A meditação certa para cada pessoa com Fernando Gabas

Fernando Gabas, a health entrepreneur, discusses how different people need different types of meditation. He shares his own journey with meditation after a health crisis and explores how mindfulness practice affects mental well-being.
Chapters
Olá, muito boa tarde ou boa noite para você que está nos acompanhando a partir deste momento pelo Facebook e pelo YouTube em mais uma live que eu espero que você saia deste tempo em que nós ficaremos juntos melhor do que você começou, porque hoje nós vamos falar sobre a meditação certa para cada pessoa e para cada situação. Sim, existe a meditação certa para cada pessoa e situação e quem vai explicar tudo isso pra nós é o empresário da área de saúde e educação e que criou também o protocolo de meditação, o Fernando Gabbas. Fernando, boa noite pra você.
Boa noite Isabela, como é que você tá? Tudo bem?
Tudo ótimo. Já tem aqui uma turma entrando aqui no Facebook e no YouTube. Rose, Thiago, Gerede. Então, boa noite pra vocês. E eu agora vou abrir o Instagram pra gente começar aqui também. Assim, vamos falar com o público das três plataformas. E aí nós vamos começar essa live especial com o Fernando Gabbas sobre um assunto que, se já era importante, agora se tornou crítico, né, Fernando? Eu já comecei aqui no Instagram. E é assim que você enviar a solicitação, a gente já divide tela.
Sim, muito desculpa, eu estava fazendo uma instalação aqui. Não tem problema.
E é assim que você enviar a solicitação, a gente já divide tela. Para quem já está aqui no Instagram, Cipâmela, Todos vocês que já estão aqui, obrigada pelo tempo de vocês, pela confiança. Nós vamos hoje entender se existe a meditação certa para cada pessoa. Estou super animada com esse papo. Deixa eu fixar aqui também o comentário. Para que vocês já saibam o assunto.
Está ficando um delay do vídeo da plataforma para o Insta. O Insta está com um delay grande.
Então, pera lá. Deixa eu abrir aqui você, Fernanda. E eu vou abaixar mais um pouquinho o meu som do laptop. Agora sim. Acho que agora vai estar tudo bem para você. Oi, Fernanda. Agora sim, três telas, né? Agora sim. Perfeito.
Agora acho que sim.
Perfeito. Pessoal, eu agradeço a compreensão de todos vocês que estão aqui conosco. Nós estamos transmitindo essa live pelo YouTube.
E aqui pelo Instagram.
Um assunto que me chamou muito a atenção quando eu soube que existe a meditação certa para cada pessoa para começar o processo. Isso talvez vá explicar porque em alguns momentos a gente não consegue de jeito nenhum se concentrar na respiração. integração, e ter benefícios que some ao contrato. Fernando Gabas, muito obrigada pela sua presença, pelo seu tempo e pela sua confiança.
Eu que agradeço, é um prazer enorme estar aqui com você, muito obrigado a todos também que estão aqui acompanhando essa live, boa tarde para quem está no Brasil, boa noite no meu caso, como eu estou em Portugal aqui, que já são dez e quatro da noite. É um prazer enorme estar aqui com vocês. Espero que a gente consiga agregar, trazer um pouco de informações úteis para as pessoas, principalmente no sentido de desenvolver esse equilíbrio interior. Quero mais calma, mais equilíbrio, mais alegria de um jeito para que possa ter mais bem-estar.
Fernando, antes de você criar o protocolo de meditação, você teve um momento de muito estresse, muito trabalho, um desequilíbrio interno. Geralmente a gente só encontra equilíbrio quando passa por muitos desequilíbrios. Como é que foi a sua jornada até esse protocolo de meditação que você já já vai explicar pra nós?
Meu processo foi um processo, digamos, contundente. Eu tenho uma época na minha vida, bastante tempo atrás, quase 9 anos, 8 anos, 9 anos. E eu morava na Floresta mesmo, na época. Aparentemente eu tinha uma vida que eu sempre desejei desde criança. Tinha uma família maravilhosa, eu morava em um lugar bacana. Acabamos de vender um negócio que tinha um negócio comigo. Então eu tinha uma função que eu conhecia até desde o Arvel. Aparentemente super bem, tinha um rádio que eu gosto, porque nem se enxerga de vida, era extremamente complexa. Era daquelas pessoas orgulhosas, que ficavam desacertadas, que não tinham conta de parada, mas que com esse tático de uma coisa bacana, Aquilo eu já tava pensando no próximo, eu tava querendo fazer uma outra coisa e querendo assumir todos os problemas grandes, sempre anticipando situações ruins, sempre me pré-concentrando com coisas que poderiam se fazer, vou remoendo coisas do passado que eu sabia que não deveria ter acontecido, remoendo aquilo, projetando essas transformações, tudo isso que isso tem de mim dentro de mim, aquela feria interna, aquele estresse, aquela coisa que a mente não para, não parava, o tempo inteiro tomando, no meio da noite acordava, no meio da noite com pensamentos, com preocupações, até que um dia, atrás da tribo, a esses treinos exagerados, o pânico mesmo, o depressão, aquela coisa que acompanha, né, que a gente sabe que é uma sensação horrível de viver, um dia eu tive uma dor de cabeça de aumento, um negócio muito forte que eu nunca tinha tido, e aí acabei pedindo para o meu amigo me levar no hospital, e era noite já, minha mãe não tinha o que me deixar de auxílio, eu tinha que estar em casa, E aí eu fui pro hospital, me colocaram na maca, lá pra fazer o esquema, lá pra ver o que tinha acontecido. Aí na hora que eu saio da maca, o residente que tinha feito o exame olha pra mim assim, eu lembro bem, até hoje em dia, olha pra mim e diz assim, olha, aguenta firme aí. Você fez uma ruptura do aneurismo, um AVC, hemorrágico, um derrame hemorrágico, mas talvez você tenha a chance de sobreviver.
Nossa!
Assim, esse foi o recado. Aguenta firme aí, que aparentemente, como você pode, aparentemente você tá bem, talvez você tenha a chance de sobreviver. Assim, imagina, cada vez que eu passava no hospital, minha mulher teria que deixar os filhos na casa do meu amigo, ir pro quarto, ir pro hotel, ir pro hospital, e aí eu opero o dia seguinte, abre a cabeça inteira pra clipear, uma coisa assim. Mas, graças a Deus, me recuperei bem, aparentemente sem sequelas, pelo menos eu acho que eu não tenho nenhuma sequela. E aí, após esse processo, imagina, mais tensão ainda, mais preocupação ainda, né, porque agora então, assim, tinha um intervalo de um ano aí que eu poderia ter de novo e eu poderia morrer, e as chances eram altas. As estatísticas são terríveis quando acontece isso na cidade. E aí, até que depois de um tempo, eu ainda com essa tensão, com toda essa pesada, essa preocupação, essa ansiedade, um amigo me convidou pra fazer um curso de meditação. Ele falou, vamos fazer um curso de meditação? Eu falei, meditação? Ele falou, ah, não, isso não é pra mim, não. Eu não tenho paciência, você vai ficar sentadinho, ali, meditando, respirando. Isso não funciona. Eu falei, vamos, vamos, abre uma estação. Tão pouco opções, né? Porque, puxa, a vida é uma coisa tão complexa. Ah, então vamos. E aí, aquilo foi um divisor de águas, sem tamanho, uma coisa brutal, porque eu tive insights, eu tive experiências, constatações. Hoje eu digo sempre, né, que aprender uma coisa intelectualmente, tá bom, tem o seu efeito, mas não transforma ninguém. O que transforma, de fato, é a tecnologia, de fato. Aí aquilo, não tem como você contestar aquilo, não tem como você contestar. E eu tive uma experiência que se você quiser pode compartilhar, porque eu acho que é um pouco divertido, para tudo o que decorreu depois.
Claro, o espaço é seu.
Vai ser legal. Mas tem uma coisa assim, que aí eu vou pedir para vocês que estão nos ouvindo, que por mais que achem que isso é um absurdo, que isso não é verdade, que não é assim, eu vou pedir para vocês, por favor, só durante essa live, vocês fazerem de conta que é verdade. Ou melhor, abram-se para a possibilidade de ser verdade. Depois ele vai acabar lá e você fala assim, tudo bem, volta ao jeito que você pensava. E a gente passa de ponto, abre a possibilidade para isso ser verdade. Acho que pode ser uma transformação para você também, como foi para mim.
Perfeito. Fernando, então antes de você continuar, eu quero dar um boa noite especial para a Chris Tamer, que é uma amiga em comum. que está aqui nos prestigiando. Ela me falou de você há mais de dois anos e também o doutor Zanatta está aqui. E quero pedir para que todos que estão nos acompanhando que respirem profundamente. Assim ó. Pra gente chegar na live porque o dia de todos foram bem corridos eu acredito. Então vamos chegar nessa conversa que o Fernando vai agora. fazer o melhor que ele pode, com certeza, pra gente viver também essa experiência que ele viveu. Tá contigo.
Claro, então vamos lá. Cris, é um prazer vê-la também. Um beijão pra você. Bom, teve uma altura no meio desse primeiro curso, dessa primeira jornada que eu tava fazendo, que o instrutor, ele solta um tema, e é um tema que eu achei, assim, muito relevante. Ele fala, olha, vamos falar sobre sofrimento, falar sobre sensações desagradáveis, né, muito mais do que sofrimento, é uma palavra muito forte, O sofrimento é toda a tristeza, todo o estresse, toda a ansiedade, toda a preocupação, toda a angústia, toda a mágoa, todas essas coisas desagradáveis que a gente sente. Não é chamar de sofrimento. Você fala, vamos tentar explicar o que é o sofrimento. E vamos tentar ver se sofrimento é igual problema. Se problema e sofrimento é a mesma coisa. E a gente vai pensando, refletindo sobre aquilo. E uma hora a gente chega numa conclusão. Problemas são fatos que acontecem na nossa vida. Fatos externos. que podem ou não ter sido causada por nós. Normalmente pode nem ter sido causada por nós. Em muitos casos, o que a gente está vivendo hoje, no momento mesmo, não foi causado por nenhum de nós. Às vezes tem o que a gente fazer, às vezes não tem o que fazer. Mas é um fato totalmente externo. O sofrimento é algo totalmente interno. É algo que você se experiencia. E que, portanto, se está dentro de você, é algo que você tem total controle sobre. O que acontece dentro de você. E eu olhei aqui, faz sentido, não é uma coisa externa. Pode ter solucionado por mim, pode ter solucionado por não, pode ter solucionado por não. Mas como eu inscrito esse hino, isso é totalmente dentro de mim. E se eu conseguir desenvolver uma tecnologia interior, vamos dizer assim lá, para conseguir entender como isso funciona, talvez eu consiga transformar totalmente uma experiência de vida. Eu não preciso ser estressado, eu não preciso ser ansioso, eu não preciso ter momentos constantes de tristeza, nem de medo, nem de nada disso. Tudo o que acontece dentro de mim. É como a gente percebe. Fisicamente, me confundo, tô chocado, né? Eu tô te vendo assim, mas na verdade não tá aí. Eu não acho que isso tenha tomado dentro do meu pernel. Não bate na tela, volta, pressiona minha retina, retina todo igual a banco larga, que forma imagem dentro de mim. O que eu ouço, é o que eu ouço dentro de mim. O que eu sinto, se você me tocar aqui, sua mão tocar na minha mão, aparentemente sua mão que me tocou, mas a sensação que eu tenho em mim, com todos os meus nervos que estão na pele, que vêm no sinal do cérebro, eu nem sinto essa sensação.
Perfeito.
Eu acho que é o cabelo chocando. A tua percepção de ultimistança determina a realidade. As pessoas não veem a mesma coisa no mesmo espaço. E a gente tem vários exemplos disso. Irmãos gêmeos que passam por uma situação drástica. Um vira um criminoso e o outro vira um filósofo. O mesmo perigo, o mesmo código genético, a mesma família. Mas cada um interpreta aquilo de uma certa forma. E como você interpreta, o significado que você dá à tua percepção você está apaixonado por conhecer uma pessoa aí você sai na rua e começa a chover. Olha que chuva gostosa, que chuva maravilhosa, que delícia, que refrescante, que maravilha, você vai cantar na chuva. Se você perdeu um emprego, ou brigou com o seu namorado, ou seu marido, ou seu parceiro, ou você se machucar, você é maldiçoso, décima geração, chova, não para de comandar, isso é hora de chover, é a mesma chuva. O que que transformou? A tua percepção. O teu estado interior tem uma influência muito grande no significado que você bate as coisas, a percepção que você tem, é o você aprender essa tecnologia Fernando.
Gostaria de ouvir. Algumas pessoas estão reclamando da internet, mas eu estou te acompanhando no Instagram e aqui no YouTube e no Facebook também. Tirei os comentários, mas eu faço um convite para quem tiver alguma pergunta para o Fernando Gabbas, manda aqui nesse ponto de interrogação aqui, é a primeira oportunidade, eu já compartilho a sua pergunta também. Fernando, isso que você acabou de dizer me faz lembrar daquelas aulas de português em que a professora dava um texto de interpretação, uma aula de interpretação de texto, e todos os alunos da sala tinham uma interpretação, um aperceito. A sua intercepção determina a sua realidade. Esse foi um insight que você pegou.
Foi o primeiro. Foi o primeiro. Depois, o que eu percebi? Foi o primeiro, assim, que eu comecei a falar, puxa, então é muito importante o quê? Eu me conhecer. Eu preciso entender o que acontece dentro de mim, qual é essa minha tecnologia interior. Porque a gente estuda muitas tecnologias exteriores, que são cada vez mais avançadas. Mas e essa tecnologia interior? O que eu sou? O que é a minha mente? O que são esses pensamentos? O que são essas emoções? O que são esses estados emocionais? E a única maneira de a gente conhecer isso é de a gente passar a se observar. A gente precisa olhar para dentro. Precisa entender como tudo isso está acontecendo. E aí veio o meu segundo ensaio. Eu achei algo fabuloso. Que é o primeiro que decorre do primeiro, mas foi uma constatação que foi muito interessante. Comecei a ver o quê? Todas as experiências desagradáveis da minha vida. Momentos desagradáveis que eu tinha passado. Vou trazer um exemplo simples do dia a dia para todo mundo entender. Vamos dizer que a gente esteja vendo TV, né? E aí, um fato cotidiano. Aí na TV está aí lá uma notícia de que, por exemplo, um fato atual, que a crise econômica é uma coisa que é muito grave, e que 30% das pessoas vão perder o emprego, ou 30% das empresas vão fechar, alguma coisa desse tipo. Ouvimos bastante uma notícia dessa. Até aí, é uma notícia. O que a sua mente faz nessa hora? Será que meu negócio vai quebrar? Poxa, mas se eu perder o meu emprego, como é que eu vou pagar minhas contas? Eu não vou ter dinheiro pra pagar minhas contas nenhuma. Meu Deus do céu, meus filhos. Como é que eu vou ter que tirar meus filhos da escola? Como é que eu vou fazer? Eu não vou. Talvez não tenha dinheiro pra pagar minhas aniversariedades. Talvez tá muito caro. Eu vou precisar de uma escola financeira muito cara. Poxa, e aí eu não vou ter dinheiro pra pagar minha saúde. Pô, a saúde tá vinculada à minha empresa. Eu não sei o que eu vou fazer. Eu não sei se eu vou ficar doente. Eu vou ter que pagar a hospitais. Eu vou ter que pagar a hospitais. A saúde não é tão boa assim. Ai, meu Deus. E aí, como é que eu faço? Ai, meu Deus. E meu filho? Como é que vai ser, então? Você começa a ter uma notícia na TV Você cria toda uma história dentro de você, com projeções caóticas de possibilidades extremamente dolorosas, né? E você vive aquilo. Você acredita aquilo. E aquilo passa a ser, inclusive, um estado crônico na sua vida, porque você tá sob esse efeito, aí chega uma pessoa perto de você, você já não tem paciência, você já dá a patada, aí você fica bravo com você mesmo, porque você deu a patada, porque você brigou com a pessoa, e aí, de repente, a pessoa tá tomada por aquilo, Isso vai acumulando, acumulando, acumulando dentro de você. De repente, quando você percebe que você já não tem mais prazer na vida. Aí você já fica desanimado com a vida, com essas depressões. Ou você se sente um peso do mundo nas suas costas. E você fica totalmente sobrecarregado. Aí o estresse acumula, vira um burnout, alguma coisa desse tipo. Mas o que é importante diferenciar? O que é o fato em si? E o que você cria dentro da sua vida psicológica, que eu gosto de chamar. Existe uma vida existencial real, que tá acontecendo agora. Agora! Agora nós estamos conversando e botando um papo, pra mim, super agradável. Só isso que existe. Agora, se eu não estou aqui agora com você conversando e eu começo a pensar, meu Deus, essa conta eu tenho que pagar amanhã, acho que eu não vou ter dinheiro, não tenho saldo no banco, meu, como é que vai ser? É uma autotortura. É uma autotortura. E a gente faz isso... como não tem consciência sobre o que acontece dentro de nós, a gente faz isso o tempo inteirinho e maior parte, 99% das vezes, ou eu diria 100% das vezes, totalmente infundado. Quantos casos, por exemplo, que eu já não tinha passado nessa época, pouco antes de ter ADC, que, por exemplo, fechava um negócio grande. Aí vinha uma notícia de que, olha, acho que vai melar o negócio, vai cancelar o negócio, vai voltar pra trás, por exemplo. Eu ficava a noite sem dormir. Por que foi cancelar. O que eu fiz de errado. Será que eu fiz alguma coisa. Por que faz tempo que eu vou fazer esse dinheiro. Talvez eu me comprometi. 99% das vezes não acontece nada. 99% das vezes você sofre sofre sofre sofre e não acontece praticamente nada. E quer saber mais. Mesmo que aconteça a realidade é sempre mais doce que a sua imaginação. O que que eu vou fazer? Puxa, eu vou postar no LinkedIn, eu vou me mandar conta dos meus amigos, eu vou em algum lugar de emprego, eu vou falar com o Ed Hunter, eu vou... Não sei se diria que as coisas dão certo. Quantas vezes a gente não resmungou e reclamou de fatos? Passa um tempinho, você olha pra trás e fala, graças a Deus isso aconteceu, gente. Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Não é assim? Só que parece que a gente não aprende. Parece que a gente fica... Essa tendência de auto-tortura, de auto-sabotagem, de a gente ficar criando essas histórias na cabeça. Por que que acontece isso? Porque a nossa mente, ela roda uma programação primitiva. As pessoas que não treinadas ela roda um software que é um software que tem um único objetivo Isabel sobrevivência a mente destreinada ela não foi feita para te deixar feliz nem para te dar bem estar ela foi feita para você sobreviver e no intuito de sobrevivência o que importa? O que importa é você prestar atenção no perigo Porque isso pode te fazer mal. Isso pode te matar. E você só tem o objetivo de sobreviver e passar os seus genes pra frente. Então a verdade é que o que acontece nessa história é que você só parece que tem sido uma coisa ruim. Você vira uma esponja pros fatos desagradáveis e fica dando significados desagradáveis. E você vira um teflon pros fatos agradáveis e pros significados agradáveis. Porque o que é agradável não te faz mal, não vai te matar. Agora, pode ser perigoso, pode fazer nada. E aí você gruda nisso. E aí tua experiência de vida fica difícil. Fica pesada, como eu sei muito bem como era. Mas não precisa ser assim. Dá pra mudar esse software primitivo. E dá pra mudar essa programação.
Eu adorei isso que você falou. Que a nossa mente roda com uma programação primitiva. Que tem um feijão pra gente. Que usa ainda um programa. do passado que é para sobreviver.
A gente pode até se aprofundar tecnicamente nisso, mas existem sistemas. O sistema predominante das pessoas de hoje é o sistema que inclusive chamamos de sistema padrão, o sistema de FOMO, ou NET. É um sistema que ele tem uma característica de uma crença em autobiografia, que seja um senso de auto-proteção, ele pode te proteger, e ele está sempre no futuro ou no passado. Nesse sentido de projetar coisas desagradáveis no futuro e lembrar e remoer coisas desagradáveis no passado para que teoricamente aquilo não se repetisse. Então é o sistema que o ser humano ele sobe. Totalmente formativo, a base dele é o efeito da seleção natural. É você passar o astrogênico para frente.
Lembrando ou planejando? O passado ou o futuro?
Um ênfase no desagradável, pode ser perigoso. Sempre no futuro ou no passado.
Por que açaí é fazendo desagradável Fernando?
Porque pode te fazer mal. É o seguinte, eu estou andando em uma floresta e eu vejo um graveto. O que é a primeira coisa que o cérebro faz? Ele vê uma cobra. Um milhão de vezes, 999.999 vão ser gravetos e não vai ser cobra. O que o cérebro entende é que se um milhão por grave for uma cobra, essa cobra pode me matar. ou eu prefiro ver qual obra sempre vou planejar e me cuidar para que eu não morra, transverba meus genes, passe meus genes para frente e as pesquisas perpetuam. Então essa é a programação dentro da vivência. As pessoas vivem assim. Por mais bem sucedido que as vezes a pessoa possa ser, a pessoa tem esse software cognitivo. Ela vive ansiosa. Por isso que a ansiedade é uma loucura. Ela vive estressada, que é justamente esse senso de que eu não me conto, é muita coisa. Não tem esse equilíbrio. Onde ela tá, ela não tá. As pessoas, como é comum, você tá no trabalho, tá pensando na família. Ah, eu podia passar mais tempo com a minha família. Está na família, está pensando em trabalhar. Nossa, eu tenho aquele meio para responder. Tenho que fazer outra coisa, porque aquele meu chefe, porque aquele meu funcionário. As pessoas não vivem. Não é assim?
Agora, Fernando, é muito bom você compartilhar conosco, então, essas duas, esses dois insights, esses dois insights que você teve. Eu assino embaixo tudo que você falou agora. Eu vou resolver uma questão em que, é como você falou agora, né? A gente sabe que é uma tortura, a gente sabe que a ansiedade positiva é uma coisa, a ansiedade negativa pode ser uma coisa, mas parece que não é hoje. como é que você tá lá na curva e você não está apaixonado por nada, você só vê o lado ruim da curva. Você que tem o lado bom do lado ruim, todas as opções servem para nos empurrar, para nos trazer algum aprendizado, mas ouvindo você falar eu já estava pensando, nossa, mas como é que na prática, na hora que o fuso é o que está acontecendo, Você consegue, então, descolar daquilo que é o controle e pertence? É a meditação que vai me dar esse poder?
Você lembra do sistema rodando, né? Se você está focando no cérebro a partir desse sistema de sobrevivência, a qualidade dos seus pensamentos será essa? Você realmente vai conseguir? Certamente, você vai conseguir. As pessoas relatam. Lindo o que você está falando, por isso que eu comecei lá e falei o seguinte, abre-se para a possibilidade de ser verdadeiro. Porque eu sei que a experiência das pessoas, a minha não era assim. A minha, quando alguém me falava uma coisa dessas, eu falava, ah, eu não liado, sabe o que eu tô passando? Ah, eu passei com AVC e quase morreu, tenho 75 anos de chance de morrer no próximo ano. Ah, e você quer falar alguma coisa pra mim? Eu tinha esse tipo de conduta, né. Mas como transforma? Isabela, se eu tenho... Se eu, por exemplo, eu fico sem usar minhas pernas ou meu braço ou qualquer outro músculo do corpo durante seis meses. Eu tive um acidente deitado numa cabanusa. O que acontece? Catastrofia. Pernas de pessoas que ficam seis meses imobilizadas, não conseguem pisar no chão. Não conseguem andar. Fica totalmente atropelado. E aquilo fica frágil, fica vulnerável. Aquilo fica sem performance. Aquilo não te tira o melhor. Você não consegue correr, você não consegue jogar uma bola. O que aconteceu com a mente humana? Ela tem a mesma característica, ela está totalmente atrofiada. As pessoas nunca treinaram para conseguir ter essa consciência, para poder interferir. Não, para ter uma consciência de simplesmente observar tudo isso e estar além disso. Os fatos, a maioria das pessoas acham que um dia não vão mais ter nenhum problema. Como é que você não vai mais ter problema porque as adversidades não vão existir? Porque você não verá aquilo mais com problemas. Porque tua percepção vai mudar, você vai encarar tudo com total naturalidade. Você vai deixar de achar que você é Deus e que as coisas ficam acontecendo do seu jeito. Vai saber que as coisas acontecem como elas acontecem. E a maior inteligência que você tem é você agir no fato. E não reagir ao fato de se deslizar, reclamar, ficar irritado, ficar nervoso, ficar preocupado, ficar triste. É um pouco diferente da mente em comum, mas você tem que treinar. Por isso que você me perguntou, como fazer isso? A única maneira de fazer isso é você desenvolver e treinar a sua mente. E pra isso você precisa meditar. porque essa é a única técnica para você hipertrofiar, vamos dizer assim, você desenvolver outros sistemas cerebrais e aí você conseguir ter uma nova consciência e uma nova forma de ver a vida. Tem estudos, depois eu posso até mostrar, passar para vocês se quiserem, que oito semanas de prática, muito pouco tempo, você já desenvolve outros sistemas cerebrais e você tira um pouco a ênfase do sistema padrão. Oito semanas de prática regular diária, você faz um tempo X, Você já consegue desenvolver outras áreas. O que acontece? Você vê diferente. Você não consegue mais ver o problema. Onde antes você vinha? Não sei se você ouviu falar de uma palavra chamada equanimidade. Já ouviu falar? que é um adjetivo clássico dos meditadores. Curiosidade, para aqueles que não conhecem, que todos conhecem, mas para quem não ouviu ainda, é essa sensação de você estar em um estado de serenidade, que você está quase que se fosse acima das experiências. As experiências deixam de te afetar no sentido negativo. Você desenvolve esse equilíbrio interior, da equilibrinabilidade, e você simplesmente age nos fatos. Você não é frio, você não é desolado, nada disso. Você tem todo um envolvimento positivo, mas aquilo não te afeta negativamente. Você tem essa calmaria interior, essa serenidade dentro de você, que é um estágio super desejado e é muito comum dos meditadores. Eles sabem que o espaço que eles vivem é intocável pelos fatos da vida. Os fatos da vida eles acontecem, são os problemas. O problema eles acontecem, mas eles estão fora. Dentro deles eles sabem que é silêncio de baixo palavra. Eles experienciam isso, não é intelectual, é experiencial.
Para quem está chegando agora, estou conversando com o Fernando Gabbas, ele desenvolveu um protocolo de meditação e ele vai explicar para nós que existe um tipo de meditação para cada pessoa, para cada situação e já nos disse, né, o problema está fora, o sofrimento está dentro e você disse que agora nós vamos agir no fato, não reagir ao fato, é isso mesmo?
Exato, pode reparar, O que gera toda e qualquer forma desse sofrimento de mal-estar? Toda e qualquer forma. Quando você resiste ao que está acontecendo. Repara. Cada um, faça essa reflexão na sua própria vida. O que te deixa feliz quando acontece o que você quer? O que te deixa infeliz quando acontece o que você não quer? Sempre assim. Isso vale para qualquer situação. Só que o problema é que acontece muito mais o que a gente não quer do que a gente quer. Faz parte da vida. É natural. O gato, eu acho que não. Está tudo beleza. Não pode vir.
Deixa eu ver. Deixa ele aparecer uma horadinha. Ninguém vai entender, né? Ele está gostando muito da sua vida.
Está certo. Então, a diferença está... Porque vai acontecer muito mais o que você não quer. O que as pessoas fazem? Elas reagem. Elas resmungam. Elas reclamam. Elas acham que é injusto. Que a vida é injusta. Que o outro fez mal pra ela. Só que se a gente parar pra pensar... Tem três coisas que... Possibilidades de coisas. a gente achar que a gente tem controle. Se você não tem controle sobre isso, você vai... Você não tem controle. Não tem como você ter controle sobre isso. A primeira coisa que é controle é outra coisa. O segundo é como as pessoas agem. Terceiros agem. Você não tem controle sobre como os outros agem. É ilusão você achar que o outro tem que ser do jeito que você acha que ele tem que ser. Ele é do jeito que ele é. Não adianta brigar com a realidade. E o terceiro é como você age, como você age. Esse você tem controle sobre o próprio. É o único que você tem controle. É só como você age. Então, qual que é uma grande sabedoria que você adquire na vida, inclusive usando outros setores cerebais? Você para de brigar com a realidade. Você para de resistir à realidade. Seja os fatos, seja o que os terceiros fazem. Porque esses são todos os motivos de sofrimento. E você entende que a única coisa que você pode fazer é agir naquilo da melhor maneira possível. E às vezes as pessoas falam não mas aí eu vou ficar um abnegado, um renegado, um que aceita o contrário. Vamos dizer que você perdeu seu emprego. Aonde você tem mais capacidade de modificar essa situação? Se você ficar resmungando, não é porque o seu chefe foi com você, porque ele fez isso com você, porque ele manteve aquela outra pessoa lá só porque era mais bonitinha e não sei o que lá e tal. Ou se você falar, tá bom, já foi. Se foi junto, se foi junto, pouco importa. E tu já foi. Como é que eu ajo daqui pra frente pra poder conseguir um emprego melhor, ou abrir o meu negócio, ou me juntar com amigos e fazer outras coisas. Quando você aceita, concorda? Parar de brigar com a realidade, parar de resistir e ser muito mais presente e ativo é algo que muda totalmente a qualidade da sua vida. Saiu na rua, tá trânsito. O que adianta você ficar assim? Porque não dá pra voltar, porque vai demorar uma hora pra chegar no trabalho. Não é muito melhor. Tá bom, tá trânsito. É o que é. Não vai conseguir mudar esse trânsito. Põe lá no Waze pra ver se tem uma rota melhor e aproveita o tempo, vai ouvir um podcast, pra ouvir uma live, pra, sei lá, se não é você que tá dirigindo, manda mensagem pra alguém ou liga pra alguém que faz tempo que você não fala. Aceita a situação e aja na situação. Em vez de você ficar resmungando e reagindo ao fato, porque você não vai conseguir mudar a realidade. Ela é soberana. Tem uma palestrina que eu gosto muito dela, chamada Byron Queen. Não sei se você já ouviu falar.
Não, ainda não.
Ela é ótima, ela é ótima. Ela é uma senhora já, ela faz vários cursos nos Estados Unidos e tal. Ela fala assim, se você brigar com a realidade, você vai perder. Mas somente 100% das vezes. É isso.
Sábia.
Sábia ela. E ela tem um livro que é muito bom, que chama Loving What Is. Acho que tem em português. Mas não vou me surpreender mal que é. E viver a vida no fluxo, como é que confiar, né? Saber que não tá na nossa mão.
Perfeito, Fernando. Olha, eu espino embaixo. Eu me vi em várias das situações que você mencionou aqui. Acredito que muitos também. Temos várias perguntas aqui, olha, para responder. Mas antes, eu quero fazer a grande pergunta, né? O nosso tema da nossa live. Porque eu estou sentindo que essa é a resposta para tudo que você falou. Essa maneira então da gente mudar a programação primitiva. E assumir realmente esse controle, mas ter consciência que nós podemos nos afetar menos. Mudar menos o estado interno quando o externo está fora do controle.
Quando a gente fala de meditação, sempre.
Tem a nossa imagem de uma pessoa sentada, com a perna cruzada, com a mão e o joelho, respirando profundamente, com a boca mais para a branca do que para a escura, mais ou menos o mesmo periódico. Mas é o que você falou, se existem situações diferentes e se é uma para todas as situações. Porque quando você fala, estou no trânsito parado, eu já estive em momentos mais calmos em que eu conseguia só respirar. só respirar, né, e prestar atenção no caminho, mas tem dias que não. Então, como que a meditação pode também nos equilibrar nesses altos e baixos?
Claro, perfeito. Então, vamos lá. Primeiro, respondendo a pergunta sobre métodos diferentes, práticas diferentes. Isso aí foi uma das grandes cascadas que me expuseram, né, me mostraram essas várias técnicas diferentes. Todos nós, essa é parte da nossa mente também, se a gente fizer a mesma coisa todos os dias, isso fica mais forte. É difícil uma pessoa ter essa característica de fazer exatamente a mesma coisa todos os dias e continuar tendo prazer naquela coisa como se fosse a primeira vez. É muito raro isso acontecer. Por mais que a gente saiba que cada vez sempre é diferente, a gente sempre tá diferente, mas não é muito assim que funciona no dia a dia. Então, primeiro o aspecto da monotonia de você ter que fazer a mesma coisa. E segundo, porque pessoas diferentes dados de ser diferentes pedem práticas diferentes, né? Imagina, por exemplo, uma prática que mais divide a administração é o mindfulness, né? Ou, em português, atenção plena. É basicamente estar presente. Então, se eu diminuo o que é mindfulness, eu sei o que é presente. Existem várias técnicas para você desenvolver essa presença. Eu acho fabuloso, sabe? Não me levem a mão, eu acho fantástico, porque eu, pelo menos nas duas vezes que eu mando, eu faço exercícios de mindfulness clássico. Eu acho que, para justamente trazer essa presença, é fundamental. Uma pessoa que é extremamente inquieta, extremamente agitada, a mente é muito acelerada. Você vai simplesmente observar a sua respiração durante 40 minutos, sentadinha, só observando a sua respiração. O cara, nos 5 minutos, dá um tiro na cabeça. Ele piora para ele. Ele fica mais nervoso ainda. Ele fala aquele pensamento, aquele trubilhão, ele não consegue. Por quê? Porque ele está em um estado de extrema agitação. ou naquele dia, ou ele é uma pessoa um pouco mais agitada, que pra chegar nisso, ele precisa ter um pouco mais de um processo pra ir construindo essa característica. Eu também, como é o ser humano, tem um estudo que eu sempre encontro aqui, pegaram pessoas normais, homens e mulheres normais, fizeram um experimento com eles, que era levar eles numa sala, e falar, olha, tem uma maquininha de dar choque aqui, experimenta o choque, se dêem o choque. E se deram choque, gostaram? Óbvio que não. Não era um choque muito violento, mas era um choque, era desagradável. Não gostaram? Não, não, pelo amor de Deus. Nossa, horrível esse negócio, essa bosta. Então a brincadeira é a seguinte, eu vou trancar você nessa sala durante uma hora, sem nada. Você não tem celular, você não tem música, você não tem muito o que falar. Não tem absolutamente nada na sala, é só essa cadeira que você vai estar sentado. Você vai ficar uma hora aqui, sem falar nada, com ninguém, sem fazer nada. A única opção que você tem é, se quiser, você dar choque. É a única coisa que você tem pra fazer, senão você não faz nada. Você vai ficar aí durante uma hora, tá bom? 66% dos homens se deram choque e não aguentaram ficar sozinhos. Experimenta isso, eu te posto depois eu ligo a pesquisa. Mulheres menos. Mulheres que estão ficando sozinhas. Mulheres que estão um pouco mais inteligentes. Os homens. Você imagina Isa, dois terços das pessoas preferem se dar choque do que não ter nada pra fazer.
Uau.
Tenho certeza que muita gente deve estar falando, eu não contei uma vez isso aí para os amigos, vários, claro. Eu me daria choque fácil. Deus me livre de não fazer nada, pelo menos eu estou experimentando alguma coisa ali. Olha a fura que a mente humana não consegue parar. Para uma pessoa dessa, como é que você vai começar com uma prática dessas? Você tem que ter práticas alternativas. E aí, que poucas pessoas conhecem, mas existe um universo de práticas diferentes. Você tem práticas de respiração, por exemplo, uma série de meditações de respiração que trabalham muito energia. Então você faz uma série de expirações diferentes, cada um com um propósito, em vários tipos, e você vai mexendo, ativando energia que vai circulando em você, e depois que você faz um tempinho, você entra. Aí sim, você transforma seu estado, você dá uma hiperoxigenação, uma hiperventilação cerebral, uma hipóxia cerebral, aumento de gás carbônico, você muda os estados, tudo isso, e aí o que acontece, naturalmente, você vai conseguir ficar um tempinho parado, mas antes você cria esses setups. Você prepara a mente do indivíduo pra ela acalmar e alterar o estado que ela tá. Então, muitas meditações que vão à respiração. Tem meditações que você faz em movimento. Meditações que você faz dançando. Quando você pega uma pessoa seriamente digitada, que não gosta, não consegue ficar parado, né? Você pode fazer uma meditação caminhando ou dançando. Tem várias práticas que você faz isso. Tem meditações que só trabalham a partir de fluxo de energia. Então, são visualizações que trabalham com energia. E meditações... Pessoas muito bacanas, tem uma linha toda de que estão na ótima cria, mas é que você faz tudo isso só pra circular a energia e você sente essas energias circulando, então tem gente que é mais sensível à energia, funciona muito melhor pra ele fazer esse tipo de prática. Tem meditações de visualização de estados emocionais, e você traz estados emocionais empoderadores pra você, exercícios que são até emocionalmente bem marcantes. que você cria um estado dentro de você, que aquilo cria novas conexões cerebrais, cria novas percepções. Temosações lindas, que nós chamamos de Meta-Meditation, que são meditações em estados emocionais. Então, existe, sim, e uma coisa que eu acredito muito é que a pessoa tem que conhecer várias técnicas, até porque é muito provável que, em dias diferentes, ela faça técnica diferente. No meu caso, eu procuro meditar todos os dias da minha vida. Eu gosto, tenho muito prazer de fazer isso. Eu brinco até que a minha... do mesmo jeito que a gente faz a higiene física ao acordar, né? Se dá menos, se não for, se não faz bem. Eu procuro fazer a higiene mental, né? Puxa, deixa eu deixar a minha mente limpinha, preparadinha pra começar. Eu gosto, eu tenho muito prazer. É um momento de extremo prazer que eu tenho na meditação. Por isso que eu faço. Se eu não tivesse prazer comigo, eu não faria. Obrigado, nada funciona. O que acontece para mim? Cada dia, eu tenho vontade de fazer o seguinte. Eu não me lembro de dois dias seguidos fazer exatamente o mesmo. Claro que tem, mas é muito comum eu variar. Um dia eu faço um pedaço da caixa escrita. Outro dia eu faço um... Outro dia eu faço um pedaço de escrito puro demais. Outro dia eu faço um pedaço de escrito de diversas ações profissionais. Eu vou variando. E aí aquilo fica sempre gostoso, sempre divertido. Aí o próximo dia eu falo o que eu vou fazer hoje. Alguma guiada, alguma coisa assim.
Agora, para saber qual é a meditação, então, para mim, eu preciso pelo menos conhecer e experimentar. Todas?
Sim.
Ou eu sou mais, desculpa, se eu sou mais agitada, eu já tenho uma tendência para fazer essa? Se eu sou mais solitário, tenho outra tendência?
Eu acho que tem sim essa característica de tipos de pessoas. Então tem pessoas, é igual ao esporte, né? Tem gente que tem uma super tendência de esporte de longa duração. Então o cara é um tipo, um biotipo de Endurance, né? Então o cara aguenta correr lá a maratona, ir ao Ironman, etc. Tem outras pessoas que são mais explosivos. Pegar um cara que tem o tipo de fibra exclusiva pra botar a fibra maracanã e bota fora e desfibra. Então pense em essa característica individual do que cada um se adapta mais. Mas... Tem uma coisa que os treinadores chamam de cross-training. É o quê? Você mesclar o cara que é maratonista. É excepcional ele fazer treino de musculação. Ele precisa fazer treino de musculação. É bom que ele pedale, é bom que ele faça circuito. Porque nesse cross-training você faz várias técnicas diferentes, você potencializa os resultados, inclusive para maratona. Então isso funciona no meio físico e funciona também no ponto de vista de consciência. de ser exposto a praticar técnicas distintas faz com que o seu resultado atinja maior expansão da consciência mais rapidamente e você troque esses seus treinos. Então eu recomendo fazer sempre um mix e aí você vai se identificar com uma técnica ou mais a outra e aqui você pode usar aquela predominantemente.
Antes de eu partir pra minha pergunta, a partir do que você me disse agora, o Andrés Orveto, lá no Facebook, ele tá perguntando se a meditação é como a hipnose e se eu preciso querer. Porque você disse agora, obrigado, nada funciona.
Não funciona, você vai aguentar quanto tempo? Você vai fazer um, dois dias e você vai desistir. Tudo que a gente faz na vida, você precisa ter um propósito, você tem uma motivação, um motivo pra ação. Se você não tiver, você vai forçar um, dois dias e não vai dar certo. O que eu recomendo para as pessoas que não começam a meditar? Proponha-se a fazer um curso. O que eu vejo assim, meditação em todo respeito, meditação de aplicativo somente. Ah, vou lá e faço. Dura. Porque o cara faz um dia, depois ele não faz mais, ele não tem uma lógica. Então, eu mesmo, eu tenho tentado meditar 118 vezes. Eu não desistia. Porque eu fazia meditação e ficava 3 dias sem, eu fazia de novo. Quando você tem um curso, você tem um projeto, você tem uma meta, você tem um propósito ali para concluir esse curso. Então, funciona mais, porque você se pré-dispõe durante esse período. Quanto tempo dura o curso? 5 semanas, 6 semanas, 7 semanas, 8 semanas, não importa. Eu vou fazer esse curso. Normalmente, você faz ainda o investimento financeiro. Eu sei que eu tenho muita coisa de graça que a gente dá. Eu tenho os cursos pagos. Curiosamente, quando a pessoa paga, ele vai até o fim. Quando não paga, normalmente, nem vai até o fim. Não tem porquê, mas é uma realidade humana. Então eu recomendo a todos vocês, que puxa, a vida pode ser melhor, que dá pra ter uma experiência diferente de vida, que a vida não precisa ser esse peso, essa luta, essa resistência, esse conflito interno o tempo inteiro. Tem gente que até brinca, anda com o inferno no portátil, né. O cara anda com o inferno no portátil, aquela nuvem negra em cima. E você sentir que, puxa, dá pra ser diferente. Aquele primeiro ensaio que eu compartilhei, isso aqui não tem sentido pra você. Puxa, realmente, acho que a percepção acontece dentro de nós. Então, dá pra transformar. Faça um curso. Pega alguma coisa, dedique um tempo e vá em frente. Porque aí você vai conseguir ter um propósito, um caminho. E ao longo do tempo, se você fizer meditação durante oito semanas, por exemplo, você nunca mais para. Isso eu te garanto. Porque você vai sentir tanta diferença. Tanta diferença. Aí teus momentos já transformaram, teus hábitos já se transformaram. E aí você vai ter uma nova forma de viver.
Fernando, a gente está com uma audiência espetacular no Insta, no Face, no YouTube. Eu estou vendo aqui os comentários. Eu estou de quilo de olho no nosso tempo e tem várias perguntas. Inclusive, nós temos tantas aqui. Deixa eu focar. A Dani Esterra, ela pergunta. Então, qual o curso que você recomenda? Deixa eu já emendar, já, essa que é a pergunta da Dani, tá? Tá aqui. Qual o curso, então, de meditação que você recomenda pra que dê pra experimentar aí um pouquinho de cada um? E eu já vou passar pra próxima pergunta. Opa! Não, tá tudo certo.
Não, vamos indo.
Deixa eu te dar tempo pra refletir.
Uma coisa na outra. Qual a verdade? Porque é o seguinte, eu tenho meus cursos de meditação que a gente criou. Foi com base no quê? Toda essa jornada, desde os últimos 10 anos da minha vida, Comecei a ter esses insights, essas experiências, e a minha experiência de vida transformou. É chato falar assim, mas... Muda muito o espiritualismo. E aí a primeira coisa que acontece é falar, poxa, eu queria que todo mundo sentisse isso. Eu queria que todos tivessem essa mesma experiência, que vissem a vida dessa forma, que fossem mais felizes. Porque eu acredito muito numa coisa que, por experiência também, o verdadeiro inimigo da sociedade não é o fulano ou beltrano, ou o cara lá no Coréia, ou qualquer coisa assim. é o ser humano quando ele tá vivendo nesses estados limitados, né? Quando ele tá triste, quando ele tá estressado, quando ele tá com raiva, quando ele tá revoltado. Nesses estados que as pessoas fazem coisas que prejudicam para os outros. Porque nesse estado você nem vê que o outro existe, você tá obcecado por você mesmo e pelos seus problemas. Então, o verdadeiro problema da sociedade é o ser humano quando ele tá vivendo isso, porque aí ele desconsidera que o outro existe, ele passa por cima, ele nem vê, ele não olha. uma coisa muito ruim na experiência de vida dele das pessoas que servem. E o contrário é verdadeiro se a pessoa está tendo uma experiência de vida um estado feliz alegre em paz está tranquilo ele confia e se sente seguro. Naturalmente ele quer levar isso para os outros. Ele quer fazer o bem para os outros. Então o que acaba acontecendo é que se você quiser de fato transformar o mundo você começa a transformar o ser humano principalmente a forma como ele percebe a vida e esses estados porque ele vai querer fazer o bem. Então, nesse objetivo, com tudo isso que eu estudei, eu falei, que tal se a gente criasse um método, um protocolo, um protocolo mesmo, científico, mas totalmente baseado em ciência, porque eu sou muito de ciência, que o objetivo fosse levar as pessoas a essa transformação dos sistemas cerebrais, sair desse sistema padrão de sofrimento, de sofrer problema, de essa preocupação consigo mesmo, de passado e futuro, e passar a pessoa a ter uma vida mais tranquila, mais leve, mais feliz, mais conectada. Nos últimos sete anos, a gente começou a construir isso com cientistas, com médicos, com neurocientistas, com meditadores, com professores. Criar uma metodologia que tivesse todo o embasamento científico para que as pessoas pudessem experienciar essa transformação e transformar a vida. E o que a gente viu que deu certo. A gente já fez centenas de pessoas. Dá certo. Tem pessoas que atingem estados exuberantes, até, de êxtase. Tem pessoas que melhoram bem a vida. Mas todo mundo melhora porque transforma. o sistema que você trabalha. Então, eu tenho um protocolo de meditação. Meus pais têm um protocolo de meditação, meditacão, né. A gente já tem uma turma daqui a pouco. Sábado começa uma nova turma. E a gente já tá, até pela pandemia, se vocês quiserem, a gente tá dando... Pessoal escolhe quanto quer pagar, Isabela. Porque eu sei que tá difícil pra todo mundo, mas a gente tá querendo. A gente fez um sistema de compra consciente. Então, o protocolo tem o seu valor, claro. Mas, para essa época, essa turma que a gente está abrindo, a pessoa escolhe o desconto que ela quiser. Então, se ela quiser 10% de desconto, ela escreve lá DESC... DESC é o código. DESC10, ou DESC20, ou DESC30, ou DESC40, DESC90. Ela paga o que ela quiser. É verdade essa. É uma maneira de a gente dar uma contribuição para as pessoas e poder levar algo que a gente sabe que vai ser extremamente positivo. Então, desculpa, mas qual o curso que eu recomendo? Eu acho que esse é um curso que está muito completo. A gente apresenta várias e várias técnicas. Funciona, tem todas as estatísticas que vocês quiserem ver. E é uma coisa, assim, que vai exigir de você. É um curso que você vai fazer que nesse período de... São oito semanas do curso. Vai exigir de você. Não é um curso que você vai pegar um aplicativo de meditação que não explica, não vai. Inclusive, a segunda pergunta, quanto tempo meditar por dia? Eu gosto de meditar o ponto que eu sinto uma dissolução total de tudo. Que eu sinto uma integração com o universo. Quando eu chego nesse ponto, eu falo, tá bom, já posso parar, não preciso mais. Quanto que isso acontece? Sei lá, às vezes dez minutos, quinze minutos, vinte minutos, vinte e cinco, trinta minutos, trinta e cinco. Em geral, como eu gosto muito daquilo, eu particularmente medito uns trinta minutos por dia. Que eu gosto, né, então eu tenho prazer. Precisa trinta? Não, não precisa. Mas numa fase de você arrancar, você sai do zero, sempre é mais difícil. Então nessa fase, a gente pede que você medite no mínimo vinte minutos por dia, tá? para que você consiga criar novos hábitos, novas tendências e fazer essa reprogramação no cérebro para você poder estar muito mais presente, muito mais feliz, muito mais conectado. Então, em uma fase de arranque, 20 minutos por dia no mínimo. Se quiser fazer um pouco mais, você faz. Depois, você vai achar o teu tempo. Depois, mais manutenção é muito mais fácil.
A Lourdes Ergide, aqui no Facebook, ela está dizendo, vamos meditar, quero logo aprender. Repete, então, para a gente o site, Fernando, por favor.
Protocolodemeditação.com.br.
Eu vou lá fazer minha inscrição. Eu já volto aqui para a live, tá, gente? Tchau, boa noite. Mentira. Até que tem vagas limitadas? É sério, senão todo mundo vai sair daqui e ainda faltam 12 minutos, gente. Meditacão, né? Meditacão.com.br. Fernando, nessa jornada de oito semanas, eu vou conseguir entender qual o perfil eu tenho para a meditação adequada? Tô perguntando isso porque eu sou uma pessoa que já tentei fazer de diversas maneiras, tem jeito que eu consigo, tem jeito que eu não consigo. Todas as pessoas que vêm aqui nos canais falar sobre meditação sempre me perguntam, você também fica estressado? Você também passa nervoso? Porque é nessa hora que a gente precisa, porque quando tá tudo bem, tá tudo bem. Mas na hora que o chicote estrala, você tem que... Bom, espera lá que eu vou ali meditar um pouquinho. Nessas oito semanas, eu consigo?
Sim, sim. E a gente tem, por exemplo, pra isso que você tá dizendo, a gente tem meditações, coisas gratuitas. Nesse site, depois de alguns vídeos meus, lá tem um vídeo gratuito, de conteúdo gratuito, tem uma meditação que a gente chama de Refresh. Essa meditação é uma meditação de quatro minutos, exatamente quatro minutos, Ela tem um objetivo, quando você está totalmente tomado por esse estresse, esse turbilhão de pensamentos, porque é algo que acontece dentro de você. Então, esse turbilhão de pensamentos, você fala, mas eu não tô aguentando. É uma prática de quase um minuto que você para e você muda o funcionamento cerebral. É uma coisa que a gente tira o foco do sistema lírico, que é o sistema reativo, a gente traz o foco para o certo espelho frontal, mais especialmente para o setor medial, que é onde você perencia ter mais sensibilidade, mais alegria, mais conexão. Então, é uma técnica super rápida que funciona muito bem, que te tira de estados desagradáveis e te coloca em estados desagradáveis rapidamente. Sim, você vai conseguir, mas nós vamos apresentar várias técnicas, você vai conhecer várias delas, ela tem uma técnica core, Nesse módulo 1, tem várias outras modificações diferentes que você vai poder fazer. E o objetivo é trazer algo que as pessoas não estão muito atentas à consciência que nós somos. Se a gente põe uma sala cheia de imóveis, todo mundo ama os imóveis, as decorações, os imóveis, e você foca só nisso. O que você vai descobrir é que antes dos móveis, para existir os móveis, tem que haver um espaço, tem que ter um vazio da sala. Se não houver um espaço ou um vazio que está na mesma, não tem nada lá dentro. Se a gente for olhar para nós mesmos, nós vamos ver que antes de existir todos esses pensamentos, essas emoções, esses turbulentos ou as percepções dos fatos, existe um vazio, existe um espaço, existe uma consciência que permite inclusive a existência de tudo isso. e ao a gente se aprofundar no momento da tecnologia, por exemplo, como no protocolo. Porque o objetivo é, ao longo das semanas, na quarta, sexta, sétima semana, a pessoa começa a experienciar que ele é essa paciência. E aí, naturalmente, Isabela, esse distanciamento que você comentou dos chatos, ele acontece. Porque você vê que, primeiro, você não tem capacidade de fazer mal. Segundo, que você sabe que você é tão mais do que aqueles pensamentos que você está tendo, limitantes, aquelas emoções. Você é tão mais do que aquilo. Você tem uma espécie profunda, eu uso uma tecnologia que as pessoas, elas olham para o mar e olham para o superfície. As marolas, as ondas, a onda profunda, como é outra coisa, elas vivem como se fossem uma superfície. Só que elas esquecem que eles são oceanos. E elas esquecem que são esses oceanos. E que pode tudo bem na superfície, pode acontecer nas marolas, nas ondas, se estiver ventando, se estiver chovendo, ou sei lá, a Marta Braba A superfície pode estar acontecendo tudo isso, mas aquilo não abala quem é o oceano. O oceano é muito mais do que aquilo. Então, quando a pessoa adquire essa consciência, passa a acontecer algo que é uma sensação muito curiosa, porque ninguém associa conflictação com meditação, mas eu vou contar aqui. Você se sente seguro. Você sente uma segurança que está tudo bem. Não importa o problema, não importa a marola da superfície ou a onda de 100 metros. você sente seguro é quase a sensação que você sente e ela não te abandona independente do problema é quase como se sabe um dia que sei lá aconteceu uma coisa maravilhosa você esperava muito por exemplo sei lá por exemplo o dia que o seu primeiro namorado primeiro namorado beijou o meu primeiro beijo qualquer coisa assim pode ser qualquer coisa ou sei lá ganhou na mega cena olhou na conta bancária tem umas 50 milhões da conta lá bonitinho 5 e 10 para você Pode chover, pode ter trânsito, pode bater o carro. Tudo pode ser inconveniente, mas a gente trabalha. Se alguém olha para você e diz que você está estressado, que você não está bem, se é no dia em que você está mal, tem que ter percebido que é estressado no trânsito, estressadinho, estressado, estressado. E no outro dia em que você está mal, dá uma fechada, se alguma briga. Você percebe essa segurança, como se você tivesse ganhado uma negação econômica. E você vive assim sempre, sempre. É uma vida mesmo. Eu amaria que as pessoas pudessem ter essa experiência, né? Porque é muito... Os seus formadores, de fato. Muda tudo, né? Muda tudo os relacionamentos. Muda tudo. É muito bacana isso. E é possível. É tão bem. Eu vou te falar... E é possível isso. É possível pra todo mundo. Pode ficar tranquilo que não vai acontecer com você também.
Fernando, nós temos sete minutos antes de continuar. Algumas pessoas aqui estão dizendo que eu não estou prestando atenção em você. E, na verdade, eu estou monitorando aqui uma tabela do lado de Facebook e YouTube, olhando as perguntas aqui e anotando. Esse é o papel de todo entrevistador na TV mesmo. Você está ali, mas está ouvindo o ponto. Então, eu estou aqui ouvindo, prestando muito bem atenção no que você está falando. E me veio uma mensagem muito forte do Caibalion. que é um livro espetacular e a mensagem, a principal mensagem para mim é a que diz que quando o ouvido está pronto, a mensagem chega. Isso não significa que ao ouvir a primeira vez, essa mensagem vai levar a experiência, como você disse, levar a experiência. Então sente quando vive, e não só quando fica imaginando. Então, você realmente com a sua fala, você me tocou a ponto de, pera lá, vamos fazer esse negócio direito. Então, agora meu ouvido tá pronto.
Que bom!
Muitas mensagens, mas agora chegou. Eu espero também que tenha chegado aqui para mais pessoas. E antes de passar para as suas conclusões finais, já fiz aqui meu agradecimento ao público, eu preciso atender uma mãe que está aqui, aflita, e como eu sei que tem outras mães, então vamos lá. Deixa eu ver se eu encontro... Existe algum protocolo de meditação para as crianças? Ela explica na quarentena que as crianças estão dando mais trabalho.
Sim, então, no mesmo intuito que a gente acabou criando um programa de meditação para crianças também, mas aplicado em escola. Então, o que a gente fez? Um programa de Mindfulnour, de atenção plena, feito pra criança, e claro que tem um impacto no professor, no coordenador, porque a gente entende que todo mundo precisa, quando ocorrer a volta às aulas, o negócio do sistema depende de um lugar, mas assim, a instabilidade já tá muito grande, né? Todo mundo passou por momentos muito difíceis de não saber lidar, né? Com ansiedade, o que vai acontecer, né? Todas essas coisas. Então, a gente criou um programa pra ser aplicado em sala de aula, nas escolas, um programa também totalmente científico, totalmente embasado em ciência, feito para o ambiente escolar. Porque a gente entende que, para as crianças, o melhor lugar de elas aprenderem é realmente na escola. Eu sou e o teu filho, você tem três filhos. Se você propuser algo pra eles, pra fazer em casa, depois o cara fica falando, pelo amor de Deus, todo dia na escola estudando. Agora você quer que eu faça mais coisas? Normalmente, eles têm uma certa resistência. Mas tu faz parte da escola, tá tudo bem, tá lá mesmo, tá lá, precisa, então funciona melhor. A gente tem um programa para isso sim, chama-se Programa Sou. Sou de alma, S-O-U-L. Se você é mãe, o que eu sugiro que você faça é que você converse, pode entrar no site do Programa Sou. E aí, você pode conversar com a escola e pedir pra gente colocar. Eu não quero ficar falando daquilo. Parece que eu tô fazendo um comercial, inclusive. Eu tô tendo síntese no irmão. A campanha é superlegal, gente. As escolas que aderirem, cada escola pode escolher duas escolas públicas que a gente vai doar. Então, cada escola particular que aderir, a gente doa pra duas escolas públicas escolherem. É uma maneira de a gente criar um programa social. E as escolas que aderirem, os pais das crianças vão mudar um programa de meditação que a gente tem. Então, um programa de equilíbrio emocional. Então, é uma forma de a gente cuidar dos pais também, que a gente sabe que os pais estão muito vulneráveis. Então, cuida da escola, do aluno, cuida do professor, cuida do coordenador. Faz uma ação social, triplica, né? Pra mais duas outras escolas públicas. Cada uma, a particular que compra, a gente doa pra duas. E, ao mesmo tempo, a gente atende os pais com o programa de equilíbrio emocional. Então, é uma maneira que a gente encontrou também pra procurar estar fazendo algo de positivo nessa história, né? Então, o próprio programa de meditação, 70%, o equivalente a 70% da receita, a gente doa também. Então é meio que, a gente tem o nosso braço social, né, uma maneira de a gente ajudar, da nossa contribuição, que a gente entende que é super necessário.
Claro. Nesses últimos dois minutos, Fernando, a Daniela Serrão pergunta lá pelo YouTube, pede pra você repetir o site, então, para o curso de meditação, e já vou pedir pra você fazer só a sua inclusão final.
Claro. Então, o protocolo de meditação, o site é protocolodemeditacão, né? Ou protocolomeditacão.com.br. Esse é o protocolo que a gente vai ter uma turma começando agora dia 4 de julho, uma turma começando. O programa de meditação para as escolas, que trabalha, tem um programa socioemocional e tem um problema mais voltado para mindfulness, para meditação, para atenção plena, chama programasoul.com.br. Programa Sou e o outro Protocolo de Meditação. Então, são as duas. Algumas das ações que a gente tem, a gente tem outras também que a gente faz. Mas sempre a gente tem uma... E.
Qualquer dúvida, gente, procurem arroba fernandogabas ou no Life Matters também.
Nosso Instagram, eu não tenho, o pessoal nem tem. Na verdade, eu tenho, mas não usei. É mais o Life Matters BR, né, que está escrito aqui na bio.
Isso. Fernanda, você falou que uma coisa muito importante com a meditação, a gente se sente seguro e é isso que nós estamos mais aflitos, mais sedentos, mais famintos por essa segurança nesse momento tão inseguro. Então, para quem está chegando agora, meditação, sim, é possível.
É possível. É possível para todo mundo. Não é esse bicho de sete cabeças de falar, não, eu não consigo, não é para mim. É possível para todo mundo. É importante que a pessoa experiencie várias práticas pela Prodê, decidir até o que acaba funcionando melhor para ela, porque não existe o one size fits all, que é um tamanho que serve para todos. Não é assim, as pessoas são diferentes, têm momentos diferentes na vida, então é importante ela conhecer tudo isso. Eu recomendo que a pessoa comece com uma disciplina de fazer um curso, começo, meio e fim, porque é mais fácil andar nos estilos do que simplesmente testar aleatório, um pouco de você se maturar na academia e fazer um programa. Não é contratar lá alguém e falar, te ajuda você a desenvolver essa motivação se você tá começando. Isso acaba tendo bastante efeito positivo. Vale demais a pena. Transforma a experiência de vida de dentro pra fora, que é o que a gente precisa.
Perfeito. Fernando Gabas, muito obrigada pelo seu tempo.
Eu que agradeço, Fernanda. Eu gostei que você compartilhou conosco. Um prazer, Fernanda. Meu, enorme, muito obrigado. Obrigado pelo bate-papo. Fazemos mais vezes, se você quiser. Vai ser um prazer.
Até breve. Tchau, tchau, Fernanda.
Até breve. Tchau, tchau. Obrigado. Tchau, tchau.
Enquanto o Instagram não derruba aqui a nossa live, eu quero agradecer a cada um de vocês que esteve conosco na nossa última uma hora. Espero que vocês estejam saindo melhor do que entraram. Fernando compartilhou uma série de benefícios da meditação e confirmou sim que existe a meditação certa para cada pessoa. Inclusive para.
More from GHION.AI

O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








