John Deere Cast | Lançamentos na Agrishow

John Deere specialists present new tractors, harvesters, pulverizers, and equipment launched at Agrishow 2024. The panel discusses technical features and performance data for large-scale and specialty crop producers.
Tudo bem? Bem-vindos ao John Deere Cast Nagri Show 2024. Eu sou Marcela Romero e eu estou aqui nesse espaço para compartilhar com vocês muita informação legal, com convidados especiais, com muitas novidades e lançamentos, que eu sei que você aí está super curioso para saber o que a gente trouxe para a feira esse ano, não é mesmo? Pessoal, a Grishow é um marco, né? Todo ano é um marco, a galera espera, a presidência da Jundir também. Bom, eu tô aqui com gente que sabe muito do que faz, especialistas que vão trazer para vocês aí Muita informação de umas máquinas que estavam bem aguardadas, né, gente? Nossa! O pessoal estava curioso. Mas antes da gente começar, vamos apresentar, então, né? Vamos apresentar quem são aí os super convidados desse bate-papo. Eu quero começar com ele, com o Cristiano Fernandes. Bem-vindo, Cris.
Obrigado, Má. Super legal estar aqui com vocês, hoje com esse time de peso.
Boa, Cris. O que você faz aqui na Jundiair? Conta pra gente.
Pessoal, eu sou especialista de produto e mercado, trabalho no sistema de produção de grãos. E aqui na Greshow, essa semana, eu estou à frente dos tratores de alta potência. Então, se a gente fala do novo 8R, do novo RX, por favor, me procurem. Estou aqui pra gente bater um papo.
Pode procurar?
Pode procurar.
Então, tá bom. Galera vai procurar, hein? Bora, Diego!
Olá, turma, tudo bem? Meu nome é Diego Silva, sou especialista aqui do marketing tático, também da John Deere. Estamos aqui com o nosso novo lançamento da Green System, que é o descompactador de solo giratório, com um novo conceito de descompactação, tá pessoal? Qualquer dúvida vocês podem nos procurar aqui no estande até sexta-feira.
Já tô curiosa. Conceito novo, interessante, interessante. Claudir, bem-vindo!
Muito obrigado, Marcela. É uma honra, uma satisfação imensa estar aqui com esse time. Nós estamos aqui hoje, na Grishow, falando de várias novidades. Bom, eu trabalho atualmente como especialista de produto mercado, focado em grandes contas, focado em diversos produtos focados dentro do sistema produtivo Grams. E hoje, aqui na Grishow, estou à frente de um grande lançamento, que é a coletadeira X9.
Nossa, essa aí é um sucesso, né?
É fantástica.
Ano passado aqui, a galera já estava procurando. Imagina esse ano que é como o lançamento oficial, né? Vai ser incrível. Vai trabalhar, viu?
Bastante.
Vai trabalhar bastante essa semana. Que bom, que bom. Vamos lá, pessoal. Então aqui a gente vai bater um papo falando do que os meninos têm para trazer desses destaques, dessas novidades que a gente tem para produtores com grandes propriedades. Então a gente vai começar aqui falando nesse primeiro bloco de máquinas para produção de larga escala. A gente tem certeza que vai ter muita gente procurando, muita gente curiosa. Então, aqui, para você que está acompanhando nas nossas redes sociais, no nosso canal no YouTube, a gente já vai adiantar, trazer alguns spoilerzinhos aí do porquê que essas máquinas entregam tanto e são tão legais para você que está de olho nelas. E eu vou começar com o Cris, então, trazendo o super lançamento do 8R. que é o trator que vai ser apresentado pela primeira vez fisicamente aqui, Cris? É a primeira vez que a galera vai poder ouvir o 8R?
É isso mesmo, Má. Hoje nós estamos trazendo aqui na Grishow essa semana o 8R410EVT, pessoal. Então nós estamos em primeira mão aqui trazendo um trator com transmissão variável elétrica. o que é isso, o que é essa sigla, o que você que está assistindo a gente, o que você ganha com um trator disso. É um trator que já tem mais de 100 mil horas de testes, então um conjunto extremamente robusto, e para quem está precisando, procurando ter uma aceleração instantânea, torque instantâneo, trabalhar com uma precisão maior no controle de velocidade, Esse é o trator. Essa é a transmissão que nós recomendamos. Aqui a gente não tem, como estamos acostumados com a questão de marchas, a gente não tem isso. A gente tem esse conceito de velocidades infinitas. Nós vamos definir ali a velocidade de trabalho do trator e ele vai ajustar isso. para adequar a operação. Esse é o grande lançamento, nós estamos aqui, já foi um sucesso ali, não consegui sair do 8R410 ainda.
Já tem muita gente procurando.
Muita gente procurando, muita gente querendo entender, não só mecanicamente ali no que nós estamos trazendo, mas ele tem já um novo visual da família 8R, a cabine dele, nós estamos falando de uma cabine extremamente confortável, espaçosa, então a gente tem bastante novidade nesse trator, bastante papo legal para apresentar para os nossos clientes.
Bem interessante, mas eu fiquei curiosa para saber, ali na prática então, transmissão elétrica, você falando, qual que é o benefício na prática ali para o produtor?
O grande benefício desse trator, Mike, é que ele vai ajustar a velocidade que ele precisa trabalhar, por exemplo, no plantio, e o trator vai controlar essa velocidade para ele, e o que a gente tem de diferencial é que às vezes o solavão, com aquela troca de marchas ali que tem no trator, nesse trator ele não vai sentir isso, a operação é muito mais suave. Ele pode ter também ganhos em relação ao consumo de combustível, principalmente em relação a barulho mesmo, a gente tem uma redução no conforto dele. Então esses são os principais benefícios que essa transmissão entrega nesse conjunto com o trator.
Velocidade é uma coisa muito importante para garantir a uniformidade de plantio.
Com certeza, quando a gente pensa em plantio, em deposição de sementes, na quantidade de semente correta, o espaçamento delas, e a gente conseguir manter esse padrão de velocidade, isso é muito importante para o conjunto trator-plantadeira.
Show de bola, Cris. Eu tô curiosa para ir lá no 8R agora Vamos lá, Má.
Te convido aí lá pra gente ver como é que funciona na prática.
Cabelo espaçoso, confortável. Show de bola, Cris. Diego, agora você, meu querido. Vamos lá. Descompactador de solo giratório. Me explica o que é isso, que eu tô muito curiosa.
Isso mesmo, mas é o seguinte, o descompactador de solo giratório, ele é o equipamento para ser utilizado no preparo do solo, tá? Agora, eu gosto de fazer uma analogia assim, assim como toda casa que a gente constrói, a gente precisa preparar a base, fazer o alicerce, que senão a base, a casa vai por água baixa, certo? Assim também no preparo de solo é a mesma coisa, então a gente tem que fazer uma base bem embasada, bem preparada, para que depois a gente possa vir ali com o nosso plantio e os processos subsequentes ali no trato cultural. O principal objetivo do descompactador de solo giratório, ele promove uma descompactação balanceada do solo, mas ele não desestrutura o solo e isso faz com que o solo tenha mais aeração, tenha mais infiltração de nutrientes e água. A gente sabe que nós estamos vindo aí de anos de seca, de alninho, então dos testes que nós já fizemos e por isso que nós já estamos lançando agora na AgriShow, ele foi extremamente eficiente. Então é uma solução, um conceito de fato inovador para descompactação de solo.
Interessante. Então, vai ajudar bastante aí o pessoal no dia a dia.
Com certeza, a gente tem alguns números só para compartilhar com vocês, pessoal. O seguinte, nós temos... O produto que mais se aproxima do descompactador de solo giratório é o subsolador. Então, nós fizemos um comparativo entre esses dois equipamentos, e o descompactador garante 75% mais cobertura de palhada no solo. Por que eu disse que ele é um conceito inovador? Por conta do rolo faca. Então, no mesmo processo de descompactação, atrás do equipamento a gente tem um rolo faca, e ele vai acamando a cultura de cobertura e essa cultura de cobertura vai protegendo o solo com aquele sul que está aberto. Então a gente garante 75% mais cobertura de palhada em relação ao subsolador, 30% menos consumo de combustível, pois cada haste do subsolador precisa de no máximo 30 cavalos do trator, enquanto que o subsolador precisa de 45. E na cultura da soja a gente teve ali na média 13% mais produtividade contra o solo já descompactado. Então, de fato, é um conceito inovador, resultados extremamente eficientes. E vocês, nossos clientes, que têm uma curiosidade de conhecer o produto fisicamente, venham para a Greshow, ele está aqui no nosso estande, e venham tomar um café conosco, venham conhecer o produto e as suas características.
Olha, acho que você deu uma dica boa também, porque está tendo uns cafezinhos gostosos aqui no estande, né? Para quem vier também. Então, é tomar um cafezinho, vem, confere as máquinas, está bem legal. Claudir, a tão aguardada X9 finalmente virou realidade. É um lançamento, o maior lançamento, a gente pode dizer, aqui na Grishow 2024?
Exatamente, Marcela. É um super lançamento. Bom, no ano passado a gente fez um pré-lançamento, Mostramos ao mercado, mostramos aos nossos amigos e clientes, mostramos que a John Deere possui a máquina, que a John Deere possui uma solução, e este ano é tão aguardada, tão esperada, o lançamento comercial da X9000. E além da X9000, nós temos uma solução de colheita. Eu gosto sempre de trazer esse termo que é uma solução de colheita, é uma solução completa. Por quê? Porque nós temos, além da colheitadeira, nós temos o conjunto da plataforma de corte e nós temos também o conjunto da plataforma de milho. Para aqueles clientes que plantam primeira ou segunda safra de milho, terem também uma performance excepcional na colheita do milho. Então é uma máquina que conta, começando lá pela plataforma, uma plataforma muito diferente. É uma plataforma Draper, com 50 pés, é um tamanho ideal para a máxima performance, para a máxima capacidade, e essa plataforma tem algumas características que a diferenciam das demais. O primeiro ponto é a articulação do chassi dessa plataforma. Ela pode variar até 1,14m nas asas laterais dela, fazendo com que tenha uma melhor copiagem do terreno. condução através do terreno, que muitas vezes é irregular, tem terraços, aquelas áreas muitas vezes que possuem terraços, o produtor precisa de uma máquina menor para colher o terraço, nesse caso aqui ele pode também colher com essa máquina os terraços. E aí quando nós vamos para a parte da máquina, olhando para a parte industrial da máquina, nós temos uma máquina que ela começa já com uma estrutura maior, um corpo que a gente chama mais largo, 23% mais largo, ao redor aí de 36, 37 centímetros mais largo do que a nossa série 700, 780 e 790, que hoje são as máquinas maiores que nós temos no portfólio nacional. E aí quando nós vamos Avançando um pouco mais, nós vamos para os elementos principais. Pensando em trilha, separação, limpeza, nós temos diversas características que fazem com que essa máquina seja muito mais produtiva. Nós temos aí 45% maior área de trilha, 80% maior área de separação e 36% maior área de limpeza. Nós temos peneiras mais largas, peneiras mais compridas, nós temos um rotor mais largo, aliás são dois rotores, nós temos um sistema de rotor mais comprido, então são dois rotores de 24 polegadas, porém rotores mais longos, que fazem com que nós temos uma área de trilha e uma área de separação muito maiores. Todo esse conjunto vai resultar em melhor qualidade de grão, menos perdas de grãos e grãos mais limpos, amostras mais limpas, amostras mais íntegras, grãos mais íntegros para aqueles produtores que trabalham com grãos comestíveis, tal como feijão. produtores que trabalham com sementes, então nós temos grãos muito mais limpos e mais íntegros dentro do tanque graneleiro e é um resultado econômico muito melhor. Essa máquina tem uma série de características que fazem ela ser mais produtiva. Tudo isso faz com que ela entregue até 40% maior capacidade, maior performance, quando a gente compara ela, por exemplo, com a S190, que hoje é uma máquina extremamente produtiva, uma máquina com uma capacidade incrível. E aí nós trouxemos a X9-1000, que é uma máquina de classe 10 e ainda mais produtiva. Além dela ser mais produtiva, ela é uma máquina que é mais econômica. Ela tem um motor totalmente redesenhado, sistema de transmissões totalmente redesenhado também. que faz com que ela, no final do dia, no final da safra, ela economize aí cerca de 30% da economia de combustível.
Gente, não, pera, eu tô muito impressionada com os números, né? Eu acho que é muito interessante isso de você ter números tão expressivos, né? A gente falou de um lançamento super relevante com números que justificam, né?
Que realmente fazem diferença.
E que fazem diferença, exatamente.
E olha só, um outro número que realmente faz a diferença, redução de perdas. Em média, 50% de redução de perdas. Falando aí de uma máquina já otimizada, a gente reduz ainda mais, em mais 50%. É muito dinheiro que vai sobrar no final do dia.
É um investimento que compensa, né, Claudio? É aquele investimento que se paga muito legal. E me conta só, já tem cliente que tá... Tá com a X-Cline aí, fazendo os testes.
Já sim, já sim. A gente fez aí uma introdução, a máquina no mercado, fizemos algumas validações. Colhemos aí cerca de 20 mil hectares, tivemos números excelentes, números fantásticos. E é daí que vem essas informações, vem esses dados, nós tivemos uma performance fantástica. Essa máquina chegou a colher aí, em alguns casos, uma média aí de quase 16 hectares hora. Uma performance absurda, uma performance fantástica. E nós temos aí vários clientes, É o grande lançamento oficial da Grishow. Nós temos aí vários clientes que já adquiriram a máquina e vão conosco para os Estados Unidos.
Eu queria dizer que é o seguinte, terminando aqui a conversa, eu vou lá, procuro vocês, vou tirar uma foto aí para registrar, porque três super lançamentos aqui eu preciso registrar. Já estou indo para a minha oitava, nona Grishow aqui. Preciso tirar a minha foto. E você que está aí, também garante a sua. Vem para o estande, vem conferir esses lançamentos aqui com os meninos. Muito obrigada pelas informações que vocês trouxeram. Valeu! Agora, para a gente continuar o nosso papo aqui sobre novidades e destaques da AgriShow, eu tenho novos convidados. Convidados que vão me ajudar aqui a trazer para vocês quais são as soluções para clientes de culturas especiais. Para começar, pessoal, vamos falar o que é cultura especial. Aproveita e se apresenta, Luciano, para o pessoal e já emenda aí. Fala para a gente o que é cultura especial.
Olá, Marcelo, olá a todos que nos assistem. Bom, Culturas Especiais é tudo aquilo que a gente tem de alto valor agregado produzido no hectare, pensando fora commodities ou grãos. Então, se a gente pensar hoje o nosso ouro negro do Brasil, que é o café. Não sei se você gosta.
Meu preferido.
Laranja, citros.
O nosso de cada dia, né?
A laranja. A energia nossa de cada dia. Para mover o motorzinho.
Mandioca, melão, enfim, todas essas culturas, se a gente pensar fora de soja, milho, mas essas culturas de alto valor agregado que a gente tem aí em produção por hectare, né? Então, a gente citou alguns exemplos, mas são inúmeros, a gente tem mais de 40 e poucos produtos ou culturas que a gente chama de culturas especiais.
E qual que é a sua preferida?
Ah, eu gosto da laranja, né?
Laranja?
Laranja, o suco de laranja.
Surquinho de laranja também cai muito bem.
Ou um bolo também.
No calor da Grishow aqui vai cair muito bem.
Com certeza.
É, eu já sou fã do cafezinho. Eu não consigo começar o dia sem um café, né? Aliás, quantas xícaras de café você toma por dia, Marcela?
Eu chuto por baixo umas cinco. Umas cinco?
E você, Gabriel?
Umas três.
Três.
Uma por semana.
Uma por semana, muito que bem. Segundo a Conab, hoje o consumo brasileiro é em torno de quatro xícaras de café por dia. Que bom que você tá levando a nossa média pra baixo aí, mas a gente tem o mais certo.
Eu tô elevando. Honrando o café nosso de cada dia.
Mas eu elevo o suco de laranja.
Ah, aí sim.
Inclusive, por favor, Alice, apresente para o nosso público.
Oi, pessoal, é um prazer estar aqui. Obrigada pela oportunidade. Meu nome é Eliane Stable, eu sou especialista de marketing tático para culturas especiais.
Muito bem, muito bem. Trouxe já informações relevantíssimas aqui para a gente. Estou curiosa para saber o que ela vai trazer aqui de solução. E você, Gabriel? Mais uma Grishow Juntos, né?
Mais uma Grishow Juntos, com certeza. Olá, pessoal. Obrigado pelo convite, Marcela. Obrigado, pessoal. Me chamo Gabriel Marra. Estou como especialista de produto e mercado também para culturas especiais.
Muito bem, eu tô com um time de peso aqui, que eu sei que vai trazer informação bem relevante para quem quer visitar a gente aqui na Grishow ou vai acompanhar aí toda a cobertura nas redes sociais. Lembrando que a gente tá fazendo uma super cobertura essa semana e você que não vai conseguir vir para o estande também vai poder acompanhar nos nossos canais, tá bom? Luciano, Traz pra mim aí pulverizador 120J modelo 2025. É isso que você tá trazendo aqui hoje pra gente.
Isso mesmo, Marcelo. A todos que nos assistem, nós estamos trazendo um novo Model Year dos nossos já conhecidos pulverizadores 128 HP. O que nós temos de novidade para nossos produtores, para nossos clientes? Nós temos um maior aumento de barra, dá para se dizer. Nós saímos de 24,5 metros para 27. Isso nos dá mais produtividade durante o dia, em torno de 10%, mais produtividade. Nós também elevamos o número de sessões de 5 para 7, pensando na redução de perdas de insumos. E além disso, nós temos agricultura de precisão, onde a gente vai ter pulverização no local ideal, sem falhas, os monitores geração 5 e os receptores Starfire 7500. Então, tendo mais precisão, com muito mais velocidade no processamento das informações.
E ele vem com melhorias e a gente sabe que já é um produto, então, aí que já vem bem consolidado dentro do nosso portfólio, só que talvez tenha gente aqui que nunca ouviu falar da Pla. Então, conta pra gente um pouquinho aí essa história.
Boa, Marcela. Retornando um pouco, então, na história, a Pla foi a primeira marca a produzir um pulverizador de autopropelido na América Latina. Então, o primeiro produto produzido foi lá em 1978. E de lá pra cá a gente passou, obviamente, por algumas melhorias, mas a base, que é nossos diferenciais, que hoje a gente traz e tem ainda nos nossos modelos, é a questão de baramento, chassi, quadribara, que já tem desde lá em 1978, 1980, basicamente com algumas melhorias, mas a base é igual, tá? E aí a gente entrou no Brasil aqui em 2004, com os pulverizadores autopropelidos, com uma fábrica em canoas. E aí em 2018, a empresa foi adquirida pela John Deere, e hoje nós complementamos o portfólio de pulverizadores da John Deere. Então se você olhar, nós temos produtos para pequenos produtores, com pulverizadores acoplados, pulverizadores de arrasto, pulverizadores da PLA, e aí pulverizadores John Deere para grandes produtores. Então temos um leque, um portfólio completo de pulverizadores pra atender todo o nicho de mercado, inclusive pra culturas especiais.
É exatamente isso que eu tava pensando quando você tava falando. Então a gente tem um portfólio bem robusto aí, né, pra atender todo tipo de produtor. Isso é bem importante.
E o que é mais interessante é que agora, agregando todas as nossas tecnologias junto também, é a confiança da marca.
Isso é super importante. Legal, legal. Gabriel, você, o que você tem pra gente hoje? Tô sabendo aí que você tá responsável por um pulverizador autônomo, que não tem ninguém dirigindo ele. Como que é isso?
Correto, Marcela. Na verdade, foi o primeiro pulverizador autônomo desenvolvido no mundo.
No mundo?
No mundo. E esse projeto iniciou em 2014. Nós estamos falando de um pulverizador não tripulado. Ele não tem cabine.
E aí... Gente, mas como que é isso?
Nossa... nós temos um mapeamento da área e a partir daí esse pulverizador ele vai trabalhar de forma autônoma e uma informação importante um único operador porque precisa de uma pessoa para ficar acompanhando ou operando remotamente essa máquina consegue controlar até oito equipamentos simultaneamente imagine você então a gente tira essa pessoa que poderia ficar exposta a resíduos ali durante a operação Coloca ela em um local mais seguro e essa mesma pessoa consegue controlar até oito equipamentos simultaneamente.
É muito interessante, é muito diferente, é o futuro que já começou, é o futuro que já é agora.
A gente pode assim dizer.
Com certeza.
O que a gente olha, principalmente, que está muito alinhado com toda a nossa estratégia e também com as nossas tecnologias. Quando a gente olha um pouco mais para o futuro e fica imaginando quais tipos de máquina que a gente pode ter, eu falo que o futuro já é hoje, ele já começou.
Muito legal, muito legal. Gabriel, e como está a aceitação dos clientes, a receptividade para algo tão diferente assim?
Olha, agora pela manhã nós recebemos vários clientes e todos eles muito entusiasmados em ver quanto que a gente já evoluiu nessa parte de pulverização, como nós estamos evoluindo e o que a gente tem para trazer ainda para o Brasil. Uma informação importante é que lá nos Estados Unidos esse equipamento já é comercializado. E agora nós também estamos trazendo pro Brasil, a gente vai iniciar alguns testes e em breve a gente vai ter ele disponível pra venda também. Então tem muitos clientes que já falaram pra gente, falaram, olha, quando tiver em teste, eu quero testar na minha propriedade.
Legal. É realmente o futuro acontecendo.
Com certeza.
O que a gente nem imaginava agora tá acontecendo, não é mesmo? É isso que a gente tá vendo cada vez mais no agro.
São os robôs trabalhando no campo pra gente agora.
É. Muito legal, Gabriel. Eligiane, além de me dar informações valiosíssimas sobre o café, o que você vai trazer aí para mim de novidades na linha de tratores?
Eu quero trazer para vocês duas novidades hoje dos nossos pequenos gigantes, né? Então, falando dos tratores utilitários da série 5000. A primeira dela, a gente tá falando de tecnologia, né, Gabi? Tá um pouco à frente e tal. Então, assim, uma grande novidade é que a gente tá trazendo conectividade pra nossa linha de tratores da série 5000. Então, tanto os tratores 5E quanto 5N, sabe que é 5N, que são os nossos tratores efeitos, né? Exatamente. Então, tanto 5E quanto 5N, eles vão vir de fábrica agora instalados com o M-Modem, né? O que significa? Significa que esse M-Modem, que é um hardware, ele consegue coletar os dados da máquina E... encaminhar para o nosso Operation Center. Então, o operador, hoje, ele vai conseguir visualizar, em tempo real, onde está a sua máquina, além de outros dados da máquina que o M-Modem vai conseguir extrair e mandar para o nosso Operation Center. Então, ele vai ter todos os dados, hoje, do trator, que são aqueles que são possíveis de coletar, obviamente, no Operation Center. Benefício para ele. Ele vai conseguir monitorar, orientar e até maximizar, hoje, todas as operações que ele tem no campo.
Então, você quer dizer que, quando a gente fala de tanta tecnologia assim para tratores, que são operados não em grandes propriedades, em uma agricultura de larga escala, também tem muita tecnologia disponível pro produtor. É isso. É isso aí.
O que nós, o João Dias, estamos trazendo é tecnologia pra todos.
É pra todo mundo.
Exato. É todas e todas as culturas.
Isso é muito legal.
Isso é muito interessante, né? Quando a gente olha agora pro parque de máquinas de um produtor, toda a frota dele pode ser conectada. Então, ele consegue acompanhar isso na palma da mão.
John Deere Operation Center tá na mão, tá conectado?
Tá conectado.
É isso aí, ele pode ver no computador, ele pode ver no celular agora, gerenciar essa máquina e saber o que que tá acontecendo com ela lá no campo, de qualquer lugar. Isso é fantástico, né?
Sensacional.
Mas aí eu não, calma, eu falei que você era duas, Marcela.
Certeza, é verdade. Eu tô acelerada aqui.
Vamos lá, segunda novidade também da série 5000, mas em relação aos tratores estreitos. Então, os 5080N e os 5060N. Esses dois tratores agora, esses dois modelos, eles estão disponíveis também com cabine, né? Então a gente tá trazendo aqui, inclusive temos uma na feira, quem puder pessoal, vem aqui, vem conferir de perto essa novidade, então a gente tá com 5080 EN aqui na feira, cabinado, né? Então ele conta também com uma cabine ampla, espaçosa, onde a gente tem todos os comandos bem posicionados, uma altura, ajustes do volante, né? equipado com um sistema de ar-condicionado bastante eficiente e com um painel de instrumentos agora eletrônico, onde fica mais fácil a visualização dos dados. O operador consegue ver mais fácil o que está acontecendo na máquina através desse painel eletrônico de instrumentos. E uma terceira coisa que é novidade também, falei da cabine que traz mais conforto, mais segurança, é a questão agora também da transmissão. A gente antes tinha disponível a transmissão 9x3 nestes tratores. Para os cabinados a gente traz a Power Reverse 12x12, que isso traz uma eficiência operacional, além de uma durabilidade maior quando a gente compara com a transmissão 9x3. A gente estava até comentando, né? Esse tipo de transmissão, a 12x12, pode trazer até 6% a mais de eficiência nas operações.
E cada percentual conta aí quando a gente fala de eficiência operacional.
Com certeza.
E um ponto bem importante também é que Nós demoramos um pouco para fazer o lançamento dos tratores cabinado, estreito cabinado, mas agora a gente vem com todo o nosso conforto, robustez da cabine. Isso é bem importante a gente reforçar, estava sendo esperado pelos nossos produtores e agora a gente dá esse salto no mercado.
Esse trator é para quem colhe o meu cafezinho, o cafezinho de vocês todo dia também, né?
Sim, sim, importante de falar, assim, a gente tem um trator, né, por ele ser mais estreito, então principalmente os produtores de café aí estavam ansiosos para esse lançamento, com certeza.
É, vão colher o nosso cafezinho de cada dia mais felizes, né? Pessoal, muito obrigada pelas novidades que vocês trouxeram, muito interessante, daqui a pouquinho eu vou lá conferir também. Continuem com a gente aí para mais novidades, pessoal. E a gente segue trazendo as novidades e destaques aqui da Grishow, porque tem muita coisa, galera. Tem muita coisa, tá muito valendo a pena, não é mesmo, meninos?
Tá legal, tá bacana, Marcela.
Quais foram as primeiras impressões aqui, a hora que vocês chegaram no estande?
O público, então, a gente achou que ia estar um pouquinho mais devagar, mas já logo de manhã vários clientes, no caso da gente, várias usinas procurando saber o que tinha de novidade, o que era o nosso ecossistema ali. Então foi bem bacana isso.
Inclusive, não lhe apresentei, Felipe Fabro. Por favor, se apresente para o pessoal.
Prazer, pessoal. Eu sou o Felipe Fabro, especialista de marketing tático para a cana-de-açúcar na John Deere.
Então você vai falar da CH950...
Não só dela, mas todas as soluções que a gente tem pro sistema cana-de-açúcar que a gente tá apresentando aqui na feira pra vocês.
Tá bom, curiosa. Marcos, prazer. Primeira vez que a gente está se vendo pessoalmente aí só nas trocas aí de trabalho do dia a dia, mas por favor se apresente.
Meu nome é Marcos Lentz, eu sou especialista de suporte técnico para feno e forragem e vamos falar um pouquinho mais de uma novidade que nós temos aqui hoje na feira.
Tô curiosa, tô curiosa, quero saber. Felipe, então vamos começar contigo. Você falou aí da CH950, eu particularmente, eu adoro a CH950 e acompanhei muito de perto todo esse processo aí de consolidação dessa solução aí para o mercado. Tô querendo saber o que você tá trazendo de novo aí, você com o time, que fica focada em cana, e você me prometeu mais coisa também, quero saber.
Claro, claro. Pegando já o gancho da 950, a gente está com a Model Year 24 aqui na feira, com algumas melhorias de estrutura, tivemos alteração do corpo da bomba do elevador, então vai ter uma rotação melhor ali na esteira do elevador e também no extrator secundário, vai ter um ganho de eficiência da limpeza. Com relação a SH-950, também interessante, a gente contratou uma construtora independente, a D2G, para fazer um benchmark de todas as máquinas que estavam rodando aí pelo Brasil, para a gente saber um comparativo, qual que é a performance da colhedora de duas linhas frente à colhedora de uma linha. E a gente tá com vários números bem interessantes, então convido o pessoal pra tá aqui na feira com a gente, comparando qual que é o grande ganho de se ter uma colhedora de duas linhas frente à colhedora.
Mas peraí, você vai abrir os números?
Claro.
Vai?
No stand aqui a gente tá com um mini palco ali ao lado da colhedora 950, justamente pra ter essa imersão com os clientes de cana, tanto na parte do operacional, como também na parte de tecnologia. Então a gente tá trazendo bastante informações não só referente a CH950, como também a colhedora de uma linha, ao nosso pacote de Kena Advisor, que é a nossa automação da colhedora no âmbito da colheita, e também todo o portfólio de tecnologia que abrange o Operation Center, as organizações, como que é o dia-a-dia de uma usina, monitorando, planejando. Então, a gente está com todas essas soluções interessantes aí no stand de Kena. Mas falando de grandes lançamentos que a gente tem aqui pro Stand de Canon, nós temos a nova caixa do Picador, que ela vai contemplar tanto a CH570 contra a 670 e a 950. Essa caixa é muito mais robusta e simples, então são menos componentes dentro dela, e o mais interessante é que ela já vem com o sincronismo externo de fábrica da John Deere. Hoje a gente tem como equipar o sincronismo via Unimil by John Deere, mas também as novas colhedoras que vão vir já vão vir com a caixa e o sincronismo externo já de fábrica.
E o que isso, na prática, vai auxiliar o cliente na operação dele?
O sincronismo externo, além de ser uma operação bem... quem olha para as máquinas que não tinham sincronismo externo, era muito difícil de fazer o sincronismo em si, e você tem que fazer o sincronismo para garantir a maior vida útil dos facões picador. Só que era uma operação muito morosa, que você tinha que abrir toda aquela caixa, tem riscos de contaminação de óleo, né? Então, com o sincronismo externo, além de você eliminar esses riscos, você faz essa operação com um terço do tempo.
Um terço do tempo?
Um terço do tempo. E hoje, uma máquina más sincronizada, responsável por 15% da impureza vegetal que está indo para a indústria, é, às vezes, a questão do sincronismo da máquina. Então, isso vai estar auxiliando os nossos clientes no dia a dia.
Muito legal. Então, você está entregando aí realmente melhorias significativas para o cliente, você com o time, e prometeu números, Fábio. Quem vier para o estande vai querer ver número, porque a gente sabe que para o produtor de cana, Os números são realmente muito... para o produtor no geral, né? Mas para o produtor de cana, cada vírgula ali importa.
E já adiantando um número bacana, outro grande lançamento que a gente tem, e aí é exclusivo para a CH950, são os novos rolos Duracink. Então a gente tem um design novo dos rolos do facão picador para os facões de 12 facas da 950, onde eu vou ter um melhor contato e um contato mais prolongado dos meus facões. Então isso vai me permitir 30% a mais de vida de útil dos meus facões picador e também 30% a mais do sincronismo das máquinas, né? Então, melhorando a vida aí do nosso cliente e das nossas usinas aí.
Gostei, você já entregou alguns números aqui, são bem relevantes.
Sim.
Legal. Muito bom, muito bom, Fábio. Agora eu quero ouvir o Marcos. Marcos, vamos lá. Assim, eu queria compartilhar uma experiência com você, porque eu sei que você quer falar da forrageira, é isso?
Exato.
E eu queria dividir a minha experiência com a forrageira. Eu já, assim, não sou operadora, bem longe disso, talvez até o carro aí eu tenha um receiozinho, às vezes, de dirigir, que dirá uma maquinona aí como essa. Mas eu já me aventurei. E numa dessa, foi em 2014, eu operei uma 7380, que era da época. Eu achei muito legal, porque além do controle da máquina, você tem que ter o controle do joystick para o tubo descarregador distribuir a palha. Mas foi bem desafiador, eu confesso. Porque imagina, eu já não tinha prática com a máquina e eu tive que dar conta também do tubo descarregador. Tinha hora que foi umas coisinhas pra.
Fora ali do... Do vagão forrageiro.
Do vagão, do vagão, exatamente, e tal.
Terminou o dia assim, ó.
Foi o tempo todo assim. E eu não sou uma das pessoas que tem mais coordenação motora, então realmente foi desafiador. Mas eu gostei, eu gostei porque eu achei bem legal a operação em si da forrageira, né? E aí eu queria saber Se mudou isso, assim, de lá pra cá, e o que o modelo que você tá trazendo, que eu sei que é um modelo bem mais avançado, tá entregando?
Exato.
Você começou, teve a experiência com uma série 7.000, então nós já tivemos uma grande evolução com a entrada da série 8.000 aqui no Brasil, que já trouxe um conceito totalmente diferente, né, de processamento de forragem, e hoje aqui na Grishow nós estamos trazendo uma nova, Uma nova máquina, um novo modelo, um novo conceito, que é a série 9000.
Estamos trazendo... Da 7 já está na 9. Exato.
Começamos com a 7, vamos para a 8000 e agora estamos com a 9000. Não deixando de lado a 8000. Ainda temos a série 8000 no Brasil e agora estamos aumentando o nosso portfólio de máquinas aqui no Brasil, trazendo o modelo 9600. Uma série de novidades aí para apresentar para o pessoal.
Guilherme, conta o que tem de interessante nesse modelo.
Começando pelo novo motor dela, traz um motor John Deere 18 litros com cerca de 787 cavalos de potência. Folha de máquina aqui no Brasil trazendo o modelo 9600. Uma série de novidades aí para apresentar para o pessoal.
Guilherme, conta o que tem de interessante nesse modelo.
Começando pelo novo motor dela, traz um motor John Deere 18 litros com cerca de 787 cavalos de potência. Então é um motor exclusivamente desenvolvido pela John Deere e um ponto importante, atingindo níveis de emissões sem o uso de ar, ou seja, seu custo de operação vai ser menor. Essa é a principal novidade que a gente está trazendo para a série 9000 aqui no Brasil. Outro ponto importante, essa máquina já vem equipada com hardware silagem. Tá, Marcelo, mas o que é isso? É um sensor, é uma ferramenta que vem montada na máquina que faz mais de 4.000 leituras por segundo, analisando praticamente a silagem em tempo real.
Quatro mil?
Exato.
Gente, a tecnologia é impressionante assim, né? A velocidade.
Faz uma série de medições, questão de matéria seca, os constituintes, questão de fibra, teor de açúcar da silagem e tudo isso ajuda no gerenciamento da forragem ou da alimentação para o animal. Essa é uma das grandes novidades que nós temos aqui. E valendo também, vale destacar a questão da a acessibilidade que essa máquina tem para realizar manutenções e limpezas diárias dela. Vocês vão ver aqui na máquina, quem tiver a oportunidade, quão fácil é você acessar a máquina esses pontos para realizar suas manutenções.
A John Deere, ela é para o produtor de grão, ela é para o produtor de cana, ela é para o produtor de culturas especiais e ela também é para o pecuarista, com uma super solução aí que vocês estão trazendo na AgriShow.
Claro, e convidamos o pessoal até para quem tiver interesse e curiosidade em conhecer essa máquina mais de perto, nos procurem aqui no nosso stand que com o maior prazer iremos mostrar a máquina.
Perfeito. Muito obrigada, Marcos. Adorei. Adorei saber que a porrageira que eu pilotei lá atrás agora tá muito mais tecnológica. Eu quero ter a oportunidade de operar.
Por que que não, né? Vamos dar um jeito.
Vamos. E a colhedora de cana também, Fábio.
Quero ver se eu operar ela também.
Eu quero. A colhedora de cana eu ainda não operei.
Sério?
Ainda não operei. Eu preciso? Preciso. Curiosa.
Vamos arrumar a oportunidade, Marcos.
Pô, se é H950...
Não tem segredo também.
Vou cobrar?
Pode cobrar.
Obrigada, meninos. E a gente volta com mais novidades no próximo bloco. Agora a gente vai fechar com chave de ouro esse super episódio aqui de destaques e lançamentos e eu tô com pessoas aí de peso também para falar sobre tecnologia e pós-vendas aí duas coisas que são muito importantes hoje quando a gente fala de produção no agro, né pessoal? Então eu vou começar com a minha colega querida Adriele Pereira, por favor Adrie se apresente Olá, pessoal. Tudo bem?
Eu sou a Adriely Pereira. Eu sou coordenadora de marketing para o segmento de tecnologia.
Muito bem. E você, Gui? Ser presente aí para a turma.
Olá, pessoal. Tudo bem? Meu nome é Guilherme. Eu sou coordenador de marketing especificamente para a Precision Upgrades.
Muito chique. Eu estou com dois coordenadores aqui que manjam tudo aí. dos temas que eles cuidam. Pessoal, vamos lá então. Eu tô, assim, super curiosa para saber o que a Adri vai trazer aqui para a gente sobre tecnologia. A tecnologia aí, a gente sabe que a Jundir vem batendo muito nessa tecla, né, Adri? A importância da agricultura digital, do produtor aí estar fazendo o gerenciamento da sua produção aí. com dados, com base em dados, né, pra tornar aí cada vez mais essa tomada de decisão mais assertiva, mais inteligente, e eu quero saber o que que você tá trazendo aí junto com o time pra continuar e apoiando o produtor ali na ponta.
Legal, a gente tem algumas novidades, eu vou tá falando um pouquinho melhor dos três grandes lançamentos que estão vindo pra tecnologia na Grishow 2024, O primeiro deles está relacionado com o Operation Center, então nós estamos trazendo os motivos ociosos que foi tão pedido aqui para o Brasil, foi pensado com muito carinho para nós conseguimos atender nossos clientes, entender durante a operação dele porque aquela máquina está parando de trabalhar por um certo tempo, entender se aquilo ali é um reabastecimento, se é uma refeição do operador, então a gente tá trazendo isso pra deixar ali especificado no Operation Center pra que o cliente ele consiga monitorar, gerenciar e analisar de onde ele estiver e isso daí a gente consegue gerar relatórios pro final do dia pra ele ver quanto tempo da operação dele aconteceu, quanto tempo ficou parado, e assim no dia seguinte ele consegue estar cada vez mais melhorando esse gerenciamento.
Isso aí parece ser bem interessante, realmente, para estar otimizando o trabalho dele. Mas deixa eu entender, isso é um alerta? Como que funciona isso para quem está visualizando no Operation Center?
Legal. Ele vai ter dentro do Operation Center, ele vai configurar os motivos com que ele quer estar trabalhando para aquele sistema de produção específico, porque a gente sabe que cana-de-açúcar tem uma demanda, grãos tem outra. Então, dentro do próprio Operation Center, ele vai escolher quais são os motivos que são adaptados para ele. E aí, via o JDLink, que é o nosso modem, vai estar passando essa informação ali do Operation Center até a máquina, e lá ele vai dar apenas um clique no monitor. O operador está operando, precisou fazer uma parada, ele vai colocar com um apontamento ali no monitor o motivo por que ele está parando. E aí, nesse momento que ele já aponta, no Operation Center começa a rodar já o tempo. Então, vai ter ali a máquina aparecendo dentro da nossa plataforma, e o tempo, desde o primeiro segundo que ela está parada até o momento em que ele volte a trabalhar. Então, você tem exatamente o tempo que essa máquina ficou, o motivo por que ela ficou, e aí você consegue ir gerenciando durante o dia a dia para melhorar essa efetividade.
Então, bem interessante. Precisa de uma intenção, uma intencionalidade muito grande do operador, mas que aí, ele comprometido com isso, vai ajudar muito depois na análise dos dados, da efetividade da produção, da operação da máquina. Muito legal, bem interessante. O que mais?
Muito legal. Além disso, nós estamos trazendo o nosso Starfaris 7500. Então, o nosso receptor, como vocês sabem aqui, no Hemisfério Sul, eu falo Brasil, mas no Hemisfério Sul, a gente tem muita dificuldade com cintilação, que são aquelas explosões solares que dificultam a orientação do equipamento durante a sua operação. Então, com o Starfire 700, a gente tá minimizando essa interferência da cintilação, então ele performa melhor, porque daí ele consegue encontrar o satélite que tá ali mais limpo, mais claro, à disposição, e consegue corrigir esse sinal pra gente continuar tendo a nossa precisão de 2,5, que já é muito conhecida e que todo mundo adora.
Dois e meio...
Centímetros. Exato.
Tem isso aqui.
Exato. Pra você ver como que é preciso, e além disso, né, com repetibilidade a longo prazo.
Uau.
Então, assim, é um grande lançamento pra gente, vai ser muito legal, tá exposto aqui, né, em todas as máquinas, em todos os totens que tem, então é bem legal se o pessoal conseguir vir conhecer e entender melhor sobre isso.
Muito bem, muito bem. Eu não me canso de escutar sobre tecnologia no agro. Eu acho muito interessante você falar em dois centímetros e meio, sabe? O que é dois... É igual quando você ouve na Fórmula 1, né? Um pit stop de 2.4 segundos. Você acha? É impossível. 2.5 centímetros, né? Numa operação com máquinas aí, às vezes, gigantescas. Com a tecnologia, isso é possível garantir essa precisão. É muito legal. Acho que é muito legal.
Muito bacana.
Muito bom. O que mais? Tem mais coisa?
Tem mais coisa.
Opa, é isso aí. Não, para por aí. É isso aí que eu gosto. Vamos.
Muito legal. Acho que, né, gerou uma grande repercussão e a gente trouxe aqui para o nosso stand a nossa parceria com a SpaceX, que é o nosso JD-Link via satélite com o Starlink. Então, a gente tem ali uma ativação específica para isso. Convido o pessoal a vim conhecer mais, entender mais sobre isso também. E o que é essa parceria? Nada mais é da gente trazer uma solução de conexão no campo.
É um grande desafio ainda, na realidade, no Brasil, a questão da conectividade, né, Ada?
Exato. E aí a gente já tinha o campo conectado, que era através das nossas parcerias com a Cláudia e com a Sol, que são torres, que daí tem as operadoras de celular, e aí você conseguia ter essa conectividade através disso. E agora, para lugares que têm mais dificuldade, que é mais difícil a instalação de torre, a gente tá lançando essa nova parceria com a Starlink, que daí a gente consegue ter esse alcance maior. Então hoje o nosso cliente que tem essa dificuldade com conexão pode estar vindo e aderindo o JD-Link via satélite com a Starlink para que ele consiga ter uma cobertura ali na fazenda dele durante a operação para ter dados em tempo real.
É adjundir então apoiando não só com soluções mas também nesse grande desafio que é a questão da conexão no Brasil de conectividade no Brasil.
Exatamente.
É o comprometimento em realmente tá digitalizando o agro tá movendo esse agro cada vez mais digital aí para além de só soluções da De onde ir, né? Então acho que isso é bem interessante.
Com uma autonomia.
Com uma autonomia. Muito legal. Gui, me conta, Precision Upgrades. Tô sabendo aí que você quer compartilhar, então vamos dar um up nas máquinas, é isso?
Vamos lá, Marcela. Exatamente. Eu acho que antes da gente entrar, de fato, em todas as tecnologias que a gente tem disponível, que a gente está lançando, eu acho que vai a gente falar para o pessoal o que é o tal do Precision Upgrades. A gente está falando, a gente está publicando, mas o que é? É exatamente a possibilidade de levar as mais novas tecnologias da John Deere para aquelas máquinas que já estão no campo. Então, o produtor que tem máquinas aí de dois, três, cinco anos, Hoje, através do John Deere Precision Upgrades, ele tem a possibilidade de ter a mais nova tecnologia. Então, vamos imaginar um cenário onde o produtor acabou de comprar uma máquina nova, que veio com a tecnologia do Exact Apply, por exemplo, o Ink Pro, e ele tem uma máquina um pouco mais antiga. Então agora ele consegue padronizar toda a sua frota com todas as mais novas tecnologias e ter a maior performance e a melhor disponibilidade em todos os seus equipamentos que já estão lá no campo.
Mas isso é uma baita de uma oportunidade para o cliente, né? Porque realmente o investimento às vezes para você fazer a troca de uma máquina em determinado momento às vezes não é o momento, mas você já quer tecnologia, você quer atualização, é como um celular, né? Às vezes você não quer trocar o modelo do celular, mas você já quer ter algum sistema operacional mais avançado, alguma coisa assim. É meio que isso, Gui?
Exatamente, eu acho que você falou com todas as palavras, e acho que até fazendo um gancho aqui com o que a Adri apresentou, o principal pacote que nós estamos lançando aqui de tecnologia é o pacote essencial de agricultura de pressão, onde a gente empacota a Starfire 700, o monitor G5 e o modem JadeLink M ou R para prover a base de conexão e posicionamento e direcionamento para os clientes, e aí que a gente possa ir passando para os próximos níveis que nós também temos grandes lançamentos aqui. E esse pacote essencial ele vem com um valor exatamente para aquele cliente que talvez não está no momento de fazer um grande investimento, ele tem acesso a essas tecnologias a um valor muito acessível para começar a conseguir ter todos os dados.
É experimentar daquela nova tecnologia, daquela novidade, muito legal. E é muito interessante como você aqui, cuidando do tema de pós-vendas, Adri, cuida do tema de tecnologia, mas como está tudo interligado. A gente fala muito que a John Deere tem um ecossistema completo de soluções para o cliente, E aqui a gente vê na prática, porque realmente a tecnologia é essencial para o trabalho do pós-vendas, para segurar esse trabalho de pós-vendas, esse acesso facilitado a tecnologia, pacotes específicos para melhorar a sua máquina. Então é muito interessante essa correlação.
Não, exatamente. Eu acho que você comentou do ecossistema e o legal do Precision Upgrades é que nós temos soluções para cada etapa do ciclo produtivo do nosso cliente. Então, nós estamos com grandes lançamentos aqui para plantio, por exemplo, a tecnologia de MaxEmerge 5e, que é a tecnologia de plantio através do motor elétrico, onde a gente consegue melhorar a deposição de sementes do nosso cliente, aumentar o nível de economia em até 7%, de redução com custos em sementes, e nós temos também tecnologias para pulverização. Eu acho que o nosso grande lançamento aqui, eu não sei, provavelmente todos vocês já viram, mas a tecnologia do CN Spray Select.
Isso é fantástico, né?
Basicamente, como é que eu venho chamando isso? É o reconhecimento facial das plantas daninhas, né?
É ótima essa definição, adorei.
Então, nós temos câmeras distribuídas na barra do pulverizador que faz a identificação em tempo real das plantas daninhas e aplica somente onde é necessário, gerando uma economia média de 56% em herbicidas com potencial de até 97%. Então, faz a conta. 56% em média, de acordo com toda uma área, mas em casos de até 97%. Por quê? Nós temos infestação, a tecnologia que o cliente utiliza, mas a gente tá falando aí de até 97% de economia através.
Dos centros por sede. 97%, Adriele.
Quando a gente fala sobre produtos pitocenitários que tem um custo de valor agregado bem alto, então imagina a economia desse produtor, é uma tecnologia que veio para revolucionar mesmo.
Eu já ouvia que outros colegas também que trouxeram soluções para clientes que produzem em larga escala, com culturas especiais, E o que eu tô vendo bastante é números que estão me impressionando, assim, realmente, números que estão mostrando na prática, realmente, esse benefício para o cliente, né? E muito atrelados à questão da tecnologia. Então, acho que a tecnologia, ela é um caminho sem volta, né, Adri?
Com certeza. Acho que é para tudo. Inclusive, a gente gostaria de chegar lá nos 3 milhões de hectares conectados até o final do ano. Vamos conectar esse Brasilzão.
Vamos conectar esse Brasilzão.
Vamos, vamos chegar.
Essa é a nossa meta. É pra você, é pra você aí, produtor, pra otimizar a sua operação, pra fazer você ser mais rentável, mais sustentável, né? E tá cada vez mais aí dinheiro no bolso, né? Que é bom, né, gente? Todo mundo gosta. Muito obrigada mais uma vez pela participação de vocês, aprendi muito, como sempre. E não deixem de nos seguir nas redes sociais, estamos aí em peso nos canais digitais, pessoal. Muito obrigada e até a próxima com mais conteúdos aí no nosso D&D.
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