
John Jay and Mavi talk about farming life, their work with John Deere equipment, and making content from the field. They share stories from rural work and what it takes to build an audience around agricultural life.
Fala galera, estamos aqui com mais uma prosa do campo. Hoje estamos aqui com a Mavi e vamos falar um pouco mais sobre essa lida do agro. Vamos lá então, vamos conversar aqui. E aí, Mavi, como é que cê tá? Cê tá bom?
Tô bem, graças a Deus. Muito feliz de estar aqui, principalmente de estar conversando com você.
É isso aí, cara.
Brigadão aí.
Cê é da onde, Mavi? Fala pra gente.
Eu sou de Londrina, Paraná.
Londrina.
Londrina. Cê é da onde?
De Londrina para o mundo.
Aí sim. É, do... da roça pro mundo.
Que legal, cara. Eu sou do Mato Grosso. Campo Verde lá. Faz solbão lá, hein? Meu Deus do céu, calor. E como que tá lá por Londrina, tá bom?
Rapaz, lá tá um... tira casaco, bota o casaco, um... Eu esqueci o nome do filme, mas tá parecendo.
É isso aí. E fala pra nós, como foi seu relacionamento com a John Jay assim?
Cara, meu primeiro contato com a John Deere foi a partir do desafio da receita raiz. A gente fez uma parceria bem legal da gente cozinhar. Eu mostrei a comida de casa, que é a que a gente mais faz, que é o porco no tacho. É, eu fui para a cozinha. Um desastre, mas deu certo, incrível. Então esse foi meu primeiro contato real assim com a John Deere. E eu, mas sem contar que a gente já viu os maquinários, as exposições, tudo isso. Então sempre conheci, sempre gostei muito da marca.
É tão legal estar com uma marca, gente, que gosta, né, cara? Uma marca boa, né? Como é a John Deere.
Nossa, demais! Quando chegou o convite lá em casa, eu falei, nossa senhora, tá muito chique!
Que legal, cara. Nossa história com a John Deere, cara, começou assim, lá no sul, em 2008, mais ou menos, quando meu pai sofreu um acidente da perna, e ele precisava usar a embreagem do trator. Só que ele tinha outra marca, ele não tinha a John Deere. Aí a concessionária da região, lá pra norte até, quis mandar o trator pro meu pai, que era a Hydro, que com esse, mesmo ele sofrendo acidente da perna, ele ia conseguir dizer trator. E com aquela marca que ele tinha, ele não conseguia. Aí eles mandaram pra nós, e meu pai nunca mais desenvolveu aquele trator. E assim continuou, cara, e hoje tamo firme com a John Deere aí.
Olha que legal, família já. Família é raiz, olha isso.
Família é raiz, cara. Quem diria, né cara? Que legal.
Top demais.
E nessa história da John Deere, daí já também logo começou com os vídeos, começou com o Baxeiro Velha, que é meu irmão, aí depois veio eu também. Quando nós fomos lá para o Mato Grosso, nós começamos a mostrar ali da DELAC, que muita gente do Sul queria saber como era lá, não sabia e tal. E começou a postar, o povo começou a compartilhar. Começou uma brincadeira. E quem diria, estamos aqui hoje gravando um podcast com a John Jay, cara. Que legal, né?
E o Kiki? Você tem quantos seguidores?
Eu tô com quase 250.
E começou lá atrás, olha.
Então, cara, quem diria.
Da história.
E você, como é que começou?
Eu comecei a gravar mesmo, real, faz uns 5 anos que eu tô gravando. Só que desde pequenininha eu gravava eu brincando. Lá em casa eu gravava uns vídeos, tinha aquelas câmeras rosas, sabe?
Aham.
Sei, sei.
É assim, até minha idade. É, até minha idade.
Daí eu comecei a gravar tudo, aí foi que eu comecei a postar uns vídeos, criei um canal no YouTube, não tenho mais hoje. Só que foi assim, fui começando a postar, de pouquinho ali, de pouquinho ali. Quando vi, estamos crescendo, participando de clipe aqui com a John Deere também, que é sonho.
Um O importante é resistir, né?
É, que é difícil, hein? Tem que se manter firme.
Tem que se manter firme, cara. E fala pra nós, qual que é o maior desafio que você enfrenta assim no campo, na lida do água, na roça?
Bom, o maior desafio também é em questão com a internet, porque lá no sítio a gente não tem internet, né? É pelo celular, a internet do celular. Então pra postar store, pra mostrar porque eu posto a minha realidade, como que é lá em casa, com meus pais, a gente produz pra gente mesmo, então eu fico mostrando isso. E a questão de não ter internet lá, de não ir, a internet via satélite, essas coisas, nossa senhora, acaba demais da conta, porque vai um belo de um dinheiro no crédito, E também demora dois anos pra postar. Tô postando um negócio seis horas da manhã e vai às dez da manhã, mas pra mim já é tarde. É...
Não é fácil não, né, cara? Tem gente que acha que é fácil essa nossa vida de gravar vídeo, mas não é fácil não. É um baita trabalho, né? Tem que ser muito valorizado.
Tem, realmente. Então, você pega o dia pra gravar, você vai... E grava de novo, e.
Não ficou bom, retorna, e corta... É isso aí, faz parte. Tá no nosso meio, né?
Você teve alguma dificuldade também em relação ao campo?
Cara, eu acho que quando nós fomos para o Mato Grosso, que no caso a gente trabalha em família lá, sabe? Minha família é grande.
Vocês não são do Mato Grosso? Descubra, te cortaram.
Não, nós somos do Sul. Santa Catarina, Campo Alegre. E daí quando a gente foi pra lá, a gente meio que teve que repartir a nossa família. E nós é muito junto, muito grudado, sabe, um com o outro. Aí nós teve que repartir. E ficou tipo longe um do outro um ano, assim. Por quê? Nós continuamos plantando no Sul e plantamos também no Mato Grosso, pra ver se realmente ia dar certo no Mato Grosso. Caso não desse certo, nós voltávamos pro Sul. Então teve que repartir isso. E ficar longe, saudade, né? Você tem sobrinha pequena e tal. Então essa foi uma dificuldade muito grande pra nós, sabe? Ficar longe mesmo da família. Mas graças a Deus deu certo lá, passou um ano, daí foi a família toda, e graças a Deus hoje estamos muito bem lá.
Como é pra você trabalhar com a Jundir-T, uma máquina da Jundir? Como foi sua reação também quando recebeu lá em 2008?
Cara, então, a Jundir, nossa, ter uma canal Jundir é um grande sonho. Sempre quando chega a novidade da Jundir, a gente reúne a família toda pra chegar e tal, e faz um churrasco também em comemoração.
Convidei eu pro churrasco, cara.
Nossa, lá tem um churrasco bom, hein? Vocês vão tá entendendo, lá é bom. E então, sempre foi uma novidade muito boa pra nós, sabe, trabalhar com ela, com essa marca.
E alguma coisa engraçada.
Engraçada?
Aconteceu no campo.
Até que a John Deere aconteceu uma coisa bem engraçada lá. Que acontece muito perrengue da roça, né? Nossa, e eu mostro tudo também. Gravo tudo, mostro tudo. E eu tava plantando lá. Enfim, aconteceu uma coisa lá com a plantadeira. Culpa minha. Aí eu pensei, ninguém vai descobrir, né? Vai ficar no sigilo. Aí como a John Deere tem esse Operation Center e tal, CSC, que é Centro de Soluções Conectadas e tal, que acompanha da... enfim, da loja mesmo, eles acabaram vendo o que tinha acontecido na máquina e acabaram indo lá na fazenda. E eu pensei, não, vai ficar no sigilo, vai ver os caras chegando lá e falando pro meu pai que aconteceu isso. Tentei levar no sigilo, mas nem ficou no sigilo, cara. Descobriu tudo.
Não contado tinha pro nem seu pai. O seu pai achou ruim?
É, um pouquinho, né, cara? Ele que paga, né? Mas tudo certo. E você, já aconteceu alguma coisa também?
Rapaz, falando de máquina, teve uma vez que ele estava plantando perto de casa, e eu saí bem plena com a minha égua, rodando, né, um passeio. Só que, tipo assim, ele estava plantando aqui, bem a pista mesmo, sabe? Aqui, eu andando com ela. Rapaz, do barulho que estava, a vendida égua, não se assustou?
Acredito, caiu um tombo.
Rapaz, meu celular tava no bolso de trás.
Nossa senhora.
Ela deu uns três pulão. Eu segurei, né? Porque... Você acha que não vai segurar? Segura eu, né? A alma vai. A alma foi, mas eu fico. No que eu caí, o celular caiu.
Nossa.
Aí eu falei... Moeu. Tá, não, não. Aí foi de boa. Na hora que você pega... Tinha que acabar de tirar o celular da loja.
Novinho.
Novinho.
Não acredito.
Peguei o celular, olhei de frente. Lindo, um quebrou, falei olha que benção, virei pra trás.
Tudo quebrado.
O bendito não tinha batido em uma pedra?
Nossa, mas é muito azar também.
Aí eu falei não é possível.
Não é possível.
Acabei de tirar o celular, não tinha apagado nem a primeira vez e já tinha caído no chão.
Mas faz parte, é assim mesmo né.
Rapaz do céu.
Vivendo e aprendendo.
Como que falava pra mãe depois que o celular tinha caído?
Novinho né.
Nossa senhora.
Muito obrigado então Mavi por essa prosa. Essa foi mais uma prósana do campo. Espero que vocês tenham gostado. Acompanhe as redes sociais da John Deere, as nossas também, que vai ter muita coisa boa ainda. Valeu!
Valeu, turma! Tchau, tchau!
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