Como a música interfere na rotina?

Two speakers explore how music shapes your daily routine and well-being. They discuss sound healing, one speaker's shift from engineering to sound therapy, and how culture shapes the way we hear and respond to music.
Chapters
Tá prestes?
Uau!
Ele toca no dente, você tem que encostar no dente e aí você tem que mexer a musculatura da laranja.
Nossa, maravilhoso!
Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, abre e fecha. É bom pra exercitar a garganta. Perfeito!
E aquele outro bonitão ali?
Esse é um sino da Birmanha.
Deixa eu pegar esse aqui.
Ele é um sino que a gente usa no Sound Healing muito a espacialidade dos ouvidos. Então, você sente como se o som estivesse rotacionando. E cada instrumento que a gente toca enquanto a pessoa está deitada recebendo o Sound Healing, vai desligando a espacialidade e as pontes de... na neuroplasticidade, né? Vamos dizer assim. Então, nas pontes de hidrogênio, daquele pensamento que as pessoas falam assim, ah, minha cabeça não para, eu não consigo, não adianta. Com o Sound Healing, para. A gente passa com o instrumento aqui, depois outra aqui, depois outra aqui, como você viu, né? E outra aqui, e aí a gente vai desligando a sinapses e fazendo... Quando a pessoa percebe, ela tá num interior, interiorizado de forma... muito mais intensa de uma forma que ela nunca imaginou. Então, cada experiência que ela passa é diferente uma da outra.
Perfeito.
Esse instrumento é uma hélice de... taça de hélice, não tem uma tradução, mas... lembra um pouco. Uhum.
E você deixa bem perto do coração, né?
É. Curioso. E aí você usa a técnica de... fazer essa oscilação. E tem a linha de Sound Healing, que é a linha de cristais.
Segura, segura essa. Segura, porque eu ainda estou muito curiosa em saber a mudança do engenheiro para o terapeuta de som. Faz então, nós estamos gravando esse programa em 2024, há quantos anos que você está de fato sendo um terapeuta do som?
Quatro anos.
Quatro anos. Mas este sonho estava adormecido.
Há 24.
E aí você foi se habilitando, aprendeu mandarim, ou seja, por que que lá... Ou seja, há 24 anos você não encarou o sound healing?
Ah, eu acho que era a falta de coragem, sabe? Quando você tá naquele fluxo, trabalhando, e aí você fala, ah, tô levando a vida assim, tá funcionando.
Tô ganhando meu salário.
Tô ganhando meu salário, tô dando conta das coisas. E aí, eu fui levando. Mas aquela frase, né? Se eu pudesse voltar atrás, eu teria me aventurado antes. Porque uma coisa que eu sempre falo pra todo mundo, eu sei que é isso que eu vim fazer.
Perfeito. Mas você tem consciência que você precisou passar por onde você passou, pelos países que você passou, pra conhecer os instrumentos que você conheceu, pra hoje trazer tudo isso na bagagem?
Exatamente. E aí foi o meio e o caminho que eu consegui, eu conquistei, me foi cedido, o que quer que a gente pense, pra que eu chegue nesse meio. Então houve um amadurecimento também. A minha mente também era muito agitada, e hoje eu já olho de outra forma, e eu sei quando tá muito movimento, muita coisa, eu falo, não, eu preciso acalmar, relaxar, e eu não tinha essa consciência antes.
Agora, eu consigo também entrar em um processo de mais calma, mesmo sem um instrumento. Um instrumento, como o nome já diz, ele vai te facilitar.
Vai facilitar, sim. Mas sem um instrumento... Sim, quando você medita, a prática da meditação, você não precisa de um instrumento para meditar. Mas existem formas, por exemplo, quando a pessoa não tem a prática da meditação e não tem a disciplina, às vezes a música ajuda como a meditação guiada ajuda. E eu também tenho gravado faixas de Sound Healing que estão em Bineural e Dolby Atmos. Você ouve no fone de ouvido porque essas músicas foram construídas para serem ouvidas no fone de ouvido. Ela não foi construída para você colocá-la num som e deixar rolando na casa. Ela foi construída por conta de um fenômeno científico chamado entrainment, ou entrelaçamento, se a gente puder dizer. As ondas sonoras com as ondas cerebrais fazem um entrelaçamento, então você sai daquelas ondas de hipervigilância, que são as ondas beta, você vai baixando para a alfa, e depois você chega em teta. E como que você faz isso? Faz no seu momento, que você tem aquele momento pra você, de relaxar, de acalmar, pra quem gosta de incenso que o acende.
São recursos que te ajudam a ficar no presente.
Isso, e fica no presente, coloca o fone de ouvido e... E deixa acontecer. Quando é no fone de ouvido, online, você vai ter o benefício do entrelaçamento. Quando é ao vivo, você tem o benefício das partículas entrando em contato com o seu corpo inteiro. Então, tem uma diferença, mas você colhe os benefícios da mesma forma.
Nossa! Eu estou adorando. E, de novo, se você está chegando agora, então seja bem-vindo. Recomendo que você também dê um Google para procurar tudo o que o cientista Masaru Emoto fez ao fotografar as moléculas da água quando essas moléculas estão em contato com determinadas palavras. E aí, quanto mais você treinar o seu olhar pra isso, mas você vai se policiar pra sair de ambientes muito barulhentos, porque nós estamos falando de músicas que nos elevam e também tem músicas que nos afastam, né, da harmonia.
É, porque existe o seguinte, a gente ouve música de uma forma muito inconsciente. Existe a música sedativa e a música hiperestimulante. Aí eu te pergunto, qual é a música que você acha que a gente escuta desde criança?
A estimulante.
A hiperestimulante. Porque é isso que a gente acha, a maior música é pra pôr a gente pra ser feliz, pra pôr a gente pra cima. E tem hora pra tudo. E a gente acha que não, mas quando a gente não tá triste, não dá vontade de ouvir música da fossa pra curtir a fossa, então coloca música pra curtir a fossa.
Eu sempre gostei, sabia? De músicas mais introspectivas.
E são músicas em mi menor, são músicas numa nota diferenciada que a gente ocidental entende como uma música triste. Existem países no Oriente Médio que acham que nessa nota é pra felicidade, é muito louco assim.
Ou seja, isso também significa que o ambiente...
É cultural, é muito cultural e isso influencia.
Se você gostou desse corte, com certeza você vai gostar do episódio completo. Então é só ir na descrição desse vídeo, pegar o link, assistir, compartilhar com seus amigos, com quem você quer bem. Vou adorar também se você deixar aqui um like, um coração pra gente e se inscrever no canal. Até mais!
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