Alexandra Loras discusses racial issues in Brazil and her work as a consultant in organizational change. The conversation explores how elegance and intelligence intersect with her approach to systemic problems in Brazilian organizations.
Croação ou pão de queijo?
Ai, ai, ai. Definitivamente pão de queijo agora.
Agora, adorei. Alexandra Lohás trocou a França pelo Brasil e conhece o país melhor do que muitos brasileiros.
Eu acho isso um absurdo, uma coisa tão violenta, tão assim chocante de nunca ver outras negras e outros negros na elite nos espaços de poder desse país, que tem uma maioria de negros. de 114 milhões de pessoas negras no Brasil, que consomem 1,7 trilhões de reais por ano, que são a maioria, mas que são tratados como minorias e que até mesmo quando você olha para o governo, o congresso, o senado, tem menos de 1% de negros.
Mesmo encontrando um país diferente do que pensava.
No mundo inteiro o Brasil tem esse pedigree de ser um país miscigenado, da democracia racial. Então se fala fora do Brasil que está tudo resolvido, que aqui não existe preconceito. E para mim é o país mais racista do mundo, o Brasil.
A ex-consulesa da França ganhou espaço, respeito e hoje desperta o melhor das mulheres como consultora em mudança organizacional.
Tentando resgatar a autoestima delas e trabalhando esse empoderamento sutil através de ferramentas que, assim, todos podem nos ajudar a revelar a melhor versão de nós mesmas.
Alexandra Lohas, neste sábado, às 9 da manhã, no Onha Talks.