LIVE com Martha Gabriel - Como usar a tecnologia a nosso favor nesses novos tempos e não enlouquecer

Martha Gabriel, a Brazilian digital strategist and author, discusses how to use technology wisely during the pandemic without becoming overwhelmed. She covers managing information overload, developing critical thinking, and recommends resources like her film guide "50 Filmes para Entender o Mundo Digital" and documentaries on AI and pandemic response.
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Olá, olá, boa tarde! Tudo bem com vocês? Estamos indo melhor nessa semana do que na anterior? Ou você já conseguiu se adaptar pelo menos metade do processo? Obrigada pela sua companhia, pelo seu tempo. Eu espero que você saia dessa nossa live melhor do que nós vamos começar. E essa é a nossa intenção. Todos os dias eu converso com um especialista que vai trazer algum alívio ou informações que até então a gente não tava dando tanta preocupação, na verdade não estava dando tanta atenção, porque eram assuntos que não nos preocupávamos tanto, mas as conversas têm sido extremamente valiosas. Hoje, por exemplo, a gente vai conversar com a Marta Gabriel, que é uma das principais pensadoras e influenciadoras digitais no Brasil. A Marta, quando ela pega o microfone, ela dá uma aula. Então eu tenho certeza que aqui ela também vai passar pra nós informações muito importantes. Pra quem não conhece a Marta, ela já palestrou 5 vezes no TED e ela é autora de alguns livros, 3 best-sellers. Então vai ser uma conversa muito bacana. Assim que ela aparecer aqui, deixa eu ver se ela já vai começar conversando com a gente. Ainda não, já já ela vai entrar. E a Marta, gente, ela já fala sobre tecnologia, inteligência artificial muito tempo. Porque eu acho importante ter essa conversa com ela para a gente entender se a tecnologia ela pode ser só nossa aliada ou nossa inimiga, se a gente não souber usar ou se acabar usando demais, como tudo, né? A diferença entre o remédio e o veneno é a dose, já disse alguém lá no passado. Mas a Marta Gabriel, eu separei algumas perguntas, algumas pessoas também me enviaram suas dúvidas nesses últimos dias. Deixa eu ver se ela tá aqui, ainda não. E eu tenho certeza que vai ser uma ótima conversa. Aliás, obrigada por todos vocês que estão aqui comigo, tô vendo gente que tá aqui Desde a semana passada, que bom que a gente está criando uma relação de muita confiança. Marta Gabriel já está aguardando. Marta, você solicita aqui para mim que eu já te aceito, se você me ouve. Deixa eu mandar aqui uma... Salvador manda um alô, um beijo para todos que estão nos acompanhando. Eu agora não falo mais de São Paulo, eu falo do interior do Paraná. Eu tô fazendo um rural office, não é mais home office, é um rural office. E continuo trabalhando bastante pra gente poder trocar uma boa ideia. Aí, eu tenho visto muitas pessoas perguntando, né, sobre aplicativos, se tem algum aplicativo que nos ajuda a ter o controle que nós sozinhos não conseguimos. Por tantas notícias, porque não é pra ninguém ficar alienado, óbvio que não, mas pra gente poder dosar essa quantidade de informação que a gente tem. Então, recapitulando, a gente vai falar com a Marta Gabriel, uma das principais pensadoras e influenciadoras digitais do Brasil, autora de vários livros best-sellers: Marketing na Era Digital, Você, Eu e os Robôs, Pequeno Manual do Mundo Digital. Então, imagina né, como vai ser essa nossa conversa. Marta vai enviar aqui a solicitação. Sempre te chamam. Então, você sabe que eu sempre dou ok aqui para quando solicitam. Eu vou aqui, ó, agora sim, agora sim, a Marta vai entrar.
Já tá aqui.
Tudo bem, lindeza?
Você tá aqui pra gente se ver. Oi, querida! A gente se viu faz pouco tempo, né? Antes da quarentena, no evento.
Ninguém fazia nem ideia do que aconteceria, né, Marta?
Nossa, é, a gente não consegue imaginar, né? Isso é uma das características dos tempos atuais, né? Mundo VUCA. Eu vou falar hoje à noite também numa live, um webinar da GHION.AI, É essa coisa do incerto, né? A gente não consegue imaginar que um sinal pequenininho de repente vira essa coisa toda, né? Muito rapidamente muda a vida da gente.
Hoje você tem o webinar da GSM?
Às 8 horas da noite. Depois eu passo o convite aí pro pessoal.
Tem que se inscrever lá pra ter chance. Que privilégio! Então vocês que já estão aqui conosco, Marta, então já faz agora a divulgação Como é que as pessoas podem participar?
Então, no meu feed tem um link para você fazer a inscrição. E amanhã à noite, Isa, também tem mais uma coisa legal, tem café filosófico. Pela primeira vez o café filosófico vai ser 100% online. E eu vou falar de crise, caos e ação. Então tem hoje à noite a HCN às 8 e amanhã café filosófico às 7 da noite. E aí eu espero todo mundo lá, hein, gente. Tamo junto. E é um prazer, Isa, estar aqui com você. Uma delícia. Obrigada pelo convite. Nossa, um prazer e uma honra estar no seu perfil, na sua live.
Imagina, privilégio é meu. Você sabe que nós estamos testando um monte de coisa, né, Marta? A gente está se adaptando a tudo que está acontecendo, até os horários, né? Quando você propôs 4 horas, eu falei: "Vambora!" Até porque depois todo o conteúdo fica não só disponível 24 horas, mas depois sobe pro YouTube. Eu entrei no seu site para pegar o nome do livro da educação, que é o Educar: A Revolução Digital na Educação, e eu levei um susto, porque tem uma publicação de 2019 que diz Carona... Como é que é o nome lá da publicação?
Carona Digital.
Carona Digital.
Não é Carona Digital?
É. Aí eu li e falei: Corona Digital? Mas como assim? A Marta já falou disso há um tempo atrás. Então, olha como o excesso A gente começa a enxergar em tudo, né?
A gente enxerga em tudo.
Tá aqui, ó: Carona Moderna, os robôs estão chegando, 20 de março de 2019. Aí eu fiquei confusa, eu falei: "Nossa, mas nós estamos em 2020, mas ela já falou disso dia 20 de março, mas 2020, sabe assim?" Ou seja, o excesso de informação e tecnologia faz a gente até enxergar pior, não é?
Nossa atenção, né? Nosso foco.
Pronto. Marta, como é que você tem passado esses últimos dias?
Então, eu tô trabalhando que nem uma louca porque eu já trabalho com digital e até talvez seja uma coisa legal falar sobre isso porque você tava falando do livro Educar, que ele é de 2013, na realidade vai sair uma segunda edição dele agora em 2020. Meu último livro é esse, que é Você e os Robôs, foi finalista do Prêmio Jabuti. E aí nesse livro eu falo da digitalização. As pessoas que já são digitalizadas, que nem você, que nem eu, que nem várias empresas que já são digitais, pra gente tá tendo um aumento de demanda, que é até complicado, né? Porque a gente tá trabalhando 15 horas por dia, muda o modelo de negócio, óbvio, né? Eu viajava o Brasil todo, você também, a gente tá em evento, então muda. Mas como a gente trabalha com muita coisa digital, a gente começa a ver que tem iniciativas que a gente tá testando, que nem você tá fazendo, e tem coisas que a gente não imagina que estão acontecendo, demandas que não existiam antes. Passam a acontecer. Então tem uma coisa que a gente fala, pessoal de startup fala, os americanos falam isso muito tempo, que é o follow the money. Mudou aonde o money tá, saiu de várias áreas físicas, passou para o digital. A gente começa a ter outras oportunidades, não só áreas que diminuem demandas. Então é um momento bastante complexo. Eu tô vivendo assim, tô eu e meu marido em casa, né, porque meus filhos já são, já moram sozinhos, um mora em outro estado, minha filha é casada, e nesse ritmo que o Brasil inteiro tá, né? Imagino que você também tá isolada em função das recomendações que a gente tá tendo.
Você quando fala o follow the money, qual foi a principal mudança, tirando a questão física? Você tem tido solicitações de conteúdos diferentes ou as pessoas agora estão tendo que se adaptar a modelos que você já vinha falando? Por exemplo, aqui eu tive que baixar vários aplicativos, me acostumar com outros métodos de conversa, gravação e tudo mais. São coisas novas ou não? Tendo que se adaptar a coisas antigas.
Algumas novas, outras não. Eu falo muito de transformação digital, só que eu falava muito, falo ainda bastante, hoje eu tive também uma live com o Digitox, de automação, inteligência artificial. Esse é o foco de quem tá vindo, habilidades do futuro, né? Agora, uma das coisas que eu já falo há muitos anos, tá voltando, que é crise, porque a gente tá vivendo um momento de crise, então as demandas para falar de crise estão bastante grandes online. E a outra coisa é isso que você falou, ajudar as pessoas a entenderem como que mais pontualmente elas conseguem fazer eventos online, fazer gestão de equipes online, manter segurança. Então isso é uma demanda que ficou muito forte agora. E o que você tá falando também, apesar de você ser apresentadora, eu sou palestrante, a gente fala em vídeo, Mas é diferente você fazer uma live ou um webinar, tem uma outra dinâmica. Então também está tendo muita demanda para ensinar as pessoas a fazerem isso para que elas possam comunicar o trabalho delas. Então são novas áreas que eu já falava e que estão tendo demanda agora. E na parte presencial foi tudo adiado para o segundo semestre, para o comecinho do ano que vem. Então a gente também vê uma mudança de polo no mercado.
Sim.
Marta, eu fiz a brincadeira quando entrei no seu site, eu vi carona moderna, Eu vi corona. Esse excesso de tecnologia, a gente sabe que o excesso de informação causa ansiedade. O excesso então de uma informação específica causa muito mais ansiedade. Você recomenda algum aplicativo para a gente controlar? Tá me ouvindo, Marta? Tá travando. Você recomenda algum aplicativo?
Então, a sua pergunta inteira travou, ficou, tá com baixa resolução. Você pode repetir? Desculpa.
Repito, sim. Você recomenda algum aplicativo que a gente pode ter controle dos nossos acessos para controlar esse dedinho aqui, né, que acaba rolando o feed sem parar e entrando em muitos sites de informação?
Então, eu não uso nenhum aplicativo. Isso é uma das coisas que eu tenho falado muito, muito, muito em eventos quando a gente fala de habilidade futuro é pensamento crítico. Então o que eu tenho feito, porque eu lido com excesso de informação, não é de hoje, né? Então a gente está falando hoje que todo mundo está lidando com coronavírus, mas você entender que a gente já está num cenário sobrecarregado de informação é uma coisa que está acontecendo faz tempo e você lida com isso, eu lido com isso também. Então o que eu acho que todo mundo tem que fazer? Acho não, isso é estudo científico, né? A gente tem que pensar criticamente, primeiro, qual informação que eu tô indo atrás? Eu tava conversando com alguns amigos esses dias e o que tá incomodando muito na mídia hoje parece que é contagem de corpos, né? Ou contagem de números, uma concorrência de números. E na realidade a informação que interessa para todos nós é muito mais ampla do que isso, porque o impacto de quem tá ficando doente interessa o pessoal da saúde, obviamente, né? Para cuidar. Para a gente é o que que eu posso fazer para contribuir com esse cenário, que é um pouco do que as lives estão tentando fazer. Então eu seleciono muita informação, não é de hoje, Tanto que eu brinco muito em palestra falando que a gente tem aquela curva de adoção da inovação, né? E eu não presto atenção em coisas que não interessam. Eu escolho aquilo que me interessa, não vou ligar nesse canal e eu seleciono quais são os KPIs que a gente chama na área de projeto que eu tenho que seguir. Então essa é uma das diretrizes que eu uso na minha vida sempre. Tanto que eu brinco que coisas— até se você me der licença para explicar uma coisa que é muito bacana, acho que a gente já conversou sobre isso, que é sobre sobre fadiga de decisão, que as pessoas estão super sobrecarregadas, que a gente tá vendo todo mundo fala um monte de coisa, tem que decidir um monte de coisa, né? E no nosso dia a dia a gente sofre disso. As pessoas pensam que o nosso cérebro ele consegue dar conta de qualquer decisão o tempo todo, que você pode ficar recebendo informação e decidindo. Na realidade, o nosso cérebro funciona que nem um músculo, que se você exagerar no modo como você utiliza, ele espana, ele não dá conta, ele não aguenta. Então o que a gente já sabe? Que tem pesquisa feita, por exemplo, com juízes, que eles começam a tomar decisão de manhã e aí decisão, por exemplo, é liberar a confiança. Durante 2 horas eles liberam, não importa qual é o crime, eles liberam com faixa de 60% de liberação, valores diferentes. Depois de 2 horas não libera mais ninguém. Por quê? Você não consegue mais decidir, então você diminui o risco para zero e toma a decisão errada. Depois eles vão almoçar, aí eles voltam. Durante 2 horas liberam 60% das pessoas, depois de 2 horas não consegue decidir mais, não libera mais ninguém. Então o que a gente sabe? Que a gente sofre de fadiga de decisão. A gente tem que selecionar aquilo que é importante pra gente decidir, a isso a gente coloca todo o coração, toda energia. O que é mais ou menos a gente delega e o que não importa não olha. Então eu brinco que por mais que hoje esteja na moda gastronomia e o pessoal adore falar de vinho, Eu não sei nada de vinho, o que colocarem eu bebo. Eu não sei nada de receita, o que colocarem eu como. Eu presto atenção naquilo que é foco pra mim. Então o que eu recomendaria pras pessoas nessa sobrecarga de coronavírus é: o que realmente interessa? O que realmente importa? Não adianta ficar vendo a mesma notícia 50 mil vezes. E vou fazer um apelo: para de passar pra frente. Você já viu que tem uma notícia que já passou por 3 grupos de WhatsApp? Você só vai sobrecarregar os outros grupos. Tem grupo que eu não consigo ver coisa importante porque só tem as mesmas coisas passando. Não tô nem falando de meme, eu acho que o humor é muito importante nesse momento, a gente manter uma leveza, mas não pode sobrecarregar um sistema de informação num momento tão crítico quanto a gente está agora, né? Então tem que ter também responsabilidade, não só saber filtrar informação, mas ter responsabilidade.
Perfeito, parar de compartilhar mensagens à toa em todos os grupos. E eu vi de ontem para hoje um aumento tremendo nas discussões políticas. Isso vai sobrecarregar o cérebro.
Então, política, o que que é? A gente vive um momento complexo, né? Então, o que que é complexidade? É você ter muitas coisas conectadas. O mundo é complexo porque tá conectado em todos os graus. Só que se você não tiver algum critério para lidar com a complexidade, vira caos. Então, o que que a gente tá vendo agora? Se começar eu, que não sou médica, decidir sobre a área médica, se a gente começar a ter pessoas que não são das áreas, político decidir sobre áreas que não são deles, economista decidir sobre medicina, a gente vai começar a ter um cenário caótico que todo mundo fica perdido. Então, de ontem para hoje, a gente tem várias ambiguidades, a gente tem uma pressão inclusive de quem é empresário. Eu sou empresária e eu tô tendo prejuízo, lógico, em várias áreas, a tomar kit de equipe, Como vários outros, a gente tem impactos grandes na economia. Então hoje a gente está vivendo um dilema entre dois monstros, né? Que é o monstro da pandemia do coronavírus e o monstro da crise econômica que vai acontecer. Então uma das coisas que eu tenho falado para as pessoas é: prepare-se, a gente não está de férias. Quem tiver tempo livre, prepare-se, estuda, faz essa análise que a gente está falando aqui agora. Porque você vai encontrar um mundo bem diferente de como você começou, quando começou essa crise, né? E você tem que estar preparado para enfrentar. A gente vai ter realmente um cenário diferente.
Perfeito, não estamos de férias. Para aproveitar esse tempo, até porque quando eu ouço algumas pessoas dizendo: "Ah, quando voltar ao normal?" Só que vai ser um novo normal, né, Marta? Não é o normal que nós estávamos acostumados, vai ser uma outra história. Partindo do que, do seu livro que é um best-seller, "Educar: A Revolução Digital na Educação", O que você recomenda para que este período em que nós temos aquilo que sempre pedimos, que é mais tempo, né, a gente possa aproveitar para se apropriar de conteúdos e recursos que serão importantes para frente?
De novo, é o pensamento crítico. É você tem que parar e pensar o que que você precisa aprender para que quando essa situação mudar, ou seja, a quarentena terminar, você esteja melhor do que você estava antes como profissional, como pessoa. Então os horários que a gente tem livre, a gente deveria usar para isso. Cada um tem que fazer sua análise, não sou eu que vou fazer. Até uma coisa que é interessante falar: o pensamento crítico. Se você quiser estudar uma coisa que você não estudou, estuda pensamento crítico, ok? Por quê? As pessoas não sabem o que é pensamento crítico. Pensamento crítico não é inteligência, você não nasce com ele. Se você não se educar, você não vai adquirir pensamento crítico. Envolve repertório, então repertório é uma coisa excelente para você adquirir. Em vez de assistir o mesmo filme 50 vezes ou ficar só no mesmo tipo de tom, faz uma variedade de coisas para você poder aprender, conversa com uma variedade de pessoas, pontos de vista, então é repertório. Você tem que aprender lógica, argumentação e retórica. Não é só gramática que a gente aprende na escola. Então só de você aprender isso, Tem vários cursos online gratuitos, não precisa esperar live para aprender isso. A gente precisa aprender que a gente tem vieses cognitivos, todos nós temos. A gente busca informação que confirma aquilo que a gente quer, esse é um dos vieses que a gente tem. Então se você entender isso, o que é pensamento crítico e começar a aplicar, você vai saber quais são os próximos passos que você tem que dar. E cada um de nós tem que pensar em função do seu contexto, é essa análise que o pensamento crítico faz. Então se eu tivesse que dar um conselho só, Para quem está assistindo a gente aqui, que aliás é o conselho que eu dou independente da gente falar do momento coronavírus, que é mais grave você ter essa habilidade, mas é uma das principais habilidades do futuro, é o pensamento crítico. Estuda pensamento crítico, você vai ganhar muito e quando isso terminar, não importa qual é o novo normal que a gente vai ter, você vai estar mais preparado, eu garanto isso. Eu não sei o que vai acontecer, mas eu sei que se você tiver estudado pensamento crítico, Você vai estar mais preparado para o que vai acontecer.
Perfeito. Quero fazer um convite aqui para quem está nos acompanhando. A gente está conversando com a Marta Gabriel, uma das maiores influenciadoras e pensadoras digitais do Brasil e do mundo. Não falo isso à toa. Tem 3 best-sellers. 3, né, Marta? São 5 livros, 3 best-sellers.
É, 3 best-sellers. Isso mesmo. Os outros também de marketing de busca, mas esse é o último. Ele foi finalista do Prêmio Jabuti, inclusive, gente. Se você quiser entender o mundo digital. Você e os Robôs. E o Educar, que você falou, sai segunda edição, e o Marketing Era Digital sai segunda edição esse ano também, né? Provavelmente no segundo semestre, porque a gente não pode fazer lançamento de livro presencial, talvez a gente inove agora.
Total, eu tava toda empolgada que o meu seria lançado agora entre abril e maio, e aí por conta de toda a parte gráfica e tal, a gente também vai adiar mais um pouquinho, mas na hora certa dá certo, né, Marta? Tem uma coisa curiosa, que assim, todos estão perdendo alguma coisa de alguma maneira, em algum lugar. Essas perdas, elas podem ser maiores, menores, mais superficiais ou profundas, enfim, estamos todos juntos. Mas podemos aproveitar então esta oportunidade de crise para sairmos melhor. Você, Marta, por tudo que você já estudou, a inovação Ela nasce justamente nesses momentos mais difíceis.
Isso, a gente normalmente, o ser humano inova normalmente porque ele quer sair do status quo ou porque ele é empurrado fora do status quo. Então obrigatoriamente você não tem escolha. Muita gente inova porque tem a motivação pessoal de se incomodar com status quo e a pessoa vai atrás. O homem saiu da caverna provavelmente por isso, né? Tentar não tava confortável lá, achou que podia ter alguma coisa melhor, e a gente foi evoluindo. Os momentos de crise, eles fazem com que todos nós tenhamos que sair da zona de conforto. E aí a gente acaba inovando. Por isso que toda crise traz uma oportunidade, porque você passa para um outro patamar solucionando os problemas que a crise traz. Se a gente for olhar momentos horríveis na história da humanidade, como a Segunda Guerra Mundial, Eu tô lançando o livro de inteligência artificial para negócios, é o primeiro que sai agora, né? E é inteligência artificial, tem toda a história lá de como que a inteligência artificial veio. E aí a gente vê que no período da Segunda Guerra, pós-Segunda Guerra e durante a Segunda Guerra, é quando a gente teve um avanço tecnológico gigante. Por quê? Tinham problemas muito graves para serem resolvidos entre todas as partes que estavam em guerra na humanidade. Então os momentos de crise, eles são uma alavancagem na inovação. Qual é o problema? Os resultados não são iguais para todos. A gente tem mortos e a gente tem sobreviventes que se dão melhor. Então qual é a grande questão nesses momentos de crise e de inovação? Que a gente enxergue rapidamente isso para que a gente seja os que vão ter resultados bons, né? E a gente não fique com os resultados ruins. Quem mais rapidamente se adapta nos momentos de crise, enxerga o que está acontecendo em vez de reclamar, Eu lembro que a minha avó falava assim: "Reclamar não resolve nada. O que arde cura e o que aperta segura." Então reclamar não adianta, tem que enxergar o cenário. Tá ardendo? Alguma coisa tá curando. Tá apertado? Alguma coisa tá segurando. Tem que olhar aonde estão as oportunidades dentro do cenário de crise, que é o follow the money que eu falei antes. Algumas coisas estão minguando, outras coisas estão florescendo e a gente tem que achar os novos caminhos. Por mais duro que seja, gente, é duro para todo mundo.
Exatamente, ou seja, é melhor eu buscar para me adaptar do que reclamar, que isso não vai adiantar culpar ninguém. Marta, você falou sobre pensamento crítico e eu me lembro que no último evento que nós tivemos tinha mais de 1000 pessoas, né, te aplaudiram de pé e tudo mais. O pensamento crítico ele já estava em falta, agora então ele tá —mais— a necessidade, a necessidade mais latente. Quando você fala sobre aumentar o repertório, isso você inclui— outro dia eu vi o Murilo Gann falando sobre assistir filmes diferentes, ler livros que você não estava acostumado, fazer coisas diferentes. Como nós falamos, estamos aproveitando, aliás, estamos experimentando um horário novo de live hoje, às 4 da tarde. E como esse conteúdo depois fica infinitamente disponível, eu fico muito feliz com cada coração que está aqui conosco em sintonia e sei que depois essa mensagem vai ser replicada de forma exponencial. Mas para o repertório, então eu já recebi um conteúdo lá atrás sobre o que é ampliar o repertório. Para quem está aqui e não sabe, como é que eu amplio o repertório? Faça então essas coisas simples que você sabe que funciona, por favor.
Ampliar repertório, numa palavra, numa palavra não, numa frase, é fazer coisas novas que você nunca fez, ponto. Então quando você faz uma experiência nova, você ampliou o repertório, porque você sente coisas diferentes. Quando você lê um livro novo, ele vai trazer uma experiência nova. Quando você come uma coisa nova, se agora que você tá em casa você faz uma comida de forma diferente, se você conversa com pessoas diferentes, as pessoas que são criativas, e aí isso também tá ligado com pensamento crítico, né, que é a parte do repertório, elas adoram fazer coisas novas. Então eu brinco que você gosta de arriscar, isso tá ligado com inovação também, porque para fazer coisas novas você sai da zona de conforto. Quando eu viajo, quem me acompanha no Instagram sabe que eu faço um monte de coisa nova, experimento comidas do lugar, eu vou para lugares que são realmente diferentes, bem diferentes. Na minha última férias eu fui para Mianmar, fui para o Laos, Fui pra Hong Kong em janeiro, eu passei por lá, então nem sei se eu já tô com a imunidade do coronavírus. A gente ficou todo mundo gripado num navio de 5 mil chineses, então nem sei se eu já tô imunizada, né? Mas sério, outro dia eu tava falando com meu marido, eu falei: "Acho que a gente já tá imunizado." Mas de qualquer forma, eu adoro experiência nova. E aí é engraçado porque às vezes eu vejo as pessoas falando assim, ah, eu falo: "Vamos comer uma comida diferente?" "Ah não, e se eu não gostasse?" E se não gostar, não come. Se não gostar, "Deixa de comer isso, come outra coisa." Então as pessoas que têm essa coisa de experimentar coisas novas ampliam o repertório. Viajar amplia o repertório. "Ah, mas não precisa ir pro exterior." Você pode viajar em livros, você pode viajar em São Paulo, onde você mora. Agora não, tá? Agora a gente só pode viajar mesmo em livros, viajar via internet. Que bom! Mas você consegue...
Fala, querida. Não, que bom, né? Que bom que agora a gente tem essa oportunidade de pelo menos viajar nos livros.
Uma coisa que eu lembro, Gabriela, muito forte, muito forte, muito forte, é quando começaram o Google Maps. Quando o Google Maps começou e eu conseguia navegar nos lugares e enxergar, eu lembro quando eu tinha aula de geografia quando era pequena, você não via nada. Aí começou o Google Earth, que você consegue navegar mais ainda. Eu não sei se o pessoal aí tem um aplicativo que eu tenho no tablet que chama Night Sky. Você aponta para o céu e você vê as estrelas, as constelações que estão ali em tempo real. Você aponta para baixo, você vê o que tá no hemisfério norte. Então a gente consegue hoje viajar, experimentar Isa de maneiras fantásticas sem sair de casa, que é algo que a gente não conseguia antigamente. Então a gente pode fazer qualquer experiência nova, amplia o repertório, mas tem que ser novo, né? Se você ficar repetindo aquilo que você já faz, Não é ampliação de repertório, é só você confirmar ou reforçar no seu cérebro aquilo que você tem de habilidade.
Você falou do Night Sky, pra gente colocar o telefone no céu. E o que você recomenda? Eu sei que você tem uma lista maravilhosa de filmes. E tem muita gente agora que também tá conseguindo assistir os filmes. Então me passa agora também o caminho dessa lista, que eu sei que muita gente vai gostar.
Passo sim, ó, pessoal. 50 Filmes para Entender o Mundo Digital é um hot site que eu fiz. Você consegue acessar marta.com.br/filmes. E lá não é que eu só falo uma indicação do filme, eu te explico por que que você tem que assistir aquele filme. Então tem filme sobre Deep Web, tem filme sobre Bitcoin de maneira geral, tem sobre o Wikileaks, tem os Black Mirror, né, lógico. Começa em 1927 com Metrópolis e vem até os mais atuais. Aí não tá, esse ano não consegui ainda tempo de colocar os últimos, né, tem filmes muito bons que eu não sei quem assistiu, por exemplo, o Ears and Ears, é sensacional, ele traz, você assistiu, né, gostou, né? Sensacional, né? Ele traz um, aliás, ele traz reflexões muito interessantes para o cenário que a gente tá agora, porque também lida com catástrofe, mudança de cenário, digitalização das pessoas. Então nesse, nesse hot site eu explico por que você tem que assistir, por que você tem que prestar atenção, e a gente pode vir de trás pra frente. Se a gente tiver que recomendar alguns agora pra você já começar, eu recomendo Altered Carbon, a primeira temporada. Altered Carbon, que é o carbono alterado, acho que é o nome em português, né? Acho que eles traduziram. É sensacional, pra mim é o Blade Runner do século 21, começa por esse. Depois a gente tem Anon. Anon é sensacional, ele é um filme, não é série. Altered Carbon é série, né? Anon é sobre você controlar a realidade, você ser anônimo. Anon de anônimo, tá? É um filme. Aí a gente tem Otherlife, que também é filme, é Netflix, é sensacional. Years and Years, que você acabou de falar. E Privacidade Hackeada, Privacidade Hackeada, que é The Great Hack. Se você quiser entender por que que dados, uma coisa tão importante, tão valiosa no mundo hoje, é a coisa que faz diferença entre você ter uma economia boa e uma economia ruim, assiste The Great Hack. É um documentário sobre a Cambridge Analytica. E se a gente puder dar mais duas recomendações aqui, já que a gente tá vivendo uma pandemia, tem um documentário Netflix sensacional que chama Pandemics, né, A Próxima Epidemia. Na realidade é uma série documental que tem acho que 6 episódios para você entender o que é uma pandemia e as pandemias que aconteceram. Vale a pena?
Oi? Vale a pena?
Vale a pena, porque ele mostra quem tá na linha de frente, o que que a humanidade tem feito. E se você não quiser muito, tem um outro, eu adoro, tem uma série no Netflix que chama Resumindo, ou Explain It em inglês, e lá tem também pandemia, a próxima pandemia, que é 20 minutinhos só. E aí você consegue entender o que é uma pandemia, por que ela acontece, o que a gente tem que fazer para se prevenir. Como esse é o nosso momento, eu acho também que vale a pena a gente estudar o que está acontecendo, né? Ou o que já aconteceu no passado. E como que a gente pode se preparar para enfrentar a próxima que vai acontecer, inclusive entender o que é uma pandemia e como que isso afeta a vida da gente, é uma constante na humanidade, né?
Perfeito. Marta, respeitando o seu tempo e de quem está aqui com a gente, eu tinha prometido para você que eu não estenderia por uma hora, né, uma troca que seja dinâmica e tudo mais. Você falou sobre pensamento crítico, sobre a fadiga de decisão, ou seja, se eu tiver que tomar muitas decisões Ao longo de todo dia, a tendência é que da metade do dia em diante eu já não consiga tomar decisões coerentes. É isso mesmo? Isso.
Você tem que deixar seu cérebro no melhor momento para tomar as melhores decisões e deixa decisões menos importantes para os outros dias que você está mais cansado. Então fazer uma estruturação de atividades. Eu brinco que de manhã eu deixo para decidir as coisas importantes. Tudo que não importa muito, que é mais operacional, eu deixo para a noite anterior, que você já tá cansado, e eu deixo reuniões, coisas mais operacionais, para segunda parte da manhã ou para segunda parte da tarde. Então você já consegue distribuir as atividades para tomada de decisão melhor.
Uau! Então decisão mais, mais importante de manhã, você falou?
De manhã, que é quando você tá com o cérebro tranquilo, ou depois do almoço, se você relaxou, depois de uma meditação, se relaxou, aí você tá bom para tomar decisão. Passou umas 2 horas, já começa a ficar complicado, aí você já começa mais para coisas operacionais. Isso até é legal para você definir agenda de reuniões, por exemplo, né? Se é uma reunião que você tem que pensar muito, uma atividade que você pensa muito, ou coisas mais operacionais. Às vezes a gente só tem mesmo decisões mais simples, que é operacional, não exige tanto da nossa cognição.
Sensacional! Aí vai mais para tarde. Você falou sobre ampliação do repertório, falamos dos seus livros e como Estamos no meio de uma crise, muitas pessoas estão com medo do desemprego, da recessão econômica que todos vamos viver. A sua última dica, a sua última recomendação para quem estuda inteligência artificial e a transformação digital há quanto tempo? Para qual direção nós devemos olhar?
Então, para quem puder, gente, assim, existem vários perfis, né? Quando a gente fala de inteligência artificial, que é uma área super ampla, Você tem desde machine learning, tem vários algoritmos, da mesma forma que o cérebro humano, a inteligência humana tem vários tipos de inteligência, a gente tem os 9 tipos de inteligência de Gardner, a inteligência artificial também tem várias áreas. Então tem as áreas técnicas e tem as áreas executivas. Então o que eu aconselho as pessoas? Se você não é da área técnica, que você entenda o que é inteligência artificial, que você entenda o que é machine learning, visão computacional, O que que é robô, o que que o robô faz de papel. Gente, ó, esse livro aqui, a segunda parte é só sobre isso, tá? Tem online no Kindle para vocês se quiserem aprender mais a fundo. Se você for mais técnico, aprende machine learning. Se você for um executivo, tem cursos gratuitos no Coursera, edX, em várias plataformas. Os grandes players também de inteligência artificial na nuvem, que é IBM, Google, Amazon, né, AWS, Microsoft, eles têm cursos gratuitos, eles têm que tem acesso gratuito nas clouds, aprenda a utilizar a machine learning para você poder tomar decisão no trabalho, porque não é tudo ainda que essas tecnologias fazem, elas estão evoluindo e conforme a gente vai entendendo o que elas fazem, a gente começa a adotar mais rapidamente para ganhar vantagem competitiva. Para quem é pessoa leiga na área, entenda esses grandes conceitos, entenda o que está acontecendo, Tanto que hoje programar é interessante para você entender como funciona, mas é uma das áreas só, porque inteligência artificial usa algoritmo, ela usa uma outra forma de você navegar na informação, você vai entender a parte de dados também. Então entenda o que que é, começa por aí. A gente tem um monte de coisa que é falada, mas um monte de ruído também. Então entenda o que que é inteligência artificial, machine learning, o que que é um algoritmo, o que que é um método, Porque isso é o que vai ser a nova regra do mundo, é isso que vai controlar o mundo que a gente vive. E aí você vê em qual área que você se encaixa para atuar utilizando. Tem muita gente desenvolvendo, se você souber que existe, você pode utilizar, por exemplo, um aplicativo ao invés de você desenvolver um aplicativo. Só para dar uma dica, todos nós já usamos isso. Quem usa, por exemplo, o Google, por trás já tem um monte de processo de machine learning. Então várias das coisas que a gente utiliza hoje Por detrás já tem inteligência artificial, especificamente, mais fortemente na área de machine learning. Então estuda, aprende, porque quando passar essa crise, essa questão toda, quem tem habilidades tecnológicas, pensamento crítico, soft skills, tem um caminho bastante bacana pela frente, tem uma necessidade no mercado.
Perfeito. Então quando passar a crise, quem tiver novas habilidades, né, do que o cenário está apontando, não só o futuro, Mas o presente já aponta melhor. Então aqui um rapaz perguntou qual é o nome do livro, vou repetir: Você, Eu e os Robôs, Pequeno Manual do Mundo Digital. Olha aí, então tem o rostinho ali, é um DNA que tem em um dos homenzinhos e o outro são os dados.
Isso, exatamente, é nós e os robôs, as máquinas.
Os robôs, perfeito. Marta, então finalizando, como usar a tecnologia a nosso favor nesses esses tempos e não enlouquecer tem a ver com o que você falou sobre pensamento crítico.
Isso mesmo, é para a gente escolher a tecnologia correta, pensamento crítico. Para a gente usar criatividade de forma a virar inovação, pensamento crítico. Então se vocês tiverem tempinho livre, tiver que estudar, primeira coisa: pensamento crítico. Eu faço isso o tempo todo para tentar melhorar, que a gente tem viés, tá, gente? A gente não sabe Mas quem é humano tem vieses, então a gente tem que estar estudando o tempo todo e se checando o tempo todo.
Isso, viés recentemente eu aprendi até com o Thiago, meu marido que trabalha com educação financeira, ele tava me contando, né, o viés é quando você busca uma informação só para confirmar aquilo que você acha que é, né?
Isso, isso é viés de confirmação, exatamente. Mas existem vários outros, a gente tem viés, por exemplo, na hora que você compra, e você olha uma coisa com preço mais alto, né? A gente tem uma tendência de automaticamente achar que aquilo tem mais qualidade, mesmo quando não tem. Então a gente tem vários modos que o nosso cérebro funciona que acabam fazendo com que a gente tome decisões erradas se a gente não souber que a gente tem aquilo. Tanto que eu brinco que a melhor maneira de ter pensamento crítico é desconfiar da gente mesmo, não é só ceticismo com relação à informação que os outros mandam, ou as fontes, etc. Mas mesmo aquilo que eu acho que eu sei, eu tenho que questionar também. E até uma dica, se a gente for dar uma dica final, como é que eu faço para me desenviesar, né? Já que quando eu vou tentar estudar, fazer as coisas, eu sou enviesada. Eu tenho que me juntar com pessoas diferentes. Quanto mais pessoas diferentes eu me relaciono e aumento o repertório, elas me desenviesam, porque como elas têm um viés diferente, elas acabam enxergando diferente e faz com que eu enxergue diferente também. Então a gente se desenviesa mutuamente.
E não achar ruim quando alguém vem, te argumenta e vem trazer uma informação diferente, pelo contrário.
Tem uma frase, Isa, que eu não sei de quem é, que fala assim: se você corrigir ou discutir com um tolo, você ganhou um inimigo. Se você corrigir ou discutir com um sábio, você ganhou um amigo. Então quem é sábio gosta que as outras pessoas venham, você considera aquilo, você entretém aquela ideia, analisa. É o modo de crescer, né? Se você se incomodar quando os outros têm um pensamento diferente, você tem mentalidade fixa, né? Você não consegue evoluir. Então a gente tem que ter essa flexibilidade. Isso também tá ligado com adaptabilidade, enxergar as coisas sem, né, tanto rigor do nosso modo de ver, nossa perspectiva.
Perfeito, Marta. Então, repetindo, hoje à noite você estará online Aonde?
Às 8 da noite eu vou, quem puder dar uma entradinha no meu, não precisa me seguir, gente, é só vocês entrarem no meu perfil, no meu feed, tem lá o link para vocês fazerem inscrição com a GSM. Nós vamos falar de coronavírus e mundo VUCA, estratégias de negócio, né, que a gente vai conversar sobre o que que tá acontecendo. E amanhã, isso é 8 da noite hoje, ao vivo, é o webinário, vou dar uma palestra Depois a gente faz a discussão com as perguntas, com a HSM. E amanhã às 7 da noite, café filosófico. Aí nós vamos falar de crise. Aí é crise, caos e ação. Então o papo vai ser isso. E também espero vocês lá, que também vai ter perguntas, mediação. Eu vou falar por uma meia horinha e aí a gente entra na discussão também.
Marta, muito, muito obrigada pelo seu tempo, ter compartilhado conosco informações valiosíssimas. Você trouxe aqui tanta coisa nova, né? O pensamento crítico, as suas dicas. Muitas pessoas perguntando, repete, repete. Eu vou fazer um resuminho do que nós falamos, coloco no feed, e depois o conteúdo fica lá no YouTube infinitamente.
É ótimo, minha querida. Olha, obrigada pela oportunidade, obrigado para quem tá ouvindo a gente, assistindo a gente, tá junto nesse momento, né. Desejo que todo mundo esteja seguro e que a gente juntos tenha, né, coragem, determinação, força de vontade. A gente resolve, o humano resolve tudo, nós vamos resolver junto. Obrigada, minha querida, você é maravilhosa. Obrigada, beijo, até breve, tchau, querida.
Obrigada, até mais tarde, tchau, obrigada. Gente, essa é a Marta Gabriel. Falei para vocês que seria um show. Eu estou saindo muito melhor dessa live do que eu entrei. Eu espero que vocês também. Deixe o seu comentário, compartilhem com quem você achar que o conteúdo faz sentido, porque todos somos multiplicadores. Eu adoro ler alguma coisa, ouvir alguma coisa e já compartilhar. Sabe? Sou apaixonada por autoconhecimento, mas mais apaixonada ainda por poder compartilhar esse conhecimento que eu vou descobrindo. A Marta Gabriel falou com a gente sobre fadiga de decisão, pensamento crítico, repertório. Ela tem uma lista enorme de livros para você, inclusive, ampliar o seu repertório. Depois entra no site dela, Marta Gabriel, Marta com TH, eu tenho certeza que você vai aproveitar muito, gostar muito do que ela compartilha ali, tá certo? Amanhã a nossa live vai ser com a Vivi Duarte, que é a criadora do Plano Feminino e do Plano de Menina. Ela vai trazer uma visão diferente, né? Ela que sempre fala sobre planos. E agora você que teve que abandonar os seus planos, né? Como é que a gente vai fazer para refazer ou decidir realmente que esse plano agora ele não tem como continuar, deixar ele guardadinho e começar um novo, tá certo? Te espero então amanhã em mais uma live. Todos os dias um especialista para trazer ideias novas para a gente sair desse momento preservando a nossa saúde mental. Beijo grande, até amanhã!
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








