Obra Produtiva | Centro de Reforma de Componentes

Bruna Mazante talks with Gabriel Manzan, Eliel, and Neto from John Deere about the company's Component Remanufacturing Centers in Latin America. The centers rebuild used parts to cut costs and waste while maintaining quality, saving customers money on equipment repairs.
Olá pessoal, meu nome é Bruna Mazante e está começando mais uma temporada do Obra Produtiva, o videocast de construção da John Deere.
Meu nome é Gabriel Manzan, gerente de suporte ao cliente estratégico para a América Latina. E vamos aqui pra bater esse papo hoje com você.
Masan, conta um pouquinho pra gente como que a ideia da criação de centro de reformas de componentes surgiu.
O centro de reformas de componentes na John Deere, ele tem bastante tempo. Qual o atrativo é a reforma de componentes? A gente tem algumas possibilidades pro cliente final. Ele pode comprar um componente novo, que ele custa 100% do valor. Existe uma opção que se chama Reman, que é a fábrica fazer essa reforma do componente e esse valor ele gira em torno de 70%. A reforma do componente, através do distribuidor, Ela está sempre abaixo de 60%. Por isso que ela é a melhor opção para o cliente final.
Um outro ponto importantíssimo é a rápida disponibilidade do processo de reforma. Então nós pegamos componentes e com incríveis até cinco dias peritamos avaliamos o componente, trocamos as peças necessárias e devolvemos e instalamos às vezes essa peça para o cliente. Então todo o processo é feito em tempo recorde, que muitas vezes o próprio processo da peça remanufaturada ou remã não consegue atender esse prazo. Então é uma combinação perfeita de custo, disponibilidade rápida e redução no impacto ambiental para o cliente. Ou seja, a John Deere conseguiu de fato trazer uma estratégia muito assertiva para o cliente e o dealer com certeza vai junto com isso e também se beneficia junto com o cliente.
Você comentou então que o distribuidor ele é todo respaldado pela John Deere durante esse processo para passar confiança para o cliente que opta por utilizar o Centro de Reforma de Componentes. Perfeito. Mas agora eu vou jogar um pouco para o Neto que está aqui representando a John Deere. Como que a fábrica, como que a fabricante, a John Deere, garante que o distribuidor está utilizando todos os processos, todas as ferramentas, para que um componente reformado seja equiparado a um componente novo. Conta um pouquinho para mim sobre esse processo.
Legal, Bruna. Obrigado pela pergunta. Acho que contribuindo com o que o Gabriel disse e o que o Eliel disse também, a fábrica tem um robusto plano de certificação para os nossos distribuidores. Então, como o Gabriel disse, nos Estados Unidos a gente tem já há muito tempo o Centro de Reforma de Componentes. A gente trouxe para o Brasil esse plano de certificação dos nossos distribuidores E nós tropicalizamos para o nosso mercado, para manter a qualidade dos componentes para os nossos clientes.
E um outro ponto, a gente abre um novo CNPJ para garantir um estoque independente. Então o estoque de peças que vai para o cliente, as peças sobressalentes, é diferente do estoque de peças peças que o centro de reforma de componentes tem que ter. Então a exigência da fábrica para com o distribuidor para garantir esse rápido lead time, essa rápida execução do serviço e o cliente se beneficiar com tudo isso.
Mas agora que a gente já introduziu o tema e eu já aprendi tudo sobre centro de reforma de componentes, eu quero escutar um caso real. de um cliente, o que que ele precisou, como que foi o atendimento dele de ponto a ponto e qual que foi o resultado que ele obteve trabalhando com a Inova e com o Centro de Reforma de Componentes.
Excelente, melhor do que a teoria é a prática, né?
Exato, quero a prática.
Alguns meses atrás nós trabalhamos em uma região muito forte minerária onde os equipamentos são altamente demandados. Equipamentos que rodam 650 horas em um mês. Nós temos clientes que rodam 23 horas por dia. é incrível. Então em um curto espaço de tempo há a necessidade da intervenção de fazer a reforma desse componente. Sistemas de freio também nós conseguimos reformar. Ou seja, hoje eu posso afirmar que 85% de tudo que opera nas máquinas. Temos condições de reformar, restaurar a qualidade e a originalidade desse equipamento dando a mesma garantia de quando o componente estava novo. É incrível.
E Eliel, você que está mais lá no dia a dia, na prática, também quero saber um pouco sobre como que é a rotina num centro de reforma de componentes, de ponta a ponta, com a peça chegando até a saída dela, conta um pouco pra gente.
Legal, vou tentar ser bem resumido aqui, a peça chega, é estocada num depósito específico, né, Depois com a mão de obra qualificada, ela é requisitada mediante a peritagem que foi feita no componente do cliente, identificado as reais necessidades de troca. Então a gente tem um sistema de avaliação daquilo que dá para ser reaproveitado e daquilo que é realmente necessário trocar, tudo com subsídio técnico da fábrica. Após isso entra no processo e você tem estações de trabalho que cada estação com seu técnico qualificado naquele posto de trabalho executa a etapa. No final você faz a montagem do componente e a cereja do bolo é um processo pra cada componente testado e submetido aos modelos de funcionamento quase igual a máquina estava quando ele estava na máquina. Então eu coloco o eixo, simulo rotação, simulo temperatura dos fluidos internos do eixo, pego uma transmissão, simulo a transmissão, coloco o motor numa bancada de teste, coloco carga nesse motor, rotação, tudo pra garantir que a hora que sai todo adesivado, bonitinho, colocado, batido tipo novamente lá, O mais importante foi testado e esse componente vai ter qualidade na operação. Nesse exato momento a gente está com taxa zero. Então se o cliente for fazer uma reforma de 12 mil reais, ele vai pagar mil reais por mês. A gente é tão transparente, tão correto, que não tem nada, não tem pegadinha nem no financeiro. É 12 parcelas de mil reais aí com zero de juro, ele vai se beneficiar com um ano de garantia.
Outro ponto importante é que no Brasil, principalmente, a gente tem bastante mercado paralelo de peças, mercado que oferece retífica de motores, outras atividades. Eu quero ouvir um comentário, um argumento matador do porquê que o cliente John Deere deve optar pelo Centro de Reforma de Componentes dos nossos distribuidores antes de optar por soluções que não são garantidas e certificadas pela John Deere.
Simples, resgate direto da originalidade do seu equipamento. Vamos detalhar um pouquinho mais isso daí? O que que acontece? Você tá lá a 500km de distância. Obviamente você tem uma retífica, você tem um mercado paralelo que tá do lado da sua empresa. Então por que que não levar pra lá? Você não terá a garantia de um centro de reforma original. Isso faz toda a diferença. Segundo, condições de pagamento e financiamento. Isso não existe no mercado. E por último, Ecosistema John Deere. Por quê? Quando eu coloco de volta esse material, essa transmissão, eu resgato ela. Lembra que eu falei a originalidade dela? Eu volto a conectar ela no sistema de telemetria, no nosso Operation Center, tá? Isso é um assunto pra depois, pra um outro, talvez, programa. E aí eu consigo monitorar tudo isso de volta, como se fosse exatamente o componente novo. Quero ver fazer isso no mercado paralelo. Simplesmente impossível.
Obrigada pela resposta, Eliel. Eu adorei conversar com vocês e todas as histórias, experiências que vocês trouxeram hoje aqui nesse episódio, mas o nosso primeiro episódio da segunda temporada da obra produtiva precisa acabar. Então, novamente agradeço a disponibilidade, todo o conhecimento que vocês trouxeram aqui hoje pra nós e Obrigada a você que nos assistiu até aqui. Continue acompanhando os episódios da segunda temporada do Obra Produtiva porque ainda há muito por vir. E siga a John Deere nas nossas redes sociais. E até o próximo episódio. Tchau, tchau.
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