Izabella Camargo e a Síndrome de Bournout/Programa The One

Journalist Izabella Camargo discusses her book about burnout, born from her own 2018 collapse after 20 years in TV. She interviewed 150 Brazilian leaders including Karnal and Cortella, and explains burnout as chronic stress that causes sleep problems, memory loss, and physical collapse. Prevention means setting boundaries, saying no, and treating rest as non-negotiable.
Chapters
Saudações, muito boa noite, delícia estar na casa de vocês. E nada melhor que começar com Kylie Minogue, meu amor, quem não gosta, né? Uma diva pop. Uma diva pop falando de outra diva pop. Antes de mais nada, Ana Rosa Souza, muito obrigado por me vestir. Espaço Vittoriani, obrigado por esse espaço lindíssimo. Priscila, te amo, minha DJ, muito obrigado.
Eu te amo muito, meu bem, obrigada.
Minha direção, minha equipe, vocês todos, Haná, Goldway, muito obrigado pelas flores. E banda, nossa, vocês estão... amei, hein? Banda fly pop, ui!
Foi combinar com você, né?
Adorei, só no brilho. Vamos ao que interessa, né, gente? Comunicadora, empresária, jornalista, e vai abordar um tema muito interessante: síndrome de burnout. Já ouviram falar? Não saia daí, porque a nossa convidada é espetacular.
Voltamos já.
Esse tchum, eu adoro esse tchum, quando faz o tchum, sabe? Obrigado, meninos, obrigado, banda Fly Pop, vocês são excepcionais, viu? Ai, delícia, né? Não, gente, sentadinho, confortável, para receber com muito amor uma pessoa que eu particularmente admiro pelo trabalho que faz, pelo tom da comunicação. Eu acho a voz dessa mulher brilhante. Extremamente culta. Imagina, já fez várias televisões, comunicadora, jornalista, palestrante, e vai abordar um assunto para gente muito interessante chamado síndrome de burnout. O que será que é, né? Ah, meu amor, quero que vocês arrasem com a nossa convidada, por favor, Isabela Camargo. Seja muito bem-vinda!
I'm coming to be, coming to be wild, be wild. Here he comes to me, give me anything I need. You, you simply the best, better than all the Ah, eu adoro esse, sabe assim, o "tchum"?
Eu falo que eu sou o Jô Soares versão gay, porque quando ele faz aquilo, eu acho o máximo, Bela.
Eu, bom, amo Tina Turner, adorei, adorei a trilha sonora.
Banda fly pop, não é maravilhosa?
Incrível, eu amo esse cenário.
Muito obrigado.
Acho que um dos cenários mais lindos que eu já vi. E olha que são mais de 20 anos, hein, trabalhando com comunicação.
Nós vamos falar disso.
E que apresentador, gente!
Obrigado, meu amor. Eu sou suspeitado.
Eu tô tão impressionada, tô tão feliz de estar aqui. Obrigada pelo convite.
Bel, antes de mais nada, eu havia falado antes de você entrar que eu sou fã de verdade do seu trabalho há muito tempo, nessa sua trajetória lindíssima. E o que me atrai muito no seu trabalho é o conhecimento. Que não é só ser comunicador ou jornalista. E eu falei antes aqui, depois você vai assistir, eu falei, o que eu gosto nela é o tom, o timbre de voz dela, que ela sabe prender o telespectador. Então tem alguns comunicadores da área de televisão, televisivos, que têm esse perfil, e eu fiz questão de trazê-la porque o tema que você aborda no seu livro é fantástico. Então eu vou deixar para gente, para não ficar senão só eu falo e você não fala. E o foco é a minha convidada. Jornalista, comunicadora, mais de 20 anos de televisão, palestrante e empreendedora. E tem um livro bárbaro, nós vamos falar sobre isso, com tema...
Trouxe de presente. Você acha que eu já... Você acha que eu já trouxe, né?
E o título desse livro é bem legal, vocês vão entender o porquê, do Dá um Tempo. Vocês vão saber o porquê desse dar um tempo, só que eu vou deixar ela falar. E nós vamos falar sobre a síndrome de burnout, que é muito interessante. Eu não conhecia. Depois você me deu aquela aula no camarim, eu já fiquei assim, eu falei: já quero ela agora para mim um mês. A gente, mas vamos voltar um pouquinho. Você é natural de onde?
Sou paranaense, vim para São Paulo com 16 anos, e minha família ainda mora no sítio. Pronto, então eu tenho mais tempo de São Paulo do que do Paraná.
Dentre esse tempo todo do interior, né, do Paraná para a capital, você veio para cá com quantos anos? Veio moça, 16, com 16 anos.
Eu tinha participado de um concurso chamado Miss Brasil e tinha ficado em segundo lugar. Aí você já vai me perguntar, mas pode Miss Brasil com 16 anos? Na época podia. Eu era do Paraná, vim para São Paulo para esse concurso e, após o resultado, a SBT me chamou para dar uma entrevista. Entrevista, segundo lugar, Miss Brasil. Nessa entrevista, eu, que já era bailarina, muito pequena, vi ainda a SBT quando era na Vila Guilherme, um grupo de bailarinas ensaiando para entrar no ar. Aquilo me chamou atenção. Posso fazer um teste? Pode. Fiz o teste, passei. E aí, meses depois, eu fui aprovada e vim do Paraná para São Paulo. Depois disso, começou uma seleção que chamou muita atenção do Brasil. Isso, gente, no século passado, tá? 1997, modo fantasia. E aí começou, começamos a fazer a seleção para o Fantasia, um programa, né, que era no horário da tarde, com várias mulheres dançando.
Eu achava espetacular.
Era um programa, gente, dá para colocar no Google, tá? Pessoa só não repara na cabeleira. Isso faz 23 anos. Então, a partir disso, Arnaldo Sacomori, num determinado momento, ele disse: "Quem sabe cantar?" Eu, com 16 anos. Quando você é mais jovem, você tem muito mais iniciativa, porque você tem muito menos a perder. E falei: "Ah, eu!" Na época, Marisa Monte tinha um hit, que era "Bem Que Se Quis". Falei: "Eu sei cantar." Fui lá, então, no microfone da frente, "e comecei a cantar bem que se quis." Já tinha cantado?
Não, nunca na vida, mentira!
Imagina, nada. Aí ele disse: "Vai procurar um curso de rádio, porque a sua voz transmite credibilidade." No dia seguinte, o que eu fiz? Fui procurar um curso de rádio, logo já estava trabalhando com rádio também, e depois eu fui para o jornalismo. Então veja, o que um comentário feito por alguém que sabe o que está falando, evidente, desse comentário eu fui parar no Hard News. Aí eu comecei. BandNewsTV, Band e Globo.
Quantos anos de Band você fez?
Eu sou suspeitado. 6 anos Band e 6 anos Globo. 6 anos e meio Globo, 6 anos Band.
Dentre isso tudo, você me perdoa, é o meu ponto de vista como palestrante também. Você ouviu as oportunidades? Eu fiz uma live, curiosamente, essa semana falando sobre isso, de ser vulnerável. E o vulnerável está muito ligado com a coragem. Que quando você expõe os seus medos, você faz. O seu ego não toma a frente. E eu falo muito sobre isso, porque tem muita gente que não aborda isso, fala que você tem que ser sempre o ego, o ego. Só que por trás desses anjos que você teve na sua vida, porque foram, de uma certa forma foram, né? Você acreditou na Isabela e a parte da comunicação principalmente. Você, quando era mais nova, isso eu pergunto mesmo porque eu acho isso bárbaro, você treinava, você lia muito? Porque para ser comunicador, Não do falar, porque falar até papagaio fala. Comunicador de se falar bem ou tentar ter um bom português, você tem que ler muito, qualquer coisa. E a maioria das pessoas não tem esse hábito de ler. Você fazia isso quando era mais nova?
Sempre fui CDF, sempre fui, né?
Eu tinha certeza.
Sempre fui uma boa aluna, mas eu entendo o seguinte: hoje, inclusive, eu até dou curso para quem quer falar em público. Não existe voz bonita nem voz feia, existe uma voz trabalhada E mais do que ter uma voz bonita ou uma voz feia, uma voz trabalhada ou não, é o que você fala. O que você fala, a forma com que você fala, com respeito para quem você fala. Então, isso é fundamental. Então, ok, eu era uma pessoa que estudava muito, lia muito, mas sempre fui muito interessada nas pessoas e nas coisas. E hoje, para você ser um bom comunicador, você tem que ter humildade. Sempre foi assim, mas hoje mais ainda, por quê? Antes você tinha os comunicadores muito blindados. Hoje não, com as redes sociais você tem acesso a qualquer pessoa. Então, ou você é de verdade ou você não se sustenta. E na comunicação, então, hoje ou você se interessa por outros assuntos ou você vai viver no seu mundinho e ele não se sustenta também mais.
Sim, sim. Sobre o livro A Síndrome, vamos falar disso também. É que é tanta pergunta, é tanto. Eu preciso voltar com o programa com uma hora, você não tá entendendo, porque eu quero voltar.
A gente pode falar de muita coisa.
Vamos, porque eu sou fã de você de carteirinha e é muito conhecimento, e o que é bom a gente tem que ter mesmo. Aconteceu, geralmente é a minha, o meu ponto de achismo, tá? Geralmente quando alguém escreve um livro, passa por alguma situação em relação àquilo. Seja no segmento médico ou como pessoas normais, nós que não somos médicos, né? Mas antes disso, eu quero deixar minha banda falar, porque se eu não deixar eles falarem com você, eles vão ter um treco do coração. Tudo fã. O Fernando, esse primeiro da ponta, é fã, te acompanha desde moço nos jornais, me falou isso ontem.
A Ana, deixa eu ver seus olhos.
É, tira, Fê. Ele fica todo roxinho.
Tudo bem, querido?
Meninos, nós vamos abordar um tema com a Bela muito interessante, mas o que vocês acham disso que nós estamos falando, pelo que ela falou da história dela? Vocês se identificam com isso da coisa do ouvir, diminuir o ego e falar: eu posso sim e eu vou fazer? Como que foi isso para vocês? Pode ser Fernando, a Ana.
Então, esta questão de principalmente ouvir Eu acho que ele é mais importante do que falar. Eu acho que, até por questão natural mesmo, nós temos um par de ouvidos e uma boca só. Então, a partir do momento que a gente consegue ouvir o que aquela pessoa está querendo, de fato, passar, e a gente consegue parar, raciocinar, sem nenhuma ansiedade, sem nenhum outro ruído, Eu acho que a gente consegue também transmitir e assim a gente entra numa sintonia, né? Vamos dizer que você acaba entrando naquela mesma vibração e você às vezes consegue arrancar até respostas que você jamais esperaria. Então acho que a audição é um dos pontos mais importantes que a gente tem como ser humano, a gente ouvir bastante.
Delícia, viu? Ai, Ana, eu vou te pedir para a gente falar no segundo bloco Que eu vou para um break com a Belinha. A pessoa já é íntima da pessoa, né?
Total, também.
É que eu gosto tanto de carinho, eu ia falar: você não liga não, viu, Bel? Vamos para um leve break com essa delícia de pessoa, com esse ser humano incrível. De verdade, eu sou suspeito de falar. Voltamos já. Banda, em homenagem à nossa convidada e dos nossos telespectadores, arrasa!
Try to hold back in the feeling for so long when you feel like I feel, baby.
I want you to show me what your lips don't say, what your lips don't say.
Some people leave for the fortune, some people leave for the fame, some people leave for the power, yeah, yeah. Some people leave for the same thing.
Eu falo que eu tenho que copiar os outros. Eu adoro isso. E eles, e assim, ó, Britânia, pum, ponto de corte. Manda boa, manda boa, não é?
Adorei, adorei, adorei.
Voltando para vocês que chegaram em casa agora, que ligaram a nossa televisão agora. Estou com uma convidada especialíssima, jornalista, comunicadora, empresária, empreendedora, que vai abordar, vai nos falar agora de um tema muito interessante. Síndrome de burnout. O que será que é isso? Nós vamos descobrir já com esse ser humano incrível, Isabela Camargo, está aqui. Muito obrigado, viu?
Ô, Paulo, eu estou adorando.
Seu livro estava aqui, eu já peguei, já coloquei aqui, aí o meu diretor já xingou, falou para eu ler, mas assim, porque a gente empolga tanto, a gente esquece. Eu vou mostrar para vocês, dá um tempo, chama, e vocês vão entender o porquê desse PNL, desse subliminar do que significa "Dá um tempo". Dá para ver aí, gente? Está pegando em casa.
"Dá um tempo: Como encontrar limite em um mundo sem limites".
Maravilhoso, não é? A pergunta anterior foi: você geralmente passou algo neste quesito para desenvolver esse presente? Porque isso aqui não é um livro, é um presente.
Paulo, na verdade é o seguinte: o que eu vivi em 2018 É uma das consequências dos nossos tempos. Então, em 2017, quando eu comecei a pesquisar o tema principal do livro, aliás, o livro não é sobre burnout, o livro não é sobre mim, eu comecei a pesquisar o livro para responder aquelas perguntas que me diziam: "O tempo está passando muito rápido". O tempo passar rápido, o tempo voando é diferente. Então, aí já não é que você está em movimento, é que você está querendo fazer muito mais coisa Dentro do seu dia. O nosso medo em dizer não para novas oportunidades, para novas situações. Então você vai preenchendo mais o seu dia. Aí, lá em 2017, fui direto no Observatório Nacional. Falei: "Deixa eu falar com os caras." Mentira, você foi lá? Fui lá no Observatório Nacional, conversei com físicos e astrônomos, que são os responsáveis pela sincronização dos relógios do Brasil com o do mundo. Fui lá, conversei com os físicos. Beleza, não é a natureza, somos nós. Aí eu trago a história da comunicação e dos transportes para explicar como chegamos até aqui, porque estamos como estamos. Então, se hoje estamos vivendo no zeitgeist, zeitgeist é o espírito do tempo, este espírito do século 21 é formado pela internet, pelo algoritmo, que é só mais uma comunicação, uma forma de comunicação, muito mais veloz que as anteriores. Então, tudo isso Isso faz com que nós tenhamos aquela ganância, ilusão de poder fazer várias coisas ao mesmo tempo. Explico que é impossível, os especialistas explicam. Então, depois disso, fui entrevistar pessoas que marcam o nosso tempo: Karnal, Cortella, Monja Coen, Padre Fábio de Mello, Fernanda Montenegro. São 150 pessoas que marcam os nossos tempos, para ouvir deles: como é a sua experiência? O que você aprendeu? Qual é a sua percepção do tempo? Então tem uma chuva de ficha caindo quando você vai realmente percebendo que não adianta pedir, não adianta culpar o tempo. "Ai, eu tô correndo contra o tempo." Não, você tá correndo contra a sua agenda. O que que isso vai causar?
Contra a sua saúde, né?
Ansiedade, depressão, síndrome de burnout.
Eu tive várias, tive síndrome do pânico, síndrome do medo, desenvolvi um monte de trincada.
Pronto, tudo isso é o seu corpo dizendo: para, para um pouquinho.
Entendeu por que dá um tempo?
No ritmo que você tá, você não vai ter um futuro sustentável. Você pode ter um futuro, todo mundo vai ter futuro, só que não será sustentável. Exatamente. Então acredito em Deus, então vou atribuir a ele. Deus disse assim: pera lá, que você tem que viver o que você quer prevenir. Olha só que curioso. O que eu queria em 2017? Oferecer respostas para essas pessoas que estavam estressadas, angustiadas, reclamando que o tempo estava passando mais rápido. Para mim também. E aí eu tive a síndrome de burnout, que foi para Deus— é como se o papai do céu tivesse assim: "Agora você pode falar sobre o assunto. Agora as pessoas vão te ouvir." O que você teve? Síndrome de burnout é o excesso—
Dentro da síndrome?
Síndrome de burnout é um fenômeno que acontece dentro do trabalho, pelo excesso de estresse, excesso de trabalho por longos períodos. Não é um final de semana, não é um trabalho extra mensal.
Estilo Ler, né?
O excesso, excesso de digitação. Se o nosso corpo é uma máquina maravilhosa, como dizemos, e que involuntariamente a gente tem um monte de movimento, ela também pifa.
Sim, como tudo na Terra, né?
Síndrome de burnout é isso. É quando o seu corpo já tentou te avisar de todas as maneiras que o ritmo que você está não vai dar. Que ritmo é esse? O ritmo muito acelerado ou diferente do que o seu corpo consegue aguentar. E por que isso acontece dentro? É um problema ocupacional. Você que está exausto fazendo uma outra coisa que não seja no trabalho, isso não é síndrome de burnout. Então a gente também não pode banalizar a exaustão, o esgotamento físico e mental, tá?
Sintomas tem-se vários, e eu já descobri que eu estava entrando nesse sistema do burnout. Agora já não tô mais, meu amor, que agora eu tô zen, Buda, a partir de hoje. Você não tá entendendo, pode cair a terra na minha cabeça que eu não abalo mais. Mas, Paulo, o lance, sintomas alguns, perdão, você tá falando lance?
O lance é o seguinte: é o caminho do meio. Aliás, quando a gente reza, coloca mãos em prece, como é que é?
Isso mesmo, que é no centro, eixo, né?
Caminho do meio. Então assim, monges se estressam. Eu entrevisto inclusive aqui o Dogen. Então assim, terapeutas se estressam, monges estressam. Por que que eu gosto de dizer isso? Porque você não vai viver nesse estado de ok.
Não existe. Eu falei isso na minha live já: para de criar Deus dentro de você, que você não é Deus.
Então é fundamental você primeiro se ouvir. "Por que estou com taquicardia?" "Por que estou com dificuldade na respiração?" Tudo isso é o seu corpo tentando te dizer: "Desse jeito não dá!" Encurtando a história, todos esses sinais podem anteceder o burnout. Eu entrevistei 4 mil pessoas, 99% me disseram os sintomas muito parecidos. E aí começam com distúrbios do sono, aí vem alimentação, bruxismo, Enfim, pois é. E aí você continua, acha que nunca vai acontecer nada com você, até que aí o seu corpo vai dizer: "Agora deu". Como o meu apagão aconteceu, eu estava no ar dia 14 de agosto, eu fazia um dos jornais, eu fazia 3 jornais no período da manhã, começava na madrugada, meia-noite, até às 9 da manhã, estava no Jornal do Meio.
Olha isso, gente, meio do...
Mas foram 4 anos para chegar nesse estado. Então, o burnout não chega de repente. Eu esqueci uma palavra muito importante, que era a capital do meu estado. Aí você fala assim: "Ah, mas eu também tenho lapsos de memória." A diferença é quando você esquece onde você guardou a chave de casa e a outra é onde você mora. E naquele momento eu não lembrava o nome da capital do meu estado, eu não sabia onde eu estava, quem eu era e para onde eu ia. Todo o meu corpo entrou em colapso. Então eu senti o corpo transpirando, com pés e mãos geladas, taquicardia, transpirando, falta de ar, tontura, enjoo, Vontade de vomitar, tudo. É o corpo entrando em colapso. Naquele— fiz ainda mais um jornal, fiz o jornal que começava às 7:30 da manhã, na maior rede de televisão do país. Dali eu fui a outro médico, eu já estava indo a 5 médicos, endocrinologista, cardiologista, mas nenhum cravava: "Ah, eu preciso te afastar por isso e isso." Nesse dia do apagão, fui a um outro médico e ele me disse: "Você está com a síndrome de burnout." "Oi? Eu amo o que eu faço. Eu amo o que eu faço, eu estou me tratando, eu faço terapia, eu vou à academia, eu me alimento bem." Significa que mesmo assim você tem limites, por isso que é como encontrar limite em um mundo sem limites. Burnout não é falta de Deus. Só tem uma maneira de você prevenir não só o burnout, mas qualquer problema de saúde, é se colocando na agenda. É se colocando como essencial. Agora, vem aquelas listas de não, o que é prioridade, o que é isso e aquilo. Só que se você não colocar no essencial horas de sono, tempo de banho, as pessoas não estão conseguindo tomar banho direito, escovar os dentes, se alimentar, então assim, você não vai conseguir fazer o restante da lista. Portanto, para você se incluir na agenda, você vai ter que excluir certas coisas, vai ter que aprender a dizer não. Eu treino isso no livro "Treino do Não". E fazer pausas espontâneas, pausas voluntárias ao longo do dia, para evitar uma pausa involuntária, uma pausa forçada.
Bel, perdão, nosso tempo. Prometo trazê-la outras vezes, não vai achar, não vai ficar longe de mim não, porque tem muito assunto nisso aqui, tem muito assunto. Só que antes de mais nada, eu gosto de presentear os meus convidados especiais. Então tem presente, e é presente de verdade, não é aquele que você faz a foto, depois devolve não, viu, meu amor? Aqui não tem fake não. Cadê? Cadê?
Cadê?
Letícia, minha assessora.
Olha como tá, gente, tem orquídea, meu amor, aqui você não tá entendendo.
Isso aqui é de verdade, tá? Não é assim empresta, devolve, não. Orquídeas da Haná Decorações para você com todo amor. Pode pondo aí, porque tem bastante. Ela é de verdade, viu? Não é de plástico não. Doterra, óleos essenciais da Cris Zataro, que é uma terapeuta. Depois vou te apresentar, espetacular.
Obrigada, Cris.
Esse aqui eu tenho que falar, porque falar de corpo sem falar de água, né? Nós somos água. Aqualash Piscinas, sabe aquela vontade de ter uma piscina em casa, reformar, construir? E o diferencial deles, 37 anos de mercado, tem um presente, os presentes que são ótimos, ótimo, também faz a parte de casa, reforma de casa, tudo, já faz a piscina, já faz tudo. 37 anos, eu não sabia. E Brasil inteiro atende. Sabe aquela paixão? Já tô apaixonado assim, não fico mais sem. Sim, sou eu.
Reputação com o tempo.
Essenciais, óleos e aromas, todos os produtos você pode abrir, pode ver, são trabalhados quanticamente. Então eles são ativados molecularmente e funciona. Estou falando porque eu já estou usando e é incrível. Você vai ver, os produtos são divinos, é divino. Você pode ver que aí, ó, tem energia.
Exatamente, é o que nós precisamos. Cravo-canela, óleos essenciais de laranja, e é tudo orgânico, viu?
Não é nada químico, eles não trabalham com nada químico. Vale a pena.
Adorei.
Presente de todo coração. Zero Química, sabonete também.
Tô te falando que tem um monte de presente, entendeu?
Porque que meu diretor fica assim, corta, corta, corta, corta?
É, ele tá bravo ali, gente.
Olha, você vai gostar bastante. Só da Bolo, gente, aquele bolo.
Adoro um bolinho.
É justamente deles, ó. Adorei, de verdade, também.
Obrigada, Só da Bolo.
Não é lindo? Um dos melhores cafés que eu tive o prazer de ter no programa nesses 7 anos. É a primeira vez que eu tenho artesanal. Esse aqui você não acha palha, não acha mistura, não acha nada. Da Selito. Você vai ficar em louco.
Vou fazer o cafezinho, já como com bolo.
Exatamente. Vou pôr dentro aqui. Perdão, aqueles assim, né, deselegante, já abre o presente. Que coisa chata! Ah, meu amor, esse aqui dá luz, gente! Doces artesanais. Contato aqui embaixo. Não vou nem falar o que tem dentro, que você vai surtar.
Posso olhar?
São doces. Pode abrir, fique à vontade. São doces artesanais também.
Pode comer já?
Deve. Ela é sensacional.
Você vai ficar louco. Tô vendo aqui brigadeiro, brownie. Adorei. Muito obrigado.
Enlouquecedor. Muito obrigado por todos os presentes, por esse carinho.
O maior presente foi o seu tempo.
Obrigado.
O seu tempo. Porque hoje escolher acompanhar um comunicador é você estar escolhendo não fazer outras coisas. Então obrigada pelo seu tempo.
Sou teu fã de verdade, vou te cobrir de beijo depois, porque a gente tá zero COVID, já passamos até álcool. Que Deus continue lhe abençoando ricamente, ricamente mesmo, e que o seu sucesso ele cresça, multiplique cada vez mais e mais e mais e mais. E muito obrigado Gratidão por nos presentear com este livro, viu, meu amor?
Fico muito feliz para que todos tenham tempo de qualidade.
E aqui estamos de portas abertas para você, quantas vezes você quiser, quando você quiser. É só ligar e a gente traz você novamente. Obrigada, Belinha. Gente, beijo grande para vocês. A banda, estouramos nosso tempo. Fiquem com Deus. Preste atenção nisso, no que ela falou. Adquiram esse livro, conheça, porque Antes do teu tempo, do dinheiro, meu amor, tem uma coisa chamada saúde.
Esse dinheiro não compra, tá? Fica a dica. Amo vocês. No matter how and the weather it goes, when the moon and the moon where it goes, just imagine.
I want you to show me what your lips don't say, what your lips don't say. You don't have to think. Put it on display. Put it on display. Well, you're playing hide and seek, but I'm waiting for something real. 'Cause I can be your freak. What are you trying to conceal?
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