Atualização de identidade!

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Chapters
Nossa vida o tempo inteiro, mas dificilmente a gente para para pensar no assunto, não é? Sous, Angélica, Sil, sejam todos muito bem-vindos. Esse espaço aqui é para que vocês participem também e passem suas observações e eu estou aqui no Resiliência e também ao vivo no meu Facebook, no meu YouTube, Isabela Camargo Real. Assim, a mensagem que eu trago nesse livro dá um tempo, como encontrar limite em um mundo sem limites pode chegar a mais corações. Autor de um livro é como um jardineiro. O jardineiro não cuida de um jardim só para ele. O escritor não escreve o livro só para ele, evidentemente. O escritor coloca tudo o que ele pode de relevante num livro, num resumo, apresentar pra quem quer realmente compreender aquele assunto. Então, aqui no YouTube eu tô vendo alguns rostinhos, assim, de tristes quando a gente fala do tempo. E vocês, que estão aqui no Instagram, Resiliência Humana? Vocês estão tristes com o tempo ou estão felizes? Outra coisa, o tempo está, assim, pequenininho ou está maior? O que vocês estão sentindo? Aqui, YouTube, Facebook, tempo maior ou tempo menor? Qual é a percepção de vocês? Então, hoje a gente vai falar sobre atualização de identidade. E aqui a Krauffman tá dizendo que está triste com o tempo. Agora, a Krauffman me diz, triste com o tempo? O que você está fazendo com o tempo? Escreve aqui pra mim, tá? E pra você que está aqui nos acompanhando no YouTube e no Facebook, a Sueli está dizendo, aprendi também como se ajustar, não é? Sim, nós vamos aprendendo com o tempo. quando nós olhamos para ele e a gente vai realmente identificando como podemos melhorar a nossa relação com o tempo. Bom, para aqueles que estão tristes com o passar do tempo, eu tenho aqui uma informação que eu pesquisei com astrônomos, físicos, né, e que eu trago aqui no livro, dá um tempo, como encontrar limite no mundo sem limites. Esse livro eu comecei a pesquisar para tentar levar uma resposta para aqueles que sempre acharam que o tempo estava passando muito rápido. E aí eu fui entender, com a turma bem estudiosa, se a Terra está girando mais rápido em torno do Sol. O que vocês acham? Já leram alguma teoria sobre isso? Será que a Terra está girando mais rápido? Será que o Sol está nascendo e se pondo mais rápido? Fui buscar essas respostas. Eu não aguentei, né? Como jornalista, eu fiquei encafifada com tanta gente me falando que não tinha tempo pra nada. Me falando que estava muito insatisfeito com o tempo. Sabe, Pathy, Jéssica, Noêmia? Bom, aí, primeiro, fui buscar essas respostas. E aí, entendi que, sim, o tempo da natureza está igual. A Terra continua girando em torno do próprio eixo em média 24 horas por dia, em média 365 dias por ano em torno do Sol. Portanto, com o tempo da natureza, meus amores, não está acontecendo nada de errado. Mas nós é que estamos querendo colocar mais coisas na agenda. Queremos preencher mais coisas nesses quadradinhos do calendário. Queremos, às vezes, que os ponteiros do relógio parem. Ou queremos, muitas vezes, que os ponteiros acelerem. Imagina se a natureza seguisse nossos desejos. Eu quero que essa viagem passe rápido. Ou não, eu quero que essa aula passe devagar. Imagina, é como o tempo da meteorologia. Quando eu trabalhava com a meteorologia, tanto na Globo como na Band, eu me lembro de ouvir pessoas dizendo que queriam um final de semana com sol, outros queriam um final de semana com chuva, e eu sempre pensava, poxa vida, imagina se o tempo da natureza nos ouvisse. Eu estou vendo aqui um comentário, deixa eu ver. O tempo está nos deixando ansiosos. Biolimpeza BH. Vou te contar uma coisa, não é o tempo que está deixando a gente ansioso. Somos nós. É que estamos ficando ansiosos pelo que fazemos com o tempo. Então percebam, vocês que estão aqui, tanto no Facebook, YouTube, Isabela Camargo Real, obrigada pelo tempo de vocês, ou aqui no Instagram do Resiliência Humana, vejam, vocês estão me dando o tempo de vocês. Ao escolher estar aqui, vocês estão escolhendo também não fazer outras coisas. E assim é o nosso dia a dia. E assim são os nossos meses, e assim são os nossos anos. Portanto, pra quem acha que o tempo é inimigo, ou pra quem acha que o tempo está passando muito rápido, eu faço então esse convite, que vai ser no tempo de cada um, pra que vocês realmente vejam se vocês não estão querendo colocar mais coisa na agenda e nos quadradinhos do calendário. Porque é isso que está nos deixando, é isso que está provocando as doenças do tempo. Que eu trago no livro, inclusive, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, pra quem quiser adquirir com dedicatória, é o único local de compra que você vai conseguir com dedicatória, é o mínimo que eu posso fazer, dedicar um tempo pra colocar as dedicatórias pra vocês, que vão se dedicar à leitura. Então, neste livro aqui, que eu trago as doenças do tempo também. Que são as doenças que nos tiram do tempo presente. Ansiedade e depressão, por exemplo, que ou nos deixam presos no passado ou nos transportam para o futuro. E aí a ansiedade patológica, a ansiedade da pior maneira. Então, eu vou adiantar e voltar em alguns assuntos para que eu atenda aqui o maior número de pessoas. Sueli, estou super feliz de estar aqui. Sueli, obrigada pelo seu tempo, pela sua confiança. Eu espero que esse seja um tempo de qualidade. Para vocês que estão aqui no Resiliência Humana também, eu espero que esse tempo seja de muita qualidade. Lucila está perguntando, Lucila? ResilienciaHumana.com.br, tá? É o único local, como eu disse, que eu consigo enviar pra casa de vocês com uma dedicatória. Então vamos lá. Hoje o nosso tema é atualização de identidade. Que rufem os tambores, envie coraçõezinhos aqui, olha, no Instagram, muitos corações, porque assim o Instagram, o algoritmo do Instagram, vai entender que esse assunto é relevante. Carla Calado, muito obrigada. Essas lives são, sim, de muita qualidade. Que assim seja. Bom, o que eu acabei de dizer aqui para o pessoal do Instagram, tá? Facebook, YouTube, vocês estão aqui comigo, tá? Só estou pedindo coraçõezinhos aqui, que é onde eu sei que o algoritmo entende que o assunto é relevante. Eu falei algoritmo. Algoritmo, não sei se vocês já ouviram falar no termo zeitgeist. Zeitgeist é uma palavra que significa espírito do tempo. O zeitgeist do século XXI, ele tem uma macrotendência. Então, o zeitgeist é o espírito deste nosso tempo, que congrega, que junta várias culturas, crenças para uma macrotendência. E hoje, a nossa macrotendência é o algoritmo. Sim, que são métodos, que é um passo a passo que a máquina, que as máquinas, a tecnologia, vai acumulando e gerando um padrão de comportamento. Então, este algoritmo, que aqui está colocando a nossa live com mais corações, na tela de mais pessoas, é esse algoritmo que hoje faz parte do nosso Zeitgeist. Neste Zeitgeist, Lembra que nós vamos falar sobre a atualização de identidade, não é? É nesse zeitgeist que a percepção do tempo está ficando muito diferente. Então, para uns, o tempo está curto demais. Para outros, o tempo está longo demais. Aqui, pessoal do Facebook e YouTube. Pequeno, grande, vai depender do que nós fazemos com o nosso calendário e com o nosso relógio. Veja. Se todos nós temos 24 horas em todos os lugares desse planetinha, por que uns conseguem aproveitar melhor e outros de uma maneira pior? Por que uns estão amando o tempo da pandemia e outros não? Veja que eu sinto muito profundamente por todas as perdas. Estou falando das humanas, que os materiais todo mundo vai conseguir se recuperar no tempo certo, de alguma maneira. Mas por que tem pessoas que saíram do piloto automático nesta pandemia e outras que não saíram? Por que algumas pessoas estão sabendo aproveitar o tempo e outras não? Porque o tempo todo é uma questão de percepção. Percebem? É percepção e muito individual. Quando eu estou falando de atualização de identidade, eu vou lembrar, então, de novo sobre o zeitgeist do nosso tempo, e que é um tempo com uma tecnologia muito mais rápida do que outros zeitgeists, do que outros tempos. Falando ainda em Covid, a Covid chegou aqui no nosso país muito rápido depois que ela se originou lá na Ásia, certo? Por quê? Porque temos aviões que fazem deslocamentos muito mais velozes do que no passado. Se nós tivéssemos apenas navios, no mínimo, esse vírus demoraria meses para chegar aqui. Faz sentido o que eu estou dizendo, gente? Aqui no YouTube, no Facebook, no Instagram, do ResiliênciaHumana.com.br, ou aqui no Face, YouTube, Isabela Camargo Real. Faz sentido o que eu estou dizendo? Essa velocidade na comunicação, essa velocidade nos transportes, que hoje chegamos a uma velocidade recorde, a uma comunicação instantânea. E aí, Fátima, é tudo isso que faz parte desse nosso zeitgeist e que interfere, Ana Rosa, na nossa percepção de tempo, na nossa identidade. Então agora, que nós estamos aqui, olha, num grupo fantástico de pessoas, eu vou pedir uma coisa que a gente diz lá no interior do Paraná. Eu sou de lá. Quando alguém tá chegando na nossa casa, a gente diz, vamos chegar. Opa! Pera lá que caiu aqui a live no... Resiliência. Eu vou recomeçar. Tá? Só um segundinho aqui, YouTube e Facebook. Que susto, né, gente? A live caiu do nada. Dá pra acreditar aqui no Resiliência Humana? Que susto. Então, olha, a turma vai voltar aqui no Resiliência. Pessoal do YouTube e Facebook, vocês que já estão aqui, então, na minha casa, vamos chegar, vamos respirar profundamente. No Facebook, o Luiz Carlos está dizendo quando vai ser vendida em Fortaleza. Luiz Carlos, você já consegue comprar de qualquer lugar do Brasil, está à venda em todos os canais digitais, mas No resilienciaumana.com.br você adquire o Down Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, com dedicatória, tá? E aí vai chegar na linda Fortaleza. Bom, conseguimos alcançar que a turma aqui já estava conosco. Que susto, né? A live caiu do nada. Bom, essa é a prova de que tudo é temporário e que nós não temos controle de absolutamente nada. Não é? Então, vamos em frente. No interior, quando alguém chegar na nossa casa, a gente diz, vamos chegar? Vamos chegar. Vocês que estão chegando aqui, então eu vou dizer com muito carinho. Vamos chegar? Vamos respirar? Ó, profundamente. Mais uma vez. Tô pedindo isso pra que vocês cheguem completos aqui. completas aqui. Como nós estamos indo de tela em tela, de assunto a assunto muito rápido, às vezes o nosso corpinho tá aqui, vocês estão aqui me olhando, mas a alma tá chegando, o cérebro ainda não se acoplou, percebem? Esta respiração profunda, ela é fundamental pra gente viver, usufruir e compreender este tempo que está acontecendo aqui. Muitas vezes, as doenças do tempo, como eu disse, elas nos tiram do presente, nos deixam agarrados no passado ou também querendo pegar o futuro. E só existe uma maneira de a gente garantir um futuro desejável. Só existe uma maneira de a gente garantir um futuro desejável. Só existe uma maneira de termos um passado que a gente se orgulhe. Olha que interessante isso. Às vezes a gente pensa num futuro, imaginando que ele vai ser assim, vai ser assado, mas quem é que para pra pensar em ter um passado que se orgulhe? Eu tenho pensado muito nisso. Eu tenho feito várias visitas no meu passado, de uma maneira muito humilde, com muita aceitação, pra entender o que eu posso fazer de diferente pra ter um futuro desejável e um passado que eu me orgulhe. Algumas partes do meu passado eu não mergulho, mas elas são fundamentais para que eu não repita a mesma coisa no futuro. Algumas coisas do meu passado eu mergulho muito e servem, inclusive, de incentivo para que eu ou repita ou aperfeiçoe isso. Percebe? Mas nada é garantia que o que eu fiz que deu certo no passado pode dar certo no futuro. Portanto, veja, eu tô indo e vindo nos assuntos, abrindo várias janelas, mas tenho certeza que o que eu estou dizendo vai fazer sentido para algum de vocês. Falar de tempo, por mais que pareça subjetivo, Algumas pessoas até fazem assim o dedinho, né? Bom, falar de tempo é falar de coisas muito práticas que estão no nosso dia a dia. Eu tenho aqui um tempo de live com vocês. Eu tenho uma hora pelo Instagram e tenho um pouco mais de tempo aqui no YouTube e no Facebook. Eu tenho tempo do almoço, eu tenho tempo do sexo, eu tenho tempo de escovar o dente, eu tenho tempo da série, eu tenho tempo de deslocamento, eu tenho tempo da viagem, eu tenho tempo das férias. A gente fala de tempo o tempo inteiro, mas dificilmente para para pensar no que estamos fazendo com o tempo. Às vezes, a gente para para pensar no tempo quando acontece alguma pausa violenta, um acidente, a morte de alguém, ou um diagnóstico que nos traz a sensação da efemeridade do tempo, como se a gente já não soubesse que vivemos um tempo finito dentro de um tempo infinito. Então, o convite que eu faço aqui pra vocês, o convite que eu trago aqui no livro, dá um tempo pra você, pra você, dá um tempo como encontrar limite em um mundo sem limites. O convite que eu faço pra você é pra que você pare um pouquinho e pense. Se o que você está vivendo hoje no seu tempo está fazendo sentido. Se as escolhas que você está fazendo estão sendo coerentes com o estilo de vida que vocês querem ter. Tudo isso faz parte da atualização de identidade que eu proponho nesta nossa noite. Neste domingão pré-feriado. Então, quer um dia mais adequado pra gente falar do tempo que o domingo? Não é? Pra gente começar uma nova semana com... Eu não digo nem atitudes, porque não é de um dia pro outro que você vai conseguir mudar tudo que você quer. Mas é de um momento pro outro que você vai decidir, escolher, começar a pensar no assunto. Então, hoje aqui, se eu somar o que está acontecendo aqui no Instagram, nós temos 360 corações. Se vocês mandarem mais corações aqui do lado, mais corações vão aparecer aqui. Mais corações humanos, é claro. Se vocês recomendarem essa live aqui no aviãozinho para mais pessoas, mais corações estarão conosco. E aqui, no YouTube e no Facebook, muito mais de 100 corações juntos comigo. Então, se nós somarmos aqui, somos mais de 600 corações. Se cada um de vocês pararem pra pensar no que vocês estão fazendo com o tempo, eu já me dou por satisfeita. porque a minha missão como jornalista foi trazer para vocês um resumo de 150 pessoas muito admiradas e respeitadas na nossa sociedade. Padre Fábio de Mello, Cortella, aliás, faz o prefácio do livro, Mário Sérgio Cortella, filósofo, Clóvis de Barros, Carnal, estivemos juntos no CNN Tonight essa semana. Muitos músicos falando sobre o tempo da música, como a música marca também o nosso tempo, não é? Maestro João Carlos Martins, Fernanda Montenegro, além de físicos, médicos, astrônomos, para a gente entender o que está acontecendo com o tempo, todos eles me disseram a mesma coisa. com o tempo da natureza não está acontecendo nada, mas com o nosso, em que nós estamos vivendo um zeitgeist, um espírito do tempo absolutamente ilimitado, com tudo mais veloz, que nos deixa mais ansiosos, com a ilusão que podemos fazer tudo o tempo inteiro. Então essas pessoas dizem, estudaram, nós é que estamos correndo mais, querendo colocar mais coisas na agenda, e com isso a nossa respiração também fica muito ofegante, Essa respiração ofegante não deixa o nosso cérebro funcionar bem, tá? Já vou dar um spoiler aqui pra vocês. Dizem, ouço muitas pessoas querendo controlar a mente, né? Porque a mente está muito acelerada, não é, Ana, Juliane? Diz que a mente está muito acelerada. Então a gente não consegue, né? Falar assim, pensamento, calma. mas eu consigo fazer o que? Controlar a minha respiração. E se eu controlar a minha respiração, eu consigo controlar os meus pensamentos. É assim. Mais uma vez. Vamos. Eu tô usando com vocês uma técnica pra que vocês Absorvam o que eu disse até agora pra gente começar a partir daqui um novo assunto. Se vocês não derem tempo entre um assunto e outro, se vocês não respirarem profundamente entre um assunto e outro, vocês não vão criar memória. E só a memória é que vai fazer com que o nosso tempo façam sentido. Alguém aqui já viveu um dia muito intenso, de tela em tela? Chegou à noite extremamente cansado, mas com a sensação de que não fez nada? Ou não lembra nem o que comeu no almoço? Oh, sinto o cheiro de gente correndo. Sinto o cheiro de gente muito estressada, como eu já vivi e ainda vivo, quando eu não estou atenta. Sinto o cheiro de gente que está tratando como normal o que é anormal. Então, Sueli, Rodrigo, que estão aqui comigo no YouTube e Facebook, e todos vocês que estão aqui no Resiliência Humana. Eu estou falando sobre isso. Se a gente não parar para pensar em como estamos respirando, não vai adiantar bater pezinho, cruzar os braços, culpar o sol, culpar o tempo da natureza, que o tempo está passando mais rápido. O sol está nascendo e se pondo igual. As fases da lua também. Aliás, as estações do ano já viram. Inverno para primavera, tudo isso é tempo. E se não pararmos pra pensar, enquanto podemos pensar no tempo, a gente pode chegar lá na frente, como canta no Epitáfio Titãs, devia ter feito tal coisa, devia ter não ter feito outra coisa. Então, falar de tempo, gente, é falar sobre escolhas. Mas como é que eu vou saber escolher se eu nem sei quem eu sou? Como é que eu vou saber escolher se eu não sei quem eu sou? Vejam. Existem duas maneiras de vocês aproveitarem muito bem o tempo. Sabendo quem vocês são e escolhendo bem. Enfim. De tão simples que é incomoda. Tudo que é simples demais incomoda. Porque a gente está buscando um monte de resposta onde? Fora. E as respostas estão dentro. A gente está buscando um monte de solução aonde? Na farmácia. Mas as soluções estão dentro. E é evidente, porque a gente está muito intolerante ao silêncio, ao nosso silêncio. Estamos muito intolerantes a pausas, porque vivemos num mundo muito acelerado. Nós estamos muito intolerantes para tudo o que depende de nós. Então é melhor realmente culpar os outros, né, Paula? Ronaldo, Valéria. Nós, inclusive, estamos culpando o tempo. Olha, eu vou usar aqui uma fala do Gustavo no Facebook, né? Não sei quem eu sou, onde estou e pra onde vou. Gustavo, eu vou dizer uma coisa pra você. Esse estado que você está é o que eu chamo de lucidez. Viu, Gustavo? Parabéns. Obrigada por ter compartilhado isso comigo aqui no Face. Aliás, gente, no Facebook, no Instagram, no YouTube, Isabela Camargo Real, tá? É quem vos fala aqui, no Resiliência, aqui no Instagram, viu, gente? Eu tô aqui no Instagram Resiliência. Tá meio confuso, mas tô com o telefone em cima, Instagram, e a tela aqui embaixo, Facebook e YouTube. Vamos lá. Gustavo, quando eu reconheço a Karen, a Taciane, que eu não sei quem eu sou, aonde estou e pra onde eu vou, é o maior estado de lucidez que eu posso ter. Porque eu estou tendo a coragem de realmente aceitar que eu não sei o que eu faço. E isso, gente, na minha opinião, é um ato de coragem. Tô falando isso porque eu vivi muitos anos querendo ignorar tudo isso que o Gustavo corajosamente está colocando aqui no Facebook. Eu achava que eu sabia quem eu era, eu achava que eu estava fazendo tudo certo, para aquela ilusão que eu achava que eu vivia. Eu achava que eu sabia para onde eu estava indo, eu achava que eu sabia onde eu estava. Então, Josi, Tenho medo de arriscar, tenho medo de mudanças. Então, Josi, você que é enfermeira e está vivendo momentos de muito trabalho, com certeza, não preciso nem saber quantas horas você trabalha e como está a sua saúde, Josi. Todas as enfermeiras que eu conversei até hoje, inclusive para pesquisar a síndrome de burnout, que foi uma experiência que eu tive há dois anos, todas as enfermeiras, todos os profissionais de saúde estão trabalhando muito, estão dormindo pouco e, com isso, estão vivendo pouco. Estão sobrevivendo muito. Muitos de nós sobrevivemos muito, mas vivemos pouco. Então, esse tempo aqui, Josi, eu espero que você entenda que para viver um tempo de qualidade, para viver uma vida que vale a pena ser vivida, meus amores, eu preciso fazer escolhas e preciso mudar alguma coisa. Se não, está tudo bem. Gustavo, mais uma vez, parabéns pela lucidez. Então, como nós já estamos alcançando meia hora aqui de live, está na hora de eu começar, então, a já falar o nosso tema. Isso aqui que eu falei foi só para a turma começar a chegar. Atualização de identidade. A atualização de identidade é fundamental para a gente viver um tempo de qualidade. Tá ouvindo aqui esse barulho de uma criançada aqui na piscina do prédio, tá? A criançada tá se divertindo até. As crianças aproveitam muito o tempo presente. Elas sabem que elas são crianças. Só que depois que a gente deixa de ser criança, aí vem uma loucura de querer ser adolescente rápido, de querer adiantar o tempo. elas estão no tempo certo, no tempo delas. Algumas, aliás, os pais querem antecipar um monte de coisa, né? Mas essas, pelo menos, que a gente tá ouvindo aqui na piscina, ó, essas sabem que estão no tempo da diversão. Mas vamos lá. Por que será que a gente tem que atualizar os documentos sempre? Vou jogar aqui essa provocação antes de dizer pra vocês o que é atualização de identidade. Ai, Eliane, Silva, Eli... Então. Por que que a gente precisa... Rodrigo, querido, o barulho delas não está atrapalhando. Pois é, Rodrigo, você vê, né? A gente tem que lidar com todas as... com todos os imprevistos, né? Mas o tempo delas, essa alegria delas, está me ajudando. Então eu vim mostrar pra vocês como estamos querendo acelerar tanta coisa. Quantos pais vocês vêm preenchendo a agenda dos filhos, querendo fazer um monte de coisa, como os adultos? Bom, então vamos lá. Olha só, ainda está essa questão para vocês, tá? Por que será que temos que atualizar a identidade, documentos, carteira de motorista sempre? Enquanto isso, eu vou dizer aqui o que a Roberlene diz. Na infância, parece que o tempo durava o dobro. Sabe por que, Roberlene? Ah, e essa é uma coisa muito interessante que eu trago no livro. As crianças, crianças, antes de irem para a escola, têm dois eventos na vida. Aniversário e Natal. O ano demora muito pra chegar o Natal, pra chegar aquela festa, os presentes. E aí tem o aniversário. Depois começa a entender que vem a Páscoa, aí entra na escola. O que acontece? Vêm as provas, vêm as festinhas, os aniversários aí de outros amigos. Vem o calendário, bimestre, semestre. E aí nós vamos aumentando cada vez mais os nossos compromissos, cada vez mais nós vamos acumulando datas, não é? A Silvana respondeu aqui no YouTube, porque mudamos fisicamente. E isso é para atualização de identidade, atualização de motorista. Mas aí, será que vocês também conseguem perceber que não é só fora que a gente muda? A gente também muda dentro? Silvana, obrigada, tá? Pela sua participação aqui comigo. Adoro, Silvana. Silvana tá pelo YouTube. Então, será que a gente só muda fora? Será que a gente não muda dentro? Aqui, né, Roberlene, como falou, na infância parece que o tempo durava o dobro. E agora, Roberlene? Não parece que o tempo está... insuficiente pra tudo que nós queremos fazer, mas olha que eu já disse lá atrás, com o tempo da natureza tá tudo certo. Nós é que podemos deixar o nosso tempo menor ou maior. Nós é podemos que deixar o nosso tempo maior ou menor. Visualizem aqui essa ampulheta, tá? Lembrem de mim. nos próximos dias, na próxima semana. Valéria está dizendo, parece que tem um ciclo. Sim, Valéria. Temos ciclo como o da natureza. Olha lá, Patrícia, linda. Está sempre aqui, né, Patrícia? As crianças não têm um calendário na cabeça. Pois é, até difícil, inclusive, explicar para criança futuro, né? Eu tenho visto muitos pais, inclusive, tentando colocar limites para as crianças que não podem ficar muito tempo ligadas na internet. E aí dizem, no final de semana só, filho. mas não sabe o que é final de semana. E aí, esse pai disse assim para o filho, nós vamos ter que dormir e acordar quatro vezes, filho. Então, assim, dormiu um dia, outro dia dormiu dois dias e assim por diante. Então, a gente também vai ensinando as crianças a lidarem com o tempo, percebem? Como o assunto é infinito e delicioso. Então, Nicola, o assunto da criança estava importante. É isso. É só a gente voltar um passo para trás. ou alguns, né, dependendo da idade. O tempo da infância parece ser um tempo mais longo, parece que o tempo se arrasta, porque são poucas coisas para fazer. Será que se a gente perguntar para uma criança que já está na escola, sai da escola, vai para o karatê, vai para a natação, vai para não sei o quê, vai para não sei o quê, será que essa criança está achando também que não está com a agenda cheia? Se eu tivesse alguma aqui perto para interagir conosco, eu já perguntaria. Então, percebam. Conforme a gente vai passando no tempo, a gente vai colocando mais coisas aqui, ó, nesses calendários, né? E alguns, inclusive, ficam neuróticos por verem buracos vazios. Eu tô com um planner aqui de lives, né, pras próximas semanas, com os entrevistados do livro, né, da ONTEL, Como Encontrar Limites no Mundo Sem Limites, que parte do que eu estou falando aqui pra vocês está aqui. O Cortella faz o prefácio. Então, eu marquei Cortella lá na minha página, Isabela Camargo Real, dia 5 de outubro. Nossa, eu vou esperar dia 5 de outubro com muita alegria. Mas eu não vou ficar ansiosa ou neurótica pra chegar o dia 5. Porque dia 5 vai ser só dia 5. Se eu ficar querendo antecipar o dia 5, quem tá perdendo tempo sou eu, não é? É isso que eu tô querendo dizer pra vocês. Até o dia 5 eu tenho outras lives incríveis lá no meu canal com os entrevistados do livro. E assuntos que podem ser úteis para todos nós que estamos respirando. Aliás, eu já vou continuar falando de atualização de identidade. Eu vou pedir então agora para que vocês respirem mais uma vez profundamente. Mais uma vez. Só para a gente alinhar o corpinho que está aqui, a alma que está chegando, o cérebro que estava em outro conteúdo. Conforme o nosso número vai aumentando aqui, gente, sempre faço isso. E quando mudo de assunto, também. Porque a nossa memória, ó, absorveu. O intervalo da inspiração e da expiração é o que nós chamamos de tempo. Porque o dia que a gente inspirar e não inspirar mais, significa morte. significa que morremos. Mas aí, alguém vai dizer, ixe Maria, vai falar agora de morte. Pra falar de vida, tem que falar de morte. Só pra lembrar que nós temos um tempo finito dentro de um tempo infinito. Então, eu preciso considerar que este intervalo da inspiração e da expiração é o que nós chamamos de tempo. Mas, como eu disse, muitas pessoas não param pra pensar no que estão fazendo com o tempo e depois vão dizer, poxa vida, devia ter feito isso ou aquilo. Liz, qual o seu canal no YouTube? Isabela Camargo Real. No YouTube, no Instagram, tá certo? As lives ficam salvas lá também, tá gente? Aqui no Resiliência Humana, que aliás, agradeço demais o nosso querido Robson Ramoschi, o criador do Resiliência Humana. Agradeço profundamente esse espaço para que eu compartilhe com vocês parte do conteúdo que está no livro. Foram quatro anos de pesquisa, hein? Então, todo dia eu falo um pouquinho e não vou conseguir falar tudo porque o assunto é infinito. Mas vamos lá. Tudo isso que eu estou dizendo é para a gente chegar na atualização de identidade. Como eu perguntei agora há pouco, por que será que temos que atualizar os nossos documentos? Porque é evidente que nós mudamos fora. Né? Cabelo vai mudando, pele vai mudando, ruga vai mudando, e tá tudo certo. Porque a Nicola vai sair pra trabalhar, bom trabalho. Depois vai ficar salva aqui, tá? No IGTV do Resiliência, também lá no YouTube. Brechó Chique da Carol, arrasou! Brechó Chique da Carol, você é do Nordeste, não é? Seja bem-vinda, tá calor aí. O tema da live é atualização de identidade, como tá escrito aqui embaixo. Carminha, meu nome é Isabela Camargo. Sou jornalista e estou trazendo aqui um conteúdo que está no livro que eu pesquisei com 150 especialistas durante quatro anos. Dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Para quê? Para que a gente viva um tempo de qualidade. Para que a gente viva uma vida que vale a pena ser vivida. Para que a gente viva essa nossa experiência. com mais sabedoria, para que seja mais prazeroso. Tem muita gente sobrevivendo, aliás, tem pouca gente vivendo, muita gente sobrevivendo. Então, vamos lá. Nós não mudamos só fora, nós também mudamos dentro. Todos os dias nós mudamos. Nossas células mudam. Alguns já admitem que as ideias mudam, não é? O gosto muda. O que vocês gostavam de comer lá atrás e não gostam de comer agora? Ou o contrário, né? Quem não gostava de comer brócolis e agora come brócolis, por exemplo? Eu fui uma dessas, tá? Então, a gente vai mudando o tempo inteiro. Todos os dias, todos os meses, todos os anos, insistimos. Né, Carminha de Aracaju, seja bem-vinda. Então, a gente insiste em querer fazer tudo igual. Aliás, essa semana eu vou fazer a live pra 2021 já. E não é pra antecipar tempo de ninguém, não. É só pra que vocês parem pra pensar agora, sem aquelas loucuras de chegar na final de ano e, ah, eu quero isso, eu quero aquilo, eu vou fazer isso, eu vou fazer aquilo. Para. Mas para antes. Dá uma paradinha agora comigo. Todos os dias aqui no Resiliência com vocês. onde eu estou propondo uma pausa voluntária, pra evitar uma pausa involuntária. O que você quer dizer com isso, Isabela? Se a gente não para um pouquinho, a gente não consegue continuar. Então eu vou dizer pra vocês uma das coisas mais importantes dos últimos tempos que eu descobri. Você precisa parar um pouquinho pra continuar. Quem só quer ficar com o pé no acelerador, vai se colocar em risco e colocar em risco outras pessoas. Quando eu digo como encontrar limite em um mundo sem limites, eu estou realmente dizendo, para um pouquinho. Em um mundo muito express, que quer tudo para ontem, gente, olha que loucura. Nós nunca estivemos tão ansiosos querendo antecipar o futuro, mas ao mesmo tempo querendo tudo para ontem. Esse zeitgeist que nós estamos vivendo nos deixa com muitas contradições e a gente não para pra pensar. Pronto. Olha a Márcia aqui do Paraná, minha conterrânea. Bem-vinda. Olha tanta gente aqui. Deixa eu só fechar um pouquinho a janela aqui. Parece que tá chegando uma frente fria aqui em São Paulo, hein? Um ventão. Bom, então deixa eu ver onde eu tava. Vou ver um golinho. Ô, Bianca de Manaus, arrasou, hein? Bem-vinda. A nossa célula vai mudando, nossos gostos também. Érica Martina do Paraná também, querida. Me conta de onde você é. Tomara que eu consiga ver aqui, senão depois vai lá no meu direct, tá? Tô adorando manter este relacionamento com vocês constante, de confiança. Eu espero que seja útil pra vocês. O Alisson, você salvou minha vida. Ô Alisson, como assim? Escreve lá pra mim no direct, Isabela Camargo Real. Gosto muito de saber como as palavras estão contribuindo pra vocês. Palavras, às vezes, transformam mais do que mãos. Então, vamos nessa. Vamos nessa que agora eu tenho 20 minutos pra contar pra vocês como é a atualização de identidade. Se vocês quiserem pegar um lápis e um papel, vai ser melhor. Confiem em mim. Lápis e papel. Quem já tem lápis e papel, então respirem comigo, ó. Que agora vem o conteúdo novo. Agora vem o conteúdo novo. Ô Matilde, eu também adoro saber que você tá aqui, tá? No Facebook São Caetano do Sul. Estamos ao vivo também no YouTube e Facebook, além do Resiliência Humana. Isabela Camargo aqui, com muita alegria e respeito para vocês. Não sou psicóloga, Patrícia, sou jornalista. Eu estou aqui para contribuir com vocês com o conteúdo que eu trago no livro Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Quatro anos de pesquisa, 150 entrevistas para propor uma pausa voluntária para vocês pensarem no que vocês estão fazendo com o tempo de vocês. Lulu, tá na rua, tá sem lápis de papel? Não tem problema, Lulu. Então, depois... Lulu, você pode depois assistir de novo aqui pelo IGTV ou no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real. Mas vai ouvindo. O que tocar seu coração, vai tocar sua mente. Hoje em dia, gente. Eu sou jornalista, trabalho com comunicação há 23 anos. Esse nosso Zeitgeist também mudou muito. Antes, eu como jornalista tinha que ser muito assim, pá, a informação entra aqui e chega aqui. Agora é o contrário. A informação só memoriza aqui se ela entrar por aqui, passar pelo coração e fazer o outro caminho. Antes era aqui. Mente, coração. E agora, pra fazer sentido, ouvido, coração e cérebro. Então, Lu, tomara que vocês que estão sem lápis de papel assimilem no coração de vocês. O que eu vou falar é muito simples, mas, de novo, o que é simples incomoda. Rosângela tá lavando a louça e vendo a live. Adoro, aliás, lavar louça, pra mim, é uma excelente meditação ativa. Fico lá, ó. Ui, lavando bem as coisas pra mim é uma terapia. E pensando realmente. É no que eu preciso pensar. Bom, vamos lá. Eu já tive que atualizar minha identidade, o documento algumas vezes, minha carteira de motorista também. E aí nós precisamos parar pra entender o que nós mudamos aqui dentro. Pra isso, eu preciso saber primeiro quem eu sou. Onde eu estou? São Paulo? Bairro em que eu moro? A temperatura hoje tá quente? Como é que eu estou? Tô incomodada com alguma coisa? Eu estou feliz com alguma coisa? Às vezes, gente, a felicidade é como um óculos aqui, sabe? Eu tô aqui, conversando com vocês, e aí eu, gente, cadê meu óculos? Cadê meu óculos? Alguém me fala, Isabela, o óculos tá na sua frente, você tá com ele no seu rosto. Felicidade é isso, tá? Às vezes ela tá na nossa cara e a gente não vê. Então, primeiro. Como eu estou hoje? Tô feliz, tô alegre, tô angustiado. Por quê? Isso sou eu ou estou assim? Eu sou triste ou eu estou triste? Eu estou com depressão ou eu sou depressão? Eu estou ansioso. Essa semana eu tenho uma entrevista, essa semana eu tenho um monte de entrevista incrível. Depois dê uma olhadinha lá na minha página Isabela Camargo Real. Eu estou ansiosa ou eu sou ansiosa? Geralmente eu estou ansiosa. Não sou uma pessoa ansiosa. Eu aprendi, né? Com o tempo, com o burnout, né? O tempo vai nos ensinando se a gente quiser aprender. Porque, senão, o tempo passa e se eu não quiser aprender, eu não aprendo nada. Aquelas pessoas que dizem, ah, o tempo é o remédio. Bom, se eu quiser que ele seja o remédio, porque ele também pode ser o veneno. Vamos deixar isso pra uma próxima live, hein, gente? Bom, então... Ô, linda, eu estou feliz ou eu sou feliz? Eu estou ansiosa ou eu sou ansiosa? Ai, que beleza, Jussara. É isso aí. Agora, além disso, o que mais que eu sou? Qual é a idade que eu tenho hoje? O que eu preciso comer? Quanto eu preciso dormir para dar conta da minha agenda de hoje? Uma grande insatisfação Um grande causador de problemas de saúde é querer viver a agenda de hoje com as suas condições de antes. Não adianta eu querer agora fazer com 30 e poucos anos o que eu fazia com 20 e poucos anos. Eu posso até fazer mais coisas intelectuais, mas eu vou precisar reconhecer, atualizar a minha identidade, que eu preciso dormir. Preciso dormir uma quantidade de horas suficiente para dar conta daquilo que eu quero fazer. Eu não posso cair na ilusão, na cilada, de querer dar conta de uma agenda cheia, dormindo poucas horas como eu dormia no passado. Meu corpo era outro. Entende? Meu corpo era outro. Opa! Olha quem tá chegando aqui. Um gatinho. Martin fala oi. Ele sempre vem nas lives, tá, gente? Ainda mais live com gente boa, ele vem mesmo. Deixa eu ver se vai ficar aqui no colo. Não, acho que ele vai pular. Pronto. Se cai alguma coisa, é ele, tá, gente? Tá tudo certo. Então vamos lá. A atualização de identidade é o maior presente que eu posso trazer pra vocês. Aproveitem agora que a gente está mudando do inverno pra primavera. Como é que vocês querem florescer? Alguém aqui escreveu... Eu vou ter que fazer um comentário aqui. Eu estou me sentindo desprezada, mas não posso fazer nada a respeito. Pode. Divina, você pode. Eu faria uma live agora só pra você. Eu vivi um problema ocupacional, fui dispensada, eu me senti muito desvalorizada. Quem não sente? Mas aí, Vina, com todo respeito, em um minuto eu quero só dizer o seguinte. Nada, nem ninguém é mais importante do que você. Não deixe que as pessoas te coloquem o valor que você tem. Vina, olha bem pra mim. Eu tô aqui. sobrevivi a uma demissão pública, me recuperei de um problema de saúde que se tornou público, mas hoje, depois que eu transformei o tempo em remédio, não em veneno, eu tô aqui pra dizer pra você que só você pode colocar limite no que você vai sentir. As pessoas podem fazer o que elas quiserem. E eu vou dizer pra vocês que, sim, isso tá fora do nosso controle, o que as pessoas vão fazer ou pensar de nós. Mas eu tenho certeza que você é uma mulher fantástica e só está vivendo uma fase mais confusa. Gente, nós vivemos fase. Como os ciclos da natureza. Tudo é temporário. Levem isso dessa nossa live. Talvez tudo o que eu falei até agora era pra chegar aqui e que bom que eu tô vendo aqui alguns comentários de vocês. Para quem está se sentindo desvalorizado ou desvalorizada, atualização de identidade. Total. Para. É perda de tempo ficar perdendo energia com quem ainda não percebeu quem você é. Tem tudo a ver com a atualização de identidade que nós estamos falando, gente. Luzia, quando a gente está no fundo, não é difícil. Por isso que vocês precisam atualizar a identidade. Eu já fui traída. Estou vendo aqui alguém dizendo, eu já fui traída. Sim, eu também, muitas vezes. Até que eu consegui revisar a minha identidade. E deixei de perder tempo com quem não me quer. Eu deixei de perder tempo com uma pessoa que não quer estar comigo. Então eu preciso estar com quem? Com quem quer estar comigo. Ah, mas eu gosto tanto desta pessoa, deste emprego. Alô? Se nós mudamos, as pessoas também mudam. E eu preciso aceitar que, de repente, este lugar ou esta pessoa não combina mais comigo. Gente, eu tô falando isso pra vocês com muito carinho e respeito. Eu trago aqui no livro, eu até me emociono, uma das grandes origens das nossas tristezas, das nossas doenças, é quando nós queremos dar mais tempo para alguém ou para algum lugar que já encerrou o seu ciclo. Vem comigo, respira fundo, que agora chegou a parte mais importante dessa conversa. Eu trago no livro isso. Talvez a grande origem das nossas insatisfações e doenças é quando queremos dar mais tempo do que uma pessoa merece. É quando queremos estar mais tempo na vida de uma pessoa que você já devia ter saído há muito tempo. É quando você quer insistir num emprego em que você não tem mais nada a ver. Quando você está querendo insistir algo com alguém ou com algum emprego que você não tem controle, você está perdendo tempo. Percebem o que eu estou dizendo? Faz sentido. E muito obrigada por vocês estarem compartilhando isso comigo, porque, olha, vou falar sobre isso nos próximos dias. Assunto fundamental, porque isso é perda de tempo. Mas quem sou eu pra dizer alguma coisa pra vocês fazerem? Eu só estou aqui convidando pra que vocês pensem. E hoje é pra pensar em atualizar a identidade. Mas tem tudo a ver com o que nós estamos falando. Então, pra quem pegou lápis e papel na mão, vamos lá. Quem eu sou hoje? Como eu estou hoje? Eu estou ou eu sou assim? O que que eu gosto hoje? Será que eu ainda gosto de algo que meu ex-marido gostava? Ou que em alguma festa eu vi algum amigo que gostava e eu gosto? O que eu gosto hoje? O que eu estou fazendo achando que eu gosto, mas na verdade eu nem gosto? Meu paladar mudou? Minhas horas de sono mudaram? Ai, mas no passado eu podia dormir só cinco horas e no dia seguinte eu tava ótima, né? Sim, no passado. Para com essa pira. Para com essa pira. Talvez essa seja a frase de hoje, viu, Erika? Dá um print pra mim. Para com essa pira. Hashtag para com essa pira. Para com essa pira de querer ficar vivendo a agenda de hoje com as suas condições de saúde de ontem. Não rola. Isso sabe o que vai causar? Frustração, decepção. Então, Jéssica, quando olhamos pra dentro do nosso coração, acordamos. Sim, é isso. Não adianta buscar fora o que tá dentro. Isso não é blá, blá, blá. Não. Eu tô falando isso porque eu já fui buscar fora o que tá dentro, eu já fui buscar na farmácia coisas que eu podia ter encontrado dentro, mas... É uma longa história. Eu conto a minha depois. A escolha é nossa ser vítima. A escolha é nossa recomeçar. A escolha é nossa recomeçar. A escolha é nossa encarar as coisas como elas são. A escolha é nossa atualizar a identidade. A escolha é nossa olhar para o tempo com mais compaixão. A escolha é nossa olhar para o tempo com mais paciência. A escolha é nossa parar de terceirizar a responsabilidade. A escolha é nossa para tudo. Ó, gatinho aqui no YouTube. Quem tá aqui? Oi. Pulou. Tá tudo bem. Então, a escolha é nossa estar aqui no Resiliência. A escolha é nossa sair agora. A escolha é nossa viver um tempo de qualidade. Então, a atualização de identidade, pra encerrar, é tudo isso junto. Escolham olhar para vocês hoje. Lembra que eu falei? Não tem dia melhor, né? Pra parar pra pensar no tempo do que domingo. Eu adoro. Respirem fundo. Não fujam da identidade que vocês têm hoje. Parem de olhar para o passado como se fosse a coisa mais incrível do mundo. Eu trago no livro, inclusive, tá? Dá um tempo, Como Encontrar Limites em um Mundo Sem Limites, o Roseville. É um termo que os psicólogos usam para aquelas pessoas que dizem, ai, porque no passado eu era assim, porque no passado, porque no meu tempo era aquilo. Para. Oi. Zeitgeist, o espírito do tempo. O espírito do tempo é hoje. É essa macro tendência que estamos vivendo. É mundo express, é mundo digital, mas cérebro analógico. Eu preciso parar pra aceitar isso. E, gente, vou falar um negócio pra vocês. A Paty tá aqui. A vida é feita de escolhas? Sim. Mas eu preciso ter coragem pra fazer as escolhas hoje. Tá? O nosso cérebro, eu já vou encerrar com isso, tá, gente? O nosso cérebro é igual ao cérebro de séculos e séculos e séculos atrás. Isso daria só uma live disso, vou fazer então nos próximos dias. O nosso cérebro ainda busca três coisas. Respira que agora vem uma bomba. se tiver algum neurocientista que inclusive me ajude, tá? O nosso cérebro ainda trabalha para três coisas. Aumentar o prazer, diminuir a dor e poupar energia. Vou repetir. Aumentar o prazer, diminuir a dor e poupar energia. Portanto, meus amores, Pra quem está vivendo situações repetidas, pra quem está tomando pés na bunda, como eu tomei vários, não tem nada de errado até você despertar. Porque, na verdade, é o seu cérebro que está fazendo algo que você já fez e você sobreviveu, então seu cérebro entende e fala, opa, vou poupar energia, né? Porque se ela já fez isso antes e sobreviveu, então eu posso fazer de novo. Nossa, Isabela, que loucura! Então, eu aprendi isso, na raça, e depois é que eu fui encontrar o doutor Fabiano Moulin, um neuro aqui de São Paulo maravilhoso, que tá aqui, ó, sobre os carimbos do tempo. Por que que a gente vai repetindo certas coisas? Aumentar o prazer, é por isso que a gente quer tudo pra agora, né? E diminuir a dor, é por isso que a gente quer postergar a dor, ou quer que ela passe rápido. Gente, o assunto é infinito. É delicioso. E como eu sei que As palavras são sementes e nós estamos aqui, olha, com mais de mil corações, hein? Que alegria. Se fez sentido o que eu falei, compartilhem. Eu estou no YouTube, no Instagram, no Facebook como Isabela Camargo Real. Tudo o que nós falamos aqui ficará salvo no tempo. Pra vocês acompanharem no tempo que vocês quiserem, pra vocês compartilharem com quem vocês quiserem. Até um pé na bunda te empurra pra frente, Márcio, querido, meu fotógrafo maravilhoso. Pois é. Bom. Trouxe muitos assuntos. Eu espero que algum tenha feito sentido pra vocês. Eu falo bastante, mas se vocês agarrarem uma coisinha que eu falei, já vai fazer sentido para cada um, para o tempo de cada um. Então, atualizem a identidade. Aproveitem essas próximas horas do domingo para vocês começarem uma segunda-feira pelo menos olhando para o que vocês precisam olhar. Pelo menos para pensar naquilo que vocês precisam pensar. Gente, não seja intolerante com o seu silêncio. Não seja intolerante com a necessidade de uma pausa. Eu não quero que vocês vivam o que eu vivi por não ter dado uma pausa na hora certa. Alguém me perguntou para repetir o que o cérebro ainda faz? aumentar o prazer, diminuir a dor e poupar energia. Isso explica porque repetimos muitas situações. Mas isso não significa que a gente não possa mudar o nosso caminho. Não significa que quem levou um pé na bunda vai levar outro pé na bunda. Se você fizer uma atualização de identidade, eu duvido que isso vai acontecer de novo. Escreve pra mim lá no direct, Isabela Camargo Real. Eu quero muito poder ajudar vocês a seguirem, a partir daqui, um caminho diferente do que o que fez vocês chegarem até aqui. De verdade. Eu vivi isso na pele, mas estou aqui, firme e forte, para dizer para vocês que, sim, é possível atualizar a identidade e se valorizar com quem você é hoje. Ninguém é o passado. Alô? Ninguém é o passado. Ninguém está prisioneiro. A partir de agora, vocês podem fazer a atualização de identidade de vocês e viverem uma vida que vale a pena ser vivida. Muito obrigada pelo tempo de vocês, pela confiança. O Instagram vai derrubar a live em instantes. Eu quero que essa live fique bem salva para todos nós. Muito, muito, muito obrigada. Sinta um abraço demorado. Obrigada pelo tempo e confiança de vocês. Teoria não. Alguém escreveu aqui, teoria não, Luizia. Eu vivi na pele, tá? Uma síndrome de burnout. Pesquisei quatro anos. O que está aqui no livro dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. 150 pessoas, além de mim, que vivemos na prática do que eu estou falando. E se nós pudermos viver a partir do que sobrevivemos, vocês também podem. De verdade. Com humildade. Vai ter que ter humildade, vai ter que ter aceitação, vai ter que ter paciência e vai ter que ter amor próprio. Amanhã eu estou de volta lá na minha página, Isabela Camargo Real, para falar sobre o sono, com a presidente da Associação Brasileira do Sono. Aqui no Resiliência eu volto na terça-feira, tá certo? Acompanhe lá na minha rede, Isabela Camargo Real, toda a programação. Vou ficar muito feliz de ter vocês por lá. Um beijo grande, bom domingo e que o tempo sempre esteja a favor de vocês. Tchau, tchau. Encerrando aqui no Resiliência e agora aqui com vocês. Meus amores, muito obrigada. Vocês que me acompanharam no YouTube e no Facebook. Que o tempo também sempre esteja a favor de cada um de vocês. Até amanhã.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








