Live com o Palestrante Marcos Rossi - Pare de reclamar!

This content was created by GHION.AI . This content was uploaded by GHION.AI . This is a YouTube video titled "Live com o Palestrante Marcos Rossi - Pare de reclamar!" featuring a live conversation between Isabela Camargo and Marcos Rossi. The discussion, recorded on April 9, 2020, focuses on personal development, overcoming adversity, and maintaining a positive mindset during challenging times. Marcos Rossi shares his life experiences and motivational insights, encouraging viewers to focus on solutions rather than problems.
Chapters
Oi! Boa noite, boa noite! Confesso que é minha primeira live tão tarde assim, tá? Então espero que dê tudo bem. Tudo bem por aí? Olá, Regina, Josiane, César, boa noite pra todos vocês. Olha que papo. Tenho certeza que você vai terminar esta hora com a voz melhor. Confia em mim. Hoje a gente vai bater um papo que eu tenho certeza que vai ser inspirador pra você com o Marcos Rossi. Olha ele aí!
E aí, tudo bem, Isa?
Melhor agora, meu querido. Obrigada, tá, pelo seu tempo.
Imagina, é uma honra estar aqui com você sempre.
Olha, gente, é o seguinte, eu comecei a falar com o Marcos hoje, não era 8 horas da manhã, e aí eu perguntei, sério, que às 9 e meia você vai ter fôlego ainda pra fazer mais uma live? E ele tá aqui, sorridente e animado. Olha, eu sempre tiro o chapéu pra você, né? Enfim.
Obrigado, imagina. Quando a gente faz o que a gente ama, é sempre mais fácil.
Não é? Ô, Marcos, você sabe que desde o dia 18 eu tô fazendo lives todos os dias com especialistas de várias áreas, né? E aí fiz assim, eu sempre colocava um monte de perguntas e tal. E pra você eu não coloquei pergunta nenhuma porque eu sei que o papo flui muito bem e vão surgindo aqui também comentários que eu vou levar muito em conta, né? Já quero agradecer, aliás, todo mundo que tá aqui. Marcos, deixa eu só contar pras pessoas como eu te conheci. Porque a primeira vez que eu te vi, você tava na Avenida Paulista cantando Frank Sinatra. E enquanto você cantava, e eu olhando, toda a sua condição física e o que saía da sua voz era tão emocionante. E quando acabou, eu me lembro que algum amigo seu foi e levou água pra você beber.
Sim.
E aí eu pensei, eu falei, cara, esse cara tá aqui num domingo, transformando a vida de milhares de pessoas que passava ali pela Paulista. Você podia estar fazendo qualquer outra coisa. Podia estar, justamente, nem fazendo aquilo, né, transformando a vida das pessoas e você tava lá com uma camiseta em que estava escrito, pare de reclamar. Acho que essa frase, ela é perfeita pro momento que a gente tá vivendo. Não é?
Nossa, eu lembro daquele dia, foi muito emocionante, assim. Falei, uau, é ela, é ela, é ela! Na rua, no Paulista e tal, foi muito louco. E é isso mesmo, sabia? Eu sempre fiz as coisas que eu gosto de fazer, assim, desde pequeno. Para a galera da sua audiência, que talvez não me conheça, eu nasci com uma síndrome muito rara, pessoal. E quando eu nasci, me deram uma previsão de vida de 30 anos de idade. Só. Essa é a previsão que me deram. Mas eu nunca deixei que essa limitação física me impedisse de sonhar e de poder realizar. Então, hoje eu sou formado em Direito. Hoje eu sou um palestrante, um treinador internacional. Eu Hoje eu sou sou um treinador internacional. escritor Eu sou um treinador internacional. Eu treinador internacional. de um best-seller chamado O QUE É IMPOSSÍVEL PRA VOCÊ. Eu sou surfista. Skatista, mergulhador certificado. Eu amo mergulhar com cilindro e em naufrágios, né? Eu sou pequenininho, então eu caigo em qualquer buraco e tenho o gosto de navio afundado e tal. Eu sou cantor também, sou DJ na noite, toco na balada, adoro música, dançar. Tenho dois filhos. Enfim, eu não tenho nada e faço tudo. As pessoas têm tudo. e, na maioria das vezes, não fazem nada. Vivem reclamando, odias, acelos, ao azar, não é? Então, eu descobri que fazendo as coisas que eu gostava, eu inspirava outras pessoas também. E foi assim que eu comecei a questão de cantar como um hobby ali na rua. Eles fecham pra cá, os Avenida Paulista em São Paulo. Então, às vezes, uma pessoa tá triste, tá com um problema sério, E às vezes tá sem rumo nenhum, tá passando ali e vê meio cara, com um sorriso no rosto, cantando, com uma camiseta escrita, pare de reclamar. Isso aí alegra a vida da pessoa, muda a vida da pessoa às vezes, em alguns momentos. Tudo é o foco que a gente dá. Quando você muda o seu foco, você tá no caminho da solução do seu problema.
Perfeito. Olha, tem várias pessoas aqui comentando. Aliás, muito obrigada pelo respeito de todos. A gente não está aqui, como é que eu posso dizer, aproveitando o tempo do Marcos, nem para falar bobagem e nem para fazer você perder tempo. Eu espero que esse tempo que o Marcos vai nos dar é um presente. e você está usando a sua energia para falar conosco. Então, muito obrigado pelo respeito de cada um de vocês e quem não tiver afim desse conteúdo, quiser afim de outro conteúdo, então fique à vontade. Marcos, você tem várias pessoas aqui comentando, né? Sou fã dele, cara maravilhoso e tal. Você quando disse que o médico te deu a expectativa de 30 anos de vida, hoje você tem quantos anos?
Hoje eu tenho 38 anos de idade.
Yes, muito bem. Yes, e você é um exemplo. Viveu recentemente uma experiência com o Tony Robbins, já quero que você conta isso, tá? Quero só trazer um pouquinho aqui, Simone dizendo, Marcos é meu mentor, que exemplo e tal. Então, eu quero dizer o seguinte pra você, Marcos. Com o que a gente está vivendo, uma série de pessoas está vivendo Uma série de adaptações, tendo que lidar com várias adversidades. E você é um cara que lida com a diversidade o tempo inteiro, né? Toda vez que eu te vejo, eu penso, gente, como é que ele costa o nariz? Como é que ele toma banho? Acho que é normal as pessoas terem essas curiosidades. E você tá sempre sorrindo.
É, eu sou feliz.
E aí? Eu ainda falei hoje, né, pro meu marido Tiago, eu falei assim, olha, Porque naturalmente a gente acaba reclamando de algumas coisas, né? Eu falei assim, olha, vai ter a live com o Marcos e vai ser super importante em divulgar para o maior número de pessoas porque se ele não reclama, quem somos nós para reclamar? Então eu queria que você trouxesse um pouco essa sua ideia que você já leva tanto tempo de pare de reclamar. Acho que cabe muito, muito nesse momento que a gente está vivendo a gente parar de olhar para o momento como um problema e ver como uma oportunidade.
Exatamente. Pessoal, o negócio é o seguinte. Bom, antes de eu responder essa pergunta, eu quero pedir para vocês cliquem nesse aviãozinho que vocês estão vendo aqui embaixo no Instagram e mandem para o máximo de pessoas que você puder. Para a galera estar aqui, ouvindo isso, se inspirando. Isso pode ajudar, às vezes, uma pessoa que está precisando muito. Então, compartilha, clica no aviãozinho. Segundo, esses coraçõezinhos maravilhosos que vocês estão mandando aqui. Continue mandando muitos coraçõezinhos. Eu adoro coraçõezinhos. Esse coraçãozinho é um monte. Compartilha mais e mais. mais para outra pessoa. Então, coraçãozinho e o aviãozinho. Beleza?
Então vamos lá.
A questão da reclamação, na verdade, principalmente nesse momento que a gente está vivendo, nas adversidades que estão surgindo, tem muita gente entrando em pânico, tem muita gente com medo, tem muita gente, alguns até desesperados já, e os reclamões de plantão, nessa hora, eles aparecem de monte. Mas qual que é o cerne aqui da questão? O segredo de tudo isso aqui é o foco. Ou seja, é aquilo que você busca preencher a sua cabeça. Tudo que você foca, expande. Tudo que você foca, aumenta. Se você só foca em coisas negativas, se você só foca em coisas tristes, você só vai atrair coisas ruins. Por exemplo, Tem uma amiga minha, eu tava conversando com ela, e aí, o que que tem de bom aí acontecendo e tal? E aí ela me fala dez coisas péssimas, animal, maravilhosa. Conseguiu fechar um negócio muito bom, não sei o que, e aí ela volta pra aquele monte de coisa ruim. Falei, meu, quando eu te perguntei o que que de bom aconteceu, eu quero saber de bom. Ou seja, o foco tava no ruim aqui. Então a gente tem essa oportunidade de sempre procurar mudar o nosso foco. Como? Primeiro de tudo, mantenha a sua energia num estado positivo, ou seja, lá em cima. Como? Fazendo as coisas que você gosta. Com certeza tem alguma coisa que você gosta de fazer aí. Pensa, uma coisa que você gosta de fazer, que não depende de dinheiro, que não depende de ninguém. Foca nisso. Na hora que você estiver ali querendo reclamar algum problema, muda o seu foco. Faça coisas que você gosta para te manter em um estado de alta performance, em um estado positivo. Então, você tem a solução de fazer coisas que gosta. Outro recurso que você pode usar, e eu bato muito nessa questão desde pequeno com as pessoas, com meus alunos, eu falo para eles, vocês têm que usar os recursos que estão disponíveis à sua volta. A gente sempre fica esperando soluções mirabolantes ou coisas extraordinárias, caras demais às vezes, mas é com o que tem ali do nosso lado que a gente vai resolver. E eu resolvi a vida inteira assim. Então use os recursos à sua volta. Outro recurso que você pode usar para manter a sua energia e mudar o seu foco é música. A música tem esse poder de mudar o nosso estado. Você pode sair de um triste para um radiante e alegre e em um segundo, pá, começou aquela música que te lembra aquele lugar, aquela cena. Enfim, uau, você tá lá num estado de alta performance. Ah, mas eu não sei que tipo de música que eu tenho que ouvir, enfim. Quer uma sugestão? Lá no aquele aplicativo de música lá, o Spotify, que é gratuito, você escuta a música lá. Tem uma playlist que chama Supere Seus Limites. Eu tô procurando lá.
Uau, que legal!
É, bem legal. E são músicas que me deixam no estado de alta performance. Então quando eu quero ficar no gás, eu boto essa playlist. Então tá aí a dica pra vocês também.
Repete qual é, Marcos.
Supere Seus Limites é o nome da playlist.
É sua playlist?
Isso, é minha.
Arrasou! Eu vou colocar já amanhã.
Yes! E com isso, a música também tem esse poder de alterar o seu estado. Outra coisa que vai bater, que tá batendo muito nas pessoas, eu falei há pouco, é a questão do medo. O medo porque muita gente perdeu o emprego, muita gente não tem a possibilidade de fazer o home office, ou seja, de trabalhar em casa, e a coisa tá feia e a pessoa não vê saída. Por quê? Porque a pessoa tá colocando no problema. E a gente tem que procurar a solução com o que a gente tem à nossa volta. Mas eu vou dizer um negócio pra vocês que talvez você não queira ouvir. Mas eu vou dizer assim mesmo. Você não tem problema. Você não tem problema. Você levanta de manhã, você pisa no chão, Você vê o sol nascer, por mais que nesse momento seja da janela. Você não precisa de ninguém pra te pôr roupa, pra te dar comida na boca, pra te levar no banheiro, pra fazer as necessidades básicas. O que você tem são situações. E todas essas situações, elas podem ser resolvidas. Todas elas. Beleza, agora eu tô com um problema, eu tô numa situação aqui, no emprego, não sei o que... Busca os recursos à sua volta. Agora é a hora de você investir em você. Agora é hora de investir no seu conhecimento. Agora é hora de você investir na sua saúde, de você cuidar do seu corpo. Não sei se você viu, Luísa, o videozinho que eu tô ensinando a galera a fazer flexão no chão. Eu fazendo exercício no chão. Eu também faço exercício. Se eu assim faço exercício, vocês também podem fazer exercício. Então, tudo depende de como a gente reage ao que tá acontecendo. Então muda o seu foco. Agora é hora de você cuidar de você e de quem você ama, das pessoas que estão ali junto com você. Se você não pode visitar um parente, faz uma videoconferência, igual a gente tá fazendo aqui, né? Mas mantenha isso, mantenha essa energia sempre lá em cima. Porque tudo é energia, né? Então quanto mais energia, mais energia positiva emanada, a gente vai passar mais rápido.
Com certeza. Marcos, quero, antes de fazer aqui a próxima pergunta, a provocação, quero agradecer a todos que estão aqui aproveitando esse tempo maravilhoso que você tá dando pra nós, especialmente uma terapeuta que eu amo de paixão, que é a Fê Fiorito. Ela tem uma técnica de EFT, que a gente vai liberando muitas coisas que estão nos angustiando. E você passou aqui para nós alguns recursos que também podem aliviar essas nossas angústias, elas são normais, né? Eu até gravei um vídeo agora há pouco, eu conversei com a psiquiatra Camila Magalhães e ela fala sobre alguns sintomas que são esperados em pandemia, sugiro até que depois se você puder dá uma assistida. Ou seja, se você já reconhece, se você tem bom senso em saber o que é uma pandemia, você não vai, como você falou, ficar reclamando de tudo. Hoje mesmo eu fiquei angustiada Aí o Thiago perguntou assim pra mim, você tá angustiada, né? Eu falei, tô Você sabe reconhecer? Eu falei, sim, é normal, da pandemia vai passar E aí quando você toma consciência então que é passageiro, como você falou, nós não temos problema Eu acho que essa frase que você colocou ela é fundamental, até porque Nós já sabemos o que nós temos que fazer para não desenvolver ou não pegar o coronavírus Agora, a nossa missão aqui, eu com você, é como é que a gente preserva a saúde mental até o novo normal chegar, até a gente poder circular aí livremente, né? A questão da reclamação, eu vou voltar nisso, tá? A gente tem um viés total pra negatividade, né? Como você falou da sua amiga, a gente tende a falar um pouquinho a coisa positiva, depois vai no negativo Quando você fala, muda o foco. Então, uma coisa é eu reconhecer o problema, outra coisa é eu me libertar desse problema Você como um treinador, você como um coach, o que que você diria pra quem tá aqui nos acompanhando? Porque vai tentar uma vez, não vai conseguir. A segunda vez não vai conseguir e vai tender a desistir. O que que você diria?
Nunca desista, galera. Não desiste. Vai, vai, vai. Procura outras alternativas. Usa aquilo que você tem à sua volta. O problema do foco, eu acho que ele é um selling aqui. Porque parece uma coisa boba, né? Como assim? É só mudar o foco. É um exercício diário e o seu cérebro é tipo um músculo, né? Você treina, treina, treina igual academia. E com o tempo as coisas vão ficando mais fáceis de você passar por essas coisas. Agora, você vai lá, reclama. As pessoas reclamam esperando que vão ter algum tipo de afago ou coisa da outra pessoa. Aí a outra pessoa, em vez de te afagar, vai lá e reclama também. Aí você volta e fica com aquela nuvem de reclamação. Então, se você tem uma situação E você vai encontrar uma maneira de seguir em frente. Todo mundo pode, só depende da gente. Então, mudando o nosso foco, mudando E jogando pra trás, a questão do medo. o nosso Como, Marcos? É legal, pensamento, a gente vem aqui, mudando conta uma história inspiradora pra vocês. Eu sei, mas no fundo todo mundo quer o nosso pensamento, mudando o nosso pensamento, uma pensamento. coisa chamada método, né? Como é que eu faço? É o passo a passo. É isso que o povo quer. Então, vamos lá. Como que a gente pode fazer pra lidar com o medo? Primeiro, o medo... Anota aí, galera. O medo faz parte do processo. Como assim? Não tem nada de errado em você sentir medo, porque o nosso cérebro, o cérebro do ser humano de dois bilhões de anos, esse cérebro foi criado para proteger você. Ou seja, quando você sente medo, você tem três opções. Um, ou você sai correndo. Dois, ou você congela. Ou três, ou você luta, ou você enfrenta. Primeira etapa era entender que faz parte do processo. E a segunda etapa é ir de encontro ao seu medo. Ir de encontro ao seu medo.
Conversar com ele, né?
Hashtag vai com medo mesmo?
É isso.
Então vá de encontro. Mas como assim o medo é maior do que eu? O segredo pra ir de encontro ao seu medo são pequenas ações. Pequenas ações. É o famoso ciclo do sucesso. O que é isso, Marcos? Vamos lá. Você tem aí papel e caneta, Isa, para fazer para a galera?
Eu estou escrevendo, Marcos, a pé para quem está chegando agora. Faz dez minutos que nós começamos essa conversa com o Marcos Rossi, um cara espetacular, que inspira a cada palavra. Convido a todos que depois procurem o livro dele, que é pela Buzz Editora, entrem nas redes. Tem a playlist no Spotify, já me perguntaram aqui, repete o nome da lista, supere seus limites. E no final da nossa conversa, eu coloco um resumo do que a gente falou e depois eu deixo a live toda disponível no YouTube, se o Instagram permitir, porque às vezes tá caindo, né, antes da gente salvar. Aí vai ficar tudo no YouTube, Isabela Camargo Real. Convido todo mundo pra ir lá, compartilhar, porque essa mensagem do Marcos é atemporal. É pra tempo de coronavírus e pra não coronavírus, tá? Então eu vou anotar aqui o que você tá falando.
Show! Então vamos lá. Lembra como vem seu medo? De encontrar o seu medo com pequenas ações. É o famoso ciclo do sucesso. O que é o ciclo do sucesso? Imagina assim, se você pudesse desenhar quatro quadradinhos numa folha, quatro quadrados, e você vai escrever no primeiro quadrado, potencial. Beleza? Potencial. O potencial do ser humano é o quê? Ilimitado, certo? O potencial do ser humano é ilimitado. Eu sou prova viva. Olha quantas coisas impossíveis eu consegui fazer. Então, potencial. Você acredita que você tem um potencial. Aí você faz o quê? Você tem uma meta, você tem um plano e aí você gera ação. Então no segundo quadradinho você vai escrever ação. E vai por uma setinha. Uma setinha do potencial até ação.
Beleza.
Você tomou ação. E aí isso gerou o quê? Um resultado. Então terceira caixinha, resultado.
Embaixo do ação, né?
Ceta pra baixo, ação. Resultado. E aí, uau, eu consegui, eu tive resultado.
O que aconteceu?
A próxima caixinha são as nossas crenças ou certeza. Beleza? Então põe crenças barra certeza na outra caixinha. E liga com a setinha pra lá. Então o que aconteceu? Eu tomei uma ação, eu tive resultado, isso aumentou a minha crença sobre mim, certo? O potencial é maior. E aí eu vou fazer o quê? Eu vou tomar mais ação. E aí você vai, de novo, mais resultado, mais crença. Isso nunca acaba, vira um ciclo. É o famoso ciclo do sucesso. Mas tome cuidado, pessoal, porque o ciclo do sucesso, ele também serve da maneira invertida. Por exemplo, você tomou uma ação. Você acreditou lá no seu potencial, você tomou uma ação, mas essa ação que você tomou, às vezes, não representou o seu potencial. Por exemplo, aquele cara que vendedor de forte em forte, o cara chega lá, bate na sua porta, e ele vira pra você e fala assim, e aí, você não quer comprar um negócio aqui hoje, não?
Desse jeito, não.
Ele tomou uma ação? Tomou. Mas ele teve o resultado? Não teve. E aí o que acontece? Você não teve o resultado esperado. Então a sua crença, ela vai aumentar ou vai diminuir? Ela vai ser diminuída. Então sua crença caiu nesse momento. E aí seu potencial, que você acha que é incrível, nessa hora diminuiu. E você vai tomar mais ação ou menos ação? Menos ação. E aí você vai ter menos resultado. E aí você vai ter menos crença. E você entra no ciclo do insucesso. Então... Vocês que estão aqui com a gente hoje, prestem bem atenção. Se você tomou uma ação e não gerou o resultado que você estava esperando, não desiste, não para. não para, vai pra cima, continua, põe sua energia, procura os recursos que você tem, as pessoas que você tem. Eu costumo dizer que se eu cheguei até aqui, um dos pilares de sustentação foi meus amigos, foi minha família, eles que eram os recursos da minha volta pra fazer tanta coisa. Imagina você surfar, subir numa prancha, e aí? E se por acaso eu caio? Tem uma galera sempre lá, um corredor de amigos no meio, um corredor de amigos no raso, e se eu virar, Eu sei que naquele 1 minuto que eu aguento prender minha respiração, alguém vai aparecer pra me pegar. Bom, pelo menos até hoje apareceram, mas espero que continue aparecendo. Enfim, aí você vai passar. Aí você vai passar a entender... Opa! Tô com medo. Tô na fase 1. Yes! Tô no caminho. Agora eu vou de encontro. Agora eu vou tomar pequenas ações. E quando você menos esperar, você já chegou lá, já atingiu. aquilo que você queria.
Marcos, perfeito. O ciclo do insucesso também pode ser o ciclo do insucesso dependendo de como eu colocar a minha energia nessa ação. Porque eu posso saber qual é o meu potencial, eu posso reconhecer então quais são as minhas características e na hora de agir em algum momento eu posso errar também na forma de agir e eu vejo isso, a vida é um eterno aprendizado, a gente Erra, acerta, erra, acerta e vai errar até a lição, igual a escola, até a gente aprender de verdade, só vai errar de novo. E a gente também tem que ter muita humildade em reconhecer quando uma ação, por mais que foi feita com vontade, entusiasmo e não deu certo, ou seja, também é desistir na primeira.
Não, não, não pode desistir. Eu sou exemplo vivo disso. Muitas coisas eu tentei e não deu certo na primeira. Pra vocês terem uma ideia, Eu toco em escola de samba há 21 anos. E a primeira escola de samba, eu tocava num bloquinho de carnaval, desde garoto, né? Com meus, sei lá, 15 anos mais ou menos, acho que era isso. É, 15 anos. E aí, um amigo do bloco fala, cara, você tá com a gente faz tempo, você toca legal, por que você não faz um teste numa escola de samba profissional? É, essas que aparecem na TV e tal, no sambódromo.
Por que não?
Por que não, né? Eu vou lá. E tinha uma grande escola perto da minha casa. Cheguei lá e pedi pra fazer um teste, porque pra você entrar numa escola de samba, você tem que fazer um teste na frente de todo mundo. Geralmente você vai tocar sozinho. E aí cheguei lá e pedi pra fazer o teste e o cara me deu, o mestre de bateria, me deu um não daqueles gigantescos. Ele nem deixou eu tentar, nem deixou eu fazer o teste. Ele disse não, porque a sua cadeira de rodas pode fazer a gente perder ponto no quesito evolução. bem evoluído ele, né? Mas o quesito é bonito, né? Que é a escola toda, passar na avenida no tempo e tudo mais. Enfim, eu costumo sempre dizer para os meus alunos que a gente tem que se colocar no lugar das outras pessoas sempre. É um exercício, não é fácil, mas tente se colocar no lugar dos outros. Se para ele isso era uma realidade, ok, eu aceito, eu respeito, mas qual era a minha meta? Não parar de E eu fui pra outra escola. Recursos à minha volta. Quantas escolas de samba existem no grupo especial? Nem que eu tivesse que fazer teste em todas elas. Eu fui pra uma grande escola, cheguei lá, pedi pra fazer o teste. O cara olhou pra mim e falou assim, você toca? Eu falei, toco. Interrogações se formaram na cabeça do cara. Aí ele falou, o que você toca? Eu falei, eu toco repique. Aí triplicaram as interrogações e ele falou assim, tá bom. Traz lá pra ele. A galera pôs aqui. Pra quem não entende como é possível eu tocar repique, mais uma vez, recursos da nossa volta. Eu uso fitas isolantes, então eu prendo a baqueta no braço com fita isolante, aquela de fio, a outra no outro braço, coloco no colo e toco. Fiz o teste, primeiro que assim, ele mandou todo mundo parar de tocar, apontou pra mim e falou assim, toca. Eu tive que tocar 30 segundos, que pareciam não acabar nunca mais. Mas quando eu terminei, ele olhou pra mim e disse, vai pro seu lugar. Então, tô no carnaval há 21 anos e hoje eu toco a maioria dos instrumentos e ajudo a molecada na escolinha de bateria pra quem tá aprendendo. Olha só, se eu tivesse tomado aquele não, a coisa não aconteceu do jeito que eu pus a minha energia, eu fui até a quadra, eu falei com o cara, não deu certo. Se eu não quebrasse o padrão, eu não teria realizado nada. Então você tem que quebrar os padrões, que se você parar para perceber, você vai ver que as histórias sempre se repetem na nossa vida. Então a gente tem que estar atento e não deixá-las se repetir. Então quebre o seu padrão para você poder ir em frente para o que você quer. E não para o que você não quer. Mais uma vez, o foco. Foca no que você quer, e não no que você não quer. Eu sempre falo para as pessoas com problemas, as pessoas estão com problemas, com situações, vivenciando esses medos, essas coisas. E aí eu falo para a pessoa, o que você quer? E as pessoas falam, não, eu não quero mais isso, eu não quero não sei o que lá. Não, não, não. Perguntei o que você não quer.
O que você quer?
Olha como é difícil fazer esse exercício. O que você quer? O povo só foca no que não quer. Então tudo depende do nosso fofo, da nossa maneira de encarar.
É isso aí, a mente cria problemas ou soluções, vai depender do comando que a gente der pra ela, não é? Marcos, antes de eu passar aqui pra outra, quando você fala sobre ciclo do sucesso ou do insucesso, isso você dá nos seus cursos, isso tá no seu livro, quem quiser se aprofundar mais nesse conteúdo encontra onde?
É, isso eu tenho um treinamento, um programa que chama SuperiOnline. Esse programa... SuperiOnline ao vivo. Não é um programa, não é um treinamento desses gravados que você assiste, ele é ao vivo comigo. E durante um mês eu fico com esses alunos, tipo, puxando a orelha diariamente. E a gente se encontra uma vez por semana, onde tem aula mesmo, então, com slides, com... com todo o conteúdo, a gente fala sobre autoconhecimento na primeira semana, na segunda semana a gente fala sobre metas, porque tem jeito certo de fazer meta, né Isaia? Não adianta você falar, eu quero um carro, eu quero uma casa e tal, mas como que você planeja isso? Como você põe? E você tentar viver uma vida sem planejamento, você não vai chegar também a lugar nenhum. Então, tem jeito certo de fazer meta. Por exemplo, eu quero um carro, uma casa, eu quero um milhão de dólares. É legal? É uma meta? É uma meta. É uma meta. Mas olha que diferença quando você tem uma meta e você tem o principal propósito. Por exemplo, eu quero um milhão de dólares. Mas eu quero um milhão de dólares... Marcos... E é isso que a gente trabalha. Propósito. Então imagina, você quer o dinheiro pra... pra ajudar a comunidade e tal. E você consegue. Você alimenta aquela comunidade. De repente, uma criança daquela não comeu. E aí vem todo mundo aí pra cima, não sei o quê. Fora a política envolvida nessa coisa toda, enfim. O que que vai fazer você continuar? Propósito. Então, a gente trabalha bastante nessa questão do propósito na segunda semana. Na terceira semana, é a noite dos relacionamentos. íntimos, então aqui, aqui o bicho pega. Porque aqui a gente vai falar sobre os relacionamentos íntimos, então assim, você vai entender porque que você faz as coisas que você faz. Porque que as histórias, às vezes você troca de parceiro, de parceira, mas essas histórias, elas se repetem, né?
Então você vai entender, você vai conseguir.
Julgar muito menos, né? E consertar e aparar as arestas aí que precisam ser aparadas. E na última semana, na quarta semana, é a noite da integração, onde a gente pega todo o conhecimento aprendido nas outras aulas e eu entrego uma ferramenta muito legal para que você possa seguir em frente dessa vez sem precisar de mim. Estou sempre aqui para vocês, mas você tem que voar sozinho. Então, o Superionline ao vivo, o link está lá na minha bio, é bit.ly barra superionline.
Pronto, tá feito o convite, agora são 10 horas, a gente tá conversando com o super, super, super Marcos Rossi. Eu já te falei uma vez, eu vou repetir, você é um cara que transcende tantos limites, tantas barreiras, que eu vejo você com pernas e braços, já te falei isso. E eu só vivi uma situação dessa com uma professora de dança do ventre que perdeu uma parte do braço toda, Ela, ao invés de se esconder ou usar roupas que fossem esconder essa parte do corpo que ela perdeu, ela se tornou uma professora de dança do ventre. Ela não tem um braço e ela fazia os movimentos assim com tanta leveza que eu via o braço dela. É inexplicável. Assim como eu também vejo você com braços e pernas. Mesmo pessoalmente quando a gente tá, pela sua força, pelo seu entusiasmo, é inexplicável. E aí aqui eu só desbloqueei, eu só bloqueei um pouquinho os comentários pra que as pessoas vejam o seu rosto mesmo, o seu sorriso. Já já eu volto com eles, mas muitos comentários realmente ratificando, reconhecendo isso que eu também vejo em você. Vou voltar para o assunto pare de reclamar. Você acha que nesse momento que a gente está vivendo, se a gente parar de reclamar vai ser mais fácil preservar a saúde mental? Ou seja, se eu sou uma pessoa reclamona, eu fico num estado muito doloroso, eu gasto energia e não faço nada. Então vamos repetir para quem está entrando agora o que significa reclamar na nossa vida, na nossa saúde, na nossa cabeça.
Galera, reclamar é você se manter num estado negativo, você atrair coisas ruins pra você. Tudo aquilo que você foca aumenta. Então se você visualiza coisas ruins, porque quando a gente tá falando, quando tudo que a gente põe pra fora, o nosso modelo de mundo, o nosso mindset tá ali. Então você tá criando essas imagens, né? É um fator que vocês têm que considerar e é uma ferramenta, pessoal, para parar de reclamar, que você pode usar diariamente na sua casa. Sabe o que é? Você pode fazer visualizações. Como assim, Marcos? O nosso cérebro tem o poder de construir imagens mentais. Então, isso é mais um recurso que você pode usar à sua volta para atrair o que você quer e parar de reclamar. Como que funciona isso? Se eu disser para vocês agora, Pense numa rosa vermelha. Ela tá aí. Agora se eu falar pra você, não pensa numa rosa vermelha. Ela ainda tá aí. Porque o nosso cérebro não sabe o que é o não. Então foca no que você quer e já visualiza coisas boas. para você atrair aquilo. Então, tudo que você põe agora nesse momento de dificuldade, nessa crise que a gente está vivendo, nessa pandemia, agora é a hora de você ficar de guarda na porta da sua mente e escolher muito bem o que você vai deixar entrar ou não dentro da sua cabeça. Olha só quanto conteúdo você tem. Olha quantas coisas você pode fazer, quantos treinamentos, quantos cursos, quantas lives diariamente de pessoas. Super influente, está aí a Isa fazendo um trabalho fantástico diariamente aí pra você. Pra você que está aí, pra passar por esse momento da melhor maneira que você puder. Então, segunda dica aqui, faça a sua parte. Faça a sua parte. Porque a sua parte, ninguém pode fazer pra você. Só você mesmo. Então se coloca num estado, tenta viver num estado maravilhoso. Um estado de energia. Tudo é questão, a felicidade é questão de escolha. A gente escolhe o que a gente quer pra nossa vida.
E somos prisioneiros dessas escolhas.
Exatamente. Você é prisioneiro das suas escolhas. Mas não quer dizer que por uma má escolha que você fez no passado, você vai ter que viver com isso o resto da vida. Você pode parar as arestas. Você pode quebrar o seu padrão. Você pode evoluir. É pra isso que a gente veio nesse mundo. Porque na vida todo mundo quer, o tempo inteiro todo mundo só quer resultado. Seja na carreira, com os relacionamentos, com a família e tudo. E relacionamento também, todo mundo quer resultado íntimo também, né? E resultado nada mais é do que o quê? Anota aí, mais uma fórmula matemática pra você. Resultado. Então é uma continha. Então é preparação, ok? Mais oportunidade, ok? Menos a voz interna. da reclamação, a voz do medo, a voz do si, si, si, si, si. Então, preparação, mais oportunidade, menos a voz interna. Preparação. Você nunca pode achar que você já sabe o suficiente. Você nunca pode achar que você é o bam, bam, bam. Ah, eu já sou um líder. Ah, eu já sou um gestor. Não precisa aprender mais nada.
Não.
Você tem que aprender sempre. Anota aí. O aprendizado nunca acaba. O aprendizado Nunca acaba. A gente sempre tem que estar evoluindo como pessoa, espiritualmente, enfim. Então, porque a oportunidade vai aparecer, e ela vem, e aí você não tá pronto. Então, se prepara, foca, foca, foca. E mesmo assim, beleza, eu posso estudar, posso ler livros, posso fazer treinamento, estudar. A oportunidade vem, e aí vem a voz do medo, vem a voz do si. E aí faz aquele processo que a gente falou. Um, entenda que o medo faz parte do processo. Dois, vá de encontro ao seu medo. Vá para cima do medo. Como que eu faço? Com pequenas ações e torne real aí o ciclo, o famoso ciclo do sucesso. Com pequenas ações que vão virando combustível para várias e várias outras realizações. Eu tive essa oportunidade de vivenciar essa fórmula do resultado na minha carreira. uma coisa extraordinária que aconteceu comigo, né? Poxa, você tá 12 anos no mercado, você já fala há muito tempo, pra você é moleza. Não, não é. Somos humanos, a gente vivencia as mesmas experiências. Claro que quando você treina, treina, treina, é mais fácil, você demora um pouco menos de tempo pra resolver. Mas todo mundo sente as mesmas coisas, porque somos humanos. Eu tive essa oportunidade de vivenciar essa fórmula do resultado. desde pequeno, me deram essa previsão de vida de 30 anos. E o meu pai, meu pai morou mais de 30 anos nos Estados Unidos e ele, quando veio para o Brasil, quando vieram para o Brasil e tudo, ele trouxe muito dos livros e dos mentores deles lá. E eu me lembro que na minha juventude, o meu pai, o mentor dele era o Tony Robbins, esse cara que a gente falou no início, o maior treinador do planeta, do tempo, tem uma palestra desse cara. Custa milhões. Esse cara treinou Dalai Lama, Princesa Diana, Bill Clinton, aquele cara que fez o Wolverine, o Jackman e várias outras celebridades. E outras pessoas como eu, assim como você. E ele treinou esse monte de gente, mas pra mim, o carinha do Brasil, não era uma coisa muito viável chegar nos Estados Unidos e fazer um treinamento daquele que o investimento é tipo 7 mil dólares um treinamento daquele. Só o treinamento. Fora a viagem, fora tudo mais. Tudo bem. A vida foi passando. Até que há 4 anos atrás eu assisti o filme Eu Não Sou o Seu Guru no Netflix. Eu Não Sou o Seu Guru. Tá de graça, lá pode assistir. Eles cobriram esse treinamento de 6 dias deles em Miami, e isso é uma empresa de investimentos. Beleza. Tô assistindo o treinamento no Netflix, com a minha esposa, e aí eu olho pra ela e falo assim, amor, já imaginou se um dia eu consigo num negócio desse? Nessa hora, o que eu fiz? Lembra? Visualização, o poder que a gente tem na nossa frente. Eu visualizei por mais que fosse naquela batida do coração, foi um segundo. Mas naquele momento, eu pus um sentimento naquilo. E eu vivenciei por milésimos de segundo, vendo aquilo, como se eu estivesse lá. Porque filme faz isso com a gente, né? Então a gente vive as emoções do que tá acontecendo e tal. E aí é o link pro universo te mandar as coincidências. Nesse filme, ele chama uma moça, né, que é brasileira e sofreu alguns abusos na infância. A Sol. E aí ele faz um processo que a gente chama de intervenção com ela. E ele faz a intervenção com ela, um processo onde ele vai na quebra, na ruptura, ou seja, quando aconteceu isso, na infância, enfim, e ele vai reconstruindo essa pessoa. E foi um momento muito emocionante. E quando terminou, ele é emocionado, abraçou ela e falou, eu quero te dar um presente, eu quero te dar um curso pra você aprender isso e ajudar pessoas que sofreram por esses abusos e tal. Beleza. Olhei pra minha esposa e falei, uau, já imaginou se por um milagre eu estivesse num evento desse, conseguisse compartilhar um pouquinho da minha história ou o que o Tony fez na minha vida.
Beleza.
Vida seguiu. Passaram-se alguns anos. Em 2018, 2018 o Tony veio a primeira vez pro Brasil e os ingressos fizeram assim.
Acabou.
Eu não consegui o meu ingresso. Um dia antes do evento eu tava fazendo uma palestra lá em Recife e aí o meu empresário, Anderson Cavalcanti, né, o dono da bus, me ligou e falou, Marcos, você toca em escola de samba, né? Falei, toco. Você canta? Eu falei, canto. Então, o pessoal do Tony tá precisando de uma bateria da escola de samba pra fazer uma abertura lá antes dele entrar no palco. Cê topa tá lá? Amanhã. Pessoal, lembra da fórmula. Lembra da fórmula. Resultado. Que que é? Preparação. Eu tava preparado porque há 21 anos eu toco. Eu tenho uma palestra que eu levo nas empresas e eu levo a bateria junto comigo. Todas minhas maluquices no palco. Então eu tenho um time montado a hora que eu precisar. Ok. A oportunidade veio. Preparação mais oportunidade. Mas aí veio a voz do medo, a voz do si, a vozinha. Porque a nossa mente manda ela. Seu cérebro quer te proteger. E aí, o que eu fiz?
E se eu for e não conseguir tocar, qual foi o seu medo nesse caso?
O meu medo era os caras não aparecessem. Que pode acontecer. Imagina se a bateria não chega. Eu tava lá. O que mais eu tinha medo? O Tony gostava de uma música que chama Aquarela do Brasil. Brasil, meu Brasil, brasileiro. Essa letra tem um quilômetro e meio de extensão. E não repete nada. Não repete nada. Não é canta, canta, retrão, canta, canta, retrão.
Não.
E aí eu não cantava essa música e eu tinha 24 horas pra decorar a música. Então qualquer outra pessoa podia falar, ah, eu não canto, não vai dar, desisto. Lembra? O medo bateu e eu falei, opa, faz parte do processo. Dois, agora eu vou de encontro e vou tomar pequenas ações. Eu virei pra ele e falei assim, beleza, conta comigo, eu vou estar lá amanhã, mas eu só tenho uma pergunta. Quantas pessoas vai ter lá? E ele disse, ah, nada que você não está acostumado. Falei, tá bom. Quando eu cheguei lá no dia seguinte, tinha 11 mil pessoas naquela plateia.
Uau!
Eu fui, deu aquela tremedeira, Cheguei, fiz o meu trabalho, cantei, toquei o BRP, que foi um momento muito emocionante. Depois disso, no backstage, eu tive a honra de conhecer o Tony. Fui lá no camarim.
Eu tava lá assim quando ele te abraçou.
Você tava lá, você tava lá então. E aí quando eu cheguei no camarim, ele ajoelhou. E a primeira coisa que eu falei é, levanta pelo amor de Deus. E ele falou, todos nós somos iguais, ou seja, ele ajoelhou pra manter, ficar de igual pra igual, não olhar de cima pra baixo. E aí, ele falou assim, ele pôs a mão no meu coração, no meu peito, e disse, a sua missão é linda, seu mindset é diferenciado, eu quero te dar um presente. E eu falei, oh meu Deus, eu vou morrer. Hashtag caí da cadeira. Ele falou, eu quero que você vá como meu convidado no encontro com o destino. É um treinamento que eu tenho em Miami. Aí eu tipo, é aquele do Netflix, né? E ele falou, é. E ele me deu o treinamento que custa 7 mil dólares em Miami. São seis dias. 16 horas de treinamento é muito impacto. Fui, milhões de chaves viradas na minha cabeça. E aí, o que aconteceu no último dia? Ele pergunta para as pessoas, ele costuma andar com a galera, e ele pergunta quem quer compartilhar o que aprendeu, qual foi a maior sacada, qual era a sua antiga história, qual é a nova. E aí, gente, se nem no restaurante, quando eu levanto o bracinho, o garçom vê. Imagina se o Tony ia ver do pau. Mas, quando a gente tem uma meta, a gente tem que fazer acontecer. Como? recursos à nossa volta. E o que eu fiz? Eu e um grande amigo meu, o Maurício Patrocínio, que estava lá também, palestrante, escritor da Buzz também, ele estava lá comigo e ele falou, Marquinho, vamos lá que a gente vai dar um jeito para você compartilhar. E a gente estava na primeira fila ali, quer dizer, na verdade, eu estava ali na primeira fila no corredor, porque a primeira fila eles pagam, tipo, 80 e tantos mil dólares pra estar ali. Eu não era Platinum, né, que é a galera que senta ali na frente, mas eu trago a minha cadeira de casa, então eu sento onde eu quiser. Então lá estou eu, com meu celular ali na frente, e na hora que ele pergunta quem quer compartilhar, o meu amigo e eu, a gente conversa com a galera toda da primeira fila, e o Maurício fala assim, vamos ajudar ele a compartilhar? E aí todo mundo, quando ele olhou, tava apontando ele, ele, ele, ele. E aí ele fala, eu quero chamar meu amigo do Brasil. E aí, quando eu peguei o microfone, quer dizer, não peguei porque não dava pra pegar, mas enfim, quando me deram o microfone, eu falei, Tony, eu sou do Brasil. E no Brasil a gente tem uma média de um filho e meio por casal, por família. Muito prazer, pessoal. Eu sou o meio. Nossa, todo mundo arrachou o bico. O Tony deu aquela risadona de monstro dele. E aí, foi a sua sacada aqui. Falei, Tony, o meu maior aprendizado aqui foi sobre a minha pergunta primária. Pessoal, o que é a pergunta primária? Pergunta primária é uma pergunta subconsciente que você faz a vida inteira. A vida toda você se faz essa pergunta todos os dias, inconscientemente. Em alguns momentos ela te leva para o processo, e em outros momentos ela te derruba. Para algumas pessoas a pergunta primária pode ser, o que eu tenho que fazer para as pessoas gostarem mais de mim? Por exemplo, tem gente que vive querendo agradar, agradar, agradar, e às vezes acaba se anulando no processo. Outra pergunta primária muito conhecida, será que eu sou bom o suficiente? Tem gente que vive batendo essa pergunta na cabeça. E aí não age. Aí não faz. Então, tá aí a outra pergunta. Lá, a gente aprende a definir a nossa antiga pergunta primária, que a gente chama de antiga, porque lá você redefine para uma nova, dali pra frente. Então, na hora que eu tive a oportunidade de compartilhar, falei, a maior sacada que eu tive aqui foi minha pergunta primária. Porque quando eu nasci, me deram uma previsão de vida de 30 anos de idade. E hoje eu entendo que a minha pergunta primária sempre foi Como eu posso aproveitar a vida com o pouco tempo que me resta? 30 anos. E ele olha e fala, quantos anos você tem agora? E na época eu tinha 36. E eu falei, 36! E aí todo mundo... E aí nessa hora o DJ dele é muito bom. Ele sempre coloca uma música que tem a ver com o assunto que tá sendo falado. E ele começa a tocar aquela música... Tonight we are young. Que quer dizer, hoje à noite nós somos jovens, né? Então eu boto fogo no mundo. Uau, foi muito emocionante. Todo mundo chorou, eu chorei, o Tony chorou. Ele veio, me abraçou e disse... Eu quero te dar um presente. De novo? Quase morri de novo. Eu quero que você aprenda o que a gente faz aqui. Eu quero que você leve isso e ajude as pessoas no Brasil. E ele me deu uma formação completa. Todos os treinamentos deles. 5 mil, 7 mil, 10 mil dólares. Eu tenho viajado muito lá pra fora pra aprender tudo isso. E daí surgiu essa ideia do UPERI. Porque eu falei, o que adianta eu aprender tudo isso e eu só faço palestra em empresa? Como é que eu vou trazer pras pessoas que, comum, que não tem condição de fazer um negócio desse? De vir até aqui. E eu tinha medo, Isa. Eu tinha medo desse mundo do online. Eu falei, como que eu vou fazer esse negócio? Eu não sei fazer esse negócio e tal. E aquilo que você falou, às vezes você faz e não dá tão certo, né? E eu comecei... Eu me lembro que a gente fez um exercício que você escrevia uma carta lá no Encontro com o Destino pra você mesmo. E aí essa carta era datada de seis meses, um pouco mais de seis meses. E eles ficavam com a carta, postavam ela no correio pra você. Eu recebi minha carta. 95% do que eu escrevi aconteceu. E eu me lembro que, eu não lembrava de ter escrito isso, mas tava escrito lá, que eu ia encontrar uma maneira online de devolver isso pras pessoas. E aí, eu inventei esse negócio, esse programa do Superi. Minha primeira turma tinha só quatro alunos.
Qualquer um ia falar, não vai dar certo.
Isso aí não é pra mim não. Vou voltar a fazer minhas palestras na empresa e tudo bem. Eu falei, não, eu vou tentar de novo, eu vou tentar de novo, eu vou tentar de novo. E agora a gente tá iniciando, agora dia 14, a próxima turma do Supere, a nona turma do Supere. Eu já tenho ido no Japão, na Suíça, em tudo que é lugar, e assim, é uma grande missão, e eu tô podendo devolver pras pessoas. Eu quero aproveitar e já deixar de presente pra vocês hoje, um presentaço aqui, galera da Isa, galera aqui da Isa, beleza? Durante o Enquanto Pedurar, essa live ou enfim, vocês vão ter 60% de desconto no treinamento Supere online.
Uau, 60%!
Isso, eu sei que você é uma amante aí do aprendizado e tudo, e eu queria te dar de presente se você quiser fazer parte do Supere. Não sei quantos treinamentos do Tony você teve a oportunidade de fazer lá fora, mas... Nenhum, imagina! Então tá, vou te dar de presentão pra você, vai ser uma honra, eu sei que você vai contribuir pra caramba com a galera também.
Marcos, eu não sei nem como te agradecer. Na verdade, eu aceito presente, farei e eu como jornalista, a minha missão é aprender para compartilhar. Então tudo que eu aprender, eu compartilho e não só dou crédito, mas assim, às vezes a gente repete tanto uma informação e às vezes a gente até pensa, ah, eu já falei tanto disso, né? Não, preciso falar mais, todo mundo já está sabendo e não. O que a gente fala é um assunto inesgotável. As pessoas estão em sofrimento mental, estão precisando de ajuda e às vezes, nos caminhos que já tentaram, não deu certo, então precisamos buscar outros caminhos Eu sim preciso de ajuda por várias coisas e vou, então, superonlinealvivo.com, Marcos Não, não, é.
Bit.Ly, sabe aquele encurtador de texto?
Ah, tá no bio, tá no bio.
Tá na minha bio, lá do meu Instagram. Ou qualquer coisa, galera, se tiverem qualquer dúvida, manda um direct que eu mesmo que respondo minhas redes sociais. Mesmo sem dedinhos.
Olha, o Marcos é um negócio, gente, dá vontade de morder, sabe, com todo respeito. O meu marido tá aqui do lado, seu esposo também tá aí, com todo respeito. Porque você é um cara muito inspirador. Eu sei que eu tô chovendo no molhado, mas é isso. Muitas pessoas aqui mandando um milhão de palminhas e o Daniel Nakamura que tá aqui é um amigo de muito tempo, venceu um câncer muito grave e ele disse mais cedo, né? Somos criados pra dar certo E queria finalizar então aqui essa nossa conversa, porque daqui a oito minutos o Instagram vai derrubar a live, como se não houvesse o amanhã. Eu queria então dizer assim, você, Marcos, nasceu pra dar certo e você nasceu pra nos inspirar também a dar certo. Eu espero que você sempre tenha, que você sempre realize tudo aquilo que você pensa. Sabe, se você pensa coisas boas, você realiza coisas boas, depois você multiplica essas coisas boas, não é? Muitas pessoas emocionadas aqui, como eu. Outro dia a gente tava fazendo uma outra entrevista, eu chorei e queria, então, dizer que tudo que você fala, eu vou fazer um resumo de deixar aqui, vou também depois subir lá para o YouTube e ir colocando esse grande presente que você nos deu, 60% de desconto para as pessoas que estão assistindo. Precisa colocar algum código?
Não, não. Ela clicando lá, ela já vai conseguir acionar por conta do nosso bate-papo. Mas manda um direct, qualquer coisa eu respondo também.
Pronto.
Eu queria, só para fechar aqui, eu queria... Agradecer primeiro demais a você. Te dar os parabéns pelo trabalho que você sempre fez. Eu sempre fui seu fã, desde a época da TV e tudo mais. E dizer que, assim, é muito lindo o trabalho que você faz com essas pessoas, porque você mostra que você é humana, né? As pessoas acham que quem tá na TV, quem tá, enfim, são... Ah, não tem problema, as coisas não acontecem. E você ensina as pessoas a Darem a volta por cima e enxergarem uma maneira diferente de ver a vida. Porque o mais importante, pessoal, se tem uma das coisas que eu aprendi com o meu mentor, com o Tony Robbins, é uma frase, anota aí, a vida, ela sempre acontece para você e não com você. Então, toda vez que você fica pensando, por que comigo? Por que tá acontecendo isso comigo? Não, não. É para você. A vida é para, é um presente, é uma bênção. Hoje, eu sou grato a Deus por eu ter nascido com esse corpo, porque eu entendo o tamanho da responsabilidade e eu entendo a minha missão nesse mundo. Eu escolhi, eu acredito que lá em cima de vir, eu escolhi vir assim. Então, quando você estiver vivendo algum problema, alguma situação, pensa nisso. A vida acontece para você e não com você. Muito obrigado, Iza, pela oportunidade de estar aqui.
Ó, nesses próximos minutos, pra quem perdeu, vou repetir, tem resumo aqui, depois vai pro YouTube. Marcos, a sua camiseta Pare de Reclamar nunca vai sair de moda, né? Como é que você encerraria, então, essa nossa conversa?
Gente, o tempo na sua vida, ele passa muito depressa. E quando você menos esperar, já foi. Já tamo em outro ano. Já tamo na Páscoa. Parece que foi ontem que a gente tava lá, fazendo planos, fogos, e agora tomou aqui.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








