Atualização de identidade

A video about an identity update. No details are available about what changed, who created it, or what the update covers.
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Olá, olá, boa tarde! Bem-vindo, bem-vinda! Vamos falar hoje sobre atualização de identidade. Sim, vou almoçar com vocês e falarei sobre atualização de identidade. Por que será que a gente atualiza os documentos de tempos em tempos? Será que a gente só muda fora ou também muda dentro? Temos muito para trocar nesta hora do almoço, sexta-feira, 13 de novembro. Aliás, é uma sexta-feira 13, e aí muitas pessoas vão falar: nossa, hoje é um dia assim, hoje é o dia assado, hoje é um dia importante, especial, como todos os outros, não é, gente? Para quem está aqui no Resiliência Humana, meu nome é Isabela Camargo, nas redes sociais estou como Isabela Camargo Real. Eu estou fazendo essa live por um telefone aqui no Resiliência e também por outro aqui a minha rede. Alguém está me dizendo que está viciada na minha live. Sonhadora Adri, obrigada! Você só vê em mim o que tem dentro de você, Sonhadora Adri. Então vamos em frente. Vejam, para quem está aqui no Resiliência, eu sou jornalista, né, não me conhece, eu sou jornalista, comunicadora, 23 anos, trabalhei na SBT, na Band, na Globo, e hoje eu falo sobre saúde emocional, mental, prevenção de doenças ocupacionais E também como viver um tempo de qualidade a partir deste livro que eu lancei, é best-seller há um tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Mas Isabela, falar de limite não é uma coisa muito ruim? Não, porque só os limites garantem a liberdade. Só quando você consegue organizar a sua agenda é que você vai Perceber as opções ou as oportunidades de ter tempo livre. É muito curioso porque quando eu falo de tempo livre muitas pessoas me questionam o que é tempo livre, não é? Luiz Marcos Roberto, aqui é o frentista! Oi, querido! Lembro muito de você ali do posto da Marginal Pinheiros, que bom! Bem, por que o horário do almoço? Tá, antes de eu aqui engatar o nosso tema. Porque nós nutrimos as nossas ideias assim como nós nutrimos o nosso corpo com o que comemos. Então as informações que eu deixo entrar por aqui, por aqui, e que eu memorizo aqui são tão importantes quanto o que eu coloco por aqui. Então eu preciso lembrar, a partir do que eu estou escolhendo, filtrando, consumindo, se eu estou me nutrindo ou me inflamando, tá? Então por isso, hora do almoço. Tem alguém almoçando já comigo, preparando o almoço também? Espero que vocês então nutram as ideias de vocês nesta próxima hora. Deixa os comentários ligados porque eu preciso falar o que vocês querem ouvir, não é, Fabi Paiva? Eu preciso falar o que vocês querem ouvir. E deixo também um convite para que vocês coloquem mais corações aqui ao lado, tá? Neia tá almoçando? Bom almoço! Sandra preparando? Que bom! Coloque bastante energia positiva para você, intenção, não é? Para você nutrir o seu corpo e as suas ideias. Porque eu peço para vocês colocarem corações aqui ao lado, porque assim a internet, o Instagram, vai entender que esse assunto é relevante. E se esse assunto é importante para vocês, ele também pode ser para mais pessoas. Então corações aqui para nós, se quiserem, se sentirem, né, no coração que esse assunto pode ser especificamente importante para alguém que vocês conhecem. Aqui tem uma setinha como se fosse um aviãozinho de papel, né? Envie então para quem vocês sentirem que vale a pena, que está precisando atualizar a identidade. Então vamos lá, o que é atualizar a identidade? É você reconhecer que hoje você é uma pessoa diferente de ontem, de um ano atrás, de 10 anos, 20, 30 anos. A origem de muita depressão, de muita ansiedade e, sobretudo, muita frustração é quando a gente quer fazer uma agenda hoje com as características do passado. Por exemplo, quando eu tinha 20 anos, eu podia dormir pouco, E no dia seguinte eu estaria trabalhando normalmente, né? Inclusive tiraria sarro, né? "Nossa, eu dormi super pouco, mas ó, tô aqui." Quem nunca, não é? Só que hoje, um pouquinho depois dos meus 20 anos, eu não posso mais fazer isso, porque o tempo de recuperação das células é outro, o nosso metabolismo é outro, não é? Quem aqui já não ouviu: "Ai, o meu metabolismo tá mais lento, meu metabolismo tá devagar"? Enfim, tudo isso tem a ver com o nosso avançar de calendários. E tá tudo certo, ainda bem, porque o passar dos anos, o envelhecimento, não é concedido a todos, né? Aqueles que perdem a vida violentamente, ou num acidente, ou a partir de um diagnóstico, Essas pessoas não têm o benefício do envelhecimento. Então eu fico muito triste quando eu vejo alguém me dizer: "Ah, eu não quero envelhecer, não quero ter rugas, não quero ter manchas na pele." Então você não quer viver. Simples assim. Se você não quer ter rugas, se você não quer aceitar que você está envelhecendo, então você não quer aceitar, você não quer viver. E tudo bem, tá? Sem julgamento aqui, não estou para julgar absolutamente ninguém. Estou aqui apenas para lembrar que nós precisamos nos dar um tempo, precisamos encontrar limite neste mundo sem limites, inclusive de ideias equivocadas, de crenças que não servem mais. Então nós precisamos atualizar a nossa identidade inclusive relacionado às nossas crenças, tá? Tem alguém me perguntando aqui que livro é esse. Esse é um best-seller, graças a Deus, graças a vocês que já se abriram para um tempo de qualidade. Um livro que tem 150 entrevistas. Parece grosso, gente, mas os capítulos são curtos, são dinâmicos, e o tempo flui lindamente. São 150 pessoas que marcam o nosso tempo. Cortella, Karnal, Monjacom, Clóvis de Barros, Maestro João Carlos Martins, Maurício de Souza e muitos médicos que eu entrevistei para me explicar, para poder dizer para vocês porque estamos tão viciados na internet, porque estamos tão insatisfeitos com o tempo e assim por diante. O livro está à venda no resilienciaumana.com.br com dedicatória. Está à venda em outras plataformas? Sim, mas com dedicatória para eu poder colocar um recadinho especial mais carinho, só no resilienciaumana.com.br, tá? E eu fico muito feliz quando vocês se abrem para viver um tempo de qualidade, porque vocês estão escolhendo colocar mais vida no tempo de vocês. O que vocês querem? Mais tempo na vida de vocês ou mais vida no tempo de vocês? O que que eu quero dizer com isso? Olha como a gente precisa realmente alinhar nossas ideias. A turma quer viver mais, mas não quer envelhecer, né? Ai, eu quero chegar aos 100 anos. Sério? Para quê? E por quê? Ah, não, porque eu tenho muitos projetos, né? O Maestro João Carlos Martins, inclusive, ele me fala no livro, ele tem planos mil. Fernanda Montenegro também, Maurício de Souza também. Grandes figuras que marcam o nosso tempo, que admiramos e nos inspiramos, e que já poderiam ter parado, como outras pessoas param quando entram na aposentadoria, não é? De acordo com as crenças do passado, né? Uma pessoa que passou dos 70, ah, ela pode parar. Se ela está colocando o seu dom a serviço do mundo, por que ela vai parar? Não é? Então Quando eu ouço pessoas dizendo que não querem envelhecer, mais uma vez, não querem então viver. As rugas, as manchas, tudo isso faz parte da nossa história. E se você então, mais uma vez, nega a sua história, você está negando a sua biografia. Isso não tem nada a ver com não se cuidar. Claro que todos precisamos cuidar desta nossa casa que nos é emprestada, não é? Mas Precisamos cuidar fora e cuidar dentro. Por isso que eu tô aqui na hora do almoço com vocês, para procurar com informações nutrir, opa, nutrir as ideias de vocês. Ai, que lindo! Adoro quando eu pergunto e vocês interagem, né? O que que vocês querem, mais tempo na vida ou mais vida no tempo? Sim, o que significa mais vida no tempo, Isabela? Bom, tempo livre Saber quando o tempo é dinheiro, saber reconhecer em que momento do dia você é mais produtivo. De novo, isso vai ter que passar pela atualização de identidade. Já que vai ter que sair, a live ficará gravada aqui no Resiliência Humana e na minha página Isabela Camargo Real. Tá bom? Então muitas pessoas querem viver mais anos e como? Com que qualidade de vida? Não é, Lóris? Então, para ter um futuro que eu me orgulhe, que seja realmente como eu desejo, eu preciso ter consciência das consequências das minhas ações hoje. Por isso que a atualização de identidade é fundamental. Ah, Isabela, repete? Repito. Para que eu consiga colocar mais vida no meu tempo, para que eu viva tudo isso que eu quero viver, eu preciso pensar, preciso ter consciência das consequências das minhas ações hoje e não fazer uma agenda hoje com as características do passado. Spigariol, vai ter que sair? Tudo bem, no seu tempo. Ficará gravada, será um privilégio ter você aqui de volta. Então eu preciso atualizar a minha identidade. Então vamos começar? Nós já estamos aqui com quase 500 corações em sintonia, né, com o tempo de qualidade. Então, qual a forma prática para o controle emocional? Se conhecendo. Sem o autoconhecimento, vocês continuarão no autoengano. E aí você, claro que deve procurar uma, um especialista, uma especialista, se você receber a indicação de um remédio É porque os seus neurônios precisam e isso é tão digno quanto tomar um remédio para dor de estômago, para uma dor muscular, tá? Agora, só isso não basta. Tem muitas pessoas que vão buscar na farmácia a solução para problemas e dores que não serão tratadas com remédio. O remédio acaba sendo um paliativo. O remédio é quando você terceiriza a responsabilidade também do que você precisa fazer, não é, Rafa? Então veja, mais uma vez, não estou falando para não tomar remédio. Estou dizendo que mesmo com a recomendação de um remédio, você vai precisar passar por uma faxina existencial. Essa faxina existencial começa por uma faxina digital, uma faxina por quem você segue, quais grupos você faz parte, porque você vai ter que eliminar os ladrões de tempo. Estou trazendo aqui muitos conceitos que estão aqui no livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Para quem ainda não me conhece aqui no Resiliência Humana, meu nome é Isabela Camargo Real. Tá escrito aqui em cima, não tá, gente? Se vocês puderem me responder, senão eu preciso colocar aqui fixo no comentário, tá? Então aqui em cima deve estar escrito nosso tema de hoje: atualização de identidade. Meu nome: Isabela Camargo Real. Muito bem, Edilene, ama faxina, ótimo, mas tem gente que não gosta de fazer faxina, tem gente que não gosta nem de organizar a gaveta. Você acha que vai querer organizar a vida, organizar as ideias? Não tá aparecendo? Ô gente, então deixa só um segundo aqui, ó, deixa eu colocar só o meu nome, senão vocês não saberão quem sou eu. E uma notícia de verdade precisa de fonte. Isabela Camargo Real. Pronto, então tá aqui fixado o comentário. Então eu estou abrindo aqui várias janelas sobre vários assuntos, que eu tô vendo os comentários de vocês, e de novo, eu preciso falar o que vocês querem ouvir. Mas para quem está preso no passado, com excesso de passado e tem um diagnóstico de depressão, a atualização de identidade. Para quem está com algum transtorno relacionado à ansiedade, a atualização de identidade. Para quem está estressado, atualização de identidade. Luiza tá pedindo para desativar os comentários. Luiza, eu não posso, porque senão eu não vejo os comentários de vocês e eu preciso falar exatamente o que vocês querem ouvir. Eu vou mudando aqui, sabe? Eu vou mudando o encaminhamento para que realmente faça sentido para vocês que estão escolhendo estar aqui. Isso faz parte da atualização de identidade, é quando você tem consciência das consequências das suas escolhas. Isabelle, como é que eu vou escolher bem? Se conhecendo. Só tem um caminho para você viver um tempo de qualidade: se conhecendo bem, para você escolher bem, não é? Então, eu falo aqui no livro a partir da Doutora Ana Beatriz, vocês devem conhecer: depressão é excesso de passado, ansiedade excesso de futuro e estresse excesso de presente. É quando a gente cai em outra cilada, em outra crença, que podemos ser multitarefa, Podemos ou até devemos ser multitask para fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Pura ilusão, tá, gente? Pura ilusão. Você perde energia e perde tempo. Jaque Duraz: "Como fazer para se conhecer?" Muito bem. Primeira coisa: aceitar que você precisa de ajuda. É, e Deuvan tá perguntando se meu livro é um livro de autoajuda. Depende do que você entende por autoajuda, Deuvan. Esse é um livro baseado em pesquisas, 150 entrevistas de pessoas que marcam o nosso tempo e que viveram ou vivem problemas como nós. Só que aqui na abertura eu explico para quem é esse livro. Esse livro é para quem está sentindo que o tempo está passando muito rápido ou muito devagar. Esse livro é para quem está vivendo alguma doença do tempo, depressão, ansiedade. Este livro é para quem respeita o tempo do outro, dá passagem na escada quando alguém está correndo, você abre caminho na rua quando uma ambulância está se aproximando, ou seja, é para quem está consciente do tempo que está vivendo, mas no final eu digo: se ajudar, que mal tem? Então vai depender da sua classificação do que é autoajuda, e autoajuda é autoconhecimento, não é? Gilberlândio José da Silva: mostra o livro. Tá aqui, dá um tempo. Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Lancei esse livro em agosto, é bestseller, e eu fico feliz demais por sentir que mais pessoas estão se abrindo para o autoconhecimento, que nada mais é, gente, do que humildade e flexibilidade para aceitar que, assim como nos estimularam a aprender matemática, português, história, Cada um aqui deve ter a sua carreira, precisou estudar bastante. Eu estou incentivando vocês a se conhecerem. Não quer se conhecer? Não quer entrar no autoconhecimento? Não tem problema. Mas você vai ter que assumir que você vai continuar se enganando. Você vai ter que assumir que você vai buscar suas soluções nas farmácias. E às vezes a gente busca fora o que tem dentro. Porque estamos intolerantes ao silêncio, intolerantes às pausas e intolerantes às mudanças. Ah, Isabela, agora você falou o que eu tô pensando. Então, mudança gera estresse, muitas mudanças geram mais estresse. No início deste ano, todos nós vivemos um luto coletivo chamado isolamento. Todo mundo perdeu o direito de ir e vir. E até hoje tem muita gente que ainda não sai de casa. Eu preciso sair porque eu trabalho na Rádio Bandeirantes. Vou de máscara, tudo mais, não é? Mas muitas pessoas não podem. Então, esta perda do livre-arbítrio nos deixou muito estressados. O medo de pegar o COVID nos deixou muito estressados. O medo de não conseguir pagar as contas, para aqueles que não tinham uma reserva financeira, causou muito estresse. E aí, conforme os meses foram passando, a gente foi se adaptando e o medo foi reduzindo. Então, às vezes eu fico vendo aqui os comentários, dá vontade de parar tudo que eu tô falando para mudar o assunto, mas não dá. Então, essas mudanças que nós tivemos que pensar e agir Nem todos fizeram. Muitos até hoje ainda estão reclamando do que aconteceu. É claro que é um momento muito triste, de muitas perdas humanas, mas nós não podemos fazer nada em relação a isso, a não ser cuidar do nosso corpo, da nossa imunidade e fazer a nossa proteção. Sinto muito por todos aqueles que estão aqui e que perderam alguém da família, alguém muito próximo. Eu perdi, eu sei. Eu sinto a dor que vocês sentem, mas como é que nós podemos então sentir menos medo, Rose? Como é que nós podemos sentir menos estresse? Nos preparando. Porque imprevisto é uma coisa, imprudência é outra. Imprevisto é quando algo acontece e eu não faço ideia, como aconteceu com o COVID. Agora, imprudência é sair na rua sem máscara e sem tomar as os cuidados adequados. Então, se eu tenho essa informação do que eu preciso fazer para me prevenir, eu reduzo o meu medo. Então, não é que ele vai deixar de existir, mas ele não vai me paralisar. Isso serve para tudo. "Ah, Isabela, eu tenho medo de não dar conta do trabalho." Bom, mas o que que eu preciso fazer no trabalho? Tal tal coisa. O que de pior pode acontecer? Tal tal coisa. Ah, então o que você pode fazer para que o pior não aconteça? Tal tal coisa. Pronto, tem um caminho. Se eu vou seguir este caminho ou não, outra decisão, outra escolha. De novo, humildade e flexibilidade para tentar, para experimentar. Mas quando nós nos recusamos a atualizar a nossa identidade, tema aqui do nosso almoço, eu vivo em frustração, porque eu vivo querendo realizar uma agenda com as características do passado, especialmente com a saúde, com as células do passado. Outro dia eu tava num evento, mais de 5 mil profissionais do sangue, que cuidam, né, da hematologia e tudo mais. E aí eu perguntei, né, eu falei assim: gente, é verdade que nós, quando nós dormimos, nossas células já são diferentes de quando acordamos? Sim, nossas células mudam entre o bom dia e o boa noite. O que isso significa, Isabela? Que nós vamos mudando Todos os dias, todas as semanas, todos os anos, não só fisicamente, mas também intelectualmente. E ainda bem, porque aquele que não muda não se movimenta, ele está paralisado, ele está ignorando os movimentos da vida. Isso é muito importante lembrar aqui para quem está parado no tempo, parado em alguma situação do passado, parado em algo que não gostou, parado em alguma situação em que você se sentiu, eu até anotei aqui, ignorado, humilhado, rejeitado, meus amores, você está recusando a vida, você está recusando o movimento da vida. Se você se sentiu ignorado, humilhado, rejeitado em algum momento do passado, tudo isso veio para te ensinar algo, veio para te chacoalhar de um estado de ilusão, de um estado de piloto automático, E aí você precisa tomar uma decisão: vou continuar me sentindo humilhado, rejeitado, ignorado, ou vou me movimentar? Mas, Isabela, eu ainda não consigo. Tudo bem, no seu tempo. Mas só o fato de você considerar a mudança, eu já fico feliz. E o que que tá precisando para você mudar? O que que tá precisando para você atualizar sua identidade? O que tá faltando para você se conhecer, como muitos aqui me perguntaram? Decidir. Humildade e flexibilidade. Pode ser que você não encontre coisas lindas e fofinhas apenas. Pode ser que você encontre suas sombras. Pode ser que você encontre situações muito difíceis que você precisa rever, ressignificar, como vocês quiserem chamar. O ponto é Que se você não optar por esta mudança, nada vai acontecer e você vai continuar no lugar que você está, que pelo que me parece é de dor, é de sofrimento e é de frustração. Eu preciso atualizar a minha identidade, revendo o que hoje eu tenho. Então, passo a passo, eu diria assim: hoje qual a idade que eu tenho? X. Quantas horas eu preciso dormir hoje? X. Estou dormindo o que meu corpo precisa? Não. Por quê? Não estou me incluindo na agenda. Estou dizendo muito sim para os outros e muito não para mim. E aí é hora de inverter o jogo. É hora de você começar a treinar o não. E quem me conhece aqui na minha página, Isabela Camargo Real, sabe que eu treino o não, pelo menos sugiro para vocês treinarem o não todos os dias. Então você vai ter que inverter esse sim e esse não para você se incluir na agenda, para você reconhecer os seus limites, porque você já sabe que só eles garantem a liberdade. E você, além de então, a minha idade, Quantas horas eu preciso dormir? O que hoje me faz bem? Que tipo de alimento hoje nutre o meu corpo? Que tipo de informação nutre as minhas ideias? "Ah, Isabela, no passado eu nem pararia aqui pra te ouvir." Tudo bem. Se agora você está me ouvindo, é porque você está pronto pra ouvir. Tem uma frase que eu gosto muito do livro chamado Kybalion, conhecimento de 6.000 anos: "Quando o ouvido está pronto, a mensagem chega." É por isso que muitas pessoas acabam raspando lá na bolinha do Instagram e acabam ficando, porque estão prontos, porque já manifestaram uma ideia para o universo de mudança. Gente, mudar não é tão simples porque exige pensar, exige arriscar, exige trocar, exige substituir. Por isso que eu friso: humildade, flexibilidade. Para viver um tempo de qualidade. Eu sei que até rima, né, mas é bom que você vai lembrar: humildade e flexibilidade para viver um tempo de qualidade. Mais um elemento para atualização de identidade, para quem tá aí anotando: quem eu sou, o que eu preciso para o meu autocuidado. O que é autocuidado, Isabela? Aquilo que só você pode fazer por você. É o seu tempo de sono, é o seu tempo de banho, é o seu tempo de escovação de dente, é o seu tempo de terapia, é o seu tempo de exercício físico, atividade física, é o tempo que você precisa se incluir na agenda para dar conta do restante da agenda. "Ai, Isabela, que legal!" Sim, eu fico muito incomodada quando eu vejo pessoas por aí, né, vendendo ideias por aí. Não, porque você precisa fazer uma lista do que é prioridade, do que é importante, do que é— Eu falo: tá, e aonde tá o essencial? E o essencial é você. Se você não se incluir na agenda, você não vai dar conta do restante. E aí o que é importante, o que é urgente, o que sei lá o quê, não vai acontecer. E aí o que vai acontecer com certeza? Frustração. Quando você faz uma agenda grande demais e não se coloca nela, frustração na certa. "Ai, Isabela, como você é pessimista!" Pelo contrário, eu sou muito realista e só posso falar tudo isso que estou falando pra vocês porque eu vivi uma experiência com a síndrome de burnout quando trabalhava na Rede Globo. Eu trabalhava muito, em um horário que me fazia mal, e tudo isso me levou ao esgotamento profissional. Nossa, outra rima! Então, depois do que eu vivi, do que eu me recuperei, do que eu busquei como jornalista, tenho uma responsabilidade tremenda de transmitir aquilo que funciona para mim e pode funcionar para você. E tudo está aqui neste livro, Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Um livro em que eu pesquisei por quase 3 anos e entrevistei 150 pessoas que marcam o nosso tempo. Médicos que explicam por que estamos viciados na internet, especialistas do sono para explicar porque estamos tão estressados, tão reativos, tão tristes, tão ansiosos, tão angustiados. Tem também uma turma maravilhosa que marca o nosso tempo, que é o Cortella, que faz o prefácio, Karnal, Monja Coen, Padre Fábio de Mello, Fernanda Montenegro, enfim, uma turma maravilhosa que explica como viveram seus desafios com os novos tempos e vivem ainda, tá? É um livro que eu ofereço para você com muito carinho e que no Resiliência Humana, essa página que vocês estão aqui, né, para quem tá na minha página um beijo. resilienciaumana.com.br. Esse livro eu consigo enviar para casa de vocês com uma dedicatória, com um pouquinho mais de carinho. Além de tudo que eu pretendo aqui, o que que eu pretendo neste livro e nessa live? Nutrir as ideias de vocês, porque a gente tá vivendo em mantras cotidianos muito ruins, com vieses muito negativos, e que só inflamam nossas ideias. E se as ideias, se os nossos pensamentos fazem parte da oficina da ação, eu preciso saber muito bem o que eu coloco nessa oficina, não é? Porque se eu só estiver colocando nessa oficina notícias ruins, negativas, mazelas do mundo todo, que a internet nos permite, A nossa oficina estará lotada de coisas inúteis, que é o que muitas pessoas se sentem ao final do dia, exaustas, com a sensação que não fizeram nada, embora tenham feito muita coisa. Esse dedinho aqui, ó, nervoso em feeds infinitos, telas infinitas, esgotam a bateria do nosso corpo que É como se fosse a bateria do telefone, estou falando do cérebro, tá? Então nós precisamos reavaliar quem somos, por que somos, por que estamos fazendo o que estamos fazendo e para quê. Além disso, olha, a Bia tá perguntando: tudo isso inclui pessoas? Sim. Então é assim, ó, tem um capítulo inteiro sobre atualização de identidade aqui. Eu tô tentando trazer algumas ideias para vocês. Quem eu sou hoje? Quais são as minhas condições de saúde hoje? Aí, antes, Isabela, eu gostava de jogar futebol. Hoje, como eu não posso jogar sempre, quando eu jogo me sinto mal. Então pronto, então o jogo de futebol não é mais essencial, ele se torna episódico. Ah, mas antes, Isabela, eu podia dormir poucas horas e eu trabalhava muito bem no dia seguinte. Sim, o seu metabolismo era outro, suas células eram outras e a sua recuperação de uma noite mal dormida era outra, tá? Ah, Isabela, antes eu gostava de assistir filme de terror, hoje eu não gosto mais. Pronto! Ah, Isabela, tem uma turma hoje que eu sigo no Instagram que quando eu vejo uma coisa eu sinto até mal. Sabe uma tecla? Deixar de seguir. Pronto, aperte mais. Uma outra tecla que vocês precisam apertar é para o administrador dos grupos que vocês estão incluídos, porque muitos grupos lá do passado hoje não fazem mais sentido, vocês não estão mais nem naquele assunto mais, naquela vibe, e aí por medo de dizer não para alguém, a gente fica num monte de grupo E de novo vai consumindo cérebro e tempo, porque a cada notificação que aparece no seu telefone é um pouquinho de energia e tempo que você está perdendo com coisas inúteis. Ah, Isabela, mas tem grupo que eu não posso sair. Gente, tudo que eu disse aqui é caminho do meio, tá? É como costumo dizer, mãos em prece, que quando a gente coloca mãos em prece, onde a gente tá colocando? No meio do nosso corpinho, no nosso eixo. Se eu fico muito para um lado, muito para outro, eu não estou buscando o equilíbrio, eu estou nos extremos, e todo extremo é ruim. Estamos vendo isso em várias áreas políticas e religiosas, não é? Ninguém é mais do que ninguém, nenhuma religião é superior à outra, nenhum partido é melhor que o outro. Enfim, caminho do meio. Tá? Então, se vocês estão em grupos que são úteis, que vocês trocam informações diárias, constantes, e que não irrita vocês, lindo! Agora, se vocês estão participando de grupos que não fazem mais parte da identidade de vocês, aperta com esse dedinho aqui, o mesmo que rola em feeds infinitos e faz vocês consumirem a bateria de vocês, aperta esse botão, manda uma mensagem para administradora e agradeça. Agradeça que foi ótimo, mas que por enquanto vocês vão ter que sair do grupo, mas logo vocês já voltam. Eu já fiz isso em grupo da família várias vezes. Família, ó, tô passando por um momento em que eu tô precisando dar uma desintoxicada, de informações e tal, ou estou me concentrando para um trabalho X, ou família, vou precisar sair do grupo por um tempo, já volto, tá? Amo vocês, ponto. Ah, Isabela, mas o que que vão pensar? Não sei, prefiro pensar em vocês. Eu sei que é difícil, eu sei que muitas pessoas têm medo, né, porque nossa, o que que vão pensar de mim, né, vão achar que eu tô me achando. Eu não sei o que vão achar. Prefiro pensar em cuidar de cada um de vocês que estão aqui escolhendo essa hora do almoço, nutrir as ideias de vocês comigo. Faz sentido o que eu tô dizendo, gente? Então, é fazer a sua atualização de identidade, passa por uma faxina existencial e ela passa por uma faxina digital. Depois você vai passar por outras faxinas materiais. Veja que a faxina emocional será a última, porque aí você estará mais firme para dizer: isso fica, isso sai, essa ideia permanece, essa ideia não faz mais parte do meu sistema. Quantas pessoas aqui já sonharam estar no lugar X para trabalhar e quando chegaram lá falaram: ah, é isso? Não acredito! O que que vão precisar? Rever essa ideia, né? Rever essa crença, rever esse desejo. Chegamos num ponto importante: ninguém nos ensina a perder, só nos ensinam a ganhar. Tem que ganhar mais, fazer mais, trabalhar mais, quanto mais amigos melhor, quanto mais tudo melhor. Não, porque nós temos limite. Mas Isabela, por que que quando eu era jovem eu tinha um monte de amigo e agora eu tenho poucos? Porque você é outra pessoa, hoje você faz coisas que quando você tinha 15 anos você não faz mais. O Ricardo Amorim fala no livro sobre essa inversão. Quando nós somos mais jovens temos menos oportunidade e mais tempo. Quando os aniversários vão passando temos menos tempo e mais responsabilidades. É por isso que você precisa treinar o seu não. Djalma, que tá sempre aqui me seguindo, já leu o livro, né, Djalma? Então você já aprendeu a treinar o não. Você precisa treinar o não. Também é algo que ninguém te ensina, porque o não você ouviu muitas vezes como sendo negativo. Não faz isso, não faça aquilo. Muito perto de uma fase da vida em que você teve que dizer muito sim para ser aceito, né, os grupinhos da escola, fazer parte do grupinho X, grupinho Y, aí você vai dizendo muito sim até para aquilo que você não quer, para aquilo que você não gosta. E aí a próxima fase é a fase em que você deveria equilibrar o sim e o não, mas você só diz sim com medo do que vão pensar, medo do desemprego, medo que se você disser não para o seu chefe ele vai te mandar embora, de novo um monte de medo que te paralisa. E de novo, se você recusa a mudança, você está recusando a vida. Sim, o nascer e o pôr do sol mostram isso para a gente. Imagina se o sol ao nascer ficasse lá e falasse assim: "Ai, acho que hoje não vou "Não vou embora não, tô triste, não quero me mexer." É mais ou menos isso. Quando nós estamos tristes, angustiados, vivendo qualquer fase que não tá legal, quanto mais resistência, mais tempo você vai perder, mais saúde você vai perder, né, ou menos saúde você vai ter. Enfim, precisamos estimular então o treino do não, A faxina digital para a faxina física, roupas que não servem mais, sapatos que antes você usava, mas agora as perninhas já começam a doer. Tudo isso, gente, não é ruim. Tudo isso significa que você está tendo o benefício do passar do tempo. E você pode olhar isso como uma coisa ruim ou uma coisa boa, como uma oportunidade. Quem ainda está muito ferido, quem se sentiu ignorado, humilhado, rejeitado no passado e por isso vive em profunda depressão, eu compreendo sua dor, eu já vivi momentos assim, momentos longos inclusive, né, até estranho falar momentos longos, vamos dizer fases, fases longas, e aí eu digo: o que é mais importante? A sua insatisfação do passado ou aceitação da mudança no presente? Será que aquela pessoa do passado que te desagradou, que te humilhou, que te rejeitou, é mais importante do que você? "Ai, mas por que tal pessoa fez isso? É uma injustiça!" Eu sei o que é sentir injustiça, mas aí você vai ter que escolher quem é mais importante: aquela pessoa que tá que você na verdade está prendendo, é você que prende ela, né, na sua vida, porque ela se fez, seguiu a vida, e você ainda está prendendo essa pessoa. E ao gastar energia para prender alguém, você não tem energia para tocar em frente. É como aquela música do Almir Sater que eu menciono aqui no livro Dá um Tempo, né: ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já sofri demais ou chorei demais, né? Quando as pessoas falam que gostam do meu sorriso, sabem que antes dele veio um período de muito choro. E faz parte, todo mundo vai passar por esses desafios. A diferença é quem passa e fica, aliás, quem vive e fica um desafio, ou quem vive e aprende e passa. Porque se você não aprender com o seu passado, com uma dor do passado, você tá sofrendo duas vezes. E gente, nós temos muita coisa para fazer e para aprender para ficar perdendo tempo com quem ou o que já foi. Pensem nisso. O— ai, acho que eu vou publicar essa foto dele hoje. Eu entrevistei também aqui no livro o Rafael Renzel. Lembram dele? O jornalista que sobreviveu à tragédia da Chapecoense e Anos depois, partiu com, se eu não me engano, um ataque do coração. Preciso até lembrar. E ele diz no livro dele, Viva Como Se Estivesse de Partida, que ou você gasta energia no problema ou gasta na solução. Eu sei que vocês já ouviram isso, eu sei que parece blá-blá-blá, mas as coisas mais simples são as mais eficientes. E por parecerem simples, a gente acha que não vão funcionar, né, e prefere ir lá na farmácia buscar uma caixinha, né, de qualquer coisa para tentar aliviar essa dor. Então a gente está buscando fora o que tem dentro. Então eu tô tentando trazer aqui várias ideias, pode parecer que uma coisa não está relacionada à outra, mas está. Renata Amara, lá na minha página, Isabela Camargo Real está dizendo: "Autoconhecimento é tudo." Sim! E para quem ainda torce o nariz: "Lá vem aquele papo de autoconhecimento..." Tudo bem! Continue no autoengano! Que quem está perdendo tempo é você, não eu! Eu sei que dói ouvir isso. Dói um monte de coisa, não é? Mas eu prefiro que você pare para pensar no que eu estou falando agora do que continue pensando o que você vem pensando e te deixando no lugar que você está. Eu vou voltar um pouquinho porque o nosso tempo já tá quase acabando, porque nós estamos falando sobre atualização de identidade, que passa por você validar hoje a sua biografia. Então beleza, então eu passei por tal, tal emprego Eu validei tal e tal característica, hoje eu sei quais são meus pontos fortes. Vocês são? Quais são? Vocês sabem quais são os pontos fortes de vocês? E os pontos fracos? Ai, que delícia! Um bom tema, né? Quais são seus pontos fracos? Você precisa saber quais são eles até para validar quais são seus pontos fortes. É a mesma coisa quando eu lembro, né, a turma que já me conhece aqui há muito tempo, que o intervalo entre a inspiração e a expiração é o que eu chamo de tempo e é o que nós temos de vida, porque o dia que nós não fizermos mais esse movimento significa morte e eu preciso lembrar da morte para viver a minha vida, para lembrar que meu tempo é finito dentro de um tempo que é infinito. Para quem tá chegando agora, diz que tá caindo aqui de paraquedas, quando o ouvido tá pronto a mensagem chega. Nós estamos falando sobre atualização de identidade, que é um movimento muito fundamental para você viver com satisfação e não frustração. Como é que é viver com frustração querendo fazer uma agenda com as características do passado e não com as características do presente? Então, é, obrigada por estar aqui, Gisele também. De quem é a frase do ouvido? Está no livro Caibalion, Gardênia, um livro que tem 6.000 anos de conhecimento. "Quando o ouvido está pronto, a mensagem chega." É claro que essa frase está dita com as minhas palavras, mas a ideia é essa: quando o ouvido está pronto, a mensagem chega. Não significa que vocês estão ouvindo pela primeira vez algo, mas significa que vocês podem ou não estar preparados para ouvir o que eu só estou sendo instrumento para dizer para vocês, não é? Afinal, eu entrevistei 150 pessoas, pesquisei muito para oferecer esse conteúdo pra vocês. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Eu preciso reconhecer quais são os meus limites hoje, atualizando a minha identidade hoje, para garantir a minha liberdade. Sim, só os limites garantem a liberdade. Só com uma agenda organizada e razoável, com buracos nela, para garantir o meu tempo livre. E eu sei que a gente vive num contexto em que tempo livre é coisa de preguiçoso, não é? Porque tempo é dinheiro. Ai, que crença, né, Isabela? Pois é, falo dela todos os dias. Tempo é dinheiro foi dita por Benjamin Franklin no século 17, numa época em que as fábricas substituíram o trabalho dos artesãos. Aquele trabalho que eles faziam a vida inteira era feito em um dia. Então naquele contexto o tempo era muito dinheiro. Hoje o tempo é dinheiro? Sim, mas não todo o tempo. A grande sabedoria hoje é você saber quando, quando o tempo é dinheiro. Se nós não respeitarmos os nossos limites físicos, mentais, emocionais, nós estamos Caminhando, nós estamos antecipando a nossa morte. Isso não sou eu que estou dizendo, tá, gente? São milhares de especialistas que me disseram no livro. Então tá lá com a fonte de todo mundo. Atualização de identidade é fundamental. Por que será que nós precisamos atualizar documentos, né? RG, carteira de motorista? Será que nós só mudamos fora ou nós Também mudamos dentro. Ideias mudam, gostos mudam, gente. O que vocês gostavam antes e hoje não gostam mais? Cheiro muda, perfume do passado que você não gosta mais hoje. Acorda, gente, desperta! Para de ficar resistindo às mudanças. Para de ficar resistindo às mudanças suas e das pessoas, porque assim como você muda, as pessoas com quem você convive também mudam. E às vezes a gente não aceita, né, a mudança de alguém, porque de repente você não mudou na mesma velocidade ou não mudou com o mesmo viés, né, para o mesmo caminho. Aí você se sente o quê? Ignorado, humilhado, rejeitado. Eu já me senti rejeitada, né, especialmente em relacionamentos. E aí depois é que eu fui entender que, ué, mas por que que eu estou me sentindo rejeitada? Se esta pessoa com quem estou me relacionando também muda? E se eu preciso aceitar que eu mudo, também preciso aceitar que o outro muda? E tudo bem, e que bom. De novo, apego, né? Quando a gente não aceita o que precisamos desapegar, sofremos. Então, caminhando aqui para atualização de identidade, para a gente dar uma concluída, sua idade hoje Suas características de saúde hoje, o que que você precisa fazer para se sentir bem ou que você não deve mais fazer para não se sentir mal. Quais são as suas habilidades hoje, seus pontos fortes hoje? Agradeça os que ficaram para trás, foram os que te trouxeram até aqui. Quais são os seus pontos fracos? Sabendo quais são os seus pontos fracos, vocês vão estabelecer limites mais rápido. Quais são os amigos de hoje que fazem sentido com quem você é hoje? Não é mais a turminha da escola, turminha da faculdade, não é? Cheiros, gostos, interesses, tudo isso faz parte da atualização de identidade. Eu ficaria aqui umas 2 horas falando sobre várias coisas que vocês podem colocar nessa faxina, nessa organização. E aí, como eu sugeri mais cedo, vou repetir Vou repetir aqui para quem já ouviu, é importante repetir, para quem não ouviu pega essa. Primeiro, faxina digital. Perceba quem você segue que seguia no passado, mas agora não te faz bem. Você ou sente inveja, ou sente raiva, ou sente angústia. Bom, todos esses, todas essas emoções querem te ensinar algo, mas se quiser só eliminar, deixe de seguir, ó, dedinho, deixe de seguir. Grupos de WhatsApp, eu sei que a gente vai entrando naqueles grupos de amigas da infância, amigas da escola, no início é muito legal, mas depois toda notificação vai consumindo o cérebro, a bateria de vocês, e aí pode não ser legal. Vejam, o que é oportunidade num primeiro momento pode ser uma punição depois, mas vocês podem escolher, graças a Deus, todos podemos escolher. Então começa pela faxina digital, depois começa pela faxina, né, que eu acho mais fácil, roupas, sapatos que não combinam mais, que não são mais confortáveis, por exemplo, não fazem mais parte do seu estilo atual. Quando a gente quer, quando a gente fica agarrado numa ideia que não faz mais sentido, a mesma coisa que você ficar agarrado numa roupa que não serve mais, só vai causar frustração. Com a situação. De novo, humildade e flexibilidade para a gente viver um tempo de qualidade. Tá bom, Isabela, depois da faxina digital, a faxina nos armários, nas gavetas. É, ai, mas eu não tô com vontade de fazer isso hoje. Tudo bem, então pensa em quando você quer fazer, porque não tem outro caminho, gente, não tem outro caminho O seu autoconhecimento para sua satisfação, de novo, vai ser uma escolha. Ou a satisfação ou frustração, escolha de cada um. Ou nutrir ou inflamar, não é, Daniele, as ideias e o seu corpo? Caminho do meio. Se hoje eu assisti um jornal e eu fiquei ansioso, num, pra quê, né, tudo aquilo, amanhã vou me permitir não assistir. Vou tentar encontrar um outro caminho para me informar. Escolhas são nossas. Eu só quero deixar aqui um último pedido, tá? Pensem neste, nesses próximos dias, na atualização de identidade de vocês. E se ainda não ficou claro, lá na minha página, gente, Isabela Camargo Real, eu Todos os dias estou compartilhando conhecimentos para que você se coloque na agenda, para que você vá descobrindo aos poucos realmente como você pode viver uma vida que vale a pena ser vivida. E para se incluir na agenda, você vai ter que excluir algo, alguém. Para se incluir na agenda, você vai ter que excluir algo. Porque provavelmente a sua agenda tá tão cheia que você não tem espaço para você. Você está se negligenciando, não é? E às vezes não, eu não tô falando de uma agenda só com compromissos físicos, tá? Estou falando também com pessoas, né? Ou enfim, tudo aquilo que não permite que você se inclua na agenda. Eu acho que por hoje É... Eu já compartilhei bastante coisa com vocês e eu também preciso ser responsável, não é? Tem um capítulo no meu texto, no meu livro, que eu gosto muito: "Obrigada pela informação que você não me deu." Então agora a intuição está dizendo que eu já dei, passei, transmiti as informações suficientes nesta sexta-feira, 13 de novembro, um dia muito especial para mim, porque vocês estão escolhendo me ouvir. A live ficará gravada aqui no Resiliência Humana e também lá na minha página Isabela Camargo Real. O famoso livre-arbítrio está aqui. Para quem está perguntando, o livro é Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, porque só os limites garantem a liberdade. Meu nome é Isabela Camargo, sou comunicadora há 23 anos. E lá na minha página Isabela Camargo Real vocês podem ter acesso a muito conteúdo, muitas entrevistas incríveis. E agradeço pelo tempo e confiança de vocês. Por fim, quem está preso ao passado, veja se você se sentiu em algum momento ignorado, humilhado ou rejeitado. Você pode se desapegar destes sentimentos, para que você viva um presente presente, como um presente de aniversário que você ganha e usufrui, e não vende, troca, guarda na gaveta. É por isso que eu uso até uma hashtag #presentepresente. O presente pode ser um presente se você quiser, fazendo boas escolhas e se conhecendo. Um beijo grande. O livro está à venda no resilienciaumana.com.br com dedicatória. Eu desejo uma excelente sexta-feira para vocês, um bom final de semana, e vou passando lá na minha página Isabela Camargo Real toda a programação dos próximos dias. Tchau, tchau para vocês. Que o tempo sempre esteja a favor de cada um.
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Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








