É possível enfrentar o estresse sem estresse? - Entrevista com Ju de Mari | Izabella Camargo

This content was created by GHION.AI . This content was uploaded by GHION.AI . This is a YouTube video titled "É possível enfrentar o estresse sem estresse? - Entrevista com Ju de Mari | Izabella Camargo" created on December 23, 2021. It features a conversation between Izabella Camargo and Ju de Mari discussing strategies to manage stress effectively, particularly during the end-of-year period. They explore topics such as emotional intelligence, personal limits, and the importance of self-awareness in handling stress.
Chapters
Olá, boa noite. Como enfrentar o estresse sem estresse? Essa é a minha missão nessa noite de segunda-feira, dia 20 de dezembro, em que eu sei que muitas pessoas estão bem estressadas por conta do fim de ano, por conta de várias atividades que não foram feitas ou por vários compromissos que nós tentamos dar conta, enfim. Só pela recepção de todos pelo Instagram, eu entendi que sim, esse é um assunto que pode interessar muitas pessoas. Então, se vocês concordam que aprender a lidar com o estresse é essencial para a gente viver com saúde, Quanto mais corações vocês colocarem aqui do lado, mais o Instagram entende que esse assunto é relevante. E quando a gente está falando de estresse, nós estamos falando de uma reação do corpo diante de alguma situação que provoca a sensação de ameaça. Mas que tipo de ameaça? Todos os tipos. Perder o seu lugar, de... Todas as situações que você vai se sentir ameaçado ou ameaçada, e às vezes, aliás, muitas vezes de forma inconsciente. Então, eu vou chamar agora a Ju de Mari, minha querida amiga, especialista, parceira nessa caixinha Enfrente o Estresse, que nós fizemos pela Matrix Editora, e nós estamos aqui para conversar contigo, para explicar, Ju, é possível enfrentar o estresse sem estresse?
Oi, Isa, boa noite, que bom estar aqui com você de novo. Boa noite para todo mundo que está aqui com a gente Eu acho que é possível aprender, não é fácil Mas acho que a gente consegue aprender a lidar com o que provoca estresse E aprender a sintonizar com aquilo que a gente gostaria de sentir mais na nossa vida também Porque eu acho que quando a gente entra nessa roda viva do estresse A gente se distancia muito da presença, né, Isa? Que distancia do que a gente realmente quer, do que a gente precisa A gente só vai num grande automático e aí a coisa vai piorando, piorando Quando a gente vê tá todo mundo enlouquecido Então sim, acho que dá pra aprender a lidar com o estresse Você sabe.
Que a doutorana Beatriz Barbosa Silva, ela me trouxe um conceito que tá no meu livro, que depressão é excesso de passado, ansiedade é excesso de futuro e estresse é excesso de presente. E se a gente for levar ao pé da letra, excesso e estresse de presente, por que a gente se estressa? Porque nós estamos querendo fazer muitas coisas ao mesmo tempo. E nós já temos milhares de informações científicas comprovando que você não consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo. A gente vai alternando a nossa atenção e isso vai provocando um desgaste tremendo no nosso corpo. Nós vamos ficando cada vez mais cansados, mais cansadas com essa ilusão, então, desse excesso de estresse E aí Ju, eu quero te perguntar, você tá estressada com esse período de fim de ano em que nós temos essa pressão, muitas vezes externa, mas muitas vezes interna, de querer fazer muitas coisas agora nesse período, como se o mundo fosse acabar?
Não, eu não tô me sentindo estressada, eu acho que eu tava me sentindo mais cansada Cansada mesmo fisicamente, mentalmente, emocionalmente Mas estressada eu não tô, Isa Já estive, já passei muitos finais de ano muito estressada Justamente por essa sensação de ter que lidar com muitas demandas ao mesmo tempo Esse tenho que, né? Tenho que terminar as coisas até o dia tal e fazer tudo ao mesmo tempo agora Isso é muito nocivo, né? Sempre que eu penso sobre essa questão do estresse e da gestão do dia Porque no final das contas é isso que você tá falando, né? A forma como a gente faz essa gestão do dia Eu penso em qual é a estrutura que a gente está se propondo e qual é o ritmo que a gente está considerando Então, combinar esses dois fatores, eu considero que é muito importante para a gente aprender e entender o que nos beneficia de fato Qual é a estrutura e qual é o ritmo que me serve nesse momento Porque sair fazendo sem pensar sobre o que tá acontecendo é muito arriscado A gente sabe que vai desembocar numa sensação de estar devendo.
Tô devendo, tô devendo Essa sensação de débito é horrível. Pra quem tá chegando agora, Ju, como o César Chimenez tá dizendo, temos que nos policiar sempre Eu costumo ver que o manejo do estresse tem a ver muito com o manejo do seu tempo. É como escovar o dente O que hoje você fez, não é porque hoje você escovou o dente que amanhã você não vai escovar Não é porque hoje você observou certas situações que aí pronto, ganhou o diploma e no dia seguinte não mais, não Todos os dias nós precisamos de inteligência emocional para lidar com esse estresse e é onde eu quero agora entrar na sua área, mas antes disso Apresentar a você, pra quem tá chegando agora, a Ju de Mari é uma jornalista maravilhosa Aliás, eu a conheci como jornalista, mas hoje ela é mentora de mulheres Especialista em inteligência emocional e minha parceira nesta caixinha que nós fizemos junto com a editora Matrix, Em Frente ao Estresse A Ju me convidou pra gente fazer essa caixinha, elegemos cinco áreas Saúde, dinheiro, relacionamentos, trabalho e família, que são cinco áreas que podem ser a origem de muito estresse, né Ju?
Muito, né? São cinco áreas fundamentais E eu acho que é muito importante a gente ter trazido na caixinha perguntas que levam a reflexões que não se fixam só num determinado ponto, né? Porque é muito comum a gente fazer uma associação entre estresse e trabalho De fato, o trabalho tem gerado muito estresse na atualidade Mas outras áreas da vida, o descaso com outras áreas da vida também pode provocar muito estresse Então acho que é muito importante a gente ter trazido essa reflexão dividida por esses temas que você comentou, Elisa.
Perfeito, Ju. Eu tô deixando aqui os comentários ainda na sua frente. Algumas pessoas têm feito alguns comentários aqui interessantes. Já já eu vou tirar pra que a gente possa te ver Essa nossa prosa vai durar em torno de 40 minutos Então se alguém tiver alguma pergunta específica pra Ju ou sobre a caixinha Mande na caixinha de perguntas, tá? Você falou sobre perguntas que nós colocamos aqui Eu vou tirar uma, tá? Vou tirar uma, vamos ver o que que sai E aí a gente se aprofunda nela pra tudo que a gente tá falando, sabe por quê? E foi curioso, gente, porque quando nós estávamos fazendo a redação dessas questões, nos questionaram muito sobre o conteúdo. pra você ver o quanto está enraizado na nossa mente que a fonte de estresse é uma só. E muitas vezes, sem essa lucidez, sem essa ciência de que a fonte do estresse pode de repente ser algo que você não tá equilibrando direito com a família, algo que você não tá calibrando direito com a sua saúde, isso também afeta. E aí se você não atua na origem, É como aquela frase, você joga a titica no ventilador. É como se tudo tivesse ruim e nem tudo tá ruim. Muitas vezes é uma coisinha que você precisa chegar ali, né Ju?
Exatamente, Isa. E essa... É muito necessário ter esse entendimento de onde é que está o real problema Para que a gente possa tomar uma atitude que, de fato, resolva, encamine, mude uma situação Porque senão a gente fica com a impressão que, como eu falei, tudo é o trabalho, por exemplo E às vezes nem tudo é o trabalho Às vezes é a maneira como você está pensando o seu dia como um todo Como você está pensando as suas relações fora do trabalho Às vezes nem tudo é o trabalho Estou falando trabalho aqui porque é uma associação que se faz comumente E acho que na atualidade é um tema muito importante, tem tudo a ver Então, acho super importante essa possibilidade que a gente traz na caixinha de, por meio de perguntas que são perguntas simples, diretas, a gente acessar respostas que são muito importantes, né? Porque assim, estresse, todo mundo sente estresse, gente. É uma reação natural, biológica natural, como a Isa falou. A questão é a gente sentir esse estresse o tempo todo. Essa é a questão.
Olha que curioso, a Cássia Ferroli trouxe aqui um comentário perfeito com o que você trouxe Sou muito estressada e ansiosa porque só faço as coisas pra família e nunca pra mim Cássia já identificou... Limite, Cássia É, tá vendo que espetáculo? Por isso que eu gosto de deixar os comentários aqui, é porque sempre... Agora Ju, olha só, um exemplo de uma cartinha que eu puxei aqui, gente Você sabe qual é o seu custo fixo por mês? Essa resposta provoca orgulho, aflição ou medo Então aqui tá uma cartinha relacionada à área das finanças, do dinheiro, e se você não souber Qual o seu custo fixo? Provavelmente você tá correndo em círculos pra pagar coisas que você não usa, pra viver um estilo de vida que não é o seu Então, olha só que interessante, essa tá relacionada a dinheiro Super.
Interessante como é importante a gente se aproximar dessa resposta A gente ter coragem, porque muita gente nem tem coragem de olhar as contas Nem tem coragem de ver como é que está a situação E aí vai protelando esse encontro com essa resposta como se isso fosse resolver alguma coisa A gente não resolve Quando a gente está com alguma questão, é mais interessante que a gente se aproxime Que a gente entenda qual é o problema, qual é a dimensão do problema E para que a gente possa pedir ajuda, se for o caso Para que a gente possa ir atrás de soluções, para que a gente possa pensar em possibilidades Não dá para buscar alternativas se a gente não entende exatamente, não tem clareza do que está acontecendo Isso vale para o dinheiro, para a gestão financeira e vale para a gestão emocional, para a gestão de qualquer coisa na nossa vida É preciso se aproximar para poder.
Entender Gosto muito quando você fala, precisamos de clareza Precisamos de clareza, precisamos de reconhecer qual é o seu objetivo É a seu favor ou é só a favor de outras pessoas? Ju, olha uma outra caixinha aqui, já que você falou mais cedo sobre a nossa agenda. Tá aqui, só pra vocês verem que eu tô lendo ela bonitinha. Como está a sua respiração? Calma ou acelerada? Durante o dia você se lembra de respirar de forma consciente ou só mantém a respiração no piloto automático? Você sabe que eu tenho medo que algumas pessoas se frustrem com a nossa caixinha achando que aqui terão respostas prontas e aqui tem perguntas prontas Mas as respostas vão variar de acordo com o seu estilo de vida, com o seu grau de maturidade Para encarar realmente as situações que estão te deixando estressadas, né Ju?
E com a auto percepção de cada um também, né Isa? Porque assim, de repente uma pergunta que parece tão simples, tão básica sobre respiração, a pessoa pode falar Você já parou para perceber qual é o seu jeito de respirar? Como é que você respira? Como você está respirando? Você já fez isso? Eu acho que eu nunca tinha feito isso, parar para me observar Até fazer um curso de mindfulness em que era necessário a gente se propor essa atenção para a respiração. E eu achei dificílimo. E eu comecei a perceber que, gente, mas tá meio acelerada. Por que que tá acelerada? E aí, a partir disso, eu fui ganhando uma consciência em relação à forma como eu tava respirando. Mas eu achei muito difícil essa proposta de presta atenção na tua respiração, que é algo que a gente Tá lá, a gente tá respirando, acontece, acontece. Eu não tenho nada pra fazer aqui. Não, a gente tem muita coisa pra fazer aqui, sabe? Então acho que esse tipo de pergunta que a gente traz é muito legal pra provocar essa auto-percepção. Esse momento em que a pessoa fala, opa, pera aí, mas respiração? Como é a minha? Sei lá, não sei. Eu não sabia, gente. Eu aprendi. Eu tive que parar pra prestar atenção, observar e falar, mas peraí, esse jeito que eu tô respirando é legal, não é legal? Me serve, não me serve? Pra que serve isso? Quando é que serve isso? Então, uma questão também vai levando a outras. Isso é que é legal É muito.
Bom te ouvir, Ju, e a gente vai se complementando. Só então lembrando que nós vamos sortear duas caixinhas dessa no final da nossa live para você participar do sorteio que vai acontecer quando a live acabar. Você precisa deixar um comentário ou uma Uma percepção, se quiser discordar, o que você quiser, na publicação dessa nossa live Ou na minha página ou na página da Ju, que já vai cair no mesmo lugar E aí quando acabar a live, eu vou usar a ferramenta chamada Sorteio Grã E aí a partir desses comentários, essa ferramenta faz o sorteio E aí eu divulgo no story Então, a Ju saiu, já já ela volta. Nós estamos falando sobre essa caixinha aqui, o Enfrente o Estresse. E nós vamos sortear duas no fim dessa live, que eu estou fazendo aqui com a Ju de Mari, para que você tenha recursos para lidar com o seu estresse diariamente, tá? Vamos ver como é que a Ju volta. Voltou.
Nossa, eu caí, gente. Travou tudo aqui, desculpa.
Ju, inclusive, deixa eu pegar esse exemplo, imprevistos sempre vão acontecer O César Chimenez está dizendo, eu vou ganhar uma César, coloque lá seu comentário, na verdade para quantas pessoas... É melhor, então são duas caixinhas dessa que nós vamos sortear e, sinceramente Se eu tivesse tido acesso a uma caixinha dessa anos atrás Pode ser que eu teria terceirizado menos a minha saúde Eu teria terceirizado menos algumas decisões Vou trazer aqui uma muito, muito, muito bacana que vai ajudar vocês Presta atenção Como você se sente ao assumir um compromisso mesmo sabendo que será difícil cumpri-lo por falta de tempo? O que impede você de dizer não nesse tipo de situação? Olha que maravilhosa essa cartinha. Então, por exemplo, quando nós propusemos aqui, como lidar com o estresse sem estresse? Essa é a mensagem que nós gostaríamos que vocês saíssem daqui. Tendo respostas, como foi dito aqui, As respostas estão dentro de cada um de vocês, sim, mas muitas vezes nós precisamos das perguntas certas para as respostas certas A Ju é mentora de mulheres e sabe que uma pergunta muda tudo, né Ju?
Muda mesmo, Isa, e que às vezes a gente está tão rígida numa determinada perspectiva que quando entra uma pergunta, quando a gente recebe essa provocação, a gente para A gente sai desse automatismo, a gente sai dessa rigidez para considerar que pode ter uma outra coisa além disso que eu estou fazendo Além disso que eu estou sentindo, além disso que eu estou vendo Então uma pergunta sempre muito interessante para mobilizar a perspectiva É uma ferramenta muito legal e muito fácil, muito simples de mobilizar a perspectiva E o que eu mais gosto desse formato da caixinha é que ele é muito lúdico Embora o tema seja um tema muito importante, muito delicado O formato é muito lúdico, então assim, tirar uma cartinha por dia, ficar com aquela reflexão naquele dia Relacionar com as coisas que vão acontecer, isso pode ser muito interessante A resposta não é simplesmente pegar a pergunta e fazer, formular uma resposta É se observar, observar o que aconteceu nesse dia que se relaciona com isso Essa pode ser a sua resposta, né? Então uma forma de usar que ela é lúdica É quase um oráculo ali que você tira uma cartinha por dia, adoro E você ganha essa dimensão também mais ampliada para o que está acontecendo Deixa eu observar a minha vida, deixa eu observar o dia que é a menor dimensão da nossa vida, é o dia Como é que a gente está se comportando. Então eu sou muito fã desse formato É demais.
Então, pra vocês que estão aqui, repetindo, nós vamos sortear duas caixinhas dessa no fim da live. Se não quiser sair agora pra deixar lá um comentário na publicação, não se aveste. Quando acabar, a gente dá um tempinho e às oito horas a gente faz. faz o sorteio. Que material maravilhoso. Essas perguntas nos levam a refletir nos diversos aspectos. Sim, Regina. Então, vamos lá. Estresse, vamos repetir. O estresse é uma reação do corpo diante de alguma situação que provoca a sensação de ameaça. No passado, quando nossos ancestrais moravam nas cavernas, esse estresse era liberado quando aparecia um mamífero maior do que nós. E aí o corpo libera o estresse pelo hormônio chamado cortisol.
Só que hoje... E era uma situação real, né, Isa? Real, concreto, uma ameaça. Era de verdade, estava acontecendo aquilo, né?
Perfeito. E hoje, Ju, eu queria passar a palavra pra você, pra você explicar pra nós como a inteligência emocional pode nos ajudar a lidar com todas as outras ameaças, que não são de mamíferos maiores que nós, mas que estão nas redes sociais, em comportamentos de comparação, de julgamento e assim por diante. Conta pra nós como é que isso interfere no nosso dia a dia.
É porque toda emoção traz informação e energia Então só daí a gente já entende que é importante a gente fazer alguma gestão com isso Porque senão a gente vai desperdiçar tanto informação quanto energia Então a inteligência emocional propõe essa gestão. O que a gente faz com as nossas emoções? Que nome a gente está dando para as nossas emoções, para aquilo que a gente está sentindo? E que direção a gente vai dar também? Porque as emoções pedem esse direcionamento. O que você vai fazer para usar essa energia física que chega quando bate uma emoção? O medo, a tristeza, a raiva, a alegria Alegria é uma grande emoção também, mobilizadora de presença Porque a alegria só acontece no presente Então, tem esse lado E tem um lado também, Isa, de fazer essa gestão do que sobra depois que a emoção chegou Que a gente começou a pensar sobre aquilo que a gente tá sentindo fisicamente Que é esse substrato da emoção que é o sentimento, é o que fica depois que a gente começa a pensar Aí eu acho que é o grande X da questão Porque aí a gente pode entrar em interpretação, a gente pode entrar em comparação A gente pode entrar em julgamento. Tudo isso passa pelo pensamento Então, na verdade, para fazer uma boa gestão da emoção a gente tem que observar muito o que a gente está pensando Exato Sobre o que a gente sente, sobre o que está acontecendo, sobre o que a gente está fazendo Sobre o que a gente acha que estão fazendo com a gente Então, essa observação do modo como a gente está pensando, ela é determinante para fazer uma boa gestão das emoções Tem uma ligação muito fina entre o pensamento, a emoção e o sentimento que é o que vai ficar E eu tenho a sensação que quando a gente tá numa situação estressante ou quando a gente considera que tá estressada A gente acaba fazendo um pensamento que ele fica num looping de ansiedade, de angústia Então é muito importante se propor alguma coisa para sair dessa situação Porque senão é isso, você pensa que não tem jeito e aí você sente que não tem jeito Aí você se sente mais para baixo, aí tua emoção física vai piorar E aí fica nesse, sabe, nesse movimento que não propõe nenhuma saída Eu não tô dizendo que isso é fácil, gente, isso é um aprendizado Isso vem de observação, isso vem de um interesse pelo próprio funcionamento Tem que ter interesse pelo próprio funcionamento E a caixinha pode ajudar muito nesse sentido Pode ser uma forma de começar a ganhar essa percepção de um jeito que não é ainda mais pressão, ainda mais cobrança Não, é como eu falei, é quase lúdico Então a caixinha traz esse conteúdo para apoiar esse contato com as emoções e os pensamentos de uma maneira leve Oi Fla, tô vendo gente entrando aqui, coisa boa.
Sejam todos muito bem-vindos. A gente vai ficar aqui mais uns 15 minutinhos nessa prosa. Olha só, eu ia ler aqui uma cartinha, mas antes eu vou ler o comentário da Kácia Ferroli. Acho que as pessoas abusam da minha vontade. Mas será que não sou eu que tenho que aprender a dar um basta na situação? Kácia. Olha, tomara que você ganhe a caixinha porque você já tá no caminho Eu tirei essa cartinha pra gente falar e acho que aí vai calhar com o que a Cássia tá dizendo O que você pode fazer diferente do que está fazendo pra reduzir o seu estresse? Eu não conheço todos que estão aqui e nem todos que ainda vão acompanhar essa live que ficará gravada, mas eu sei que Muitos de nós atribuímos aos outros o estresse que estamos sentindo. O fulano me estressou, esse emprego me estressa, esse chefe me estressa. De novo, se você tentar mudar alguém pra aliviar o seu estresse, você vai ficar mais estressada. É por isso que como enfrentar o estresse em estresse é uma habilidade que você precisa treinar diariamente, né Ju?
Com certeza, com certeza, e passa muito pelo que a pessoa que você leu, agora esqueci o nome dela, está trazendo que é essa consciência das nossas necessidades, dos nossos limites, das nossas possibilidades E isso só quem sabe é a gente, não dá para delegar isso, ninguém sabe qual é o meu limite a não ser eu Se eu não presto atenção nisso e se eu não aprendo a expressar, que aí eu acho que é um pouco sobre isso que ela trouxe na questão dela, né? Será que não sou eu que tenho que dar um basta? Talvez você nem precise dar um basta, mas talvez você possa comunicar O que você está disposta a fazer, você pode negociar Porque também tem muito esse pensamento que fica muito radical, né Isa? Então as pessoas estão me explorando e aí eu preciso dar um basta Será que não tem nada que a gente possa fazer antes de chegar neste limite? Acho que sim, a gente pode comunicar, a gente pode se expressar A gente pode propor outras coisas, a gente pode negociar A gente pode dizer não também gente, dizer não é saudável Dizer não é fundamental porque se você não diz não para determinadas coisas que não são tão importantes ou que você não tem condições ou que você não quer A gente pode não querer também, tá? Tá tudo certo. Se você não diz não, como é que você vai dizer sim para você? Como é que você vai dizer sim para as coisas que realmente são importantes para você? Então tem uma conciliação a ser feita aí E eu acho que muita gente associa esse movimento de colocar limite, de se expressar, de dizer não como uma coisa egoísta De ser elegante. Gente, mas por que? Ou arrogante, ou agressiva Vai ser arrogante e agressiva se você se expressar no seu limite Porque aí você já tá de saco cheio, aí você vai explodir Mas você pode considerar comunicar, compartilhar com os outros o que você pode fazer agora, o que você quer fazer agora Talvez sim, e a gente precisa aprender a expressar isso, Isa Eu acho isso tão rico, acho isso tão fundamental Porque senão também a gente entra nas relações de qualquer tipo com muitas suposições Muita suposição, muita interpretação e tudo isso emocionalmente tem um custo É aquilo que eu falei, o pensamento fica cheio A gente fica supondo que se eu falar assim, a Elisa não vai gostar assado Se eu fizer assim, vai interpretar assado Gente, experimenta, fala, compartilha, vê o que acontece na vida real E aí você vê, puxa, ela teve uma reação assim, como é que eu posso lidar com isso na real? Não só aqui dentro da cabeça, porque senão é muita ansiedade, é muito estresse que não precisa Não é o bicho lá que está na real ameaçando a gente Né? É o pensamento.
Essa live é de utilidade pública, tá, gente? Eu não sei o que vocês estão achando, mas eu amo, sempre aprendo com a Ju. Eu já coloquei aqui a pergunta do Andés Roseto, sobre ansiedade causa estresse? Mas antes, já que você falou do medo agora, o José Marcolim, ele pergunta, pode falar sobre a relação entre medo e estresse? Que é o que você tá dizendo, né? Esse medo é real ou é imaginário?
Pois é. E o medo, a gente tende a ter medo de sentir medo, né? Porque a maior parte dos medos que a gente sente atualmente não são medos reais, concretos. São medos projetados. Então é muito importante a gente se propor também uma questão de como é que eu posso usar essa emoção? Como é que eu uso essa energia que surgiu de medo? Como é que eu me preparo? Porque toda vez que a gente sente medo é porque a gente detectou alguma mudança no ambiente. Se tem alguma mudança rolando, se tem alguma coisa que está chegando de fora e que está me assustando Como é que eu me preparo para lidar com isso? O que eu posso fazer para lidar com isso? Medo é uma energia ótima para trabalhar a curiosidade, para trabalhar o foco, para trabalhar a preparação E toda vez que a gente se engaja com esse lado, com esse tipo de emoção, de sensação A gente reduz naturalmente a ansiedade Porque se eu fico só no medo, eu vou ter muita ansiedade Eu vou ficar projetando muita coisa que talvez nunca aconteça Quando eu vou para um outro lado e digo, peraí, mas o que está acontecendo na real? Quais são os indícios? E aí como é que eu me preparo em relação a isso? Que tipo de ajuda eu posso buscar? O que eu posso fazer? O que está sob o meu controle? O que não está sob o meu controle, está na circunstância? Perguntas, né Isa? Se propor Essas perguntas. Caixinha vai te ajudar nisso, gente O.
Que você pode fazer de diferente do que está fazendo pra reduzir seu estresse? E por que a gente optou por reduzir e não acabar com o seu estresse? Porque se a gente dissesse assim, não, se você acessar essas perguntas, o estresse vai sumir da sua vida. Não vai Porque todos os dias nós vamos lidar com imprevistos Teremos que improvisar um dia sempre diferente do outro E você vai precisar de muito autoconhecimento para colocar isso em prática todos os dias. Então, nós vamos acabar com o estresse? Não, a gente pode reduzir. A gente pode lidar com as situações estressantes com menos consequências.
Exatamente. Eu vi um comentário aqui agora, Isa, falando sobre expectativas, né, que eu acho que sim, é um grande causador de estresse quando a gente se coloca expectativas muito altas. Então, por exemplo, no final do ano, acho que a tendência é que a gente se coloque num mar de expectativas de que temos que fazer tudo, vai dar tempo para tudo e ter que resolver tudo. As expectativas crescem absurdamente. Só que eu queria propor aqui que, assim, a gente fica muito concentrado nessa expectativa, nessas expectativas, e a gente pensa muito pouco quais são as nossas preferências. Eu gosto muito de trazer para a preferência. O que eu prefiro que aconteça neste momento de final de ano? O que me serve agora? O que está conectado com aquilo que eu realmente quero sentir nesse final de ano? Então assim, esse final de ano eu quero ter uma sensação de paz Eu quero ter uma sensação de estar resolvida. Qual é a sensação que você está precisando agora? Qual é a sua preferência? O que você tá fazendo? Tá conectado com isso? Porque daí a gente começa a relacionar Pera aí, o jeito que eu tô agindo é de fato o jeito que vai resultar naquela sensação que eu tô buscando? Quando a gente fica só na expectativa, a gente se desconecta totalmente da possibilidade que a gente tem de agir de uma maneira diferente De agir de uma maneira nova, de agir de uma maneira mais simples, de agir de uma maneira Mais criativa. Enfim, eu gosto muito de trazer esse lance das expectativas em relação às preferências Porque se a gente não cuida das expectativas, elas viram exigências Então tem que prestar atenção, gente. O que a gente está se exigindo?
Repete, Ju. Repete esse raciocínio, por favor Se a.
Gente não cuida das expectativas e não cuida das nossas preferências, as expectativas vão virar exigências Então é o tem que. Tem que, tem que, tem que. Pra quê? Tem que pra quê?
Depois sabe quem que aparece? A frustração.
Frustração, super.
Insatisfação, frustração, problemas de saúde É por isso que bem aqui na capa tá escrito Sem questões para ajudar você a identificar situações desgastantes e a lidar com elas antes que virem doenças Olha, eu tô tão feliz, Ju, da gente ter conseguido lançar ainda esse ano a caixinha Foi um projeto que você lançou meses.
Atrás.
Escolhemos cinco áreas, para quem está chegando agora, que podem ser a origem do nosso estresse. Tempo, trabalho, dinheiro, saúde, relacionamentos. E são cem perguntas para que você reconheça onde você pode atuar. Situações que normalmente te deixariam muito estressada. Tem aqui uma pergunta que vale a pena a gente trazer. Inclusive, conecta muito com um comentário. Teve uma moça que deixou no nosso Instagram, a Giovana. Querer dar conta de tudo que não foi realizado em 11 meses nesses últimos dias. Isso vai gerar estresse. Pergunta é Em que momentos você costuma sair dos eixos ou perder a paciência? Qual sentimento é comum nessas situações? Então, essa é uma pergunta que pode, inclusive, soltar um fio, assim Pensa num novelo, assim, que você vai puxando e vai vindo um monte de insights, né, Ju?
Super. Eu costumo falar muito lá na prosa que a forma como a gente passa pelos nossos dias é o modo como a nossa vida está passando Então, essa pergunta que você trouxe é muito boa para a gente parar e pensar, refletir e observar como é que a gente tem funcionado, né? O que a gente está se propondo no nosso dia? E o que a gente está assumindo que só dá para fazer desse jeito? Porque essas situações que são gatilhos, que se repetem, elas se repetem Então assim, gente, se elas se repetem, elas estão lá A gente sabe que elas estão lá, a gente pode ganhar consciência sobre elas Como é que a gente pode se propor lidar com elas de um jeito diferente? Nem que seja pensar sobre elas de um jeito diferente, sabe? Mas assim, o gatilho, se ele tá lá no dia Às vezes a gente não tem controle sobre o que vai acontecer Às vezes a gente não tem controle, por exemplo, sobre, sei lá, o temperamento de uma pessoa Que costuma te dar aquela irritação, a forma como aquela pessoa fala ou age no dia a dia, certo? Às vezes tem disso, né? Mas você pode se propor alguma coisa E toda vez que eu estiver com essa pessoa, vou enrolar tal coisa e vou tomar um copo d'água Antes de revidar, eu vou dar um gole na água, vou levantar e vou dar um andar Vou sair do ambiente, vou fazer alguma coisa Então assim, a gente pode começar a encontrar possibilidades nossas para lidar com gatilhos que são do ambiente E aí a gente também pode pensar se a gente tem alguma coisa que a gente pode fazer para mudar a composição do ambiente também Porque assim, às vezes eu já ouvi relatos, sei lá, de uma pessoa que trabalhava em casa e que aí ficava muito irritada porque trabalhava na sala, sei lá, e batia uma luz lá e que incomodava e que era muita luz no computador Você já pensou em mudar a mesa de lugar? O que você pode se propor? Às vezes é tão simples quanto isso, gente Às vezes é tão simples quanto isso Mexer um pouquinho no ambiente, se propor uma outra coisa Considerar que as coisas não são estáticas, né? Tipo, tá lá e é assim, é definitivo Esse pensamento definitivo também causa muito estresse Porque aí de fato a gente perde a possibilidade de ter qualquer comando sobre o nosso dia Sobre o nosso dia a dia, sobre a nossa vida Então, assim, eu acho que é muito interessante observar gatilhos e observar como é que eu posso lidar com essas coisas.
Sim. Partindo do que você está dizendo, essa aqui é maravilhosa. Quais situações tiram você no sério? Por quê? É possível evitar alguma delas? E aí tem muito a ver como. Como você se afeta pelo ambiente e como você afeta o ambiente?
Total, Isa E aí tem uma coisinha aí que tem muito a ver com planejar o que você vai fazer Porque tem a ver com aquilo que eu falei lá no comecinho de estrutura e ritmo Porque se eu sei que determinadas situações me estressam, me irritam, me deixam agoniada Por que eu vou me submeter àquilo se não for extremamente obrigatório? Quais são as opções que eu tenho? O que eu posso me propor? Desde, sei lá, vou dar um exemplo aqui Eu queria visitar meus pais em Recife, moram lá E normalmente a gente iria no período de Natal e Ano Novo E eu pensei, putz, esse ano acho que vai ter essa demanda reprimida de viagens Aeroporto vai estar ainda mais confuso Aeroporto é um ambiente que me estressa profundamente Se eu pudesse eu entrava numa máquina e chegava num lugar sem ter que passar pelo aeroporto, entendeu? Eu adoro viajar, mas detesto aeroportos Então, sabendo disso, qual foi a minha proposta aqui em casa? Vamos antecipar? Vamos duas semanas antes para sair desse ambiente, dessas circunstâncias que me estressam tanto Aí ok, a gente não vai passar o Natal e o Ano Novo, as festas e tal Mas a gente vai estar junto, porque o que eu queria... Para que eu estou viajando? Para ficar junto Esse é o resultado da minha viagem Então eu tenho alternativa? O que eu posso planejar? E aí a gente fez a viagem em cima desse planejamento que Me popou enormemente, mas ainda assim a gente teve lá contratempos que acontecem, tá? Que acontecem Mas eu já sei que essa é uma circunstância que me estressa Então como é que eu posso planejar alguma coisa que seja mais gentil comigo? E com os outros, né? Porque se eu ficar irritada eu vou ficar insuportável, né? Para o meu marido, para os meus filhos, para as pessoas que estão ao meu redor Então assim, gente, como é que eu posso ser mais gentil nessa situação para mim e para os outros? Parejando, parando pra pensar se tem alguma.
Alternativa E autoconhecimento e sem julgamento da percepção do outro Ah, mas se eu fizer isso, minha mãe vai ficar triste? Não sei Sugere, vamos sugerir, tá trazendo.
Uma outra caminha Escolha a sua proposta, né? Negocia, faz ficar super feliz, porque morrendo de saudade a gente foi antes Eu.
Gosto muito da palavra caminho do meio. Sem extremismos. Nós temos que encontrar muitas alternativas nesse caminho do meio. E para essas alternativas surgirem, para a gente reconhecer, você precisa de tempo. A sua agenda não pode estar tão faturada de compromisso, porque aí você vai estar no piloto automático. Olha a cartinha que saiu aqui. Quanto tempo livre você costuma deixar entre um compromisso e outro? É suficiente pra você se sentir bem? Comente. O que essa cartinha quer dizer? Nem todo convite é uma oportunidade. Assim como nem todo imprevisto é um problema. O imprevisto só vai se tornar um problema se realmente você não tiver tempo de digerir porque aquilo tá acontecendo e nem conseguir perceber as oportunidades que estão surgindo. Porque eu já vivi muitos imprevistos que me trouxeram consequências maravilhosas Mas de novo, todos os dias, né? Nós não aprendemos isso de ontem pra hoje É por isso que a gente tá colocando essas perguntas nessa caixinha Porque elas são muito simples e o simples às vezes ofende E o simples, muitas vezes, nós ignoramos por acreditar que é simples demais, não preciso pensar nisso É.
Aí que a gente se engana É verdade isso. Esse lance que você trouxe do imprevisto, né? Eu acho que é tão importante a gente pensar sobre isso também Porque muitas situações imprevistas dão para a gente a oportunidade de improvisar Então, improvisar no sentido de aprender a lidar de uma forma diferente com algo que estava super... Às vezes não é desse jeito, será que é só desse jeito? Será que você não tem nenhuma outra alternativa? Às vezes vem um imprevisto para quebrar um pouquinho essa rigidez E para a gente ver que está tudo bem, caiu lá e eu volto Não é o fim do mundo, entendeu? Se apagou a luz, a gente já se revela. Enfim, a gente pode se propor também, por meio desses imprevistos, desse improviso, um pouco mais de leveza, sabe? Não ficar se cobrando tanto. É só isso, tem que ser isso, é desse jeito. Se não for desse jeito... Será, gente? Será?
Nossa, a Ju é sempre maravilhosa. Nossa, essa prosa podia durar muito tempo. A Krika pergunta como podemos comprar essa caixinha maravilhosa e transformadora. Krika, ela está à venda na Amazon e no site da Matrix Editora. E assim que acabar a live, nós vamos dar uns 20 minutinhos para que vocês coloquem um comentário do que vocês acharam dessa nossa prosa. Tanto na publicação da Ju, como na minha página. Vai ser a mesma. E aí 8 horas eu faço o sorteio, tá Ju? E aí eu divulgo no story.
Que delícia! Quem será que vai ganhar?
Duas caixinhas, tá gente? É uma maneira da gente poder contribuir para que vocês a partir da caixinha, consigam trilhar o autoconhecimento. Porque tudo que a gente está falando pode fazer sentido, sim, mas conhecimento não é autoconhecimento. Tem que parar um pouquinho e fazer alguma mudança. Senão, nós vamos lidar com estresse, sempre com mais estresse. Ju, vou voltar aqui os comentários pra gente concluir a nossa prosa, porque eu e a Ju fizemos um combinado, e combinados evitam estresse, que nós íamos manter 45 minutos dessa prosa. Então, isso é limite. Falando, inclusive, de tudo que nós estamos trazendo. Queria, então, deixar pra vocês os últimos minutos, Ju, de que sim, nós podemos enfrentar o estresse sem estresse, E você então como uma especialista nessa mudança de vida de tantas pessoas Como você gostaria de encerrar essa live que ficará gravada, tá?
Olha gente, eu acho que é isso Lembrando que a forma como a gente passa pelos nossos dias É o modo como a nossa vida tá passando Então é muito importante que a gente pare um pouquinho pra refletir Como é que a gente quer se sentir Porque se a gente se conectar com essas sensações que são mais satisfatórias para a gente, talvez a gente encontre aí um caminho para começar a modelar A forma como a gente tá agindo, o que a gente tá fazendo E encontrando essas respostas Com certeza a Caixinha vai apoiar muito esse movimento Porque ela faz perguntas simples, perguntas diretas Perguntas quase lúdicas, como eu falei Então, pra quem quer começar a se observar Quer começar a entrar em contato com esse conteúdo próprio Não o conteúdo meu e da Isa, é o seu próprio A Caixinha pode ser um.
Ótimo apoio Aqui só tem perguntas. Se vocês acham que aqui vão ter respostas... Mas são as perguntas certas para que você encontre as respostas certas dentro do seu contexto Dentro do seu estilo de vida Ju, foi maravilhoso É sempre muito.
Bom estar com você. Amo as nossas trocas Seguimos juntas Na.
Caixinha, então, em frente ao estresse, vou repetir, tá? Pra quem tá aqui. Acabando agora a live, eu vou dar uns 15 minutinhos, 8 horas, eu vou fazer um sorteio pelo Sorteio Grã, e aí eu publico aqui no story os dois vencedores ou vencedoras que vão receber essa caixinha. Ju, muita saúde pra você.
Obrigada, Iza.
Inteligência emocional pra lidar com o estresse, porque ele vai continuar acontecendo. Só vai depender de nós.
Vai. Vamos lá. Um grande beijo, obrigada mais uma vez por esse momento, pelo seu tempo Beijo pra todo mundo que tá aqui com a gente Saúde e todas as alegrias possíveis.
Beijo, beijo Obrigada Ju. Seguimos juntos então Você pode enfrentar o seu estresse, sim, situações distantes antes que virem doença Boa sorte a todos.
Até breve Beijos.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








