Cintia Chagas é a nossa entrevistada de hoje no Unha Talks, com Izabella Camargo

Izabella Camargo talks with Cintia Chagas, a Portuguese teacher, about personal grooming, self-esteem, and her career path. They discuss her personal journey and what shaped her along the way.
Chapters
O InhaTalks de hoje vai conversar com Cíntia Chagas, professora de português. Como a gente poderia ser? Modelo, apresentadora de TV. Gente, uma das mulheres mais lindas que eu conheço pessoalmente, porque na TV fica tudo diferente, não é? Obrigada.
Quem.
Vai estar com a gente hoje? Mudando então as nossas patinhas. Carol vai estar comigo. E a Fran vai fazer as unhas da Cíntia. Como sempre, um beijo para todas as manicures de todo o Brasil que transformam o nosso astral e mudam a forma como a gente entra e sai do salão. Você sentiu isso, Cíntia?
Senti mais, sou outra pessoa, gente.
Cíntia, você vai trocar o seu cor de pele por que esmalte?
Ai, gente, por outro cor de pele. Eu tava usando unha postiça por causa do casamento. E aí eu fiquei meses trocando pra ver qual era a melhor. A de gel, as meninas até podem falar aqui. A de gel, a disso, a daquilo, a de fibra de vidro e tal. E aí, ok, fiz o casamento, aquela unha longa, aquela coesa, unhão e tal. E agora eu tô sem unha, no caso. Não cresce. Então tem que ficar tudo clarinho por enquanto, porque vai quebrar. Uma coisa que é certa é que ela vai quebrar. E são seis meses, mais ou menos, né? Porque tem que trocar a unha toda aqui. Então tem que ficar na unha clara, né gente? Porque se quebrar, não é tão problemático.
Quis ter unhão, agora então vai ficar demorando uns meses. Ó, eu vou trocar o meu azul, que eu usei, sabe, da última vez, pra experimentar, e vou voltar pro meu vermelho, que eu amo de paixão. Enquanto as meninas vão transformando o nosso astral, você concorda que a unha é um elemento, assim, de autoestima?
Totalmente, a unha, a sobrancelha, né? Aliás, o povo tem mania de falar sobrancelha. Isso me mata, né? Eu acho que as pessoas acham que é perto de onde se passa a sombra. Sobrancelha, as unhas. Eu amo, eu amo. Eu comecei a fazer unha com 11 anos.
Por quê?
Porque a minha avó, eu fui criada pela minha avó e eu tive uma avó extremamente veidosa. E aí eu ia com ela e tal, pedia pra tirar a cutícula. É, era uma briga aquela coisa, tirar ou não tirar a cutícula. Mas eu amava. Eu faço toda semana e sou capaz também de ainda trocar o esmalte no meio da semana e deixo de almoçar se for necessário. Enfim, bem louca.
Quando você fica mais de uma semana sem fazer a unha, o que você sente?
Não, isso não existe na minha vida. Isso é impossível. Isso não existe. Só se eu viajar, né? Aí, sei lá, você não vai ficar pagando dólar, né? Unha em dólar. E também lá a unha é péssima, né? Para os Estados Unidos, péssima. Então, eu fico bem mal. Juro, afeta a minha autoestima de verdade.
Pronto, então, Cintia Chagas começou a fazer a unha com 11 anos e hoje não vive sem a unha. Quem mais faz parte do seu pacote de autocuidado? Além da unha?
Academia. Eu faço musculação há muitos anos. Não sou fã do aeróbico, faço por obrigação, mas sou fã de pegar peso.
Caramba!
Adoro. Ah, gente, tudo. Eu faço tudo. Eu sou bem mulherzinha nesse sentido.
Olha, eu vou contar um negócio pra vocês. Eu conheci a Cíntia primeiro pelas redes sociais, já era fã dela pelo Instagram, fui acompanhando, assim, uma mudança muito interessante que aconteceu na sua vida, me identifiquei com essa mudança, evidentemente, aí a gente se cruzou um dia na Jovem Pan. É. Eu dei uma entrevista e, na sequência, ela participaria do Pânico. E eu me lembro de ficar impressionada, porque você, pessoalmente, você é ainda mais linda do que pelas redes sociais.
Gente, eu tenho que ficar mais perto, tá? Dessa pessoa maravilhosa. Só levanta minha autoestima, gente.
Filha, é isso mesmo. Autoestima, né? Não é alta de altura, como as pessoas acham.
Não, minha autoestima se escreve junto à autoestima. Aliás, sabia que existe manicure, manicura e manicuro?
Qual a diferença? Manicure ou manicure?
Manicure é para os dois, homem e mulher. Manicure a mulher, manicure o homem.
Quando eu apresentei aqui você, eu disse, você é professora de português, mas poderia ser modelo, apresentadora de TV, porque eu sempre achei você muito bonita e identifico que você é uma mulher vaidosa. Sempre foi vaidosa? Ou a influência da sua avó fez você também buscar mais cuidados consigo?
Sempre fui. Eu acho que é da minha natureza. Dizem que é pelo signo, né?
Que signo?
Eu sou Libra, sou Libriana, com ascendente em Ares, mas eu tenho nove planetas em Libra. E dizem que quanto mais a pessoa tem Libra no mapa dela, mais vaidosa a pessoa é. Ou seja, a culpa não é minha, é do mapa.
Entendi. Ô Cíntia, de onde surgiu o interesse pelo português?
Ah, minha filha, isso aí foi por causa de um menino chamado Fabrício, da época do colégio. Eu tinha seis, sete anos, conheci o Fabrício, tive uma paixão enlouquecida por ele. A gente era do mesmo ônibus escolar, né, o ônibus que leva pra escola. Vocês falam ônibus escolar aqui em São Paulo?
Sim, sim.
Em Belo Horizonte a gente fala especial. A gente era do mesmo ônibus, enfim. E eu fiquei muito apaixonada por ele, enlouquecida. Só que eu era uma pirralha perto dele, ele era três anos mais velho. E um dia eu tomei coragem, depois de uns dois anos de amor, e escrevi uma carta pra ele. No envelope dessa carta eu coloquei o nome dele. Entreguei a carta pra ele no meio do ônibus. Quando ele viu a carta, ele falou assim pra mim, sua burra, Fabrício não é consecidilha. Rasgou a carta na minha frente e na frente de todo mundo, havia plateia. Jogou pra cima, os papeizinhos assim, eles foram caindo e tal. E aí eu continuei a ser apaixonada por ele, chorando, chorando, chorando. Fui parar na terapia, porque eu só chorava.
Quantos anos?
Oito, eu acho. Por aí. Fui parar na terapia, não queria comer, não queria nada. Eu queria só o Fabrício e tal, me achando uma burra e pedindo um dicionário pra minha avó. E a gente tinha dicionário em casa, só que não tinha aquele Aurélio. Eu queria aquele Aurélio, capa dura, papel bíblia, porque aquele Aurélio, ele era o portal do amor. Eu acreditava que se eu decorasse as palavras... Que se eu decorasse as palavras ali do Aurélio, ele ia me querer. E aí ganhei o dicionário, continuei toda empolgada atrás dele e ele nada, nada, nada, nada. Até que quando eu fiz uns 15 anos, mais ou menos, ele se interessou por mim, porque eu já era moça.
Já era mulherão, com certeza.
Bonitona e tal. E aí ele me beijou. No que ele me beijou, eu fiquei muito desapontada. Com a língua, né? No caso, a dele, não a portuguesa.
Porque beijava mal, Fabrício?
Era tipo um... O liquidificador assim, sabe? Que você sai toda molhada, aquele beijo que você sai assim, que ninguém merece.
Foi seu primeiro beijo?
Ah, não.
Já tinha beijado outros antes?
Já. Eu era arteira.
O Fabrício sabe que ele foi a origem de você se interessar por português?
Eu já falei do Fabrício em tudo que é programa de TV, eu já coloquei assim, Fabrício no Instagram, no Facebook, fiz uma busca pelo Fabrício. Eu acho que o Fabrício morreu. Deus não me perdoa, Deus o tem, isso é verdade.
Mas ele é de Minas? É. Vocês nunca se cruzaram mais lá?
Não, e olha que Belo Horizonte é desse tamanho, gente. Nunca! Agora, também, como que eu vou reconhecer Fabrício, né? Eu sou cheia de foto do Fabrício.
Ué, mas Fabrício te reconheceria.
Será? Eu tinha os dentes separados, que cabia um cigarro entre cada dente, gente. Era magra, assim, uma Olivia Palito. Os meninos falavam que eu usava anel no pescoço. Então, acho que ele não vai me reconhecer.
Aí você começou a investir, Aurelio, a sua paixão virou Aurelio. Olha, você mudou de Fabrício pra Aurelio.
Aí, meu Deus, o upgrade.
Não é? Mudou de Fabrício pra Aurelio. Aí você começou a pegar gosto e aí a diferença entre você gostar de português e dar aula de português Tem uma grande distância, né? É.
Na verdade, eu sempre gostei de palco. E eu vi no português uma forma de ter palco. Hoje eu tenho isso bem claro na minha cabeça, mas antes não. Quando eu escolhi fazer letras, eu, na minha ingenuidade, achei que eu estivesse fazendo essa escolha unicamente por conta da língua portuguesa. Mas hoje, diante do tipo de aula que eu dou, são 17 anos dando aula, diante de tudo que eu criei, eu fui capa do G1, eu saí no Jornal Nacional, dei muita entrevista, eu entendi que, na verdade, o meu amor é pela comunicação.
E quando é que você percebeu que você era uma professora com uma potência muito diferente das outras?
Bem, eu acho que eu precisei ser demitida várias vezes.
Quantas?
Dez. Eu trabalhei em 13 lugares, 10 me demitiram, um era meu, ou seja, só um quebrou, ou seja, só um não me demitiu até hoje. E sempre pré-vestibulares ou cursinhos de concursos públicos. Eu, na época, eu precisava entender o que estava acontecendo. Eu poderia ter tido uma visão negativa e pensar, ah, eu não sirvo pra nada, eu sou péssima nisso. E contra fatos não há argumentos. Eu via que os meus alunos, eles tinham um nível de aprovação muito alto. Então, como assim? Eu era ruim? Eu não era boa de serviço? Não fazia sentido. Até que eu abri o meu cursinho. Comecei com três alunos apenas. E lá eu pude ser eu mesma e fazer a coisa meio Gabriela, eu nasci assim, você sempre assim, Gabriela. E criei aulões, eu fechava baladas, eu fechei já UDES pra dar aula, fechei cinema, saiu até no SPTV na época aqui em São Paulo, sendo de BH já, com seguidores, tudo pra fazer revisão para o Enem. E aí quando eu me vi também na capa do G1, né, gente, quem que vai pra capa do G1? Terremoto, sei lá, né? Quem vai, o que vai, né? Uma coisa assim de outro tsunami. Aí eu olhei praquilo e falei, gente, eu tô na capa do G1, Jesus Maria José. Aí eu falei, eu sou boa.
Você foi demitida de 10 lugares. Quais eram as justificativas das demissões?
Que eu fazia da sala de aula um circo, que eu não dava aula, eu dava show, que eu contava muitos casos. Só que a minha contação de casos nunca foi sem propósito. Porque eu nunca consegui ensinar sujeito, ó gente, sujeito, é isso, isso, isso, praticado, é isso, isso, isso. Eu pra ensinar sujeito e praticado, eu conto a história de um sujeito chamado não sei quem, que aconteceu sei lá o que com ele, e esse sujeito era cheio de predicados e nananana. Então, o aluno não sabia se ele estava aprendendo português ou ouvindo uma história. E era o que encantava as pessoas. Até que chegou o ponto em que eu percebi que o interesse das pessoas, por mim, o interesse profissional, estava muito mais ligado à minha habilidade para contar casos do que a língua portuguesa em si. E eu tive várias provas disso. O livro, que eu acho que é muito mais um livro de caso do que de português, os meus cursos online. O meu curso online que mais bombou foi o que eu falei de vida, de caso, mais do que os de português todos, para passar a pessoa em concurso ou em vestibular. E aí, neste ano, eu resolvi fechar as portas do meu cursinho. E é o cursinho que, até agora, mais aprovou pessoas em medicina de Minas Gerais. em termos percentuais, é claro, porque é um curso pequeno, para ministrar palestras sobre essa habilidade que hoje as empresas precisam ter, as empresas não, os líderes, os liderados precisam ter, porque para você vender um produto é muito mais, você sabe melhor do que eu, isso é muito mais eficaz você contar uma história desse produto do que você simplesmente dar ali as características do produto, mostrar tabela.
Agora, quando você estava dando aula, teve alguma história nesses 17 anos de algum aluno que se apaixonou por você? Você teve tipo, vou ter que parar de dar aula nessa turma, gente?
Nunca. Nunca.
Não acredito. Você acredita, Carol?
Não.
Eu não acredito.
Sabe por que não? Porque eu sempre me coloquei no nível deles. Então eu virava meio que a brother, e aí fessoura, pá. Então eu acho que eles nunca me viram de forma idealizada. Houve um caso interessante de um aluno que ficava me olhando o ano todo e eu achava estranho o tipo de olhar que ele tinha. Aí, no fim, no último dia de aula, ele virou pra mim e falou assim, professora, pelo amor de Deus, nunca mais dê aula com essas botas montarias. Eu falei, mas por que, fulano? Ele, não, porque quando eu te vejo com essas botas, professora, eu fico te imaginando só com a bota, me perguntando, sujeito ou predicado?
Nua!
Foi o único caso.
Você nasceu em Belo Horizonte.
Sim.
E hoje, ou seja, nós estamos falando de 2019, 2020, você está no Sul.
É, eu moro em Balneário Camboriú, de frente pra praia. Tô quietona.
Poderosa, né?
Só atravessar assim, ó.
Por isso que é esse bronze, né?
Aqui é porque eu voltei de lua de mel faz pouco tempo, mas eu não sou muito de sol não.
Então já que você falou que você voltou de lua de mel, eu acompanhei a virada de chave da Cintia, por isso que eu me identificava muito contigo, em que você reforçava uma posição pessoal e depois você mudou. Tanto que quando a gente se encontrou foi justamente nessa mudança que eu falei, cara, boa sorte, tô com você, que tesão. Porque eu vivi na minha vida situações em que quando eu mudei de opinião eu fui muito criticada. Mas você disse uma coisa lá atrás, agora você tá dizendo outra. E aí eu falava, sim.
Que bom, né?
A gente dorme diferente com uma corda? Por que eu não posso mudar de ideia? Por que eu não posso mudar de opinião? Eu não mudo de caráter nem de valores, mas mudar de ideia pode.
Sim.
Como é que foi isso pra você? Que virada foi essa?
O que ela tá querendo dizer, ela tá sendo muito eufemística, muito suada e querida.
O que é eufemística, gente?
Uma pessoa que suaviza a coisa.
Pronto, ó, mais uma palavra.
É que eu era uma solteirona convicta, e aí eu me casei. Eu era uma encalhada, e aí eu me casei. É isso que ela tá querendo dizer. Bem, eu acho que faltava um homem, né?
Homem certo.
É, faltava um homem que falasse assim, vem cá minha filha. Tanto é que ele é psicanalista e especialista em psicopatas. Ou seja, dá conta de mim, ficou fácil. Entendeu? Porque os outros, não dá, tudo frouxo. Ave Maria, nesse momento. Ela transforma todos os ex-namorados em inimigos. Aliás, ex-namorado tem que ter hífen. Porque ex é uma coisa tão ruim que tem que ter um hífen pra afastar.
Adorei. Ex, hífen, namorado, tá? Mesmo com a revisão da língua, o ex não ficou sem o hífen, é isso?
É, toda palavra que começa com ex... Ex-namorado, ex-sogra. Ex-namorado, ex-sogra. Tudo tem, enfim, que é pra dar uma coisa da afastada.
Pera lá, Cintia Chagas, deixa eu entender uma coisa. Mineira, gente, mineira sai assim do assunto. Se você não tá esperta, ela vai embora. Você teve namorados, evidentemente, mas você não era uma encalhada. Você optava por ficar sozinha. É diferente?
É, porque os homens não acrescentavam muito, né? Ai meu Deus, tô só me complicando nessa entrevista. Eu gosto de ser instigada. Tanto no quesito profissional, 17 anos de.
Sala de aula... Desafiada.
Isso, não me instiga mais, não me desafia tanto mais e tal, por isso que eu tô mudando. E eu queria alguém que me instigasse no meu dia a dia, que me tirasse da minha zona de conforto. Por causa do meu marido hoje, eu tento ser uma pessoa melhor dia-a-dia e ninguém havia despertado isso em mim.
Cíntia, ok, falando então sobre esse, já que o atual é o cara, quando você tem que sair assim com o cara, se ele falasse alguma coisa muito errada, já perdia o tesão?
Desilusão ortográfica amorosa, sim.
Por exemplo?
Saiu no jornal O Globo, na coluna da Marina Caruso, uma notinha sobre mim, aí o título da notinha era, ela corrige até na hora H. Então acho que eu não posso falar.
Ok, não podemos dar mais nomes, né? Podemos dar mais nomes. Você acha que as pessoas ainda se incomodam? Elas ficam assim melindradas quando a gente tenta ajudá-las? É igual quando você vai falar que tem uma alface no dente, né?
Eu acho essa comparação da alface, da alface, Alface, porque o alface é o pé da alface. Tá vendo? Eu me corrijo também, viu? É bem interessante. Eu gostaria que me falassem se houvesse uma alface no meu dente. Agora, o problema é que as pessoas veem isso como crítica, muitas vezes. Tentativa de humilhação, sei lá, de deboche.
Pra mim é prova de amor.
Ah, eu também acho, super.
Cintia, se você tivesse um megafone, O que você diria pra quem tá nos assistindo? Pra meninos e meninas?
Todo mundo tem um talento, né? Cada um tem o seu. E esse talento precisa aflorar. E que às vezes o meio árido vai ser exatamente o meio que vai fazer com que essa pessoa floresça. Pra mim, todo não é um sim. Um sim pra minha vitória. Porque eu fico muito mais forte. Pode vir, que a gente vai dando um jeito.
Cíntia Chagas, professora de português, maravilhosa. O que mais? Instagramer.
Instagramer, palestrante, articulista do estado de Minas. Jovem Pan. Na Jovem Pan também. Eu produzo conteúdo para o Instagram deles, para a TV Alterosa também, e escritora, né?
Maravilhosa, Cíntia. Gratidão absoluta.
É, tem que fazer assim, né?
Tem que fazer assim ou tem que fazer assim, né? Gratidão. Você é espetacular. Eu tenho certeza que quem nos acompanha até aqui vai sair diferente, vai olhar para os problemas de uma forma totalmente diferente. Gostou?
Amei. Tô meiga, né?
More from GHION.AI

O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








