabalhando, tudo isso vai colaborar e vai otimizar ali os resultados ao final da atividade, né?
Então... Exatamente. E você poder ver isso, né, em tempo real ou até no final do dia, pra ver como foi seu dia de trabalho e pensar como que eu vou melhorar amanhã, como que eu posso estar otimizando ainda mais, é muito legal. Porque, como a gente disse várias vezes, tudo isso daí depois, no final, gera rentabilidade. É isso. E é isso, produtividade e rentabilidade é o que o nosso produtor hoje procura.
Adri, mas eu tenho uma dúvida. Qualquer máquina dá pra conectar? Qualquer máquina.
Hoje, a grande maioria das nossas máquinas já tem essa possibilidade, já vem de fábrica, e aí, se for de outras marcas, você conecta. Porém, os tratores abaixam de 100 cavalos, a gente está trabalhando nisso, e logo teremos novidades para vir já conectado de fábrica. Então, vai ser para o nosso portfólio inteiro, não vai ficar nenhuma máquina de fora desse processo.
Desde as máquinas para agricultura de larga escala até para produtores com culturas especiais.
A gente também consegue. Exatamente. O único que a gente não vai ter no momento é o 3036, que ele ainda não está para essa finalidade, mas com certeza os tratores da linha 5000 já vão vir com isso.
Júlia, me conta. Eu imagino que foi uma mudança de cultura dentro do concessionário também, atuar dessa forma conectada. Eu tô curiosa para saber como que foi esse processo. E me conta, há quanto tempo, primeiro, que você tá no concessionário? Quanto que você participou de todo esse processo?
Eu entrei no concessionário vai fazer três anos, mais ou menos. Eu entrei, como eu falei, como estagiário no CSC. Quando eu entrei, já tinha algumas máquinas conectadas, mas tava chegando, tava fazendo essa transição, então a gente começou bastante a otimizar a utilização do Operation Center, a fazer a conectividade das máquinas, ainda eram aqueles modems que iam com chip físico, então a gente tinha que fazer conectividade dessas máquinas, hoje a gente já teve uma atualização, o R modem, o M modem é com chip virtual, então a gente não precisa mais fazer essa conectividade com chip físico, então a gente foi fazendo toda essa transição, a gente pegou, desde quando a gente precisava ir até a máquina fazer essa conectividade, Agora já ficou um pouco mais fácil. E até o cliente sente isso, né? Que vai mudando, vai facilitando o dia a dia dele também.
Então o pessoal dentro da concessão tá engajado, né? Tá super engajado no tema aí, entendeu que é o caminho, né?
Isso aí.
Legal, legal. Muito bom. Lucy, agora você. Eu quero te ouvir mais. Quero te ouvir mais da sua experiência aí com o CSC. Queria que você compartilhasse comigo Além de tudo que a gente conversou aqui, algumas boas práticas que você tem visto aí. Como a gente falou no início do podcast, a Lucy é uma das pessoas-chave nesse processo de implementação dos SSCs nos concessionários. Tenho certeza que ela tem mais coisas aí para compartilhar com a gente, fatos curiosos. Tô querendo mais de você, Lucy.
A gente tem bastante exemplos interessantes na rede, a Júlia citou alguns, mas a gente tem bastante concessionários com o SESC bem desenvolvidos, com ações bem interessantes. Então, a questão de economia de combustível ou clientes que têm todo... projetos agronômicos com concessionário, pacote de monitoramento é bem importante, a gente vê que tá crescendo cada vez mais, então o concessionário acompanha toda a frota do cliente dando input, dando sugestões aí. E um ponto que a gente não comentou muito, como a Adriele e a Júlia comentaram mais a parte agronômica, vamos dizer, eu vou trazer um outro exemplo pra gente abranger tudo, então a parte de Máquina parada, como você citou lá no início, né? A gente tem esse acompanhamento, esse monitoramento que o concessionário faz, eu posso evitar uma viagem do mecânico. Então, você imagina, lá no Mato Grosso, que eu tenho um concessionário, 200km às vezes, do cliente. Então, o mecânico ia lá pra fazer o diagnóstico de uma máquina, aí ele voltava pra pegar a peça, levava pra instalar, às vezes até tem que fazer mais uma viagem. E hoje, um dos pontos, além do que a gente já falou, que é bem importante, é esse ponto da máquina parada. Então, muitas vezes ele já não precisa nem ir até o cliente, o técnico. Eu consigo fazer o técnico, a pessoa do CSC, as pessoas, o time trabalhando, eles conseguem fazer esse diagnóstico à distância, evitando então uma viagem, ele consegue resolver à distância, senão ele já vai preparado, ele já chega sabendo o que tem realmente na máquina. Então, eu economizo tempo, da viagem, e o combustível do próprio carro e a máquina parada, quer dizer, tem menos tempo, se eu resolvo o problema mais rapidamente, né? E eu acho que vale a pena comentar do Expert Alert, porque é uma tecnologia que ninguém tem, nem o automobilística, nem a concorrência. Então, assim, os códigos de falha é um item conhecido. Agora, o Expert Alert tem uma inteligência por trás. Então, ele é baseado em um código de falha ou dois ou mais, e eu tenho um algoritmo por trás, tenho inteligência por trás, são os dados que são estatística usada. Então, a gente tem time nas fábricas da John Deere que estão analisando, observando essa estatística, o que acontece. E através disso eu consigo saber, antes da máquina falhar, que a chance dela falhar é muito grande. Então, eu sempre cito o exemplo da gripe, fazer uma analogia. Eu já fiz isso, alguns talvez já tenham escutado. Quando eu vou gripar, eu não espirro? Eu não começo às vezes tossir? Escorreu o nariz? São os sintomas. Então, a máquina também apresenta sintomas. Então, esse time das fábricas de inteligência observa esses sintomas da máquina. Então, somando esses sintomas, analisando a estatística, eu consigo prever falhas. Então, isso é um dos pontos que a gente tem mais de avançado hoje no mercado e que nós somos líderes, os pioneiros, e não tem hoje ainda ninguém fazendo. Então, a gente prevê a falha antes mesmo dela acontecer.
Eu acho que não tem melhor forma de resumir aqui tudo que a gente conversou da importância do CSC agregado aí com o Jundir Operations Center para facilitar a vida do cliente. Acho que esse teu exemplo ele resume muita coisa, Lucie. Eu acho que a tecnologia É igual quando a gente queria falar com alguém e a gente tinha que bater na porta da pessoa e hoje a gente tem o WhatsApp e consegue fazer a distância. Então é isso, pra você que é produtora e tá do outro lado, a tecnologia ela rompe as fronteiras, né? Ela encurta, ela encurta esse espaço, minimiza tempo, né? E isso é muito importante, cada vez mais, né? Pra alimentar esse mundo afora.
É uma mudança cultural, eu acho, né? concluindo de todos os comentários das colegas, inclusive o seu, que se perguntou para a Júlia como é que foi a mudança. Ela citou um exemplo, como é que era no início. Então, a gente só tem evoluído e a tendência é evoluir cada vez mais. Então, a mudança cultural que está acontecendo e veio para ficar cada vez mais.
Evoluindo e facilitando.
Exatamente, justamente para facilitar e trazer economia para o cliente, que é o que mais importa, como já foi comentado.
É a mudança de gerações também, né?
Muito importante isso.
Cada vez mais estamos mais engajados nessa parte de tecnologia, então ali o ciclo também da família, do próprio produtor, tá querendo isso. Vêm os fios, vem uma nova geração, mais conectados, mais tecnológicos e as coisas continuam acontecendo, então a tendência é evoluir.
Por gerações. Tecnologia por gerações.
Exato.
E chegamos ao fim de mais um John Deere Cast. Pra você que tá aí acompanhando o nosso muito obrigada. Obrigada, meninas. Obrigada, Lucy. Obrigada, Adri. Obrigada, Júlia. E não deixe de acompanhar a gente nas nossas redes sociais pra ficar ligado de tudo do mundo John Deere. E acompanhar aí os outros episódios que estão por ver. Tchau!
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