Lierson Alves, a 74-year-old engineer who became a livestock farmer, runs the family farm his father and grandfather built. Modern farming requires heavy investment in equipment and seeds, but financing through Banco John Deere and low-interest loans tied to productivity made it possible. He stresses keeping the farm alive for the next generation.
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Olha, eu me chamo Lierson Alves, tenho 74 anos, sou formado em engenharia civil, mas exerço a pecuária há muitos anos. Meu pai me passou, eu tinha 16 anos, só que ele olhava comigo sempre junto, até eu formar. E depois que eu formei, eu assumi a fazenda. A lavoura tem que ter coragem, porque não é barato plantar, ela exige muito. Tem que ter tratores apropriados, tem que ter semente apropriada. Tem de analisar a terra. Então tem um punhado de coisa que a lavoura exige. Então não é um investimento barato.
Agricultura hoje para mim significa muito trabalho, mas também muita oportunidade. Um grande parceiro que eu tive o prazer de conhecer foi o Banco John Deere, que sem eles eu não teria como adquirir esses maquinários. Para nós Foi muito importante o Banco João Deere para amplificar a operação de soja.
O nosso consultor, de maneira inteligente, nos ofereceu algo bem estruturado e articulado, que é um crédito com valor mais baixo e com condições ótimas de pagamento, viabilizando assim a gente pagar com a própria produtividade o custo dos implementos. Isso se tornou extremamente interessante e estratégico no nosso modelo de negócio.
E aí também entra o outro grande diferencial, que é o Banco John Deere, que facilitou demais a compra. Isso é um diferencial em comparação a todas as outras marcas que eu andei atrás.
Não há nada melhor do que você dar valor naquilo que você tem. A gente conseguir dar continuidade no processo que veio do meu pai, né, tomando o lugar dele e assumindo o que ele nos deixou, é uma forma também de gratidão. E também de sucessão na família. Então é prazeroso você trabalhar em família e dar continuidade em algo que é um legado, que veio do meu avô, passou do meu pai e agora está nas nossas mãos, que é a próxima geração.
A gente sempre acredita num futuro e pra chegar lá tem de acreditar.