
Cristiano from John Deere talks with Lorenzo Rossi, a third-generation farmer, about his lifelong use of John Deere equipment, how he started sharing farming content online, and why comfort and durability matter in machinery.
E aí pessoal, tudo bem? Eu sou o Cristiano, sou especialista de produtos da John Deere. E hoje eu estou aqui com o Lorenzo. E aí Lorenzo, tudo bem? E a gente vai bater um papo no Proza do Campo.
E aí pessoal, sou o Lorenzo Rossi, então estou muito agradecido pelo convite de estar participando aqui do Proza do Campo. Então, bora lá conversar um pouco.
Vamos lá. E aí, Lorenzo, tudo bem? Tudo bem, pessoal? Lorenzo, tô curioso. Como é que a John Deere entrou na tua vida? Como é que foi isso aí? Como é que você iniciou a relação com a marca?
Cara, então... Eu nasci já com o coração um pouco verde, no caso, porque a minha família é produtora rural. Hoje eu sou a terceira geração à frente da fazenda, no caso. Tudo começou com o meu avô lá atrás, depois passou para o meu pai e quando eu nasci... Eu já nasci na fazenda, digamos assim. Na época do meu avô, já tinham coletadeiras de onde ir. Se eu não me engano, R$6.200, R$7.200. Depois, quando eu já era um pouquinho criança, meu pai adquiriu uma R$15.50. Depois passou para STS, R$97.50. Hoje, uma R$760. Então, me criei dentro de coletadeira, dentro de Trator Jundir. Sempre fui apaixonado por miniaturas também. Tenho uma coleção com mais de cento e poucas miniaturas. Minha família tinha os tratores, coletadeiras da John Deere já. Então isso aí está no sangue, veio desde sempre. Nós tínhamos alguns implementos, tratores de outras marcas, mas o nosso maior sonho sempre foi padronizar, pela nossa paixão pela John Deere. Nesse ano até nós conseguimos realizar esse sonho, que faltava o pulverizador. que acabamos adquirindo um 40-30. Então, hoje estamos com a frota completa 100% Jundir. Então, a Jundir é desde a minha nascença, digamos assim, até hoje.
Muito legal. E legal que você pegou a evolução das máquinas então, né? Começando com 7 anos ali, pegou a evolução das colheitadeiras, com certeza dos tratores também, deve estar aí acompanhando. E como é que foi a entrada agora nesse mundo digital? Isso que você está fazendo, como é que você começou, como é que você iniciou? Como que deu esse gatilho para você?
Cara, te confesso que eu entrar no digital foi uma coisa assim... Não planejado. Era uma coisa que eu nunca imaginei que eu seria, porque nunca foi meu foco. Eu sempre gostei de mexer em rede social para conhecer pessoas, para conversar com pessoas. Fiz muitos amigos, tipo, trocava muita ideia, principalmente de lavoura. Ah, se eu não sei fazer uma regulagem, alguém pode saber. Então a internet conecta as pessoas. E eu sempre gostei de tirar fotos. Então eu estava lá plantando soja, eu tirava foto do trator plantando soja, da coletadeira colhendo e postava. E as páginas, eu sempre segui páginas do agro, no Instagram principalmente, eu comecei no Instagram. Tinha Facebook, mas era mais pessoal. E no Instagram eu mandava as fotos da lavoura, fotos só da soja, fotos só do trigo, dos tratores, enfim, para as páginas. Algumas vezes, não era sempre, as páginas postavam quando eram fotos mais bonitas. e acabava me marcando. Vinha um seguidor aqui, outro ali e tudo mais. E eu comecei assim, até que eu comecei a gostar. Tem um amigo meu que é humorista e ele que me incentivou. Ele falou, Lorenzo, cara, tu fala bem, tu nunca fez nada de curso de oratória e tudo mais. Eu acho que seria legal tu começar a mostrar teu dia a dia na lavoura, porque essa é a tua vida, não é nada que tu vai ter que parar de fazer o que tu faz para estar gravando. E eu acho que seria muito bacana, tu como jovem, estar influenciando crianças. Eu tinha vergonha de mostrar a minha cara, falar e tudo mais. De críticas também, porque hoje no digital, enfim, acho que não só no digital, a gente recebe muita crítica. Então eu tinha um pouco de medo disso, sabe? Então isso me travou bastante no início. Até que eu pensei, cara, não posso ligar para as críticas, até porque não estou fazendo nada de errado. Vou ser eu, vou ser espontâneo. O Lorenzo da vida real é o Lorenzo que você vai ver no Instagram e começa. Foi muito do nada, foi algo que na verdade eu até achava uma bobagem, digamos assim. Quando eu era mais novo eu falava, o que o pessoal quer? Ficar lá gravando vídeo e tudo mais. Mas hoje eu sou muito feliz de estar nesse meio. porque o que eu mais ganho com isso é conhecer pessoas, é o networking.
E uma curiosidade, Lorenzo. Vem muito, não cliente, mas vem muito produtor querendo saber dúvida operacional, como é que você faz a regulagem, como é que você trabalha... A gente sabe que o Brasil é muito grande, tem muitas diferenças do Rio Grande para o Sul, para o Mato Grosso, para o Estado de São Paulo também. O que chega para você? Como é essa interação com o teu público?
Nós somos produtores mais referência na nossa região. Então, muito antes do digital, as pessoas já vinham falar com nós. Qual o manejo que você está fazendo? Está com a doença X na lavoura? Que produto você vai utilizar? E agora, com o digital, muito mais. O pessoal... me ver plantando soja, quer saber variedade, quer saber manejo químico, principalmente que produto eu vou usar, que dose eu vou utilizar, que condição climática que eu aplico, desde essa coisa também da tecnologia de aplicação até a colheta.
Que você comentou da produção de semente, né? Isso aí é um desafio muito grande. E você comentou também que hoje vocês são 100% John Deere já, com a entrada do pulverizador. E no teu ponto, tá no dia a dia ali, tá na lida, tá no operacional, qual que seria um diferencial nosso da marca, dos produtos, de todos, né? Quando a gente fala de pulverizador, dos tratores, do plantio, da importância da qualidade ali no dia a dia.
Certo. Cara, pensando no operador, eu quando estou lá colhendo. Conforto. Cara, eu fico o dia todo colhendo, não me dói as costas. Cara, conforto da Jundir é assim, nota 10. Esse também é um dos fatores que sempre nos faz querer estar com o John Deere. Conforto. Durabilidade. Durabilidade é assim ó, é extraordinário também, a gente tem maquinários, tratores mais antigos, é pouca manutenção, não te dá tanta manutenção. como outras máquinas que nós já tínhamos na fazenda. Então, baixa manutenção. E o principal que hoje, no meu ponto de vista como produtor rural, é a questão do pós-venta. Que não precisa se deslocar um mecânico até a fazenda, que muitas vezes demora uma hora, duas, três horas. Então, esse ponto de ter esse auxílio do pessoal, esse suporte, principalmente, do centro de soluções conectadas, que eu acho que é um grande diferencial. A questão também ali de quando acontece alguma falha na coletadeira, já vai direto para o pessoal e às vezes se eu estou ali operando e eu não vi, o pessoal já me chama no WhatsApp, já me liga, Lorenzo, deu tal falha de erro, tu tem que ver isso aí. Então, para justamente não acontecer alguma coisa mais séria. E o principal, quando eu não consigo solucionar por telefone, eu falo lá com o pessoal, Tiê, eu preciso de um mecânico aqui. Cara, é assim. Não só eu, Lourenço. Eu vejo que o pessoal da minha região, que eu converso. Eu preciso de um mecânico aqui. Eles pegam o mecânico e o mecânico chega lá muito rápido. Cara, questão de uma hora, uma hora e meia, no máximo duas horas tem alguém lá na Fazenda. Então, tu não fica esperando de um dia para o outro. Porque nós como produtores, eu estou colhendo soja. Às vezes, de um dia para o outro, vai chover. Choveu em cima, a minha soja perdeu qualidade. Então eu perdi o valor no meu produto. Estou plantando. Cara, eu preciso terminar de plantar. Se vier uma chuva, eu não vou conseguir plantar. Então, você precisa fazer o seu trabalho render. E com o time de vocês da Jundir, todo time, a gente consegue fazer o nosso trabalho render.
Muito legal. E também, Lorena, a gente sabe que no dia a dia não é só Rosa. Tem muitos desafios. Conta para a gente os perrengues do dia a dia. O que você pode compartilhar aí? O que já aconteceu ali? O que vocês já passaram a perto? Como é que foi? Traz para a gente.
Cara, perrengue. Acontece direto. Até isso eu vejo que acontece com muita gente, só que são poucas as pessoas que compartilham. E eu resolvo compartilhar isso nas minhas redes sociais até para dar uma descontraída. Porque uma coisa que me aconteceu no inverno, no plantio do trigo, para nós não parar o plantio do trigo na hora do almoço, eu almocei mais cedo e aí o nosso colaborador foi almoçar e eu fui plantar. A gente tinha recém-abastecido a plantadeira com adubo e semente, E eu fui plantar. Nós tinha que terminar um cantinho ali, que era umas linhas mais curtas, para depois vir para as compridas. Eu ia trazer de lá para cá tudo pronto para não ter que voltar para lá, para ficar pisoteando e tudo mais. E já estava plantado um pouco mais para cima, só que um pouquinho mais para baixo era um banhado. E eu pensei, não, vou costear o quedal plantado, vou passar perto do banhado. Só que nós estava assim... Há uns 30 dias atrás tinha dado muita chuva. Então assim, estourou muito aquelas vertentes na lavoura, os olhos d'água, que a gente chama na nossa região. E cara, não me toquei que podia ter uma ali, porque geralmente molhada era mais pra baixo. E eu fui passando com o trator assim... E eu tava olhando pra frente, obviamente, eu só olhei pra trás assim, vi que desviou assim do banhado. Daqui a pouco eu senti que deu uma sentada assim, olhei pra trás. O pneu da plantadeira do inverno que fica para fora, não é que nem as de verão que fica no meio da plantadeira ali, eu vi que ela quis sentar. No que ela quis sentar, eu só fui acelerar o trator e já virei para cima, o 8R, um 270, duplado na frente e atrás. E cara, eu só vi que o trator começou a querer sentar e eu já tentando levantar, a plantadeira estava levantada, e eu na hora ali vi que o trator não ia sair, aí ali eu parei. E eu, meu Deus, o que eu vou fazer agora? Tá, não tá nada perdido. Chamei o pessoal lá da sede, vieram com 230 e com outro trator, com um Valmetão antigo que era da época do meu vô lá, um 4x4 também. Botamos um na frente do outro, os dois trator, eu falei, cara, vai puxar. Só que com a plantadeira engatada. Fomos lá. Começamos a puxar e aquele trator só enterrava mais. Cara, não saiu. Aí na hora, nós lá, cara, o que vamos fazer? O que vamos fazer? Aí eu falei, tchê, vamos desengatar a plantadeira, né? É peso a menos. A plantadeira não sei quantas toneladas ela pesa exatamente, mas só de semente e de adubo tinha mais de 3 toneladas. Mas o peso do trator, o 8R, se eu não me engano, ele é de 12 a 14 toneladas com água nos pneus e tal. Então é muito peso. Ainda mais ele atolado vai pesar muito mais. E aí tá, a gente conseguiu desengatar a plantadeira. E a gente engatou corrente no cabeçalho dela e a gente puxou. E a gente conseguiu puxar a plantadeira. Então ali já foi a nossa primeira vitória. Só que já era quatro e pouco da tarde. Tá, agora vamos pro trator. Peguei a nossa reta escavadeira lá, a 310L, que é da Jundir também, da linha amarela. Começamos a dar uma cavocada atrás ali para tentar, foi lá, atolei a reta. Tiramos a reta e tal, cheguei ali de novo, atolei a reta de novo. Chega. Nesse meio tempo, eu estava estressado porque era o final do plantio. Tinha a previsão de chuva e tudo mais, esse cara precisa ter terminado de plantar e tal. O trator está aqui atolado. Engatei a plantadeira, a gente limpou ela porque estava toda embarrada também. A gente engatou ela e eu consegui engatar no 230, o 7J, que ele dá conta de puxar. O 7J foi plantando, só que nós estávamos com o 8R plantado ali. Até eu brinquei depois, eu plantei ele para ver se não virava um 9R. Chamei um amigo meu que tem uma 210, aquela escavadeira hidráulica da John Deere. E aí ele foi lá, eu falei, preciso de ajuda, preciso atolar o trator com a escavadeira. Vai ter que sair, não tem. E ela tem bastante força. Ele foi lá no outro dia de manhã. A gente chegou lá no outro dia de manhã, era 7 horas no que nasceu o sol, digamos assim. Verteu água onde o trator estava atolado. Pra tu ter noção, o rodado dianteiro estava quase todo tapado. O traseiro do lado esquerdo estava metade. O trator estava assim, digamos assim. O lado direito do trator não estava tanto. Resumo da história. Quase atolamos a escavadeira, a 210. Levamos umas duas horas cavucando em volta até que saiu o trator. Cara, aí eu pensei, vou postar isso aí. O pessoal vai achar engraçado, eu acharia. Até postei aquilo lá. O cara viralizou aqueles vídeos lá. Ali eu comecei tipo assim... Nossa, veio muito seguidor ali, né? Porque pensaram, o cara se lascou e tal, e começaram a me seguir. Esse aí foi um.
Pessoal, espero que vocês tenham curtido. Esse foi um prosa do campo. Agradecer o Lorenzo que participou aqui com a gente. E fiquem ligados aí nos próximos conteúdos.
Show de bola, Cristiano. Eu que agradeço o convite em estar participando. E fiquem ligados no próximo episódio.
More from Francisco

Desh Ke Superhero | Mr. Madhava Rao | Faster Pole Installation with GreenSystem™ Post Hole Digger

En CasaToro John Deere encuentras el respaldo que necesitas para mantener tu maquinaria lista









