John Deere Cast | Gestão de Pessoas

Felipe Nagal, Jeane, and Priscila Dias from John Deere discuss how the company is transforming its culture through technology, diversity, and inclusion. They cover shifts in HR practices and what it takes to build a workplace where people actually want to work.
Olá, bem-vindo, bem-vinda a mais um John Deere Cast, essa série de conteúdos do universo da John Deere, que a gente tá trazendo aí pra você em formato de videocast com muitos convidados interessantes, gente, com muita informação relevante pra você que tá acompanhando aí conosco. E hoje eu prometo uma conversa muito legal aí pra você que topar ficar com a gente. Eu tô com três queridos aqui, três colegas do RH, né? Então eu já trouxe aqui vários especialistas aí de máquinas. do nosso mundo aí da entrega ali do cliente para o cliente final das nossas soluções. Hoje a gente vai olhar para dentro de casa um pouquinho porque a gente quer dividir um pouquinho com vocês nesse episódio como está sendo a transformação que está acontecendo na John Deere para esse movimento da tecnologia, desse foco em tecnologia. A gente vem falando muito sobre isso. aqui nos nossos conteúdos e hoje a gente vai mostrar pra vocês, vai contar um pouquinho com o que está acontecendo dentro de casa, né? Pra reverberar pra fora. Felipe, eu vou começar com você. Se apresente para o nosso público. Muito obrigada por estar aqui.
Obrigado pelo convite. Olá, pessoal. Meu nome é Felipe Nagal. Eu sou especialista em Talent Acquisition e olho muito para as exposições de tecnologia aqui na John Deere.
Muito legal. Querida Giane, tudo bem?
Tudo bem. Eu sou a Jeane, eu sou uma jovem de 23 anos, uma jovem negra, cotista de universidade pública e goiana. Eu comecei a trabalhar na John Deere, na unidade de Catalão, a fábrica em que a gente faz colhedoras de cana e pulverizadores. Comecei como aprendiz de segurança do trabalho. Fui para o estágio na área financeira, fui efetivada nessa área e em meio à minha função eu tive contato com a Estratégia de Diversidade, Equidade e Inclusão da John Deere por meio das redes de afinidade, os nossos grupos voluntários que fomentam essa cultura dentro da empresa. Comecei a liderar o tema racial em catalão e ali um novo universo se expandiu E com esse networking eu passei, fiz uma movimentação para o time de Diversidade, Equidade e Inclusão Regional América Latina. Estou nessa função por um ano agora e mudei de Catalão para Indaiatuba há seis meses.
Que conquista, hein?
Que conquista.
Quero saber mais. Quero saber mais. A gente ainda vai falar mais sobre isso. E você, Priscila, bem-vinda também. Obrigada por estar aqui.
Ah, obrigada pelo convite. Estou super feliz. Eu sou Priscila Dias, PRI. Podem chamar de PRI. Estou na John Deere há um ano e meio como consultora de recursos humanos para as equipes de tecnologia. Tenho um trabalho ali, toda a parte de recrutamento junto com o Felipe. Enfim, todos os subsistemas de RH dando suporte para o time de TI.
Muito bem. Eu vou começar aqui já jogando a bola na mesa. Felipe, eu vou começar com você. O Agrotec?
Super, super.
Me conta.
Essa é uma das coisas muito legais, assim, quando a gente tá conversando e principalmente fazendo entrevista e trocando com... Tentando trazer a galera pra dentro da empresa, né? Tem gente que conhece, porque ou está na região e já viu alguma das nossas máquinas ou já teve algum contato, mas é legal que quando começa a contar um pouquinho mais o que a gente está fazendo, todo mundo fica super engajado, não faz ideia do quão imerso a gente está, o quanto de tecnologia a gente tem dentro dos nossos times, todas as ferramentas de ponta e o que a gente pode implementar dentro da empresa, é incrível.
Então me conta, o que que tem de tanta tecnologia aí? Como que a gente tá trabalhando isso pra levar, né? Porque tudo tem reflexo na ponta pro cliente, né? Tudo que a gente faz é pra chegar ali pro nosso cliente. Mas como a gente tá fazendo? É isso que eu quero saber agora.
Que eu tô curiosa.
Acho que o primeiro de tudo, o primeiro contato que a gente pensa são as nossas máquinas. Então, a John Deere já atua com máquinas autônomas há mais de 20 anos, cada vez mais a gente trabalha com tecnologia hoje, saindo investimento que a gente está com a tecnologia do SimSpring. Então, por exemplo, muito de aprendizado de máquina, visão computacional ali para identificar e otimizar o uso dos defensivos, então reduzir tudo para esse lado. tudo o que a gente tem nas máquinas já é um primeiro contato de tecnologia. Mas isso também transmite tudo para dentro da empresa, do corporativo. Então, a gente tem as nossas áreas que estão conectadas com os departamentos e com as fábricas, tem os times que estão trabalhando com aplicativo para as concessionárias, para os clientes... Várias e várias soluções globais do que a gente atua e isso é uma das coisas muito legais. Então, na realidade, a John Deere como um todo, a gente... por mais que esteja aqui alocado o Brasil ou a região Latam, os times eles atuam nessa maneira internacional. Então, muita coisa de dados, nossa, assim, é incrível.
Ah, eu trouxe uma colinha aqui pra falar dos times, que se a gente não citar algum...
É verdade, é verdade.
É a geração homem.
É a geração homem, exatamente. Mas só pra exemplificar um pouquinho mais pro pessoal que tá nos ouvindo, que tá nos assistindo. A gente tem o time de dealers, que cuida de todas as soluções de tecnologia voltada pra quem é concessionário e ou cliente. A gente tem o time que cuida da retail, da florestal, que suporta essa parte, essa unidade de negócio. A gente tem o time de global finance, que cuida de toda a parte financeira, a parte de impostos, importação, exportação, nota fiscal. A gente tem o time de recursos humanos, de tecnologia voltada para recursos humanos. Todos os sistemas internos que a gente tem, que os funcionários utilizam, eles cuidam. A gente tem o time de infra-operações, que cuidam hardware, software, conectividade dentro das fábricas, nem todo mundo entende o quanto que uma fábrica é conectada para que tudo funcione. A gente tem o time de ESD, que tem muita tecnologia embarcada, então quando a gente entra numa máquina e vê um display... Tem o time digital e tem o time que cuida de embarcados. A gente tem o John Deere Financial, que é o banco John Deere. A gente tem Manufacturing Operations, que são vários times dentro desse segmento, que cuidam, então, das fábricas, montagem, distribuição. E a gente tem também o time de parts. A gente tem ali do lado do aeroporto de Viracopos, a nossa unidade de parts, de distribuição de peças. Tem um time que cuida de toda a parte tecnológica ali, com SAP, é um case de referência para o mundo, com a USP, de referência do quão grande foi esse projeto de implantação. Então, são muitos times, uma diversidade gigantesca de tech-tech, tecnologias diferentes, enfim, pessoas diferentes. A gente tem times de tecnologia muito diversos também.
Acho que isso é uma coisa legal. Então, assim, às vezes a gente tem empresas que, ah, estão em algum ramo, não sei o quê. Aqui é muito abrangente.
Qual linguagem vocês usam? Depende.
Que time, que gente vai, né?
Exato.
É muito interessante eu ouvir vocês falarem sobre isso, porque a gente até estava conversando um pouquinho aqui antes do videocast, né? Falando quanto tempo cada um tem de casa, né? Vocês estão chegando aí há pouco tempo. Eu já tenho 12 anos de casa, né? Contando o tempo de estágio. E eu me lembro, lá atrás, se a gente compara a John Deere há 10 anos, 12 anos atrás, como eu falei, com a John Deere de agora, esse tanto de time dedicado pra tecnologia, desenvolvimento de aplicativos, né, que você falou, quanto que a gente ia imaginar, né, olhando lá atrás, eu nem vislumbrava isso, nem vislumbrava esse foco tão grande em soluções digitais e agora o foco tá muito forte nisso, né?
Sim, totalmente. Essa é uma das coisas legais, assim, porque a gente sempre trabalhou com tecnologia como empresa. Teve, né, transformação digital ali nos últimos cinco anos. Então, estruturar o time de tecnologia, crescer todas as posições do que a gente tem. E é uma visão que a John Deere tá tendo. Então, por exemplo, eu vou pra completar dois anos e vim pra trabalhar com posições de tecnologia. Porque antes a gente não tinha. esse foco, né? Então, a PRI também... Um ano e meio.
Um ano e meio e vim para suportar esse equilíbrio de tecnologia também.
E aí a gente atua não só com o apoio do RH dando aquela por cima, mas atuando com projetos focados para a tecnologia. Então, quais são as oportunidades que a gente tem, que consegue auxiliar no time, o que a gente vê de oportunidade de crescimento, campanhas. Então, a Jundir tá com um olhar muito forte para a tecnologia e investindo isso em todas as áreas. Não é assim, vou deixar o time crescer ali, não, estando no suporte total.
Perfeito. Eu acho que a gente está falando de uma mudança muito grande de cultura, né? É a cultura organizacional da empresa se transformando. E pegando esse aspecto dessa mudança de cultura, Gianni, eu acho que a gente tem aqui um gancho muito importante para falar de pessoas. Porque a gente lida até com questões geracionais, imagino eu, aí tendo esse tanto de oportunidade na área de tecnologia, eu imagino que as pessoas que estão chegando aí no mercado de trabalho são as mais propensas para essas vagas. É isso mesmo, Jane?
Realmente a gente tem buscado construir uma cultura colaborativa e a estratégia de diversidade, equidade e inclusão, ela é chave nisso, né? Um ambiente em que a gente consiga receber as pessoas e elas consigam colaborar de uma forma integrada, sendo quem são, do jeito que são. E essa diversidade de talentos, de gerações, de gêneros, de experiências, de currículos, pessoas que vieram do mercado, pessoas que fizeram movimentações internas no nosso time, com certeza elas enriquecem muito esse avanço e esse trabalho mesmo colaborativo, porque eu percebo quando eu estava na área financeira, antes de vir para a área de diversidade, equidade e inclusão, Mesmo sendo uma analista financeira, eu estava sendo impactada por esse movimento de pensar de uma forma mais ágil, mais tecnológica, de pensar novas soluções para aquele trabalho que a gente fazia por muito tempo, da mesma forma que ferramentas a gente tinha, qual programação poderia ser feita, qual código poderia ser lançado. para ao invés de eu ter que fazer uma análise financeira com uma planilha de Excel, por exemplo, eu conseguisse trazer isso para um código e conseguisse otimizar a entrega do meu dia-a-dia de trabalho. Então, é um perfil e é uma cultura que tem impactado todas as posições que a gente tem. E a partir de um ambiente diverso em que as equipes sentem ali o conforto, um ambiente seguro, para que elas possam compartilhar essas novas ideias e dar espaço para o novo, isso é muito importante, né, Filipe?
Total. Uma das coisas que eu acho legal assim, quando a gente tá conversando, eu sempre gosto de trazer de onde ela tem o melhor dos dois mundos. Dá uma empresa que o grupo tem quase 200 anos, tá no Brasil mais de 40 anos, a primeira ideia, trabalha com metal mecânica, então a primeira ideia é, nossa, uma empresa tradicional, o que que tem de tecnologia, como é que a gente tá fazendo. Mas, Justamente por ter crescido o time muito nesses últimos anos, a gente tem, claro, muitas pessoas que têm muito tempo de casa, que têm muito conhecimento de Jundi e que estão puxando esse lado, mas muita gente nova de mercado, então uma outra cabeça. Então, assim... tem o lado de cuidar das pessoas, o lado de saber que se a gente quer chegar... Se a gente chegou onde chegou, trabalhando da forma que tem, cuidando das pessoas e quer chegar onde quer chegar com toda essa ambição de crescimento e inovação que a gente traz, precisa manter esse lado também, cuidar das pessoas, mas precisa ter toda essa outra velocidade e assim, é muito legal de... Quando a gente começa a trocar isso com a galera e eles começam a entender, nossa...
É legal que, falando da cultura específica que eu vejo dentro das equipes de tecnologia, a gente tem um mix muito grande. Então, a gente tem a cultura John Deere, fundada nos nossos quatro, agora cinco valores. Então, tem pessoas que estão ali, que estão há muitos anos na empresa, embora a área de tecnologia seja mais nova, tem pessoas que migraram de outras áreas para a área de tecnologia e também muitas contratações de mercado. Pessoas que vieram com comportamentos diferentes e, claro, são vão estar imersas na nossa cultura, mas trazem também de experiências anteriores, das empresas que elas passaram. Então, a gente vai formando uma nova cultura. Com a inovação, com a parte da modernidade.
E é interessante o gancho que você fala dos quatro, agora cinco valores, né. Porque a gente sempre falou de integridade, qualidade, comprometimento, inovação. E agora a John Deere traz humanidade para o centro disso, então agora integridade, qualidade, humanidade, comprometimento e inovação.
Nessa ordem.
Nessa ordem, entendendo como que as pessoas estão no centro. E como a gente precisa, como é um requerimento da nova geração da John Deere, da nossa nova cultura, daquilo que a gente está desenvolvendo, ter as pessoas como um centro. O Felipe trouxe a questão do cuidado das relações, para que as pessoas consigam realmente construir novas soluções, novas ideias, que as entregas sejam feitas com integridade, com qualidade, com comprometimento, inovação, mas sem esquecer que o mais importante para que o nosso negócio continue avançando sejam as pessoas. Isso tem impactado bastante as relações dos times.
Posso falar meu sentimento como funcionária sobre esse valor? Não que antes nós não tínhamos humanidade no nosso corps, mas é uma formalização. A gente já tinha muito isso nas nossas práticas, o cuidado que a gente tem com os nossos clientes, o cuidado que a gente tem com os nossos concessionários, o cuidado que a gente tem com as nossas pessoas, a gente tá no RH, a gente vê isso, vive isso. Mas é externar, né? Colocar no papel, formalizar aquilo que a gente já pratica.
Reforçar como faz parte da nossa estratégia, né?
Sabe uma coisa engraçada, por exemplo, as vezes a gente tá fazendo e aí, ah, tô conversando e a gente vai tá contratando, trazendo pessoas que estão acostumadas com o ambiente mais de startup ou mais inovativo de percepção de mercado, né? E aí vem pra Jundia e fala, nossa, Mas como é que é? Até… Ai, tem dress code e tal.
No medo, né? De uma empresa muito tradicional, assim, meu Deus.
Então é muito engraçado de trazer esse lado. E eu acho assim, no fim das contas, o pessoal… Quando a gente tá trabalhando com time de tecnologia, é… Desafios. Como é que eu vou quebrar a cabeça e colocar? E assim, na John Jay, esse que é um dos pontos, na realidade. A gente… trabalha e tem um ambiente muito aberto para… Por favor, as suas experiências, é por isso que a gente tá trazendo. Então assim, como é que você consegue colaborar, trazer o que você quer. Pensar com liberdade, então a gente não chega lá pra executar, né. Assim, tô fazendo os trabalhos do time, não é? Ah, cheguei a essa demanda, tô… Não, é tipo, time, como é que a gente vai co-criar isso? Então tem muita liberdade.
Vem um modelo com agilidade, que chegou mais recentemente também. Esse modelo de trabalho colaborativo, as pessoas vêm pra somar, de fato. A gente vê isso com as pessoas que estão iniciando carreiras, estagiários, aprendizes. A gente estimula muito isso neles, né.
E é interessante que é dessa diversidade que surge a inovação, né. É desse ambiente em que a gente tem diferentes ideias diferentes experiências, diferentes perspectivas que a gente consegue construir novas soluções, né.
Uma das nossas vertentes de como trabalhar é exatamente isso, né, de questionar. Então a gente não tá fazendo o que tá fazendo só porque, ah, vamos seguir. Então os times, a gente vê muito isso na ponta.
Mas você falou, acho que aqui a gente tá falando muito no foco nas pessoas. E a Jeane falou uma coisa importante, em ser quem elas são. A gente quer as pessoas como elas são. Então você falou de dress code. Eu vou falar da minha experiência também nesses 10 anos. Quando eu entrei, eu tinha a sensação… de que eu precisava sempre estar de camisa, de salto, de uma forma um pouco mais formal na minha vestimenta. Hoje eu já me sinto totalmente à vontade para ir trabalhar de tênis todos os dias, que é o que eu uso realmente no dia a dia. Então, puxando esse gancho, Felipe, e essa realidade que a gente está vendo, que eu vejo claramente, né, esse trago seu estilo, né, a gente teve até muito esse posicionamento interno, né, das campanhas aí de RH, né. Queria que você contasse um pouquinho pra quem tá escutando, assim, realmente assim, porque legal, tem muita oportunidade, tem muita área, tem espaço. Mas uma vez que eu estiver na Jundia, como é que vai ser?
Boa. Eu acho que é engraçado, porque até hoje assim, né? A gente tá meio... Tô aqui com a Paula de um dia. Outro dia eu fui numa universidade que a gente tava falando com alguns alunos, num desafio que a gente tava lançando. E eu até tirei uma foto. do que a gente fez com todo mundo, mandei no grupo. Eu falei assim, olha, você é na área, eu de pólo. Porque não, né? Tô sempre ali de camiseta, em tênis colorido, passando na empresa, assim. E é um contraste super que a gente vê. Eu reparo super nisso, porque eu gosto, tal. E é muito, assim... Não é uma coisa que a gente vai se preocupar. E isso, assim, é uma representação. Se a gente tá tranquilo pra esse lado, quer dizer que os nossos modos de trabalhar... Essa é uma das coisas que eu acho que são muito importantes, questão de flexibilidade. A gente entendeu muito isso nesses últimos anos em como trabalhar, mas aqui nessa mesa. Cada um pode ter um jeito.
Eu fiquei na dúvida se eu vinha com a póloda de onde eu ia ou não. Porque eu sabia que eu ia chegar e encontrar todo mundo de póloda. Falei, não, hoje eu vou de verdinho.
Trouxe seu estilo.
Vou levar o meu estilo hoje.
E é muito legal que as pessoas sintam essa liberdade, né? De usar... De quem é, e não precisar seguir um certo padrão ou um dress code, por exemplo.
Eu amo essa liberdade. Ainda mais vindo de empresas de tecnologia. Porque tem dia que eu acordo e quero trabalhar de tênis e camiseta. E tá tudo bem.
Tem dia que eu quero trabalhar com salto, com uma maquiagem. Tá tudo bem também, né?
Não tem certo ou errado, né? O que importa é como você se sente bem.
Né?
E volta pro jeito de trabalhar. Então, por exemplo, essa é uma do conforto de como eu tô no dia a dia e tudo. Mas aí, por exemplo, a gente chega… Eu sei que eu não vou sentar na frente do computador, eu tenho que ficar ali fazendo. Não é isso que se espera, isso não é resultado. Resultado é o que a gente tá entregando depois. Então eu chego e tô no escritório e converso com as pessoas ou se a gente tá trabalhando híbrido e fica de casa, e assim… A forma que a gente atua e que está entregando, e que está tendo desenvolvimento e resultado, perfeito.
E até a reforma que a gente tá tendo no escritório ali, no nosso escritório regional. Eu acho que é uma quebra super desses paradigmas também. Representa muito essa quebra de paradigma. Antes, a gente tinha um modelo ali de baias, né? Cada um no seu quadrado.
Baias altas.
Cada um no seu quadrado. É isso. E agora a gente tá vendo os quadrados todos se... se quebrarem, né? É olho no olho, é proximidade, é conexão, né? Se eu tô no escritório, ainda mais agora com o modelo híbrido, uma vez que eu escolher ir pro escritório... É porque eu quero me conectar com as pessoas, né. Então eu acho que até o ambiente de trabalho, ele tá sendo remodelado pensando nisso, né.
Uhum.
Eu acho que as equipes de TI, né, as áreas que estavam tanto no banco de onde ir, como no TI Brasil, estavam nesse ambiente de mesa aberta e troca. E isso gerava até algumas outras pessoas da empresa. Nossa, o time lá tem área diferente.
O TI é diferentão.
Ah, tem os sofás ali, e tal. Que é muito bom, porque assim, ah.
O time tá ali.
Então, ah, vamos fazer uma reunião, tem alguma coisa. Já puxa do lado. Então, eu acho que isso influenciou muito pra reforma, de o pessoal pensar, nossa, vamos fazer uma coisa diferente.
Ambiência e sagrado.
As salas de reunião de vidro, com o que você tá vendo. As salas de cocriação. Então, as mesas com uma divisória bem baixinha pra estimular essa troca entre as pessoas.
Aqueles modelos de mesinha, assim, tipo o cafezinho. Você vai, pega o cafezinho, vai ali, troca, né… Uma ideia ali, faz uma one-on-one. É muito… Ágil ali, né?
É um... Que vem muito com o que o ágil traz pros times. Exato, exatamente. Tem essa... equipes muito colaborativas.
Exatamente.
E o legal de pensar é que, assim, a Jundi, que não trabalhava dessa maneira em outras áreas, por exemplo, e tá caminhando pra esse lado, não é por... Ah, vou fazer... pra, sei lá, mostrar que tá sendo assim. Não, é tipo, foi uma demanda que a gente foi entendendo e a empresa tá nesse movimento. Então tá sendo muito, muito, muito legal.
E isso é muito importante. É um movimento, né, Felipe? A gente vê um movimento acontecendo que logo, logo, né, pensando nível Brasil mesmo, né, nossas unidades, a gente vai ver cada vez mais, né, esse modelo até organizacional aí, né, sendo implementado.
Sim.
Legal, gente. Então, a gente dá espaço para as pessoas, a gente tem muita oportunidade. Legal. Então, se eu quiser, como é que funciona, Pri? Como que funciona pra eu entrar na Jundi? Quais são as possibilidades? Quais são as vagas? O que que tem de bom aí pra quem trabalha com tecnologia?
Nossa, tem muita coisa boa. Muita coisa boa. Como eu falei, a gente tem times muito diversos em cuidar de negócios diferentes e com isso a gente tem também linguagens muito diferentes. Se a gente, ontem mesmo, eu fui dar uma estudada, fui dar uma olhada nas vagas que estão publicadas no site agora, tem uma infinidade de posições voltadas para a tecnologia e cada uma delas tem pré-requisitos diferentes. Então, Java, JavaScript, C, ABAP, SAP, tem vaga para todo mundo, gente. Acessem lá, John Deere Carreiras.
E uma das coisas legais, assim, também que eu acho é... Por exemplo, se a gente for cair para um ambiente de desenvolvimento. Então, na realidade, os nossos times, eles cuidam, eles são... É muito de engenharia de software, vai puxar até para um lado de... Na verdade, o que a gente chama até de full cycle. Então, assim, às vezes você está em algumas outras empresas, ah, eu vou cuidar de uma parcela da esteira. Ali não, ali você vai olhar para tudo. Então... Ponta a ponta. Então isso conta no sentido de dar as oportunidades de participar e se desenvolver. E até pensar em outras, assim... Te deixar aberto pra participar de outras... Acho que isso é uma das coisas mais legais. Por exemplo, a gente... Executo, por exemplo, o Filipe, eu executo o meu trabalho de recrutamento. Mas não é só isso que eu gosto. Tem muitas outras coisas que eu me interesso, tem muitas outras coisas que eu tenho oportunidade de contribuir na empresa. E adiante ver isso. Então, assim, a gente tá fazendo o nosso trabalho, eu posso colaborar com outros times, pensar em outras possibilidades que até... Eu não tava pensando como oportunidade de carreira, mas por estar nesse contato, me aparecem. Tipo, me deu esse estalo e no futuro, ah, vou migrar sim. Então, essa questão de conhecer, de já estar num plano amplo e de me desenvolver, porque eu vou ter oportunidade de trabalhar com outras coisas. Mas também pensar em outras áreas que eu posso fazer.
E é interessante como essas oportunidades, elas não são limitadas a uma localização, né? Como nós temos várias fábricas pelo país, essas oportunidades podem ser no sul, podem ser em Goiás, pode ser em São Paulo.
Você mesma, né, Juliana? Você estava compartilhando que você veio de Goiás.
Exatamente. E justamente por esse contato de estar trabalhando com outros times, integrada com outras pessoas, com outros projetos, que eu vi a oportunidade de uma movimentação de carreira e a empresa me proporcionou e me suportou nesse processo. Então, eu acho super legal também que essas movimentações, essas oportunidades, elas podem acontecer tanto dentro de uma mesma fábrica, né, quanto elas podem expandir para outras localidades, até mesmo para outros países, considerando que nós trabalhamos como região 3. Então, nós temos exemplos de pessoas que saíram do Brasil para o México, para a Argentina e para o mundo. Então, isso é muito legal. São uma infinidade de oportunidades.
É, falando de desenvolvimento também, trabalhar com times globais, mesmo estando aqui, sentando aqui, você ter alguém no seu time que é do México, ter alguém que está na Alemanha, alguém nos Estados Unidos. É muito legal e vai de encontro com o lance da cultura, né? Então, isso também ajuda as pessoas no desenvolvimento a partir da comunicação, como quebrar algumas barreiras em alguns momentos, como trocar com os colegas, aprender um pouco deles e levar um pouco da nossa cultura.
É muito sobre ampliar horizontes assim, também esse tipo de oportunidade. A gente está falando, a Pri falou muito do mix de gerações que a gente encontra na própria área de tecnologia, de pessoas que já dentro da empresa migraram, muita gente nova chegando. Então, Gê, eu queria que você falasse para a gente um pouquinho, né, pensando, né, o Felipe destacou muito essa questão da diversidade, você aí que cuida desse tema dentro da Jundir aí junto com o seu time, como que está sendo consolidado cada vez mais esse trabalho, né, porque a gente sabe que é um movimento aí constante, é um olhar constante, né, que precisamos ter para o tema, né, então queria saber o que que, como que vocês estão olhando para isso nesse momento.
Perfeito. Eu acho que um gancho que eu pego da sua pergunta. A minha área suporta, mas todos nós cuidamos de diversidade, equidade e inclusão. Então hoje enxergamos esse tema como realmente uma estratégia e uma cultura corporativa que faz parte dos nossos valores. Diversidade fala a respeito de nós, de todas as pessoas. Todos somos diversos. Nós queremos uma empresa que tenha ali uma pluralidade de características que englobam desde as diferentes gerações, diferentes nacionalidades, diferentes experiências, currículos, ideias, gênero, identidade de gênero, pessoas com e sem deficiência, pessoas negras, pessoas brancas, Então, quando a gente fala de diversidade, nós estamos falando de uma empresa que quer ter a representatividade da nossa sociedade e quão diversa é a nossa sociedade. Nós queremos ter isso refletido dentro da John Deere. Então, é uma estratégia que fala de diversidade no sentido de que é o valor que nós vemos em todas as pessoas e nas diferenças que existem entre as nossas pessoas. Nós também temos outras duas letrinhas que são muito importantes, que é a equidade e a inclusão. Então, entrando um pouco mais sobre como a nossa estratégia hoje é dividida, a diversidade fala de todo mundo, de todas as pessoas, mas a equidade entende que algumas pessoas, por causa de certas características, experimentam mais barreiras sociais e têm exclusão em certos ambientes, como ambientes educacionais, como saúde, como educação e como mercado de trabalho. Nós temos desigualdades que elas são carregadas para dentro do meio corporativo e nós como empresa entendemos o nosso papel de olhar e falar, opa, tem certas pessoas, tem certos talentos que podem ser talentos muito bons e que não estão com a gente por causa de certas barreiras que a gente tem na nossa sociedade. Então, a equidade, ela olha para, no nosso caso, nós priorizamos alguns grupos que são os temas de gênero, os temas de raça, no Brasil muito focado na questão racial, nas pessoas negras, o tema de pessoas com deficiência, da comunidade LGBT e mais. Também olhamos para a parte geracional, mas de uma forma um pouco mais interseccional, no sentido de que é conectado, nós vamos ter mulheres e homens de diferentes gerações, pessoas negras e brancas de diferentes gerações e assim por diante. Então a equidade faz com que a gente olhe para esses grupos e entenda, opa, a gente vai precisar ser intencional aqui, a gente vai precisar trabalhar com ações afirmativas. Então a letrinha E em GI, em Diversidade, Equidade e Inclusão, a letrinha E, ela vai direcionar ações afirmativas, que são ações, que são projetos, que são programas, que são metas, que vão buscar remover barreiras para que esses grupos acessem a nossa empresa, acessem as nossas entregas, acessem as nossas soluções e façam parte do nosso avanço. Então, essa letrinha, ela é muito importante. E a inclusão é o que a gente estava falando há pouco, das pessoas se sentirem confortáveis de serem quem são e se sentirem valorizadas e incluídas. Então, nós trabalhamos hoje uma estratégia que ela tece por essas três letrinhas. Nossa missão é que a John Deere seja um ambiente de trabalho em que todas as pessoas sejam valorizadas e incluídas. E nós temos isso dentro de todo o nosso negócio, todo o nosso ecossistema. Então, diversidade, equidade e inclusão é transversal a todas as pessoas. Tanto que hoje, por exemplo, faz parte da avaliação de performance dos nossos funcionários. É o how we work, é um dos comportamentos que a gente espera. Por isso que eu comento que quem cuida disso somos todos nós, porque são todas as pessoas que precisam promover isso no seu dia a dia. São todas as pessoas que precisam estar ali junto com a sua liderança, junto com o seu ambiente de trabalho, junto com as suas equipes. construindo realmente um ambiente que valoriza a diversidade, seja essa diversidade de gênero, seja essa diversidade de raça e também a diversidade de ideias, diversidade de pensamentos, um ambiente que ele seja equitativo, em que a gente entende que as pessoas são diferentes e elas têm necessidades diferentes e por isso nós precisamos ali direcionar ações para remover barreiras e para que essas pessoas consigam performar, consigam entregar o seu melhor E também um ambiente inclusivo, em que todos se sintam bem-vindos, todos se sintam partes, pertencentes. Então ela hoje é uma estratégia transversal a todo o negócio.
Você comentou lá no início, Gê, que a área de diversidade e equidade de inclusão suporta, mas é a responsabilidade de todos os funcionários. pensando em quem não conhece a John Deere, não trabalha na John Deere, alô você de tech que está nos ouvindo, nos assistindo, vem bater um papo com a gente, vem saber um pouco mais comigo, com o Felipe, com a Gê, mas só para quem está lá entender de maneiras práticas, via processo, como que é a responsabilidade das pessoas. Uma vez por ano, a gente tem a nossa avaliação de performance e diversidade, equidade e inclusão é um tema pelo qual nós somos avaliados e a gente precisa ter ações intencionais. Todos, todos, todas, sem exceção. Então é essa a importância que a empresa dá para o tema. Eu gosto sempre de ressaltar isso e outro ponto que eu gosto muito de trabalhar aqui e eu gosto muito de reforçar para as pessoas que estão entrando no onboarding. que é a forma como a gente avalia, que é isso que você comentou do How It Works. Então, para o pessoal entender, a gente avalia o atingimento de metas, então, quanto você atingiu suas metas, falando de negócio, de entrega, e tem uma parte que tem o mesmo peso, que é como você fez essas entregas, como que foi essa interação, como que você tratou o seu time, as pessoas que estavam à sua volta. Então, não é só bater meta, bater meta, custe o que custar. Não, isso é muito importante. Eu acredito que isso protege muito a nossa cultura e o que a gente quer é atingir de diversidade, unidade e inclusão. E tem um dos temas, uma das redes, que eu acho muito importante, que é a dos funcionários que estão na produção, na linha de produção, porque a gente faz iniciativas para as pessoas terem mais conhecimento sobre o tema, entenderem. E nem sempre, para um funcionário que está lá na produção, isso funciona. Uma agenda de uma hora, parar para ir numa palestra. Então, esse cuidado de como que eu vou olhar para esse público, também é uma questão de inclusão e de equidade. Como é que eu vou olhar para esse público, que eu também preciso ensinar, trazer o tema, trazer a importância do tema, mas dentro de uma maneira que encaixa ali no horário de trabalho, no dia a dia, que funcione pra eles também.
Você tava comentando, eu lembrei de uma coisa, acho que é muito legal e conecta super, e assim... O papo que a gente tá tendo, ela é uma amostra do que tem. Então, o convite que a Pri fez de conversar e conhecer mais, por favor. Mas o como a gente trabalha é uma coisa que eu adoro te falar com a galera, porque é isso. A gente tem demanda, a gente tem um crescimento, um crescimento absurdo, inclusive, se eu for pensar. A Jandir tá num... Ela é líder de mercado, então, pra isso, inovação e criatividade tá dentro do nosso DNA, a gente puxa muito. Mas, uma das coisas que a gente foi entendendo, conversando e fazendo todo esse processo de trazer o time, montar o time de tecnologia, é que... a maneira de se trabalhar e como conectar isso com a expectativa de crescimento, a gente precisa montar times que vão nos ajudar a construir a empresa por muito tempo e precisa ser sustentável. Então, o equilíbrio de vida que a gente tem, esses são os pontos legais. Porque assim, beleza, eu tenho desafio, estou em outras áreas que também estão crescendo bastante, tem muita demanda, a gente também tem muita demanda, mas não é aquela questão que vai te esgotar. Então, a gente preza muito pra esse lado de… Ah, você precisa ter uma boa qualidade de equilíbrio de vida. Porque a gente quer que você fique aqui por muitos e muitos anos.
A gente tem um time focado em saúde, então a gente tem ali psicólogos. A gente tem médicas, enfermeiras que sempre estão puxando iniciativas relacionadas à segurança psicológica, equilíbrio, saúde mental.
E hoje como a nossa estratégia está centralizada em pessoas, a gente comentou aqui sobre o novo valor da John Deere de humanidade. Esse novo valor, ele traz pessoas para o centro do negócio. O nosso propósito, trabalhar para que a vida possa avançar, É por pessoas, com pessoas e para pessoas. Então, esse novo valor, aquilo que nos une, que nos faz ser capazes, nos faz ser inovadores, comprometidos, íntegros, são as nossas pessoas. Então, nós buscamos um cuidado muito forte com as nossas relações. Quando a gente fala de humanidade, a gente fala que a John Deere trata as nossas pessoas e o nosso planeta com dignidade e respeito. E, dessa forma, nós construímos ambientes que são verdadeiramente inclusivos, conectados, para que a gente siga avançando. Nós buscamos construir um ambiente que as pessoas são valorizadas e tenham oportunidade de se prosperar. Essas oportunidades dentro da área tech e dentro de todas as áreas que a gente tem dentro da empresa. Nós buscamos suportar comunidades que sejam fortes, que as pessoas queiram viver, queiram trabalhar, E nós trabalhamos com sustentabilidade e preservação do nosso planeta. Então quando a gente traz a humanidade para o centro, quando a gente tem aquela ordem integridade, qualidade, comprometimento e inovação era como era antes. Agora a gente tem ali no meio integridade, qualidade, humanidade, comprometimento e inovação. É porque as pessoas estão no centro. Não existe o resto se a gente não tiver pessoas. E a gente entende como isso nos mantém conectados, como isso nos mantém inovadores, estratégicos e direcionados para o futuro.
E não é um discurso, né? Se fosse um discurso, a gente teria feito isso de início. Na verdade, a gente está colocando para o reforço.
Eu acho que tudo o que foi falado aqui, acho que a G, ela conectou muito bem. Ela trouxe a questão ali do novo valor da humanidade e tudo o que foi falado aqui, em todos os aspectos, reforçam Não só o discurso, mas a prática, né? Que a gente tá olhando. Sempre olhou. Na verdade, acho que o sentimento que eu tenho, e um sentimento muito genuíno desde que eu entrei na empresa, é de uma empresa com esse olhar especial para pessoas, tanto que é muito comum. A gente ouvir, pô, que orgulho de trabalhar aqui. Basta entrar nas nossas redes sociais, né? A gente tem um engajamento altíssimo dos funcionários, né? Nas nossas comunicações. É super legal de ver, né? A galera aposta.
E exatamente, eu acho que assim, a gente tem feito várias campanhas e trabalhado essa parte marketing empregadora. Mas eu gosto de pensar que a gente é muito bom em fazer as coisas e tá num caminho de mostrar. Então assim, eu faço as entrevistas, conto pra galera que não conhece a John Jay o que a gente tá fazendo. Durante o processo, todo mundo fica encantado. Começa a conversar com as áreas, entende mais. Porque daí vai e puxa mais pro lado técnico e fala, putz… Às vezes ou eu tô fazendo isso ou é o que eu queria fazer e tô vendo que vocês têm essa possibilidade e a gente vai conversando no meio, então volta, depois a pessoa... Contratamos. Aí chega e fala... Nossa, meu, não sabia que a gente era assim.
Hoje é o nosso principal desafio, né? Conseguir contar e mostrar pras pessoas que estão lá fora, que é esse público tech, o quanto tecnológico nós somos, o quanto de oportunidade tem aqui, o quanto de oportunidade de carreira e desenvolvimento a gente tem aqui, porque hoje isso é feito... A gente tem campanha tech e tal, mas o público que conhece a John Deere é muito um público que tá lá no campo.
É verdade.
Muito agro, já conhece, já é uma referência. Isso. Fora da bolha. Pro público tech... de onde já aquela empresa de trator, e não é só isso, é muito mais. Mas você só descobre isso depois que você tá aqui dentro.
E pra ilustrar, assim, né? Eu tava conversando com uma das nossas lideranças aqui, tipo, a nível região, e falou, ah, não, quando eu tava entrando, eu falei, nossa, eu vou implementar isso, vou fazer isso, vou colocar essa e essa. E aí chegou e falou assim, meu, já tem tudo. Tipo, a gente já atua com isso.
Mas é interessante você fazer a conexão com o campo do agro, porque nós somos tech e nós somos humanos, não só John Deere, mas toda a nossa cadeia. Então a nossa estratégia é uma estratégia que conecta os nossos clientes, os nossos concessionários, os nossos fornecedores, a comunidade. Então, é algo que nós temos um grande impacto, nós entregamos valor para o cliente, mas nós também entregamos valor para as comunidades, e não só a John Deere, mas toda a cadeia que está conectada à John Deere tem esse impacto.
Boa. E é... Vou contar aqui um exemplo de uma coisa que aconteceu com um dos nossos times, especificamente com uma das pessoas do nosso time de tecnologia, que veio do mercado de tecnologia e não tem produto físico, assim, né? Que você consegue entrar, experimentar. E aqui tem. E aí, desde o primeiro dia, ele falava, eu vou poder pilotar?
Eu vou poder andar na máquina?
E aí passou algum tempo, a gente foi fazer uma estratégia de reunir o time e fortalecer o engajamento do time. De surpresa, a gente levou para o nosso centro de treinamento ali em Piracicaba, demos todo o treinamento, tinha lá as máquinas. E aí a gente falou, agora chegou a hora, vocês vão poder pilotar. Nossa vida! Foi assim, um dia memorável, foi incrível. Ele nunca mais esqueceu. Ele e todo o time ficaram muito felizes. Então, de levar o time ali que tá no escritório, que fica muito na frente do computador, pra ter essa experiência no campo também.
Isso.
Não, muito... Gente, muito legal tudo aqui, o que a gente conversou. Acho que, pra quem tá escutando, acho que agora vale um convite, né, pessoal? Vale um convite depois de tudo que foi falado aqui.
Eu acho assim, a gente tem muita coisa, pouco tempo pra contar. Você de tecnologia que tá, e não sabia que a Jundi tá trabalhando com tudo isso, tá imersa e tem todas essas possibilidades de como a gente atua. convidou a conhecer mais o que a gente tá fazendo, entender o produto, chamar... Assim, e é legal, porque a gente é DRH. Então tudo que tá falando, parece que eu tô vendendo. Eu sempre falo isso quando tá em entrevista. Do meu lado, parece que eu tô contando as coisas aqui. Conversa com o time. Quando você for, traz as suas dúvidas, vê o que tá fazendo. Então assim... Nos entrevistes também, né?
A gente quer DRH, o pessoal que faz as entrevistas técnicas do time, traga as suas perguntas.
É, a gente via dupla, né? Então a gente tá contando as coisas legais e tem que ser bom pra pessoa que tá entrando também. Mas assim, você que tá pensando em outras possibilidades que tem de desenvolvimento, se você quer crescer, quer ter interação com outros times, trabalhar em produtos globais, pensar em mais possibilidade de carreira, que você pode fazer movimentos internos, então aqui na Jundia a gente tem muito disso. E no final das contas, quer se desafiar.
E quer trabalhar com um propósito, né? Pessoas que quiserem trabalhar pra que a vida possa avançar. Fica o convite.
Então vem bater um papo com a gente. Vamos conversar um pouquinho mais, entender quais são as possibilidades. Porque a gente quer vocês aqui. E a gente tem muito, muito, muito campo pra crescer. E vocês também.
Muito bem, Felipe, muito obrigada por esse papo. Gepri, muito bom conversar com vocês. Acho que muito esclarecedor para quem está acompanhando e muito obrigada para você que ficou aqui até agora e se se interessou aí para trabalhar com a gente. Você que está procurando vaga em tecnologia. Por onde começa, Felipe?
Nossas páginas de carreira, LinkedIn, todas as nossas exposições estando por lá. E ficar super conectado com o que a gente tá lançando de novos produtos. Pra conhecer as pessoas do nosso time. Eu incentivo muito a conversar com a galera do nosso time. Porque vai contar como é, né, na prática.
Mais uma vez, obrigada, então, Felipe. Então, você já sabe, mas não custa lembrar, não deixe de seguir a John Deere nas redes sociais, no Instagram, LinkedIn, YouTube. Inclusive, ativa aí o sininho, se inscreve no nosso canal no YouTube pra você não perder os próximos episódios do John Deerecast. Até a próxima!
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