Dá um tempo!

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Olá! Enquanto todos vão entrando, vou colocar uma musiquinha aqui pra nós, que tem tudo a ver com o que nós vamos falar hoje. Quem gosta? Começamos então essa live aqui no Resiliência Humana com a voz do Lenine na música Paciência. Quem gosta dessa música? Quem acha que a vida está nos pedindo calma? Comente aqui. Né, Patrícia? Eu também gosto demais. Bem, sejam todos muito bem-vindos a essa live em que nós estamos chamando de Dá um Tempo. O título do livro que eu publiquei há alguns dias, este livro aqui, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Esse livro, eu lancei pela Globolivro, o estilo princípio, ele fala sobre tempo. A gente fala de tempo o tempo inteiro, mas não pensa no tempo e depois se arrepende de algumas coisas que ou fez de mais ou fez de menos, não é verdade? Vocês concordam? Então, Bruna, obrigada por você estar aqui, Michele, Margarida, Cátia, sejam todos muito bem-vindos. Especialmente porque vocês estão escolhendo estar aqui. Vocês estão escolhendo compartilhar esse tempo comigo e com tantas pessoas de bem aqui no Resiliência. Meu nome é Isabela Camargo, eu sou jornalista e estou aqui nesses últimos dias e estarei nos próximos dias também pra gente falar sobre tudo que está relacionado ao tempo e como isso interfere nas nossas escolhas na nossa vida. Falar de tempo é falar de vida, gente. E por mais que pareça subjetivo o assunto, eu quero falar com vocês sobre agenda, sobre exames de saúde, sobre as escolhas que vocês têm feito. Faz sentido o que eu estou dizendo até aqui? Antes de começar, quero dizer pra vocês Ah, Denilza, mande alô pra Paraíba. Adoro a Paraíba. O pessoal do João Pessoa é sempre muito querido. Veja, antes de começar, eu quero dizer pra vocês que nós vamos sortear um livro. Hoje, ao final da live, como que eu vou fazer esse sorteio? Pelo Sorteio Gram, que é um aplicativo muito tranquilo. Mas, para participar do sorteio, o que vocês têm que fazer? Ir lá no meu feed, Isabela Camargo Real, e deixar um comentário, ou recomendar a página para alguém. Que aí, faltando alguns minutos para as oito, eu vou fazer o sorteio deste livro, e que vai autografado, tá? Patrícia e todos que estão aqui, se vocês quiserem participar, viu, José Rodrigues, entrem lá, Isabela Camargo Real, rapidinho, vai lá, deixa um comentário, indique a página pra alguém e volta pra cá, combinado? Então, isso. Esse é um conteúdo muito interessante, né, pra quem tá aqui já dizendo que quer participar do sorteio, em que eu trago experiências de 150 pessoas. Quem são essas pessoas? físicos, astrônomos, médicos, pessoas admiráveis da nossa sociedade, como quem Isabela? Maestro João Carlos Martins, Maurício de Souza, Fernanda Montenegro, padre Fábio de Mello, e muitas pessoas que nós admiramos e que me contaram como convivem com este aceleramento, como convivem com o excesso de estresse. E aí eu junto todas essas informações, além da experiência que eu tive com a síndrome de burnout, que é uma só das consequências deste mundo express que nós estamos vivendo. E aí apresento para vocês o quê? Dicas úteis para preservação da vida. Dicas úteis para a preservação da vida. E já digo mais, essas dicas são úteis? São. É de um dia para o outro que a gente consegue fazer tudo? Não. Mas é por isso que eu tô aqui, tá? Pra dar os caminhos pra vocês. E como diz a música do Lenine, que nós começamos hoje, calma, paciência. Lembra que o apressado come cru? Não adianta, né? Querer aumentar o fogo, né Rita? Pra assar um bolo, que o bolo vai queimar por fora e ficar cru por dentro. Será que nós estamos nos queimando por fora e estamos crus por dentro? Olha que reflexão interessante, né? Cru por dentro, queimado por fora. Faz sentido isso pra vocês? Fica fácil visualizar o que que isso tem a ver com o tempo? Vou contar pra vocês, tá? Ana Cláudia, seja bem-vinda a todos que estão chegando agora. Eu vou repetir essa informação e já vamos para o assunto. Vamos sortear o meu livro, dá um tempo, Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites. Nós vamos sortear ao final aqui da live, faltando alguns minutos para as oito. E para vocês participarem, é só ir lá na minha página, Isabela Camargo Real, deixar um comentário, indicar a página para alguém, ficarei feliz demais com a presença de vocês. E aí, ao final aqui da nossa live, nós vamos fazer esse sorteio. Leine, você pergunta como seria queimar por fora. Aí eu teria que entrar na síndrome de burnout e falar um pouco do tempo do trabalho, mas eu prefiro deixar esse assunto amanhã com o Robson Ramoschi e aí ao longo da semana eu vou falar sobre vários tipos de tempo, o tempo do trabalho, o tempo dos relacionamentos e aí É, vai ser bem interessante a gente poder se aprofundar em cada assunto desse, mas de uma forma muito breve, Leine, queimar por fora é quando você faz mais do que o seu corpo aguenta. É quando você preenche demais a sua agenda e não se cuida, não se coloca nela. O burnout, que é um fenômeno ocupacional, pelo excesso de trabalho é um dos problemas ocupacionais que muitos estão vivendo por causa desse mundo express que quer tudo para ontem, nós queremos tudo para ontem, nós queremos respostas cada vez mais rápidas, nós queremos resultados cada vez mais rápidos e aí uma hora isso não vai ser legal e esse desequilíbrio tende a aumentar. Então A síndrome de burnout, para quem não sabe, é um fenômeno ocupacional causado dentro do ambiente de trabalho pelo excesso de tarefas, de pressão e tudo mais. Mas eu não vou investir o tempo de vocês só para falar disso, tá? O tempo do trabalho e as consequências de tanto trabalho destes novos tempos eu vou falar ao longo da semana aqui no Resiliência, combinado? Mais uma vez, obrigada pelo tempo de vocês que estão escolhendo estar aqui comigo, Isabela Camargo, no portal Resiliência Humana. Esse tempo é muito prazeroso pra gente falar sobre o tempo. Então vamos lá. Começo perguntando pra vocês. Quantas horas vocês dormiram essa noite? Esse tempo foi suficiente pra vocês descansarem? Outra pergunta. Quanto tempo vocês ficaram na cama antes de escovar o dente ou fazer qualquer outra coisa depois que vocês acordaram, mexendo no telefone? E depois, quanto tempo vocês demoraram no banho? Quanto tempo vocês demoraram para escovar o dente? E no café da manhã? Quanto tempo vocês prepararam o café? E depois, o que vocês fizeram? Por quanto tempo? Almoçaram? Quanto tempo vocês investiram almoçando? Pensem que tudo isso é falar de tempo. E a gente tá falando de tempo o tempo inteiro, não é? Mas não para pra pensar no assunto. E aí, meus amores, pode ser que seja tarde. Lembra daquela outra música, né, Epitáfio? Em que diz, eu devia ter amado mais, eu devia ter feito outras coisas mais e outras coisas menos. Quando a gente fala de tempo, a gente tá falando de extremos. Ou você faz de mais alguma coisa, ou você faz de menos alguma coisa. E tudo isso passa por escolhas. E essas escolhas, se você não observar o tempo que vocês têm, essas escolhas podem ser equivocadas e gerar consequências muito ruins a médio e longo prazo. Tá? Então, vamos lá. Já que eu perguntei sobre as horas de sono, Eu vou dedicar então aqui alguns minutos pra gente falar sobre a importância do sono pra que a nossa percepção do tempo esteja equilibrada com o que realmente nós precisamos sentir. Eu não sei se vocês já viram alguma criança que quando fica com sono, o que a gente diz? Fala pra mim. Essa criança fica chatinha. Não é? Ela fica irritada. E nós adultos, será que também nós não ficamos irritados quando estamos com sono? Será que a gente não fica de pavio curto no dia seguinte quando a noite anterior foi curta demais para o descanso? Por que que crianças e adultos ficam irritados, ficam de pavio curto quando não dormem bem? Porque o nosso corpo precisa de um tempo para se recuperar. O nosso cérebro, essa caixa maravilhosa, precisa de um tempo para se regenerar de todas as informações que ele consumiu durante o dia. E vocês sabem, eu não sei, até quero saber a opinião aqui de vocês, quem já disse, por exemplo, que viajou, eu não vou gastar tempo em dólar, Ou, eu não vou gastar tempo em euro. Ou, eu não vou desperdiçar meu tempo. Ou, pior, eu só vou dormir quando eu morrer. Gente, eu já ouvi tanto isso. Tanto isso. Sabe? Vocês já ouviram? Ou já disseram isso? Então, isso é um perigo. Sabe, Giane, Patrícia? Porque só o sono é que vai recuperar um dia de muito trabalho e de muita internet. Não tem remédio melhor, não tem nada na farmácia, não tem nada em nenhum consultório que vai substituir as horas de sono. Vou repetir, não tem nada, Olga, em nenhuma farmácia, nenhum consultório que vai substituir as horas de sono. Quando você dorme menos, o seu corpo não consegue produzir os hormônios que precisa produzir pra viver uma vida em equilíbrio. É por isso que quando a gente dorme menos do que precisa, no dia seguinte a gente sente mais fome, porque o nosso corpo precisa de energia. Né? Cália tá dizendo, nada como uma boa noite de sono. Pois é. A Pathy tá dizendo, Pathy Lindona, né? Eu adoro dormir, até me culpo dormindo muitas vezes. Pathy, antes de continuar, eu quero falar então pra você. Não se culpe. Nunca! Por dormir o que você precisa dormir. Depois que eu vivi a minha experiência com a síndrome de burnout, que é um freio muito violento que a vida te dá, né, pra te mostrar que aquele caminho não é muito saudável, aquele caminho de excesso de trabalho, hoje eu não abro mão do meu sono. Eu posso ficar sem tomar banho. Pronto, falei. Mas, minhas horas de sono são sagradas. E eu só descobri isso, eu só comecei a valorizar essas horas de sono como a coisa mais importante da minha vida, depois que eu comecei a ter consciência de que tudo aquilo que eu sentia no dia seguinte, de mau humor, de estresse, de atitudes por impulso, né, porque aí você quer resolver tudo rápido, quer que tudo passe logo, tudo aquilo era decorrência da falta de sono. No meu caso, tinha também um elemento a mais que era trabalhar de madrugada, mas depois eu fui entendendo que a maior parte dos nossos problemas de saúde, das nossas discussões, acreditem, pensem nisso, são causadas pelo nosso estado interno que é muito abalado quando a gente não dorme bem. Quando você não dorme o suficiente, tudo pode ser um grande problema. É como se a lente dos óculos que usássemos, mesmo aqueles que não usam óculos, tá gente, ficasse distorcida para a realidade. Então percebam, cada um vai ter as suas horas de sono, o número de horas de sono ideal. E o que isso significa? Existem os pequenos dormidores, os médios dormidores e os grandes dormidores. Atenção! Pequenos dormidores são aqueles que dormem de 5 a 6 horas. 6 horas que seria o ideal. Já vou explicar porque. Os médios dormidores são os que precisam, se sentem bem com 8 horas de sono. E os grandes dormidores, Isabela, aqueles que dormem 9 horas ou mais. Esses números de horas mudam conforme a idade vai passando. Então é muito comum que os bebês durmam mais tempo, porque eles estão produzindo, eles estão amadurecendo os órgãos, eles precisam daquelas horas de sono para várias funções no corpinho. Os adolescentes também dormem bastante, que é quando a parte cognitiva toda está se formando. Geralmente os adultos dormem um pouco menos e os idosos menos ainda. Outros não. Alguns idosos dormem muito mais. Alguns adultos dormem mais do que na adolescência. O que eu quero dizer para vocês? Não tem regra. Não se comparem. Sabe? Ah, mas o meu marido dorme cinco horas e fica bem. Eu preciso de oito horas. Eu me sinto culpada. Não. Não faça isso. Porque se ele precisa de sete, oito horas e dorme sete, oito horas, parabéns para ele. Se você sabe que precisa dormir mais tempo e tá dormindo menos tempo, achando que isso não vai trazer consequência nenhuma, então tô aqui pra te dizer que isso pode ser um grande problema a médio e longo prazo, tá? Por que que não tem uma média? Ah, eu já ouvi que oito horas é o ideal. Pra algumas pessoas, oito horas é o ideal. Pra outras pessoas, seis horas pode ser o ideal. Então vou repetir, não se culpem e não se cobrem. se respeitem. Vamos substituir a culpa, a cobrança pelo respeito? Eu garanto que vocês vão se sentir muito melhor. Aliás, depois entrem lá, Isabela Camargo Real, me mandem um direct, me contando o que aconteceu depois de uma noite bem dormida. Tem uma conversa muito interessante, que eu gosto muito de frisar, que depois de uma discussão, gente, Se puder pedir pra pessoa, vamos dormir primeiro, depois a gente continua, é melhor. Vocês vão ver que o raciocínio fica muito mais equilibrado quando a gente dorme melhor, viu, Alessandra? Mas vamos lá. Faz mal dormir demais, Valquíria? Aí é importante você consultar um especialista. Eu conversei com a Associação Brasileira do Sono e o Instituto Brasileiro do Sono, que são os dois maiores órgãos de maior respeito aqui no Brasil, pra trazer essas informações pra vocês. Então, a doutora Dalva Poiares, do Instituto do Sono, me disse que quem dorme menos de seis horas por noite tem quatro vezes mais chances de morte. Vou repetir essa informação porque é muito importante. Quem dorme menos de seis horas por noite, com frequência, tem quatro vezes mais chances de morte. Essa informação não é chocante? Ela tá aqui no livro. Tá o tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Está à venda em todas as plataformas digitais, mas só aqui no portal do Resiliência Humana você vai receber o seu livro em casa com uma dedicatória especial. Então, neste livro tem as informações sobre o sono também. Por que que ele é tão importante? Olha, Lenine até começou a tocar de novo a música Paciência. A doutora Dalva Poiares do Instituto do Sono falou sobre então essa estatística chocante. Quem dorme menos de seis horas tem quatro vezes mais chance de morte. E quem dorme mal, quem dorme menos do que deve, quem trabalha de madrugada, ou seja, quem não tem as horas noturnas respeitadas, sai na frente de quem dorme bem ou de quem dorme as horas suficientes com 84 tipos de doença. Mas Isabela, nós não queremos falar de doença no domingo 7h20 da noite. Não. Nós estamos falando de prevenção. Mas pra falar de prevenção eu preciso falar pra vocês que o sono é muito importante. Percebam, se quando você vê uma criança com sono ela fica irritada, não tem problema nenhum. Você admitir que você com sono também pode ficar irritado e você também precisa de descanso. Outra coisa, alguém aqui já ouviu falar na cesta, aquele soninho depois do almoço? Isso é uma prática que caiu em desuso há muito tempo, em muitos lugares, em algumas cidades do interior ela ainda existe e na Europa também tem. Por que que essas pessoas que dormem um pouquinho depois do almoço têm um rendimento muito melhor daqueles que não dormem? Ou um rendimento melhor daqueles que acham que dormir é perda de tempo? Porque o seu corpo, dependendo da atividade que você fez na parte da manhã, já precisa de uma recuperaçãozinha. Não é um café, não é um energético, ele precisa de repouso, ele precisa de descanso. Tem um lugar aqui em São Paulo, que acho que vocês conhecem, chamado Google, que aqui no escritório em São Paulo, eles têm uma salinha de recuperação para os funcionários. Inclusive até, se eu não me engano, a última vez que eu falei com o Fábio Coelho, que é o presidente do Google, ele disse que nem podia entrar com o telefone. Então, por que será que uma das maiores plataformas digitais do mundo pede para que os seus funcionários não usem por alguns minutos o telefone? Será que eles estão tão errados assim? Será que eles sabem de alguma coisa que nós não sabemos? Sabem o que eu tô dizendo pra vocês. Tentem. Deixa eu ver aqui a Sandra, né, se fosse fácil pra dormir depois do almoço. Eu sei que não é fácil, Sandra, mas pelo menos tenta. Pelo menos no final de semana, 15 minutos, se deem esse presente. Não é à toa que em aeroportos, não é à toa que em cada vez mais estabelecimentos a gente vê aquelas cabines, né, pra uma power nap, esse é o nome inglês, nome chique, né, pra um cochilo poderoso que vai reestabelecer a sua parte cognitiva. Você quer um outro exemplo? Eu gosto de exemplo que aí dá pra visualizar bem. Quando você tira o seu laptop, o seu computador da tomada, ele tem um período de bateria, não tem? E aí conforme ele vai usando, a bateria vai reduzindo. Até que você precisa fazer o quê? Colocar pra carregar. O telefone é a mesma coisa, não é? Nós também somos a mesma coisa. Então você imagina que ao acordar, você acordou com a sua bateria cheinha. Mas aí com o passar das horas, o que aconteceu? A bateria foi reduzindo, foi reduzindo. E aí, se você não coloca essa bateria para carregar, o que vai acontecer? Desligar. De um dia para o outro, vocês estão lá no café, um monte de café, um monte de energético e tudo mais, Ou até pior, buscando outras alternativas que os médicos inclusive oferecem. Eu tomei anfetamina tempos atrás pra dar conta dessa agenda louca que a gente aceita. Depois eu falo sobre isso. Então, inclusive muita gente reclama que a gastrite do trabalho é por conta do café. Não, a gastrite do trabalho é por conta do trabalho. O café você toma e a gente culpa o café pela gastrite. Mas é outro assunto. Então vamos voltar. O Power Nap, essa siesta feita por tanto tempo pelos europeus, uma civilização, uma sociedade, aliás, muito mais madura que a nossa, eles fazem isso porque é o tempo da bateria. Tem gente que chama sono da beleza. Quando a gente dorme melhor, as olheiras ficam melhores, a pele fica melhor, então é isso. Eu não preciso dizer muito mais coisa. A Color e Modas. Acordo péssima se eu dormir durante o dia. Aí é excelente esse comentário, Color e Modas, porque tudo depende de cada genética. E dependendo do seu estilo de vida, dormir uma hora não vai te fazer bem. Quinze minutos sim. Alguns especialistas, também está escrito aqui no livro Dá um Tempo, dizem que de quinze a trinta minutos é o tempo ideal. Mas aí vocês vão precisar fazer o quê? Uma escolha. E aí vocês vão ter que fazer um teste. Vão ter que experimentar. Direto, né? Quando eu ouço pessoas dizendo, ah, mas eu não sei se funciona. Uai, testa. Vamos testar, porque se pode ser bom, se pode me fazer bem, por que não? Essa é a pergunta, por que não? Deixa eu ver quem me perguntou aqui sobre o livro, como é que faz para concorrer. Então vamos lá, rapidamente, para quem está chegando agora. Meu nome é Isabela Camargo, eu sou jornalista. É um privilégio estar dividindo o tempo de vocês aqui no Resiliência Humana. Eu estou falando sobre o tempo, sobre agenda. Estou questionando se vocês têm se colocado na agenda, se vocês estão cuidando do seu tempo. Todas essas informações foram colhidas a partir de 150 entrevistas com especialistas para entender se o tempo está passando mais rápido ou se a gente está passando mais rápido pelo tempo. Tudo isso, além de uma experiência que eu tive pelo excesso de trabalho, chamada burnout, está aqui no livro Dá um Tempo. Como Encontrar Limite no Mundo Sem Limites. Editora Globo, selo princípio. Esse livro está sendo vendido pelo resiliência humana.com.br e é o único canal digital que o livro vai chegar na casa de vocês com uma dedicatória. Porque se vocês dedicaram tempo para ler esse conteúdo, que é para vocês, o mínimo que eu posso fazer é dedicar tempo para colocar uma dedicatória para cada um de vocês. Nós vamos sortear e como é que nós vamos fazer esse sorteio? Lá na minha página Isabela Camargo Real, no feed, deixem um comentário, recomendem a página para alguém que você quer bem, que aí, faltando uns 10 minutinhos para as 8, eu já faço esse sorteio. E aí vocês já vão saber na hora quem vai ganhar e amanhã mesmo eu já vou colocar no correio. Combinado? Então, vamos lá. Deixa eu ver aqui se tem algum comentário para começar a próxima parte. Então, vamos lá. O Samir já disse, já quero. Que bom, Samir. Esse é um conteúdo muito importante para a preservação da vida. Porque falar de tempo é falar de vida. E se a gente não olha para o nosso tempo e para todas as atividades que nós fazemos, o tempo pode passar muito mais rápido do que a gente gostaria, tá? Então, quem quer concorrer ao livro, dá um tempo, corre ali na página, é o único momento que eu vou falar pra vocês correrem, tá, gente? Hoje, só isso, depois volta pra cá, deixa seu comentário lá, Isabela Camargo Real, que já já nós vamos sortear. Bem, por que que pra algumas pessoas o tempo parece que está passando mais rápido e pra outras nem tão rápido assim? Geralmente, as pessoas que tem uma agenda intensa, sentem que o tempo está passando mais rápido, porque acabam não tendo tempo pra nada. Vou repetir. Quem está sentindo que o tempo está passando mais rápido do que gostaria, é porque está colocando mais coisas na agenda do que deveria. As vezes dói, tá? O que eu vou falar, mas é só pro bem de vocês. Então é assim, se a nossa agenda continua com 24 horas, por que que eu vou tentar espremer um compromisso no outro? Por que que eu não vou deixar espaços para os imprevistos? Por que que é tão difícil da gente lidar com os buracos na agenda? Eu digo isso pra vocês porque eu vivi muito tempo com uma agenda aflita por ver espaços, e aí eu não podia ver um tempo sobrando porque eu achava que eu estava perdendo tempo. Isso faz sentido para vocês? Me contem aqui, tá? Estou vendo aqui... Aline está falando tudo para mim. Então, Aline, porque nós estamos vivendo as mesmas aflições, achando, muitos de nós, que o tempo está passando muito rápido. Mas... o que é que eu vou contar para vocês? É um pequeno spoiler do que tem aqui. Vou dar um tempo. Fui conversar com os físicos lá do Observatório Nacional, que são os guardiões do tempo, são os que aferem, que medem o tempo de todos os relógios oficiais do Brasil e do mundo para a hora certa. Essa hora que a gente tem aqui, 7 de 29, que marca no computador, no telefone, no carimbo do banco, isso chama a hora certa, é a hora legal, é a hora que funciona no mundo inteiro com muita precisão. Fui conversar com a turma que cuida dessa hora e perguntei, o tempo tá passando mais rápido? E aí eles me disseram o seguinte, bem, o tempo mecânico, que é esse tempo que nós estamos falando aqui, olhando no relógio, ele foi, ao longo do tempo, mecanizado, a partir do tempo natural. Então, qual o tempo natural? O tempo do nascer e do pôr do sol, do aparecer da lua e do reinício do dia. Fez sentido? Esse é o tempo natural. Ele continua, em média, 24 horas por dia, que é o tempo da translação da Terra em torno do próprio eixo. Ele continua durando, em média, 365 dias, que é o tempo da Terra girando em torno do Sol. Olha que curioso! Então, quem chega no final do ano, né, ou já tá sentindo que o ano tá passando muito rápido, vou falar pra vocês, a Terra e o Sol estão tudo bem com eles. Pra quem tá sentindo que o dia tá passando muito rápido, que a semana tá voando, vou dizer também pra vocês, a Terra continua lá na média girando em torno do próprio eixo 24 horas por dia. Então o que que mudou Isabela? Segura aí. Mudou que nós estamos com muito mais opções de preenchimento na agenda. Mudou que nós estamos com muito mais acessos. Mudou que nós estamos com muito mais ganância de consumir todos os conteúdos disponíveis. Mudou que agora a gente não precisa mais nem se deslocar de um lugar para o outro para fazer o que a gente quer. Percebe onde eu quero chegar? Se você preencher a sua agenda das 7 da manhã às 8 da noite e não tiver tempo para almoçar, o tempo vai estar voando. Agora, Para quem que o tempo não está voando, Isabela? Eu vi aqui um comentário de alguém que disse assim, tem gente que diz que quer vender o tempo que está sobrando. Bom, o que eu descobri? A falta de tempo é tão ruim quanto o excesso de tempo. Eu ouvi isso de pessoas que se aposentaram e não se planejaram para esse momento da vida em que vão ter um tempo que nunca tiveram. com a maturidade que tem. Quando nós somos jovens, nós temos muito tempo, poucas responsabilidades. Conforme a gente vai avançando nos calendários, nos quadradinhos, as nossas responsabilidades e compromissos vão aumentando. Aí você trabalha bastante, está lá preenchendo sua agenda e aí você para de trabalhar quando você se aposenta, pelo menos para de trabalhar com aquilo que trabalhou nos últimos anos. Para aqueles que não procuraram uma outra atividade ou não se inscreveram em cursos, enfim, não estão aproveitando o seu tempo com coisas que ocupem o tempo, o tempo vai se arrastar. Para quem mais que o tempo pode passar mais devagar, se não é o caso aqui de vocês, que ainda não se aposentou. O tempo passa devagar para quem está numa fila, fila de banco, fila do banheiro, fila de um transplante de coração. Eu tenho uma história aqui no livro, da um tempo, do Cristiano, um rapaz jovem que precisou ficar na fila do transplante de coração por muitos anos. Ele me explicou, Isabela, na fila do transplante o tempo para, porque eu preciso que um coração chegue para que a minha vida continue, e esse tempo se arrasta, porque eu preciso, no caso aqui do INCORE em São Paulo, essa é uma história muito emocionante, o coração ele chega sempre, na maior parte do tempo, de helicóptero, então os pacientes que estão na fila do coração ficam lá no andar X, olhando para o heliponto, e quando chega o helicóptero é aquela alegria, porque pode ser que um coração compatível ao dos primeiros da fila esteja chegando ali no heliponto. Enfim, então eu trago essa história aqui no livro Dá um Tempo para mostrar que não é todo mundo que está sentindo que o tempo está passando mais rápido. Não é todo mundo que está tendo a oportunidade de preencher a agenda com atividades que exijam movimento. Perceberam então o que eu quero dizer? Vou fazer aqui mais uma pergunta. Quem já ficou na fila do banheiro? Sentiu que o tempo para? Percebam, dois minutos dentro do banheiro é uma coisa, dois minutos na fila do banheiro é outra, não é? Ah, pra mim o tempo muda demais. Então, é isso que eu quero dizer. Pra quem sente que o tempo está passando muito rápido, é porque está preenchendo quadradinhos como esse sem folga nenhuma. É porque está preenchendo uma agenda sem folga nenhuma. E quando você não tem folga, você fica cansado, você fica estressado. Um ou outro dia, um final de semana, um mês, a preparação de uma viagem, de um projeto, tudo bem. Agora, uma vida sem folga Não vai ser legal, vai dar ruim lá na frente, a fatura vai chegar, gente, olha, e só vocês vão pagar. Então, vai ser muito importante se amanhã vocês participarem da live com o Robson Ramos pra gente começar falando sobre o tempo no trabalho e como este tempo, se não for pensado, refletido, ele pode ser muito ruim, tá? A curto, médio e longo prazo. Então, vamos lá. Nossa, olha esse comentário aqui. Back, vou colocar aqui, tá? No consultório o médico fica horas esperando e quando vou ser atendida eu tenho só dois minutos. E não é o SUS, eu sei exatamente o que você tá dizendo. Eu falo isso também aqui, tá? No livro dá um tempo. O tempo da espera. É muito mais penoso do que o tempo dentro do consultório. E a gente sempre tem a impressão que os médicos estão fazendo uma consulta cada vez mais rápida. né, porque muitos também tem que colocar mais pacientes na agenda. Enfim, é realmente uma situação muito delicada, mas que quando vocês começam a ter consciência do tempo de vocês, ó, presta atenção agora, respirem. Essa pausa é fundamental, tá, pro raciocínio ficar completo. Quando vocês tiverem com essa sensação dentro de um consultório, que o doutor tá agilizando a conversa, diga pra ele. Doutor, eu esperei muito essa consulta, eu preciso fazer mais uma pergunta. Ou, doutor, eu esperei muito essa consulta, tava com muita expectativa de estar aqui e eu preciso conversar com o senhor, com a senhora, com você e tal, sobre mais um assunto. Então, sabem saibam defender o tempo de vocês. Ainda mais como a moça aqui explicou, não era o SUS, era uma consulta paga, então defenda o seu dinheiro, defenda o seu tempo, porque tudo isso é vida. Essa semana também a gente vai falar quando o tempo é dinheiro, quanto custa a sua hora, porque se você não fizer esse cálculo, você também pode gastar o seu dinheiro de forma equivocada e isso também dá a sensação que o tempo passa mais rápido. Vocês acreditam nisso? Porque quando a gente está trabalhando em um lugar, quando você não é um empreendedor, você está trocando as suas horas de vida por um salário. Isso é hora de vida. Como é o tempo de vocês que estão aqui para aprender algo, não é Pedrinho? Pedrinho Vini, 777, obrigada por estar aqui. Carlinha, Ana Paula, então, Ana Paula, aliás, obrigada falando aqui do sorteio do livro guiadeturismo.cwb. No final do dia, gente, nós, no final do dia não, no final da live, faltando uns cinco minutinhos para as oito, eu faço o sorteio do livro dá um tempo, tá? É só ir lá na minha página, Isabela Camargo Real, deixar um comentário, indicar a página para quem você gosta, depois volta para cá para a gente fazer o sorteio ao vivo juntos. Mas então vamos lá. Essa semana a gente vai falar sobre quando o tempo é dinheiro. Voltando para o tempo do consultório, tempo da fila. Fila de banco, o tempo para. Fila do banheiro, o tempo para. Fila de um transplante de coração, o tempo para. A espera no consultório, do lado de fora da sala específica do médico, o tempo para. Fila do supermercado, o tempo para. Ou seja, o tempo parado demora mais do que o tempo corrido, entenderam? O tempo da ação. O tempo da ação tem outro tempo do que o tempo parado. Parece tão simples, mas são as respostas mais simples que mais incomodam. E quando a gente fala de lidar com esses tempos, é reconhecer que tem dia que o tempo passa mais rápido e tem dia que o tempo passa mais devagar. Tem períodos do dia que o tempo passa mais rápido e tem períodos do dia que o tempo passa mais devagar. Então eu não posso dizer que o tempo está passando mais rápido, porque se eu observar o que está acontecendo para que eu tenha essa percepção, tudo muda. Então assim, Como é que eu vou aproveitar esses tempos? Aí é um outro conteúdo também muito interessante. Porque neste mundo express que nós estamos vivendo, se vocês não souberem reconhecer os seus limites, estabelecerem os limites de vocês, sabe o que vai acontecer? Vocês podem abrir a porta para os ladrões de tempo. Ou pior, vocês estão subtraindo horas valiosas do próprio tempo e não estão nem percebendo. Olha só. Se você não parar pra olhar sua agenda, você pode estar desperdiçando tempo com coisas que não vão te levar a lugar nenhum. Só que pra isso, a gente tem que ter uma dose grande de coragem pra reconhecer aquilo que nos faz mal, aquilo que nos incomoda, aquilo que não vai levar a gente pra lugar nenhum. Eu vou sugerir pra vocês, ao longo dos dias, nessas lives sobre o downtempo, pra fazer faxina. Faxina onde, Isabela? Faxinem grupo de Whatsapps, faxinem páginas de redes sociais que não vão levar vocês a lugar nenhum e que estão inclusive gerando mal-estar que até é difícil, né? que até é... perdão, eu li aqui um comentário, eu perdi o raciocínio, eu vou voltar. É fazer faxinas, tá? Em grupos de WhatsApp, redes sociais, observem se quando vocês vão procurar alguma coisa na internet, se vocês vão pulando, sabe? De página em página, como o macaco de galho em galho, e acabam abrindo várias janelas, não fecham nenhuma, isso depois dá um problemão, sabe? Isso é um ladrão de tempo. e que vocês só vão reconhecer quando vocês fizerem uma pausa, uma pausa voluntária. Eu preciso fazer uma faxina, sabe? É igual em casa. Se vocês não fizerem uma faxina de vez em quando, vocês não vão perder tempo procurando coisas que vocês sabem que estão no meio da bagunça. Pronto. Essa é uma outra dica, limpar os nossos ambientes digitais, como estamos convivendo bastante aqui, assim como a gente limpa os nossos ambientes físicos. As meninas aqui, a Télia, eu às vezes tento ler aqui o nome de vocês, desculpem se eu não consegui, mas aqui, o rapaz, gostei da faxina, sim, a gente precisa fazer faxina. redes sociais, ambientes digitais, como a gente faz os nossos ambientes físicos. Meninas, que costumam ter mais roupas que os meninos. Costumam, hein, gente? A gente não perde mais tempo pra procurar uma peça de roupa quando tá no meio da bagunça. Então, às vezes, quando a gente tá fazendo muita coisa na internet, você perde mais tempo ainda pra reconhecer o que você tá precisando mesmo, sabe? Então, esses ladrões de tempo Somos nós que estamos permitindo que subtraiam os nossos tempos. Mas perceba, você pode ser o seu próprio ladrão de tempo. O que mais que roubam o nosso tempo? Tudo aquilo que você faz sem pensar e quando vê, passou meia hora. Passou meia hora conversando com uma pessoa que ficou te alugando tempo, ou você colocou na sua agenda um assunto, um conteúdo que vai te ocupar tempo, O tempo da agenda, de repente, de uma outra pessoa. E quando você viu, chegou o final do dia, você não fez nada pra você. Erick tá dizendo faxina nas amizades. Total, viu? Cristiana também. Direto. Precisamos fazer faxinas em todas as áreas da nossa vida. Por quê? Porque estamos ficando cada vez com mais responsabilidades e menos tempo, né, gente? Então a gente precisa pensar nisso. Quem aqui já foi em alguma festa? ou participou de alguma reunião e pensou assim, nossa, que perda de tempo, essa visita foi uma perda de tempo, ou essa conversa é uma perda de tempo. Para algumas pessoas aqui, essa conversa pode ser uma perda de tempo. Eu sei, porque eu já senti muita resistência de pessoas ao falar do tempo, mas quando elas se dão conta de que o que nós estamos falando é uma coisa muito objetiva para que a vida, sabe, que ela tenha sentido Aí a coisa muda de figura. Se não, parece uma coisa distante. Ai, essa moça tá falando de tempo? Não, gente. Tô falando de vida. E aqui eu tô tentando dar dicas práticas pra vocês, pra que vocês vivam uma vida que vale a pena ser vivida. Então, percebam. Que área vocês precisam fazer faxina pra poupar tempo? Se chegarem ao final do dia cansados, porque trabalharam o dia inteiro, mas com aquela sensação de que não fizeram nada pra vocês, percebam, não estão se colocando na agenda, não estão marcando reunião com vocês. Estão ali fazendo tudo pra todo mundo, mas não estão fazendo nada com vocês. Então, vejam, para a próxima semana, vocês se colocaram na agenda? Alguém vai conseguir fazer alguma coisa pra si, de verdade, ou a agenda tá toda preenchida com compromissos pra outras pessoas. Gente, eu tô falando aqui de equilíbrio de agenda, tá? Não é pra agora se rebelar e fazer feiura, não. Eu tô falando aqui pra que vocês só olhem pra agenda de vocês. que representa o tempo de vocês, se ele está fazendo sentido, se ele está coerente, se vocês estão satisfeitos com o que vocês estão vivendo. Porque não vai adiantar culpar o tempo. Lembra? Não adianta terceirizar a responsabilidade do tempo de vocês para o tempo natural. Nós vivemos um tempo finito, dentro de um tempo que ainda sabemos que é infinito, Então se a gente não tiver responsabilidade, se a gente não agarrar a nossa agenda, o nosso calendário com muito amor, com muita consciência, o tempo vai passar assim ó, voando. Então percebam, uma agenda muito cheia, pode ser que doa tá, que eu vou falar, mas aconteceu comigo, então eu posso falar isso com o maior amor do mundo e respeito pra vocês. Uma agenda muito cheia é um excelente subterfúgio pra gente fugir daquilo que a gente precisa fazer conosco. Ficar correndo de um lado pro outro é uma excelente desculpa pra gente não caminhar na direção do que realmente a gente precisa. Então percebam que se a agenda de vocês está muito cheia e exames Por exemplo, de saúde, né? Vamos falar de coisa prática. Pode estar vencido. Olha, eu tô aqui, ó. Por exemplo, tô aqui, ó. Uma receitinha de vários exames que eu preciso fazer. Vou contar aqui um negócio, tá? Um segredo. Era pra eu ter feito esses exames há muito tempo. A receita até venceu. Aí eu tive que ir lá voltar e falar, doutor, vamos ter que fazer outra receita. Sabe o que é isso? Não me coloquei na agenda. Só que eu já sei que isso a médio e longo prazo pode ter um custo tremendo. Por isso que eu tô aqui, pra dizer pra vocês. Que não é de um dia pro outro que a gente vai fazer tudo que a gente gostaria e o que deve fazer. Mas, é de um dia pro outro que a gente pode começar a pensar no assunto. Pra colocar ou para deixar, melhor, para deixar mais espaços vazios na agenda. Eu entendo. que todo mundo quer fazer tudo, quer assistir todos os cursos, fazer todas as mentorias, assistir todas as lives, mas como o dia continua tendo 24 horas e ainda não criaram nenhuma tecnologia capaz de mandar o sol parar um pouquinho mais antes dele se pôr, a gente vai ter que se adaptar, como milhares de civilizações se adaptaram a um dia de 24 horas. Então, a única maneira da gente viver uma vida que vale a pena ser vivida é quando a gente para pra pensar, pra se colocar na agenda. E depois você vai sentir o benefício disso. Quando você se coloca na agenda, você dorme melhor, consequentemente você vai pensar melhor, vai decidir melhor Você vai reagir melhor às situações externas. Você vai conseguir manter o seu estado interno mais equilibrado. Meninas que vivem atenção pré-menstrual, que não é frescura, que é uma coisa hormonal mesmo, o que acontece quando a gente não dorme bem? Meninos que estão aqui, O que que acontece quando a gente não dorme bem? Então percebam, se colocar na agenda é fundamental para viver melhor. Eu falo muito sobre o sono, vocês vão me ouvir falando muito sobre isso, porque eu descobri na prática que não existe remédio, não existe nada, nenhuma substância química melhor do que as horas adequadas de sono. Eu gosto de falar isso bem devagar, porque no meio de tanta informação rápida, são as mais lentas que vão absorver aqui, tá certo? Bem, olha que lindo someia, vou me colocar na agenda depois dessa live. Que bom, fico muito feliz, porque eu estou compartilhando o tempo de vocês neste domingo, Faltando dez para as oito, com muito respeito. Vocês podiam estar em todos os lugares, em outras lives, tanto conteúdo interessante por aí, mas vocês escolheram compartilhar dessa hora comigo. Então eu fico feliz que essas dicas úteis, eficientes, sirvam para vocês. Bem, vamos lá. Dez para as oito. Hora da gente, então, fazer o sorteio do livro, dá um tempo, Como Encontrar Limite no Mundo Sem Limites. Esse livro foi escrito por mim, Isabela Camargo, sou jornalista, e trago aqui pra vocês 150 entrevistas, além da minha história com a síndrome, a minha história não, a experiência, né, o que eu aprendi com a síndrome de Burnout, pra que vocês observem e pensem mais como vocês estão lidando com o tempo e como nós podemos encontrar limite neste mundo sem limites, de excesso de acessos, de internet disponível, que parece que a gente tem que fazer tudo ao mesmo tempo, mas não. Então, eu vou sortear esse livro pelos comentários que foram deixados lá na minha página, Isabela Camargo Real, aqui mesmo no Instagram. Então, se você que está nos acompanhando quer concorrer, corre lá, vou dar dois, três minutinhos, tá? Vai lá, deixa seu comentário, recomende a página pra quem você quer bem, e aí volta pra cá, tá bom? Enquanto isso, eu vou colocar mais um pouquinho aqui de Lenine, que é um dos entrevistados do livro. Deixa eu abaixar aqui um pouquinho. A vida é muito rara, gente. E se a gente não olha para o tempo enquanto nós temos tempo, depois nós podemos nos arrepender. Pode ser um grande desperdício tudo isso que a gente está vivendo. Porque quando o tempo nos é tirado de forma violenta, ou quando alguém que a gente ama sai das nossas vidas de forma violenta, aí você se arrepende, você fica triste, você se frustra. Eu não quero que vocês passem por isso. Não quero que vocês passem por isso na vida pessoal, profissional. Eu quero muito que vocês vivam a vida que vale a pena ser vivida. Eu pesquisei bastante, foram quase quatro anos para trazer o conteúdo aqui desse livro, dá um tempo. Então é um privilégio estar aqui. com vocês, compartilhando o que eu pesquisei para prevenir o quê? As doenças do tempo. Vou falar sobre isso essa semana, tá bom? Vou fazer o sorteio, mais um minutinho e agradeço tremendamente a confiança de vocês e o tempo de vocês. Vocês vão ver aqui ao longo das minhas conversas que hoje em dia o tempo é uma das coisas mais preciosas que nós E eu espero que vocês, cada vez menos, vivam aquelas situações, assim, que perda de tempo. Nossa, mas aquela live foi uma perda de tempo, mas aquela reunião foi uma perda de tempo, tá? Quero que vocês vivam o tempo de vocês com muita satisfação, sabe? Com sabor, com alegria, com leveza, com consciência. Para ter consciência, sabe o que a gente precisa ter? Paciência, ó. Ouvi aqui do Lenine e já conectei aqui. Paciência, tá? Para a consciência. Então vamos lá. Vou abrir aqui o sorteio GRAM. E vou virar aqui a câmera para vocês verem que eu vou fazer ao vivasso, tá? Ó, eu vou inverter aqui a câmera. Ó, tá aqui, tá? Lá da minha página, Isabela Camargo Real. Então como é que vai ser? Ó, primeiro deixa eu achar aqui o mouse. Achei. Vou clicar aqui em cima. Então vai pegar essa publicação, realmente, aqui dessa live que nós estamos. Foram 547 comentários. Muito obrigada por cada um. Então agora, ó, dedinhos cruzados, tá? Vamos lá. Sortear número. Três, dois, um. Olha só, Márcia Azevedo. Márcia Azevedo, muito obrigada. Eu vou depois entrar em contato contigo, tá? Pra gente poder te entregar. Viu? Que gracinha. Muito bom. Olha, faltando cinco minutos para as oito, eu quero, mais de uma vez, agradecer o tempo e a confiança de vocês. Lembrando que o tempo é a coisa mais preciosa que nós temos mesmo. Antes de dormirem, pensem como será a agenda de vocês. Eu não vou falar aqui de planejamento, nada disso. Eu só quero que vocês, por enquanto, pensem como vocês estão lidando com o tempo de vocês. Se ele está passando coerente, equilibrado, ou se ele está passando rápido demais ou devagar demais. Eu estarei sempre em sintonia. Amanhã eu voltarei às nove da manhã com o Robson Ramouch, o idealizador da resiliência humana, esse portal fabuloso, e que alimenta a nossa alma com tantas informações úteis, não é? Não tem dia que aquela informação cai como uma luva. Então, que assim seja. Eu espero que cada um de vocês observe como está o tempo. e que ele sempre esteja a favor de vocês. Boa noite, durmam bem, durmam o tempo necessário e que vocês tenham uma semana linda, uma semana em que vocês possam se colocar na agenda, tá certo? Deem um tempo, como encontrar limite no mundo sem limites, a venda no Resiliência Humana, a única plataforma que este livro será entregue na casa de vocês com uma dedicatória especial, Então, vamos juntos. Se essas palavras fizeram sentido para vocês, compartilhem. Palavras são sementes e eu espero que elas tenham florescido no coração de vocês. Até amanhã.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








