John Deere Cast | Gestão Financeira e Banco John Deere

Marcela talks with Sérgio Moreira and Alex Ferreira from Banco John Deere about financing agricultural machinery. They discuss personalized credit options, how the bank supports farmers' equipment purchases, and the importance of trust and partnership in agricultural financing.
Bem-vindos a mais um John Deere Cast, essa série de conteúdos muito relevantes para você que está aí nos assistindo mais uma vez. Muito obrigada por continuar aqui com a gente acompanhando os conteúdos. Hoje a gente traz um conteúdo muito relevante, muito importante para você pensando aí no seu bolso, investimento. Hoje a gente vai falar de gestão financeira, a gente sabe que você você que faz o investimento numa máquina de alto valor agregado precisa se planejar precisa ter muito bem aí estruturado assim como tudo na vida né gente a gente precisa se planejar financeiramente para realizar nossos sonhos né Sérgio então aqui não é diferente para compra de maquinários né e que tem um impacto muito importante, não só no aspecto do trabalho em si, do que você se dispõe a fazer, mas muitas vezes é um sonho, né, Sérgio, realizado. Inclusive, muito bem-vindo, Sérgio. Obrigada por estar aqui conosco, por ser presente para o nosso público.
Olá, Sérgio Moreira, o gerente comercial do Banco de Ondir, por parte do agro, construção. Muito bom falar de sonho, falar de propósito. Quando a gente está falando de banco, sempre tem uma pecha um pouco mais sisudo. Um dia, já faz uns 20 anos atrás, eu estava fazendo um treinamento de um outro banco que eu trabalhava e veio um consultor E falando de propósito, ele falou, pô, o que motiva vocês a levantarem, a querer vir trabalhar aqui no banco? E, poxa, fica todo mundo um olhando para a cara do outro, por que eu levanto, é para ganhar meu salário, é para isso, é para aquilo, para o que é, é para financiar. E daí o próprio consultor colocou isso, ele falou, poxa, vocês fazem uma coisa linda. que, na verdade, o banco antecipa o sonho das pessoas. Então, quando você está falando de financiamento, qualquer que seja o bem, é um carro, é uma casa, é um trator, uma colheitadeira. Então, a pessoa tem um sonho de adquirir aquilo e você está sendo o viabilizador. Então, isso daí, para a gente, eu todo dia quando me levanto, eu procuro lembrar, eu falo, eu tenho que viabilizar, eu tenho que ajudar, e às vezes entendendo bem o cliente, então a gente é especialista na parte agrícola, na parte de construção, e às vezes tem um crédito que é um pouco mais difícil, o cliente é mais informal, você indo lá, fazendo uma visita, você conseguindo explicar direito aquele cliente, entender E depois quando você vê a máquina chegando, é uma coisa que dá muito prazer, aquela sensação do dever cumprido, uma coisa muito legal.
Tem alguma história que te marcou, Sérgio, que você acompanhou?
Olha, tem várias, mas assim, tem uma que é muito recente, por isso que tá na memória, né? É um pequeno produtor do Oeste Baiano, e ele também é influencer ali na região, né? Bem legal. Ele mandou um vídeo. para a gente e tem o nosso especialista que atende o nosso concessionário lá agro sul o Tiogo e ele estava explicando que há três anos atrás ele teve que vender o trator dele porque ele teve que não sei se ele adquiriu o lote de terra do lado da casa dele ou teve alguma questão climática lá ele precisou vender o trator E, pô, o trator, numa fazenda, você consegue fazer o buraco pra fazer o morão, você consegue plantar, você consegue arar os solos, consegue fazer tudo, puxar uma carreta, tudo, né? Ele falou, poxa, eu fiquei três anos sem esse trator. E eu tava fazendo tudo na enxada, né? Tudo difícil, né? Uma dificuldade, demorando. E agora, depois de três anos, eu consegui me capitalizar, o Diogo, né? Que é o nosso especialista, lá veio. visitou a Agrossul também, não vou lembrar o nome do vendedor lá da Agrossul, do SEM, mas ele foi lá e fizeram esse processo, viabilizaram e ele estava imensamente grato ao banco. Essa é uma de milhares que a gente vê todo dia.
O legal é ver o brilho no olho.
Exato.
O brilho no olho que eu tô vendo aí, você falando, é o que comprova aí realmente essa satisfação de trabalhar ali com um propósito. Exato. Que legal, que legal. Você, Alex, muito bem-vindo também. Obrigada por estar aqui e ser presente para o nosso público.
Olá, pessoal. Marcela, Sérgio, eu sou o Alex Ferreira, então, responsável pela área de crédito no Banco John Deere. Um prazer enorme estar aqui falando um pouquinho do que a gente faz lá e o que a gente pode ajudar o cliente na realização do seu sonho, né? Então, parece estranho, né? Mas o banco também fala de emoções, né? Então, muitas vezes as pessoas pensam em um banco, aquela caixinha quadradinha, tomar dinheiro, emprestar dinheiro, receber do cliente e fazer esse ciclo. Mas a gente trabalha muito no dia a dia, Com o cliente sentindo as emoções e a compra, a aquisição, é realizar um sonho, como o Sérgio falou. Então quando a gente pensa na jornada do cliente em todo o processo de aquisição de compra a decisão de crédito é um dos fatores talvez se não o mais importante naquele processo é que onde ele fez toda uma análise a gente vai falar um pouquinho daqui a pouco mas ele fez toda uma análise até decidir a compra. Mas enquanto ele não tem aquela aprovação aquele ok do banco que você pode comprar ele está naquele. naquele impasse, naquele lado emocional, naquela ansiedade, esperando essa decisão. Então a gente acaba tendo que lidar muito com isso no dia a dia. A gente tem que se preparar bastante para essa questão, para esse relacionamento. O papel do Sérgio, do time dele no campo é extremamente importante para a realização desse sonho. Vai ser muito legal a gente poder compartilhar um pouquinho dessa jornada, de como a gente pode contribuir para todo esse ecossistema.
Exatamente, ecossistema, você tirou a palavra da minha boca, porque é isso que a gente vê né, a Jungira ela tá preocupada, ela tá comprometida ali em toda a jornada do cliente, em todos os momentos, desde o momento ali que ele vai adquirir uma máquina, até o momento do pós-vendas, toda a tecnologia apoiando e também nós como fábrica um banco de montadora que a gente fala assim a gente apoiando essa viabilização desse sonho desse crédito que é tão importante. Então a gente tem um ecossistema completo para você que está nos assistindo. Bom vamos começar o nosso papo então Sérgio eu queria começar puxando a bola aqui para você falando em viabilizar sonhos. Para realizar esse sonho a preocupação sempre vai partir. Eu tenho o dinheiro que eu preciso para essa compra para essa máquina que eu preciso para essa solução. Então essa é uma das preocupações mas eu queria que você falasse um pouquinho de todas essas preocupações aí que estão na cabecinha do cliente nesse momento de decisão. O que ele considera na hora de trocar realmente esse maquinário agrícola e o quão que a gente está conseguindo ajudar eles efetivamente com o banco.
Legal, Marcela. Vamos lá. Então, o que acontece? O cliente, normalmente, ele vai estar fazendo uma substituição de um equipamento, né? Que ele já começou a estar mais antigo. Ele já começa a ter um pouco mais de falha, a manutenção dele fica um pouco mais cara. Então, esse é um dos motivos. Ou, às vezes, ele está fazendo uma expansão diária. Então, ele aumentou, arrendou a terra ao lado. Então, ele precisa de um maquinário adicional. Então daí chega o momento que ele tem que fazer um pouco de contas e tem muita, muita incerteza. Como a gente sempre está falando, agricultura você é uma fábrica a céu aberto. Então você tem incerteza climática, incerteza sobre preço de commodities, sobre dólar, sobre uma série de questões. Então o produtor ele faz esse monte de contas Uma delas também é a questão do financiamento. Então ele vai lá e fala, pô, agora eu vou comprar, como que eu vou fazer? Eu tenho recurso para pagar a vista? Se eu pagar a vista, eu vou ficar numa situação frágil, né? Que eu vou ficar sem capital de giro e de repente pintou uma emergência. E daí quando você precisa realmente o crédito, ele fica um pouco mais difícil de você levantar. Então, de repente, ele fala, pô, eu vou financiar. Eu vou pagar em cinco vezes, vou pagar em oito vezes, dependendo do equipamento, dependendo da necessidade dele. E daí eu vou ficar com aquele colchão de recursos, porque se vier uma adversidade, alguma coisa, eu tenho de onde tirar.
Tem um pezinho de meia.
Exato, um pezinho de meia. Isso daí a gente sempre frisa que nunca é bom você gastar tudo. Então deixa lá um pouquinho. E a gente sempre tem alguma condição, né, o próprio governo às vezes solta alguma condição subsidiada, o banco sempre tem, o BNDES é um baita parceiro nosso, né, também com recursos, né, recursos em dólar, recursos em reais, a gente pode ter certeza que no Banco de Um Dia sempre vai ter uma condição aí muito boa e também adaptada ao ciclo do cliente, então o cliente ele vai lá, normalmente ele planta lá em agosto, setembro, e não adianta você colocar um vencimento pra ele em dezembro, porque ele nem colheu ainda, então ele tá no fluxo, numa sazonalidade ruim, então a gente vai colocar o vencimento pegando a principal cultura, ele vai colher uma soja lá pra março, vender e receber em abril, normalmente a gente coloca o vencimento pra 15 de maio, então às vezes ele pode ir num banco comercial, ele vai falar, ah, você está tomando crédito agora, vamos pagar em dezembro, porque ele está com aquela cabeça do décimo terceiro, e para o agricultor não tem isso, então a gente conhece, né Alex?
Exatamente assim, porque todo esse processo, ele passa por uma grande análise de risco de tudo que ele tem que fazer, porque É uma grande decisão de investimento, os valores envolvidos normalmente são altos, as condições de mercado nem sempre são as mais favoráveis, os juros estão mais altos, tem uma série de coisas. Então, ele tem que fazer uma análise do negócio dele. Então, ele vai ver o fluxo de caixa dele, quanto que ele pode pagar, ele vai comparar isso com a rentabilidade do negócio dele, todo o fluxo de entrada e saída de dinheiro que ele tem, porque é um planejamento de longo prazo, como a gente estava falando no início. No momento que ele comprou a máquina, aquela relação conosco vai perdurar por muito tempo, todo esse ecossistema. Você falou da parte de... do aftermarket, o relacionamento que ele vai ter depois de comprar a máquina. E muitas vezes as pessoas esquecem que com o banco não é diferente, porque ele vai ficar, a partir do momento que ele comprou o equipamento, financiou conosco, ele vai ter um relacionamento de 5, 6, 7 anos conosco. Todos os anos nós vamos mandar uma cobrança pra ele, a gente vai estar conversando, a gente vai estar acompanhando a vida dele. E aí, eu acho que é o grande ponto em que o Banco de Montadora se diferencia do Banco Comercial nesse relacionamento com o cliente. Porque a gente tá muito mais próximo dele e entende a relação dele. Por exemplo, às vezes a gente tá na rua conversando com o outro assim, como é que é o comportamento do pagamento mensal do cliente de vocês? Nosso cliente não paga por mês, ele não tem receita mensal. Ele colhe uma, duas vezes por ano e ele vai nos pagar quando ele tem dinheiro. E muitas vezes um banco comercial, um banco entrante não entende esse negócio. Ele quer ir lá, quer financiar e acha que o cara vai ter dinheiro todo mês para pagar um boleto, um carnezinho, aquela coisa toda. Então a gente passa por um processo de entender essa necessidade, entender qual é o melhor fluxo dele e prover a melhor opção para ele que atenda à necessidade dele, o fluxo de caixa dele e todos os riscos envolvidos que a gente pode ajudar.
É muito interessante como está no DNA da Jundir, porque quando a gente olha para a história mesmo da companhia, a gente pega lá década de 30, quando foi financiado, máquinas ali, mesmo naquele momento turbulento, sem nenhuma garantia de que os produtores realmente conseguiriam fazer o pagamento daquelas máquinas, mas adiundir ali sempre junto com o cliente. Então, historicamente, a gente vê esse compromisso realmente da marca em sempre estar apoiando, viabilizando os sonhos junto do cliente, né, Sérgio? Acho que é um compromisso que realmente é no DNA. Eu vejo muito isso presente no DNA da Jungi.
E Marcelo... Opa, desculpa, Sérgio, mas sim, como banco a gente tem que estar muito presente em relação a isso, porque nós temos as nossas obrigações como um banco, mas nós temos um compromisso de ter esse cliente conosco por gerações, como a gente faz. Porque momentos difíceis sempre vão existir. A agricultura é cíclica, tem momentos bons, tem momentos ruins. E eu como banco, nesse caso, a gente não tem que estar preocupado com aquele contrato que está vencendo ou com aquela prestação que o cliente não está pagando. Porque se ele está passando por alguma necessidade, faz parte também da gente ajudar ele a passar por esse momento difícil. para que ele esteja apto logo ali na frente a comprar outro equipamento, fazer outro contrato conosco e que essa relação se perdure por muitos e muitos tempos.
É isso, é isso, com certeza.
Desculpa, Sérgio.
Não, não, sem problema. Eu só ia... acho que a Marcela lembrou bem, né, uma história da John Deere na crise, no crash da bolsa, lá americana em 29, né, na época nem tinha banco ainda, era a John Deere mesmo que financiava.
Inclusive, curiosidade, quando que foi criado o banco?
Foi criado em 1958, o primeiro, o banco John Jay Finance lá nos Estados Unidos. Depois, se não me engano, acho que em 68, eu acho que foi no Canadá, depois expandiu para o México e depois hoje tem praticamente... No Brasil começou quando? No Brasil a gente começou... Em 1987, como banco Agroinvest, na época, que fazia parte do grupo SLC. E daí depois, quando a John Deere adquiriu 100% da SLC Máquinas, aí virou o Banco John Deere, acho que mudou o nome em 2001, se não me engano. Então uma história... Quase 40 anos. Grande já, né?
40 anos, né? Já tá bem consolidado.
E também falando em relacionamento, né? Agricultura. sempre vai ter altos e baixos, né? Sempre. Então, vai ter um ano de seca, vai ter um ano que o dólar vai baixar, vai cair o preço, né? E os clientes, assim, que são mais fidelizados com a gente são aqueles clientes que passaram por algum tipo de dificuldade. Então a gente, como o Alex bem colocou, a gente não tá aqui transacional pra falar daquele negócio daquele ano. Então a gente sabe que a gente vai querer... Às vezes já financiava o pai, já financiava o avô, talvez ainda no Brasil não deu tempo, né? Mas lá nos Estados Unidos, de 1958 pra cá, às vezes tá na terceira, quarta geração, tem concessionários lá que tem mais de 100 anos, né? A gente sempre vai fazer de tudo pra viabilizar que ele continue, porque a gente quer continuar, né, tendo essa parceria com ele. Eu vejo, às vezes, muitas histórias, né, da própria John Deere, quando a gente pede pra clientes darem depoimentos, e a gente sempre espera, pô, ele vai falar da máquina, fala da máquina, óbvio, mas eles falam, pô, eu também lembro do banco John Deere, que lá, em tal época, eu passei por uma dificuldade, e vocês me estenderam a mão, ao contrário de alguns outros bancos lá, que já queriam pegar a minha terra, queriam fazer alguma coisa. Então acho que isso daí é muito legal também né, né?
Exatamente, a gente tem inúmeras histórias de sucesso dessas que o nosso cliente passou por dificuldade, a gente foi lá, a gente apoiou, a gente fez o que tinha que fazer para que ele continue no negócio e temos excelentes feedbacks de vários clientes, vários depoimentos do quão importante é ter essa peça dentro desse ecossistema para ajudar a alavancar essa parcela do negócio que riscos acontecem, imprevistos acontecem, necessidades acontecem e todo mundo pode passar por alguma necessidade e tem que ter alguém para apoiar nesses momentos.
Parceria é parceria.
Exatamente.
Muito bom. Inclusive, Alex, eu queria saber aqui contigo que cuida do crédito, que libera o money. Vamos falar um pouquinho quais são as opções de pagamentos disponíveis para os produtores para fazer essa aquisição de maquinária agrícola e você trazer um pouquinho de prós e contras de cada uma também. Agora a gente vai para um lado um pouquinho mais prático para esclarecer para quem está escutando a gente.
Bom, eu vou começar aqui, eu vou deixar o Sérgio complementar pra falar um pouquinho de produto, mas basicamente hoje o cliente vai entender o negócio dele, né, e vai tentar fazer esse planejamento e vai ver como ele vai colocar. O Sérgio comentou ali, ele pode pagar à vista, ele pode financiar, ele pode usar um consórcio, ele tem um mercado, oferece várias alternativas. O Banco de Ondeira, então, ele trabalha diretamente com o financiamento do equipamento. Esse mercado hoje se financia de várias maneiras, principalmente, vamos dizer hoje, com amadurecimento do mercado, mercado financeiro, mercado de capitais, e nós atendemos um público muito diferente do do pequeno agricultor, da agricultura familiar, até o grande produtor. Então, isso vai variar muito a forma como ele vai se financiar. Um grande produtor, ele pode ter acesso a N ferramentas de mercado e estruturas para comprar conosco, até mesmo comprar à vista. Mas, dentro de todo esse espectro, a gente coloca o financiamento como opção, que atende desde o pequeno ao maior, de acordo com a necessidade dele. Então, nós, basicamente, temos um produto de financiamento, onde o produtor adquire esse equipamento junto à rede de concessionários e traz para a gente. A gente vai financiar para ele em 5, 6, 7 anos, conforme a necessidade dele. Temos produtos diversos hoje, financiamentos em reais, financiamento em dólar, de acordo com a... Aí passa aquilo que a gente falou no início, aquela análise de risco dele, ele tem receitas em dólar, ele pode pagar em dólar, então ele vai... ter o benefício de fazer um financiamento em dólar com taxas de juros mais barato, se a receita dele é principalmente em reais, aí já não faz muito sentido correr o risco da taxa cambial, aí ele vai fazer um financiamento em reais que vai adequar melhor a necessidade, a gente trabalha com taxa fixa, a gente trabalha com taxa variável, com diferentes níveis de sinal de entrada, vamos dizer assim, sinal de negócio, financiamento, mas o mais importante é que a nossa equipe está lá no campo posicionado, o time do Sérgio, para justamente dar esse apoio e mostrar para ele... Nós temos um time no campo, isso, consultores junto, lá da região, perto do concessionário, que ele vai ajudar nessa análise que eu acabei de falar, assim, faz mais sentido o dólar, faz mais sentido reais, a taxa fixa, a taxa variável, pra ajustar isso dentro do fluxo dele pra, em última instância, fazer um melhor casamento de todos esses riscos implicados. acho que seria interessante você complementar um pouquinho sobre os produtos propriamente dito, certo?
Perfeito. E também uma coisa importante deixar claro, o pessoal tem aquela impressão, de um dia era uma empresa só de maquinário grande, só o grande produtor. e muito pelo contrário a gente tem desde o tratorzinho ali de 36 cavalos né a gente tem até outro agora a gente vai trazer o maior aí de 830 cavalos né e para cada equipamento desse tem uma linha adaptada a ele né então óbvio que um trator de menor potência a gente tem as linhas da agricultura familiar do Pronaf temos aqui para agricultura por médio produtor a linha do Pronamp a gente tem também aqui Quando você chega para esse grande produtor, a gente já começa a trabalhar mais linhas em dólar, então a gente tem a linha adaptada para qualquer que seja o tamanho do cliente, o tamanho do equipamento, a gente sempre vai ter alguma linha. E também eu queria aproveitar para falar até um pouco do modelo de negócio do banco e a importância da nossa rede de concessionários. Porque o que acontece, o Banco de Ondira, a gente não tem agências. Então, quando você vê os grandes bancos comerciais que têm agências espalhadas pelo Brasil todo. Só que quem são as nossas agências, quem são os nossos correspondentes? São os nossos funcionários. Então a gente tem uma rede aí de, eu acho que são 280, 290 pontos de venda de agrícola.
Mais de 290, se eu não me engano.
Mais de 290 e deve ter mais uns 50, 60 pontos aí de linha amarela.
Com certeza.
Cada concessionário, cada distribuidor no Brasil, ele é um correspondente bancário nosso e ele está apto a fornecer. Então a gente tem toda uma área de treinamento. para passar esse conhecimento para os vendedores para estar apto a fazer uma primeira oferta e se o cliente persistir alguma dúvida alguma coisa daí tem o nosso time que também roda, tá espalhado aí pelo Brasil todo, também pra apoiar quando entra numa coisa um pouco mais técnica, né, pra falar de imposto, pra falar de documentação, pra falar de alguma questão contratual, aí tem o time do banco, mas aquele primeiro contato pra fazer uma simulação, pra mostrar quanto que fica, de repente pra falar, pô, você enquadra nessa linha, enquadra naquela, aí o nosso concessionário tá apto porque ele é nosso correspondente bancário. Então a gente tem uma rede enorme de pessoas aí, né?
A rede de apoio do cliente de onde eu achei muito interessante tudo isso que vocês falaram meninos porque voltando no aspecto ecossistema né eu acho que é muito vai muito de encontro com o racional de tudo que vocês me falaram deixa claro para mim que O Banco de Undir está olhando individualmente para cada tipo de produtor, se adaptando à necessidade de cada produtor, oferecendo linhas específicas. Então uma linha de crédito para um produtor grande vai ser diferente talvez de uma linha de crédito para um produtor pequeno. Então, vocês falaram um pouquinho que tem gente no campo fazendo essa consultoria, dando esse suporte, e é isso que eu queria entender mais a fundo agora, como é que é feita realmente essa consultoria, sabe? Porque eu acho que isso é muito importante ali para o produtor receber essa orientação do que é melhor para mim, porque é um catálogo imenso de realmente de opções, né? Então, a gente precisa estar muito junto do cliente apoiando nessa decisão, que é uma decisão muito importante.
Exatamente. cartilha de ofertas, vamos dizer assim, a gente tem lá um catálogo, vamos dizer, uma lista de todos os nossos produtos, e muitas vezes é difícil para o cliente ir lá ler tudo aquilo e entender o que é melhor para ele. Então, o nosso especialista do campo, aquele que está lá junto do concessionário, é quem tem essa habilidade hoje de sentar junto com o cliente, mostrar pra ele quais as opções e encaixar o que melhor cabe na realidade dele. O personalizar é um dos nossos quatro pilares estratégicos hoje do Banco de Ondir, de oferecer soluções personalizadas, adaptadas à realidade de cada um. Porque é muito diferente você tratar de um grande produtor a um pequeno produtor lá que, por exemplo, usa uma linha do Pronaf, do governo. A gente não falou muito em detalhes disso, mas A agricultura sempre teve muito conectada com financiamentos incentivados do governo, via BNDES, vários programas aí, Pronaf, Pronamp, Moderfrota. Isso é muito, vamos dizer assim, customizado para a realidade de cada um. Quem se enquadra no Pronaf, quem está no Pronamp, no Moderfrota, ou grande cliente que já não usa mais esses programas do BNDES e governo, usa os recursos recursos próprios, ou os recursos do próprio Banco de Ondeira, né, para fazer financiamento. E essa pessoa que está lá no campo é a pessoa que vai apoiar tanto o vendedor do concessionário, que vai estar interagindo com o cliente, como o próprio cliente. O nosso pessoal vai a campo, visita os clientes, vai na fazenda, tenta conhecer a realidade dele, tenta ver, porque a gente fala aqui também muito de financiamento de produto, de equipamento, né. Mas a gente financia, por exemplo, peças de serviços também, que está complementando todo o ciclo de vida desse produto. Uma vez que ele adquiriu aquela máquina, ele vai ter ela ali e ele precisa estar com ela pronta, apta, para produzir o tempo todo. Então, esse é um outro produto que talvez somente um banco de montadora consiga oferecer aqui. faz um financiamento de um pacote de peças e serviços, vamos dizer que ele fez a manutenção da colheitadeira pré-colheita. Naquele momento que ele fez a manutenção, ele está preparando a máquina para colher. Naquele momento, normalmente, ele não tem dinheiro. Porque ali ele tem que investir na máquina, ele tem que deixar ela pronta para daqui, sei lá, um mês ou dois que ele vai colher, e algum tempo depois que ele vai vender esse produto e vai ter o dinheiro. Então, de novo, a gente está ali personalizando essa oferta, que a gente vai oferecer essa solução de manutenção e que ele vai pagar para nós lá na safra, lá na frente. A gente falou, pulou um pouquinho lá das opções, né, que a gente fala dele comprar vista, comprar prazo, então, vantagens e desvantagens, riscos, que você falou também, né, então, é lógico que tudo na vida tem vantagens e desvantagens, o cliente tem que fazer uma análise do que melhor cabe, então ele pode pegar o dinheiro dele e pagar vista. Vai à desvantagem, ele pode ficar sem esse capital num momento difícil, ele pode não ter, numa emergência ele não ter. Então financiar, ele vai garantir que ele vai ter uma segurança e vai alongar o pagamento desse equipamento num período maior. Qual outra vantagem em relação a isso? Se ele for comprar vista, talvez ele vai ter que ir lá pegar, comprar o mais barato que ele puder, gastar o menos que puder pra fazer. Com acesso ao financiamento, daqui a pouco ele pode comprar um equipamento com mais tecnologia, que seja um pouco mais caro do que aquele dinheiro que ele já tinha guardado, e investir mais no negócio dele. Então é lógico. vantagens e desvantagens, ele vai acabar pagando um juro, vai ter um custo com relação a isso, mas aí ele tem que fazer a conta do quanto isso encaixa dentro do fluxo dele. Mais uma vez, o nosso especialista de campo pode ajudar ele também nesses cálculos, entender o tamanho da prestação dele, como é que isso vai encaixar nas receitas futuras dele, ver se o fluxo de caixa vai ficar balanceado.
Eu falei em algum momento que parceria é parceria, né? E eu acho que dessa conversa toda que a gente teve aqui, Recapitulando até para quem está escutando a gente e já finalizando essa conversa, que foi muito boa. Aprendi bastante, meninos.
Marcelo, eu lembrei de uma coisa que é muito importante, que mostra a importância do financiamento dentro do processo de compra, da jornada do cliente, que a gente fala muito disso, qual que é a melhor jornada para o cliente. Então, alguns anos atrás, a John Deere fez um trabalho muito bem elaborado, conversou com diversos clientes pelo Brasil, de todos os tamanhos. E era pra descobrir qual era o momento mágico da jornada, do processo de compra. Eu fui na apresentação... Posso chutar?
Posso chutar qualquer momento?
Pode, vamos lá.
Eu acho que é o momento que ele vê a máquina chegando na propriedade dele.
Olha que eu fui, entrei na reunião com essa expectativa tua. E daí tô lá no meio da apresentação e chegam e falam, então o cliente ele vai lá, ele tem toda essa parte aí da pesquisa, da necessidade dele, depois ele vai lá, compara as marcas, ele vai no concessionário e ele decide E, na maior parte das vezes, ele parte por um financiamento. E eu também, igual você, eu... Certeza, eu falei, pô, isso daí vai ser o momento da máquina, né? A hora que entrega a chave, a hora que chegou o caminhão lá com a entrega, né? Traz o descarrega na prancha, chega a.
Família toda pra ver...
Eu só consigo pensar nisso, né? A concretização do sonho.
Exato. Só que daí, o que acontece? Os clientes, o que eles falaram? Que era o momento da aprovação do crédito. Eu perguntei, por quê? Eu falei, como assim? Eles falaram, os clientes, eles falaram, é o momento que eu senti que a John Deere estava confiando em mim.
Olha que forte.
Eu falei, olha a responsabilidade que a gente tem. Muito forte, né? Então foi um momento da confiança, porque o crédito, né? Depois de entregar a máquina, a máquina já tinha escolhido tudo, mas vocês confiaram em mim, deram o crédito, né? E acreditaram. Então eu, pra mim, aquilo ali, acho que aumenta muito a responsabilidade nossa, né? Quando tem um processo lá dentro, né? Então acho que muito legal, gostei. Não sei, espero que se fizerem outra que vai dar a mesma, né? Eu ainda fiquei meio com dúvida, mas como não era enviesado, não era do banco, né?
É bom no você peixe, entender né, gente? Olha a importância do trabalho.
Isso aí.
Sonhos e emoções.
Aumentou, né, a nossa resposta, né, Alex?
Eu acho que não teria melhor colocação para resumir boa parte ou se não tudo do que a gente falou aqui, né, gente? O momento mais importante para o cliente é o momento que ele sente que a John Deere efetivamente confiou nele, cedendo o crédito. Acho que para quem está assistindo aqui, que teve a oportunidade de conhecer um pouquinho mais do Banco John Deere, entender como é que funciona a nossa atuação, o como temos um time preparado aí personalizando, né, que o Alex trouxe muito bem aqui na conversa para a sua necessidade, para o seu momento, do seu negócio. Acho que é isso, né, Sérgio, é isso, Alex. Acho que isso resume muito bem. Adorei o nosso papo, adorei. Aprendi um monte e saio mais orgulhosa, né, da... do papel da John Deere e de tudo que a gente está fazendo. Não é só sobre a venda é sobre parceria parceria parceria. É isso a gente colocar assim.
Acho que esse é o ponto chave assim nos veem nos vejam como um grande parceiro dentro de todo esse ecossistema. A gente está aqui para ajudar não só o cliente para ajudar a fábrica para ajudar o concessionário ajudar o vendedor todo mundo que está envolvido nesse processo que nós estamos todos aqui para um único objetivo. Nós somos um pedacinho dessa cadeira.
Levanta todo dia de casa para realizar os sonhos e viabilizar a aquisição de um equipamento, de uma peça, de um serviço de um dia.
E com brilho no olho, Sérgio.
Com certeza.
Brilho no olho também.
Isso aí.
Esses dois aqui falam com brilho no olho, gente, do que eles sabem. Isso é muito legal. Meninos, muito obrigada, Sérgio. Obrigada, Alex, pela participação. E você que está nos assistindo, muito obrigada mais uma vez por acompanhar mais um episódio aqui do nosso John Deerecast, essa série de conteúdos. Tem muita coisa boa vindo ainda por aí, viu, galera? Então não deixa de nos acompanhar nas redes sociais, seguir a gente no YouTube para receber as notificações e logo a gente se vê de novo. Até mais.
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