Conhece a tríplice convergência? com Dani Martins

Daniela Martins, a top Prudential seller whose face appeared in Times Square, talks with Isabela about ethical selling and the three pillars of her success: advanced sales techniques, emotional management, and neuroscience. She covers sustainable productivity, setting limits, and how to pursue goals while dealing with grief.
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Oi, muito boa noite! Bem-vindo, bem-vinda a esse encontro em que vamos falar sobre a possibilidade de vendermos tudo que quisermos, mas sem vender a nossa alma. Sabe do que eu tô falando? Eu vou entrevistar uma mulher muito admirável, Daniela Martins, que é especialista em vendas, já esteve no topo da Times Square como como reconhecimento, como a maior vendedora. Ela vai explicar já já aqui os detalhes, mas imagina você que vende algo estar no topo da Times Square pelos seus resultados. Então é sobre isso que nós vamos falar hoje, não é, Paula? Todas nós, todos nós estamos vendendo algo: ideias, serviços, produtos. E existem técnicas por trás de um bom vendedor, Com certeza sim. A Dani vai falar sobre as técnicas de venda e eu vou te falar sobre as estratégias que eu vejo para que você alcance os seus objetivos sem prejuízos pelo caminho. A gente fala muito sobre bater meta, não é? Direto do México, Portugal, sejam todos bem-vindos. Então sim, estamos a todo momento vendendo alguma coisa. A Dani vai falar sobre as técnicas de venda e eu vou falar sobre técnicas da manutenção da sua saúde para que você venda o que você quiser. Vamos nessa então, ó. Daniela.
Olá, oi, tudo bem, Isa? Tudo joia, graças a Deus, maravilhosamente bem. Boa noite, pessoal! Tudo bem com vocês? Você também?
Bem-vinda!
Ô, minha amiga, que privilégio estar aqui com você, tô tão feliz, de verdade.
Eu também, eu também, porque o seu assunto, Dani, é muito importante para todos nós, porque estamos vendendo sempre alguma coisa. E se nós tivermos as técnicas corretas para vender os nossos serviços, nossos produtos, as nossas ideias de uma maneira mais coerente, com mais sabedoria, menos energia e menos penoso vai ser esse processo.
Olha, nessa trajetória que eu tô há 18 anos trabalhando com vendas, eu acho que eu já passei por todas as fases que um vendedor— Boa noite, gente! Boa noite! Por todas as fases que um vendedor já passou. Desde os picos aos vales, desde os momentos de altíssima produtividade aos momentos de altíssimo estresse também, ansiedade, falta de gestão das emoções para conseguir lidar com a pressão que é trabalhar com vendas e depender disso, né? Às vezes para viver, porque o vendedor depende disso para viver. Então a nossa conversa de hoje é muito importante porque a gente consegue com ela e com essas reflexões resgatar a dignidade, a saúde emocional e a esperança das pessoas, né? Então, bom, para minha audiência que tá aqui, você Com certeza já conhecem a Isa, porque ela é maravilhosa. Quem não conhece ela tá perdendo muito. Uma das pessoas mais generosas que eu já conheci, de uma comunicação admirável. Ela tem que me dar uma aula de oratória, porque essa mulher fala, minha filha, qualquer lugar que ela tá, ela fala, as pessoas param para olhar para ela, para ouvir a Isa. Ela se destaca onde ela vai e com uma mensagem muito forte e que tá resgatando a vida de muita gente. Pela história que ela passou. Então tem tudo a ver a gente estar junto aqui. Se vocês me seguem e não seguem ela, passem a seguir ela. Ela faz trabalhos incríveis com empresas gigantescas no Brasil falando sobre um tema que eu também defendo muito, que é a produtividade sustentável. Como a gente chega no topo sem perder a saúde, sem perder a família, sem perder os princípios, sem perder as coisas que são mais importantes na vida, né? Então, Isa, nesses picos e vales aí, nesses 18 anos, já se foram muitas emoções e muitas coisas.
Claro, eu já vou entrar nesses detalhes. A Rosilane tá dizendo que não vai conseguir assistir até o fim. Vai ficar gravada essa live, tá? Fiquem tranquilos. Eu fico muito feliz, Dani, com a sua disponibilidade, com o seu tempo, porque Nós não estamos aqui às 8:30 da noite porque não temos o que fazer. Nós temos muito o que fazer, mas nós temos muita responsabilidade nessas mensagens que nós temos para melhorar a vida de quem quer que seja, né, de quem tá a fim de evoluir. Quando você fala em evolução, vales e topos, deixa eu te apresentar então para minha audiência. A Dani, gente, estou falando a Dani, mas é Daniela Martins. Simplesmente. Foi reconhecida no topo da Times Square como campeã de vendas de uma das principais empresas de seguros do mundo. De seguros, tá correto isso? Como é que foi se ver no topo da Times Square como a maior vendedora?
Nossa Senhora! Você sabe que a meta para chegar nesse campeonato, né, ela durou um ano. Não foi uma campanha de um mês, não. Foram 50 semanas competindo com 1.350 pessoas. E para quem não conhece, a Prudential, que é uma das maiores seguradoras do mundo, ela é conhecida no Brasil como a empresa que melhor treina o seu time de vendas. Eles são benchmarking para várias empresas, como a empresa que tem um dos melhores, se não o melhor treinamento de vendas para os vendedores. E os vendedores são muito capacitados. Agora você imagina, um ano por 50 semanas num ranking competindo com 1.350 pessoas, sendo que a grande maioria, 98% dos primeiros colocados eram homens. Primeiro, né, a maioria são homens, os vendedores. Mas se eu olhasse assim os 30 primeiros colocados no ranking com quem eu estava efetivamente competindo, 98% eram homens. E fazia 8 anos que uma mulher não ganhava o campeonato. A empresa estava há 22 anos no Brasil. Então, Isa, quando eu cheguei lá, e obviamente ao longo desse 1 ano eu fiquei pensando como seria, porque eu já sabia que um dos prêmios, né, se eu fosse campeã, era ter a minha foto lá. E você não sabe 10 anos antes. Foi a primeira vez que eu fui para Nova York. Eu sou de uma família pobre, viajei a primeira vez para Nova York, eu tinha 26 anos, quando o dólar era 1,80, que eu juntava as moedinhas ali. E eu e meu marido, a gente tinha um sonho de conhecer e fizemos um mochilão. A gente ficou no pior hotel, o hotel era dezembro, tava frio, não tinha nem água quente direito para tomar banho. E a gente fez tipo mochilão mesmo assim, uma viagem de pobre. E quando eu cheguei lá a primeira vez, 10 anos antes, que eu olhei para tudo aquilo iluminado, né? A Times Square hoje é o lugar de marketing mais caro do mundo, né? O centro de comunicação de marketing do mundo, né? E quando eu olhei para tudo aquilo com 26 anos, eu falei assim: gente, que incrível isso! Que lugar maravilhoso! Quando eu voltei de lá, eu recebi a proposta para trabalhar na Prudential e eu lembrei que quando eu estava em Nova York, eu olhei no topo da Times Square e eu vi que a Prudential tava lá e eu pensei assim: "Gente, essa empresa deve ser muito grande porque ela tá no topo, ela tá no lugar mais alto desse lugar, desse espaço." E aí, 10 anos depois, aos 36 anos de idade, né, ao longo desses 10 anos eu voltei para lá Umas 5 vezes, porque a gente ama. Mas 10 anos depois eu voltei para aquele lugar, me vendo lá e lembrando de tudo que eu vivi na vida para chegar ali. Então se falassem: Dani, foi um sentimento de que, nossa, você se achou o máximo, de que você se achou a última bolacha do pacote, porque você foi incrível. Não foi só campeã, mas eu bati o recorde de pontuação de vendas. Da história da empresa, né? E quando eu olhei para aquilo, eu lembrei de onde eu vim e eu comecei a chorar, obviamente. Fiquei muito emocionada, lembrei da pobreza, da escassez que eu vivi na minha infância, do que me faltou, mas do que com muito esforço foi possível construir, com muita fé em Deus, com muito trabalho e muito estudo, né? Então foi muito emocionante, muito emocionante. E aí eu aluguei um quarto de hotel que ficava de frente para Times Square. Então abri a janela do quarto, eu vi a minha cara lá e fiquei 4 dias, falei: eu vou ficar olhando bastante porque sabe lá Deus quando eu vou aparecer aqui de novo. E ficava eu, Daniel e a Juju na janela olhando ali a minha foto. Foi muito emocionante.
Então, para você que tá chegando agora, seja bem-vindo. Essa live ela tem objetivo de compartilharmos informações sobre vendas. "Ah, Isabela, mas eu não vendo nada." Você tá vendendo o tempo inteiro, a gente tá negociando o tempo inteiro, com marido, família, no trabalho. Agora, se você vende de fato um produto, você tem meta para bater. Se você vende um serviço, você tem números para alcançar. E se você não vende nem produto nem serviço, você tá vendendo ideias. Então nós sempre estamos vendendo alguma coisa e eu, desde que conheci a Dani, em um curso que estamos fazendo juntas e eu falei: cara, eu preciso levar essa informação a mais pessoas. Por quê? A Dani não chegou no topo da Times Square à toa. E quando você me fala de nomes de crianças que olhavam para você, você alcançou esse êxito com família.
Sim.
O que você quer compartilhar dessa jornada êxito em vendas, que você atribui coisas positivas, e o que que você vê como algo não tão positivo, que aí você não faria mais? Por exemplo, noite sem dormir, ah, eu não trabalharia mais aos sábados, domingos, sabe?
Nos 18 anos eu vivi de tudo, né? Eu vivi a loucura de ter que vender, vender, vender, de ter meta semanal, de ter uma baita pressão em cima de mim que eu mesma me colocava, porque acho que as maiores pressões somos nós mesmos que nos colocamos ou nos permitimos que as pessoas coloquem sobre nós. Então quando eu tinha 25, 26 anos, Isa, no começo eu passei algumas situações difíceis porque eu já vendia, eu vim de uma outra empresa que eu já vendia e eu achei que ia ser muito fácil vender seguro de vida, porque eu vendia projetos muito caros na outra empresa, mas seguro de vida é um dos produtos mais difíceis do mundo de vender. Por um motivo muito simples, né? Ninguém quer morrer, só por isso. Então, para você trazer a consciência para a pessoa da importância dela ter um seguro para proteger a família, o patrimônio, a empresa, há 10 anos atrás ainda, onde esse assunto nem era tão difundido, era muito desafiador. E aí o que aconteceu é que nos primeiros 6 meses, quando eu comecei a não bater uma meta que eu tinha me comprometido semanal, dava quinta-feira da semana, eu tinha falta de ar e taquicardia. E eu fui parar no hospital 3 vezes com 26 anos achando que eu tava tendo um infarto. Eu falava pro meu marido: "Meu, eu acho que eu vou infartar, porque eu tô muito ansiosa, eu não tô conseguindo lidar com isso." É muita pressão sobre mim mesma, eu comigo mesma. Aí, Isa, eu tinha que fazer isso durante 50 semanas. Essa meta era uma quantidade de seguros por semana ininterruptamente durante 50 semanas para eu atingir um patamar de resultado e reconhecimento na empresa. Quando deu 27 semanas, eu entendi que ou eu parava ou eu de fato adoecia. E aí eu cheguei a uma conclusão, eu falei: eu vou parar de forma consciente e eu já sei exatamente o que eu tenho que tratar, eu tenho que tratar as minhas emoções. E aí, aos 27 anos, com um pouco mais de maturidade, eu comecei a estudar mais E novamente sobre autoconhecimento. E eu voltei para dentro de mim de novo. Voltei a fazer análise de perfil comportamental, a ver as coisas que eu tinha de positivas no meu perfil. Voltei a ler sobre emoções, reconhecer as emoções, identificar os gatilhos que me colocavam naquelas situações de estresse, de ansiedade. E falei: bom, vou me cuidar emocionalmente. Para eu ter condições de um dia eu voltar e concluir essa meta que eu parei e eu ia ter que começar do zero, tá? Não começar a partir de 27. E eu fiquei um ano me cuidando. Só que nesse um ano que eu fiquei me cuidando, eu não bati a meta desse específico. Mas de 1.000 vendedores eu fiquei em 19º lugar. Só que eu não me coloquei a meta semanal para eu dar um descanso para o meu cérebro. E aí eu meio que falei: não, eu vou cuidar da minha produtividade, mas eu vou focar no resultado, não necessariamente semanal, até que eu me sinta emocionalmente forte o suficiente para eu conseguir gerenciar melhor o meu tempo, estudar melhor para ser mais eficiente e não precisar trabalhar tanto assim para conseguir o resultado que eu quero. É o esforço inteligente. E eu comecei a fazer, essa foi uma mudança de chave muito grande na minha vida. E aí eu comecei a levantar essa bandeira: gente, a gente tem que estudar. Para ser um vendedor top você tem que estudar. E um monte de coisa. Esses últimos 10 anos eu estudei muito, que foi o que me fez ser campeã, né? Depois tem essa história. Mas o que que eu mudaria, que você perguntou? Eu já começaria logo do início cuidando das minhas emoções e colocando alguns limites. Tempo, por exemplo. Por exemplo, tempo, tempo de trabalho, tirar um tempo de descanso. E outra coisa que me ajudou, por conta da minha religião, eu guardo sábado. Então eu sempre tive um dia na semana que eu sempre separei para ter mais comunhão com a minha família e uma comunhão com Deus para eu me recompor energeticamente. Isso me ajudou muito, mas tiveram momentos que esse era o único momento que eu tinha de descanso e todos os outros eu trabalhava, que foi o que me gerava muito estresse nesse começo. Então eu comecei a botar alguns limites. Um dos limites foi tempo. "Será que eu preciso trabalhar 14 horas por dia para conseguir o resultado? Será que se eu for mais eficiente trabalhando 7, 8 horas por dia eu não consigo um resultado até melhor? Porque a minha mente, as minhas emoções e a minha saúde física e emocional vão estar mais ativadas e predispostas para eu ser mais inteligente e mais eficiente?" Foram essas fichas que foram me caindo. Então eu começaria colocando limite. Duas coisas eu faria desde o começo: colocaria limite e já me dedicaria para ser mais eficiente logo de início, porque eu demorei um pouco, precisei passar pelo vale para perceber isso, entendeu?
Todos nós, né, Dani? Sou suspeita a dizer, eu aqui tô aplaudindo você mentalmente. Que inclusive é o fio condutor do meu livro, Como Encontrar Limite.
Que por sinal é maravilhoso. Quem não conhece o livro da Isa, compra o livro da Isa e leia o livro da Isa, porque é maravilhoso. Cai um monte de fichas, né?
Obrigada, querida. A melhor imagem que eu tenho é quando as pessoas me falam: uma ficha caiu. E aí você também já entende a idade, né?
Porque eu tô falando de um corelhão.
Agora vamos lá, Dani. Limites, a gestão do tempo. E você agora descrevendo, né, a sua semana e tal, eu me lembrei do filme Em Busca da Felicidade, em que o ator ele é super focado na hora que ele tem que focar para não perder tempo. E oportunidades. Então existe uma grande diferença entre você saber onde você vai investir a sua energia e aí você tem tempo para o descanso, para outras atividades restauradoras, do que trabalhar 14, 15 horas e se distrair o tempo todo. Então de fato esta produtividade não é sustentável. E esse é o movimento que eu vivi, Dani, Depois que eu criei, depois de ter vivido meu burnout, e é um termo que eu tenho muito orgulho de ter trazido luz. Produtividade sustentável. O que significa? Como você vai alcançar os seus objetivos sem perdas pelo caminho. Por quê? Não adianta estar na Times Square com o divórcio, com filhos doentes, com a saúde debilitada. E muitas vezes nós alcançamos o que nós queremos, mas perdemos coisas muito importantes pelo caminho. Hoje, Dani, eu me policio diariamente. Hoje estou num dia super intenso, amanhã vai ser um dia menos puxado, e assim por diante. Esse é o equilíbrio dinâmico que eu gosto de chamar. Equilíbrio é quando você tem um gradiente de altos e baixos. É a saúde mental para lidar com esses desafios, com as metas que você aceitar, né? Não é as metas que você quiser, as metas que você aceitar, mas reconhecendo seus limites. Isso é fundamental. E um fato interessante aqui que eu gostaria de trazer é que aqui no Instagram você tá como Dani Martins Pro, e eu queria saber se esse Pro vem de prosperidade, porque você tem um evento que inclusive vai acontecer nesse domingo, que é o Prosperê, 2023. E você fala muito de prosperidade, mas o que eu gosto da sua fala é a prosperidade real, é sem loucura, é sem discurso ilusório, é sem vender a alma, que foi o que eu quis propor aqui, né?
Como é que você vai vender o que você quiser, mas sem vender a alma? Bom, depois do campeonato, né, depois de 18 anos de trajetória, todos os resultados, teve uma demanda muito grande de pessoas que quiseram aprender. Então, como que foi para você chegar lá? E de fato, o que você falou é uma realidade, né? Muitos campeões dos anos anteriores chegaram lá, mas à custa de perdas muito significativas. E você sabe que isso foi uma coisa que eu até pensava assim: gente, mas eu quero ser campeã, mas será que eu tenho que pagar esse preço todo? Porque se tiver que pagar esse preço todo de ter essas perdas, eu não quero, porque não faz sentido para mim. Eu sou uma pessoa que valorizo muito essa questão da família, né? Eu tô com meu marido, eu tenho 36 anos, eu tô com meu marido há 20. Então ele foi meu primeiro namorado, a gente começou, eu tinha 16, eu estou com 36.
Só isso já valeria outra live, tá, gente? Mas nós vamos focar na questão da família.
E aí isso foi muito importante para mim, é muito importante para mim. E eu também tinha uma filha, tenho uma filha que na época tinha 1 ano e 8 meses. Quando eu falei assim: "Não, de fato eu quero buscar esse resultado." Eu já tinha sido várias vezes top 10, top 5, já tinha sido reconhecida 8 vezes entre as melhores do mundo, mas assim, campeã mesmo faltava. E eu ficava refletindo sobre isso, né? Poxa vida, será que é um preço muito alto a ser pago? Então esse campeonato ele veio para mostrar que sim, é possível. É possível a gente chegar no topo, mas chegar lá com quem a gente ama. Porque quando eu tava olhando para Times Square, quem tava do meu lado me abraçando e chorando junto comigo? Meu marido e minha filha, que tinha 3 anos. Na época não entendia muita coisa, mas só olhava e falava: "Mamãe, é você, é você!" Então eu acho que a minha vida e a mensagem que eu tenho agora para passar para o mundo é que sim, é possível. Só que eu não tô falando sobre riqueza, porque é possível ficar rico como vendedor. Vendedores da Prudential, grandes vendedores do mundo ganham muito dinheiro, ganham muito bem, mas isso é riqueza. A prosperidade é mais do que isso, porque eu também vi muitas pessoas enriquecendo no dinheiro e empobrecendo na vida. E eu dizia assim: eu não quero isso para mim, eu não quero a riqueza. A riqueza faz parte de uma prosperidade, é importante ter o dinheiro, é muito gostoso ser reconhecido, poder viajar para onde o que você quiser, tá na Times Square, receber um monte de condecorações, é maravilhoso. Mas se for só isso e um contexto de perdições ao redor, a conta não fecha. Então o que que virou depois disso? Eu formei mais de 350 alunos em mentorias onde eu explicava então quais foram os 3 pilares que eu usei para atingir esse topo e essa prosperidade. Sem precisar vender a alma, entendeu? E é disso que eu vou falar no evento domingo. Uma das coisas, né? Depois eu conto um pouquinho mais sobre o evento. Mas você quer perguntar alguma coisa?
Se nós estivéssemos agora em uma emissora de TV, apareceria uma tarja escrito "Breaking News".
"Breaking News" significa: para tudo o que você tá fazendo e 3 pilares para você chegar no topo de vendas sem precisar vender a alma, né? Contextualizando com o tema da nossa live aqui, mas de fato é, de fato é. Como a gente pode ter uma produtividade inteligente? Então vou dar alguns dados para vocês. Olha que interessante, quando eu fui campeã Eu fechei 97 contratos no ano, 97. A pessoa que foi o segundo colocado, com 2000 e poucos pontos a menos que eu, fechou 187 contratos. Então, primeira coisa, primeira coisa: esforço inteligente não é fazer esforço o tempo todo. O meu objetivo Foi só um, Isa, porque eu falei assim: se eu não estou disposta a abrir mão da minha família, de educar a minha filha que tem 1 ano e 8 meses, de cuidar da minha casa, né? É óbvio que eu tenho uma rede de apoio, tenho, tenho empregado, faxineiro, tem essas coisas, mas tem coisas que não me substituem, né? E educar filhos é uma delas, é difícil, a gente não consegue substituir. E eu não queria abrir mão dessas funções também. Eu falei: se eu quero isso, "Não quero abrir mão disso, só tem um caminho para mim. Eu tenho que ser muito mais inteligente na minha estratégia do que todo mundo que eu tô competindo. Só tem esse caminho." Só que nos 10 anos, Liz, eu estudei muito sobre 3 coisas. Eu estudei técnica avançada de vendas, eu estudei muito neurociência voltado para vendas e eu estudei muito gestão emocional. E durante os 10 anos eu passei por vales que essas 3 coisas foram fundamentais para mim. No começo, técnica de vendas, porque eu não tinha tanto. Então era muito esforço para pouco resultado. Eu tava na zona do estresse. Muito esforço, pouco resultado, o que que significa? Baixa eficiência. Não tava sendo eficiente. O que que eu fiz? Estudei técnica avançada de vendas, fiquei mais eficiente. Mas nos momentos de estresse eu também precisava entender como gerir as minhas emoções. E quando eu fui atender clientes melhores e quis atingir um patamar mais alto ainda de domínio Sobre as vendas, eu fui estudar neurociência para entender como funciona o cérebro humano na hora de comprar. Quais são as decisões, que áreas do cérebro são acionadas quando a gente vende e como eu posso ter uma influência positiva num processo de vendas. Isso me trouxe um nível de assertividade muito alto. Então, enquanto a média de vendas de toda a estrutura da seguradora no Brasil, as pessoas vendiam em média contratos de R$6.000, A minha média de contrato era de R$42 mil. Por quê? Nível de eficiência muito alto, acesso a clientes com maior poder aquisitivo, porque o processo de vendas era muito mais inteligente, a forma de comunicar era mais inteligente, tudo tinha um porquê e era feito de forma intencional e competente, então fez muita diferença. E obviamente isso gritou no resultado. E um momento— quer falar? Um momento muito importante que foi o momento de teste final para validação do quanto a minha gestão emocional e a minha fé foram importantes para mim na minha jornada foi no ano do meu campeonato, que a minha mãe morreu. A minha mãe morreu no meio do ano do meu campeonato. E quem cuidava da minha filha para eu trabalhar era minha mãe. Ela teve um infarto aos 62 anos de idade. Eu já estava em segundo lugar do ranking nessa época, na metade das 50 semanas eu já estava em segundo. E a minha mãe faleceu, que foi sem sombra de dúvidas a maior perda, maior impacto, maior sofrimento que eu já vivi na minha vida. E eu tive que tomar uma decisão: se eu continuava seguia com o meu sonho ou se eu desistia. E o que me fez continuar foram duas coisas: é todo o fortalecimento emocional que eu fiz durante os anos. Isso me ajudou muito, me deu resistência emocional e fé em Deus. Deus não— até a gestão emocional hoje eu entendo que tem um limite. E tem coisa que é Deus que pode fazer por nós. E ele literalmente me carregou no colo e me deu forças para eu continuar, e também para dar sequência ao legado da minha mãe, porque ela era uma das minhas maiores torcedoras. Ela estava em todos os palcos comigo. De 10 anos, eu fui 8 anos para palco, e ela subia no palco comigo, levantava as minhas placas. Então ela falou para mim 5 anos antes "Um dia a campeã vai ser você", quando eu jamais pensei que isso fosse possível, porque era muito difícil. Quando ela falou isso, eu tinha ficado em 16º do Brasil e eu tinha trabalhado para caramba. E levei ela, meu pai, para Miami e tudo, e foi maravilhoso. Mas quando o campeão entrou, ela pegou no meu braço e falou para mim: "Filha, um dia vai ser você". Aí eu falei assim: "Caramba, meu, não é suficiente eu ficar em 16º? Ela quer que eu seja campeã". Mas ela tava profetizando na minha vida, eu tenho certeza. E 5 anos depois eu tava diante dessa decisão: se eu seria campeã ou não, se eu desistiria ou não. E eu falei: eu vou continuar pela fé, pela gestão emocional, mas também por ela, porque eu quero poder contar essa história e eternizar também a importância dela na minha vida dentro dessa história. E se eu desistir, todo mundo vai entender, afinal de contas a mãe dela morreu. Ainda assim eu ficaria em segundo lugar. Mas eu não teria essa história para contar para poder carregar o nome dela comigo nessa vitória, entende? Então muitas coisas me motivaram nesse caminho. Então esses três pilares, Isa, gestão emocional, técnica avançada de vendas e neurociência, foi o que me ajudou a chegar no topo. E quando eu cheguei lá, eu entendi que não era só sobre mim, eu precisava ensinar isso para as pessoas. E foi aí que nasceu a Sales Prime, que é a minha empresa hoje. Que a gente tem quase 30 pessoas já no time e a nossa missão é levar essa metodologia de sucesso e prosperidade verdadeira para o máximo de pessoas possível no mundo todo. É levar essa mensagem: sim, você pode ficar rico e eu te ensino a ficar rico com vendas, mas o que eu quero mesmo é que você seja próspero. Quero que você seja rico dentro de um contexto de prosperidade e plenitude para que você seja de fato feliz. Então essa mensagem que eu tenho para o mundo, sabe? E esse evento do dia 5 é uma imersão de 7 horas que a gente vai ensinar isso: técnica avançada de vendas, gestão emocional e neurociência, com uma das melhores neurocientistas do mundo que vem dos Estados Unidos só para participar do evento. Eu não, você foi convidada, as primeiras cadeiras já está reservado o seu assento. E com certeza vai ser muito bom ter você lá.
Teatro Bradesco. Você que é de São Paulo, já se organize. Teatro Bradesco, próximo domingo, dia 5 de março, né?
Já é agora.
Já é agora, nesse domingo. E se você quiser mais informações é só entrar no Insta da Dani.
Pro. Dani Martins. E o Pro não era de prosperidade, porque não tinha só Dani Martins. E aí eu falei: "Pró do quê?" Pró de "pro", de "pra frente", de professor e tal. Mas depois tudo se consolidou. O Dani Martins Pró existe há anos. Só que agora eu entendi que o "pró" já tava lá escrito lá atrás no meu inconsciente, no meu coração. E virou Dani Martins Pró desse movimento de prosperidade verdadeira, entendeu? Mas eu não mudei, ele já era assim. Eu só descobri porque que ele era assim agora. É maravilhoso.
É como as pessoas quando me perguntam: "Ah, mas o seu livro é sobre burnout?" Não, eu comecei a escrever o livro bem antes de eu ter o burnout. O que eu falo da experiência do burnout no meu livro tem a ver com as pesquisas sobre gestão do tempo, que eu chamo de educação temporal. Então nós lidamos de maneira muito negligente com coisas muito importantes e caras da nossa vida. Achando que isso não vai trazer consequência. E quando a sua, o seu padrão de recompensa, ele é só material, isso não é sustentável. Por que que eu tô trazendo isso agora? Eu não sabia da perda da sua mãe, eu sinto muito por você. O luto é o evento mais desorganizador da nossa vida. Eu tava conversando hoje com a Mariana Clark, que é uma especialista uma psicóloga especialista em luto falando sobre isso. Então você conseguiu, mesmo vivendo o luto pela perda da sua mãe, você continuou. Então parabéns! Eu, se eu estivesse aqui num palco com 345 pessoas que estão nos acompanhando, eu te diria aplausos, né? Aliás, eu vou até abrir aqui os comentários de novo. É que eu fico com dó de tirar os comentários, mas também Fico com dó das pessoas não te verem, mas você merece sim o meu reconhecimento. Porque você falou uma coisa muito importante: o quanto eu posso influenciar uma pessoa comprar algo. Agora vamos entrar um pouquinho nesse aspecto do que eu estou vendendo. Você sabe, Dani, que depois que eu me dei conta da minha missão, assim como você tem muita clareza da sua missão, quando me pedem alguma parceria ou eu tô para fechar algum trabalho, eu sempre pergunto: você quer fazer isso por quê? Porque se é só para ganhar dinheiro, você pode ganhar dinheiro vendendo drogas, fazendo um monte de coisa. Então, quando você coloca o dinheiro na frente, Eu vou dizer por experiência própria, vai dar ruim. Mas quando você percebe o seu talento e o seu dom, o dinheiro vem na sequência. Mas se você inverte a ordem, isso tende sempre a trazer problemas de saúde ou nos relacionamentos, não é? Então, Dani, vamos lá, ganhar dinheiro, você pode ganhar dinheiro de diversas maneiras. Por que que você escolhe então ensinar essas técnicas que você vê que são muito eficientes?
É assim, ó, a gente entra numa outra seara que é muito importante também. Você falou um negócio chamado talento. Tem uma coisa que eu chamo de tríplice convergência. O que que é a tríplice convergência? É o elo que une 3 coisas, que é o seu talento, o trabalho que você faz, se você pode manifestar o seu talento no trabalho que você realiza, e se você é remunerado proporcionalmente ao efeito do seu trabalho. A tríplice convergência, vou até fazer um desenho aqui, ela é a união de 3 coisas.
Então, ó, segura. Enquanto você tá fazendo agora a tríplice convergência, deixa eu só ler aqui. A Raíza tá dizendo, tá me agradecendo por te apresentar, né? Essa é a Patins Prósperidade, que vai te levar para um caminho de riqueza real. Eu conheço muitas pessoas que Só falam de dinheiro, só falam de dinheiro e são extremamente pobres na alma, no modo de viver. Eu não dou conta, não tenho mais nem paciência para esse tipo de conversa. O que nós estamos falando aqui, gente, é sobre vender algo, ideia, serviço ou produto, sem vender a alma. O que significa na produtividade sustentável, que é o meu metido, alcançar os seus objetivos sem prejuízos pelo caminho. Porque muitas vezes alcançamos o que queremos, mas vamos perdendo um monte de coisa importante.
Tríplice convergência. Então, o que é tríplice convergência? Então, voltando um pouquinho para a essência, né? A importância da gente se conhecer. Sim, você pode ganhar dinheiro de várias maneiras, mas até antes de falar da tríplice convergência, tem uma pergunta que a gente precisa se fazer e que ela é muito importante. A pergunta é o seguinte: o que você faria Se você tivesse já todo o dinheiro do mundo, o que que você faria de graça? Se você já tivesse todo o dinheiro do mundo, o que que você faria de graça? Eu fiz essa pergunta para mim um dia e eu cheguei à conclusão que é direcionar as pessoas, mentorar as pessoas para encontrar o caminho delas da prosperidade, porque eu encontrei o meu. Eu cheguei já onde eu queria financeiramente. Claro, a gente sempre tem objetivos Conforme que a gente vai alcançando, a gente quer coisas maiores, faz parte da vida. Mas o topo que eu sonhei, eu cheguei. Então o que que passou a ser aquilo que eu faria de graça? Tocar na vida das pessoas com uma mensagem genuína e verdadeira de algo que eu vivi. Não é algo que eu estudei que eu tô ensinando. Do mesmo jeito que você, você toca na vida das pessoas por algo que você viveu. E isso faz toda a diferença. Não é uma teoria só, é uma teoria junto com uma vivência, com aquilo que de fato mudou a nossa vida, né? Então eu faria de graça, eu ensinaria de graça. Olha, eu só cobro porque ainda tenho leite das crianças, porque agora tenho 2 filhos. Então tem a Juju de 4 e o Gui de 7 meses. Aí tem leite, tem fralda, essas coisas são um pouco caras, né? Então obviamente esse é o meu trabalho agora, levar as pessoas a atingirem a prosperidade. E uma coisa maravilhosa é a gente vender aquilo que a gente acredita. Vender o que a gente acredita é a coisa mais gostosa do mundo. "Nossa, Dani, mas poxa, você é vendedora sem orgulho?" Eu morro de orgulho. Morro de orgulho de vender o evento. Por quê? Porque eu sei que as pessoas vão sair de lá transformadas. Não é preço, é valor. E eu também invisto para eu poder sair transformada e ser cada vez melhor. Então tá tudo certo, né? Cada um vende o seu conhecimento. Para transformar a vida dos outros. Mas voltando para a tríplice convergência, olha só, a tríplice convergência é a união de 3 coisas: talento, trabalho que manifesta o talento e remuneração. Então é um elo, são 3 argolas e a gente tem um elo que une essas 3 coisas. A tríplice convergência é o potencial máximo de resultado de um ser humano profissionalmente falando. O que que é isso? É quando ele reconhece no que ele é bom, E talento, gente, tem como descobrir? Tem. Hoje tem ferramentas, aqui na empresa mesmo a gente usa ferramentas de análise de perfil comportamental que usa a ciência e a tecnologia com mais de 98% de assertividade, que você descobre quem você é num relatório de 40 páginas sobre você. É incrível. Você lê aquilo e você fala: "Caramba, eu sou..." Tem a teoria do DISC, mas tem outras 4 teorias que a gente usa aqui que complementam baseado em ciência, em fatos reais, você começa a descobrir então quais são as suas tendências genéticas. Então eu descobri que geneticamente eu tenho talento para vendas, só que eu não parei no talento, eu também estudei muito. Então o diamante que era bruto, ele tava lá dentro, mas ele precisou ser lapidado. E a lapidação é experiência, prática deliberada, mais estudo. Aí o diamante chega no máximo do brilho. "Mas eu sabia que o talento estava lá dentro." O que acontece, Isa, é que tem muita gente que força a natureza só pelo dinheiro, querendo exercer funções e profissões pelo dinheiro que não está atrelado ao seu talento, aquilo que ela nasceu para fazer. E aí você força a sua natureza, e quando você força a sua natureza, você gasta uma energia muito grande, e obviamente isso gera doenças emocionais. Então, primeira coisa, e físicas, e tá tudo atrelado, né? Físico, corpo físico, emocional, eles são unidos. Ou seja, o primeiro passo da vida é você saber quem você é, para que que você veio nesse mundo. Seu DNA, esse DNA que Deus te deu, te deu alguns talentos. Como que você tá usando eles? E como que você vai poder chegar no seu máximo de produtividade inteligente sustentável, com resultado extraordinário, e que você vai fazer melhor porque você já tem habilidade genética. Enquanto uma pessoa levaria 15 horas para fazer com esforço tremendo porque ela não tem habilidade, você faz em 7 horas melhor do que ela, com resultado extraordinário. Por quê? Porque você tem predisposição genética de competências para ser acima da média naquela atividade. Então esse é o primeiro passo, que é o passo do talento. Depois que você descobre o talento, você escolhe um trabalho onde você possa manifestar o seu talento. Então você manifestou o seu talento nesse trabalho, excelente. Agora, se esse trabalho te remunerar pela sua performance, acabou. É aí que você vai encontrar o seu potencial máximo de riqueza e prosperidade. Céu, como é que eu não te conhecia antes, Daniela Martins Pro? Nossa, Domingo, eu tenho tanta coisa para ensinar que eu não sei, né? A gente tava aqui fazendo Nutelão aqui com meu time Vendo todas as coisas que a gente quer pôr no domingo. Porque fora isso ainda tem essa neurocientista que vem dos Estados Unidos, que ela fala sobre neurociência aplicada para vendas, como funciona o cérebro do seu cliente. Será que uma mulher e um homem compram de maneira diferente porque o cérebro da mulher e do homem é diferente? Com certeza, então a gente vai falar um pouco sobre isso. A gente vai ter um outro especialista em comportamento humano, que é sobre as análises de perfil. Como decifrar o perfil do cliente? E se eu decifro o perfil dele de uma forma inteligente, se eu sei se ele é dominante, estável, analítico, se ele é mais comunicador, comunicativo, influente, eu consigo entender o ritmo de decisão dele, quais os critérios que ele usa, se ele é mais racional, mais emocional, que tipo de argumentos ele precisa para se sentir seguro para comprar. Ô Isa, é um nível de inteligência de vendas que o mundo não tá preparado. Eu falo isso. Os nossos alunos vão ter um nível de preparo e inteligência comercial que não vai ter como competir com eles. Os meus alunos, esses 350, na média eles cresceram 30% de faturamento em poucas semanas e muitos multiplicaram em 20 vezes o faturamento só aprendendo essas técnicas de uma forma muito estruturada, com passo a passo, metodologia e tal. Então domingo a gente vai falar muito sobre isso. Tem presencial, tem poucas vagas, tá, gente? É um evento para quase 1.000 pessoas. Mas tá indo empresas com times inteiros de vendas. Tem empresas que estão levando o time de vendas inteiro para viver essa experiência. E quem não puder ir no presencial porque não está em São Paulo, né, a gente tem alunos do mundo inteiro, a gente vai ter transmissão online. Então tem como você assistir o evento online também se você não consegue comprar passagem e vir para São Paulo. Mas eu aconselho, se você tiver em São Paulo, É um trabalho de mindset, é trabalho de técnica, de conhecimento e umas surpresas assim que eu nem posso contar, mas que você vai estar lá para ver, que vai ser demais. Mas é isso, o que mais, o que mais? Ai meu Deus, falta 15 minutos e a gente nem falou um monte de coisa ainda que a gente queria.
Senhores, vocês estão entendendo onde a gente quer chegar? Eu digo, Dani, que na vida existem duas cadeiras: vítima e aprendiz. Por muitas vezes eu estive na cadeira de vítima e mantenho uma vigilância triplicada, né? Na Bíblia, orai e vigiai. É assim, é uma hora de oração e 10 de vigilância, porque a chance da gente derrapar nas crenças, nos comportamentos que nos levam para padrões que sempre tivemos é muito grande. Então, já sentei na cadeira de vítima há muito tempo.
E aí eu me dei conta, ok?
Mesmo sendo vítima de uma situação, quem escolhe continuar sendo vítima sou eu. Ou aprendiz. E para mim, quando você fala de novo em técnicas de vendas, isso para mim tem muita potência, porque a gente está vendendo sempre alguma coisa para alguém o tempo inteiro. Estamos negociando o tempo inteiro. E acho muito interessante quando você fala o que influencia uma compra, Qual é a velocidade que essa pessoa vai decidir? Quais são os argumentos para uma compra? Isso traz, Dani, saúde mental. Por quê? Quando você decide mal e compra mal, você gera um problema financeiro. Nós estamos falando sobre responsabilidade naquilo que você faz, né? E você tá vendendo o que você tá vendendo por quê? Aí volta na tríplice convergência, que eu nem— talento, trabalho e remuneração. Conseguiu os três? Pronto, só continua, né? Se ainda não conseguiu descobrir seu talento, turismo interno, como eu chamo, o autoconhecimento é o único caminho para você alcançar o que não é um, é o único, né? Então é o único, único, né? As pessoas me perguntam sobre a produtividade sustentável, e que NPJ, CPF podem falar a mesma língua. Mas aí você tem que ter uma coisa, uma virtude que a gente não compra, que é humildade para se abrir para esta informação. Então, quem já é um vendedor, ótimo, você pode ser melhor se você quiser. Se você se abrir a este aprendizado. Então eu entendo, Dani, que essa oportunidade que você tá abrindo no domingo para compartilhar o que você já sabe é de fato um semear com clareza, com responsabilidade, com ideias bem consistentes para que cada um que tiver preparado siga o seu caminho vendendo o que tem para vender, mas de forma coerente. É muito. Eu queria fazer uma última pergunta para você antes da gente encerrar, que é: quando eu vendo um produto que custa R$10 ou R$1 milhão, o meu esforço é o mesmo?
Pergunta boa. É diferente vender. Por que que eu te digo isso? Quando eu tinha 15 anos, que era muito pobre, Eu vendia revistinha na rua. Eu pegava um kit de revista que custava R$5,00, eu ia para rua, pegava o guia naquela época, né, para quem é da época do guia, porque não existe o Waze nem nada. Eu falava assim para o meu pai: "Pai, me mostra aqui os bairros onde tem mais comércio." Eu pegava 20 kits de revista, colocava na mochila, ia de comércio em comércio e vendia a revistinha por R$5,00. Eu ficava com R$2 de comissão, R$3 eu devolvia porque era para ajudar uma instituição de criança com câncer, que era a ACC na época. Então com 16, 15, 16 anos, a minha experiência de vendas era essa. Eu vendia uma revistinha de R$5. E aí você pode falar assim: "Debora, mas você já sabia que era seu talento?" Eu não tinha consciência. Eu fui ter consciência com 19 anos.
Sabe quando?
Quando eu fiz a minha primeira análise de perfil. Dentro de uma entrevista de emprego que era para eu ser secretária do diretor, a menina do RH me chamou e falou assim: "Você não serve para ser secretária, o seu perfil tá dizendo aqui que você nasceu para ser vendedora." Aí eu falei assim: "Cara, como que ela sabe disso?" E eu li o meu formulário e eu falei: "Gente, eu sou tudo isso mesmo." E aí eu me lembrei, com 15 anos, quando eu vendia revistinha na rua, que aquilo era muito fácil para mim. Por que que eu lembrei? Porque eu namorava já naquela época, comecei a namorar meu marido naquela época, e eu falei para ele: amor, eu trabalhava o mês inteiro numa loja de lingerie para ganhar R$270. Quando eu fui vender revistinha, eu falei: gente, se eu vender 20 por dia, eu ganho R$40, porque eu ganhava R$2 de comissão. 10 dias eu ganho R$400, 30 dias eu ganho R$1.200. Se eu vender 30 dias e o Daniel, meu noivo, meu namorado na época, vender mais 30 dias a gente ganha R$2.400, a gente tá rico, a gente vai casar, a gente vai para Maldivas. Eu falei: tá resolvida a nossa vida. Vendas é uma coisa que traz muito dinheiro. Imagina, eu ganhava R$270 por mês para trabalhar o dia inteiro num estoque de uma loja de lingerie. Quando eu entendi que em 10 dias de trabalho eu ganharia quase o dobro, eu falei: rapaz, é de vendas que eu tenho que viver. Não sabia nem que era meu talento. Aí meu namorado foi comigo. Na época meu namorado, hoje meu marido. Ele é engenheiro, tá, de formação. Eu falei: "Amor, você vai de um lado da rua, eu vou do outro." Passou 2 horas, eu voltei sem nada. Ele voltou com 20 kits no braço. Eu falei: "O que aconteceu?" Ele falou: "Ah, minhas pessoas não querem comprar." Aí eu falei assim: "Mas espera aí, como é que você tá oferecendo?" Ele: "Não, eu chego pra pessoa e falo assim: 'Ó, eu tô vendendo uma revistinha de colorir, você quer?'" Aí a pessoa fala: "Não." Eu falo: "Ah, então tá bom." "Pego a revistinha e vou embora." Eu falei: "Não, você não tá vendendo do jeito certo. Não é assim que vende. Você tem que chegar lá, começar perguntando se ela tem filho ou algum sobrinho, porque é uma revista de colorir para criança, não é para o adulto. Então você chega e pergunta." E eu explicava para ele como ele tinha que fazer. Eu não sabia, mas eu já era mentora de venda sem saber naquela época. Então eu sei o que você tá dizendo de vender algo de R$10. Porque eu vendia de 5. Só que eu também vendi contratos, Isa, de seguro de vida de R$25 milhões. Um contrato de seguro de vida, não é o capital segurado, é o que o cliente pagava em 10 anos de contrato pelo seguro. R$25 milhões. Aí você fala assim: Dani, é a mesma coisa? É óbvio que não é a mesma coisa. Para vender uma revistinha de 5 é um nível de estratégia, de inteligência, de conhecimento, de intencionalidade, de estudo. Para vender o de 25 milhões, um contrato que eu levei 6 meses negociando, é outro nível de inteligência, de conhecimento, de estratégia, de tudo. Mas o que eu posso te dizer é que se você tiver preparado, você pode consumir um nível de energia muito baixo. Não precisa ser sofrido. Você pode vender muito bem um contrato de R$25 milhões que você termina e o cliente fala assim: "Perfeito, adorei. Como que a gente continua? Onde que eu assino?" E não é sofrido, não é "meu Deus do céu", não é "nossa, que difícil", não é. Às vezes em uma reunião, contratos de R$10 milhões, entende? Mas o que me levou a chegar nisso fazendo grandes negócios sem tanto esforço físico, muito mais esforço intelectual, o preparo. Isso faz toda a diferença. Por que as pessoas reclamam tanto que às vezes vender é sofrido? Nossa, vender é muito difícil. É porque não tem preparo. Por que os líderes de vendas às vezes, Isa, eles são tão frios e eles prestam uma pressão, eles colocam uma pressão tão grande no time? A ponto de gerar desgastes emocionais no time porque o líder de venda força muito aquela venda que, meu, você tem que espremer as pessoas. Por quê? Por um motivo muito simples: por falta de competência. Porque se ele tivesse competência e inteligência no método de vender, enquanto ele tá cobrando o time por falta de resultado, ele deveria estar treinando o time com técnicas avançadas. Para esse time performar sem precisar de tanto desgaste emocional. Tá?
Perfeito.
Para tudo.
E isso é para tudo. Ai, olha, se eu soubesse disso antes, muita coisa poderia ter sido diferente, mas como eu gosto de repetir uma frase que está num livro que tem mais de 6 mil anos de conhecimento, para quem me segue já sabe, Quando o ouvido tá pronto, a mensagem chega. Se essa mensagem tá chegando para mim, se tá chegando para vocês, que assim seja. Então não joguem fora, não mudem de live, para um pouquinho. Faz sentido se especializar mais em técnicas, em estratégias para você investir menos energia e ter mais resultados? Nossa, Daniela Martins Pro. Até botei aqui, ó, tá, para quem ainda não segue.
E aí você vai ver, você fala assim: nossa, Dani, mas poxa, no ano que você foi campeã você deve ter trabalhado muito, né? Eu trabalhei bastante, mas eu não negligenciei o tempo com a minha filha, com meu marido, sabe? E claro, existem momentos da vida que a gente vai fazer um esforço maior, mas isso tem que ser por um tempo determinado, combinado com as pessoas que a gente ama. Sabe, tipo assim, olha só, tem mais 6 meses para acabar a meta, vou ter que dar um sprint final aqui, vai precisar de mais esforço. Vocês estão comigo? A gente aguenta juntos esses 6 meses? E a minha família disse assim, a gente aguenta, pode ir. Meu marido falou, pode ir que eu seguro aqui com a Juju, eu dou um jeito, você merece ser campeã, você vai ser campeã. Então assim, como que você não chega lá as pessoas que você ama do seu lado te apoiando. É óbvio que teve um preço, eu paguei um preço, mas ele valeu a pena porque foi combinado com as pessoas que eu amava. Eles estavam do meu lado me dando apoio, e quando chegou lá em cima do topo, eu reconheci eles porque eles também foram campeões junto comigo, entende? É outro significado, isso é outra coisa. E não é só pelo dinheiro, mas é pelo reconhecimento das pessoas que você ama. Quantas pessoas estão aqui na live que querem o reconhecimento do esposo, querem o reconhecimento da esposa, que querem ser pessoas admiradas? E o resultado faz isso por você. Só que enquanto você tiver vendendo a sua alma para conseguir o resultado, você não vai ter, você não vai ter admiração das pessoas, porque você tá abrindo mão delas para conseguir. E aí não vale a pena.
Repete, Daniela Martins, por favor.
Enquanto a gente fica buscando resultado, tendo que abrir mão das pessoas, a gente não vai ter admiração das pessoas, porque ninguém quer que você abra mão delas em prol de um resultado. Você tem que estar com elas no topo, você tem que levar elas junto com você para o topo. Só que para esse resultado vir, você não pode vender sua alma e deixar as pessoas de lado. Entende? Você precisa ser eficaz, eficiente, inteligente, atingir um resultado. Aí sim, você alcança o resultado com as pessoas que você ama junto com você. Aí você vai ter admiração delas, o respeito delas.
Por isso que quando eu propus para você, Dani, veio assim, sabe, de forma muito clara essa O intuito da nossa live, né? Você pode vender o que você quiser desde que você não venda sua alma para alcançar os resultados. Essa é a essência da produtividade sustentável: como você vai produzir, como você vai trabalhar sem prejuízos pelo caminho. A live vai ficar gravada, tem várias pessoas aqui perguntando se ela vai ficar gravada. Sim, vale muito a pena você que está conosco até aqui nós escolhendo rever ou ouvir e compartilhar com quem você quer bem. Porque se essas informações estão fazendo sentido para você, imagine as pessoas que você quer bem também terem acesso a esta informação. E a prosperidade, ela é contagiosa. Quando você vive uma dinâmica de prosperidade, É outra história, tá, gente. Nós estamos falando aqui de prosperidade real, não estou falando de bens materiais. Quem me conhece sabe, eu não estaria aqui 9:30 da noite falando isso se fosse para bens materiais. Não, eu tô falando para que você alcance o seu desejo. Por isso que é muito importante você saber quem você é para saber por que que você faz o que você faz, né, e por quem. Dani, antes de encerrar, suas palavras finais.
Você falou sobre a posição da gente ser protagonista ou da gente ser vítima. E se tem uma decisão que tá na mão de todo mundo aqui, é essa, Isa. E por muitos momentos na vida eu estive diante de decisões como essa. Eu escolho ser protagonista ou escolho ser vítima? Porque é muito mais fácil reclamar. Que tá difícil porque a política, porque a economia, porque vender é difícil. "Porque as coisas são difíceis, as pessoas não querem comprar." É tão mais fácil terceirizar os nossos fracassos e liberar o nosso cérebro de entender onde a gente poderia ser melhor para de fato estar no lugar que a gente quer estar, né? A gente quer estar em lugares, mas poucos estão dispostos a fazer o que precisa ser feito para estar lá. Só que todo mundo merece, porque Deus fez todo mundo para ser próspero. Isso não é um benefício de um, ou de outro. Todos debaixo do sol têm as mesmas oportunidades, e se não tem, cria. Porque eu também não tive, eu também fui pobre, estudei em escola pública, não tive nenhuma facilidade na vida, andei muito de ônibus, vendi revista na rua, vendi maquiagem na rua, mas eu aprendi que a gente pode criar as nossas oportunidades quando a gente não se conforma com a situação que a gente tá. Então Você pode sim criar a sua prosperidade, o que você precisa é só de direção e velocidade. E a forma mais rápida de conseguir isso é quando você está perto de pessoas que já conseguiram, que sabem te mostrar o caminho. Porque talvez eu teria chegado muito mais rápido se eu não tivesse que ter que descobrir tudo sozinha, estudar tudo sozinha, fazer tudo sozinha. O meu objetivo é que os meus alunos alcancem a prosperidade muito mais rápido do que eu. Porque eu sei o caminho. Você sabe o caminho da saúde emocional? O que você quer é que as pessoas não passem por um burnout, é que elas encontrem você antes disso acontecer, para eliminar o sofrimento delas. Então essa é a nossa missão aqui, essa missão para mim é muito clara, é trazer essa missão, essa visão de prosperidade real, que sim tem ganhos financeiros, que sim você vai poder realizar os seus sonhos da sua família, ter sua casa, Fazer as viagens que você sonha. É muito bom ter dinheiro, é maravilhoso, mas não é só isso, né? Então a mensagem é isso: escolha ser o protagonista da sua vida e saia do papel de vítima, porque as pessoas só fazem com a gente aquilo que a gente permite. Então se você está vivendo o que você não gostaria, entenda que quem está permitindo, mais cedo ou mais tarde, é você. Então essa escolha é muito importante, né? E domingo vai ser um dia que as pessoas vão ter a oportunidade de tomar decisões assim muito sérias em relação à mudança do destino da vida delas, né? Então assim, é isso, gente. É assim, não é pelo preço que as pessoas vão deixar de ir, porque tava falando até com a Rosana numa outra live, a gente não ganha dinheiro com evento, tá, gente? É bom vocês saberem. Que muitas vezes nem se paga, porque um evento de 10 parcelas de R$40 e poucos, se souber o custo que é para fazer um evento desse nível para mil pessoas, às vezes eu penso: "Meu Deus, por que eu fui inventar fazer isso?" Porque é muito trabalho, de verdade, mas a missão é maior do que isso. Então economiza uma pizza no mês e investe na mudança da sua vida. É isso, não tem como ser diferente. E depois não adianta dizer que não teve oportunidade, né, Isa? Porque a gente está aqui deixando os nossos filhos pequenos para poder insistentemente, consistentemente passar essa mensagem para que a vida de outras pessoas sejam transformadas e que elas alcancem o que de fato elas sonham pela nossa experiência, pela nossa história, né? Então é isso. Obrigada pela oportunidade de estar falando para sua audiência, de todo o coração mesmo. Espero ter ajudado.
Eu tô chocada, eu fiquei aqui falando com caras e bocas, né? Minha vontade era falar: meu Deus, fala tudo, repete, repete, repete, repete tudo que Olha, Dani, eu acredito muito que somos instrumentos, né, do Deus que temos em comum, né? Então estamos sendo instrumentos. Quem nos acompanhou até aqui nos escolheu. Espero que você escolha então depois entrar no perfil da Dani, Dani Martins Pro, veja as informações do evento, e domingo a gente se encontra. Parabéns por tudo.
Obrigada, você também.
Você é pura inspiração e vai ser um privilégio estar lá domingo te aplaudindo presencialmente.
Obrigada, você é demais, viu? Conta comigo para o que você precisar. Pessoal, obrigado pelo tempo de vocês. Tempo é vida, né? Tempo não é dinheiro, gente. Tempo é vida. E vocês dedicaram uma hora da vida de vocês para estar aqui. A gente deu o nosso máximo, de todo o coração. Contem com a gente. Eu desejo muita, muita, mas muitas bênçãos para vocês, para família de vocês, muita prosperidade. Estamos juntos nessa jornada. Isa, obrigada por salvar a live, me convida, porque daí eu aceito, ela vai aparecer para mim e para você. Aí o meu pessoal te conhece também no meu perfil, tá bom? Beijo, gente.
Tchau, minha querida.
Bom descanso para todos. Até domingo.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

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