Ep. 15 - Inovação colaborativa: alavancando o sucesso organizacional a partir de comunidades com Guilherme Ciuffi, Luís Felipe Carvalho e Elaine Cardoso
4 Dec 2023 · 34 min
Podcast Ep.15 (AEVO Boost) explores collaborative innovation practices at ThyssenKrupp (TK) with Guilherme Ciuffi (innovation leader) and Elaine Cardoso (AEVO consultant), hosted by Luís Felipe Carvalho. Key points: TK formed an innovation function about two years ago, started with a nine-person committee and moved to a decentralized ambassador model (≈40–50 ambassadors) to scale culture and projects; approaches include open innovation with startups, idea programs, partnerships with ICTs, and FastTrack processes. Notable outcomes: drone-based roof inspections (3D mapping and defect detection), a ~4× increase in idea submissions after partnering with AEVO, and recognition in a Valor award (TK placed 2nd, behind Embraer). The episode emphasizes networks, benchmarking, events (Web Summit), and communities as critical levers for corporate innovation.
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A gente precisa gerar um movimento e a gente sempre quis fazer isso de uma forma muito descentralizada. Para nós, a gente estudou muito modelos mais centralizados e descentralizados, entendeu que para a cultura, para o momento, é o que mais fazia sentido. Então, começando com o comitê ali, que a gente tinha nove pessoas, rapidamente a gente já migrou para uma abordagem de embaixadores de inovação dentro da empresa também. Pessoas que poderiam estar multiplicando o assunto e até conduzindo, às vezes, alguma tarefa dentro das suas áreas.
Olá, muito bem-vindo, muito bem-vinda a mais um episódio do Aevo Boost, um podcast onde nós falamos de pessoas transformando suas empresas através da inovação. Eu sou Luiz Felipe Carvalho, sou CEO na Aevo, e hoje a gente vai falar sobre inovação colaborativa. Se você trabalha com inovação, certamente sabe do poder que tem a colaboração, tanto com o ecossistema e comunidades externas, quanto internamente com as áreas de negócio, para te ajudar a gerar valor para a sua inovação. Para essa conversa, hoje está aqui comigo o Guilherme Siuf, que é líder de inovação na ThyssenKrupp, e ele vai falar um pouquinho ainda do que ele pensa sobre isso. O Guilherme é uma grande referência nas comunidades de inovação, tanto externamente quanto internamente na ThyssenKrupp, e está aqui para falar com a gente. Tudo bem, Guilherme? Fala um pouquinho sobre você para os nossos ouvintes te conhecerem melhor.
Prazer, Luiz. Prazer, Eliane. Bom estar aqui com vocês. Meu nome é Guilherme. Estou aqui no grupo de Sync Group desde 2014, tenho algum tempo de casa aqui. Trabalhei por vários pontos aqui dentro da empresa. Hoje estou perto da inovação e estamos aí para discutir um pouco. Vai ser um papo ótimo estar aqui com vocês.
Excelente, Guilherme. Cara, é um prazer estar aqui com... Prazer ter você aqui conosco, cara. Tenho certeza que vai ser um papo muito legal. Para simplificar aqui, vou chamar a T-Sync Group de TK. Tudo bem? Acho que a empresa é bem conhecida como TK também, então, quando eu falar TK aqui, eu estou me referindo a ThyssenKrupp. Também conosco aqui nesse episódio está a Elaine Cardoso, que é consultora de inovação aqui na Evo e está estreando aqui no podcast hoje, não é mesmo? Tudo bem, Elaine? Se você pudesse apresentar para quem está nos vendo e ouvindo.
Muito bem, Luiz. É um prazer estar aqui com vocês hoje. Então, como o Luiz bem contou, meu nome é Elaine, eu sou consultora de inovação aqui na Evo. Trabalho auxiliando as empresas na área de consultoria à definição da sua estratégia de inovação, até implementação de fato dos seus programas. Então, é um grande prazer estar aqui com vocês, com a Tícia e com a Evo. Então, muito obrigada por esse espaço. Tenho certeza que será um debate muito interessante.
Excelente, Elaine. Obrigado por estar conosco aqui também. Bom, para a gente começar esse papo, queria, Guilherme, se você pudesse falar um pouquinho sobre a TK. A TK é uma empresa enorme, mas algumas pessoas não fazem parte da vida de algumas pessoas. Então seria interessante você explicar um pouco da TK e da história da empresa com inovação.
Legal. Pouca gente conhece ainda pelo business como um todo, muito mais por Elevadores, que foi famoso durante um tempo ali dentro do portfólio. Hoje, Elevadores até é uma unidade à parte, assim, fez IPO, ela trabalha de uma forma separada. Hoje, no grupo TK, a gente está com quase 100 mil funcionários no mundo inteiro, então é um grupo muito grande, origem alemã, tem quase 200 anos de tempo ali do grupo, então quase bicentenária. Aqui para o Brasil a gente tem vários ramos de atuação, vai desde marinha, fragatas, submarinos até parte de hidrogênio que também está muito em alta, a gente é muito reconhecido agora no mercado por maquinários e produção de hidrogênio verde. O que é importante aqui citar é que ainda assim a maiores quantidades de atuação nossa é no ramo industrial, principalmente para o mercado automotivo, a gente tem várias fabricantes fábricas separadas ao longo do Brasil e da América Latina para a fabricação de autopeças ou peças industriais como um todo. Eu fico aqui em Camponim Paulista, que é a primeira unidade fora da Europa feita há quase 60 e poucos anos. É uma unidade que a gente reconhece como Lighthouse, Tudo, de novo, começa por aqui. Então, se a gente for olhar para transformação digital, transformação ágil, transformação lean, se a gente for olhar para, enfim, vários dos movimentos, sustentabilidade, ESG, muita coisa começa por aqui, alavancado, e a gente acaba depois fazendo abrangências, discutindo regionalmente um pouco do sucesso que a gente tem nessa unidade. Então, essa é uma visão breve e mais geral do grupo.
Muito bom, Guilherme. 100 mil funcionários, e quando uma empresa tem tantas frentes, Em geral, a gente vê inovação na prática. É algo que está no DNA da organização. Trabalhar com marinha, fragata, com setor automotivo, hidrogênio, enfim. E que legal saber que a fábrica onde você trabalha aqui no Brasil é Lighthouse para o mundo todo. É uma referência para iniciar novos processos. Não pode significar outra coisa que não o trabalho está sendo muito bem feito aqui no Brasil. Excelente. E, Guilherme, até para continuar aqui nessa conversa, enquanto entendendo o que faz a APK, e o tamanho dela, você conduz tanto lean quanto inovação aqui. E tem casos muito interessantes. Então, a gente já conversou algumas vezes, já levantaram mais de 300 desafios nas áreas e a gente sabe muito bem que inovação tem a ver com resolver problema. E tem vários cases interessantes, cases com drones já trabalhando em várias frentes. Até antes da gente entrar no tema de colaboração mesmo, você falasse um pouco sobre os processos de inovação, os resultados que vocês têm alcançado, se pudesse citar algum case, dar uma visão de como você está fazendo inovação aí na TK.
Legal, inovação como função aqui dentro da unidade Campo Limpo é recente, assim, se a gente for olhar, nossos programas de melhoria contínua tem 20 e poucos anos. Agora, para inovação como área, assim, tratando, a gente já teve áreas de P&D locais, hoje a gente tem muito mais P&D regionais, ainda temos vários P&D separados para o Brasil, mas dentro dessa unidade, hoje não, a gente tem muito mais uma função regional nessa linha. Então, inovação a gente formou tem quase dois anos ali, uma função real em cima disso. A gente começou por um comitê, então a gente começou muito mais, pegando poucas horas de algumas pessoas-chave que a gente entendia que tinha perfil e tinha habilidade para começar esse trabalho em si. E a gente passou por vários aspectos de uma jornada de inovação. A gente começou olhando muito mais para a inovação aberta, como querer gerar uma conexão entre algumas áreas do negócio com startups, principalmente, mas qualquer outro player, mas principalmente startups, que aí saiu a principal fonte de mapeamento de desafios nossos até hoje. Dando certo os primeiros passos, a gente foi para programas de ideias, que também já tinham muitos anos aqui, mas a gente trouxe para perto da inovação para deixar ele com uma cara muito mais agregar muito mais pro lado da inovação também, além do que eu já vinha fazendo. E além disso, hoje a gente trabalha com programas de fomento, conexão com ICTs, ou até buscando então editais públicos, que a gente consegue ter algum apoio ali pra poder executar a inovação de uma forma mais acelerada. A gente trabalha com iniciativas de novos negócios, enfim, hoje a gente já tá uma área com funções muito mais completas olhar para esses casos que você falou que é emblemático quando a gente começou a parte de open face mesmo de drones imagina que é uma unidade muito fabril né e a gente tinha situações que ainda por exemplo para fazer uma inspeção de telhados etc a gente ainda usava plataforma elevatória, subia pessoas, fazia inspeção com o olho humano e tudo mais já tem pouco mais de um ano e meio que a gente conseguiu trazer uma solução de drones que ele fala sozinho ir no galpão x a gente sobe com ele vai até aquela região ele faz um mapa inteiro de todo aquele galpão do telhado montou uma visão 3D e depois avisa pra mim, a região tal teve uma trinca X aí de tal tamanho, vai lá trocar depois. Então, assim, o ganho de produtividade, mas principalmente, talvez, de segurança, de não estar expondo as pessoas, foi emblemático. Então, a partir desse, a gente conseguiu aí emplacar alguns outros cases também. Enfim, a área vem se desenvolvendo desde então.
Muito bom conhecer mais sobre o seu processo, né? E o caminho que... Eu tenho visto nas empresas de sucesso, que têm sucesso com inovação, em geral é esse, né? Começar perto das áreas, levantando desafios, trazendo pequenas vitórias e ganhando espaço conforme a organização vai tendo mais segurança nos resultados de inovação. Então você mostra os resultados, traz as quick wins, e a partir disso, um parado nisso, vai abrindo para novos investimentos, novos tipos de inovação. Você falou aí de investimento em novos negócios, o que está começando agora, mas já trilhou um caminho para chegar nesse ponto, né, Greg? Começou lá com inovação aberta, trazendo valor com startups, programas de ideias, gera valor de inovação de sustentação e vai crescendo para novos pontos. E agora eu queria entrar mesmo no nosso tema. Então, uma trajetória ainda... Posso dizer que no início, dois anos, muitos trabalhos, anda de inovação, anda de cachorro, dois anos, parece que foram, imagino que deve ter sido, parecendo 15, muita evolução, muito resultado acontecendo, evolução rápida. Apesar disso tudo, eu conheço, a gente já conversou bastante, e a equipe de inovação é bem chuta na TK. Mas você foi inteligente para criar um processo interno com comitês, envolver áreas, enfim, trazendo de novo, de forma muito inteligente, as áreas de negócio para fazer a inovação junto com você, que no final das contas, a área de inovação, em geral, não é quem inova. Ela fomenta a inovação nas outras áreas. Eu queria que você falasse um pouco sobre isso. Como são esses comitês? Como você engaja pessoas que têm outras atribuições na empresa a participarem desse processo? Fala um pouquinho dessa jornada de trazer as áreas de negócio e criar um organismo forte na organização para inovar.
Legal, a gente sempre lê e vê por aí que o pessoal fala que assim, se inovação tem recurso, o recurso tem que ser ideal, não há mais, não há menos, mas tem que ser o ideal, né? O tempo inteiro buscando o melhor possível ali, o equilíbrio em todas essas partes. O que a gente tentou fazer foi assim, hoje a gente tem uma pessoa full-time que hoje trabalha olhando principalmente essa parte de novos negócios, mas também apoiando outras funções. Eu mesmo tenho, assim, é parte do meu tempo, eu ainda tenho outras funções ali mais vinculada à melhoria contínua que ainda toco. Mas assim, a gente precisa gerar um movimento e a gente sempre quis fazer isso de uma forma muito descentralizada. Pra nós, a gente estudou muito modelos mais centralizados e descentralizados, entendeu que pra cultura, pro momento, é o que mais fazia sentido. Então, começando com o comitê ali, que a gente tinha nove pessoas, rapidamente a gente já migrou pra uma abordagem de embaixadores de inovação dentro da empresa também. pessoas que poderiam estar multiplicando o assunto e até conduzindo, às vezes, alguma tarefa dentro das suas áreas. Então, na hora que eu fosse fazer uma atividade de inovação aberta, rodar uma POC com uma área de logística, eu tenho que ter pessoas ali que dominam muito a inovação, que sejam referência dentro da sua área, consigam apoiar todo o movimento ali, quer seja desde uma parte de gestão de ideias internas ou até realmente conduzir algum projeto, algum trabalho ali. Então, a gente fez um acordo até de utilização de horas desse pessoal ali, todo mundo que a gente questionou, lideranças que a gente pediu pra gente poder ter mais funcionários ali fazendo parte, a gente fez um acordo de no mínimo 4 horas de dedicação dessa galera por semana ali, olhando pra inovação, a gente conseguiu esse tipo de abordagem. Hoje a gente tá com quase 40 pessoas ali nesse sentido, então, eu mais o meu, outra pessoa full time, mas a galera inteira a gente tá beirando 50 pessoas hoje. E pra gente é bacana que a gente vê muito mais o movimento cultural acontecer ao mesmo tempo que a inovação vai se desenrolando. Então, além dos casos, dos projetos entregues, de tudo crescendo, enfim, a gente vê muito sucesso da cultura de inovação sendo disseminada em cada área. A gente vê lideranças comprando mais, reconhecendo essas pessoas como pessoas diferentes que estão apoiando o movimento de inovação. E até falando um pouco das funções delas, tá? A gente vê uma galera que, por exemplo, trabalha bastante apoiando a gente nos nossos programas de ideias. Desde que a gente começou a parceria até com vocês da Evo, que hoje a gente tá usando Central de Ideias aí pra poder alavancar, a gente quase que quadruplicou a quantidade de volume de ideias que a gente tinha dentro da empresa. Então, boa parte dessa galera apoia diretamente esse trabalho, mas também todos os outros trabalhos que a gente tem aqui pra dentro de inovação, que seja cultural, treinamentos, comunicação, ou até algum ponto específico mesmo, algum projeto com instituto de ciência e tecnologia, com universidades, enfim, os outros trabalhos de inovação, essa galera também tá bem envolvida, engajada.
Eu acho que isso comprova bastante, né? os seus resultados, mostra como vocês vão conseguindo um destaque, até esse destaque foi evidenciado pela notícia que eu vi recentemente, que a APK conseguiu uma posição bem interessante no prêmio Valor, então vocês ficaram em segundo lugar em vendas de capital, isso é um baita reconhecimento, eu vi outras notícias ligadas a ESG, todas essas questões de hidrogênio que você mencionou, e todo esse posicionamento que vocês estão colocando no aspecto ambiental. Isso é um destaque, porque a gente vê que, até vi outras notícias, que mais de 70% das empresas do setor industrial estão inovando, mas nem todas conseguem com tanta eficiência e com tantos resultados, igual a TK tá conseguindo. E aí eu gostaria de aproveitar, trazendo essa notícia, esse reconhecimento, primeiro, parabenizar, porque são dois anos de área de inovação e já conseguiu alavancar os resultados e conseguir uma posição tão interessante, Então, pra você, o que foi a virada de chave? Assim que a área foi criada, o que você considera que foram as ações diferenciais e estratégias adotadas por vocês? Até pra quem tá nos ouvindo conseguir se inspirar também e ter essa boa prática.
Legal, você falou do prêmio da Valor, e assim, perdemos só pra Embraer. E pra Embraer, pô, estamos felizes de perder pra eles, né? Deus do céu, estamos aqui querendo ver a Ilustra Nacional crescer também e alavancar cada vez mais o cenário, né? E a gente subiu muitos pontos ali dentro, foi o maior salto que a gente já deu ali dentro do ranking também. E é um esforço de todas as áreas de negócio. Se eu olhar aqui pra unidade que a gente tá falando de Campo Limpo, pra gente olhar pro movimento que foi criado aqui, Minha opinião, o principal fator foi realmente olhar para as pessoas de uma forma diferente. Então, se você quer começar um movimento diferente, você tem que achar os early adopters que querem ir com você fazer esse movimento. Então, acho que o primeiro ponto é assim, beleza, dor todo mundo tem, aplicar todo tipo de ferramenta ou conceito, frame de inovação, quase todo caso se aplica, mas vamos atrás daquela galera que já tem uma apetidão para poder pegar uma coisa diferente e trazer para o dia a dia. E a gente sabe que vai existir 2,5% que seja da empresa que vai falar assim, ah, me dá qualquer coisa nova aí, eu aceito, quero testar, quero executar. Tem que identificar esse 2,5%. Crescer nas pessoas que vão estar executando, crescer nas lideranças, achar essa galera que vai estar disposta a enfrentar, quebrar as barreiras com você ali no início, pra aí depois começar a crescer, gerar esses casos de sucesso e todo o resto da empresa ir pra esse movimento. Então se eu olhar o principal caso, acho que realmente são pessoas e até as capacidades dessa galera. Essa galera é mais resiliente, essa galera já é mais provocadora, essa galera já tem uma vontade de aprender mais. Enfim, as características que essa galera traz junto que também é muito relevante.
Só um complemento Luiz, se me permite. Isso é muito interessante, isso que você foi comentando, na inovação a gente tem uma teoria chamada teoria da difusão de inovações, que a gente fala de mercado, que tem os adopters, aí tem aqueles mais conservadores, que tem mais dificuldade em absorver coisas novas, a gente tem conquistando os primeiros para que eles comprovem os resultados e os mais conservadores acabem apoiando a ideia e comprando. a proposta de vocês. E exatamente isso dentro das empresas também. Querendo ou não, as empresas são um reflexo do que acontece no mercado, então, muito bacana o que vocês estão fazendo, a formação de embaixadores é crucial e aqui na Europa a gente também tem isso como um ponto muito forte, como as nossas prioridades também, quando a gente está falando de cultura internacional. Mas é só esse complemento, Luiz.
Não, eu estava pensando justamente nisso, Elayne, porque tem até um livro muito famoso para as startups, que se chama Atravessando o Abismo, um livro americano chamado Crossing the Chasm, E ele fala um pouco disso com o ponto de vista do cliente. Como que eu estou lançando uma inovação para o mercado, um produto novo, eu vou procurar os early adopters e depois o abismo para ele, o crossing the chasm, atravessar o abismo, isso significa como é que eu passo dos early adopters para a maioria, para o early majority. E aí eu vou entrar, então, continuar nessa linha e trazer para você, Guilherme. Então, eu entendi que você começou com os early adopters. Então, você foi lá, quem são os 2,5% que têm mais aptidão, vontade, que se você trouxer algo novo, ele vai... Nossa, vai ser uma... Vai com o feliz da vida, vai querer estar junto com você e te ajudar nisso. Como é que você passa para o... Como é que você fez para passar isso para uma early majority? você deu o próximo passo para engajar mais pessoas na empresa.
Legal, vamos lá. Graças a Deus já tem muita teoria formada também sobre change management, né? Então a gente tem muita coisa para se embasar. e muito caso de sucesso em se inspirar também, até de outras empresas, enfim, o cenário de inovação no Brasil é muito bom. Então a gente pegou muita gente que é referência hoje, que já passou por isso também, para poder pegar um pouco das boas práticas. No nosso caso, o que a gente conseguiu arraixar de rota foi muito mais vinculado à comunicação. A gente começa por comunicação e exposição dos casos de sucesso, mas a gente fez muita conversa um a um também. Então pegar cada liderança, conversar um a um, entender seus problemas, Às vezes questionar alguma coisa assim, vai ver se não tem um problema latente hoje que eu tenha, algum caminho claro ali para resolver. Mas o que você vai enfrentar daqui 3, daqui 5 anos? Como que você olha o teu cenário? Como que você olha o futuro da sua área, da sua posição? Então na hora que a gente começa a expandir um pouco até os questionamentos, com certeza todo mundo tem desafios e com certeza, não é à toa que inovação aberta é uma coisa que está tão disseminada. ela está aí porque ela é melhor do que os modelos que a gente vinha fazendo antes para tentar resolver alguns problemas chave então identificar o problema certo fazer o fit em cima disso e muito pegar na mão a um realmente fazendo essa discussão a gente fez isso com todos os nossos embaixadores para entender o movimento deles e como que eles estão se interessando com o seu dia-a-dia e como que eles poderiam estar provocando suas áreas também, fizemos as lideranças para a gente poder entender as dores de cada um. Então assim, realmente gerando uma proximidade muito grande, a gente conseguiu dar esses próximos passos e começar a alavancar um pouco mais. O que acontece é que assim, como é início, tem muita coisa ainda dos nossos processos a serem melhorados também, né? A gente já tem um processo de fast track que facilita, às vezes, uma execução de um processo até contratação de uma POC, A gente já tem processos facilitados para os outros tipos de inovação, que seja para geração, implementação de ideias como um todo, teste de ideias, execução de experimentos. Ainda assim, essa galera está aprendendo junto com a gente. Então, é bacana ver o sucesso dando certo para uma área e esse já contaminando os outros. Enfim, quando é melhor, quando o produto é bom, é fácil de vender. É difícil quando a gente tem uma situação que às vezes o cenário complica, mas assim, aqui a gente teve muita abertura, muito apoio também, muita alta liderança chegando e encorajando a gente, abrindo portas, dando pra gente um empoderamento muito claro ali pra gente poder seguir também com o trabalho.
Excelente. E a teoria fala um pouco disso mesmo, que você tá fazendo aí na prática, né? O primeiro que os inovadores hoje adotam, eles topam até uma coisa menos estruturada. Agora a maioria começa a precisar de mais estrutura. Então quando você já chega com um conjunto de ferramentas ali. Olha, eu tenho um processo FastTrack para te ajudar. Eu já li com jurídicos, já li com suprimentos. Claro que facilita muito. E claro que facilita muito também porque você gerou resultado. Então, se tem um resultado claro ali, excelente. Guilherme, você... A gente falou internamente aqui como foi esse processo e como você consegue, com uma área direta, sua e pequena, mas fazer um impacto muito grande trabalhando, você falou, de 40, 50 pessoas envolvidas na inovação e nas áreas. Isso é demais, um processo que a gente vê em vários cases da Evo, vários clientes que têm muito sucesso aqui na Evo, trabalhar com embaixadores, padrinhos, vários processos diferentes envolvendo as áreas, tendo business partners que trabalham para a inovação, tanto no nível mas da operação, que conseguem levar a ideia e tal, mas também no nível de patrocínio. Então, acho que isso aí está bem claro. Mas tem um outro lado de inovar de forma colaborativa, que envolve ecossistema. E você, especificamente, quando a gente fala, enfim, está em eventos e troca sobre pessoas e fala, todo mundo te conhece. Ele fala, não, Guilherme, não sei se você conhece o Guilherme da ThyssenKrupp e tal. Ah, o Gui, o Gui é massa. Todo mundo conhece o Gui, né? Então eu tenho essa personalidade conhecida e acho que, claro, tem muito do seu jeito, né? Uma pessoa bacana de lidar, ótima, mas também tem muito trabalho aí, né, Guilherme? De ter feito bêntis, de ter feito... de conhecer as melhores práticas, ter corrido atrás para montar o seu processo. Eu queria que você falasse um pouco disso. Como é que foi, aqui eu estou falando especificamente não sobre startups, mas pensando em seus pares, como é que você usou, e aqui eu uso essa palavra de maneira positiva, usou esse poder de rede para conseguir desenvolver seus processos, para ser melhor naquilo que você faz, ter mais resultado na sua inovação. Fala um pouquinho disso para a gente, por favor.
Legal. E eu posso afirmar de cara que a gente é totalmente fruto do ecossistema, fruto dessa interação, dessa rede que foi gerada e tudo mais. Muitas vezes a gente vê outras empresas começando áreas de inovação quando um grande executivo vai para um SXSW, um Web Summit, volta, pede alguma coisa, já dá recurso, segue. Às vezes, normalmente, com parceiros, às vezes uma consultoria ajudando, algum trabalho de sentido. E esse não foi o nosso cenário. A gente começou muito mais por benchmarkings. E assim, a gente tem uma vantagem enorme no cenário de inovação, porque eu acho que não existe função colaborativa maior dentro de cada uma das empresas que a gente for olhar por aí. Está todo mundo tentando se ajudar, totalmente aberto a compartilhar suas experiências. Então, acho que não existe área para fazer benchmarking melhor do que inovação do que qualquer outra em qualquer área de mercado. Então, a gente rapidamente, assim, coisa de três meses que a gente tinha formado o comitê original, a gente já tinha feito quase 20 benchmarks. E a galera realmente é aberta de você ir lá, conectar no LinkedIn, pedir uma reunião, abrir as portas e começar a mostrar como é que tu vem fazendo os seus trabalhos de inovação. Então a gente conseguiu muito contato inicial nessa linha. Nisso, naturalmente, a gente entende que para estar perto da inovação, você precisa estar realmente se jogando de cara em eventos, conhecendo gente diferente. Eu até brinco que o meu LinkedIn ganhou quase 10 mil pessoas da noite para o dia, assim, depois que a gente começou a entrar na inovação de tanta gente que a gente vai adicionando em eventos, conhecendo, enfim, trocando experiências. Grupo de WhatsApp, a gente estava conversando também. Eu parei de contar quando eu já tinha 100 e só olhado para a inovação. E assim, a quantidade de mensagens... Mas é um poder muito grande às vezes você ter esse nível de conexão e às vezes jogar lá, olha, estou com um problema X, alguém conhece uma startup Y que cuida disso e de repente você receber 20 respostas em menos de 20 minutos. Então... existe um poder muito grande colaborativo que a galera precisa entender nesse ecossistema e eu queria até denotar por exemplo um dos principais grupos que eu estou é um que a gente juntou praticamente 50 lideranças de corporações que estão tocando inovação, inovação corporativa, inovação aberta dentro do seu dia a dia É uma galera muito aberta, a gente faz encontros praticamente de forma mensal em locais diferentes, mas para trocar experiências e desafios que a gente tem em conduzir a inovação no dia a dia. Então já falamos ali de fast track, já falamos ali de governança de inovação, enfim, e tem todo tipo de indústria que você imaginar, da farm até energia, oil and gas, enfim, e por aí vai. Então entender cenários diferentes, entender pontos de vista diferentes, aprender com quem já está um pouco mais maduro, ou até entendendo desafios de cenários diferentes, às vezes no mesmo nível de maturidade, enfim. É um poder que pouca gente eu acho que tá conseguindo hoje explorar de uma forma concreta. Então assim, vão atrás de grupos de alta qualidade, vão atrás de se abrir, conhecer pessoas corretas, manter um bom relacionamento. Muitas vezes o sucesso tá por ali e pouca gente explora isso hoje.
Só um complemento, tem uma frase bem interessante no mundo da inovação, que é, se você não tá no ecossistema, em algum momento você vai ser engolido por ele, né. Então, você tem que compor esse ambiente, é um espaço muito rico, a gente chama até das comunidades de inovação, que é um tema que tá por trás de tudo que a gente tá falando hoje, inovação colaborativa. E as comunidades justamente nesse propósito, se você não tá, as desvantagens são muito grandes, você perde tendências, você corre o risco de ficar pra trás. Afinal, é ali que tá todo o aspecto tecnológico, onde o pessoal tá trocando as ideias, tão trocando desafios. Algumas empresas acabam não indo pro ecossistema, acabam não divulgando suas informações e ficam com muito receio de compartilhar muita coisa e acabar indo pra concorrência. Mas isso, ao contrário, acaba sendo um estímulo pra você desenvolver em conjunto, cocriar com muitas empresas, não apenas com startups. Dá pra cocriar em conjunto com universidades, com outras companhias. Então, por que a gente passa pelos mesmos desafios? O mesmo segmento aqui, esse grupo deve passar pelos desafios que os concorrentes também passam. Então, é só um complemento muito bacana. E foi uma estratégia muito legal vocês terem adotado enquanto uma área nova de inovação. Falar com outras pessoas que já passaram pelo mesmo caminho que vocês vão trilhar. Então, isso assevera e alavanca muito. Então, é só um ponto interessante sobre as comunidades.
E na mesma linha, talvez eu falei mais de conexões com corporates para todo mundo que está no meu embarco, mas assim, existem os vales mesmo de inovação separados no Brasil, comunidades, startups, regionais. No Brasil a gente conhece muito, tem RJ no Rio, tem 011 em São Paulo, se é Industry Valley, Baru, enfim, se a gente for ver, são vários, assim, que o pessoal se une ali para poder colaborar. E, às vezes, eu vou comparar uma coisa, por exemplo, que eu vi no CASE do ano passado, estamos chegando perto do CASE desse ano também, mas, assim, ainda é um ambiente que a gente vê muito mais corporações falando apenas com corporações e o pessoal de comunidades falando apenas com unidades. Ainda tem muita oportunidade de troca ali para a gente poder realmente, como o ecossistema crescer e evoluir cada vez mais.
Agora, essa troca com comunidades, especialmente eventos, Ela não é... Ela tende a não ser um planejamento... Como é que eu posso dizer? Objetivo. Porque, assim, a verdade é que muito da grandeza de você ir e se expor a um evento desses tá no que acontece ali que você nem previa que ia acontecer. Tá numa conexão que surgiu e que só porque você tava naquele momento teve uma conexão que aconteceu e, cara, aconteceu... Enfim, pode ser algo que muda o jogo, muitas vezes. uma visão diferente, uma perspectiva nova que você traz para o negócio, ou que você gera valor para o outro lado. Você é de uma empresa alemã, Guilherme, como é que planeja e justifica? Pô, mas eu estou em eventos, como é que tem jeito de dar um valor para isso? Como é que funciona isso aí na sua organização?
Vamos lá. Eu acho que todo mundo que está perto de inovação entende que o mais natural é olhar para tendências. Faz parte também em tendências e faz parte também em sites, gerar insights relevantes desse ponto. E se olhar para o ecossistema como um todo, tem uma palavra que o ecossistema usa que é serendipidade. Você tem que contar com o risco positivo de alguma coisa acontecer e tudo mais. Então, talvez a gente consiga justificar mais por causa da ocorrência disso já em alguns eventos que a gente conseguiu. Então assim, é comum as vezes a gente ir lá num encontro assim, aqui perto da região tem Jundiaí, tem lá o Grape Valley, que é o vale de inovação ali perto, também ajuda ele na organização dele. Às vezes, estando lá, opa, trombando com uma solução que é exatamente alguma coisa que a gente acabou de ver um problema de um dia atrás. e casou perfeitamente, se não estivesse lá não conhecia. Então assim, existem esses casos para a gente, às vezes, documentar e até falar, olha, faz sentido, a gente tem que ir nessa linha. A gente teve, por exemplo, no Web Summit mesmo, que talvez é um evento que tem um pouco mais de pulso, tem deslocamento, tem hotel, etc. Enfim, não é um ingresso, às vezes, que é fácil de conseguir por muito... Não é todo mundo que conseguia, a gente sabe que pelo menos o pessoal de comunidades e startups, às vezes, sofre um pouco mais, pega até uma ajuda, às vezes, do Sebrae, Rede S, para poder estar ali presente. Mas, assim, ter contato ali, no Web Summit desse ano, no Rio, a gente teve quase mil startups ali presentes. Você conseguir sair de lá com uma lista de, caramba, eu tenho no mínimo 200 aqui, que faz sentido eu fazer uma conexão depois, é muito rico, é muito rico. Então, assim, a gente consegue muito mais mostrando esses casos de, olha que bom, teido lá, enfim, não é uma coisa que a gente tem que fazer de forma desplanejada também, eu acho muito errado quem vai hoje só pra tudo que é evento e não consegue vender um ROI aí desse evento depois, um retorno mesmo do que aconteceu tem que voltar, tem que disseminar pra organização inteira, tem que fazer um download desse evento pra todo mundo que não foi e falar assim, olha que bacana a gente conseguiu assim só por conta que a gente tava lá Teve muita corporação que a gente não tinha muita proximidade ali e a gente conseguiu, enfim, trazer esses casos aí. Acho que normalmente é o que mais embasa pra gente continuar indo e participando e tendo abertura pra estar cada vez mais em eventos e tudo mais.
Tem um livro que eu gosto bastante que chama DNA do Inovador. Provavelmente vocês conhecem. Ele é um dos únicos, na verdade é o único que eu conheço que foca exclusivamente no inovador e não na inovação na empresa. E ele traz cinco características do inovador. grande, mas com o ponto de vista do indivíduo. E o que é legal é que tem uma característica só que é cognitiva, que é a associação. Ele basicamente fala assim, olha, isso o seu cérebro faz sozinho. Você, quando tem uma ideia, seu cérebro, de alguma maneira, liga pontos e vem um insight. Então, isso acontece às vezes em momentos que você nem esperava ter esses insights. Então, estou nadando no mar e vem um insight pro negócio, seu cérebro fez uma conexão pra você, Isso simplesmente acontece. Mas tem outras quatro que carregam a sua capacidade de fazer insights, que são habilidades comportamentais. E uma delas é o network, justamente esse. Mas não um network de simplesmente conhecer pessoas iguais a você, mas um network de ideias. Você vê coisas diferentes, é como se alimentasse um repertório na nossa cabeça que permite o nosso cérebro fazer a mágica depois e criar associação. Eu acho fantástica essa ideia de que um evento, uma conexão, estar junto com outras pessoas, abrir repertório na nossa cabeça para permitir que a gente traga soluções melhores para o nosso dia a dia, para as nossas vidas, para as nossas empresas, enfim, para todos os postos. Então, não dá para, como você falou, não dá para ignorar a existência de um espaço desse, um Web Summit, um evento, onde você vai fazer conexões, ter ideias novas e certamente trazer valor para a organização.
Até um complemento, Luiz. É uma frase bem legal que, sem diversidade, não há inovação. Não adianta, às vezes, tentar resolver os mesmos problemas com a mesma equipe, os mesmos recursos, que talvez não vá sair do lugar. Então, realmente, a inovação depende dessa diversidade que, às vezes, talvez não, com certeza, somente o ecossistema é capaz de providenciar para a gente.
Excelente, pessoal. Bom, pessoal, a gente bateu um papo aí hoje sobre inovação colaborativa. Foi muito legal a gente conhecer um pouco mais como as áreas de inovação conseguem estender sua capacidade e gerar muito mais valor envolvendo pessoas das áreas de negócio, envolvendo ecossistema, envolvendo pares. Como o Guilherme falou bem, as áreas de inovação são muito abertas a trocas. A gente aqui na Evo tem um evento recorrente que chama Clube de Inovação Exclusivo para Clientes e é muito legal porque a gente vê nossos clientes falando case e abrindo a casa mesmo, falando de do que faz, do que dá certo, do que não dá certo, sem medo de ser feliz, sem medo de errar ali, porque o espaço permite, dá segurança para isso. E como as pessoas crescem nesses pontos. Guilherme, queria te agradecer demais pela nossa conversa. Você é uma grande referência nas comunidades de inovação, na colaboração para a inovação. Certamente é uma via de mão dupla, você trouxe muito para a Thyssen, mas deixou, provavelmente, muito mais para o ecossistema. Te agradecer de novo por estar aqui conosco. E, enfim, se alguém quiser, nesse espírito de colaboração, quiser conversar com o Guilherme, você está no LinkedIn, como é que faz para te encontrar?
Vamos lá. Eu agradeço pelo momento aqui com vocês também, bacana demais. E agradeço a Evo por tudo que vocês vêm fazendo com a gente. Hoje, com certeza, um dos principais parceiros que a gente tem aqui pra alavancar a nossa inovação. Pra me achar, acho que o melhor caminho é o LinkedIn mesmo. Pode caçar ali fácil, o Guilherme Siuf, o sobrenome não é muito comum, então é fácil ali de achar. Então, pode me conectar, enfim, a gente abre as portas mesmo pra conversas, pra discussões, enfim. Tamo aqui pra ajudar e colaborar realmente com todo o ecossistema. Valeu.
Boa, obrigado, Guilherme. E Elayne, obrigado pela sua estreia aqui no podcast, certeza que vai voltar mais vezes, sempre traz insights legais, com bases teóricas, né, Elayne, escritora estudiosa de inovação aqui na Evo. E para falar contigo, Elayne, alguém que quiser conhecer um pouco mais da consultoria Evo, quiser trocar uma ideia contigo sobre inovação, como é que faz para te encontrar?
Perfeito, Luiz. Nesse ritmo de colaboração, pessoal, fiquem à vontade para entrar em contato. Tô no LinkedIn, eleni.cardoso. Não é tão diferente do pessoal da TC, mas fiquem à vontade para me contatar. Agradeço demais a oportunidade, Luiz. Quem quiser saber o que é o ecossistema, saber como adentrar um pouco mais, desenvolver sua estratégia de inovação, podem contar com a consultoria da Evo. Então, a gente tá aqui a posse para atender vocês e tirar as possíveis dúvidas. Obrigada, Luiz.
Valeu, Elayne. Obrigado por estar conosco. Um prazer estar com vocês dois conversando. Bom, e quem está nos assistindo e quiser falar comigo também, eu também estou no LinkedIn. Luiz Felipe Carvalho, a Evo. Luiz conhece. É fácil de me encontrar ali dentro. Meu nome também não é tão incomum, mas dá pra me encontrar ali. E, pô, agradeço aí pela audiência por estar aqui conosco até o final. Se você curtiu, compartilhe com os amigos, compartilhe com quem tem os mesmos desafios que você. Acho que aqui tem muito conteúdo aí pra quem quer aprender a colaborar mais pra inovar. E deixo meu grande abraço pra vocês e até o próximo episódio do Evo Boost.
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