Obra Produtiva | Construindo caminhos sustentáveis com a Wirtgen

This is a YouTube videocast episode titled "Obra Produtiva | Construindo caminhos sustentáveis com a Wirtgen" published in October 2024. The content features a conversation primarily between Bruna Mazante, Vinícius, and Guilherme Rodrigues, a commercial director at Wirtgen for Latin America. They discuss the history, market presence, technology, and sustainability efforts of Wirtgen and its integration with John Deere, focusing on paving and recycling equipment. The discussion highlights the company's customer-centric approach, technological innovations like telematics, and the importance of operator training and environmental responsibility in infrastructure development.
Olá, pessoal! Eu sou a Bruna Mazante e está começando agora mais um episódio do Obra Produtiva, o videocast de construção da John Deere e da Vertgen. E para começar o nosso bate-papo hoje, estou aqui novamente com o Vinícius. Tudo bem, Vinícius?
Tudo ótimo!
Bem-vindo novamente!
Mais um, né?
Sim, o nosso assunto hoje vai ser o mercado de pavimentação com o representante da Virtigem. Inícius, quem que você trouxe hoje pra.
Conversar com a gente? Hoje trouxemos um convidado de peso aí no mercado de pavimentação. Temos aqui o Guilherme Rodrigues, que já está há 20 anos já no mercado Virtegen, no grupo Virtegen, e vai contar um pouco de história hoje sobre como entrou na Virtegen, sobre o que acontece dentro da Virtegen, integração Virtegen com o John Deere. Promete ser um papo interessante hoje, hein?
Vamos pra cima. Guilherme, bem-vindo.
Obrigado, Bruna.
Apresente-se aí pra nós.
Bom, eu sou o Guilherme Rodrigues, eu sou diretor comercial da Virtkin para a América Latina, mercados do México até o Brasil. Como o Vini falou, eu tenho 20 anos no grupo Virtkin, comecei na Ciber como estagiário, né, e hoje eu tenho esse, digamos, metade da minha vida dentro do grupo, levo essa marca com muito muito orgulho pro mercado, né? E hoje eu sou o responsável pela linha da Virtgen, que é suas frezadoras, recicladoras, pavimentadoras de concreto, surface miners. E quando eu posso, eu atuo também nas outras áreas dos outros equipamentos, porque eu tô realmente há muito tempo no grupo, gosto muito dos equipamentos, é uma empresa que tem uma história muito bonita, uma tradição muito forte no mercado, e tenho muito orgulho de fazer parte.
Então, Bru, acho que como ele falou muito de história, a gente pode começar do começo, né? Falando um pouco sobre essa integração, o Virteng e John Deere. Como que isso aconteceu, né? Da onde que a Virteng veio? Podia contar um pouco da história da Virteng e como que chegou na John Deere isso, né?
Sim, sim. É muito interessante e muito legal a gente ver que a Virteng é uma empresa que foi fundada na década de 60, né? Uma empresa familiar. O senhor Virteng, ele era um transportador, ele tinha uma empresa de transportes e... E no início, lá no década de 60, ele começou a ver muito problema nas estradas que ele transitava. Ele era um alemão inventivo. Ele começou a ter ideias pra resolver aquela questão do problema que ele tinha pra transitar com os caminhões. Começou indo em ferro velho buscando peças. Ele tinha um galpão lá na transportadora dele e resolveu fazer uma máquina que fosse capaz de romper concreto. E essa máquina, inclusive, tem um museu de ciência lá na Alemanha, tá exposta.
A primeira?
A primeira máquina.
Que legal.
Exato.
Que legal.
Bom, ele teve muito sucesso com aquela máquina. A máquina foi feita de forma caseira, mas ela começou a funcionar, dar resultado. Ele começou a fazer algumas obras de manutenção, chamou a atenção do mercado. Outras pessoas pediram pra ele fazer. ou resolver a questão da manutenção, ou vender equipamentos. E ele entendeu que aquele era um bom negócio. E aí surgiu a Virtkin. A Virtkin é uma empresa, como eu disse, que usa o nome da família. Eles muito rapidamente começaram a fazer mais máquinas, começaram a se organizar como uma fábrica. Viram que para outros tipos de pavimento, que não o concreto, você tinha que ter uma técnica diferente. Então, as primeiras frezadoras a quente, você tinha que aquecer o asfalto para poder removê-lo. A tecnologia avançou, eles conseguiram entender como comportava esse equipamento, já começaram com as frezadoras a frio. E da frezadora a frio eles viram que além do asfalto, do concreto, era um equipamento que também podia ser aplicado de outras formas, como por exemplo mineração. Então em alguns minérios você conseguia utilizar o mesmo processo de frezagem para produzir material, remover material mineral. Entenderam também que não só remover, em alguns momentos você poderia utilizar esse conceito de romper o pavimento, ao invés de remover o material para um material novo, por que não reciclar? Então lá na década de 80, o pioneirismo da Virtlin sempre teve muito presente, não só na recuperação de pavimentos, mas na reciclagem. É uma empresa que foi crescendo, ela começou a encontrar Não só o mercado europeu, mas espaço em outros mercados. O senhor Vertgen foi buscar em outros continentes aqui no Brasil na década de 80, buscou e encontrou a Ciber, que eu acho que é uma história muito bonita também, como um parceiro para desenvolver os produtos, produziu os produtos aqui no Brasil para pavimentação. Estados Unidos, África, Ásia, enfim, a empresa foi crescendo. Com o crescimento, teve condições de comprar outras empresas tradicionais na Alemanha. A Vogeli é uma marca que foi adquirida com mais de 100 anos também. Posteriormente a HAM, linha de compactação. a Kliemann, a Benninghoven e sempre buscando produtos de primeira linha, sempre buscando um viés de inovação e desenvolvimento, digamos assim, de coisas novas.
Legal. E você comentou que desde a década de 60, parece ser um curto período de tempo para ser uma empresa tão relevante e líder até no mercado. E aí eu já vou emendar a minha pergunta. Eu quero entender um pouco mais sobre o mercado. da Virgin para a América Latina e Brasil. Um pouco do perfil do nosso... Já estou me sentindo... É, John Deere Virgin.
É, John Deere é nosso. É tudo integrado, a mesma família.
E um pouco sobre quais são as demandas deles, se eles buscam por tecnologia. Enfim, quem é o cliente Virgin?
Bom, a Virting ela é líder mundial, eu acho que é um caso, é um case assim a ser estudado até, porque a gente tem, a gente consegue ter com as frezadoras de asfalto 80% do mercado mundial. Isso é um número absurdo pra gente em dias de hoje onde a gente tem muita competitividade, a gente tem digamos uma evolução tecnológica muito grande e uma dificuldade muito grande de abrangir todos os mercados, mas a gente consegue, eu acho que esse é um papel importante também da da fase Virtgen dentro do grupo John Deere. Nesse processo de crescimento a Virtgen chegou num momento que ela tinha muitas empresas pequenas ou familiares que nos representavam no mercado e você passou de algumas máquinas por ano para centenas de máquinas por ano. Então a John Deere ela entra num papel muito importante nesse crescimento da Virtgen. A gente conseguiu hoje se estruturar com distribuidores muito fortes na América Latina em termos de estrutura, em termos de capacidade financeira, em termos de presença e cobertura. Isso nos ajuda a manter uma posição de, digamos, de liderança. Nos ajuda também num papel de proposição. O nosso mantra no grupo Vertigen é close to our customer. E o close to our customer significa não só estar ali perto do cliente pra oferecer um produto e vender, mas tá no ponto de entender o que o nosso cliente faz. E aí falando um pouco de perfil, a gente tem clientes pequenos, médios e grandes. Tem os grandes que eram pequenos quando começaram com a gente. Tem alguns médios e grandes que não eram do segmento e entraram depois. Mas pra todos esses clientes a proposição de valor é Close to our customer, é estar como um parceiro, como um sócio do negócio, do cliente, pra trazer pra ele formas de fazer melhor, mais rápido e de forma mais eficiente e sustentável. Então todo o ecossistema da VIRTGM, se a gente vir as outras marcas, né, eu tô falando da VIRTGM GmbH, que é onde tem as as frezadoras, recicladoras, pavimentadoras de concreto e mineradoras de superfície, mas pra todas as outras marcas a gente tem esse conceito de desenvolver produtos e desenvolver o negócio do nosso cliente da forma que a gente pode agregar valor pra ele.
É, não é enviar uma cotação, é ir lá, entender, avaliar, propor, questionar a forma como tem sido feita, o que a empresa pode fazer de diferente.
São duas coisas bem distintas aqui. Uma das nossas obrigações como líderes e como objetivo de negócio é participar de todos os negócios. Então, se o cliente pediu cotação, temos que estar lá, temos que estar preparados com gente qualificada, gente treinada. Não só oferecer a máquina, mas entender o que ela faz e ter todo um apoio de pós-venda, enfim. Mas tem um outro papel muito importante que a gente tem como cultura do grupo Virten, que é de identificar oportunidades de valor que não foram identificadas ainda. Então, trazer novas tecnologias para o mercado, entender que aquele mercado oferece potencial, por exemplo, pra mineração. A gente tem equipamentos de mineração. E muitas vezes os clientes nos veem como uma empresa de frezadoras, de recicladoras.
Sim, é muito mais amplo do que isso, né?
Exato. Então, nós temos várias, digamos, frentes de batalha pra manter essa posição que eu acho que ela é de excelência, ela é de liderança. E ela é de comprometimento com o que o cliente está fazendo. Então, como tu bem comentaste, não é só para enviar uma proposta. Acho que a gente tem que enviar a proposta dentro do prazo, a gente tem que ser capaz de explicar o que a gente está oferecendo, mas, principalmente, a gente tem que... a nossa relação com o mercado orbita nessa proposição de valor de Entender o que ele faz, entender onde tem o potencial e muitos dos nossos clientes que eram muito pequenos ou que entraram nesse negócio acreditando na nossa proposta de valor hoje estão crescendo e ficam parceiros pra sempre. Então esse eu acho que é um das coisas que eu carrego da Virting desde o período da família. Eu acho que a John Deere ela traz no processo de aquisição uma coisa muito importante que é entender aonde estava o valor da virta.
Exatamente.
E a gente vê muitas empresas mudando de ownership, empresas com processo de aquisição, de fusão, onde você vê que algumas coisas importantes se perdem no caminho. E eu vejo que, eu posso falar isso com esses anos de empresa, que a filosofia de trabalho da virta, ela não só é respeitada, como ela é exaltada e ela é trazida inclusive para o ambiente de John Deere como uma referência. Existe uma responsabilidade muito grande nisso, que é você fazer as coisas Você manter um conceito de fazer as coisas, que às vezes dá mais trabalho, às vezes te dá uma dedicação muito maior, porque tu tem que dominar o que tu faz, tem que se envolver mais com os clientes. Mas que eu tenho certeza que é isso o segredo de sucesso, né?
É mais sustentável, né? O sucesso dessa forma.
Exatamente.
Ele estando junto com o cliente, entendendo. E você me fez pensar, assim, que a John Deere é uma empresa com mais de 180 anos também, né? Que foi... fundada, o nome da empresa é o nome do seu fundador. Então, eu vejo muita sinergia entre a cultura, a forma de fazer negócios, o respeito ao cliente. E não poderia ter sido de outra forma, né? A John Deere ter escolhido a Vertigen e a Vertigen também ter escolhido a John Deere. Acho que não foi uma escolha só de um lado, as duas empresas entraram num acordo pra continuarem crescendo juntas, né?
Eu ia falar justamente sobre isso, sobre essa sinergia, porque hoje eu vejo dentro da cultura de onde ir que existe uma fidelização do cliente, de estar ali consultivo, conversando sempre com o cliente e o cliente acaba criando uma relação de amizade com o consultor, com o vendedor e com toda a família de onde ir. E quando nós olhamos para a ótica Virtegen, que é o close to our customers, que é estar sempre junto com nossos clientes, a gente vê que as vendas acabam acontecendo de uma forma muito consultiva. Existe muita conversa, muito relacionamento entre o consultor Virtegen, sobre nós da Virtegen, e o cliente. identificando oportunidades de negócios que eu não via, como o Guilherme estava falando. E quando junta isso com a de um dia, é a sinergia total. É o que a gente acaba enxergando e acaba vendo nisso. Então, eu sou mais jovem no grupo, eu estou há pouco menos de cinco anos no grupo, mas já consigo identificar isso muito claro, de como isso tudo acontece. Então é maravilhoso de ver tudo isso, muito legal.
E vamos falar um pouco de tecnologia agora. O que a Verge Game tem trazido para o mercado? que é um diferencial e que os clientes estão compreendendo aquilo como uma proposta de valor, que vai agregar para o negócio dele. O que você traz aí de novo para nós?
Bom, Bruna, se tu me deixava falar aqui a semana inteira, porque a gente tem uma lista muito grande. A gente tem uma lista muito grande, assim, e como nós temos famílias de produtos, a Virta tem quatro famílias de produtos, né? Eu acho que tem que destacar algumas coisas porque como a gente entende que determinados mercados te oferecem oportunidades diferentes em determinados momentos. Falando dos nossos mercados da América Latina e da nossa linha de produtos. para as frezadoras que a gente é líder absoluto ele já é um produto muito reconhecido, a gente está com um avanço tecnológico muito grande do que elas entregam como produção mas eu acho que o nosso ponto agora que a gente está trazendo muito forte é a questão da telemática, de você conseguir transmitir os dados de produção de forma que o operador tá ali no dia a dia, ele não precisa se ocupar com mais nada além de operar, mas que o dono da empresa, que o pessoal de gestão de frota tenha acesso ao que aquela máquina tá fazendo, tenha disponível informações da máquina, e com isso a Vertkin tem o que a gente chama de WPT, que é Vertkin Performance Track. que permite adicionar ao equipamento uma opção de trazer todos esses dados produtivos de consumo, de peso e metros frezados, georreferência, consumos de peças de desgaste, tempo operando, alarmes de falha, tudo isso num relatório ao final da jornada de trabalho, que pode ser em formato de PDF, de Excel e de dados. E o cliente vai estar recebendo isso no final da jornada de trabalho e ele pode utilizar esses dados no seu sistema e ele pode ter uma administração dos dados e da sua frota de uma forma muito mais real. ágil. Então o WPT eu acredito que é um diferencial muito importante para as frezadoras, as frezadoras de carga frontal, então a gente tem no Brasil todas as máquinas com carregamento frontal dos últimos 10 anos, elas podem ser inclusive o que a gente chama de retrofit, elas podem ser incorporadas nesse sistema, assim como as máquinas novas. Então quando a gente fala de frezagem eu acho que esse é um dos pontos bem importantes. Nós trazemos também um sistema de multiplex, que é um sistema de nivelamento avançado pra fresagem de alta performance ou microfresagem, pra melhorar a superfície dos pavimentos, também é um recurso que as fresadoras Virtwin tem e tá fazendo, a gente tá trazendo pro mercado alguns exemplos e tá fazendo muito sucesso. Então eu acho que na parte de fresagem eu diria isso. A gente tem um constante trabalho na linha de reciclagem. A reciclagem é sempre um ponto que a gente... entende que o cliente vai atender determinadas aplicações se ele viver, além da questão ambiental, a questão econômica. Então nós trazemos isso dentro do nosso propósito de valor para o cliente, de entender que nós temos uma série de equipamentos, de recicladoras, que a gente chama, diferentes modelos de máquina, diferentes aplicações, para que você possa utilizar numa estrada os recursos ali existentes, para que você possa fazer a reciclagem de uma forma mais rápida, mais eficiente e, na maioria das vezes, com uma durabilidade superior aos métodos convencionais de construção de pavimentos. Então, nessa linha de reciclagem, a VIRTGM tem uma tecnologia exclusiva que é espuma de asfalto, que é sistema de reciclagem a frio com espuma de asfalto, que a gente chama de BSM, que é o Betume Stabilized Material, onde a gente faz uma transformação do asfalto, do betume, na máquina e a gente cria um material único, que ele tem um comportamento diferente do material com cimento, ele tem um comportamento diferente do material com usinada quente, como as usinas de asfalto, mas que ele dá resultados excepcionais. Inclusive, Bruno, a gente tem um dos maiores projetos de BSM, o maior da América Latina, aqui em São Paulo, no Brasil. A gente tem a rodovia Ayrton Senna, que é uma das estradas de maior tráfego no país, que tem mais de 100 quilômetros onde a tecnologia foi utilizada, com ganhos bastante importantes e com e como exemplo para determinados, para os demais países da América Latina.
E tem alguma solução de tecnologia que é, eu vou dizer assim, tipicalizada, que é para o mercado brasileiro e que acaba que, eu quero chegar na pergunta assim, a gente tem uma área de desenvolvimento, engenharia, que consegue ter a leitura do mercado brasileiro para desenvolver soluções para os clientes daqui?
Na verdade a gente tem assim, sempre que a gente pensa em produto, A gente não tá olhando pro mercado só. E a proposição da Virginia é sempre ser a melhor em tudo que ela faz. Então você vai ver dentro do portfólio de produtos uma série de modelos de máquinas e nem todos eles são trazidos para o Brasil. Nós temos inclusive uma estratégia de equipamentos que a gente traz, que a gente importa. Você não vai ver todos os modelos de todas as marcas. Você vai ver alguns modelos que são mais, digamos, são comuns no portfólio e são trazidos porque eles encaixam na característica do Brasil. Eu posso dizer que hoje o Brasil já tem na sua frota de Grupo Wirtgen, não só de Wirtgen, o Kidyard mais moderno em tecnologia. Quando a gente fala de recicladoras, a gente tem os equipamentos mais modernos. Eles se popularizaram, principalmente no estado de São Paulo, a gente teve vários equipamentos que foram trazidos para a reciclagem com espuma. A gente tem dentro das frezadoras, já começou a trazer as primeiras máquinas com WPT, que eu comentei, que é realmente ter esse acesso às informações de operação. E a gente tem também as frezadoras de minério, as mineradoras de superfície, que a gente já trabalha com elas há alguns anos, onde a gente permite utilizar o processo de de remoção de bauxita e de calcário com as mineradoras contínuas, que é um método diferente do convencional de mineração. Então, eu diria assim, a gente não tem um foco específico para determinado mercado, mas a gente tem especialistas para identificar Dentro do perfil de cada mercado, das oportunidades que cada mercado oferece, que tipo de tecnologia pode ser oferecida? Eu, pessoalmente, me dedico muito a isso. A gente tem uma rede muito forte de distribuidores na parte de vendas do dia a dia. Nós temos uma rede de gerentes e de suporte que dá apoio para esses distribuidores. E eu me dedico a viajar a América Latina pra não só falar de equipamentos que já estão, mas principalmente pra entender onde estão oportunidades pra gente expandir o business do nosso cliente e, por consequência, crescer a participação da Virtin em segmentos que a gente não tá tão familiarizado.
Mas olhando pra essa ótica, então, significa que o nosso cliente, o nosso consumidor hoje, ele tem acesso aos equipamentos mais modernos que existem no mundo hoje. Então se quiserem atualizar a frota, vamos dizer assim, de equipamentos do Brasil, a gente pode atualizar com a frota, com equipamentos super modernos de ponta.
Com certeza. Mas Vini, tu sabe bem disso, tu já vem de uma área técnica, tu já trabalha com aplicação, né? A gente ainda tem uma situação muito importante, e eu posso colocar a América Latina como de forma geral, que é de qualificar as pessoas, qualificar operadores e qualificar o nosso cliente para utilizar os produtos.
Sim, era uma pergunta que eu iria fazer também, porque é uma preocupação grande no mercado ter pessoas capacitadas, porque a gente vai colocando um monte de tecnologia nas máquinas, eu vejo isso na John Deere também, mas a ponta, precisa se conseguir utilizar o equipamento. Conta pra gente então sobre capacitação.
Então, Bruna, eu acho assim, primeiro que lá do princípio na parte de desenvolvimento, Quando a engenharia, quando o P&D, quando todas as áreas envolvidas para trazer um novo produto ou para atualizar uma linha existente, eles já são orientados para ter uma visão de operação. Então, esse é um ponto que eu sempre enfatizo muito para os clientes. não veja tecnologia como algo que vai te trazer problema, ao contrário. A gente tem hoje dentro dos recursos, dos equipamentos que a gente coloca, cada vez mais a tentativa de reduzir o risco para o operador, reduzir a margem de erro que o contato humano com a máquina pode causar para o resultado final. Mas ainda assim, a gente vai ver equipamentos que usam componentes cada vez mais sofisticados. Se a gente olhar para a década de 80, 90, no começo dos anos 2000, a gente tinha equipamentos que eram analógicos, digamos assim.
Mais mecânicos.
Mecânicos, né? Então você precisava entender de mecânica, entender de hidráulica, apertar botão, puxar alavanca, né? Hoje a gente tem um nível de automatismo, um nível de, digamos, de tecnologia, né? Fazendo uma relação com o que a Virta utiliza, por exemplo. A gente tem um sistema microprocessado lá que tá gerindo 300 tipos de informação por segundo pra... fazer a gestão do equipamento da forma mais eficiente. Pegando relatórios, pegando problemas. Se tiver um problema de falha, você tem um sistema que vai te indicar onde é que está a falha. Mas a gente precisa qualificar o operador para ele entender e ler essas mensagens e ajustar a máquina para a operação. Então, uma parte muito importante dessa nossa, digamos assim, crescimento da rede, de ter uma rede mais profissional, é que a gente tem, dentro do processo de venda, o que nós chamamos de entrega técnica. E o técnico que vai até a máquina, vai até o cliente que recebeu a máquina, ele tem essa responsabilidade de dar uma qualificação inicial para o operador ser capaz de entender como funciona a máquina. como diagnosticar determinadas situações e tirar o melhor proveito do equipamento. E dentro dessa proposta de valor a gente tem, com uma frequência, eu posso dizer, razoável, também um plano de treinamento. Então a gente permite que tanto o distribuidor quanto o cliente tenham Formação nas máquinas, formação na operação das máquinas, manutenção. Os nossos técnicos do Grupo Virtienes passam por um plano de certificação e qualificação.
Legal.
Pra que a gente lá na frente, se colocando no papel de cliente também, ou calçando os sapatos do nosso cliente, a gente consiga entregar aquele valor que a gente propôs lá no começo. É um investimento que o cliente fez, existe um grau de responsabilidade grande da gente quando a gente entrega um equipamento, que ele não é só uma máquina, ele tem que ser capaz de entregar o que se espera dele lá.
É mais do que isso, entregar infraestrutura, entregar rodovias. Pra nós, todos nós somos usuários, não tem como a gente se locomover hoje no Brasil sem utilizar uma rodovia, principalmente aqui no estado de São Paulo. Então, a entrega da Vertigo vai além de só passar o cliente. A gente tá entregando qualidade de vida pras pessoas. formas de se locomover, de escoar produção agrícola, produção siderúrgica do país e tudo. Então eu tô aqui, parece que eu tô viajando, né? Não, não tá não. E a John Deere, através de infraestrutura, como que é o nosso propósito maior, a gente trabalha realmente pra que a vida possa avançar.
Exatamente, e a tecnologia tá aí pra nos ajudar, né? Não é pra trabalhar, como o Guilherme mesmo tá falando, não tem como fugir mais disso, né? Os carros estão aí, estão mais modernos, os equipamentos também, e os equipamentos estão sempre buscando um modo mais eficiente de se trabalhar, né? Sempre economia de combustível e fazendo com que ele opere de maneira mais adequada. E interessante isso que tu falou agora, porque isso foi um detalhe que eu percebi ao longo do tempo, sim, que realmente esse tipo de equipamento que nós trabalhamos, nós fornecemos, existe uma responsabilidade social nisso, porque ele entrega qualidade de vida para a população. Ele leva asfalto para onde não tinha, ele leva estrada para onde não tinha, ele acaba levando muita qualidade de vida para a população em geral. Então eu sinto orgulho de fazer parte disso. É muito interessante, é bem legal mesmo.
E você tem alguma história pra compartilhar conosco? De algum cliente que muitas vezes não tinha equipamento da Virtgain, passou a ter e qual é o feedback, qual é o retorno que ele passou pra vocês de como é essa experiência de trabalhar com vocês, de ter vocês como parceiros?
Bom, a gente, eu acho que a Virtgain ela já tá num estágio que ela é muito conhecida no segmento que ela atua, né? de pavimentação, é muito difícil de você ver um cliente que não conheça a Virtyn. Ele já é um produto muito desejado. Mas eu gostei muito dessa relação que tu fez com o usuário. Eu acho que esse é um exemplo bem interessante. Às vezes quando a gente tá no trânsito, a gente... A gente se incomoda com aquela relação. Pô, tem uma obra ali, né? A obra tá me atrasando por causa daquela obra. Então o próprio perfil, eu acho que tá muito conectado com a nossa proposta de valor. O próprio perfil das obras, ela mudou. Hoje, por exemplo, obras urbanas... Já não te permite você interromper o trânsito durante um dia e deixar aquele buraco ali pra levar uma semana pra recuperar. Eu acho uma relação importante. Hoje em São Paulo, por exemplo, as obras são noturnas. E as tecnologias que a gente tem hoje de reciclagem a frio nos permitem que a gente passe despercebido.
Já começou a acordar cedo.
Você passou... Isso é a realidade já em vários municípios do estado. Porque a gente tem vários equipamentos de resquilagem trabalhando. em período noturno, onde você vem em uma máquina e ela vai... Opa! Cadê o buraco que estava aqui? Cadê aquele, digamos, aquele pavimento deteriorado? E isso faz parte de uma mudança de perfil também da obra, que a empresa tinha uma solução para apresentar. Quando a gente está falando de... Volto, por exemplo, da rodovia Ayrton Senna, A rodovia Ayrton Senna é uma das principais vias do estado e do país e você tem um papel muito importante que é levar as pessoas até o aeroporto, né? Você não pode parar uma pista ali no meio do dia.
Não pode, possível.
Pode até parar, às vezes por um acidente, por algo que a gente não controla.
Até agora por uma situação que a.
Gente pode controlar, aí é complicado mesmo.
E a nossa tecnologia de reciclagem a frio permite que você faça intervenção para situações de patologia de pavimento bem severas, que seriam o que está abaixo da superfície, você tem que tratar a base, melhorar uma estrutura de pavimento em uma janela curtíssima com uma responsabilidade de performance. Você está fazendo aquilo ali por uma carga que vai ser pesada de tráfego. Esse para mim é um grande exemplo de como a VIRTG pode ser benéfica sem ser percebida. Então, a Bruna como usuário, o Vinícius, o Guilherme como usuário, provavelmente eles vão passar naquele trecho onde tem aquela reciclagem que ela vai ser feita à noite, no outro dia de manhã você vê ela como se ela não tivesse acontecido, mas o pavimento foi recuperado. Então, isso eu acho que também, às vezes, quando a gente vai pensar num produto, nosso processo consultivo, ele passa também por esse entendimento. O cliente vem, ah, eu preciso de uma frezadora. E antes de falar da frezadora, a gente orienta e a gente treina a nossa equipe pra entender por que ele precisa daquela frezadora, qual é o trabalho que ele vai fazer com a frezadora.
Qual o perfil de trabalho.
Qual é a janela de trabalho, o que ele vai fazer depois de frezar aquele material. Nós temos um compromisso ambiental, mas também um potencial econômico fantástico de reutilizar esse material nas usinas da Ciber ou da Benninghoven. Então, esse processo de, digamos assim, criar, de criar, de girar o nosso negócio em cima do que o nosso cliente pode, pode nem estar visualizando às vezes, mas ele pode estar orbitando uma área e a gente traz isso como oportunidade de negócio. E são vários clientes, assim, eu poderia nominar, porque seria injusto com tantos clientes que a gente tem no nosso, digamos... Portfólio. Portfólio. O que eu posso dizer, Bruno, é que é muito difícil de ver alguém que é muito... é... é... assim... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é... é Acho que está muito alinhado com... As pessoas que trabalham nessa empresa tem que estar alinhado com isso. Se elas não entenderem esse conceito, elas não vão dar certo nesse ambiente. Porque as áreas comercial, as áreas de pós-venda, as áreas de marketing, todas as áreas da empresa estão, de alguma forma, contaminadas, de uma forma positiva, por esse engajamento. De ser responsável pelo negócio do cliente e de trazer valor para o cliente, afinal.
E agora eu vou fazer uma pergunta mais pessoal. Não foi combinado.
Não, não foi combinado.
Eu quero entender o que faz uma pessoa jovem trabalhar 20 anos na mesma empresa. Que energia é essa que circula dentro da Virtgen que faz com que uma pessoa fique tantos anos na empresa e aí já aproveita e fala um pouco da cultura e acaba até, às vezes, fazendo com quem está nos assistindo considera a Vertgen como uma opção de trabalho?
Eu diria que não é nenhum esforço, na verdade é um privilégio. Eu comecei como estagiário na empresa, eu tive vários desafios que se colocaram na minha frente, abriram-se oportunidades em momentos que o mercado precisava, já trabalhei em mercado da África, a gente já desenvolveu mercados na Austrália, na Ásia, na Europa, com outra linha, que é a linha da Ciber. Eu acho que... eu tive muito contato com a família Virteng e com as pessoas que vieram da Virteng desde o princípio, né? A gente tem... não é muito difícil de você se engajar e de você gostar de estar num ambiente onde as pessoas querem fazer uma coisa legal. Estar presente no mercado de uma forma diferente, mas com uma responsabilidade, com envolvimento, com uma dedicação pro negócio, pra mim, pessoalmente, não tem dificuldade nenhuma. Pra mim são só 20 anos, eu ainda tenho bastante tempo de trabalho, eu espero que eu possa ficar muitos anos ainda. Eu já passei por diferentes desafios, eu vejo o mesmo engajamento do Vinícius, que tem 5 anos, e de muita gente que tem menos tempo de casa. E eu acho que essa cultura, eu sempre digo pra todas as pessoas, inclusive as que não são comerciais, né? Se essa cultura não for permeada em toda estrutura, você não consegue ter sucesso.
É muito parecido com o John Deere também.
Eu acho que é uma coisa muito natural o que a gente faz. A gente se entrega de corpo e alma pro que a gente faz pra realizar negócios, pra resolver problemas, pra trazer pessoas pra perto da gente que a gente sabe que podem de alguma forma agregar. Pra enfrentar desafios, o mercado brasileiro é um mercado extremamente volátil. A gente tá num super momento de recorde. E eu já vivi momentos difíceis também. E a empresa sempre foi uma empresa que acolheu o seu capital humano. A gente viu muito, eu vi na minha história de ciber, momentos difíceis onde a gente fez questão, a empresa fez questão de preservar os valores de negócio e as pessoas que estavam envolvidas com esse negócio. Então, pra mim não... É assim, eu tenho muito orgulho de dizer que eu tô no grupo há 20 anos, eu tenho muito orgulho de defender a empresa, ou de divulgar... Não, defesa porque a gente não tá sob ataque, ao contrário. Mas que a gente... De transmitir esse conceito de empresa pro mercado. A gente tem uma equipe muito boa, eu acho que esse sincronismo é muito forte com o conceito da John Deere. Eu escutei do Sr. Virting, quando ele vendeu, que eles tiveram várias ofertas nesse processo de renda.
Ah, que interessante.
E eles escolheram pra quem eles queriam vender. Primeiro que o nome deles continua na marca, eles não tiraram o nome. E segundo que eles... eles entendem que aquele trabalho que foi construído ele precisava ser continuado, continuar prosperando. E esse engajamento com o mercado, essa proposta de valor e valores, valor para o cliente e valores internos é uma coisa muito Muito legal de ver que a John Deere acompanha. E eu tenho muito orgulho de fazer parte. Espero que sejam muitos anos mais dentro do grupo.
Tamo junto.
Ótimo, tamo junto. E falando de momento, né? Falou agora sobre o momento. O que tu enxerga de tendência pro futuro? Quando o Guilherme Rodrigues olha pro futuro, a Virgen olha pro futuro, o que tu enxerga? Tem alguma visão?
Tem, eu acho assim, a gente tem um futuro de desafios, como eu falei da questão de mão de obra, eu acho que isso é uma coisa que está muito presente para os nossos clientes e está presente para a gente. Então, eu acho que cada vez mais os nossos equipamentos, eles têm que ter uma linguagem de operação e de, digamos, de gestão mais fácil, mais alatável e mais útil para o nosso cliente e para o operador e para o gestor e para o dono da empresa. Então eu acho que isso é uma coisa que a Virtlin tá muito, já tá alinhada com isso. Eu vejo a questão da sustentabilidade uma... nós não temos saída, né? Tem como voltar mais, né? A gente vê mudanças climáticas, a gente vê... No Brasil a gente ainda tem muita abundância das coisas, né? Mas a gente vai pra alguns mercados onde já tá faltando agregados. A gente vê mercados onde os recursos não estão ali disponíveis pra gente e a gente tem que reaproveitar ou a gente quando utilizá-los a gente tem que usar da forma mais eficiente possível.
Ótimo.
Então eu vejo isso como, não como uma proposta de negócio, mas como uma necessidade da gente como seres humanos, como humanidade mesmo. Eu vejo isso fazendo parte do nosso negócio, mas uma necessidade óbvia para todos nós. Uau!
É o resumo disso, uau!
O que dizer agora?
O que dizer? Eu que venho da área de fabricação de asfalto e estou atuando bastante na área de reciclagem de asfalto, E estamos bastante com o viés assim, que é a economia de recursos naturais, economia de ligante asfáltico, reaproveitamento mesmo, redução de CO2, que isso é importantíssimo pra nossa camada. Eu vejo isso realmente também, eu concordo, estou totalmente de acordo com o Guilherme. Não tem mais como voltar. A partir de agora é sustentabilidade, eficiência energética, pensar em maneiras de consumir menos combustível, menos agregados e a tecnologia até para nos ajudar. E eu acho que é isso, né?
Eu acho que um papel importante da gente como fabricante de máquinas é entender que muitas vezes a gente também tem a nossa capacidade de avançar nesse caminho quando a gente consegue transformar questões ambientais com questões econômicas. Enfim, nem todos os países, nem todos os políticos, nem todas as pessoas que tem a caneta na mão para decidir coisas que são importantes para a população, são feitas simplesmente por boa vontade. A gente precisa muitas vezes ter uma relação econômica com aquela tecnologia nova. E eu acho que esse é um escopo de atuação que nós como líderes de mercado, não só líderes de mercado, mas líderes de investimento em tecnologia. Isso é uma das coisas que a gente já percebe, sempre teve muito investimento em novos produtos desde a época que a empresa era familiar, mas com a John Deere ainda mais. E a gente está investindo muito dinheiro, muita tecnologia, muito pessoal para que os nossos equipamentos, que os nossos produtos eles tenham trazendo benefícios econômicos e sustentáveis. Então existe um alinhamento muito forte nisso, eu acho que isso por si só vai trazer o mercado um caminho sem volta de fazer as coisas melhor, utilizar melhor os recursos, fazer obras com custos e tempos de operação mais... Então, eu acredito nesse conceito de economia e sustentabilidade andando juntos.
Mais do que aguardar a tendência, é nós criarmos a tendência, a gente direcionar o mercado, a gente dizer o que vai ser o futuro também.
Exato. Muitas vezes a gente não vai dizer, mas a gente vai escutar do nosso cliente. E a gente escutando do nosso cliente as situações que ele tem no dia a dia deles, a gente traz isso para a realidade de fábrica. Esse é um processo difícil de se construir, mas eu acho... Eu afirmo que o grupo Virtin já tem essa capacidade de trazer uma realidade diferente de sustentabilidade andando juntos.
Mais do que aguardar a tendência, é nós criarmos a tendência, a gente direcionar o mercado, a gente dizer o que vai ser o futuro também.
Exato. Muitas vezes a gente não vai dizer, mas a gente vai escutar do nosso cliente. E a gente escutando do nosso cliente as situações que ele tem no dia-a-dia deles, a gente traz isso para a realidade de fábrica. Esse é um processo difícil de se construir, mas eu afirmo que o Grupo Virtin já tem essa capacidade de trazer uma realidade de diferentes mercados para o seu conceito de negócio. E fazer disso um link para você continuar tendo sucesso vendendo mais produtos, para você continuar tendo sucesso de percepção de valor. É uma marca muito respeitada porque ela tem esse compromisso com clientes e com mercado.
Muito bem, Guilherme. Quero agradecer por ter aceitado o convite de estar aqui conosco hoje no episódio do Obra Produtiva. Sempre muito inspiradora a conversa, muito baseada em valores. Eu vejo isso muito presente na John Deere também e é um prazer ter tanto a Vertigo quanto a John Deere em sinergia. Eu espero que as duas empresas continuem crescendo muito e que mais e mais vezes vocês aceitem convites para vir aqui conversar conosco. Muito obrigada.
Obrigado, Bruna, foi um prazer. Aqui eu deixo não só um convite, mas uma convocação a vocês que têm esse mesmo espírito de... que gostam do espírito da empresa, que defendem os valores. Eu já fui estagiário, já fui um analista, já fui treinir, já fui pra África, já fui pra todos os mercados. Essa é uma empresa muito legal de trabalhar. A gente tem muitas oportunidades. Se você compartilha esses valores de de fazer as coisas certo, de fazer bem, relacionando o negócio com sustentabilidade, com eficiência e com um relacionamento próximo dos clientes. Continue com a gente, eu tenho certeza que o grupo vai continuar crescendo e vai nos oferecer muitas oportunidades aí pra quem tem esse espírito de fazer as coisas bem e fazer as coisas melhor.
Muito bem.
Vinícius, obrigada também pela parceria.
Muito obrigado, eu agradeço pelo convite, pra mim sempre é um prazer estar ouvindo história, estar ouvindo pessoas que nem o Guilherme, que é patrimônio já da empresa, nem funcionário mais, é patrimônio já da empresa. Então pra mim sempre é muito gratificante. Obrigado Guilherme, obrigado Bruna.
Obrigado e até a próxima, espero o próximo convite aí.
Pode esperar que venha. E pra você que nos acompanhou até agora, obrigada por estar recebendo todo esse conteúdo que a John Deere e a Virg tem preparado com bastante carinho pra todos vocês. Continue seguindo a John Deere nas redes sociais e acompanhe os outros episódios do videocast Obra Produtiva. Obrigada e até mais. Tchau!
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