Atualização de identidade!

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Olá, olá, boa noite, sejam muito bem-vindos, estou fazendo aqui a live para o Resiliência Humana, e também para todos vocês que me acompanham e querem viver um tempo de qualidade, não é? Muito obrigada pelo tempo de vocês nesta terça-feira, 15 de setembro, 7 horas 2 minutos, sejam muito bem-vindos. Olha quem tá aqui, o Will do Zen Club, parceiro incrível. Recomendo, viu, que vocês vejam o trabalho do Zen Club, uma plataforma para desenvolvimento pessoal também muito interessante. Gente, sejam todos muito bem-vindos. Para quem está aqui no Resiliência Humana e não me conhece, Meu nome é Isabela Camargo, eu sou jornalista, tenho 39 anos, trabalho com comunicação há 23 anos e acho importante falar isso pra vocês saberem quem é que vocês estão compartilhando o tempo de vocês. Então, hoje, Nós vamos conversar sobre um tema que eu acho muito importante, por tudo que eu tenho ouvido de várias pessoas que estão me procurando, ou porque já leram o livro Dá Um Tempo, Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites, ou porque querem ler, porque estão vivendo situações em suas vidas que precisam de uma mudança. Não é, Júnior? Mari, sejam bem-vindos. Atualização de identidade. Ela é fundamental para a gente viver um tempo de qualidade. Olha, até rimou. Enquanto o pessoal tá entrando aqui no Resiliência, eu quero só dar mais alguns elementos pra vocês, porque hoje eu garanto, aliás, se quiserem já separar um papelzinho e uma caneta, eu tenho certeza que a partir do que nós vamos conversar aqui, e eu digo conversar porque eu quero interagir com vocês, então enviem aqui os comentários, e aí dependendo da disponibilidade eu vou incluindo também os comentários de vocês, tá? A partir do que falarmos aqui, vocês sairão com algumas questões para pensar, se vocês quiserem. E aí, começamos com o pensamento. Não sei se vocês sabem, mas a oficina da ação está aqui. São os nossos pensamentos. Então, eu preciso pensar para agir. Aliás, quando a gente age sem pensar, geralmente dá ruim, não é? Então, hoje nós estamos falando Lourdes Cleiton aqui no Resiliência, Lourdes Egídia aqui no Isabela Camargo Real, nós vamos falar sobre atualização de identidade, tá certo? Então, mais uma vez, só pra reforçar, o conteúdo que eu direi pra vocês está aqui, Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, é um livro, Sérgio, lá de São Luís do Maranhão, em que eu Trago pesquisas de mais de quatro anos... e 150 entrevistas de pessoas que nós respeitamos muito... o prefácio é do Mário Sérgio Cortello... para a gente entender... porque estamos como estamos... não é Nina do Instagram... porque estamos como estamos... e como vamos seguir a partir daqui. Então, neste livro eu trago dicas úteis... para que a gente reencontre o nosso tempo de qualidade. Reencontre para quem já viveu... ou para quem encontre... o tempo de qualidade. Especialmente para aquelas pessoas que vêm numa pegada muito forte, sabe? Numa exigência muito grande de produção constante. Até porque a gente se sente culpado, não é? Quando tira férias. Quem aqui se sente culpado? Vamos lá, levantem as mãozinhas. Adilson, Fátima, Patrícia. Quem aqui se sente culpado ou culpada por não estar fazendo nada? Hein, Will? Will Avila, do Zen Club. Quem aqui se sente culpado por ter um tempo livre? Quem aqui se sente aflito ao perceber um tempo livre na agenda? Quem se sente culpado? Por que se sentem culpados? O que será que os outros vão pensar? Sabe o que eu vou dizer para vocês, com muito carinho, o que os outros vão pensar? O que os outros vão pensar. É impossível saber o que as pessoas vão pensar. Jamile está dizendo, culpada forever por tudo. Eu entendo, Jamile. Nós viemos, nas últimas evoluções, vamos dizer assim, nos últimos séculos, que foram séculos de maior transformação social por conta da economia, por conta da indústria e todas as revoluções, tanto na comunicação quanto nos transportes, eu digo também isso aqui no livro, nós estamos vindo de cobrança em cobrança, não é? E com essas cobranças nós não Respeitamos o nosso tempo. Nós não respeitamos as nossas necessidades. Tô vendo aqui a Regina, eu já me importei muito até ficar doente. Eu entendo você, Regina. Eu vivi também essa situação. Nós temos muito medo das consequências de um não. E por isso, vamos dizendo sim para mais compromissos, mais tarefa, mais trabalho. Até porque ninguém quer perder uma oportunidade boa, não é? E aí eu digo para vocês, de que adianta uma oportunidade maravilhosa se não tivermos saúde para desempenhá-la. Eu hoje estava fazendo uma palestra, que depois eu conto para vocês, e aí me vem um pedido. para falar sobre essa continuidade dos nossos dons, do nosso talento. Porque se a gente ama o que faz, atenção, Nina, se você ainda estiver por aí, se a gente ama o que faz, para a gente continuar fazendo o que ama, para a gente continuar fazendo o que ama, eu terei que atualizar a minha identidade, porque eu preciso reconhecer quais são as minhas condições de saúde hoje. Por que eu tô dizendo isso, tá? Quando nós temos vinte e poucos anos, nós podemos dormir pouco, por exemplo, e produzir igualzinho no dia seguinte, como se a gente tivesse dormido bem. Só que aí os aniversários vão passando, e aí nós queremos viver uma agenda extremamente cheia e corrida, mas considerando as nossas condições de saúde do passado. E aí, gente, a conta não fecha. Então, eu falo por mim, aliás, tudo que eu tô falando pra vocês, além das pesquisas, eu vivi na pele, tá? Tudo isso. Se a gente não tiver humildade pra reconhecer que o ritmo que nós estamos não será adequado, depois é aquela velha história do não adianta chorar pelo leite derramado. Quando eu proponho aqui no livro como encontrar limite em um mundo sem limites, eu não quero que ninguém pare de fazer o que ama, pelo contrário. Lembra, justamente, se você ama o que você faz, para continuar fazendo o que ama, você vai ter que parar um pouquinho. Rever a sua identidade para poder continuar fazendo o que você ama. Encontrar limite em um mundo sem limites é ter humildade. para buscar este tempo de qualidade numa sociedade que é express, que quer tudo para ontem, e que nos deixa com esta ilusão que podemos fazer tudo o tempo inteiro, sem custo nenhum para a nossa saúde. Percebem como é simples? Mas as respostas mais simples são as que mais incomodam. Quando eu sugiro como encontrar limite em um mundo sem limites, eu gosto de dar um exemplo. Quando estamos dirigindo em uma autoestrada, imaginem que essa autoestrada tem um limite de velocidade de 120 km por hora, vocês já estiveram numa rodovia, numa estrada assim? Por que será que existe esse limite de 120 km por hora? Por que será que em determinados pontos da estrada tem um radar? Por que eu preciso frear nesse radar? Por que eu preciso parar para... Abastecer o carro, porque eu preciso reconhecer que o carro tem, o tanque de combustível tem um limite, tem uma capacidade. Eu preciso reconhecer que se eu não der aquela freadinha perto do radar e eu ultrapassar a velocidade, eu estou me colocando em risco e outras pessoas em risco. Então, para aquelas pessoas que não querem, ou têm medo, na verdade, de ter o tempo livre para rever os processos, as dinâmicas, e que pensam tanto nas pessoas, pronto. Então, agora estou dando de bandeja aqui para vocês um elemento para vocês, então, pensarem nas pessoas, mas não com aquele pensamento antigo. Porque se a gente também não quer colocar outras pessoas em risco, pessoas que nós amamos, nós precisamos parar um pouquinho. Nossa, Isabela, que coisa! Gente, eu só posso falar isso pra vocês porque eu vivi uma experiência com a Síndrome de Burnout, que é um problema, um fenômeno ocupacional, ou seja, um fenômeno que acontece dentro do ambiente de trabalho pelo excesso de estresse por longos períodos. E esta Síndrome de Burnout não é o tema da nossa pauta de hoje, mas é só pra trazer aqui elementos. para vocês acreditarem no que eu estou dizendo, a Síndrome de Burnout e outros problemas de saúde não são punição, são um aviso. Na verdade, a doença, um problema de saúde, é um aviso. Se vocês acreditarem na espiritualidade, na força maior em Deus, no Deus que vocês tiverem, essa doença ela vem para alertar que algo pior pode acontecer, E eu vou chamar aqui de algo pior como o fim, que é a morte. Então por que será que a gente insiste em ficar tão preocupado com os outros? Gastar tanta energia com o que os outros vão pensar? E a gente ainda tem dificuldade de reconhecer que a nossa saúde é finita. Ela é limitada. Então, quando eu apareço aqui, né, pra falar do tempo, muitas pessoas, né, eu recebo depois, ah, você fica falando de tempo, e isso é muito subjetivo. Não, gente. Falar de tempo, a gente fala de tempo o tempo inteiro. Mas dificilmente para pra pensar no que estamos fazendo com o nosso tempo. Dificilmente a gente para pra pensar o que estamos tentando preencher aqui nesses quadradinhos Sabe? Querendo que uma hora eles passem mais devagar e numa outra hora que eles passem mais rápido, a gente tá querendo, em alguns momentos, fazer com que os ponteiros do relógio corram mais rápido, em outros momentos mais devagar, Não é? Então a gente fala de tempo o tempo inteiro. O tempo dessa live, o tempo da viagem, o tempo que vocês não tiram férias, né? Clayton, tem que sair pra uma reunião? Não tem problema, Clayton, essa live vai ficar salva aqui no IGTV do Resiliência Humana e também no meu, Isabela Camargo Real. Pra vocês que estão chegando agora, olha, se eu somar aqui os dois Instagrams, estamos com mais de 600 corações querendo tempo de qualidade. E vamos aumentar esses corações? enviem coraçõezinhos aqui na lateral pra gente, assim o Instagram compreende que esse assunto é relevante. Vocês acham que falar de tempo de qualidade é relevante? Nós falamos de tempo o tempo inteiro, como eu disse, mas dificilmente paramos de verdade, com humildade, pra pensar, pra reconhecer o que estamos fazendo com o nosso tempo. Então, vem aqui Isabela Camargo pra dizer pra vocês que sim, nós podemos parar um pouquinho. Nós precisamos parar um pouquinho pra poder continuar. Esse exemplo que eu disse pra vocês da autoestrada faz sentido, porque pra mim ela fez muito sentido. Quando eu não parei, quando eu deveria ter parado, quando eu não parei de dizer sim, eu coloquei muitas pessoas em risco, porque ao dirigir, eu poderia ter entrado em vários acidentes, ou provocado vários acidentes, como foi quando eu fui do emprego que eu tinha para o médico, sob risco de convulsão. Quando a gente está com muito sono, a gente não dirige de forma insegura, quando a gente está com sono, a gente não pensa pior, não reage pior, os nossos reflexos não ficam piores, Estou pronta! Então eu preciso sim considerar que se eu não parar um pouquinho, além de estar abrindo a porta para problemas de saúde, de saúde mental, saúde física, ou seja, a saúde, eu também estou colocando outras pessoas em risco! Então pronto. Então, pra quem sempre pensa nela, o que as pessoas vão pensar, tá aí, então, agora, um bom elemento. Mas, gente, com muito carinho, tá? Nós temos que parar, sim, pra gente olhar pro nosso tempo. E pra isso, então, pra nossa identidade. Acho que agora já tá 15 minutos de esquenta, né? A gente pode falar sobre isso. Então, lápis e papel na mão. De qualquer maneira, essa live também vai ficar salva aqui e lá no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real. Por que vocês acham que, de tempos em tempos, nós temos que atualizar os nossos documentos? Vamos lá. Deixa eu ver se alguém aqui me traz uma resposta para a gente poder interagir. Lembra que eu prometi que eu vou interagir com vocês? A PAM está lá no Resiliência Humana, está dizendo... Por não parar e cuidar de mim, estou sofrendo desequilíbrio emocional. Pã, total! Porque isso é autocuidado. Autocuidado é quando... Só você precisa fazer o que precisa ser feito por você. Ah, Isabela, que confuso. Deixa eu contar um negócio pra vocês. Então é assim, ó. Eu posso escovar o dente de vocês? Eu posso tomar banho por vocês? Eu posso fazer terapia por vocês? Tudo isso, cada um vai ter que fazer. Isso é autocuidado. É quando eu me cuido. É quando eu não responsabilizo ninguém por aquilo que é responsabilidade minha. A falta de tempo pra gente na agenda é o inimigo do nosso autocuidado É a falta total de amor próprio Quando a gente não se coloca na própria agenda pra se cuidar É o início de uma ruptura com o que é mais importante pra nós A gente valoriza tantas pessoas, tantos modelos, tantas empresas, tantos negócios, mas aí vai caindo em armadilhas da competência, vai caindo em ciladas. E aí eu pergunto, então, mais uma vez, por que será que os nossos documentos precisam ser atualizados? Frequentemente. RG, né? Tem um tempo determinado pra você refazer. Carteira de motorista. Será que a gente só muda fora, Pablo Torres? Será que a gente só vai sofrendo com o tempo alterações físicas? Será que aqui dentro também a gente não vai mudando? Se nós mudamos de paladar, né? Quem é que gostava de uma coisa no passado e agora não gosta mais ou vice-versa? Se nós mudamos de ideia, se nós mudamos de opinião, se o nosso cheiro vai mudando ao longo do dia, será que só o cheiro vai mudando ao longo do dia ou as nossas células também vão mudando ao longo do dia? É isso que eu tô propondo pra vocês. Primeiro, reconhecer que não é só fora que muda, dentro também muda. Reconheceu? Então precisamos aceitar. Porque depois de aceitar, é aí que começa a atualização de identidade. Que cada um, se fizer, eu garanto, garanto, garanto que vocês vão reencontrar ou encontrar o tempo de qualidade de vocês. Sabe por quê? Porque se eu não me conheço, eu adoeço. Só existem duas maneiras pra gente viver um tempo de qualidade. Para garantir produtividade sustentável. Ah, Isabela, o que que é isso? Eu não quero que aqui ninguém seja o funcionário do mês e no mês seguinte seja o afastado do mês. Vou repetir. Não quero que ninguém ganhe lá um quadrinho, né, na parede, funcionário do mês. E no mês seguinte, cadê o funcionário do mês? Ah, ele teve que se afastar para se tratar de algum problema de saúde. Ninguém quer isso, não é? Mas precisamos considerar que para o nosso rostinho estar lá no funcionário do mês, isso vai ter um custo, isso vai ter um preço na nossa saúde. E esse preço, esta fatura, tarda, mas não falha chegar e geralmente vocês terão que pagá-la sozinha. Não vai adiantar bater pezinho, pedir ajuda, reclamar com alguém, sabe? Culpar alguém por que o RH, por que a empresa, por que não sei quem, não fez ou fez. Não adianta. Eu preciso saber, se ninguém contou pra vocês, eu tô aqui pra isso. Que existe um custo pra ser o funcionário do mês. Eu vou ter que dedicar. Eu vou ter que me empenhar bastante. E provavelmente eu terei que abrir mão de algumas coisas para dar conta de tudo aquilo que eu quero. E não tem nada de errado nisso, tá, gente? Vamos deixar aqui uma coisa bem clara. Lembra que a Bela não está falando para ninguém parar de trabalhar. Pelo contrário. Qual é o mantra da Isa? Tomara que a Erika aqui, uma garota linda que me acompanha na Resiliência Humana, esteja aqui. Qual é o mantra de hoje? Se você ama o que você faz, para continuar fazendo o que você ama, será preciso o quê? Encontrar limite no mundo sem limites, que é o que eu proponho aqui no livro dá um tempo. Eu preciso não me culpar por me colocar na agenda. Eu preciso parar com aquela história que se eu tiver um tempo livre, que se eu tiver um pouquinho de descanso, ou se eu buscar minhas férias, vão me criticar. Nossa, mas o que vão pensar de mim? De novo, não sei. O que vão pensar é o que os outros vão pensar. Imagina que no mundo tem 7 bilhões de outros, mais de 7 bilhões. Então, a escolha é nossa. Ou eu invisto meu tempo pensando no que os outros vão pensar, ou eu invisto meu tempo fazendo a atualização de identidade. Então, bora lá! Eu fico indo e vindo, gente, tá? Pra que essa mensagem fique realmente absorvida por vocês. Então, antes da gente começar, eu agora vou pedir pra que todos inspirem profundamente. Eu já vou explicar por quê. Vamos lá? Mais uma vez. Mais uma vez. Não é bom demais quando a gente inspira profundamente? Sabe por que isso é bom? Não é só o nosso pulmão que fica feliz. O nosso cérebro também fica feliz. Porque o nosso cérebro precisa de duas coisas para funcionar bem. Oxigênio e glicose. Tirando o sono, tá, gente? Oxigênio e glicose é pra gente estar aqui vivo. Oxigênio e glicose. Então, se eu não respirar bem, se eu estiver correndo de compromisso a compromisso, minha respiração estará ofegante. E aí o meu cérebro não vai funcionar coerentemente com o que eu preciso. Se eu estou me alimentando mal, se eu estou me alimentando sempre correndo, essa glicose também que eu estou consumindo, será que vai produzir uma energia boa? Uma energia saudável? E por que que eu sempre peço, quem tá aqui já me conhece há um tempo, por que que eu peço sempre pra respirar profundamente antes da gente entrar de fato no assunto? Porque senão eu corro o risco de vocês chegarem à noite, lembrarem que estiveram nessa live, mas vocês podem não se lembrar do que nós falamos. Alguém já chegou no final do dia muito exausto, cansado, e nem se lembrou do que almoçou? Eu já vivi isso muito lá no passado. Isso significa que vocês passaram o dia, ou boa parte do dia, de tela em tela, de assunto a assunto, sem se aprofundar em nada, sem dedicar tempo para absorver o melhor daquilo. Então, a minha recomendação diária aqui no Resiliência Humana, ou lá no meu canal, Isabela Camargo Real, vou ficar muito feliz vocês que estão aqui me conhecendo no Resiliência Humana, passarem lá no meu Instagram, Isabela Camargo Real, ou no meu YouTube, Isabela Camargo Real também. Todas as vezes eu vou pedir pra vocês respirarem profundamente, para que o cérebro de vocês percebam, opa, agora vem uma informação bem importante. Então, atenção, tá bom? Então, mais uma vez, agora que eu já expliquei porque, vamos dar mais uma respirada profunda? Não vai doer nada, ó. O intervalo entre a inspiração e a expiração é o que eu chamo de tempo... e é o que eu chamo de vida... porque o dia que a gente inspirar e não expirar mais... isso se chama morte. E eu preciso lembrar a vocês da nossa finitude... eu preciso lembrar a vocês que... nós temos um tempo finito dentro de um tempo infinito... Então, eu não posso bater o pezinho, cruzar os braços e dizer não quero falar da morte porque eu estarei perdendo tempo, não é? O que eu posso fazer para evitar a morte é respirar profundamente, considerar que este intervalo é o tempo que eu tenho e é com este tempo que eu quero então viver uma vida que vale a pena ser vivida. Para que depois não toque aquela música do Epitáfio, né? Devia ter. Devia ter. Enfim. Então, vamos lá. A Paula está dizendo aqui, né? Por que a gente atualiza os documentos? Para saberem que estamos vivos, foto nova, aparência nova. Porque as mudanças acontecem, Carma. É isso mesmo. A Sueli. Porque a foto não bate mais. É. Também. Também tudo isso. Mas assim... Socialmente, ok. Eu vou mostrar ali, em todos os documentos, que o tempo passou. O tempo passa pra todo mundo. Só tem uma maneira do tempo não passar. Se a gente morrer. Aliás, no livro eu falo sobre isso com muito carinho. Para aquelas pessoas que reclamam do envelhecimento, porque tem enruga, porque não sei o que, não sei o que, ó, fio de cabelo branco, sim, Esse benefício do envelhecimento não é dado pra todo mundo não, viu gente? Pra quem perde a vida violentamente, esse benefício não foi dado. Pensem nisso. Então, vamos lá. Menezes, mais i. Caramba, verdade. É. A Karen tá dizendo nessa história de funcionário do mês, nem sempre é saudável. Pois é. Bom, eu prometo pra vocês que eu não vou fazer a live sobre a prevenção da síndrome de burnout. Eu tô devendo, tá? Pra vocês. Mas vamos lá. Atualização de identidade. Então, primeiro, já sabemos que nós mudamos também dentro e não mudamos só fora. Reconheci isso? Beleza. Toca o barco. Reconheci, aceitei. O que que eu vou fazer? Lápis, papel na mão. Primeira pergunta. Primeira pergunta. Por que eu faço o que eu faço? Hoje, dia 15 de setembro, tá? Então vamos lá. Por que eu faço o que eu faço? Primeira pergunta. Por que eu faço o que eu faço? Será que o que eu tô fazendo hoje faz parte de um desejo, de um sonho atual ou do passado? Se for atual, ok. Se for do passado, outra pergunta. Este sonho ainda faz sentido? Eu ainda quero este objetivo? Essa meta que eu tinha no passado, hoje, ela representa sucesso ou prisão? Ela está me levando para um caminho de saúde ou de doença? Hmm, Isabela, está começando a ficar complicada. Não. Vejam lá. Primeira coisa, por que eu faço o que eu faço? Segunda coisa, o que eu faço é coerente com o meu tempo de hoje? Tá batendo com as minhas condições de saúde hoje? Por exemplo, era como se eu quisesse hoje dançar como a bailarina que fui na infância. Eu posso dançar diferente, melhor, pior, mas percebam, eu estou pedindo pra vocês atualizarem a identidade no dia 15 de setembro. Eu espero que vocês se lembrem dessa data com muita alegria daqui pra frente, com satisfação. Que bom que vocês estão, inclusive, compartilhando o tempo de vocês comigo, tá? Evandra tá dizendo, né, já se viu de folga em casa, sentindo culpada, parece que estamos fazendo a coisa errada. Eu já ainda vou falar sobre isso, tá, Evandra? Porque a culpa é um dos piores ladrões do tempo. Total. Mas vamos lá. Até as oito a gente vai passar aqui passo a passo dessa atualização de identidade. Respira fundo. Patrícia, Isabela está complicando. Não, Patrícia, vou falar pra você... Patrícia, vai falar na minha página, viu, Isabela Camargo Real. Vou falar pra você que quando parece que está complicando, é aí que vem a lucidez. Porque quando a gente está no piloto automático, quando a gente está nessa ilusão que nós vivemos, as coisas vão se arrastando, vão se acumulando, fica tudo muito estranho. Então, uma pausa é sempre muito importante. Então, A Patrícia tá dizendo, né? Quero correr todos os dias, mas meu corpo já não dá. Entendo, Patrícia. De repente, um dia corre, no outro dia não. Ou de repente não é mais a corrida que vai te dar prazer, né? Pode ser uma outra atividade. Sussu Aromas, chegou agora, não tem problema, Sussu. Vai ficar tudo salvo aqui e depois a gente se fala, tá bom? Mas vamos lá. Atualização de identidade. Primeira coisa, por que eu faço o que eu faço? É coerente com quem eu sou hoje? É o que eu quero continuar fazendo? Se sim, bora lá! Se não, o que está faltando? O que eu estou carregando do passado que eu não preciso mais e que está me impedindo de seguir um futuro desejável? que pergunta difícil, Isabela. Não precisa responder agora. Eu só gostaria que vocês anotassem. Da maneira que vocês puderem. Tá? Porque eu faço o que eu faço. É coerente com quem eu sou hoje? E quem eu sou hoje? Eu sou a mesma de cinco anos atrás? Eu sou a mesma de um ano atrás? Não. Nossas células mudam. Nosso paladar muda, nosso cheiro muda, nossos gostos mudam, nossa opinião muda. E não há nada de errado nisso. Eu entendo que pra quem cresceu ouvindo que deveria ter feito uma faculdade, entrado num emprego daqueles bem estáveis, né, que você nunca vai sair, encontrado o amor da sua vida, casado e fim, Assumir que nós mudamos é mais difícil, mas não é impossível. Tô aqui pra dizer pra vocês. Desapega, gente. A gente precisa desapegar das ideias do passado se elas não fazem mais sentido hoje. Se elas não são mais coerentes com o seu estilo de vida. A não ser que você admita que, para sustentar uma decisão tomada no passado, você vai abrir mão da sua saúde e tudo bem. Então deixa por escrito, tá? Deixa assinado. Eu, Isabela, me comprometo por tudo que vai acontecer a partir de agora. Reconhecendo que esse modelo não é sustentável. É por isso que eu falo tanto de produtividade sustentável. Não é, Soraya? Mas... Não quero que ninguém seja o funcionário do mês e o afastado no mês seguinte, o afastado do mês, tá? Então, atualizando a identidade. Porque eu faço o que eu faço, tá coerente, ok, segue em frente. Não está, o que que eu preciso desapegar? O que que eu preciso deixar no passado para, no meu presente, caminhar para um futuro desejável? Ah, eu preciso então abrir mão dessa e dessa ideia, Eu quero sair do meu emprego, mas não sei pra onde eu vou. Bom, vocês já ouviram aquela frase que é melhor procurar emprego quando estamos empregados, não é? Eu vou dar uma alteradinha. É melhor procurar emprego enquanto estamos com saúde, do que procurar um emprego sem saúde. Exemplo prático. Pra quem está num emprego e não está feliz, porque está doente, e aí tem medo de largar esse emprego. Ah, eu vou dizer uma coisa também que eu vivi na pele. É melhor você sair com saúde do que ser saído com uma doença. Porque depois, claro que vocês vão poder se recolocar, como eu me recoloquei, cada um no seu tempo, sem pressa, sem colocar o carro na frente dos bois, não é um ditado antigo? Mas eu tô aqui pra dizer que se vocês tiverem tempo, paciência e humildade pra reconhecer a necessidade dessa atualização de identidade, ó, rimou tudo, vai ficar mais fácil tomar as próximas decisões, tá? Muito bem, Isabela, então, Lika, obrigada, querida, seja bem-vinda sempre. Então, se eu já sei por que eu faço o que eu faço, vou continuar fazendo o que eu faço, ah, não vou, preciso buscar então o quê? Que habilidade? Eu preciso buscar? Porque não adianta só reclamar que o mercado tá difícil, que existem muitos desempregados no país? Sim, existem! Mas também existem muitas vagas em aberto por falta de qualificação. Então será que se eu também reciclar os meus conhecimentos, se eu buscar uma nova habilidade, eu também não estou atualizando a minha identidade? Com certeza sim! Nunca é tarde demais para aprender nada. Quantas histórias a gente vê de pessoas com mais de 70, 80 anos que começam a escrever e publicam livros, que começam a praticar um exercício físico e ganham medalhas. Então, gente, a escolha é nossa. Ah, e lembra que eu falei que só tem duas maneiras de a gente viver um tempo de qualidade? Se conhecendo para fazer boas escolhas. pra tudo! Isso serve pra tudo! Se eu não me conhecer, eu posso adoecer. Porque se eu não me conhecer, eu posso fazer escolhas equivocadas. Tá? Deixa eu beber um golinho d'água. e respondeu aqui um rapaz. Eu acho lindo quando vocês acabam me ajudando a falar do livro. Está aqui, tudo que eu estou dizendo está aqui nesse livro, Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Publiquei esse livro há algumas semanas e ele está à venda no resiliênciahumana.com.br com dedicatória. Aliás, amanhã eu vou aqui no Resiliência Humana em São Paulo para dedicar um pouco do meu tempo para colocar dedicatória no livro de vocês. Isso me deixa tremendamente feliz. Foram quatro anos pesquisando, sonhando com aquela livraria lotada, abraçando todo mundo, para a gente poder colocar um recado individual. Não aconteceu por conta do isolamento social, mas isso me abriu infinitas portas, como essa que eu estou aqui com vocês, o Resiliência Humana, para falar sobre o conteúdo dele e vejam, Agora o conteúdo tá chegando em muito mais corações. Então, esse livro, pra quem perguntou, está à venda no resilienciaumana.com.br. Ah, mas Isabela, está à venda em outros locais? Sim. Todas as plataformas digitais. Mas, só no Resiliência, eu consigo que esse livro chegue na casa de vocês com uma dedicatória. Que é o mínimo que eu posso fazer, né? Colocar uma dedicatória pra quem vai dedicar tempo para o livro dar um tempo. Então, vamos lá. Qual o título do livro, Patrícia? Esse aqui, ó, Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Eu vou adorar também saber o feedback de vocês, o que fez mais sentido, tá? Até para as próximas lives. Então, vamos continuar a nossa atualização de identidade? Vamos? Ó, a Neila, querida amiga, lá na minha página, Isabela Camargo Real. A Alemã, Slim Rappaport. se formou em medicina aos 102 anos. É isso, Neila. Esse exemplo, assim como outros que nós temos, podem nos ajudar a olhar para o futuro de uma forma mais desejável e acessível. Aquelas pessoas que estão olhando para o futuro de uma forma angustiada, medrosa, da pior forma possível, eu vou dizer uma coisa pra vocês com muito carinho. Não percam o tempo. Porque eu só posso, peguem essa, hein? Agora vem uma parte muito boa. Eu só posso pensar em um futuro desejável se hoje eu souber quem eu sou ou eu souber o que eu preciso saber fazer pra ser quem eu nasci pra ser. Vou repetir, eu só posso pensar num futuro desejável se hoje eu souber quem eu sou. Ou se ainda eu não sei, o que eu preciso fazer, o que eu preciso buscar pra ser quem eu nasci pra ser. Porque eu digo, muitas pessoas estão trabalhando em lugares que em algum momento fizeram muito sentido, mas hoje não faz mais. Quantos de nós já não idealizamos um local de trabalho, não fizemos das tripas coração, como diz o interior, para trabalhar naquele lugar que a gente sempre sonhou e quando a gente chegou lá não era nada daquilo que a gente pensava? Vou dar mais uma dica. Tem um documentário chamado IN-SA-EI. INSAEI, I-N-N-S-A-E-I, INSAEI, o poder da intuição. É uma moça muito competente e o sonho dela era trabalhar na ONU. Quando ela chegou na ONU, ela viu que não era nada do que ela pensou. E aí o que aconteceu com ela? Síndrome de burnout. Oh, que coincidência. E aí ela saiu da ONU, que era um lugar que ela buscou muito estar e fez esse documentário chamado O Poder da Intuição. Então acho que essa é uma boa dica que eu deixo pra vocês pra complementar isso que eu acabei de dizer. Eu só posso pensar em um futuro desejável sabendo quem eu sou hoje e se eu não sei ainda o que eu preciso fazer pra ser quem eu nasci pra ser. Então, se vocês estão em um ambiente, em um trabalho que não faz mais sentido, ó, atualização de identidade. Vamos retomar? Temos ainda 20 minutos. Então, olha, porque eu faço o que eu faço? Vou continuar fazendo? Faz sentido? Beleza. Se não, o que eu preciso fazer para seguir em frente, para colocar o meu dom a serviço do mundo? Eu preciso entender o mercado. Dá um Google, gente. Quais são as empresas? Quais são os trabalhos que estão acontecendo? Existe hoje um movimento muito interessante que é o da economia colaborativa. Quando você junta força com outras forças, pra fazer o que vocês desejam, quer uma coisa mais entusiasmante, quer você tá com um grupo de pessoas colocando o dom de vocês a serviço do mundo? Isso não tem preço! Isso, eu vou dizer pra vocês, tá? É a maior vitamina, é a maior anfetamina que existe, tá? Pensem nisso. Aí, agora vem uma parte bem fácil da atualização de identidade, tá? Já sei que hoje eu tenho condições de saúde diferentes da do passado, Isabela. Então o que eu faço? Bom, aceita primeiro, né? Começando pelo sono. Ai, hoje eu preciso dormir bem, senão eu não consigo produzir no dia seguinte. Eu também. Inclusive, o Ricardo Amorim fala aqui no livro, tá? Ricardo Amorim é aquele economista brasileiro, top das galáxias, né? E ele diz pra mim no livro. que quando ele tem uma palestra no dia seguinte e não dorme bem na noite anterior, o raciocínio fica prejudicado. Eu me identifiquei super com essa fala, tanto que ela tá no livro, porque eu também, antes, eu podia dormir menos e no dia seguinte tá ok. Quem aqui não dormiu pouco numa noite, porque tava numa festa, ou teve que cuidar de alguém, enfim, estudar, e no dia seguinte tava ok. No passado até rola. Hoje, eu quase não encontro quem consiga fazer isso sem consequências negativas. Então, a minha atualização de identidade passa pelas minhas horas de sono. Tá? Primeiro, pelo sono. E depois? Ah, eu reconheci que meu paladar mudou. Aham, claro que mudou. Tudo muda, gente. Todos os dias, nós temos condições diferentes na atmosfera. Por mais calor que esteja, por exemplo, eu vou ter uma temperatura com uma determinada umidade no ar, com uma quantidade de vento. Percebem? Então se todo dia a atmosfera é uma, por que eu vou alimentar aquela ilusão de que não? Eu não mudo. E na minha opinião, como eu disse, é uma grande perda de tempo, uma perda de vida, quando você está agarrado naquela decisão que você tomou lá atrás, sabe? E não quer aceitar que as coisas mudaram. Pensa bem! Então, a atualização de identidade é fundamental, porque só com as condições de hoje, que eu vou poder construir o meu futuro desejável, e tem mais! Eu não sei se vocês conhecem alguém que tem depressão, tá? Ou que já viveu um episódio que levou à depressão. Geralmente as pessoas que estão com depressão ou no caminho de uma depressão. Não sei se vocês sabem, mas a depressão ela é caracterizada por no mínimo três semanas de apatia absoluta. Tristeza não é depressão, tá gente? Vamos lá! Geralmente as pessoas que têm depressão, elas olham para o passado de uma forma muito ruim. Como se o passado fosse muito negativo, como se o passado tivesse sido injusto e tal. E aí vou falar um negócio pra vocês. Ai, ai. Vocês querem ter um passado que vocês se orgulhem? Sim, falei certo. Vocês querem ter um passado do qual se orgulhem? Porque a gente só tende a pensar no futuro desejável, não é? Mas então, respira fundo. Para que eu garanta um passado que eu me orgulhe, um passado que me deixe alegre e satisfeita, se eu considerar as consequências do que eu faço hoje para o futuro que eu estou buscando. Então, se vocês estiverem na dúvida de qual caminho seguir, inverte a fita, de volta para o futuro. Olhando lá na frente, vamos supor que aquilo que vocês pensam hoje aconteceu. Do jeitinho que vocês imaginam. Aí roda a fita. Olha pra trás. Sim, faz sentido. Ou sim, isso faz bem pra mim. Gente, não é confuso, tá? É só uma maneira diferente que eu estou falando pra vocês pensarem melhor no que vocês estão fazendo hoje a partir da atualização de identidade. Eu garanto, garanto, que teremos menos frustração com esses nossos planejamentos. Aliás, estamos quase em... aliás, estamos quase encerrando. Me digam onde está passado e futuro. Pensem. Cinco segundos. Respira fundo. Onde será que estão o passado e o futuro? Aqui no presente. Eu só consigo lembrar, pensar no meu passado agora. E eu só consigo planejar, projetar o meu futuro agora. Inclusive, no livro, eu trago aqui uma fala de Santo Agostinho, que foi um estudioso tremendo sobre o tempo, e ele disse que o certo era a gente falar presente do passado, presente do presente e presente do futuro, porque eu só consigo me lembrar ou planejar agora. Então, dando aqui uma resumida, para que eu garanta um passado que eu me orgulhe, eu preciso considerar Que pra este futuro desejável acontecer de verdade, eu preciso... Ter consciência das consequências dos meus atos. E aí, com a atualização de identidade, vai ficar muito mais fácil. Pra quem tá chegando agora, meu nome é Isabela Camargo. Estou aqui no Instagram como Isabela Camargo Real. Privilégio meu estar aqui com vocês. Olha, se somar os dois Instagrams, mais de mil corações. Que alegria! Então, mais corações aqui pra nós, que aí esse assunto acaba sendo semeado. Palavras são sementes, não é? Em todo o Instagram. Atualização de identidade, porque eu faço o que eu faço, vou continuar fazendo, não vou, então o que eu busco? Quem eu sou hoje? Eu tenho 39 anos, eu preciso dormir 8 horas. Ah, mas eu não sei quantas horas eu preciso dormir. Sabe? É aquilo que você dorme e no dia seguinte acorda com energia suficiente para passar o dia, sem ficar buscando café, anfetamina e outros remédios para aguentar o tranco. Será que a gente não tá querendo maximizar a agenda, minimizando a noite? E aí com isso, ó, dá-lhe café, vai num monte de ilusão, né, nesses atalhos das farmácias, mas a gente não quer olhar pra origem, né? Não. Não mexe no meu sono. Vou dormir pouco porque eu vou produzir muito no dia seguinte. Outra ilusão. A gente falou disso na live de ontem, né? A ilusão que nós vamos vivendo achando que dormir é perda de tempo. Mas vamos lá, isso aí fica pra outra live. Quantas horas de sono eu preciso? Segundo, minha alimentação. O que eu preciso comer hoje para me sentir bem? Antes eu, Isabela, podia comer hambúrguer e não sentir nada no dia seguinte, né? Barriga negativa. Hoje eu sei que me faz mais mal do que bem. Não significa que eu não comerei um hambúrguer, tá? Eu comerei, mas com a consciência das consequências daquele hambúrguer. Aí a escolha é minha. Ah, eu me lembro, Isabela, que você falou agora há pouco que para viver um tempo de qualidade eu preciso me conhecer para fazer boas escolhas. Olha, isso serve para hambúrguer também. Também. Por que eu preciso fazer boas escolhas? Para que eu coloque na minha agenda o que é essencial primeiro. Não me venha com aquelas listas de prioridade, urgente, etc. Primeiro é essencial. Porque se não, não adianta ter a agenda mais linda do mundo se vocês não se colocarem primeiro nela com o que é essencial para vocês. O que é essencial na agenda de vocês? Autocuidado. Aquilo que só vocês podem fazer por vocês. Aí sim vocês vão conseguir dar conta do que é prioridade. Aí sim vocês vão conseguir definir o que é importante. E posso falar uma coisa por experiência própria? Se vocês não se colocarem na agenda, aquilo que é importante pra vocês, vou dar um exemplo, tá aqui na minha mão, eu tenho aqui uma lista de exames pra fazer, tá? Se eu não considerar estes exames, que eu sei que são importantes, essencial, sabe o que vai acontecer? Eles deixarão de ser importante e podem ser no futuro uma urgência. Ou até uma emergência. Hmm, Isabela, então na minha atualização de identidade eu também preciso rever se os meus exames estão em dia? Sim. Lembra? Pra garantir um futuro desejável, ó, consciência das consequências do que vocês estão fazendo hoje. Não adianta bater pezinho, tá? Não adianta botar culpa que o tempo está passando mais rápido. Nananinanão. Quem tá aqui já, ó, já me ouve já muito. Aqui no livro, Eu trago inclusive a fala de astrônomos físicos, gente muito séria, que inclusive são os guardiões do tempo, que trabalham lá no Observatório Nacional do Rio, e que me disseram, Isabela, o tempo da natureza continua igual? As estações do ano, as fases da lua, o nascer e o pôr do sol, por exemplo. A natureza é o grande medidor do tempo. Esse relógio aqui, eu também conto no livro, isso aqui foi totalmente modificado ao longo do tempo. A gente foi fragmentando cada vez o tempo. Imagina que nós saímos de um relógio de sol, depois ganhou ponteiros de minutos, depois ganhou ponteiros de segundos, pra hoje milésimos de segundos. Então a gente foi fragmentando mais o tempo. Então não reclamem que o tempo tá passando mais rápido. Não, o tempo está passando no tempo certo. Natureza, nós é que estamos tentando colocar mais coisas na agenda por falta da atualização de identidade. Por quê? Eu não sei quem eu sou hoje, então como é que eu estou assumindo compromissos? Por que eu estou dizendo sim para mais trabalho, se eu nem me lembro quem eu sou? Aliás, para quem está muito angustiado, para quem está ali pré-burnout de muito estresse, percebam se vocês não estão com saudade de vocês. Outro dia, por conta do Setembro Amarelo, numa palestra do Corpo de Bombeiros, me perguntaram, o que é a Síndrome de Burnout? Resposta que vocês vão encontrar no Google. Um fenômeno ocupacional causado pelo excesso de estresse e trabalho por longos períodos. Frase da Isabela. Negligência de si mesmo. Na prática é isso. Você vai dizendo tanto sim, você vai colocando tantas coisas, tantas oportunidades na sua agenda, que aí você vai se negligenciando, acaba não tendo energia para o que é essencial, não é? Aí o que é importante pode virar urgência ou uma emergência. E aí... Você já sabe o que pode acontecer. Então, meus amores, esse tempo que vocês estão passando aqui comigo, ele é muito importante pra mim, porque vocês estão me dando uma hora do dia de vocês, uma hora da vida de vocês, pra gente bater esse papo, pra gente trocar essas ideias, pra gente poder buscar um tempo de qualidade. Pra encerrar, o que mais que eu preciso pra atualização de identidade? Tudo aquilo que vier na minha cabeça durante esta pausa voluntária que eu propus pra vocês. Por que eu faço o que eu faço? Quem sou eu hoje? Quantos anos eu tenho? Que cidade eu moro? Quais são as condições financeiras que eu preciso ter hoje para viver e não sobreviver? Será que eu tô me descabelando demais pra ganhar um salário, pra comprar coisas que eu não uso? Ah, Isabela! O que é simples dói, gente. Incomoda. Será que eu estou em dois, três empregos para ficar pagando conta de coisa que eu não uso, que eu não usufruo? Olha que eu não estou falando que quem tem dois, três empregos fazem isso porque querem. Eu sei das responsabilidades financeiras, familiares de todos. Eu só estou perguntando se às vezes a gente não tá fazendo tudo a qualquer custo pra viver uma vida com Coisas, né? Bens materiais que estão guardadas dentro do armário, dentro de gaveta, que você nem usa. Então pensem nisso. A atualização de identidade também passa por uma revisão financeira. Será que eu preciso trabalhar tudo isso pra receber isso no final do mês? Sono, alimentação, a questão da atividade física. Ai Isabela, mas eu não gosto de atividade física. Tudo bem. Lembra? Consciência das consequências do que vocês fazem. Nós nunca tivemos uma expectativa de vida tão grande. Mas como é que a gente vai viver esse tempo? Nossa, Isabela, você tá falando de atualização de identidade, agora falou de longevidade. Sim, tem tudo a ver. Vocês querem mais tempo. na vida de vocês ou mais vida no tempo de vocês? Vou repetir. Vocês querem mais tempo na vida de vocês ou mais vida no tempo de vocês? A colocação dessas frases faz toda a diferença. Quem quer mais tempo para trabalhar mais, sinto muito. Quem quer mais tempo livre para colocar mais vida no tempo, tenho meu apoio. Então, eu espero que... a partir deste... deste convite que eu fiz para vocês pensarem em quem vocês são hoje, o que vocês gostam, quem são os amigos que merecem o tempo de vocês hoje, quais são os interesses intelectuais de vocês hoje, enfim, tudo isso é necessário para que vocês evitem os ladrões de tempo, para que vocês não percam tempo com aquelas pessoas que não fazem mais parte da vida atual de vocês. Isso é fundamental. Acho que até eu vou continuar falando sobre isso. Amanhã não vai ter live, na quinta-feira sim, 4 da tarde, tá? Aqui no Resiliência Humana. Eu vou continuar falando sobre isso, porque pra fazer a atualização de identidade eu também preciso reconhecer quais são os ladrões do tempo. Ah, isso é tão importante, gente! Então, olha, eu sei que hoje não deu pra falar tudo, nunca dá, né? Mas eu fiquei muito feliz de ter vocês aqui. Estamos aqui com mais de 1.100 corações juntos nesse movimento por um tempo de qualidade. Então, eu agradeço a atenção de vocês. Tudo o que eu falei aqui está também lá na minha página, Isabela Camargo Real, no Instagram. Quem tá aqui no Resiliência Humana, ó, uma estrela no céu pra vocês que passarem lá. Deixem o seu comentário, o que que fez mais sentido. Uai, não fez sentido, Isabela, não gostei que você falou tal coisa? Me conte. Isso ajuda, inclusive, para as próximas prosas, tá bom? E, quem quiser, o livro Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Esse é um livro que está à venda. pelo resilienciahumana.com.br e vai chegar na casa de vocês com dedicatória. Amanhã, inclusive, eu vou dedicar um pouco de tempo para cada um com uma mensagem especial. Inclusive, eu até coloco, né? Quando está lá a cidade e tudo mais, eu sempre gosto de colocar um recadinho especial. Amanhã eu farei essas dedicatórias, então será um privilégio que este livro, este conteúdo, que foi pesquisado com muito carinho, esteja na casa de vocês. Então, sete horas e cinquenta e oito minutos, vou encerrando por aqui a minha participação, pedindo que vocês inspirem profundamente mais uma vez, encontrem a calma na alma de vocês, tenham uma boa noite, e pensem se vocês querem mais tempo na vida ou mais vida no tempo de cada um. Obrigada pelo tempo e confiança de todos.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








