As 9 leis da vida - Entrevista com Marcel Scalcko | Izabella Camargo

Izabella Camargo interviews Marcel Scalcko about nine laws of life, exploring movement, presence, truth, and how to accept life's inevitable challenges. The conversation centers on personal growth through understanding these principles.
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Olá, olá, muito boa noite. Bem-vindo, bem-vinda a mais uma entrevista aqui pelo meu espaço. Hoje é quarta-feira, nove de dezembro, sete horas três minutos. Eu estou três minutinhas atrasada para essa prosa, mas eu garanto que ela será muito boa. Eu trarei aqui o Marcel Scalco. Ele, por muitos anos, desenvolveu as nove leis da vida. Vocês sabem quais são as nove leis da vida? Eu e o Marcel nos conhecemos... Oi Vini, Vinicius Bueno, repórter esportivo incrível lá da Band, que bom saber que você tá aqui, você vai gostar da prosa. Marcel também já vi que já está por aqui. Marcel, você me enviando a solicitação, já vamos dividir tela. Eu conheci o Marcel em um podcast no Zen Club, e eu fiquei impressionada realmente sobre as nove leis da vida, porque são leis, são situações que por mais que você evite, resista, fuja, uma hora você vai sentir os efeitos dessas leis. Então, muito melhor reconhecê-las, muito melhor saber quais são elas para você poupar dor, poupar sofrimento, não é? Então, é por isso que essa nossa prosa que vai durar 50 minutos será super importante, não é, Marcel?
Claro que sim. Boa noite, Isabela. Tudo bem?
Eu tô ótima. E você?
Muito bem. Hoje eu tô com um pouquinho menos de luz, tô num hotel, tô com poucos recursos, mas acho que tá dando pra mim enxergar, né?
Já ia te falar que eu adorei esse cenário, essa composição, essa luz amarelada tá combinando com a minha blusa.
Então tá bom. Então seguimos assim. Então seguimos assim.
Marcel, antes de você se apresentar e a gente realmente seguir a nossa prosa, Eu quero primeiro agradecer quem já está aqui pelo tempo e confiança. Ao escolher estar aqui, você está escolhendo não fazer outras coisas. E esse é um assunto que eu garanto pra você que é de utilidade pública, é relevante demais. Para que a gente compartilhe então essa informação com mais pessoas, envie corações aqui do lado, que assim o Instagram vai entender que esse assunto é relevante e aí essa nossa entrevista vai chegar a mais perfis. Se vocês tiverem alguém no coração que vocês gostam muito, enviem aqui esse aviãozinho, como se fosse um aviãozinho de papel, duas pessoas já, nós já vamos ficar felizes, né Marcelo? Porque o que nós queremos é semear boas informações, não é querido?
É isso mesmo, o que a gente quer é que mais e mais pessoas conheçam conteúdos de qualidade e possam experimentar uma vida mais feliz, mais abundante. É para isso que nós seguimos, Isabela, a serviço da vida, que é a nona lei da vida, inclusive.
Você que está aqui, eu já vou de cara perguntar para o Marcel quais são as nove leis da vida, mas antes, Marcel, na sua página do Instagram, recomendo muito para quem está aqui nos acompanhando, Marcel Scalco, o nome do Marcel também está aqui em cima, vocês devem estar vendo, é para aparecer, se não me avisem que eu coloco. Lá na sua descrição, Você diz, guia pessoas inconformadas com a sua realidade atual a uma vida leve e realizadora.
É isso que eu venho fazendo há 24 anos.
Há 24 anos você então guia pessoas inconformadas com a realidade. Por que você seguiu esse caminho?
Porque Isabela, tu, eu, e mais milhares de pessoas de bom coração com habilidades para encaminhar outras pessoas para uma vida melhor, vou assim dizer, não somos nada se o nosso ouvinte, se o nosso leitor, se o nosso treinando, se o nosso mentorado não estiver inconformado com a sua realidade atual. Infelizmente, nós só contribuímos para as pessoas quando o status quo, quando a realidade atual da vida das pessoas está tão desconfortável, tão doída, tão sofrida, a ponto da pessoa se inconformar. Porque enquanto a pessoa está conformada, o teu livro, maravilhoso, A minha fala, maravilhosa, não ecoarão na alma dessas pessoas. Então esse é o ponto de partida. As pessoas têm que estar inconformadas com a sua realidade atual. E depois, bom, aí eu sou um guia. Por que um guia, querida Isabela? Porque eu não sei o que é o melhor para a vida da pessoa. Porque eu não posso dizer para uma pessoa o que é o certo, o que é o errado. O que eu posso é compartilhar a minha experiência de vida, todos os meus estudos ao longo de 30 anos no Brasil, nos Estados Unidos e na Alemanha, e dizer para as pessoas, por aqui vai ter esta e aquela consequência. E por aqui vai ter aquela outra consequência. E aí a pessoa escolhe. Resumindo, seguindo as nove leis da vida, uma vida leve e realizadora. Contrariando as nove leis da vida, uma vida pesada e de poucas realizações. Bom, e aí as pessoas escolhem. Respondi?
Perfeitamente. Aliás, eu estava contando no início que nos conhecemos em um podcast do Zen Club. E esses encontros, gente, eles são tão especiais como vocês que estão nos encontrando aqui numa noite de quarta-feira. Quem diria que nós teríamos essa possibilidade há pouco tempo? Então, se você chegou até aqui, provavelmente algo vai servir, algo vai nutrir os seus pensamentos, isso eu garanto, aqui nós vamos nutrir as suas ideias e não inflamar. E Marcel, desde a primeira vez eu não tinha ainda me dado conta disso, sobre o estar inconformado. Aqui teve um rapaz, deixa eu ver se eu acho, aqui, é normal ser inconformado? E aí então, antes da gente falar das nove leis da vida, há 24 anos você então guia pessoas inconformadas, Quando nós estamos conformados, significa que eu já sei que tem algo ruim, mas não tenho coragem de mudar, tenho medo de mudar, porque eu não sei o que vai acontecer. Qual a diferença entre estarem conformado e conformada?
A pessoa conformada, ela não acredita mais que a sua vida pode ser diferente. ela se submete ao que está experimentando. Eu estou infeliz no meu casamento, mas é assim mesmo. Eu estou infeliz com a minha saúde física, mas é assim mesmo. Eu estou infeliz com a minha carreira, com a minha empresa, com o meu emprego, mas é assim mesmo. E ela contenta-se, portanto, em viver a mesma vida daqui até o fim dos seus dias. Numa linguagem mais simples, ela sobrevive. Numa linguagem mais tosca, mas que para muitos faz sentido, e para mim que sou gaúcho faz muito sentido, ela tira pra boia. Uma pessoa conformada obtém da vida o suficiente para se alimentar, o suficiente para manter-se viva. Estas pessoas, infelizmente, não conseguimos ajudá-las. Para essas pessoas, Isabela, a lei da vida, vida é dor, vai ter que atuar um pouquinho mais ou muito mais, até que a dor seja tão insuportável que a pessoa erga a mão e diga, Isabela, me ajuda. Marcel, me ajuda. Porque para a extrema maioria das pessoas, Isabela, infelizmente o movimento só se dá depois de muita, muita dor.
E a dor, na minha opinião, Marcel, ela é uma mensageira. Ela está trazendo um recado para te dizer, volta. Você está indo por um caminho que está dando ruim. Então é preciso chegar com a dor para que você se reequilibre. Mas aí, meu querido amigo Marcel, adorei a história do sobrevive. Com a experiência com a síndrome de burnout, eu também gosto muito de usar essa expressão. Ou você vive ou sobrevive. Uma escolha. Você tem um caminho, ou ficar então vivendo aquilo que você já conhece tá ruim, ou experimentar o novo Na maior parte das vezes vai trazer muitos aprendizados e muita evolução pessoal Mas é o medo que impede você sair dessa... Aliás, é zona de conforto o conformismo?
O conformismo? parte, sim, da zona de conforto, do aquário, ou, como eu prefiro dizer, de uma fantasia de que nós possamos viver sem dor. E aqui dor vamos ampliar um pouquinho. Dor física, dor emocional, desconforto, medo, tristeza e raiva. Podemos colocar outros componentes aqui. Vou simplificar ainda mais, Isabela, da fantasia de que possa haver vida sem coisas ruins. Você diz assim, sem coisas ruins. Porque está ruim aqui, mas para onde eu vou é ruim também. Está ruim no meu casamento, mas ficar solteira é ruim também. Está ruim gordinha, ou como diria um gaúcho, eu vou falar dos gaúchos, gordota, mas caminhar na ester, fazer musculação, comer menos doce, comer mais verdura é ruim também. Está ruim. no meu emprego. Já falei do emprego antes, né? Está ruim no meu casamento. Não, falei do casamento. Está ruim no meu emprego, mas empreender é ruim também. Então esta fala é muito simples e muito singela. Queridos ouvintes, queridos assistentes, o ruim, a dor, o medo, a raiva, a angústia, o ruim é um componente da vida. O que nos resta é escolher o ruim, que nos leva para o mais, e abrirmos mão do ruim que nos leva para o menos. É simples. O ruim vai estar presente na nossa vida. Então, respondendo a tua pergunta e te passando, porque eu gosto do ping-pong, o que justifica a pessoa ficar conforme É que ela está esperando o momento que não vai ter ruim para ela fazer o movimento. E como esse momento nunca chega, ela fica conforme a situação atual. Paralisada, inerte, estagnada. No ruim. No ruim.
Adorei.
No ruim.
Agora eu entendi porque você guia pessoas inconformadas com a sua realidade. E é muito interessante, né, Marcel, porque uma parte da viagem a gente faz sozinho e tem uma outra parte que é bom quando você tá acompanhado. E quando você tem um guia, quando você tem alguém que já estudou as possibilidades, já experimentou muitos tombos, Isso não significa que você não vai tomar os seus, mas significa que você terá um guia realmente que já estudou. É como um guia de viagem. Por que você segue um guia de turismo? Porque ele já passou por aqueles caminhos. Ele já visitou aquelas esculturas, aqueles cenários, não é? E assim é na vida. Então, fantástico, Marcel. Agora sim, nós vamos conseguir entrar então nas nove leis da vida. Eu fiquei muito impactada quando você começou a explicar, e agora eu abro então o tempo totalmente pra você, que as nove leis da vida são ideias que por mais que eu resista, em algum momento eu sentirei as consequências dela. Então, vamos lá?
Vamos lá, vamos lá.
Por que são nove, né? Por que não dez?
Poderiam ser mais, poderiam ser menos, mas eu cheguei num número que eu acho que é o suficiente para nós nos guiarmos por elas. E porque para mim, Isabela, é um renascimento. E se nós somos gerados, gestados em nove meses, nós podemos renascer a partir de nove leis também. sabe que as leis elas não têm por si só um conteúdo inovador, as leis de alguma forma já estão até nos ditados populares, as leis estão noutras narrativas de outras abordagens e teorias, mas eu acho que a minha A minha sorte ou a minha bênção ou a minha habilidade foi em observar a imperatividade, a obrigatoriedade, a inexorabilidade, a inevitabilidade, a inegociabilidade das leis, que é por onde tu me convidou por começar. Quando nós entendemos que as leis não são uma tese do Marcel, As leis não são uma construção humana, as leis transcendem. A mente, que inclusivemente, depois se der tempo a gente fala disso, as leis simplesmente estão postas pela natureza, por Deus, pelo universo, pela essência da vida, pela suprema luz divina. Eu não sei e também não me encarrego de estudar isso. Elas simplesmente acontecem e quando eu vejo que eu sou pequenininho diante delas, isso é poderoso e por isso tu ficaste surpreendida, Isabela. Por isso que eu descrevi as leis sempre, as nove, com duas palavras. Vida é. Vida é, vida é, vida é, vida é, vida é, vida é, vida é. E é. E é. E o que a gente quer dizer com isso? Se o Marcel concorda ou não com as nove leis da vida, elas atuam. Se a Isabela acha justa ou injusta as leis da vida, elas atuam. Se o Joãozinho acha feia as nove leis da vida, elas atuam. Se a Maiazinha acha muito complicada as leis da vida, elas atuam. E isso é extremamente impactante e é revelador e também abre uma espécie de portal quando nós entendemos isso. Tu queres me perguntar algo ou posso te ilustrar?
Quero já te agradecer e repetir. Eu gosto muito de repetir certas frases porque a gente para em uma e depois perde até o restante. Nove leis da vida é isso, você gostando ou não, Você batendo o pezinho, a partir de agora ou não, elas podem já até estar atuando na sua vida.
Elas já estão, Isabela. Elas já estão. Elas já estão. Deixa eu ilustrar.
Perdão. A Queiroz Olindina está perguntando se a live ficará gravada. Sim, lindeza. Ficará aqui, no Instagram do Marcel, se ele quiser. No YouTube também, Isabela Camargo Real, tá? Seja bem-vinda.
No meu também, se não ficar hoje, a gente baixa e posta amanhã, tá? Muito bem. A melhor ilustração para isso é, sem dúvida nenhuma, a lei da gravidade, que é uma lei da natureza. Aqui está a lei da gravidade, aqui estão as nove leis da vida. Na lei da gravidade, um gênio chamado Isaac Newton não a inventou, a observou e a descreveu. Nas nove leis da vida, um cidadão comum chamado Marcelo Scalco não as inventou, as observou e as descreveu. Portanto, se Isaac Newton não inventou, ela está aí, ela está posta. Se eu, Marcelo Scalco, que estou aqui nesse hotel no Rio de Janeiro, não concordo com a lei da natureza, da gravidade, que as nove leis da vida também são leis da natureza, mas se eu não concordo com a lei da gravidade me jogar daqui, a pergunta que eu faço e já eu mesmo respondo é, ela deixa de atuar? Absolutamente não. Ah, mas o Marcel é uma boa pessoa. Mas ele contrariou a lei da gravidade, porque é uma lei da natureza, ela atua. Ah, mas o Marcel é pai de família. É, mas ele contraiu a lei da gravidade e a lei da gravidade vai atuar sobre o Marcel. Mas o Marcel vai treinar milhares de pessoas e libertar milhares de almas para a plenitude a partir das nove leis da vida. É, mas ele desrespeitou a lei da gravidade. Mas o Marcel amanhã de manhã tem um compromisso sério aqui no Rio de Janeiro. É, mas ele vai morrer. Porque ele desrespeitou a lei da gravidade. É assim. As leis da natureza elas não olham a cor dos nossos olhos, elas não olham a nossa conta bancária e nem as nossas boas intenções, elas são cegas e elas atuam.
Perfeito. Então são nove leis que você observou e organizou, ou seja, você não inventou. Para você que está chegando agora, estou conversando com o Marcel Scalco, que vai nos falar sobre as nove leis da vida. Nove leis que são da natureza e elas não deixam ou nem não deixarão de atuar mesmo você não gostando delas ou não acreditando nelas. Vamos nessa, Marcel? Quais são?
Vamos nessa. É muito louco isso. Quando eu falo as nove leis da vida, as pessoas ficam ansiosas. Quais são? E eu vou falar daqui a três minutos, Isabela. Porque antes, antes, para que faça mais sentido para as pessoas, eu preciso explicar que as nove leis somadas, elas formam algo como o fluxo da vida. As nove leis indicam um sentido, um rumo, um norte da vida. Mas para ficar mais tangível ainda para as pessoas, este fluxo da vida é o rio da vida. E todos nós, querendo ou não querendo, gostando ou não gostando, achando justo ou não achando justo, estamos dentro desse rio. Acabou! São forças da vida que estão aqui, invisíveis, como a lei da gravidade. E ele aponta uma direção. Em desconhecendo as leis da vida, Ou, mesmo que conhecendo, discordando das leis da vida, nós tendemos a atenção. Agora vem o ponto que é o ponto da virada, o ponto da inflexão. Onde a ficha cai é onde o download é feito. Nós desconhecendo as leis da vida ou não nos submetendo-nos às leis da vida, nós nadamos contra o rio da vida. Nós nadamos contra a correnteza e agora vamos direto à realidade de quem nos assiste. Nadando contra a correnteza, eu nado, nado, nado e não tenho tanto resultado quanto eu imaginava. Caiu a ficha para 30% da audiência. Eu nado, nado, nado e tenho muita dor e pouco resultado. Mais 30% da audiência. Eu nado, nado, nado e não tenho leveza e paz na minha vida, 40% da audiência. Resumindo, quanto é a correnteza Eu faço muito esforço e tenho pouco resultado. Eu me canso rápido e não vou muito longe. E parece, parece, parece, parece, parece, parece, Isabela, que a vida está contra mim. Mas nunca a vida está contra mim. Nunca o rio da vida está contra mim. A vida, o rio da vida, Deus, as leis da natureza estão me mostrando o caminho. Eu é que estou contra a correnteza, eu é que quero que a vida seja do jeito que eu, na minha ilha da fantasia, na minha mente que mente idealizei. A vida não é um conto de fadas, a vida não é um filme da Disney, a vida não é o que tá aqui dentro, a vida simplesmente é. que esta é a lei magna, que até poderia ser a décima lei, mas é a lei magna, é a lei superior. A vida simplesmente é, ela não pensa, ah, o Marcelo quer ir para a direita, não. Ele diz, Marcelo, é para a esquerda. Ah, mas eu gosto mais, Marcelo, é para a esquerda. Ah, mas eu estou morrendo, Marcelo, é para a esquerda. Mas eu estou com câncer, Marcelo, é para a esquerda. Mas eu não estou ganhando, Marcelo, é para a esquerda. É simples, é para a esquerda. Então, quando nós tomamos conhecimento das nove leis da vida, que vai ser daqui a 30 segundos. E quando nós nos submetemos a ela, agora vem o mais bonito. Presta atenção. Olhem para mim, Isabela. Olha aqui. O rio da vida e eu. Olha o sofrimento. Olha a dor. Olha a paralisia. Agora pensa o seguinte. O rio da vida e eu. Toda força que eu usava contra o rio da vida ou contra as leis da vida, eu não uso mais contra nada. E toda força da vida e toda força do rio da vida e fluxo da vida está a meu favor. Então eu não só não anulo forças, como eu somo forças. E aí eu me sinto leve. Mundo interno, paz, amor, contentamento. E eu realizo pra caramba. Por quê? Porque eu tô no fluxo da vida. Deu. Agora as nove leis, se tu não quiser me perguntar mais alguma coisa ou se tu achar que nós já estamos prontos, eu sigo.
Eu acho que estamos prontos. Algumas pessoas não estão prontas e pode ser que nem fiquem. Não tem problema, tudo no seu tempo.
Então vamos lá. São nove leis e Eu as ensino numa imersão de três longos dias. Só digo isso para pedir a compreensão de todos que eu vou trazer o essencial das nove leis da vida nos 22 minutos que me restam de acordo com o nosso combinado. Então vamos lá. Vida é movimento. Essa lei eu vou me deter um pouquinho mais. Por quê? Porque nós precisamos entender que foi num movimento que tudo aconteceu na nossa vida. Mas isso eu vou deixar para daqui a 30 segundos, porque antes eu quero dar um conjunto de frases ilustrativas para quem nos assiste. Vida é movimento, movimento é energia, energia é força e força é poder. À medida que eu me movimento eu aqueço o meu corpo e gera energia. À medida que uma hidrelétrica se movimenta ela gera energia. E quando tem energia tem força. Tanta força que move qualquer aparelho doméstico. Ou a energia que eu gero com o movimento me move. Quando eu tenho movimento, energia e força, eu tenho poder. Quando eu falo poder, Isabel, as pessoas pensam, mas eu não quero ser poderoso. Quer sim, quer sim. Tu pode não querer ser autoridade, tu pode não querer ser famoso, mas tu quer poder ganhar mais dinheiro. Tu quer poder emagrecer. Tu quer poder dormir melhor. Tu quer poder arrumar um bom homem. Tu quer poder arrumar uma boa mulher. Tu quer poder viajar pelo mundo. Ou seja, a gente quer poder muitas coisas. Então todos que querem poder mais precisam colocar-se em movimento. Quando a gente vê um corpo estendido no chão, a primeira coisa que a gente procura é o pulso ou a jugular. E o que a gente procura lá? Um movimento. Porque na ausência de movimento há morte. Nós, quanto mais nos movimentamos, mais caminhamos para a vida. Quanto mais ficamos na inércia, mais caminhamos para a morte. Ou seja, ficamos mortos, vivos ou sobrevivos. Quem é quem sobrevive? E por que o movimento? Porque foi no movimento que o meu pai virou o seu rosto e encontrou os olhos da minha mãe. E foi num movimento que ele caminhou até ela, e quando ele chegou perto dela, ela num movimento olhou para ele. E ele num movimento estendeu a mão, e nos movimentos labiais ele disse, tu me darias o prazer desta contadança? E foi num movimento dos lábios da minha mãe, que ela disse sim, e em movimento eles caminharam até o centro do salão, e em movimento eles dançaram, e em movimento meu pai pediu a mão da minha mãe em casamento, e o meu avô disse sim, e em movimento meu pai entrou na igreja, e em movimento minha mãe recebeu ele, e em movimento eles trocaram alianças, em movimentos, mais especificamente os movimentos pélvicos, eles me conceberam. Em movimento o espermatozoide do meu pai encontrou o óvulo da minha mãe, em movimento eles se fundiram, eu tive a vida, em movimento o meu óvulo agora já é um ovo fecundado, se é o útero da minha mãe, Em movimento a minha mãe me nuteu com seu sangue durante toda a gravidez. Em movimento eu me encaixei no canal do parto. Em movimento dos ossos da bacia da minha mãe o mundo se abriu pra mim, mesmo que ela corresse o risco de morrer. Em movimento eu passei pelo canal do parto. Um médico me recebeu e em movimento me colocou no seio da minha mãe. E em movimento eu sorvi a vida pelo leite da minha mãe. E de movimento em movimento nós chegamos até aqui. Por isso que esta é a primeira lei da vida. E quem está nos ouvindo, Isabela, está chocado. Porque tem pessoas que se percebem nitidamente paradas na vida. Esta é a primeira lei da vida.
Antes disso, quero trazer aqui uma experiência que pode ser que também contribua com o que outras pessoas aqui estão escrevendo. Eu aprendi nos últimos anos que todas as vezes em que resistimos ao movimento, não adianta. De novo, é a lei da vida.
É a lei da vida.
Resistir ao movimento natural que ou está te aparecendo naturalmente ou você tá querendo esconder, uma hora você vai ter que se movimentar e eu sempre recomendo, faça isso com saúde. Não espere se movimentar com problema de saúde. Isso vale para empregos, eu estou falando aqui especificamente. Não tenha medo de se movimentar, buscar algo que seja melhor pra você, mesmo no contexto em que estamos, nem vou entrar nesse quesito, mas é melhor você tentar do que ficar na inércia sabendo que você vai ter que se movimentar, com saúde ou não Pronto, Marcel. Manda bala. Segunda lei.
Vida é presença. Até que nem uma novidade. Todo mundo já sabe que o futuro não existe e o passado é um museu. Ponto. Aonde que o Marcel foi abençoado? em compreender que querendo ou não querendo, porque são as três da vida, nós vamos estar presentes. E é aqui que eu quero ficar e eu vou contar apenas uma história. Só uma história. Uma história minha. Eu tenho a história do marido traído, eu tenho a história do pai do traficante de drogas, mas eu vou contar só a minha história. Todo mundo sabe que não existe outro tempo a não ser o agora. Mas ninguém diz que querendo ou não querendo tu vai estar no presente. Não tem jeito. A vida, as leis da vida te trarão para o presente. Isabela, em 2004, eu era um importante consultor da Petrobras. Eu fazia treinamentos de dois dias e ganhava 12 mil reais. Em 2004, essa é a realidade, eu não tô contando isso para me vangloriar, muito pelo contrário, para mostrar o que a ausência, que é o contrário de presença, faz da nossa vida. Então eu me preocupava em fazer os treinamentos, entregar e fechar cada vez mais negócios, e eu não geria a minha empresa, eu não estava inteiro, eu não estava presente como gestor da minha empresa. Eu olhava para os relatórios econômicos e financeiros, mas eu não via. A gerente financeira me falava, mas eu não ouvia, porque eu não estava presente. O dia que eu olhei atentamente, Isabela, como que eu não estava presente? O meu corpo estava olhando para os relatórios e a minha mente estava nos novos negócios. É simples. O corpo está sempre no presente. A mente é que voa para o passado ou para o futuro, para o outro ou para o ego, resumindo. O dia que eu vi a realidade, Isabela, eu entendi. Entendi que a minha empresa estava quebrada, absolutamente quebrada. E naquele instante... Eu pergunto, a minha mente pensava noutras coisas? A minha mente estava noutro lugar que não aonde o meu corpo estava? A vida me trouxe por presente a força. Ou seja, ou tu está presente na vida da tua mulher, ou algo que vai acontecer na tua vida vai te trazer por presente. Ou tu está presente nos teus filhos, na vida dos teus filhos, ou algo que vai acontecer para os teus filhos vai te trazer por presente. Ou tu está presente na tua saúde física ou algo que vai acontecer com a tua saúde física vai te trazer para o presente. O que eu queria sublinhar é que ou tu vem para o presente por todos os mecanismos possíveis, e meditação é só um deles, terapia é outro, ou a vida vai te trazer. E toda vez que as leis da vida atuam, elas atuam te impondo algumas consequências complicadas. Vida é verdade. Não de dizer a verdade, mas acessar a verdade interna. Nós somos 5% consciente e 95% inconsciente. De forma que nós somos, que os nossos atos, que as nossas atitudes, que as nossas escolhas são tomadas 95% das vezes por uma coisa que está além do que está aqui. Ou seja, eu sou refém do meu mundo interno, eu vivo no piloto automático. E se tu não acessar o teu mundo interno, de novo, por opção, por escolha, por bem, tu vai acessar com dor, com sofrimento, com exigência e assim por diante. A lei da vida, a vida é verdade, quer dizer o seguinte, tu precisa buscar mecanismos de expansão de consciência, porque tu vens sendo dominado pelo teu inconsciente. Quem em sua consciência, olha o que eu vou dizer, andaria em uma estrada a 180 km horais, ele sabe que vai ser multado, ele sabe que ele está colocando a vida dele em risco, mas ele não consegue. Quem em sua consciência começa a fumar, eu não estou criticando os fumantes, Não, não tô. Longe disso. Quem essa consciência começa a fumar?
Ninguém.
Ele sabe as consequências. E por que começa? Porque ele é dominado pelas verdades interiores que ele não acessa. Então ele vai dar uma desculpa. Ah, pra ser amigo dos amigos. Mas não é essa a verdade. É uma causa mais profunda que ele não acessou. Então nós somos inconscientes. Nós somos pilotados, atenção, pelos nossos pensamentos automáticos e pelos nossos sentimentos ocultos. A gente é uma maionete, um fantoche ou um carrinho de controle remoto. do nosso sistema psicoemocional. A gente não faz escolhas conscientes, porque se conscientes fôssemos, não penaremos tanto na vida como penamos.
Perfeito. Mesmo se você quiser tomar um golinho d'água, eu sempre vou dar uma arrematadinha para você tomar um golinho d'água. Mesmo se você quiser fugir da verdade, fugir das consequências do que você faz, uma hora a verdade vem. Tudo, tudo, tudo.
Não tem. Uma hora a verdade vem.
Quarta lei, Marcel.
À medida que nós vamos para a verdade, nós vamos expandir a consciência e vamos compreender que nós somos conectados com o mundo. Nós somos conectados com a natureza e o Covid está aí para provar isso. Nós somos conectados com a nossa raça, com o chão que a gente nasce e nós somos conectados com a nossa família. O essencial, pelo tempo que eu tenho, é dizer que o que nós somos, nós herdamos das nossas conexões. Eu herdo as dores da minha raça, eu herdo os medos da minha família, eu herdo as tristezas do meu país, eu herdo os anseios, ou melhor, as ansiedades do útero da minha mãe, eu herdo as dores do parto, isso cola em mim e muito do que eu sou hoje foi me entregue. foi me injetado, pra usar uma palavra bem tangível, até os sete anos de idade. Ou seja, isso serve pra dizer o seguinte, não se cobre tanto, não se exija tanto, seja mais amoroso e gentil consigo mesmo. Porque tu não tens tanto livre arbítrio quanto te fizeram acreditar que tu tens. Tu tem dentro do rio da vida. Numa margem estreita. Então, quando nós olhamos para isso, a frase que eu usei para definir essa lei foi, nós somos determinados. Essa é a quarta. Nós somos determinados. E quando a gente entende que a gente é determinado, a gente fica em paz. E aí, a partir daí, nós podemos determinar. Porque enquanto tu te revolta com quem tu és, tu perde tempo nadando contra a correnteza, e aí tu não consegue determinar a vida dos teus filhos, dos teus clientes, porque em alguma medida nós determinamos a vida destes. E aí quando nós compreendemos as nossas conexões, Isabela, a gente se depara, a partir de agora, as duas leis mais difíceis. Disparado, vida é dor. E aqui eu vou dizer bem simples. Vida é dor, e devemos saber o que é dor, porque a dor é uma mensageira, como tu bem disseste. Se nós não tivéssemos a dor física, nós morríamos eletrocutados e não tiraríamos o dedo da tomada. Se nós não tivéssemos a dor da alma, nós repetiríamos o que nos leva para o menos e não mudaríamos os nossos comportamentos. A dor é uma mensageira. Qual é a dificuldade das pessoas? É que elas querem anular a dor. E quando elas querem anular a dor, elas usam de todos os mecanismos possíveis, que eu denominei, de anestésicos para não sentir a dor. Então, as pessoas bebem demais, elas comem demais, elas buscam uma beleza inatingível, elas dormem demais, elas assistem televisão demais e tudo que é demais é anestésico pra tu não passar pela dor. Resumindo, e as pessoas que estão me ouvindo e eu tenho um minuto pra falar dessa lei vão dizer, mas Marcel, como que eu vou cumprir a lei da vida? Vida é dor, dor dói. Pois é. Mas não tem como não cumprir. Eu quero dar um exemplo. Eu tô falando de dores inevitáveis, meus queridos. Meu pai morreu, minha mãe morreu, meu pai morreu, pronto. Cara, não tem como não sentir a dor da perda. Mas as pessoas conseguem, neste tempo em que nós vivemos, suprimir a dor da perda. Elas saem no meio do velório e vão dar uma olhadinha nos negócios. E no outro dia elas vão trabalhar quando elas tinham que estar fazendo o luto profundo. É desse tipo de dor que eu estou falando. É a dor de desligar um colaborador que tu considera como ser humano mas que não entrega o que precisava entregar. É a dor de dizer não para um filho mesmo tendo dinheiro na carteira porque esse filho já recebeu demais e isso vai enfraquecê-lo. A vida é cheia de dores, é a dor de fazer musculação e transformar as nossas carnes em músculo, para não sofrer a dor de deixar que as nossas carnes, com respeito que eu devo às meninas que estão aqui, que ficam mais ofendidas, em pelanca. Ou é a dor de fazer músculo, ou é a dor de fazer pelanca, porque vida é dor. Tu escolhe a dor que te leva pro menos, ou a dor que te leva pro mais. E pra ajudarmos a passar pela dor, tem a próxima lei, que é vida é concordância. Essa, anotem aí, anotem aí. A mais difícil, a mais penosa, Porque vida é dor, é mais tangível um pouco, mas concordar com tudo que foi, como foi e quando foi, é uma tortura para as pessoas. Concordar com tudo que foi, como foi e quando foi, as pessoas passam anos em treinamento conosco até que, pá, agora consegui. Por quê? Como eu vou concordar com a morte do meu pai quando eu tinha cinco anos de idade? E tem que concordar. Como que eu vou concordar com o meu fracasso? E tem que concordar. Como que eu vou concordar que eu nasci sem um braço? Como que eu vou concordar com o câncer? E tem que concordar.
Eu, como você disse no início, não aceitar é nadar contra a correnteza. Mais uma vez. É isso.
É isso.
É claro que na hora, gente, da perda, a dor é muito violenta Eu já perdi muita coisa, inclusive o emprego que eu mais amava Falo isso com muito carinho só pra dizer que sim, na hora dói Na verdade foram dois anos de muita dor Agora é que eu começo a olhar para o episódio com muito estado de graça e entendendo que, bom Era pra acontecer aquilo. Eu não parei por bem, como você disse. Eu não me movimentei por bem, não é? Então, todas as leis chegam aqui na Vida é Concordância. Marcel, antes da gente passar pra sétima, eu quero só revisar, porque tem muitas pessoas aqui perguntando, perdi a dois, perdi a três.
Vou revisar, vou revisar.
Vamos lá.
Vida é movimento. Vida é presença. Vida é verdade, vida é conexão, vida é dor e vida é concordância. Para fechar a vida é concordância, lembre-se, tu discordar não muda a realidade. só fica de costas pra tua vida e olhando pro passado. E a tua vida tá nas tuas costas acontecendo. E quando tu concorda, que significa não desejar que aquilo não tivesse acontecido, compreender que aquilo não podia ter sido diferente, tu te volta pra tua vida e a vida te impulsiona. E aí tu vai conseguir então cumprir a próxima lei da vida, que é vida é conclusão. A vida é feita de ciclos. E quando nós não concluímos ciclos, eles geram um vácuo. E na natureza, o vácuo não é feito, ele captura algo pra dentro dele mesmo. E quem que é capturado diante dos ciclos não concluídos? Cursos começados e não concluídos, namoros que a gente sai a francesa e não conclui, ou casamento que a gente termina, mas não termina, fica cheio de mágoas. Quem que vai ser capturado para os ciclos não concluídos? Nós mesmos, aqui somos nós. É uma espécie de desentupidor de pia, é uma espécie de buraco negro, para quem entende disso, ou, ou, ou, aspirador de pó. Agora imagina muitos ciclos não concluídos nas minhas costas. Eles me sugam e eu não consigo avançar. Então se eu não saio bem de um casamento eu não consigo entrar no outro casamento. Se eu não concluo a perda de um emprego é difícil eu entrar no outro. Se eu não concluo um regime, é difícil concluir outro. Olha a maluquice que é isso. Eu preciso concluir os ciclos, senão eu sou sugado para dentro destes ciclos. Como que se conclui ciclo? Com concordância ou com ação. Aí volta duas leis. Ou com movimento ou com concordância. Aí eu fecho. Por exemplo, eu não concluí uma faculdade. Eu concordo que eu não concluí, fico em paz e sigo ou vou lá e concluo a faculdade. Fechei o ciclo. Bora. Próxima lei da vida, vida semeadura. Vai dar tempo, hein? Agora tá em cima, Isabela. Vamos lá. Aqui você planta, aqui você colhe, mas o essencial disso é compreender que a gente só tem o poder de semear. A colheta a Deus pertence. E as pessoas invertem isso. Elas sofrem com a coleta, elas se inconformam com a coleta e abandonam a semeadura. Então as pessoas ficam traumatizadas com seus resultados, vou usar uma linguagem mais popular, e aí começam a não vale a pena muito semear. E aqui vem o problema. E aí as pessoas passam a querer apenas desfrutar da vida. E quando a gente deve reservar no início da vida, no meio da vida, muita semeadora, algum desfrute, porque faz parte, porque ali adiante germinam todas as sementes que nós jogamos ao longo da vida e o desfrute vai ser abundante. É bem fácil, as pessoas tiram tiram da semeadura para o desfrute e aí começam a exaurir a sua própria lavoura. Simples e direto. O lavoureiro, o agricultor que simplesmente plantar, plantar, plantar e não reinvestir, fertilizar, adubar, corrigir o pH do solo, ele vai exaurir o solo. Então nós temos que estar sempre semeando, semeando, semeando e nos Rendermos a colheita. Rendermos a colheita. Eu preciso ilustrar. Eu plantei no dia certo, com a semente certa, na hora certa, com o fertilizante certo, com o adubo certo e irriguei na hora certa. Vem uma nuvem de gafanhoto e come toda a minha lavoura. Eu tenho que estar em paz internamente. Cara, eu fiz tudo que estava ao meu alcance e agora o que eu posso fazer? Eu vou no banco renegociar minhas dívidas. É assim. Vida semeadura, aqui se planta, no coração se riga e na vida se colhe. As imagens que eu tenho aqui dentro, banhada das minhas emoções, geram realidade. Essa é a oitava lei. E a última vida é servidão. Da vida nós somos servos. Todos aqui estamos para servir. E a mensagem que eu deixo para quem nos ouve é, tu acorda todo dia para ganhar dinheiro ou para servir? Quem acorda para ganhar dinheiro vai ganhar dinheiro. bem pouquinho. Quem acorda para servir vai se sentir nutrido, cheio, pleno, íntegro e, ao natural, vai ganhar mais dinheiro. Mas não vai dar tanta importância para isso. E quando não dá tanta importância para isso, ganha ainda mais dinheiro. Todos estamos servindo a vida, querendo ou não. A minha ilustração final eu vou passar para ti, querido Isabel. Tu, quando um cliente te chama para um trabalho, diz uau, mais um que eu vou ajudar a ter uma vida melhor, tu diz uau, mais uma venda que eu vou fazer. Se a primeira coisa que tu imagina é mais dinheiro, tu não tá a serviço da vida. Se a primeira coisa que tu imagina ao acordar pela manhã, ao ser chamada por um cliente, ou quando o cliente entra pela porta da tua loja, Uau, mais uma pessoa pra eu servir, tu tá a serviço da vida. E aí tu nunca mais vai dizer, eu tenho tudo, mas falta algo. E tu nunca mais vai dizer, tá tudo bem, mas eu sinto um vazio. Esta é a nona lei da vida.
Marcel Scalco, que aula? Que aula! Muitas pessoas perguntaram se a live ficará gravada. Sim! Aqui no meu Instagram, no Instagram do Marcelo Scalco. O nome dele está aqui embaixo, gente. Marcelo Scalco. Está aqui embaixo, está aqui em cima na descrição. Está no botão que vem dessa live, não é? Isso. Marcelo é mentor e treinador comportamental e... Há 24 anos guia pessoas inconformadas para uma vida que vale a pena ser vivida. Querido Marcel, por conta do tempo eu não poderei continuar contigo, mas faremos agora a live reversa, tá? Você me convida e eu faço no seu.
Tá combinado. Tu me manda a tua data e eu me adequo. Será uma alegria. Isabela, muito obrigado pelo teu carinho. Muito obrigado pela tua recepção. Um forte abraço a todos. Um grande beijo, querida. Até a próxima.
Antes de datear, só uma coisa. Para quem nos acompanhou até aqui, é só lembrando que tudo que o Marcel compartilhou, ele explica em três dias. Então aqui foi o resumo do resumo do resumo, não é? E com muito carinho. Eu agradeço profundamente o seu tempo e a sua confiança. Nesses últimos 53 minutos, você conheceu Você ouviu falar sobre a fantasia do nosso conformismo, das horas de conforto, e como é importante a gente, então, sair dessa ilusão e começar a pensar nas nove leis da vida já. Elas são naturais e, se você não aceitá-las, estará nadando contra a corrente. Marcel, que todos que passaram aqui comecem a seguir você e conte comigo. Até breve.
Igualmente, um forte abraço querido a ti e aos nossos assistentes, à nossa audiência. Um beijo. Tchau, tchau.
É impressionante como, quando a coisa é boa, o tempo passa muito rápido. Eu nunca vi uma live passar tão rápida, juro por Deus. 54 minutos que passaram assim. Eu nem vi, sabe? Eu me despeço de vocês. Às 8 horas eu volto com mais um conteúdo. Dessa vez eu fui convidada pelo Maurício Patrocínio. Então, encerro aqui rapidinho agradecendo o seu tempo e confiança e daqui a alguns minutos eu estarei...
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








