Foram 6 dias somando conhecimento

A six-day journey of accumulating knowledge. The video documents what was learned and experienced over this period, though specific details aren't outlined in the available description.
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Olá, olá, muito boa noite, muito obrigada por todos vocês que já estão aqui neste final, nesta conclusão da semana do futuro do trabalho. Eu tô muito feliz por ter chegado até aqui, tô muito feliz por ter me aproximado de várias pessoas que tenho visto aqui, que estão me acompanhando por vários dias, Fico muito feliz quando eu percebo que vocês compartilham o conteúdo que eu trago para vocês. Se faz sentido para vocês, pode fazer para outras pessoas também, não é? Depois de 25 entrevistas, eu me propus a fazer um resumo do que foi dito aqui. Claro que seria muita pretensão se eu fizesse uma síntese das ideias dos especialistas, mas eu separei alguns tópicos para passar por este conteúdo dessa semana, e fazendo também novamente o convite que todas as entrevistas estão lá no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real. Antes de eu começar aqui com o resumo, eu quero só compartilhar com vocês que esta semana ela só nasceu depois de um momento em que eu pensei em desistir. Quando eu comecei a fazer as lives no dia 17 de março, o meu foco era falar sobre o autocuidado, para a gente preservar a saúde mental. O autocuidado para o bem-estar da mente até o novo normal chegar. E aí, conforme os dias foram passando, eu entrevistando cada vez mais especialistas, chegando a semana, né, esta semana com o dia 1º de maio, o Dia Internacional do Trabalhador, pensei, o que eu posso fazer para contribuir com mais pessoas, contribuir para que essas pessoas que perderam seus empregos ou ainda podem perder, possam encontrar novas alternativas novos caminhos, como é que elas podem olhar para esse futuro sem medo, porque se eu sinto medo, você pode também sentir medo, ou conhecer alguém que também sente medo, e esse medo é normal, como foi dito aqui por vários especialistas, e é claro que se a gente já queria antes um ambiente mais feliz, mais produtivo, mais inclusivo, é claro que a gente continua querendo isso, tem aqui na minha mão o livro Arte da Felicidade no Trabalho, Sua Santidade, o Dalai Lama. Esse é um dos livros que podem trazer realmente a possibilidade de pensarmos neste futuro do trabalho inclusivo, desejável, além dos conhecimentos que esses 25 profissionais compartilharam aqui conosco. Quando eu falo sobre profissionais, que nos passaram essas informações, um deles está até aqui, inclusive, meu emprego sumiu. Muito obrigada por ter participado, Anny Lotherman, minha amiga linda, que hoje faz a previsão do tempo brilhantemente no Jornal Nacional, amiga querida, Flávia, enfim, se eu pudesse aqui mencionar cada um de vocês seria muito bom. Mas sintam-se então abraçados e obrigada por terem feito essa jornada comigo. Então o que eu me propus agora? Trazer um resumo, do que cada pessoa compartilhou durante esta semana, mesmo que você depois quisesse aprofundar lá no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real. Então, na segunda-feira, eu comecei com a Marta Gabriel, que é uma pesquisadora, consultora nas áreas de inovação e negócios em transformação digital. O que ela trouxe? Coronavírus antecipou o futuro, e agora? Então, o que ela disse? A humanidade sempre se adaptou. Então, não adianta agora a gente querer competir com a tecnologia ou recusá-la. Trouxe também a importância da segurança da informação. Muito cuidado com esse monte de site que a gente tá entrando, com esse monte de cadastro que a gente tá fazendo. Cuidado com as senhas e informações que estamos compartilhando. Eu achei essa dica incrível. Se eu pudesse aqui eu colocaria um Breaking News, sabe? Igual na TV. Disse o seguinte, antes os hard skills eram muito valorizados. O que é hard skill? O que é técnica? A pessoa que era formada em engenharia, mecânica e tal. E agora, não que isso não seja importante, hard skill mais soft skills. Que soft skills são esses? São as habilidades que nós ou precisamos reforçar ou desenvolver do zero para algumas pessoas. Aquelas habilidades que nós sabemos que são fundamentais para resolução de problemas, de conflitos, porque aí o computador não resolve, não é? Então é criatividade, ética, empatia e pensamento crítico. Eu adoraria que você desse uma olhada no conteúdo da Marta porque dá uma mudada total no nosso modo de pensar. E outra coisa, essas pessoas que estiveram aqui essa semana não vieram com opiniões, vieram com argumentos, vieram com pesquisa, vieram com fatos e é disso que a gente precisa se cercar. Na segunda-feira, depois da Marta, teve a Tássia Prada, advogada trabalhista. O que já mudou? com o coronavírus, o que ainda pode mudar. Ela disse sobre diálogo e transparência fundamental para todos os acordos que serão feitos a partir de agora. para quem fizer redução de jornada com redução de salário, antecipação de férias e feriados, tudo isso tem que estar por escrito, porque são muitas alternativas propostas pelas MPs, então tudo tem que ficar por escrito para que depois a gente não diga assim, mas não foi isso combinado. Conversei também na segunda-feira com o Flávio Tavares, o criador do evento Welcome Tomorrow, Ele estava nas vésperas do evento Novo Mundo, Festival Novo Mundo, que reuniu uma turma de profissionais para discutir o futuro do trabalho sobre nove eixos. Olha que curioso. Futuro do trabalho, não. Futuro sobre a perspectiva de nove eixos. Vida, trabalho, educação, mobilidade, negócios, liderança, comunicação, cidades e eventos. E aí, a frase que ele deixou, que me marcou demais, é o seguinte. Vamos... No mercado do futuro do trabalho, nós precisamos colocar os nossos dons a serviço do mundo. Esta frase, ela teve outras interpretações por outras pessoas. No final eu vou dizer, tá? Vou dar aqui o outro significado do que é colocar o seu dom a serviço do mundo. Quase no finalzinho da noite, a Viviane Lauren, especialista em comportamento humano, disse o quê? Gente, se o home office pode continuar, Tudo indica que ele vai continuar. Nós teremos que nos habituar a ter foco. Porque não adianta, nas primeiras semanas, todo mundo, mas o filho, o barulho, a falta disso, a falta daquilo, cadê minha cadeira que eu gostava, o ar-condicionado? Não, a gente não vai ter como reclamar. Nós teremos que nos habituar e ter foco. Mesmo que a cama esteja quentinha ali do lado, mesmo que a cozinha esteja pertinho pra fazer um bolo no meio do expediente, enfim. Ela fala muito sobre foco. que se foi difícil até aqui pode ficar mais fácil a partir daqui se nós quisermos, não é? Os líderes precisarão aprender a dar feedback e comunicação não violenta e assertividade são as maiores recomendações desta especialista em comportamento humano. Por fim, nos brindou com a sua presença João Apolinário, fundador e CEO da Polishop na segunda-feira à noite. Ele comentou um fato muito curioso, que lá na Polishop não tem gaveta. Aí eu falei, por que que lá não tem gaveta? Ele falou, o que que você guarda na gaveta? Uma coisa que você não costuma usar. Então, ele imprime nos colaboradores, nos funcionários dele, essa cultura de não vamos guardar ideias nem projetos na gaveta. Ele, inclusive, disse que você pode ser um empreendedor dentro da sua empresa, que essa é a hora, inclusive, de propor coisas novas. E a gente também repercutiu o livro dele, Inovar é Questionar o que Já Existe, e foi muito interessante, porque ele fala sobre a convivência com os erros. Errou, acerta, não desista. Mas se errou e viu que aquele não é o caminho, muda o caminho. Na terça-feira, Eu comecei as entrevistas com a Luísa Helena Trajano, sim, a presidente do Conselho do Magazine Luísa e também responsável pelo Grupo Mulheres do Brasil, que junta mulheres incríveis com várias habilidades e que estão trabalhando em prol de um bem comum. Que bem comum é esse? Uma sociedade que faça sentido para todos e não só para nós mulheres. Também recomendo que você se aprofunde um pouco mais no que é o Grupo Mulheres do Brasil. O que ela disse? Luísa Trajano, que com essa quarentena no início, né, de todo fuzuer, ela voltou para o próprio eixo. Perguntei, como assim, Luísa? Que ela revisou quais eram os pilares da missão dela, porque com o dia-a-dia, com o excesso de tarefas, a gente pode se perder, sim, com muitas coisas ao mesmo tempo. Então, a primeira atitude dela na quarentena foi voltar para o próprio eixo. E aí, sobre o futuro, ela disse o seguinte, a gente vai ter que trabalhar com a nossa impotência. Luísa Trajano disse, abre aspas, precisamos trabalhar com as nossas impotências Mais uma líder dizendo, lidar com os erros, para isso a gente vai precisar de humildade, sabedoria e paciência. Ela disse uma coisa muito, muito bacana, que me marcou bastante, errar não é um castigo. Ela falou, Isabela, você já viu alguma criança aprendendo a andar? Se a criança cai e levanta, cai e levanta, ela não pensa que quando ela cai é um castigo, ela levanta e segue. e líderes e liderados, para finalizar aqui a fala dela, escutar o que você não quer ouvir. Ela fala, Isabela, tem um monte de bajulador, as pessoas só falam aquilo que você quer ouvir. É difícil, né, a gente evoluir. Então você tem que, se você não ouve naturalmente, buscar o que as pessoas que convivem com você não têm coragem de falar. Mas se você abrir a porta, elas podem falar sim, e tudo com muita delicadeza e muito respeito. Aí, gente, depois da Luz Helena, eu conheci digitalmente, essa é uma das grandes magias desse momento, tô conhecendo um monte de gente incrível que está somando comigo, Daniela Kleiman, futurista. Tem um repertório incrível, começou a estudar os comportamentos das pessoas, os futuristas, eles não são achistas, eles trabalham com muita pesquisa, com muitos dados, estudam os fatos do passado para poder, junto com as situações do presente, prever, aí sim, colocar dados que podem acontecer no futuro. Com essa pandemia, inclusive, acho que vocês já viram vários documentários, várias falas, vários, inclusive, os documentos da Organização Mundial da Saúde sinalizando pandemias e movimentos como a gente tá vivendo hoje. Inclusive, eu perguntei assim pra ela, eu falei assim, Dani, tem mais alguma coisa que vocês estão sabendo que a gente não tá levando a sério? E ela disse que sim. Já vou contar, tô só beber aqui uma aguinha. Ela disse o seguinte, Isabela, já se sabe, e a gente não tem dado ouvidos, sobre aquecimento global, e ela falou assim, olha, quem torceu o nariz, torceu o nariz, mas a Terra se regenera. Se nós não prestarmos atenção no aquecimento global, quem vai sofrer somos nós, os humanos, porque a Terra vai se regenerar. Excesso de consumo e também sobre os empregos que não vão mais existir. Ela disse o seguinte, até 2030, 50% dos postos de trabalho não vão mais existir. Ai, mas e agora? Meu mundo caiu, será que meu emprego sumiu? Aliás, essa é a pauta de um outro especialista que eu já venho contar para vocês. Quais empregos, então, a Daniela Kleiman disse que vão desaparecer? Como outros empregos na história já desapareceram, tá, gente? Os que envolvem força física, cálculos, que exigem memória e que são repetitivos, ou seja, pelas palavras da Daniela Kleiman, que são os trabalhos feitos com excelência por máquinas. porque nós teremos então lugar, agora e no futuro, para os empregos e para aquelas pessoas que desenvolverem habilidades emocionais, sensíveis, então olha que ironia, ao mesmo tempo que a máquina vai tirar muitos empregos, o ser humano vai reassumir outros postos, Então é menos máquina e mais ser humano para os empregos que vão surgir ou que as vagas vão aumentar. Que empregos são esses, Isabela? E serão mais valorizados inclusive. Os empregos que até hoje foram vistos apenas como femininos, cuidadores, enfermeiras, por mais que eu também sei que existem cuidadores homens, enfermeiros, mas no futuro vai prevalecer vai ser mais valorizado um trabalho de acolhimento, de cuidar, que envolve sensibilidade. Ela falou isso, a Marta Gabriel falou isso na segunda-feira, a Lala Denzelin, outra futurista, falou isso e hoje a Elisa Tawhil também falou sobre a liderança do futuro que precisava ser equilibrada com os valores masculinos e femininos. Isso não tem nada a ver com o gênero. Isso tem a ver com a sensibilidade feminina que desenvolve, que já vem de fábrica, com o sentimento de servir, de acolher, de ajudar, de colaborar, independente se vai ter reconhecimento ou não, isso terá que estar nos empregos do futuro. Então, se você está com medo que seu emprego vai acabar, já olha para aqueles que vão surgir. Na quarta-feira de manhã, eu tive o privilégio de ter parte de uma hora do governador do estado do Paraná, Ratinho Júnior, que falou sobre as principais alterações no ensino à distância aqui no Paraná, e ele me deu uma informação lá, que eu faço questão de repetir aqui, embora a live, a entrevista esteja toda lá no YouTube, quando eu perguntei sobre o EAD, porque muitos professores aqui no Paraná estão trabalhando bastante e estão até com medo, né, depois que tudo isso acabar, será que meu emprego vai acabar? Ele disse que não. que o contato físico não será substituído pelo ensino digital. Claro que algumas matérias poderão sim serem mais desenvolvidas pelo digital, mas os empregos dos professores sempre vão existir. Falou também sobre os fomentos para as indústrias, então vale a pena você que é do Paraná acompanhar a entrevista que está lá no YouTube, Isabela Camargo Real. Na quarta-feira também, depois do Ratinho, veio Geraldo Rufino. um dos caras mais incríveis, alegres e inspiradores que eu conheço. Ele... hoje... é escritor... e ele também lidera a JR Diesel, a maior recicladora de caminhões da América Latina. Ele... provavelmente vocês já ouviram falar naquele cara que começou reciclando latinha... e aí ele diz assim... Isabela, só mudou o tamanho da lata, né... porque agora eu reciclo caminhão, então... você imagina... mas ele... tem muitas lições porque ele nunca desistiu. Então ele fala sobre as questões familiares, os valores que ele teve, que ele traz até hoje, e diz o seguinte, abre aspas, você pode ter tido perdas materiais e humanas, mas você ainda não perdeu você. Então, se tiver que recomeçar, não será do zero, tá? Então, ninguém pode pensar, ah, eu vou ter que recomeçar do zero. Isso não existe, porque você traz uma bagagem profissional e emocional. Com erros e acertos é a sua bagagem. Então, você não vai começar do zero se precisar recomeçar. Outra coisa que ele disse, o medo existe para todos, tá? Deixa eu arrumar aqui meu telefone melhor. O medo existe para todos e cada um vai encontrar a sua forma de recomeçar. Outra coisa, a lei não proíbe você de pensar e Deus não sacaneia ninguém. Mais um tempinho por essa frase. Quando ele diz assim, Deus não sacaneia ninguém, ele fala, Isabela, você acha? que Deus, ou o nome que você quiser dar pra força superior, vai levantar da sua cadeira, do seu lugar e falar assim, agora eu vou ferrar com essa pessoa, agora eu vou dar um problema pra ela. Então ele diz, não, não são problemas que nós vamos vivendo, são presentes pra gente evoluir. Então, abre aspas, Deus não sacaneia ninguém, fecha aspas, Geraldo Rufino. Vale a pena também você se aprofundar no conteúdo dele. Também tive uma conversa com a Silvia Conno, ei psicóloga do sono, diretora da Associação Brasileira do Sono, foi uma live que nós tivemos muito problema de internet, então ela será remarcada nas próximas semanas, mas ela falou, né, e vai falar ainda sobre as consequências do estresse no nosso sono, da necessidade de entrega, sabe, pra gente dormir de verdade. Não temos ainda aquela chavinha de liga e desliga, pois é, não temos uma poção mágica que a gente vai poder ter um dia inteiro muito intenso e chegar a noite assim e agora eu vou dormir. Algumas pessoas até conseguem, outras não, e como o sono é fundamental pra gente fazer a nossa higiene mental. Quem depois conversou comigo e tá só lá no YouTube, recomendo demais que vocês acessem, É o Fábio Coelho, presidente do Google Brasil. Ele viveu as últimas semanas com mais de 3 mil colaboradores trabalhando em casa e disse que estava muito focado em manter a saúde mental desses colaboradores. Então eu perguntei, né, o que os líderes que já estão tomando suas decisões ou tomaram vão poder levar ou o que eles vão levar quando o novo normal chegar? Então ele disse o seguinte, Agora não é mais uma questão de querer ou não aprender certas habilidades digitais. Agora sim é uma questão de ter que aprender e o quanto antes. Então, para os colaboradores que já estavam se habilitando em ferramentas digitais, melhor para eles. E muitos provavelmente continuarão trabalhando de suas casas, até porque, nas palavras dele, não faz sentido algumas pessoas perderem tempo no trânsito, se elas podem fazer, dentro de casa, o que fariam dentro da empresa. Também disse o seguinte, que mesmo com as necessidades de habilidades emocionais, como foi dito aqui, é preciso buscar profundidade técnica. É preciso buscar conhecimentos e não só informação. Informação todo mundo tem, é só dar um próprio Google, mas o conhecimento, a sabedoria você vai ter que desenvolver, mão na consciência e mão na massa. E aí para finalizar sobre os canais no YouTube, Ele disse o seguinte, são espelhos da sociedade, e que bom que neste período nós estamos reforçando os canais individuais. Os canais tradicionais vão continuar, evidentemente, respeitamos todos eles, mas os canais individuais estão ganhando cada vez mais força, porque aí você entra a hora que você quiser e acessa o que você quiser. Por fim, na quarta-feira, eu conversei com a Isabela Matar, Red da XP Educação. Ela é uma líder jovem, mas com muita experiência, Ela disse que todos os liderados dela estão tendo que lidar com uma carga emocional muito pesada. E não são só os liderados dela, todos nós estamos tendo que lidar com uma carga emocional muito pesada. E as empresas que têm metas claras podem conseguir melhores resultados porque poderão confiar em suas equipes para que elas Continuem trabalhando de casa. Uma das questões mais levantadas aqui essa semana foi como é que eu vou cobrar o meu funcionário por algo que eu não estou vendo? E ela disse, você não precisa cobrar. O seu próprio colaborador, a sua própria equipe já vai te entregar. Achei isso fantástico. O mercado do futuro do trabalho não terá espaço para pessoas com pouca iniciativa e que sempre haverá espaço para os profissionais que buscam soluções para o coletivo. Na quinta-feira, só mais um bolinho d'água. Eu tô falando rápido, gente, porque senão já já acaba o tempo. E esse é só um resumo, né? Lembrando que todas as entrevistas estão lá no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real. Na quinta-feira, a Lala Denzelin, futurista e especialista em novas economias, deu um show e disse que todos nós precisamos apertar a tecla refresh do computador. Ela falou assim, Isabela, a gente não tem que olhar, sabe, pro novo. A gente já está vivendo o novo. Então a gente não tem que esperar toda a sociedade voltar a ter o livre-arbítrio, o direito de ir e vir e tal, pra gente começar a pensar na mudança. Não, é agora. É apertar a tecla refresh já. Ela fala sobre a economia criativa. Deixa eu só melhorar aqui pra minha leitura. A economia criativa. colaborativa e multimoeda. Eu achei fantástico essa história de multimoeda, porque ela fala que, num futuro muito próximo, coisas intangíveis terão valor, como o tempo, por exemplo. Ela já mencionou algumas sociedades em que algumas pessoas acabam tendo abatimento nos impostos quando se dedicam X tempo para trabalhos coletivos. Olha que fantástico isso. E ela disse assim, a gente não sabe colocar valor no intangível. Também mencionou sobre as lideranças terem que lidar com várias gerações e sem que isso cause conflitos. Ela disse o seguinte, deixa eu achar aqui. ou você... porque muitas pessoas também me perguntaram... ah... mas e os céticos... ah... e os resistentes... ah... e os conservadores... né... você olha... o seu tempo e a sua energia é a mesma... ou você usa para se juntar a pessoas que estão juntos... juntas com você... para um futuro próspero com oportunidade... ou você pega o seu tempo e a sua energia e fica junto com aquela massa de pessoas que vão ficar se lamentando... olhando para o passado... que acabou... que era assim... que era assado... Então ela diz assim, a escolha é sua. Ou você mostra o novo, vai em busca do novo ou convence os resistentes. E nem sempre o resultado vai ser como você quer. O futuro desejável, como ela fala muito, é colaborativo e não competitivo. Às quatro e meia da tarde, Lá na quinta-feira eu entrevistei o Fernando Barra, especialista em tecnologia e futuro do trabalho, autor do livro Meu Emprego Sumiu. Fernando Barra também foi um profissional que eu conheci aqui digitalmente a partir da recomendação de uma grande amiga e o título do livro, né, Meu Emprego Sumiu. veio a partir de uma vivência que ele teve na IBM, na empresa que trabalha até hoje, e percebeu que as soluções têm ficado obsoletas mais rápido. Então, que a nossa adesão à tecnologia precisa ser mais rápida. E ele disse o mesmo que a Daniela Kleiman falou. Os empregos do futuro são bem diferentes dos empregos do presente ou do passado, e a gente precisa olhar para O que será preciso? Qual o seu talento que poderá resolver uma dor do futuro? Para de olhar para o passado. Falou também sobre a obesidade cerebral. Agora não vale acumular tanta informação porque ela muda muito rápido. Ele disse que tem estudos que consideram que o telefone é uma extensão do corpo. Então ele falou assim, bom, se eu tenho uma nuvem que pode carregar informações como o celular. Ele até brincou assim, antes eu tinha que memorizar telefones. Hoje eu não preciso mais memorizar, então eu tenho esse espaço agora livre para colocar um outro tipo de conhecimento, outra informação para esta memória. Então a gente tem que usar isso ao nosso favor. E que a timeline, falando dessa obesidade cerebral, ela é uma torneira. É você que abre e fecha essa torneira. Ou você reclama que nossa, a internet não para e tal. Ou você controla os seus impulsos para ficar o tempo inteiro com essa torneira aberta. E a gente sabe que, considerando agora, imagina a torneira da pia da sua casa, da cozinha, do banheiro. Imagina ela aberta o tempo inteiro? Ela transborda. E é isso que acontece com o nosso cérebro. Quando você não fecha essa torneira, essa timeline, o cérebro, não é que ele vai transbordar, mas ele vai sobrecarregar. Tivemos também o Rui Shozawa, CEO do Great Place to Work, o que pode ser bom para as empresas e para os negócios. O Rui trabalha há muitos anos no Great Place to Work, uma associação, uma empresa, vamos chamar assim, que mede a satisfação dos funcionários diretamente com os funcionários a partir de pesquisas e ele disse o seguinte, breaking news, até hoje Nós sabemos que os funcionários são contratados por suas habilidades técnicas e são demitidos pelos seus comportamentos. Então, o que o Rui fala também ratifica, corrobora com o que foi dito, a necessidade de habilidades emocionais e mais sensíveis. Porque não adianta você ter um currículo maravilhoso, chegar dentro da empresa e não saber se relacionar com a equipe e com as outras pessoas. que você vai conviver mesmo que não faça parte da sua equipe. Líderes e liderados, as empresas do futuro precisarão ser boas para as pessoas e para a sociedade, para o mundo. Ele vê uma revisão de lucros, faturamento e que será preciso entender que uma empresa pode não precisar de um prédio novo, mas de pessoas talentosas e unidas. Ele até comentou lá no prédio do Great Place to Work, ele preferiu abrir mão do prédio para manter os empregos da equipe do Great Place aqui no Brasil. Então fica a dica. Ele também diz o seguinte, futuro do trabalho, menos competição, mais colaboração. Mas Isabela, como é que eu faço naquele ambiente em que tem meta, eu preciso vender mais que o meu colega? Assiste a entrevista dele que vai valer a pena. E aí eu também tive uma conversa muito gostosa com Alexandre Caldini, autor do livro Networking vs Not Working, seja interessante e não interesseiro. Essa foi uma das lives mais polêmicas aqui do meu Instagram, porque muita gente confunde, né, networking com puxação de saco, bajulação e não tem nada disso. A minha pergunta pra ele é, Caldinho, como é que o networking vai funcionar no futuro, né, com LinkedIn, com redes sociais e a gente acaba tendo acesso ao zap, né, daquelas pessoas que a gente gostaria de mandar o currículo. Bom senso. Bom senso ontem, hoje e amanhã. Então não é porque você tem aí uma verdose de recursos que você vai abusar desses recursos e da paciência do tempo das pessoas. Então ele diz o seguinte, networking não é uma hora que você fala assim, agora eu vou fazer o networking. Não, o networking você vive. Esse é o networking genuíno. Todo dia, dentro de casa, nos lugares que você frequenta, é se relacionar sem esperar nada em troca. É repertório, conviver com a diversidade, E repetindo, networking não é bajulação nem puxação de saco. Foi... muitas pessoas comentaram durante, né, que dá pra perceber quando um elogio é falso, quando um comentário é falso e aí esse comentário pode, o tiro pode sair pela culatra. Crimes do networking, que aí é o not working. Fofoca, alugar o tempo do outro, sabe, com conversinha afiada e querer ser brother se você não é. Conversinha afiada é aquele tipo de situação em que você tá lá trabalhando, você tá lá concentrado, e aí vem alguém do seu lado que tá vendo que você está concentrado e começa a falar uma coisa do nada. E a gente, por ter medo de dizer, fulano, tô aqui meio ocupado e tal, essa pessoa aluga a outra. Então, se a gente não quer que alugue o nosso tempo, a gente também não vai alugar o tempo do outro. Os acertos do networking. Curiosidade sincera. Quando perguntar, pergunte mesmo, querendo saber. Escuta atenta. Conviver com os diferentes respeito. E mais uma vez, networking é bom senso. Na sexta-feira, ontem, o Dia Internacional do Trabalhador, eu consegui reunir um grupo muito, muito colorido, eu vou chamar assim. Eu comecei com a Mariana Rodrigues, humorologista. humorologista, fundadora da HumorLab. O tema era o bom humor pode aumentar a produtividade? A Mari, ela leva o bom humor nas empresas para que os resultados não só sejam melhores, mas que as pessoas vivam mais felizes. Algumas pessoas já sabem, se ainda não, o bom humor aumenta a nossa imunidade e a gente precisa quebrar as crenças, tá, nas palavras da Mari, de que o ambiente só é respeitável se ele for sério, que só as fisionomias sisudas é que são confiáveis, né. Ela diz que tudo isso já está indo para o beleléu, porque empresas com mais transparência, que permitem mais bom humor, já têm mostrado resultados positivos e comprovam que também são sérias, também têm resultados muito respeitáveis. E aí, como é que você pode manter o bom humor, com tanta coisa surgindo? Ela falou assim, olha Isa, primeiro o autoconhecimento, para que você saiba se acolher, saiba pedir ajuda, assim você vai também saber improvisar diante dos imprevistos. E sabe o que ela me disse, para ser uma pessoa bem humorada? Dizer não. Olha só, a gente só acha que o não é negativo, né? O não é muito positivo porque vai te fazer bem. E se te faz bem, você vai ter tempo realmente para olhar outros cenários e ter ideias e desenvolver sua criatividade. Meio dia e quinze desse feriado, eu conversei com a Ana Leone, Superintendente de Educação Financeira da Ambima. Como a educação financeira pode nos ajudar a trabalhar melhor? Gente, a Ana é criadora de uma página chamada Dinheiro com Atitude, super recomendo pra vocês. Então, na primeira a gente começou com a educação financeira. Quem tinha uma reserva financeira, tá passando por essa tempestade de forma menos turbulenta. Quem não tinha, quando puder, já pensar no assunto, tente guardar o que puder, porque nas próximas crises, a adaptação vai ser melhor. Inclusive, muita gente acha que só consegue guardar dinheiro quando ganha, x ou y. E ela diz que equilíbrio financeiro não é quanto você ganha. Equilíbrio financeiro é quanto você gasta, quanto você guarda. E aí tem um erro tremendo, né? Quando a gente gasta o que ganha. Conhece aquelas pessoas assim? Tipo, ah, o meu salário aumentou mil reais, então agora eu vou arrumar um custo fixo de mil reais, ou eu vou gastar mil reais a mais no cartão porque eu estou recebendo esse dinheiro. Então ela fala sobre as necessidades de curto, médio e longo prazo, onde você precisa, que prateleira você precisa deixar esses dinheiros, esses montantes para realizar os seus sonhos ou para dar conta das necessidades. Vale a pena demais ver essa entrevista lá no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real. Conversei com a médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, autora de vários best-sellers, já vendeu 20 milhões de livros, e aí o tema era... você vai preferir sucesso no trabalho ou sucesso na vida? Bom, o que que ela me disse? Neste momento muitas pessoas estão apavoradas, porque ou estão se dando conta que estavam em trabalhos e modelos infelizes, ou porque estão também apavoradas por não saberem por onde começo. Então, o que que ela disse? Se o cérebro vive entre medo e desejo, eu preciso entender qual é a necessidade nesse momento. Eu preciso mais me proteger ou eu preciso mais avançar? E aí, nesse movimento, não terceirizar as coisas, não esperar que nada caia do céu. E ela disse assim... Muitas pessoas vão procurá-la no consultório, muito tristes nos seus trabalhos, doentes, porque estão deixando de exercer algo de maneira funcional. Estão deixando de exercer algo de maneira funcional. E aí, essa é uma conversa bem mais profunda, recomendo que você também veja a entrevista dela, mas quero deixar mais duas frases dela aqui. O que a gente não vê é muito maior do que aquilo que a gente vê. Vou repetir. Frase da doutora Ana Beatriz Barbosa Silva. O que a gente não vê é muito maior do que aquilo que a gente vê. Isso vale para tudo, tá? Vale para as patologias relacionadas à saúde mental, para as nossas dores, inclusive para as nossas... para os nossos sonhos, porque se você só está vendo uma parte do seu sonho, Com essa frase você pode pensar que, poxa, tem coisas muito maiores que você ainda não está vendo, e que nenhum ser humano é desprovido de talento, só você pode saber qual é a sua vocação, e se você tiver, então, este mergulho interno, pode ser que você descubra, ou relembre, ou desperte qual é a sua vocação. No final deste feriado, eu conversei com o Carlos Wizard, empresário, palestrante, Ele já transformou a vida de milhares de pessoas a partir de uma ideia que ele teve há 30 anos. Num trajeto entre São Paulo e Paraná, ele dava algumas aulas de inglês, aí ele teve uma ideia de fazer uma escola, depois foi franquia, e aí é uma história belíssima que inspira até hoje muitas pessoas. E aí ele falou que nesse trajeto, nessa jornada, nem sempre tudo deu certo. Então qual foi a sugestão que ele trouxe aqui pra nós? Se na sua jornada alguma coisa der errado, tudo bem. Nem sempre tudo vai dar certo. Nem sempre as coisas vão sair do jeito que você planejou exatamente. Elas podem sair melhor. Ou se elas saírem pior do que você imaginou, planejou, revisa a rota. Não abandona a rota. Mas se mesmo assim, depois de um tempo, você não está conseguindo achar uma alternativa, aí sim muda de rota. Mas precisa tentar. E aí, uma outra frase que ele... Me disse, que eu já vou encerrar aqui o resumo, o sucesso do passado pode não ser o sucesso do futuro. O sucesso do passado pode não ser o sucesso do futuro. Para nos dar, então, este pontapé de coragem para olhar para o futuro. Tem uma frase que eu adoro, né? O parabrisa é muito maior do que o retrovisor. O retrovisor funciona, é super importante, nos protege, ajuda a estacionar melhor, mas o para-brisa é muito maior, a gente precisa olhar para estas possibilidades que estão na nossa frente. E hoje, comecei o dia com o Robson Amushi, o criador do portal Resiliência Humana, falamos sobre o que é resiliência na prática. Ele realmente disse que a gente precisa fortalecer a nossa resiliência todos os dias. Não é só assim, ai, eu vivi uma situação X, que aí eu tive que ser resiliente. Não, resiliência todos os dias, diante de todos os desafios. É no trânsito, é diante de uma pessoa que está sendo agressiva com você. Porque é fácil você ser resiliente com quem é resiliente. É fácil ser legal com quem é legal. Mas ele disse que a gente precisa ter coerência, consistência e coragem para ser uma pessoa resiliente. diante de tudo isso e de tudo que ainda pode acontecer. Às 11 horas, conversei com o meu amigo, jornalista Mark Tauil, empreendedor, estrategista, hoje em comunicação, e ele disse, o tema dele era ótimo, né, ser produtivo, não é ser ocupado. Então, ser produtivo é ser assertivo. Lembra que lá no início, na segunda-feira, a especialista em comportamento humano disse, né, que a gente precisa exercer assertividade, a gente é muito pouco assertivo. Então ele fala, você precisa ir pelos fatos, quando você quiser pedir algo é pelo fato e não pela emoção. Líderes, para cobrar precisa delegar, então se você conseguir delegar e criar um caminho honesto com as possibilidades, vou dar uma olhadinha aqui, você só vai conseguir cobrar se você delegar. E ele disse o seguinte, estamos todos na mesma tempestade, mas cada um com o seu barco. Então, o futuro do mercado de trabalho por uma ARC que tem passado por muitas transformações e todas muito positivas, cooperação, adaptação, inovação e transformação. Você vai ver no final como todos esses líderes especialistas falam olhando para as mesmas habilidades, para os mesmos conceitos, então não é possível que essa turma esteja olhando para o lado errado. Eu também conversei com o Sr. Gentileza, ele já de cara, ele nos diz assim, quando você é gentil com alguém, o seu corpo libera 33 hormônios do bem na sua corrente sanguínea. É por isso que quando você é gentil com alguém, você se sente bem naturalmente, é inexplicável. E ser gentil não precisa de planejamento, não custa dinheiro, e ele também fala sobre exercitar a gentileza da hora que acorda, da hora que a gente dorme, ser gentil dentro de casa, no caminho da casa para o trabalho, em todos os ambientes. Não custa dinheiro, não precisa de planejamento e faz muito bem. E agora há pouco, conversei com a Elisa Tawil, Uma outra maravilhosa empreendedora, primeira certificada de São Paulo em liderança avançada para mulheres pela Shakti Fellowship, ela me explicou o que é esta certificação, são cinco pilares, eu recomendo que você assista a entrevista da Elisa, porque ela fala sobre as lideranças femininas. E liderança feminina tem tudo a ver com o que foi dito pelas futuristas, que no futuro nós vamos precisar de líderes e de liderados com habilidades femininas. Isso não é gênero, isso não é desvalorizar o masculino, os homens, não, é complemento, porque nos últimos séculos nós vivemos uma predominância de valores masculinos e agora nós precisaremos imprimir os valores femininos e aí o líder do futuro é esse líder com equilíbrio entre o masculino e o feminino. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Muito curioso isso. Deixa eu beber até um goleinho d'água. Como todos têm falado sobre os valores femininos, a gente falou mais cedo quais são eles, aquele que acolhe, aquele que é criativo, que vai pensar no coletivo, ela trouxe para nós o seguinte, por que as assistentes de voz são femininas, tirando o Watson? E aí ela conversando com uma outra especialista, ela ouviu o seguinte, se a profissão do futuro, líder do futuro, vai precisar de habilidades femininas, então a voz do futuro também é uma voz feminina. Geraldo Rufino também falou isso na entrevista dele. Enfim, vale a pena assistir cada entrevista dessa Semana do Futuro do Trabalho. E aí depois de tudo isso, eu vou deixar aqui para vocês quais são as minhas impressões de todas essas conversas nos próximos minutos aqui. Me perdoem por não conseguir aqui ler os comentários, mas senão eu não consigo usar aqui o tempo para poder transmitir todas essas informações. Nós somos obras em construção, obras em transformação. Por mais que você crie um plano, uma rota, em algum momento essa obra teve que parar, houve um temporal, ela ficou momentaneamente também parada por N razões, a gente pode continuar sempre, a gente não precisa interditar a obra, não precisamos, a gente pode respeitar, aceitar aquela necessidade de pausa e depois recomeçar. Eu comentei muito essa semana aqui no meu Instagram sobre as nossas evoluções profissionais. Publiquei várias fotos de lugares incríveis, pessoas maravilhosas que eu conheci nesses últimos 23 anos trabalhando em rádio e TV. O que que eu percebi? A gente precisa honrar os caminhos que nos trouxeram até aqui. honrar as pessoas que nos ensinaram ser quem nós somos, mas reconhecer também que nem sempre os caminhos que nos trouxeram até aqui serão os caminhos que nos levarão a partir daqui. Isso é muito importante. Eu sei que muita gente aqui gosta de ler biografia, né, de cantor, de ator, de político e tal, eu acho o máximo também, mas eu gostaria de sugerir uma outra biografia, a sua, quando a gente lembra a nossa trajetória, quando a gente relê a nossa história, parece que o futuro ganha uma outra cara, você se sente mais forte, mais valente, você se valoriza mais. Isso acontece comigo, isso acontece comigo, acredito que pode acontecer com você. Veja que até minha voz embarga um pouquinho porque é realmente emocionante. Eu recomendo que vocês deem uma olhada no passado de vocês, na trajetória, mas não como âncora, não assim, nossa, eu era tão feliz nesse lugar, quero voltar para lá e tal, sim, honrar, agradecer, mas considerar que daqui para frente outros caminhos podem surgir. Outra coisa, falo muito sobre saúde mental, o autocuidado como um caminho para o bem-estar da mente, para a saúde mental. Neste momento de pandemia, eu e outros amigos psiquiatras, psicólogos, outros profissionais, neurologistas, a gente está tendo uma grande oportunidade para desmistificar o assunto. A OMS reconhece que falar sobre saúde mental em uma pandemia é prioridade, e eu te pergunto, quando saúde mental não foi prioridade? Eu sei que agora parece que todo mundo lembrou que tem cérebro, mas é esta caixa que comanda todo o restante do nosso corpo. Então, não Adianta mais você querer ignorar o seu cansaço físico após uma obesidade de informação. Não adianta você querer recusar o que está acontecendo com o seu corpo depois de ter trabalhado muito mais do que o seu corpo aguentou, porque agora a revolução é cognitiva. Não é mais a agrícola, a industrial, a de informática, não. Agora ela é cognitiva. Então, eu recomendo que você Pense na sua saúde mental com mais carinho. Eu ainda vou falar mais sobre esse assunto nos próximos dias. Enquanto eu tiver energia eu vou falar sobre esse assunto para prevenir patologias relacionadas à saúde mental. Outra coisa que eu entendo que neste momento a gente precisa parar para olhar é sobre as nossas bagagens que estamos carregando desnecessariamente. Você já viajou para algum lugar com uma mala gigante e chegou lá e você usou só três peças de roupa? às vezes a gente faz isso também na nossa vida, a gente fica carregando um monte de bagagem que não tem mais necessidade. E não sinta culpa em esvaziar a mala. Você vai ver depois que a viagem vai ficar muito mais prazerosa, vai te trazer muito mais espaço para novas experiências. E aí, a última coisa que eu entendo que pode ajudar quem está querendo se recolocar no mercado, quem está com medo de perder o emprego, é o seguinte, não olhe para o número de desempregados, olhe para o número de vagas que estão abertas por falta de pessoas qualificadas. Já foi dito aqui, em outros lugares, isso não é segredo para ninguém. Os empregos vão mudar, outros vão surgir e nós precisamos nos reinventar. Ah, Isabela, mas essa frase eu ouço sempre. Sim, Alguns de nós, eu não sei aqui qual é a idade de todo mundo, viemos de um modelo em que você tinha que fazer uma faculdade, entrar num emprego que você poderia ter estabilidade e acabou. E hoje não. Todos os líderes disseram, há aprendizado constante. E se você identificou, como o Mark falou mais cedo, você pode ser a pessoa certa na empresa errada. Se você então não se conhecer, não estiver com a sua saúde mental bacana, você vai se colocar em lugares que não vão te valorizar, e isso vai ser ruim. Então, se agora eu posso fazer mais de uma faculdade, me aprimorar constantemente, eu também posso mudar de emprego. Meu marido, o Thiago Odói, ele diz uma coisa fantástica, os crachás passam, mas o nosso talento fica. Se você sabe então qual é o seu talento, qual é a sua vocação, pense nisso. Veja se o plano B não é o plano A. Se o famoso plano A não foi uma escolha baseada na massa, foi uma escolha baseada no que era bom naquele momento, mas agora tá na hora de você tirar o plano B da gaveta. Talvez seja isso que o João Apolinário falou lá na segunda-feira, pela Polishop, não ter gavetas, porque o que é bom, o que a gente precisa exercitar todos os dias, tá ali em cima da mesa, na sua frente, dentro do seu coração, que é isso que nos dá entusiasmo. Olha, eu falei aqui por 50 minutos, claro que teria muito mais para compartilhar com vocês dessa semana do futuro do trabalho, mas acho que com essas 25 entrevistas, cada um de vocês vai poder tirar o melhor delas. Se servir, ótimo, guarda, se não servir, não tem problema, joga fora, se fez sentido o que nós falamos aqui, compartilhe com quem você ama, quer ver bem, que está precisando recomeçar, dá aquela chacoalhada na cachola para perceber novas oportunidades, eu me lembro quando eu vivi uma situação, que foi muito triste para mim, mas aí eu comecei a olhar as opções, eu dizia sempre, né, eu faço parte de um universo infinito de possibilidades, e nós precisamos usar isso como mantra. Se vocês colocarem na vida de vocês, eu faço parte de um universo infinito de possibilidades, não significa que as oportunidades cairão do céu, não, mas significa que você está aberto para outras oportunidades. Porque se a gente olhar só aquilo que a gente conhece, pode ser que o horizonte não seja tão positivo. E nós podemos construir este futuro desejável, inclusivo, positivo e abundante. Se nós nos abrirmos para a mudança. Se a gente tiver humildade de reconhecer crenças que não servem mais. Se a gente tiver humildade em pedir ajuda. E se a gente tiver coragem de ser humano. todas as conversas pelo menos me mostraram que esse é o caminho. Muito obrigada pela sua confiança, pelo seu tempo, pelos seus comentários, sugestões, críticas que me ajudam a melhorar com a minha comunicação, tudo isso sempre é muito bem-vindo. Continuarei nos próximos dias com menos lives, evidentemente essa semana foram focadas no futuro do mercado de trabalho e eu espero que vocês Trabalhem naquilo que os faça sentir prazer. Trabalhem com aquilo que os faça sentir parte de um mundo que faz sentido. Acho que esse é o caminho. Obrigada mais uma vez e até breve. Se cuidem.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








