Live com o Sr. GENTILEZA Luiz Gabriel

Isabela Camargo talks with Luiz Gabriel, known as Senhor Gentileza, about kindness and its effects on personal and societal well-being. They explore emotional intelligence, spirituality, and how kindness shapes both professional and personal life.
Chapters
Olá! Olá! Bom dia! Como vocês estão? Em vários lugares do país. Sejam muito bem-vindos. Estou colocando aqui já o tema da nossa live dessa manhã. Deixa eu fixar aqui o comentário. Hoje nós vamos falar sobre gentileza. Eu tenho procurado trazer temas bem inspiradores, bem leves, nos feriados, finais de semana, E que bom saber que vocês estão aqui nesse feriado. Caroline Figueiredo, bom dia, Amaro, Regina Sandra. Eu tenho vontade sempre de mencionar o nome de cada um de vocês. Então sintam-se abraçados, beijados, com máscara claro. E obrigada pelo tempo de vocês. No meio de tantas lives, vocês escolheram a minha. Então eu espero que, ao final dela, vocês saiam melhores do que estamos começando. Vocês aprendem. Hoje a gente vai conversar com o Luiz Gabriel, que é o Senhor Gentileza. A gente vai entender quais são os poderes dessa virtude tão boa e que nos destaca no meio da multidão. Quem é gentil, você sabe, ele é visto de uma outra maneira, ele interage de uma outra maneira e com certeza tem consequências que nós vamos saber mais detalhes agora com o Sr. Gentileza. Deixa eu ver se o Luiz já está aqui para a gente poder dividir tela. Já está aqui, Sr. Gentileza. Que alegria de poder falar sobre isso neste feriado de 21 de abril. É curioso, porque tira dentes. Agora vamos falar do Sr. Gentileza. Tudo bem, querido?
Tudo bem, tudo bem. Seja bem-vindo à minha vida também, à vida da gentileza, ao amor, à solidariedade.
É isso mesmo. Luiz, você está falando de onde? De que cidade?
Nesse momento, estou na minha cidade, que é Niterói. Estou em Niterói, no Rio de Janeiro.
Então pronto, Conexão Rio de Janeiro-Paraná, estou aqui no interior E fico muito feliz por você ter aceitado o meu convite E olha que curioso, quando eu estava me preparando para entrar nessa live Eu sempre peço inspiração do universo para que eu realmente faça perguntas que ajudem o maior número de pessoas E fiquei pensando, todo dia 21 de abril, Luiz, eu penso sobre Tiradentes e o que ele fez lá atrás para brigar por um respeito, para brigar por uma valorização que tinha a ver com os impostos E ele foi encarado como doido por muitas pessoas, como maluco E eu vejo também que quando nós buscamos notícias positivas, um viés mais positivo, algumas pessoas também olham para nós como malucos Não sei se você viveu isso na sua vida Eu.
Vivo isso todos os dias, na verdade. Sempre que vai cair, por exemplo, um post no Instagram falando de gentileza, ou no Facebook, enfim, eu sempre penso, meu Deus, o que será que vem aí? Do que eu vou ser chamado dessa vez? Agora, a minha paga, Isabela, nesse período tão doloroso, difícil para todos nós, é que a gentileza está sendo vista, na verdade, como um gesto muito nobre, como um predicado indispensável pra que a gente passe, né, por esse período tão doloroso e tão novo pra gente de uma forma mais saudável. Então, essa tá sendo a minha paga, né? Pessoal, que beleza, meu Deus. Nunca se falou tanto em gentileza, nunca se exaltou tanto algo que é natural da gente, que a gente já nasce com ela. Então, loucuras de loucuras, sejam gentis o tempo todo, porque é isso que está salvando muita gente no mundo inteiro.
Perfeito. Quero agradecer aqui o Comunicar Acessoria, que é da Bahia. A irmã Maria Goretti, a irmã Maria Goretti, ela fala assim, Luiz, a gentileza tem o poder de transformar. Antes da gente falar sobre os poderes da gentileza, eu queria que você contasse como você passou de Luiz Gabriel para o senhor Gentileza.
Olha, na verdade, não foi de propósito, não é um apelido, vamos dizer assim, estratégico, que muita gente pensa, né? Ah, mas é de propósito, que é pra poder divulgar o trabalho dele. Não, não foi. Eu já estudo gentileza há uns 20 anos, né? Então, a gentileza... Há uns 20 anos que eu estudo gentileza, né? A gentileza, ela chegou na minha vida, pra contextualizar pra quem tá assistindo a gente, Ela chegou na minha adolescência, porque aos 15 anos de idade, para poder fazer um curso pré-vestibular, eu fui vender cafezinho nas ruas do Rio de Janeiro, do centro do Rio, para juntar um dinheiro, para ter um dinheiro para poder pagar o curso pré-vestibular. E nessa época, nas ruas, eu saía daqui dessa casa onde eu estou fazendo essa transmissão com você, eu saía daqui, eu pegava ônibus às 3h45 da manhã, disse hoje das 6h. de segunda a sexta pra ir pro centro do Rio pra poder vender cafezinho. E nesse período eu convivi com uma pessoa muito especial que é o falecido José Datrino, mas ele era conhecido como Profeta Gentileza. Ele já era, lógico, tido como louco naquela época. Imagina década de 60, 70, 80, início de 90, alguém propagar a gentileza, dizer que gentileza um dia salvaria a humanidade, né? E eu e eu convivi com ele, né? Na verdade eu não tive uma relação com ele, né? A gente não tinha nenhum tipo de amizade, era simplesmente um cara doidão que ficava nas ruas gritando, gentileza gera gentileza, o homem do futuro é o homem gentil, né?
Uau!
Pois é. Então, o tempo foi passando, eu consegui fazer faculdade, eu me formei, eu fui para as especializações. E quando eu fui para o mestrado, em educação, eu me lembrei dele. Eu me lembrei daquelas frases dele. Gentileza gera gentileza. É a frase mais conhecida dele. Não é minha essa frase. E eu migrei os poemas dele. para as minhas pesquisas acadêmicas, ou seja, educação no trabalho, que foi o meu foco, com gentileza. Se as pessoas adotassem a gentileza como um status quo, como um modo de vida no ambiente profissional, tudo se transformaria. E o tempo foi passando, Isabela, foi só realmente pesquisa acadêmica, eu não tinha pretensão nenhuma, não tinha intenção nenhuma. E comecei a escrever num blog super amador, nada profissional.
2000 e quanto?
Isso foi final da década de 90, na virada para 2000. Aí eu comecei a escrever no blog, a internet não era tão difundida assim, quase ninguém tinha acesso ainda, enfim. Mas tinha uma leitora que lia, que seguia as loucuras que eu escrevia, do interior do estado do Rio, de uma cidade chamada Barra Mansa, a Ana Roberta. E a Roberta não achou o meu nome no blog, Luiz Gabriel, e fez um comentário com Senhor Gentileza. Olá, Senhor Gentileza. E as pessoas que vinham depois continuaram me chamando de Senhor Gentileza. E o tempo foi passando e eu continuei estudando a gentileza e os impactos da gentileza na vida da gente, na sociedade, na família, na rua, enfim. Até que eu lancei um livro chamado Gentileza no Trabalho, que é o resumo da minha dissertação de mestrado, de uma forma, uma leitura mais simples e acessível às pessoas, menos técnica. E eu fui para um programa de televisão, E lá no programa de entrevista, lá no GC, ao invés de colocar o meu nome Luiz Gabriel, colocaram Senhor Gentileza. Aí ficou, né? Aí ficou. Mas você sabe, esse apelido, ele é uma grande responsabilidade na minha vida. Por quê? Porque as pessoas olham pra mim e falam assim, nossa, mas você não é o Senhor Gentileza, né? Então, assim, eu não posso... Eu não posso ter um momento de raiva. Eu tenho que pensar duas vezes antes de ser... Porque os gentis... Olha só, só para desmistificar, Isabela. Os gentis são humanos. Então os gentis sentem raiva. Os gentis têm vontade de se agrosser com alguém. Mas a gente se controla. é o autocontrole. Então, então o apelido na verdade é isso, não não era uma marca, foi muito por acaso, né? Foi realmente o universo, ele conspirando pra que alguém fizesse esse trabalho dessa continuidade de de promover, divulgar assim uma cultura de paz pra humanidade, né? É através da prática da E a gente está vendo aí o resultado.
Com certeza. Luiz, deixa eu dar uma defendida em você e já complementar a sua fala quando você diz, eu tenho esse apelido e eu sei o peso que ele me traz. Toda vez que eu faço aqui uma live com um monge, um terapeuta, alguém que conduz uma meditação, Minha primeira pergunta pra essa pessoa é, você sente estresse? Você também passa raiva? E foi unânime, tá, gente? O Tadashi Padomoto, o Satyanata, o aplicativo Positiva, ou seja Todos somos seres humanos. Quando eu falo sobre preservação de saúde mental, autocuidado, isso não significa também que eu consigo fazer tudo 100% porque nós somos seres humanos, mas o fato de você já ter despertado para a sua missão e saber o que te faz bem, aí te deixa em alerta, né? Deixa em alerta.
Olha, mas tem uma técnica, eu ia deixar só para o final, mas deixa eu falar para o pessoal que está assistindo a gente, Uma técnica de como ser gentil em momentos difíceis. Eu tô falando daquele momento que você tem vontade de devolver uma grosseria com outra grosseria. Que a sua paciência já estava no limite, já estava, mas veio alguém com a gota d'água. Então existe uma técnica muito eficaz de como ser gentil em momentos difíceis e com pessoas grosseiras. O primeiro passo. Contar até 10. Conte até 10. Mesmo que esse 10 seja só 3. 1, 2, 3. Segundo passo. Isso. Respirar fundo. Segundo passo. Respirar fundo. Respire. Se for preciso, você volta ao primeiro passo, que é contar até 10. Mais uma vez. Respira fundo e quando você estiver pronto, você vai para a terceira e última etapa. Essa etapa é indispensável para o nosso bem-estar emocional, para a saúde de quem está à sua frente, para o bem-estar de um coletivo e às vezes da humanidade. A terceira etapa é se lembrar de um mantra, de uma frase. Com pessoas legais, seja gentil por amizade. Com pessoas grosseiras, mal-educadas, toscas, brutas, seja gentil por caridade. Se por acaso a sua dose de caridade também estiver esgotada, seja gentil por piedade, porque a gente oferece aquilo que a gente pode e quem acredita numa e quem acredita numa cultura de paz, quem acredita na gentileza, quem acredita na generosidade, na solidariedade, né? Ensina através de exemplo, sendo modelo, sendo referência, né? A guerra, né? Ela só leva a guerra. A paz só pode ser promovida com paz, jamais com Jamais com mau humor, com pessimismo. Então, a gente tem que pensar que nós somos a referência. Se a gente quer transformar tudo ao nosso redor, a gente deve ser o primeiro a começar. Então, sou eu. Por mais difícil que seja.
Perfeito. Primeiro passo, então, contar até 10. Segundo passo, respirar. E o terceiro passo...
Lembrar da frase.
Eu estou lidando com pessoas legais, então eu serei gentil por amizade, certo? Se eu estou lidando com pessoas grosseiras, eu posso ser gentil por caridade E se eu também já estiver no limite, mas tenho que lidar com alguém grosseiro, ser gentil por piedade. É isso?
É isso mesmo, é isso.
Eu depois coloco um resuminho aqui e subo tudo lá pro meu canal no YouTube, dá um tempo por Isabela Camargo, tá? Então, quem não pegou os três passos pra ser gentil em tempos difíceis, depois eu deixo um resuminho aqui.
É amor por amor, né? Paz por paz. Seja você, se gentileza é um caminho, por favor, corra.
Corra nele.
Corra, né? Gentileza é um ônibus, senta na janela. Senta na janela, seja você a referência. E olha, seja conhecido pela sua gentileza e tenha orgulho disso. É muito feio, a gente está no século XXI, a gente está passando por um momento tão inesperado, tão inédito para a humanidade. É feio ser conhecido pela sua grosseria, pela sua falta de educação, pela sua falta de compostura, eu não tô falando de etiqueta não, eu tô falando de simplicidade, porque gentileza é simples. A gentileza não exige nenhum tipo de requinte, nenhum tipo de refinamento. Olha, Isabela, deixa eu contar pra você e pra todos vocês uma história que eu ouvi do Cortella. Eu tive o prazer, o prestígio, de fazer uma palestra no mesmo palco com o Cortella alguns anos atrás em Goiânia.
Ele é demais.
Ele falando, é lógico que a gente para para ouvir o que o Cortella está falando, ele estava dando o exemplo da gentileza e da falta de gentileza. Então é assim, ele foi tomar água uma vez na casa de uma pessoa muito simples. Ele pediu um copo de água e veio aquela senhorinha muito humilde, com um copinho de ferro daquele antigo, sabe? Daquele antigo, todo amassadinho, mas todo areado. Ela areava com areia, sabe? Chegava a se ver, você podia se ver no copo. Ali tinha água. Então, ele fala do poder da simplicidade, daquilo que você pode oferecer. Naquele momento, aquela mulher Fiz o melhor pra ele.
Perfeito.
Fiz o melhor. É por isso que ele também diz que hoje eu sou a melhor versão de mim. Não é assim? Então assim, que a sua versão hoje seja muito melhor que a de ontem e que a gente possa aprender com tudo isso e entender de uma vez por todas. Somos responsáveis pela transformação da humanidade, né? Não do mundo, porque o mundo é maravilhoso. É a gente que tá estragando tudo. É a gente que veio estragando tudo nesses séculos e séculos. Então seja conhecido pela sua gentileza e tenha muito orgulho disso.
Pra quem chegou agora, há 20 minutos eu comecei uma conversa incrível com o Luiz Gabriel, o senhor Gentileza, que estudou... Eu queria até perguntar pra você, Luiz, você estudou a Gentileza como tema em que faculdade?
Então, na educação. Na verdade, eu sou graduado em turismo. Eu fiz o curso pré-vestibular pra poder ir pra universidade pública e estudar engenharia civil. Consegui, consegui, mas durante o curso de engenharia eu descobri que não era a minha vocação. Que eu não seria feliz, que eu não seria feliz calculando cimento. Não, gente, pelo amor de Deus.
Isso não.
Não. E eu descobri a faculdade de turismo. Me apaixonei por aquilo e fui estudar turismo depois. Me formei. Mas a educação, ela sempre fez parte da minha vida porque minha mãe é educadora, E eu cresci ouvindo a minha mãe falar de educação. A importância da educação. Minha mãe era professora. Hoje ela é aposentada. Então eu cresci num lar com uma pedagoga, uma professora, falando de educação. E sempre dizia que a educação era a base de tudo. E quando eu fui para a educação corporativa, ou seja, já no estricto senso, eu fui estudar educação para o trabalho, Eu entendia, eu já estava entendendo que as relações no trabalho não eram nada legais, não eram nada legais, porque resiste até hoje a competição, a competição ainda resiste, mas a colaboração, a cooperação que hoje está sendo pensada pelos recursos humanos, pela sociedade como um todo, pelos líderes, não só líderes empresariais, mas como líderes religiosos, líderes de movimentos solidários. A colaboração é a cereja do bolo. Ela é a cereja do bolo em qualquer relação profissional. E eu pensei assim, mas gentileza, A gentileza tem tudo. Aí veio à mente a minha proximidade com o profeta Gentileza. Falei, caramba, será que aquele cara, lá desde a década de 60, já não tinha entendido? Ele já tinha entendido. E ele foi extremamente... Ele foi chamado de louco, de lunático, principalmente, durante a época do 92, no Rio. Não sei se você lembra que ele ficava no aterro do Flamengo com uma placa escrito gentileza gera gentileza, sozinho. Aquela imagem rodou o mundo. Rodou o mundo.
Ô Luiz, é muito curioso porque as coisas vão se encaixando. Você falou, nunca falamos tanto sobre gentileza, nunca falamos ou fizemos tantas atitudes, ou seja, nunca vivemos tanta solidariedade Eu compartilho da sua ideia Porque como eu falo sobre saúde mental já há dois anos Parece que agora também todo mundo lembrou que tem cérebro E que este cérebro é o nosso órgão e dentro tem a mente Então se eu quero manter a minha mente saudável, eu preciso fazer a minha parte Que é como você disse, se eu esperar tudo cair do céu, nada vai mudar A humanidade não vai mudar, porque aí um vai ficar esperando o outro fazer e ninguém faz nada Então se eu começar essa reforma íntima e não esperar nada de ninguém eu entendo que os resultados serão muito melhores. E quando você fala sobre gentileza no trabalho, eu já quero te fazer um convite, porque na semana que vem eu vou fazer uma semana inteira de lives só sobre o futuro do trabalho. Então eu vou conversar com o presidente do Google, a dona Luísa Trajano, futuristas que vão falar sobre os dados, sobre o que vai acontecer, e já quero te convidar porque A Marta Gabriel, que é uma estudiosa digital, ela já disse o seguinte, a única maneira da gente sobreviver com saúde mental, com qualidade de vida e satisfação pelos talentos que nós temos no futuro, com tanta tecnologia, é o desenvolvimento das soft skills E isso na tradução a grosso modo é as suas habilidades emocionais Porque nós já sabemos que quando eu desenvolvo a minha emoção, essas habilidades mais sutis, mais simples, como você disse A minha convivência em grupo é muito melhor E aí pra finalizar, pra passar a palavra pra você Eu tenho procurado também não devolver a grosseria, como você falou Porque aí eu também não estou aproveitando a oportunidade de me reformar Então quando uma pessoa vem com você com grosseria e você devolve a grosseria com gentileza, você vai ser reconhecido por ser uma pessoa gentil e aí você se destaca, né? É curioso.
Exatamente. É a cereja do bolo que eu tô falando, no trabalho principalmente. É a cereja do bolo. Porque assim, olha, não sei qual é o convite, mas já aceitei pra semana que vem, pelo menos pra assistir todas essas lives, que são fundamentais.
Porque aí, no sábado, eu vou trazer assuntos mais soft, mas que no fundo a gente sabe que não são tão soft assim, são os fundamentais, e aí depois eu te passo, tá? Mas já dois mais, já coloca na sua agenda.
Tá certo, confirmado. E olha, você falou uma coisa aí, eu conheço muito a Marta Gabriel, sou fã dela, se ela estiver assistindo a gente, ó, I love you. É o seguinte, Fala-se muito também, numa coisa que você falou, desses soft skills, as habilidades emocionais, etc. Mas a gente já tá vendo uma outra... o chantilly que vai em cima da cereja do bolo. Que são as habilidades espirituais e vibracionais. E vibracionais. Então, a gente já tá, Isabela, já há 10 anos que oficialmente, vou dizer assim, que integralmente eu me dedico a propagar essa cultura de paz através da gentileza nas empresas, nos templos religiosos, no terceiro setor, nos hospitais, nas ruas, enfim, né? Dizendo que não basta só você ter um um equilíbrio emocional, não basta só você saber lidar em momentos de Hoje, é muito importante você se preocupar com a sua espiritualidade, com a espiritualidade do próximo e ficar muito atento com aquilo que você emana.
Total.
Então, a gente fala que até coisa de dois, três anos atrás, a inteligência emocional era a receita de sucesso, a fórmula. é isso daí, é a nova tendência, só que a gente já tá mudando de fase. A inteligência emocional por si só, ela já tá dependendo hoje por um ser completo, né? Da inteligência espiritual e vibracional. Ou seja, o que eu, o que eu, de que forma que eu posso cuidar do meu espírito, do espírito próximo, do coletivo e o que que eu posso emanar de positivo para o próximo, né? Que beneficie o coletivo. Lembrando, só pra finalizar esse discurso, Isabela, que a nova fase que está vindo, que virá, a gente deixa de olhar para o próprio umbigo, porque a gente entendeu que quem olha pro próprio umbigo com o tempo fica corcunda, né? fica cocunda, e é assim, é indispensável, é fundamental, vai ser assim, um requisito para continuar na humanidade de uma forma saudável, se preocupar com o próximo. Então, a gente deixa de olhar para o próprio umbigo, até então, para olhar para o alto, para frente, e se preocupar com o próximo em todos os sentidos.
Mais colaboração, menos competição.
A competição já era, já acabou. A competição faliu. As pessoas só não entenderam ainda. Ela faliu.
A competição adoece demais. Luiz, o Cris, aliás, foi através do Cris e da Vivi do Inex, que eu cheguei até você, então obrigada, Cris, pela sugestão. Já quero agradecer, inclusive, todas as pessoas que estão aqui comigo e que sugeriram várias pautas. Amanhã, por exemplo, eu vou falar com o veterinário sobre os cuidados com os animais, se eles também podem ficar ansiosos, e foi uma sugestão aqui via Instagram, então fiquem à vontade. sempre que eu posso respondo as mensagens e coloco aqui então todas as sugestões que fazem sentido com o que eu tô falando, a preservação da saúde mental até o novo normal chegar. O Cris pergunta, como ajudar pessoas grosseiras a despertarem para o mundo de gentileza? Luiz, é só o exemplo que desperta ou tem algum outro caminho?
Não, primeira coisa Isabela, gentileza é uma questão de querer praticar, e de querer receber. Então, nem sempre você vai conseguir praticar a gentileza com aquele indivíduo porque aquele indivíduo ele rejeita a sua gentileza. Agora, isso, a rejeição de um indivíduo não pode impedir ou te restringir a ser gentil com outros Então, e é a sua postura, o seu comportamento com outras pessoas que aos poucos vai influenciando aquele indivíduo que rejeitou a sua gentileza. A gente não pode deixar ninguém de lado. Ser gentil com quem é gentil é fácil. O desafio é ser gentil com quem não é gentil com você. Eles são o nosso alvo. Ou seja, para que ser gentil? A gente adota a gentileza como um modo de vida, como um estado de vida para aqueles que não são gentis. Porque a gente acredita no poder de transformação da sociedade através da gentileza. Então, a gentileza com quem é gentil é chover no molhado. Mas, se aquele sujeito não recebe a sua gentileza, continue com quem está ao redor. Resista, insista. É porque os outros não podem deixar de receber a sua gentileza por causa de um ou dois que não rejeitaram.
Perfeito. A Nazaré, ela pergunta aqui, né? Nazaré de Carvalho. É um exercício? Será? Aí eu queria propor aqui duas coisas.
Toda.
Esse conteúdo fica infinitamente no YouTube, né? Lá no Dao Tempo, Isabela Camargo Real. Se vocês passarem por lá, Aqui um exemplo de gentileza que marcou a vida de vocês. E aí, Luiz, eu queria então que você explicasse pra nós se é um exercício a gentileza e algumas pessoas ainda têm uma ideia equivocada de como é ser gentil. Isso tá tão fora do cotidiano de muitas pessoas que elas nem sabem. Então, passo a palavra pra você.
Eu acho que eu entendi, porque picotou bastante, a sua imagem chegou a congelar, mas eu acho que eu entendi, né? Se a gentileza é um hábito, se a gente tem que insistir, se dá pra exercitar. Então, primeira coisa, sim, dá pra exercitar, inclusive existe comprovação científica nisso. Doutor Forin é um dos maiores especialistas em gentileza do mundo. Ele é um italiano mais radicado nos Estados Unidos há muitas décadas. E lá na Universidade de Boston, doutor Forim, através de pesquisas científicas e publicadas em revistas científicas, deixando bem claro, e publicadas, concluiu que a gentileza, ela é um membro e a gente nasce com ela. Então, a gentileza é nata, ou seja, nascemos com a célula da gentileza dentro da gente, com esse membro dentro da gente. E com o passar do tempo, pra que esse membro seja desenvolvido, ele precisa ser exercitado. Então é só você passar no músculo, se você quer o músculo definido, você vai pra academia exercitar aquele músculo. E com o tempo, com o tempo, O cérebro vai entendendo que aquilo é uma constante. E quanto mais você pratica, e esse mais pratica não significa gestos gigantes de gentileza. Eu estou falando de coisas muito simples como, por exemplo, ceder o lugar no transporte público para alguém. Isso é gentileza apesar de ser lei. para pessoas com mais idade, gestantes, pessoas com deficiência, com criança de colo. Apesar de ser lei, você se levantar para que alguém se sente, isso é gentileza e é muito simples. Quando você pratica a gentileza, o cérebro reconhece. Ele manda um comando para algumas glândulas E essas glândulas vão disparar na sua corrente sanguínea 33 hormônios do bem-estar.
33!
Não é pouco, não! Eu tô falando de ocitocina, de dopamina, de serotonina, de endorfina, né? Esses hormônios, quando são disparados na corrente sanguínea por causa da gentileza, Porque quem vai pra academia, quem corre, né? Também tem essa liberação de ônibus, né? O organismo da gente fabrica uma energia. Então agora eu tô falando de física. Tô falando de física, né? Uma energia que é chamada de energia estática. E essa energia estática, ela atrai o oposto. Ela atrai pessoas que não geram essa energia. Pessoas que estão Pessoas que têm depressão. Pessoas que estão passando por uma dificuldade financeira. Pessoas que acabaram de enterrar alguém muito querido. Pessoas que estão passando por uma tristeza. Pra quê? Pra que você estenda a mão. Pra que você seja o remedinho daquela pessoa naquele dia. Então é por isso que a gente diz que seja gentil com todo mundo. aquela pessoa pode estar travando uma batalha que você não sabe. E se uma palavra gentil pode mudar o dia de alguém, imagine um gesto. Então, a gentileza, respondendo a pergunta, a gentileza ela é treinável e ela pode ser condicionada com a prática constante, e deve ser.
Perfeito. Uma palavra muda o dia, assim como um ato também Acho que todos ou a maior parte já deve ter vivido aqueles momentos em que Até a caixa do supermercado, quando ela olha nos seus olhos, quando você agradece pelo trabalho que ela está prestando Você já sente, como você falou, são 33 hormônios liberados? Eu peguei muito certo? 33 hormônios liberados, 33 hormônios do bem liberados no nosso corpo depois que você tem um ato gentil. Então imagina se você fizer isso, vou chutar, uma vez por dia no mínimo, você já está saindo na frente daquelas pessoas que ou desistiram da gentileza ou nunca tentaram, porque às vezes tem vergonha, né Luís? As pessoas têm vergonha da gentileza. Tem vergonha de prestar, de ceder o lugar ou tem vergonha de uma série de coisas Eu queria saber com você se a gentileza também ela é, como é que eu posso dizer? Porque assim, coisas ruins trazem mais coisas ruins, coisas boas trazem mais coisas boas Então eu queria saber com você se a gentileza também é contagiosa Porque nós estamos falando hoje, como você disse Nós lembramos da gentileza e da solidariedade. Por conta de um vírus que é contagioso. Lembrei a palavra. A gentileza também é contagiosa?
É. Olha, é muito contagiosa. Inclusive, com a minha resposta, eu ainda vou dar um complemento na pergunta do Cris, que é o que fazer com pessoas grosseiras. Quando você pratica a gentileza, Eu acabei de dizer que o cérebro manda o comando para as glândulas, as glândulas disparam esses 33 hormônios do bem na nossa corrente sanguínea. E isso te estimula a praticar mais, porque causa uma sensação de bem-estar, de dever cumprido. A pessoa que recebe a sua gentileza, mesmo que naquele momento ela não queira receber a sua gentileza, que é o caso do grosseirão, que rejeita. A pessoa que recebe também tem um disparo de hormônios na corrente sanguínea. Também tem. Quem assiste uma gentileza, por exemplo, uma senhora tropeçou na calçada e caiu no chão. Alguém foi lá e ajudou a senhora a se levantar. Quem estava assistindo também teve um disparo de hormônios do bem-estar. E tem um fator técnico também nisso que a neurociência estudou. É o neurônio espelho. É aquele mesmo neurônio que faz você bocejar quando alguém ao seu lado boceja. Ou seja, a gentileza, ela gera, sim, gentileza, né? Gera essa corrente do bem, porque não tô preocupado, Isabela, se você, eu, pessoas da nossa geração, derem continuidade ao ato de gentileza. Eu estou preocupado com as crianças que estão assistindo o nosso gesto de gentileza. com os adolescentes que estão assistindo, testemunhando aquele gesto, né? Talvez a nossa geração não transforme mais nada, mas há esperança com as crianças e com os adolescentes. Então seja gentil.
Eu me lembrei agora de um episódio, quando você fala de adolescentes, quando eu estou numa lanchonete e eu seguro a porta para uma outra pessoa, isso é um ato gentil. Não me custou nada, não me custou nada. Foi um segundo em que eu investi naquela situação e já contribuiu para aquela pessoa. Uma outra coisa, quando você está na escada rolante do metrô e alguém está com pressa, gente, vai para o lado direito, é simples. A gente nunca sabe, como você disse, o que a pessoa está passando. Teve aqui uma moça que escreveu assim, deixa eu ver se eu acho, O problema é a pessoa grosseira, ela tem problema. Kátia, vou passar aqui para o Luiz essa sua fala, mas eu não posso falar que isso é um problema, porque eu também posso em algum momento ser grosseira. Eu posso também em algum momento estar com pressa e nessa pressa acabar passando por alguém e não conseguir dar a atenção que ela merece. Então a gente nunca sabe o que o outro está vivendo. E quem somos nós para julgar, não é Luiz?
Sim. A gente nunca sabe, realmente. A grosseria, ela até pode ser uma patologia decorrente de outros problemas, raízes, vamos dizer assim. Então, problemas emocionais. A gente só entrega aquilo que recebeu. Então, pode ser que aquela pessoa nunca tenha recebido amor suficiente ao ponto de compartilhar. de hoje estar munido de amor pra poder compartilhar, né? Mas o remédio, se grosseria é uma doença, o remédio se chama gentileza, né? O remédio se chama gentileza. E a gente nunca pode se culpar, ô Isabela, tem momentos que a gente pisa em falso, né? Há esses momentos. Ó, cê quer saber uma coisa que me tirava do eixo? Anos atrás, eu tinha uma dificuldade para me relacionar com os haters nas redes sociais. Olha, eu fazia um post de gentileza, ou um videozinho qualquer, aí vinha assim, 90 comentários bacanas, que às vezes você não dá conta de responder, mas vinha um, dois comentários ofensivos. Aquilo me desestruturava, sabe? Me desestruturava. ao ponto de querer apagar o post, de querer acabar essa rede social, não quero mais saber disso, exposição, pra quê? Não preciso disso. Sabe por que eu tô falando isso? Porque teve um comentário aqui na live de uma moça lenogueira, passou já aqui o comentário dela, ela falando que tem muita gente ruim querendo se dar bem, e ela fica triste com isso. Eu também já pensei assim um dia, né? Eu também já pensei assim. Apesar de estudar gentileza há 20 anos, a gentileza também está me curando. Eu não nasci pronto. Eu estou em processo de transformação também, né? E essas pessoas que ela fala que são ruins, que fazem o mal, hoje, Isabela, elas fazem parte de uma minoria.
Isso.
São poucas. A gente precisa parar de dar atenção pra elas, de dignificar o que elas fazem, o que elas postam, o que elas falam. Nós, pessoas do bem, somos a maioria. Nós dominamos o mundo. O amor tá tomando conta de tudo. A gente só tem que manter isso depois, né? Que passar a pandemia tem que A gente tem que manter.
Era isso que eu queria perguntar pra você, pra aproveitar aqui os nossos últimos minutos, antes que o Instagram derrube, né, como se não houvesse amanhã. Será, Luiz, quando tudo isso acabar, quando o novo normal chegar, que cada dia nós somos diferentes no outro mundo, também já é diferente, Será que a gente vai manter este olhar, este viés positivo para tudo e manter essa gentileza, essa solidariedade depois? Quero ouvir a sua opinião, porque quando as pessoas, e nós fazemos parte das pessoas, estamos no piloto automático, certas atitudes, elas diminuem. Como você acha que vai ser depois da pandemia?
Antes de responder, antes que o Instagram derrube, deixa eu falar uma coisa. Eu publiquei um livro agora recentemente, o livro se chama Missão de Amor. Tem na versão impressa, livro físico, e tem na versão e-book, o link para adquirir o livro está na bio do meu Instagram. E ele apoia as missões da Pontinha de Luz no Brasil. Então, parte das vendas é destinada para os missionários da Pontinha de Luz no Brasil. Missão de amor são as dificuldades encontradas por pessoas que desejam fazer o bem. O que a gente encontra? Os empecilhos na sociedade, governo, tráfico de drogas, milícia, o egoísmo. E o que a gente aprende com isso? Mas olha, respondendo a pergunta, não sabemos qual será o novo normal. Tem muita especulação, né? Muita especulação. E esses dias, Isabela, eu fiquei doidinho, doidinho, com tantas opiniões diferentes, né? Porque eu estou buscando, eu como empresário, como ser humano, como líder, estou buscando o novo normal até para poder Posicionar negócios, posicionar trabalho social, me posicionar. Então estou buscando, gente, eu preciso entender qual será o novo normal, porque será que eu estou perdendo tempo nesse processo de quarentena? Será que eu estou fazendo errado? Até que eu cheguei à conclusão que não sabemos qual é o novo normal, não tem uma receita pronta. O que eu sei é o seguinte, Porque eu sei o seguinte, a solidariedade veio à tona em gente que nunca se moveu para dar um quilo de arroz para uma cesta básica de uma família pobre. E que, felizmente, nessa fase, está trabalhando para caramba, fazendo divulgação, pede nas redes sociais, manda pelo WhatsApp, estou arrecadando ali mesmo, não sei o quê. Então, a gente não sabe, eu não sei, sinceramente, se esse estado de vida solidário, generoso, ele se perpetuará. Uma coisa eu posso afirmar, depende de cada um de nós, porque o novo normal, apesar de ser desconhecido, ele vai exigir de você. Afinal de contas, sobreviveremos a uma pandemia, a um vírus mortal, perigosíssimo, E nós, sobreviventes, seremos cobrados de alguma forma. Qual é a sua posição no mundo? O que você faz para poder colaborar, cooperar? Então, atributos como competição, egoísmo, avareza, pessimismo, mau humor, talvez não caberão no novo normal. E esses indivíduos que insistirem ou resistirem a uma mudança farão parte cada vez mais de uma minoria, minoriazinha. Vá lá, vá lá. Então eu desejo que o novo normal seja de muita paz, que tudo isso, o espírito solidário, eu quero dizer, se perpetue.
Perfeito. E acredito também pelo que você disse, Luiz, e pelo que eu vivo também, nos momentos em que eu sou gentil, é que quando você sente já este poder da gentileza dentro de você, dificilmente você abandona.
Não abandona não.
Não abandona. A Oliveira Annalice, ela fala aqui, eu quero e vou trabalhar para ser uma pessoa melhor. Annalice, eu desejo do fundo do meu coração que você e todos vocês que estão conosco, não esqueçam dessa conversa. Porque como eu disse, no piloto automático, quando a gente entra naquele rolo compressor do dia a dia, que a gente não esqueça dessa conversa, não esqueça do que nós já sentimos quando fomos gentis. E lembrando que Notícias ruins atraem mais notícias ruins, notícias boas atraem mais notícias boas, o cérebro também reage muito melhor, você só vai nutrir a sua mente quando você tiver hábitos positivos e saudáveis, a gentileza também é contagiosa, como o Luiz disse. Luiz, antes da gente encerrar, eu queria que você explicasse, eu vi no seu Insta, fundador do Pontinho de Luz e CEO do Gentileza Geração, que trabalha com o desenvolvimento humano coletivo. Que ações são essas?
Vamos lá, o Pontinho de Luz é uma rede mundial de gentileza, ou seja, formamos, juntamos pessoas físicas e jurídicas, templos religiosos, terceiro setor, numa grande rede, numa grande conexão de gentileza. Quem está assistindo a gente pode se engajar onde estiver, onde mora, na cidade que mora. Qualquer coisa me chama depois no Instagram por mensagem que eu mando link para poder se cadastrar, para poder fazer parte desse movimento. Hoje estima-se 150 mil pessoas que fazem parte desse movimento mundial. Tudo começou aqui nessa casa em Niterói e foi se espalhando pelo Brasil. Hoje estamos em países como Irã, Iraque, Itália, Alemanha, Estados Unidos. Enfim, nos espalhamos pelo mundo. A gentileza é contagiosa, está vendo? Ela é. Em 2018 e 2019 concorremos ao Prêmio Nobel da Paz pela formação da rede estratégica de gentileza. Obrigado. E não é só praticar gentileza. É como as pessoas pensam que a gente fica na rua distribuindo abraço. É combater a fome também. É se preocupar com quem está ao seu lado. E o Geração Gentileza é uma empresa de desenvolvimento humano, é uma empresa social. A gente oferece treinamentos, programas de capacitação de gentileza nas empresas por todo o Brasil também. Porque gentileza é treinável. Gentileza é treinável. Você, Isabela, é um pontinho de luz, viu? Você é um pontinho de luz.
Obrigada, Luiz. Você só vê em mim o que tem dentro de você. E eu acredito muito que as palavras estão semelhantes. Então, tudo que nós estamos falando, que estiver florescendo no seu coração, nos ajude a semear outros corações. porque assim a gente mantém um ambiente mais florido, mais acolhedor, mais verdadeiro e por essa cultura de paz que o senhor Gentileza nos apresentou hoje. Eu recomendo então que vocês entrem na página do senhor Gentileza e também gentis consigo. A gente não deu tempo de falar na próxima live, no dia 2 de maio a gente fala, Luiz, mas Além de ser gentil com o outro, sejam gentis com vocês. Não esperem a cura de nada, a resolução de nada.
É verdade, é isso mesmo. A gentileza começa com o próprio eu.
Para todos os corações aqui, todos que já são gentis ou que já vão pensar um pouquinho mais sobre o assunto.
Obrigado, Isabela. Olha, eu fiquei muito feliz com esse convite, fiquei muito feliz com essa oportunidade de falar de gentileza no seu canal, da importância da gentileza para a transformação da humanidade. A gente trabalha 24 horas por dia para essa cultura de paz, não só para quem acredita, mas para todos, inclusive para aqueles que que não acreditam nisso. A gente está trabalhando, a gente precisou se reinventar dentro de um processo de reinvenção por causa da pandemia, para continuar atendendo, para continuar praticando gentileza. Deixa eu aproveitar, por favor, para divulgar, a gente está com uma vaquinha virtual também, para arrecadar recursos, para comprar cesta básica, porque a demanda aumentou Qualquer coisa me pede no Insta, eu mando o link da Vaquinha Virtual. Ela é muito importante. Não só para o sertão, mas como para as nossas comunidades urbanas, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Salvador. Tem muita gente passando fome, muita miséria. Não é só de agora, viu? Não é de hoje só não. Já é há bastante tempo. Que Deus abençoe a todos. Gentileza para a vida melhorar, gentileza transforma. Obrigado, Isabela. Obrigado.
Obrigada, Luiz. Até breve. E tomara que você tenha cada vez mais pontinhos de luz ao seu redor, porque aí você fica mais iluminado e a gente ilumina mais o nosso planeta. Gratidão. Até breve. Pessoal, muito obrigada por todos vocês que estiveram aqui. Nós falamos com o senhor Gentileza, o Luiz Gabriel, que estudou o tema Estuda o tema há 20 anos e explicou aqui pra gente as consequências no nosso corpo, as consequências hormonais do nosso corpo quando você pratica um ato gentil. Nós falamos sobre mais colaboração, menos competição. Ele comentou os três passos para você ser gentil, ou seja, a técnica como ser gentil em momentos difíceis. Inclusive comentou o seguinte, é muito fácil você ser gentil com quem é gentil. O grande desafio é você devolver flores para aquele que está vindo com pedras para você, mas eu garanto. que você vai sair ganhando muito, se você conseguir respirar fundo, contar até 10, como ele disse, e fazer por amizade, por caridade ou por piedade. Seja gentil. Este é o grande poder da gentileza. é receber internamente uma energia contagiante e maravilhosa do universo. Muito obrigada pela atenção de todos. Compartilhem se tudo isso fez sentido e a gente se encontra amanhã. Bom feriado para todos!
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








