Ep.8 - Inovação em Logística com o Grupo Águia Branca com Brunella Campanharo, Luís Felipe Carvalho e João Vitor Richa
2 Jan 2026 · 59 min
Podcast episode (AEVO Boost Ep.8) — Portuguese transcript of a conversation hosted by Luís Felipe Carvalho with guests Brunella Campanharo (Grupo Águia Branca) and João Vitor Richa (AEVO). The episode profiles Grupo Águia Branca — its history (founded 1946), divisions (Passageiros, Comércio, Logística, Holding) and businesses (Águia Branca, Águia Flex, Squad, Agastur; Kuruma/Osaka/Kyoto dealerships; VIX Logística, Autoport, Letts, V1 platform). It focuses on the group's innovation journey: structured work from 2015, key imersions (Vale do Silício 2016; China 2019), formation of VIX Labs (2017), governance redesign in 2021 with five innovation committees and four innovation pillars (governance, ecossistema, iniciativas, cultura/engajamento). Programs to spread innovation include Prêmio Inovação (3,501 ideas → 18 finalists → IMOVA-se week), imersions, talks, a week of innovation and employee-focused initiatives. Highlighted projects: V1 mobility platform (service quality focus), Galileu autonomous vehicle (VIVA/VIX Veículos Autônomos, SAE level 4, industrial use), electric bus (partnership with EDP), GoDrive (car subscription), Squad (group travel app), revisão móvel (mobile vehicle maintenance), loja autônoma de peças (app-accessed container for parts), Embarque Já (offline prepaid card for ticketing), and 3eLabs (hardware R&D lab). Closing includes contact info (Brunella: LinkedIn brunellacp; João: LinkedIn and email ricciarrobaevo.com.br).
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Olá, muito bem-vindo, muito bem-vinda a mais um episódio do Aevo Boost, um podcast onde nós falamos sobre pessoas transformando suas empresas através da inovação. Eu sou Luiz Felipe Carvalho, sou CEO aqui na Aevo, e hoje a gente vai falar sobre programas de inovação no setor de logística. E para isso está aqui comigo hoje a Brunella Pérez, que é responsável pelo programa de inovação do Grupo Águia Branca, que está aí ativamente criando o futuro da Logística. Bem-vinda, Brunella.
Obrigada, Luiz. Prazer estar aqui com vocês e uma honra falar do Grupo Aguiar Branca aqui.
Show de bola. Obrigado por ter topado conversar aqui com a gente. Também conosco aqui hoje o João Vitor Richa, executivo da Evo, uma fera da inovação corporativa. Tudo bem, Richa? Como é que você está?
Fala, Luiz. Tudo bem? Oi, Brunella. Um prazer exato estar aqui com vocês hoje. Muito animado para a gente falar sobre esse assunto tão legal que é inovação em logística.
E ouvir um pouco dos cases do.
Grupo Águia Branca também, que eu tenho certeza que são vários.
Com certeza, vai ser bom demais. Brunello, eu queria começar com você. O Grupo Águia Branca é um gigante aí da logística, né? São mais de 15 mil colaboradores no Brasil. E até antes da gente entrar no tema, de fato, eu queria que você falasse um pouco mais sobre o grupo, sobre os negócios, como é que é, como é que você organiza o Grupo Águia Branca?
Ótimo. Vamos começar, então, falando bem aqui do grupo. Acho importante a gente sempre contextualizar antes de falar de inovação no grupo. Muita gente ainda vê Grupo H-Branca, quando comenta, pensa apenas na aviação H-Branca, mas é muito mais que isso. O Grupo H-Branca é um grupo que foi fundado em 1946, então a gente tem 76 anos de história, e a gente é um dos maiores conglomerados de transporte e logística do Brasil. O nosso propósito é o de mover o mundo com excelência e respeito às pessoas. E como o Grupo Aguiar Branca está formado? O Grupo Aguiar Branca é formado por três divisões de negócio e uma holding. As três divisões de negócio são a divisão comércio, a divisão logística e a divisão passageiros. Então, eu vou falar um pouquinho de cada uma para vocês entenderem o que tem de negócio dentro de cada uma dessas divisões. Bom, a primeira divisão de negócio, impossível não falar da divisão passageiros, que foi onde tudo surgiu, onde é a empresa mais antiga do grupo e atua no transporte de passageiros de linhas regulares e no transporte de encomendas. A Divisão Passageiros hoje, e aí eu falo hoje porque mais recentemente a gente teve a aquisição da Agastur, que é uma operadora de turismo, então a gente tem a formação da Divisão Passageiros por quatro empresas, que são elas a Aviação Águia Branca, o Águia Flex, o Squad e a Agastur, como eu falei. Então, falando um pouquinho sobre cada um desses negócios especificamente, a Águia Branca, como eu falei, trabalha no transporte de passageiros em linhas regulares. O Águiaflex, ele já vem também como serviço de transporte de passageiros em linhas, mas ele tem uma proposta totalmente digital para atender um outro público, e aí hoje você faz todo o processo dele de maneira digital, a compra de passagem, o embarque, o bilhete digital, então tudo zero papel. Partindo do Squad, o Squad é o produto digital hoje da divisão Passageiros, e ele surgiu com a proposta de você poder montar o seu grupo e organizar sua viagem. Então, ele é como se fosse uma plataforma que você pode fazer desde uma viagem corporativa até ir no casamento da sua prima no interior, você monta tudo pelo aplicativo e você consegue fazer esse pagamento distribuído pelo aplicativo. Então, ao invés de uma pessoa receber todo o dinheiro e pagar, você consegue fazer essa divisão ali pelo próprio app, onde cada passageiro escolhe ali o seu assento e faz a viagem. E, por fim, a Gastur. A Gastur entrou no segundo semestre de 2022, no Grupo Aguia Branca. Foi uma grande aquisição, que já estava ali em planejamento. É uma operadora de turismo. O forte da Gastur é a comercialização de cruzeiros marítimos, mas tem outras frentes também de atuação, e a gente espera aí muitos novos negócios agora em 2023. a respeito dessa operadora de turismo. Então, fechamos aqui a divisão passageiros, que é hoje a divisão mais antiga do grupo. Então, partindo para a divisão comércio, a divisão comércio é o representante, em vários estados do Brasil, de grandes marcas de montadoras. Então, hoje a gente tem, pela Kuruma Osaka e Kyoto, a revenda de veículos Toyota. Então, a Kuruma aqui no Espírito Santo, a Osaka em Minas e a Kyoto mais recentemente em Brasília. E a gente também tem, com foco em veículos maiores, então, veículos pesados, que a gente pode dizer ali, a venda de peças e caminhões pela Savannah, no sul do país, e a Vitória Diesel, aqui no Espírito Santo. Além dessas revendas de veículos, a gente também tem aqui os veículos que a gente pode chamar de premium, que a gente também comercializa, então, a gente comercializa veículos Mercedes, Jeep e, mais recentemente, a entrada da BYD com os veículos elétricos, também com essas concessionárias. Então, a gente tem aqui as concessionárias chamadas Vitória Motors Mercedes-Benz, Vitória Motors Jeep e Vitória Motors BYD, e um nome um pouquinho diferente, que a gente tem a comercialização do BYD em Minas, que a gente chama de Go Green BYD. E, por fim, nos negócios da divisão comércio, a gente tem o Go Drive, O Gol Drive é a frente digital da divisão comércio, onde a gente tem ali um produto digital, e ele é o serviço de carro por assinatura da divisão. Então ele trabalha com veículos, tanto Toyota quanto Jeep, e mais recente com o BYD, então você pode fazer uma assinatura de um veículo BYD, por exemplo, pelo Gol Drive. e você não tem a necessidade, o veículo por assinatura é onde você não tem a necessidade de descapitalizar para poder adquirir um veículo novo. Então, você realiza essa assinatura do veículo, realiza o pagamento mensal e você só se preocupa com o pagamento da assinatura e com colocar combustível, que a gente fala, o restante fica tudo por conta do Golda to Team e Gold Drive, então você não precisa se preocupar com IPVA e placamento, seguro, manutenções e etc. Então, os negócios, o ecossistema de negócios da divisão comércio é esse. E, por fim, a gente parte para o ecossistema de negócios da divisão logística. A divisão logística atua fortemente com logística dedicada dentro de grandes plantas industriais. Dentre as empresas da divisão logística, a gente destaca a VIX Logística, que é a mais conhecida, a mais forte, a maior. Hoje a gente tem ela atuando em siderurgia, mineração, papel e celulose, entre outros negócios. A gente tem também a Autoport, A Autoport atua no transporte de máquinas, equipamentos, grandes veículos. Também tem uma vasta atuação portuária, de transporte, de peças, armazenagem, etc. A gente tem a Letts, que é uma empresa de terceirização e gestão de frotas para B2B. Então, uma empresa pode ter a sua frota com o nosso ativo, então não precisa mobilizar capital para ter essa frota. e ela conta com toda a nossa expertise em gestão e monitoramento e suporte da divisão logística. E, por fim, também podemos trazer aqui entre os negócios da divisão logística o negócio digital, que surgiu em 2017, que é o V1, a nossa vertente digital. O V1, ele se coloca, ele é uma plataforma de mobilidade. Então, hoje, dentro do V1, você tem três modalidades. A gente tem o V1 viagens, onde você pode ter ali o modelo Like Uber, onde você pede ali pelo aplicativo o seu motorista, onde você estiver e ele vai até o seu local e realiza a viagem. Você também tem o V1 aluguel de veículos, então é uma modalidade ali que você consegue alugar um veículo por um período mais curto, então eu posso pegar uma diária aqui, eu gostaria de um utilitário para fazer tal serviço, então eu consigo fazer esse aluguel e entregar no posto, E eu tenho também um modelo de assinatura, mais recente eu vi uma assinatura de veículos também nessa modalidade, que eu assino o veículo por um período, pago ali a minha mensalidade e usufruo de todos os benefícios que ele traz ali para mim, como IPVA, pagamento, gestão de multas, etc. Então, eu só adquiro ali o bem, o serviço e não o bem, não necessariamente tenho o bem ali e faço uma descapitalização. E para que a gente tenha a gestão disso tudo, a gente tem a Holden, que é uma controladora dos negócios do grupo. Hoje a gente tem dentro da Holden, a Holden abarca os serviços de tecnologia, os serviços de tecnologia, área de inovação e gestão da inovação fica na Holden. A gente também tem ali a gestão dos serviços financeiros, jurídicos e tributários. Então, ela é responsável também por perenizar todas as boas práticas das diretrizes do Conselho de Administração, e também é responsável por intermediar as grandes negociações financeiras que acontecem no grupo. Mas para falar de grupo, a gente falou aqui sobre boas empresas, são muitas empresas no grupo, a gente tem, além disso, a Holding fazendo todo esse trabalho entre o grupo no geral, mas a gente não pode deixar de citar a Reserva Aguia Branca e a B Energias Renováveis. A Reserva Aguia Branca, para quem não sabe, ela foi criada em 2017 e ela tem toda essa vertente para contribuir com o desenvolvimento sustentável da região das Montanhas Capixabas. Ela fica em Vargem Alta. Ano passado teve o lançamento ali, a reinauguração do Ecolodge. Então, faço até o convite para quem não conhece conhecer. É possível você conhecer, fazer uma reserva no Ecolodge e também conhecer a reserva, que é uma área preservada. É o maior reminiscente florestal de Mata Atlântica hoje que a gente tem. E a AB Energias Renováveis, ela é uma frente de geração de energia fotovoltaica. Então, foram construídas usinas no Espírito Santo em Minas Gerais. E a geração dessas usinas, a energia é gerada para abastecer as nossas unidades de negócio aqui no Espírito Santo e no Brasil. Então, um resumão aqui do que é o Grupo Águia Branca. Então, para quem não conhecia e achava que era só ônibus, então fica aí o convite para conhecer todos os demais negócios que a gente tem no grupo.
Muito legal, Brunella. Impressionante o tamanho e ramificação do Grupo Águia Branca. Fiquei surpreso aqui com alguns pontos, tá? Mas queria destacar alguns. Primeiro, um grupo que existe desde a década de 40 tem que ser muito inovador. São setores tradicionais, transporte de passageiros, logística. E aí vem o segundo ponto que me chama a atenção. Em todas as suas divisões, vocês têm inovações muito diferentes. Então, sempre estão na vanguarda. Seja no transporte de passageiros, você falou do Squad, não sei como vocês chamam especificamente, mas essa montagem da viagem, um produto muito legal, muito interessante, na logística com o V1, no comércio também com o Gold Drive, a Sinatura. Então, sempre na vanguarda e muito legal conhecer também esses produtos finais que você trouxe aí, a preocupação ambiental e a questão de energias renováveis também. Impressionante. Eu acho que não poderia ser diferente de um grupo que não para de crescer, não está muito tão grande, mas que sempre está trazendo novidades, novos modelos de negócio, novos produtos para o mercado. Show de bola. A gente vai falar um pouquinho desses cases de inovação. Mas antes eu queria trazer o Richa aqui para a conversa. E Richa, a gente viu aí, né, o Grupo H Branca é muito forte em logística, tem uma área de comércio também, uma divisão de comércio, mas também voltado para comércio de veículos automotores. E aqui na Evo a gente atende várias empresas de logística, a gente é super fã de muitos dos nossos clientes, inclusive a H Branca. E eu queria que você contasse um pouquinho, como é que você está enxergando aí, como especialista de inovação, a inovação no setor de logística?
Fantástico, Luiz. Ouvir a Brunella falar um pouco sobre o que é o Grupo Aguiar Branca até deixa a gente bem entusiasmado. Poxa, mercado de logística dá para fazer muita coisa. Só que tem muitas empresas que a gente conversa ainda que ainda estão limitadas a um mercado específico, a um segmento específico dentro desse mercado. E eu enxergo que hoje o mercado de logística, quando se fala de inovação, é um mercado que tem uma dificuldade muito grande de realizar inovação. Porque primeiro, o mercado de logística, quando você trata daquela logística crua e nua, é um mercado que geralmente tem margens um pouco apertadas. A gente está falando de uma prestação de serviço, você vai trazer um material, um passageiro, alguém de um ponto para o outro, e se você não diversifica a sua prestação de serviço com mais tecnologia, aí as suas margens acabam ficando um pouco mais apertadas. Então quando você tem uma empresa com essa característica, é uma empresa que é difícil falar de inovação, que é uma empresa que é difícil você trazer novos experimentos, é difícil você trazer uma queima de um orçamento que não estava planejado com alguma experimentação e o Grupo Aguiar Branca tem feito isso muito bem e tem conseguido criar novos mercados a partir das suas experimentações e a partir das suas inovações, trazendo mais margem para a companhia, serviços, até que trazem mais satisfação para os seus clientes. Quando eu vejo o mercado de logística e inovação, a inovação ela é muito voltada para a experiência do consumidor. Obviamente, a gente, quando vai falar de inovação, a gente sempre fala bastante sobre novos processos, a gente sempre fala de automatizações, a gente sempre fala bastante de hardware, mas no final das contas, eu acredito que a experiência do consumidor na inovação em logística, ela acaba sendo um pilar bem importante. Agora, eu acho interessante a gente falar sobre isso que WMS e SAP foram inovações, mas no passado. Agora, qualquer empresa tem esses sistemas bem consolidados e aí já é parte da operação. Então, como que eu vejo as empresas que participam aqui dos nossos programas na EVA, as empresas que eu tenho em contato, que são de logística, como que elas fazem inovação? Acho que a gente pode se orientar um pouquinho pelos horizontes. Então, como a empresa trabalha mais no Horizonte 1, ela está pensando ali na eficiência dos seus processos. Então, hoje, muita empresa está utilizando de inteligência artificial para melhorar processos e de big data para coletar os dados do passado e tomar melhores decisões de processos do futuro, gerando economias de combustível, gerando melhores rotas. Quando você pensa em H2, eu acho que você está pensando em novos negócios. Então, eu acho que o exemplo do V1 da Águia Branca é sensacional. Poxa, é uma inovação que eles entraram no mercado de transporte de pessoas físicas, individuais, uma margem um pouco maior, com uma experiência, para quem não conhece o V1, vale pesquisar, uma experiência que dá para o consumidor fantástica. Já peguei o V1 uma vez, o motorista abriu o carro e ele estava com um guarda-chuva para me esperar porque estava chovendo. Então isso é uma experiência fantástica que dá para o consumidor. E quando você fala de inovações de H3, é muito importante a gente lembrar que hoje o mercado de logística é um mercado que, no Brasil, ele sempre bomba muito. O Brasil é um país muito grande, então tem essa necessidade de cobertura de território. mas é um mercado que tem algumas ameaças. Eu aposto que os nossos ouvintes nunca pensaram que a própria impressão 3D pode ser uma ameaça para uma empresa de logística. E por quê? A impressão 3D pode tirar a necessidade de um tênis que vem lá da China ser transportado através de um modal marítimo até o Brasil. Você pode imprimir o tênis daqui a algum tempo no próprio território brasileiro Então essa tecnologia pode ser uma ameaça para o mercado logístico. Então acho que quando a gente fala de H3, o desafio de uma empresa de logística é justamente pensar em ameaças que normalmente a gente nunca imaginaria e de repente usar desse desse orçamento, usar desse faturamento que, geralmente, empresas de logística têm muito bem, porque conseguem fechar bons contratos, usar disso para sair na frente dos seus concorrentes, até concorrentes futuros, em novas tecnologias, como a gente vai conhecer hoje mais a fundo, o Grupo Aguiar Branca, que faz muito bem.
Bom demais, Richard, bom demais. E para quem não entende ainda o que são horizontes de inovação, fazer um resumo aqui, o Horizonte 1, a inovação no seu core, no seu negócio principal. O Horizonte 2 são inovações em mercados adjacentes, usando geralmente uma tecnologia que você já tem. E o Horizonte 3 está relacionado às inovações maiores, inovações que geralmente têm ganho tecnológico, ganho de mercado maiores, enfim, inovação mais lá para frente. Inclusive, a gente tem um episódio aqui de podcast, não lembro o número dele, mas que foi inovação em Horizonte 1, Foi com a SLC Agrícola no agronegócio, muito interessante. Eles se organizam lá por horizontes, os times se organizam por horizontes. A gente discutiu especificamente inovação em Horizonte 1 com eles. Foi muito bacana. É só olhar aí nos episódios do YouTube, no Spotify, que você vai ter acesso aí. Brunella, o Richard puxou ali alguns pontos interessantes do grupo. Ele falou lá do V1, do exemplo do motorista, E o V1 é um super case do Grupo Agriabranca. Além disso, vocês têm vários outros. Eu queria citar também o Galileu, o primeiro veículo autônomo para transporte dessa tração de cargas. Eu queria que você contasse um pouquinho sobre esses grandes cases de inovação do Grupo Agriabranca.
Cana, muito legal ele falar dessa experiência do V1. O V1 veio com esse diferencial de foco em experiência. E é importante a gente falar que o grupo traz muito isso quando ele vai desenvolver inovação. É o cliente no foco. Eu estou fazendo inovação para o cliente, eu não estou fazendo inovação só porque é legal, ou porque o mundo inteiro está fazendo, ou o que isso vai me trazer. Eu estou fazendo inovação porque eu quero atender o meu cliente melhor, eu quero atender aquilo que ele precisa. E aí toda inovação que a gente faz, a gente faz. É o cliente no centro e tudo que está rolando ao redor para a gente construir e entregar essa melhor experiência. Falando um pouquinho dos cases, eu já citei acho que os três grandes cases de inovação do grupo, os mais conhecidos também, que se tornaram ali empresas, que são o Squad, é Squad, que a gente chama, tá, Luiz? É Squad, tem o GoDrive, tem o V1, mas a gente também pode citar ali, principalmente nessa frente de logística, que é um mercado que tem sido disruptado, a gente vê aí um boom de logística, principalmente no Brasil, e a gente teve, no ano passado, o surgimento do VIVA, que é o VIX Veículos Autônomos, e ali a gente tem o Galileu, Galileu, como você falou bem, eu primeiro o trato autônomo em operação aqui no Brasil e ele tem o foco de automatizar a integração dos fluxos industriais e sistemas logísticos e fazer essa movimentação de carga através de um controle de demanda e etc. o foco do Galileu é ele eliminar tarefas repetitivas, então automatização de processos, automatização de operação, ela vem muito com esse foco de você eliminar essas tarefas repetitivas ou que ofereçam algum tipo de risco para as pessoas, e a gente sabe que em operação logística a gente tem grandes riscos ali em operações. Então, a gente tem algumas tarefas que estão sendo destinadas, a gente vê no mundo, sendo destinadas para máquinas e robôs. Então, foi assim que surgiu o Galileu. Ele tem um nível de automação 4, que de acordo com a Sociedade de Engenheiros Automotivos é essa classificação, e ele realiza tarefas sozinho. Então, ele dispensa o uso do motorista. Ele é para aplicação em ambientes industriais controlados, Então, você pode fazer ali movimentação em parques de estocagem de materiais, em usinas siderúrgicas, em centros de distribuição, entre outras aplicações. A gente vê um futuro muito grande dentro da logística nessa automação de veículos, nessa autonomização que a gente pode fazer, pode falar, e outras frentes também que a gente vê ali, disrupção com relação a entregas, com relação a last mile, existe todo um trabalho de estratégia do grupo e de estratégia de logística, olhando para esses novos mercados, como o Richard pontuou muito bem. Então, falando um pouquinho do que a gente tem de frente ali, é o Galileu, no Viva, mas a gente também teve ali o ônibus elétrico, que a gente pode citar, da Logística, em parceria com o EDP, também veio como o primeiro ônibus elétrico em operação aqui no Brasil. Então, também é uma parceria da EDP com a Avix, mostrando como a Avix está na vanguarda quando a gente fala de veículos elétricos, veículos autônomos, que faz toda uma parte nessa frente de inovação de eletrificação de frota e autonomicidade.
A gente está falando de inovação realmente lá na frente. São coisas que têm muito potencial de mercado futuro e tecnologias ainda em franca evolução. É fantástico ver o grupo participando, o Grupo H Branca. liderando essas iniciativas no Brasil. Mas sobre o V1 especificamente, eu queria explorar um pouquinho mais, porque o V1 veio no mercado que também tinha vários players. A gente tem o Uber dominando o mercado. Qual é a proposta do V1 de se diferenciar de outros aplicativos?
Bacana. Bom, acho que o próprio Richard já até trouxe ali um diferencial, é o foco na qualidade do serviço. Então, quando você pega um V1, você vê nitidamente a diferença do que, vamos colocar aí, A gente não coloca o Uber como um concorrente, que acho que são serviços diferentes. Hoje, quando você pensa em V1, você pensa em segurança, né? E é um grande pilar aqui do grupo, é você fazer transporte com segurança, com conforto, mas principalmente com segurança, né? O que a gente já vem falando muito ali, a Divisão Passageiros traz muito isso. Então o V1, ele vem com essa frente de ele trazer, além do conforto, porque a gente vê a qualidade dos veículos, a gente sempre trabalha com veículos muito novos, muito limpos, motoristas muito bem treinados, então hoje no V1, diferentemente de um modelo de do modelo Uber, em que o motorista, ele apenas entra na plataforma, hoje no V1, o motorista, ele é funcionário do grupo. Então, ele está com o nosso DNA, com a nossa cultura, ele participa de treinamentos periódicos, ele está sendo treinado, ele está sendo desenvolvido para poder atender cada vez melhor o cliente, o passageiro ali que está sendo transportado. Então, isso inclui, além de claro, toda a segurança. Então, hoje você confia em que você vai levar, por exemplo, o seu filho na escola pelo V1 e talvez você não teria esse tipo de confiança com outro serviço de mobilidade ou outro aplicativo similar. Então, ele traz todo esse diferencial para que você consiga ter mais confiança em andar com o veículo em determinados horários. Então, a gente sabe que é um público que está buscando isso como prioridade, e não necessariamente o preço. Então, o foco é muito em segurança, em qualidade e em conforto quando você utiliza o V1.
Muito bacana. Assim, quando a gente fala do Galileu, do Viva, a gente está falando de fronteira de tecnologia, e no caso do V1, claro que tem tecnologia envolvida no processo, Mas a gente está falando de inovação de modelo de negócio. Você deixou claro. É uma proposta de valor diferente para o cliente, que é sentido na prática. Especialmente na segurança, no ponto de você saber que quem vai te atender é um funcionário treinado, uma pessoa que está preparada para aquilo e também qualidade de atendimento que vem junto. Fantástico. E, Brunella, quando a gente fala de Grupo H Branca, e aquilo levando especificamente para a área de inovação do grupo, Eu sei que um objetivo que vocês têm é que a inovação aconteça em qualquer lugar das empresas do grupo. Sua área está muito mais preocupada em fomentar a inovação por todo lado do que fazer inovação na área de inovação. Acho que o papel de vocês é muito mais fomentar do que fazer a inovação. E eu acho que isso é super desejável, especialmente na descrição do grupo. São tantos negócios diferentes que, se dependesse de uma área só para inovar, a gente estaria perdendo muito potencial. Eu queria que você falasse um pouquinho, como é que vocês se estruturam? Como é que a área de inovação do Grupo HBranca está estruturada para atingir esse objetivo de levar inovação para a ponta, para todo o grupo?
Ótima pergunta, Luiz, e ótima colocação. A gente fala que a inovação está no negócio, quem faz inovação não é área de inovação, acho que nenhuma empresa, acho que a inovação está nas pessoas, as pessoas do negócio que estão vendo o negócio no dia a dia, vendo as coisas acontecerem, estando em contato com o cliente, é que, de fato, sabem como fazer inovação. Então, a gente enquanto área de inovação atua como um facilitador, como um fornecedor de meios para que a inovação de fato aconteça. A história do Grupo Aguia Branca, como eu posso falar, eu falo desde sempre, é um grupo muito inovador, 76 anos de história, não seria se não fosse inovador. Então, o grupo, mas assim, falando de uma forma mais estruturada, tratar do tema inovação, o grupo começou a falar disso mais recente em 2015. Então, foi em 2015 que a gente trouxe ali algumas consultorias, quando a gente começou, a pensar, de fato, no tema inovação de uma maneira estruturada em como que a gente conseguiria trazer isso de uma forma mais de gestão do grupo que tivesse, de fato, na estratégia. Então, em 2015, a gente trouxe uma consultoria para nos apoiar. Sempre estivemos ao lado de grandes empresas, grandes consultorias que nos apoiaram em todo esse processo de inovação. Acho que a gente tem que fazer com quem... Tem muita gente que já passou por isso, já passou por dores. Acho que a inovação fala muito, trata muito disso. A gente não precisa sofrer tanto, porque a gente tem parceiros, a gente tem pessoas que passam por dores parecidas conosco. Então, a gente tem que aprender com isso também. Então, em 2015, a gente teve esse trabalho. E aí, dali pra frente, de 2015 pra frente, a gente começou a emergir em ecossistemas. Então, em 2016, teve ali um trabalho de ida, de uma imersão no Vale do Silício. A gente vem fazendo imersões internacionais, nacionais e internacionais. ao longo desse tempo, então desde 2016 para frente, inclusive eu gosto de citar que a imersão, o grupo fala bastante que a imersão de 2016 no Vale do Cirício foi o que trouxe ali muitas ideias para em 2017 ter sido fundado ali o V1, onde surgiu o V1, os laboratórios de inovação do grupo com o VIX Labs em 2017, mais tarde o UX Labs também, que é o da Holdings, Então, assim, essas imersões a gente sempre provocou, a gente sempre quanto área de inovação vem trazendo isso para o grupo, não só em imersões que acontecem com outros fornecedores, outras empresas, mas a gente também em 2019 montou a nossa própria imersão internacional. Então, foi uma imersão que a gente fez para a China, E essa imersão da China em 2019 foi o que a gente pode dizer ali que como fruto colhemos no ano passado a vinda da BYD e nós sermos o primeiro revendedor BYD no Brasil. Com esse conhecimento que foi adquirido, com essas efervescências que são vistas lá fora, que a gente sabe que tem muita coisa por aí afora pra ver, que dá pra trazer, dá pra tropicalizar aqui no Brasil. Então, essas imersões são um ponto forte que a gente pode dizer aqui que a gente gosta de fazer, que a gente faz e que tem dado muito certo pro negócio do GRU. Mas além disso, a gente teve, falando dessa linha do tempo, no ano de 2021, a gente chegou num ponto que a gente falou, nossa, precisamos organizar daqui para frente. A gente vem falando, tem feito muito bem, mas como que a gente vai falar de inovação de agora em diante? A gente estava passando por um momento de pandemia ainda em 2021, E a gente passou pra um momento ali de como nós vamos estruturar a área. Ela já existia, já tinha nisso as entregas, mas como nós vamos fazer mais? Tá bom até aqui, então como a gente entrega mais? Então, em 2021 a gente teve ali o apoio. de uma consultoria, e ali a gente teve a nossa reestruturação da framework de inovação do Grupo Aguiar Branca. Ou seja, como que a gente vai conduzir inovação daqui para frente? Então, como estão os nossos processos de inovação? Como vai ser definida a nossa governança? E ali a gente definiu toda a nossa governança e a área de gestão da inovação da Roadmap. Como eu falo, a gestão da inovação, e a gente gosta de frisar isso, porque a gente não inova. Então, quando eu falo a área de inovação, parece que é a área que está inovando, e na verdade não é. É a área que faz a gestão, que orquestra isso junto com toda a gestão da empresa. Então ali a gente teve uma definição de como que a gente gostaria e como que a gente iria atuar nos próximos anos e como que a gente também ia ter a decisão de inovação acontecendo no grupo, toda a governança. Então, a gente teve a formação de cinco comitês, hoje o Grupo Aguiar Branca possui cinco comitês de inovação. Então, a gente tem um comitê de inovação por cada divisão de negócio, um na Hold e um comitê gestor, que é o comitê do Gab, onde a gente tem ali discussões a respeito de inovação, portfólio de inovação, o que a gente vai fazer, quais são as prioridades, qual que é o foco do próximo ano, quais são os projetos e como esses projetos estão sendo executados, eles impactam na estratégia. Então, a gente conseguiu passar um ano, um primeiro ano de 2022 ali com os comitês de inovação acontecendo no Grupo. Além disso, a gente tem a nossa área. Então, a nossa área de inovação, ela atua em quais frentes? A gente tem hoje quatro pilares. Então, esses quatro pilares é o pilar de governança. Então, a gente está ali junto com esses comitês para garantir E a governança de inovação, que a inovação esteja sendo discutida no nível executivo, que a gente tenha ali, executivo é estratégico, e que ele aconteça, e a gente tenha ali métricas e portfólio de inovação. A gente tem o pilar de ecossistema, então, é a nossa frente de atuação com o ecossistema de inovação e inovação aberta. Então, o nosso relacionamento com startups, como que a gente se relaciona com outros players, universidades, como a gente faz essa conexão e o que a gente tem que dá para trazer de retorno para a gente e que a gente também possa contribuir com o ecossistema. O pilar três é o pilar que a gente chama de iniciativas, então, é execução de projetos, metodologia, E o pilar 4 é o pilar de cultura de inovação, que a gente chama aqui de engajamento. Então, como eu faço para dar palco para os inovadores? Como que eu faço para fazer o tema de inovação estar no dia a dia das pessoas, que cada vez mais pessoas venham para o lado da força, que a gente brinca, o lado da inovação, que o mosquitinho da inovação pique mais pessoas? A gente sabe que inovação não é para todo mundo, mas para quem vai ser, que seja que a gente consiga trazer e dar essas condições, consiga dar palco, consiga fazer com que essas pessoas cada vez mais inovem. Então, dentro desse pilar de cultura, é um pilar que a gente tem que estar sempre trabalhando, é um pilar que a gente fala que ele não para, a gente tem que estar constantemente, porque inovação não é um evento no ano que acontece, ela tem que ser todo dia, dia a dia ela tem que acontecer, ela faz parte do dia a dia da cultura da empresa. Então, é assim que a gente consegue fazer com que a inovação gere resultado, que ela consiga virar novos produtos, novos serviços, melhorias, inovações H1, inovações H2, inovações H3. Então, a gente está estruturado dessa maneira, mas é importante frisar que assim, como é um grupo muito grande, hoje a gente está numa média de 17 mil colaboradores, a gente precisa de braços, e as divisões também precisam de braços. Então, hoje a gente conta, e eles contam conosco, apoiando, a gente se dá as mãos ali, são as áreas de inovação das divisões. Então, além da gente ter essa área de gestão de inovação da Hold, a gente tem times dedicados dentro de cada divisão. Então, eu tenho um time na comércio, eu tenho um time na logística, e tem um time da passageiros. E a gente atua tudo em conjunto. Então, por isso que a gente fala que a inovação do Grupo Aguia Branca, ela é descentralizada, descomplicada e orquestrada. Descentralizada porque ela não está definida numa área de inovação ou numa área de inovação das divisões, ela está nas pessoas, ela tem que acontecer com as pessoas. Ela é descomplicada porque qualquer um pode fazer inovação, então não precisa de uma fórmula mágica ou que precisa seguir determinados processos para que seja taxado de inovação ou que a inovação aconteça. A gente fornece métodos, a gente fornece formas de fazer, mas não necessariamente você, com aqueles processos, vai conseguir fazer uma inovação ou com outro você não vai conseguir. Então, ela é descomplicada para qualquer um. E orquestrada, quando a gente fala orquestrada, porque a gente tem esses mecanismos de orquestração de inovação, sejam as áreas de gestão da inovação, de inovação nas divisões, seja com o comitê de inovação, que coroa tudo isso ali com a estratégia do que está no portfólio, daquilo que é prioridade, daquilo que vai levar a gente na visão que a gente tem de longo prazo.
Fantástico, Brunella. Fantástico. Achei uma estrutura impressionante. Eu fiquei surpreso, assim, de entender que essa governança maior, essa virada aí, foi até recente, né? A gente tá falando de 2021, faz pouco tempo. A gente tá hoje em janeiro de 2023, então estamos falando aí de dois anos. de uma nova estruturação com tantos resultados. É fantástico ver essa evolução. E eu imagino que daqui pra frente isso vai só se multiplicar. Com mais organização, com mais governança, a tendência é essa. Inclusive, a gente lançou há pouco tempo na EOV, em 2022, a gente lançou o mapa da inovação, que foi produto de... Não sei se você chegou a ver, foi um produto de um diagnóstico que a gente fez com várias empresas. As empresas respondiam o diagnóstico de inovação, E a gente sai um relatório com base nisso. E ele usava quatro pilares que, na sua fala, você passou por todos eles, que são visão e direcionamento, a questão de cultura, processo, porque só de visão e cultura a empresa não inova, então precisa de processo para fazer isso acontecer, e recurso. E a gente enxergou que muitas empresas têm até muita cultura, investem muito na cultura, mas pouco em processo e recurso e ficam de mãos atadas. Sabe onde querem chegar, O time até quer inovar, coloca nos valores, mas não tem nada prático. E não é o que a gente vê na Águia Branca, no grupo. A gente realmente vê aí uma empresa que tem uma governança completa para fazer acontecer dentro de uma visão, com um direcionamento claro, uma boa governança para fazer isso acontecer, explorando cultura, mas com iniciativa, processo e recurso para que, de fato, saia do papel. Mas eu queria ainda continuar com você, porque você falou dos pilares e tal, e você falou de cultura. E você já comentou sobre imersões, mas eu queria um pouquinho mais, porque você falou uma frase que eu gostei muito, dar palco para as pessoas que estão ali na frente fazerem inovação. Como é que vocês fomentam isso aí, Brunello? Capacitação, programas com colaboradores, o que vocês têm de iniciativa para conduzir e que resultado vocês estão observando a partir desse desenvolvimento de cultura?
Bom, Luiz, Bom, acho que eu já falei um pouquinho das imersões e aquilo que a gente tem trazido de resultado a respeito dessas imersões, inclusive esse ano teremos uma imersão internacional também, e eu vou falar por que a gente também, já falei um pouquinho por que ela é necessária, por que ela acontece, mas ela também faz parte de um prêmio. Então, falando um pouquinho sobre o nosso processo de inovação para dar palco aos inovadores e para capacitação das pessoas na temática da inovação, a gente teve no primeiro lançamento, em 2019, do Prêmio Inovação. E a gente tem um Prêmio Inovação, a gente até usa a plataforma Evo para nos apoiar nesse processo. O Prêmio Inovação, ele é um prêmio onde a gente coloca ali, disponibiliza espaço para que as pessoas deem ideias a respeito de melhorias operacionais, melhorias incrementais, o que está acontecendo ali que ela pode fazer melhor no dia a dia, e podem vir até inovações H2 e H3 ali, mas ela acaba vindo muito ali no campo do H1. E esse prêmio, ele passa por um funil, as ideias passam por um funil. Nosso primeiro prêmio, a gente teve ali um total de 3.501 ideias cadastradas na plataforma, onde a gente teve ali esse funil passando de 3.501, e a gente chegou até 18 ideias. Dessas 18 ideias, e aí como funciona o fluxo do nosso prêmio, essas 18 ideias, uma média de 60 pessoas, elas participam do IMOVA-se. O IMOVA-se, que é Inovação com Movimento, que é Inova Comove, é um nome muito bacana, todo mundo comenta que é muito legal de se falar, ele é muito a cara do grupo, Inovação Comove, Imovase. E o que é o Imovase? O Imovase é uma semana, para que essas pessoas, essas 60 pessoas das 18 ideias, elas peguem essa ideia e prototipem ela e apresentem para um pitch, e um pitch para uma banca. Então, elas vão de segunda a sexta-feira trabalhar dentro dessa ideia. Então, elas vão estar imersas e dedicadas num local onde elas vão estar apenas olhando para isso, então na segunda-feira elas vão ali entender a ideia, vão fazer as validações das hipóteses, vão testar, vão prototipar, preparar o pitch e apresentar. E é todo um processo de capacitação, porque essas pessoas estão aprendendo a fazer isso no dia a dia. Então, elas estão fazendo ali ao longo da semana, mas quando elas tiverem uma outra ideia no dia a dia, e a gente espera, inclusive, que essas pessoas, elas passem esse conhecimento para frente. Então, é muito um processo de que esse conhecimento se multiplique dentro do grupo. Então, a gente tem essas rodadas para que essas pessoas, essas 60 pessoas participem dessa imersão, E se, no final, isso virar um produto, um serviço, um novo processo, um novo negócio, excelente, mas ele veio muito com foco, esse primeiro momento, até pela maturidade, em 2019, de fazer capacitação. Então, era esse o foco, e a gente capacitar as pessoas para desenvolverem novos negócios, novas ideias. E aí, a premiação do Imovas, então a gente fala muito de dar palco, a gente faz um grande evento, uma semana com toda a empresa, todos os nossos todos os nossos líderes, e a gente tem a premiação do primeiro e segundo lugar. O primeiro lugar, ele ganha uma imersão internacional, que vai acontecer esse ano, a gente ainda está para definir, e aí é válido frisar que essa imersão é organizada por nós, então a gente não faz nenhuma contratação de imersão, então ela é totalmente customizada para o nosso negócio, assim como foi em 2019. E o primeiro e o segundo lugar, eles vão para uma imersão nacional. Essa imersão nacional já aconteceu no ano passado. Então, a gente foi conhecer o ecossistema de Florianópolis com essa turma e também aproveitou e participou do Startup Summit. Então, foi uma semana de segunda. A gente voltou no sábado com esse time todo. Então, vale frisar também que o nosso executivo estava lá. O nosso principal é o líder de inovação. Então, é muito bacana para essas pessoas estarem Tendo esse contato, conhecendo a história, toda uma experiência que elas têm ao longo dessa semana de ver um ecossistema novo, um ecossistema efervescente ali de Floripa, com muitas startups. Então, elas começam a abrir horizontes e elas trazem isso para o dia a dia delas. Então, é muito assim, eu preciso ver, muito aquela coisa do ver para quê, eu preciso ver para ver quais são as possibilidades que eu tenho dentro da minha empresa. E a gente tem visto uma movimentação fantástica desse grupo de pessoas, foram 10 pessoas das diferentes divisões, esse grupo de pessoas que foi para a imersão e que voltou. Então, imagino quem vai ainda para a internacional que a gente está ainda para definir. Então, esse é um processo que a gente gosta de fazer para dar palco e também para premiar. Então, acho que a premiação não tem que ser só uma premiação que talvez é uma premiação que a pessoa vai ganhar alguma coisa. Mas o que eu tiro disso? E o que a pessoa vive? É muito focado na experiência e também conhecimento. Então a pessoa volta de uma imersão, apesar de ela vai passear, ela vai ver outros ecossistemas, ela vai conhecer, ela vai absorver conhecimento, mas ela também vai trazer muita coisa para a empresa. Então ela acaba também devolvendo isso em novas atuações, em novos negócios, em novas práticas, em novas ideias. Então, esse é um processo que a gente faz e que tem dado muito certo aqui. Mas, além disso, a gente tem alguns talks, pílulas que a gente realiza ao longo do ano, a gente está sempre falando do tema inovação, o que o blockchain impacta no nosso negócio, o que o metaverso vai impactar no nosso negócio, como que isso aterriza aqui. A gente teve também uma semana de inovação no ano passado, foi a primeira edição, O foco dela foi online, a gente teve algumas realizações, alguns momentos presenciais, mas a gente está com uma previsão desse próximo ano ser um movimento híbrido. Então, de segunda a sexta-feira, a gente teve programação o dia inteiro, todos os dias dessa semana, para falar de inovação no grupo. E a gente percebeu o tanto de coisa boa que acontece no grupo, e as próprias pessoas que não conhecem, porque é um grupo muito grande, a gente não consegue passar essa informação, muitas das vezes, todo mundo consegue entender o que está acontecendo. Então, a gente teve ali momentos por divisão, dia, segunda-feira, Dia da Divisão Comércio, dia na terça-feira, Divisão Logística, quinta-feira, Divisão Passageiros, eles apresentaram os cases deles, as pessoas, os próprios palestrantes, a gente teve mais de 40 palestrantes dentro do GAB, que divulgaram os trabalhos que eles estão fazendo, E a gente também contou com diversos parceiros que a gente tem, fornecedores de inovação, para trazer mais conteúdo a respeito de inovação e fomentar mais esse assunto aqui dentro. Então, a gente já está mudando e falando muito sobre agilidade, sobre transformação digital, também sobre novos processos e os novos negócios que estão acontecendo. Então, foi um momento mágico que aconteceu em outubro, a gente aproveitou o dia da inovação, e é uma coisa que a gente deve ficar um produto ali, uma entrega de inovação pelos próximos anos. E quem sabe, talvez, abrir ali para o mercado e não só para o Grupo Aguiar Branca. Então, a gente tem feito esse trabalho, então, foco em capacitação das pessoas, em trazer a temática da inovação e falar disso no dia a dia e também premiar essas pessoas e dar palco para elas, para que elas cada vez mais inovem, que a gente dê holofote para aqueles que querem, de fato, fazer. Então, esse é um trabalho que a gente faz no Pilar de Cultura de Inovação.
Muito bom, Bruno. Novamente, como tudo que você vem falando parece que não fica ponta solta. Quando você fala de cultura, você fala de cultura mesmo. Você tem várias iniciativas, desde capacitação, de criação de modelo de conduta com reconhecimento das pessoas, imersão, uma série de coisas que são feitas para fazer isso acontecer. Eu só posso imaginar o efeito que isso tem nas pessoas e na propagação da inovação. E aí, Richard, queria puxar você aqui para a conversa, falando um pouco de forma geral sobre essa cultura de inovação. O que acontece quando uma empresa, assim como o Grupo H Branca, investe tanto em fomentar essa cultura de inovação? Por que isso vale a pena, na prática, ser feito por uma empresa?
Luiz, essa é uma ótima pergunta, porque normalmente demora-se um pouco para ter uma consequência positiva de fomentar a cultura de inovação. A Brunella acabou citando vários projetos, vários negócios, vários resultados que eles tiveram através da inovação dentro da empresa. E pode-se pensar, poxa, mas como você fez para chegar até aí? Primeiro, acho importante a gente não romantizar isso e deixar muito claro. Não adianta uma pessoa da linha de frente querer inovar e ser uma pessoa inovadora e correr atrás das inovações se a alta liderança da empresa não estiver alinhada com isso. Então esse é um ponto muito importante. A inovação, num primeiro momento, ela tem que ser top-down. Ela tem que sair da alta liderança e tem que fazer parte da cultura da companhia. Então essa cultura tem que ser induzida. Mas quando você consegue fazer com que a sua empresa tenha uma cultura inovadora, eu acho que cultura inovadora, para mim, significa uma coisa principal, ter todos a empresa cientes de que a gente está disposto a assumir riscos para criar um futuro para a companhia em conjunto. Você acabou citando o mapa da inovação, Luiz, lá tem um dado muito legal que a gente tirou, que hoje 42% apenas das empresas do Brasil sabem lidar com esses erros bons da inovação, com esses fracassos que a gente acaba aprendendo bastante com eles. Então hoje, praticamente 60% das empresas do Brasil ainda não tem essa cultura. Pode-se dizer que ainda não tem essa cultura. Mas quando a empresa consegue ter essa cultura, aí muita coisa legal vai se encadeando. Então, primeiro, a empresa tem muito mais disposição de abrir um programa de inovação aberto. O time de inovação, como a Bruna disse, geralmente faz a gestão da inovação e não necessariamente inova, mas o time de inovação conecta uma startup, uma grande solução de mercado com uma área de negócio e quando uma empresa tem uma boa cultura de inovação, geralmente essa conexão acaba não sendo um problema. Não existe tanta fricção assim. Quando a empresa não tem uma cultura de inovação, muitas vezes esse projeto morre na POC. A gente vê muitos casos acontecendo assim no mercado. Eu dou um outro exemplo. Hoje a gente vê muitas empresas abrindo fundos de Copper Venture Capital e a gente percebe também que esse é um dos principais problemas. Quando você vai trazer a startup que está investida para trabalhar com a área de negócio, O negócio não roda. Por quê? Porque o gestor daquela área, liderança intermediária, ela não foi envolvida no processo e a cultura de inovação ainda não está nela. O que isso significa? Novamente, essa pessoa não está acostumada a lidar com erros e experimentações do seu processo. Ela está mais acostumada a lidar com o que é certo, a lidar com o que não tem risco. Ela foi ensinada a fazer assim. Então, a consequência de você ter uma cultura de inovação na sua empresa uma cultura sólida de inovação na sua empresa, é fazer com que todos possam inovar, que as inovações aconteçam de uma maneira muito mais descentralizada na sua organização e, por fim, que você não tenha uma necessidade de esforço do tipo de inovação tão alta quanto você teria sem a cultura de inovação. Então, basicamente, pessoal, invistam nisso. Isso é muito importante, porque sem uma boa base, sem um pilar, a empresa não vai conseguir crescer e alçar os voos necessários que a inovação pede. E quando eu digo isso, eu estou sendo muito pragmático em falar que você não vai ter ali um cheque de uma alta liderança para investir no seu programa de inovação, sabendo que ele tem o mínimo de risco, sendo que ele pode ir para um caminho com menos risco e ainda bater a meta dele do ano, mas não vai bater a meta dele daqui a 10 anos.
Muito bom, Richard. E até você falou, não é uma coisa que vem da noite para o dia. A própria Brunella trouxe aí o Grupo H Branca. Começou... Claro, começou um trabalho mais estruturado, mas já vem inovando há muito tempo. Mas começou esse trabalho mais estruturado em 2015. A gente está em 2023 já, então tem muito caminho percorrido aí para poder chegar lá. Gosto muito do que fala o Antônio Toledo, que é CEO da Time Now, cliente, grande parceiro aqui da Eiffel. Ele até brincando com uma frase que você falou, Brunella. Geralmente a gente fala ver para crer. Na visão dele, inovação é crer para ver. Você tem que investir primeiro para depois você ver os resultados. E é meio que assim, tem que acontecer para você estimular essa cultura, tem que a alta liderança acreditar que aquilo vai fazer sentido. Claro, não fazer de qualquer jeito, fazer de uma maneira estruturada, mas investir e aí começar o movimento, insistir, ter consistência para aí os frutos virem. A inovação não sai da noite para o dia, mas é fundamental para a sua empresa se manter perene daqui a 10 anos, 15, 20 anos. Você precisa estar criando. o seu futuro. Brunella, pra gente fechar a conversa aqui, o papo tá muito bom, muitos aprendizados que a gente teve aqui sobre governança, sobre cultura, sobre negócios de forma geral. Eu queria fechar ainda em cultura de inovação, porque Você falou, na última fala sua, sobre o Imovas e sobre essa inovação ali com os colaboradores. E eu queria fechar com cases que vêm dos colaboradores. A gente falou lá do V1, do Galileu, que são iniciativas maiores, mas eu queria que você fizesse alguns exemplos de inovações lá na frente, que é o próprio que é o inovador, guia de frente da organização, que vocês colocam bastante no palco, O que o pessoal está fazendo aí que está melhorando a eficiência dos clientes, que está melhorando a experiência dos clientes da Gebran? Você pode contar um pouquinho sobre isso?
Excelente, Luiz. Bom, tem muita coisa acontecendo no grupo, como eu falei. É um grupo de gente inovadora e cheia de muitas ideias. A gente tem muita ideia acontecendo, fervilhando aqui. O pessoal é muito inovador mesmo. Mas até pelo, como eu falei, do nosso posicionamento, a inovação incremental acontece no dia a dia do negócio, a gente quer que ela aconteça, os H1s, eles precisam acontecer no dia a dia da empresa, e a gente tem muitos casos, já é algo natural, muito pelo que o próprio Richard falou, de uma cultura forte, uma cultura que vem acontecendo ali, sendo incentivado ao longo do tempo, é um resultado de um trabalho de cultura muito bem feito. Mas eu destaco dois cases recentes em evidência na divisão comércio, um surgiu, inclusive, no programa de ideias, no Prêmio Inovação, Então, a gente pode falar que ele é um case de empreendedorismo que é a revisão móvel. Então, a revisão móvel, eu não sei se vocês já viram, talvez aí por Vitória, um veículo, ele tem toda a sua identidade visual e ele faz um trabalho de revisão no cliente. Então, ao invés de você ir na oficina fazer uma revisão do seu veículo, a oficina vai até você. Então, ele tem esse propósito de oferecer essa comodidade aos clientes que precisam otimizar um tempo. Ele faz essas revisões periódicas em sua residência, até no seu trabalho ele pode ir. Então, é um processo que foi identificado pelos próprios colaboradores ali, ele foi um premiado, estava entre as 18 ideias ali, do Prêmio Inovação, e foi implantado, virou um novo negócio. Então, eles já estão, inclusive, extrapolando essa revisão de veículos, indo para a revisão de caminhões, por exemplo. Então, é uma inovação que veio de um intraempreendedorismo, que a gente pode dizer, dos colaboradores ali que estão fazendo a inovação acontecendo dia a dia. Um outro exemplo muito legal também é o exemplo da Loja Autônoma de Peças, essa mais recente aqui de 2022, E o que é essa loja autônoma de peças? Hoje, o que a gente tem ali para poder ter as peças dos veículos? Então, a gente pode dar um exemplo aqui até do case exatamente que aconteceu, que foi a implantação dessa loja autônoma dentro de uma operação da VIX, que a própria divisão comércio é fornecedora da divisão logística. A gente tem muito isso dentro do grupo, a gente é muito parceiro até nisso. E aí a gente tinha ali a necessidade de peças para manutenção de equipamentos. Então, ao invés de eu fazer essa compra da peça pela Vitória Diesel, por exemplo, eu fui e coloquei dentro da própria operação um container onde eu tenho ali essa loja autônoma, onde ela é acessada toda via aplicativo, você consegue entrar, você consegue sair e fazer a retirada ali do equipamento e o débito daquilo que você retirou, sem necessário você ligar com ninguém, você ter contato com ninguém. Então, você consegue fazer todo o processo ali de maneira digital e atendido da forma mais rápida possível, sem nenhuma fricção. Então, trazendo ali experiência para o cliente. aqui um exemplo de um cliente B2B, que a gente pode dizer ali, nosso cliente B2B dentro da divisão comércio. Então, também foi um negócio que surgiu ali dentro de áreas, na área de peças, e que está acontecendo e está com possibilidades ali de implantação em outros clientes. Foi esse case que a gente teve no final do ano agora, no ano de 2022, e que já foi provado de que ele funciona, deu certo, e que vai ser com certeza colocado ali dentro de outras operações. Além desses da Comércio, eu posso citar alguns outros aqui. A gente tem o Embarque Já. O Embarque Já é um cartão pré-pago para a venda de passagens em áreas de sombra. Então, hoje a gente tem as linhas de ônibus onde os municípios que a gente atende, muitas das vezes, você não tem a possibilidade de sinal de internet. Então, hoje ele possibilita você fazer esse débito da passagem sem necessário ter um sinal de internet. Então, é uma tecnologia em desenvolvimento próprio. Ele surgiu com a identificação de necessidades E é um trabalho muito conjunto de motorista, de pessoal do SAC, de time de operação, e que juntos constroem uma solução. Então, a gente tem muito essa construção a várias mãos, identificando todos os pontos de contato com o nosso cliente. Como eu falei, cliente sempre no centro na construção das nossas soluções e das nossas inovações. E eu acho que para fechar aqui, Esse não foi tanto de colaboradores especificamente, mas é uma inovação que a gente tem trabalhado, então foi um lançamento que a gente fez no final do ano oficialmente para o grupo, em novembro, que é o 3eLabs, que é o nosso laboratório de hardware. Então, a gente teve o lançamento do 3eLabs, hoje a gente tem um laboratório de hardware dentro das instalações de Cariacica, ele fica sob a gestão da Diretoria de Tecnologia e Inovação, e 3eLabs, a gente diz que é Engineering Electronics Experience, E é um laboratório de P&D do Grupo Aguiar Branca, então a gente está começando a atuar desenvolvendo aplicação de engenharia eletrônica em soluções veiculares. Então envolve aqui prototipagem de hardware modular, desenvolvimento de sistemas embarcados em microchips, uso da manufatura aditiva, impressora 3D, entre outros. Então, o objetivo é obter o domínio dessas tecnologias para gerar um ambiente interno de inovação e aplicação dentro dos negócios do grupo. Afinal, eu estou tratando em todos os meus negócios, apesar de eu estar fazendo transporte de passageiros na Divisão Passageiros, venda de veículos na Divisão Comércio e Assinatura, e a logística dedicada na Divisão Logística, eu estou falando tudo de veículos, eu estou falando tudo de transporte. e eu preciso ter um trabalho, inclusive, olhando para inovações nesse setor. Então, por que não ter isso dentro de casa? Então, a gente está começando a ter um desenvolvimento disso. O primeiro desenvolvimento é uma telemetria de baixo custo, que está sendo realizado o teste já. Afinal, a gente usa bastante telemetria no grupo, então, é um desenvolvimento que a gente tem feito e a gente tem focado nesse trabalho, nesse desenvolvimento de novas tecnologias, habilitadoras para o trabalho de desenvolvimento de hardware na nossa operação como um todo. Então, eu gostaria de trazer essa novidade, quem quiser saber um pouquinho mais, procurar, a gente está à disposição, e é um negócio que está em desenvolvimento para a gente crescer bastante nessa frente nos próximos anos.
Uau, Brunelas! Fantástico ver, muito inspirador mesmo o episódio de hoje, achei toda a história do grupo desde o início, até a quantidade de produtos que vocês têm diferentes, o nível de estrutura e governança que vocês têm, cases de inovações maiores, cases de cultura de inovação, fantástico, não sei se vocês têm noção Acho que pra vocês deve ser normal isso, né? Mas não sei se vocês têm noção de quanto vocês estão movimentando o mercado e despontando na inovação. É demais ver você falar e ver falar com essa paixão que você tem pela inovação também. Muito legal, foi super inspirador pra mim e tenho certeza que vai inspirar muita gente que estiver nos ouvindo. Queria te agradecer demais. por abrir a casa e falar um pouquinho, não, falou bastante, deu bastante detalhes interessantes sobre a estrutura de inovação e resultados. E Brunella, você até comentou, se alguém quiser falar contigo, te acho no LinkedIn, como é que faz para te encontrar e eventualmente tirar alguma dúvida?
Pode me encontrar pelo LinkedIn, brunellacp, Me acha ali no LinkedIn, a gente está à disposição para fazer contato, fazer bitmarking, trocar um pouquinho de informação. Acho que inovação é sobre isso, é sobre a gente compartilhar o que a gente pode ajudar, o que a gente também pode ser ajudado. A gente se coloca à disposição até para receber também nos nossos laboratórios de inovação do grupo, conhecer um pouquinho a nossa estrutura. A gente fica à disposição.
Muito bom, muito obrigado, Brunello. Richard, como sempre, é um prazer te ouvir. compartilhando um pouco da sua experiência, vendo a inovação dos nossos clientes, ajudando nossos parceiros a serem mais inovadores. Como é que faz para falar contigo, Richard? Bom, Luiz, olha, foi um prazer todo.
Meu ter a oportunidade de ouvir, antes de todo mundo, porque na história do Grupo Aguia Branca, a Plunella é uma grande parceira da Evo, e a gente tem ainda uma história bem legal para escrever juntos, E para falar comigo, bom, estou no LinkedIn, estou no e-mail também, ricciarrobaevo.com.br, vocês podem me encontrar. Estou super à disposição para quem quiser conversar sobre inovação, conversar sobre como a pessoa pode trazer um pouco mais de inovação para a sua empresa. Não existe empresa hoje no Brasil, no mundo, que não pode inovar. Então, estou super à disposição para a gente descobrir como que a gente consegue te ajudar.
Maravilha. Eu queria agradecer também aos nossos ouvintes, quem está vendo a gente no YouTube também, muito obrigado. Você que chegou até aqui, compartilha com os amigos, deixa todo mundo saber e conhecer um pouquinho mais sobre essa estrutura fantástica de inovação do grupo. Curte a gente. Inclusive, se tiver algum tema que você quer conhecer, que a gente fale um pouco mais, manda mensagem, que a gente está sempre olhando para próximos episódios. E é isso. Um grande abraço. Até o próximo episódio do AIRBUS.
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