Isabela reflects on learning to set boundaries when life keeps demanding more. She shares how therapy and a medical leave helped her recognize her limits after losing her job.
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Tive então aquela pane, né, vamos chamar assim como apagão, e aí começa os 45 do segundo tempo da Isabela. Porque eu considero até o diagnóstico uma vida, e que aparentemente era muito interessante, porque eu tava na principal emissora de comunicação. Com certeza, uma vitória. Eu como especialista em comunicação descobri que eu não estava me comunicando comigo. Então ali começa o segundo tempo da Isabela. Você faz isso com terapia ou você começa a detectar isso com reflexão? Não, com terapia, com muita terapia. Mas pra chegar nesse ponto, eu fui... Eu saí de licença médica, voltei, fui dispensada no mesmo dia. E aí começa uma sensação, assim, muito estranha de... Emissão, você tá falando? É. É horrível. Só quem passa por isso que sabe como é. Mesmo a gente tendo... Saúde? Não, a gente sendo boa, a gente começa a achar que não é tanto, independente de qualquer coisa. Por isso que eu gosto muito de dizer, bom, até aqui, tá, pra você que tá nos assistindo, duas coisas. Você pode estar sentindo vários sinais e sintomas achando que são normais. Sabe? Deigendometriose. Tudo que seu corpo está te falando, ele quer te dizer algo. Dor é mensagem. Sílvia, dor é mensagem.