Live com Rinaldo de Oliveira - Criador do Portal Só notícia boa

This content was created by GHION.AI . This content was uploaded by GHION.AI . This is a YouTube video titled "Live com Rinaldo de Oliveira - Criador do Portal Só notícia boa" created on April 20, 2020. It features a live conversation between Isabela Camargo and Rinaldo de Oliveira, discussing the impact and growth of the "Só Notícia Boa" portal, which focuses on positive news. They talk about the importance of good news, the challenges faced, and the societal shift towards valuing positive journalism, especially during the COVID-19 pandemic.
Chapters
Oi, tudo bem? Boa noite para cada um de vocês. Nós vamos começar agora mais uma live que eu tenho certeza que vai melhorar o seu dia, que vai trazer informações para que a sua semana seja boa. Amanhã nós temos feriado e eu optei por fazer hoje duas lives muito boas. Uma, agora, com o Rinaldo de Oliveira, o criador, junto com a Andréia, dois jornalistas incríveis do portal Só Notícia Boa. E depois, às nove da noite, nós teremos um papo muito bacana com a Cris Linhares, autora do best-seller Doidas no Divã. Tenho certeza que as duas vão trazer muita alegria e leveza pra vocês. O Rinaldo de Oliveira, deixa eu ver que ele já enviou aqui a solicitação, e a gente vai dizer dela. Rinaldo e eu trabalhamos juntos na Band há muitos anos, e quem diria que os nossos caminhos se cruzariam, não é, Rinaldo?
É verdade, Isa. A gente está junto aqui de novo. Aliás, o jornalismo é uma coisa muito legal, porque é cíclico. As pessoas sempre se encontram. Agora, eu, com saudade de ser aborjo, que já não sou mais tão cíclico, porque agora a coisa é só aqui. Graças a Deus, eu não dependo mais da grande imprensa para sobreviver.
É sobre isso que nós vamos falar. Só Notícia Boa é um portal que começou anos atrás E a cada ano eu percebo que vocês têm ficado maiores Mais pessoas ficam mais felizes de seguirem vocês Essa é a prova de que a Notícia Boa muda de verdade o nosso mindset e o nosso modo de ver as coisas, né?
É verdade. Sabe uma coisa que eu estava conversando esses dias? um grande empresário, e ele me falava sobre as pessoas que estavam no mar e já tinham aprendido a surfar. Quando elas pegam essa onda, essa onda gigante que está acontecendo agora, elas já sabem surfar. Então, só uma notícia boa, por algum motivo que a gente desconhece qual do além, a gente vai completar nove anos agora, dia 14 de avosto. Então, quando os pessoas chegaram sedentas de informação, com medo, com angústia, com essa coisa toda que o coronavírus está provocando, elas encontraram o Só Notícia Boa pronto. A gente já sabia como fazer, a gente já tinha desenvolvido a linguagem, a gente já tinha desenvolvido a marca, Porque o Sol Notícia Boa, Isa, ele não foi copiado. Ele nasceu de dentro para fora, ele nasceu da minha dor de estômago de apresentar um telejornal que dava muita coisa ruim, eu tive problema físico. e por conta disso a gente acabou desenvolvendo só a Notícia Boa. Então, ele veio estar pronto, é uma coisa que não foi copiada, a gente foi desenvolvendo ao longo do tempo, compreendendo o que era a Notícia Boa, compreendendo de que forma a gente poderia chegar até as pessoas, que tipo de informação, o que é a Notícia Boa, você entendeu? Então, tudo isso a gente foi aprendendo com o tempo e recentemente é que eu descobri que tem outros dez portais como o nosso no mundo. Então aí eu falei, poxa, que legal. Inclusive tem um que é super bacana, que eu sempre vou atrás, que é o Good News Network. É um portal lá dos Estados Unidos, de uma mulher que tem uma história parecidíssima com a minha. Ela também trabalhava numa grande emissora de televisão, também teve algum perrengue relacionado à notícia ruim e decidiu fazer o Good News Network. E ela fez antes, viu, só a notícia boa, só que ela não sabia, descobri depois. Então, existe um movimento muito forte pela notícia boa, porque as pessoas querem notícia boa, né? As pessoas estão, como eu falei, elas estão aflitas, né? Tem muito caso de estendamento pânico, muito caso de... Ansiedade. Exato. Tem a galera, as pessoas aí que estão no estágio mais avançado, pensado em suicídio, coisa e tal. E essas pessoas quando encontram a sua notícia boa, Isa, é uma coisa tão legal pra gente, porque ela tem questão de mandar o retorno, falar, olha, vocês melhoram o meu dia. Olha, eu tô mais feliz, mais leve. Cara, é tão legal, é tão gratificante, você não sabe como é. como que eu vou te dizer, como é libertador.
Fazer... Sim, eu me identifico muito com a sua fala, porque quando eu recebo feedbacks sobre o que eu acabo compartilhando, sobre a prevenção de problemas ocupacionais, a preservação da saúde mental, eu fico muito feliz. É quando a gente para e pensa, que bom que eu tô nesse caminho, né, Rinaldo? A gente fica... Em dúvida, muitas vezes, né? Eu tenho certeza que nesses nove anos, você e a Andréia, a Facina, aliás, um beijo, Andréia, lindeza. Um casal fabuloso. Eu tenho certeza que nesses nove anos, vocês viveram situações em que vocês pensaram em desistir.
Isabela, posso ser sincero pra você?
Claro.
Eu passei vários perrengues depois que... Espera só um pouquinho. Eu esqueci de fazer o básico. Bateria? Vem aqui porque tá baixando a bateria. Pronto, já liguei. Tá tudo bem aí?
Tudo ótimo. Tranquilo.
Ouvindo, tudo bem. Só tem o cachorro latindo aqui. A gente tá em casa, né?
Tem problema. Faz parte do som ambiente.
Quando eu saí da band, eu tinha dois contratos. Eu tinha um contrato nacional e um contrato local, então eu tinha um bom salário e durante cinco anos, enquanto eu trabalhava lá, eu mantive o Salão de Cia Boa com a minha grana, com o meu salário. E não é barato o que eu pago por mês pra manter o Salão de Cia Boa, porque ele tá lá nos Estados Unidos, eu pago por cli em dólar. Mas é assim, a gente tá num local muito seguro, que não tem risco de a gente ter ataques de hacker, enfim. É um negócio complicado. Então a gente passou perrengues financeiros. Mas Isabela, eu vou te falar uma coisa. Nunca eu pensei em desistir.
Que bom.
Nunca. E nos momentos mais difíceis de grana, de grana, eu tô falando de dinheiro mesmo. Porque eu tinha que pagar as nossas contas, as contas da casa. Pai de família. Faculdade da filha. Cara, sempre, eu não sei te explicar como, mas sempre acontecia alguma coisa que entrava em dinheiro. Eu não sei se a energia boa que a gente joga, eu acredito muito nisso, né? Quando você joga uma energia boa para o universo, para o cosmos, ela volta para você. E a mesma coisa acontece quando você joga coisa ruim, você fica praguejando, quando você fica falando mal das pessoas e tal, volta para você, velho. Então assim, eu fico muito feliz porque o projeto Foi um presente que eu tive de Deus. Essa ideia de fazer o Sol no Céu Boa foi um presente, cara. Então, nunca pensei em desistir. A gente chegou algumas vezes a discutir, eu e a Andrea. Ela fala, cara, mas tem aquela conta pra pagar, tem que pagar. Eu falo, cara, vai dar certo, calma. A gente não vai desistir. E tá aí, cara. Assim é isso.
9 anos. Eu gosto muito quando pessoas como você, que tiveram ideias, mas executaram a ideia, contam isso. Porque ter ideias boas, muitas pessoas têm. Mas coragem pra colocá-las em prática, e é o exercício da fé diário, que a gente tem que ter pra tudo, né?
Ai, eu tô risada. Porque eu sofri bullying, velho. Eu sofri bullying, os colegas de jornalismo, porque eu fazia aquele jornalismo sério, apresentador. Eu cobria Congresso Nacional, cobria a Silêncio, cobria o Palácio Alto. Como é que um jornalista pode ser ingênuo? Me chamaram de ingênuo. Pensar em notícia boa. Aí, um dia, eu fui a uma festa aqui em Brasília, festa de jornalistas, e um amigo bateu aqui assim e me falou, Rinaldo, tenho uma coisa para te falar. A gente falava muito mal de você pelas costas quando você pediu só notícia boa. E hoje você pode ser o nosso patrão.
Curioso, né?
Pode falar, por favor. Quando a gente acredita numa coisa, com muita confiança nessa coisa, quando a gente tem verdade A gente tem que seguir em frente, sabe? É muito difícil nadar contra a maré. É, é difícil. Mas, cara, quando você acredita no seu propósito... E daí o difícil? E daí as pessoas que fazem tudo? E daí?
É como você disse, a gente tem que ter muita verdade, muita fé e muito repertório também pra colocar em prática uma ideia em que você tá indo contra a maré, eu vivi isso Quando eu comecei a falar sobre a síndrome de burnout, o que isso prejudica no desempenho de quem é super competente, porque nos cobram sempre muita produtividade e disponibilidade Sim, eu enfrentei, aliás enfrento diariamente um monte de gente criticando, achando que isso ainda é bobagem Mas é quando nós vivemos uma experiência, pesquisamos e sabemos como uma informação correta pode mudar tantas vidas, aí a gente segue Isso que você falou tem a ver com o comentário aqui do Andrei Coleta, que ele escreveu assim Parabéns pela iniciativa, afinal a notícia boa não vende muito, mas é um bálsamo para a alma. Então, eu vou falar depois de você, tá? Então manda bala. O que você responderia para o Andrei sobre não vender muito? Porque bálsamo para a alma a gente sabe que sim.
Primeiro a gente tem que explicar uma coisa, Andrei. O medo paralisa. Então as pessoas acham que o jornalismo negativo, esse sangrento tal da audiência, eu diria que as pessoas assistem porque elas ficam paralisadas na frente da televisão de medo. Não porque elas gostam. Aí tem um outro lado. Só notícia boa, depois desse problema do coronavírus, em um mês a gente teve 100 mil novos seguidores aqui no Instagram.
Olha que maravilha. Parabéns.
Em um mês, 10 mil novos seguidores. Aí eu te pergunto, não vende? Não vende? Claro que vende, cara. Só que é o seguinte, você tem que pensar que a imprensa tem 500 anos. Ela dá 500 anos desde a Bíblia. 500 anos. Se há 500 anos a imprensa é desse jeito, o Salmo de Cebola só tem 9 anos. Então, é tijolinho por tijolinho. A gente está construindo uma nova mídia. E uma mídia que chega... com paixão, as pessoas são apaixonadas pelo sonho.
E o dinheiro nem sempre fala mais alto, pelo contrário, não é o dinheiro que fala mais alto.
Ele tem que bancar as nossas contas, né? Mas esse não é o nosso grande objetivo. Nosso grande objetivo é melhorar o dia das pessoas, porque o Só Notícia Boa, ele melhora o nosso dia também, Isa. Às vezes eu tô triste, eu sou igual a todo mundo, né? Às vezes eu tô triste, às vezes eu tô nervoso, às vezes eu tenho uma conta pra pagar, etc. Cara, eu começo a escrever o Só Notícia Boa, começo a pesquisar, começo a apurar, começo todo aquele processo do jornalismo que você conhece muito bem, Quando eu percebo, eu tô leve. Porque a notícia boa tem esse poder, ela tem uma energia tão boa, tão positiva, que ela muda a gente. Eu fiz uma entrevista com o Leandro Telles, que você me indicou, o Neutro, que você gravou, que você fez uma live. Maravilhoso. Ele tava falando isso, que a notícia boa, à medida que a gente lê coisas legais, o cérebro da gente manda uma série de... como que ele disse, ele manda uma série de proteções para a gente, digamos assim. Então você vai ficando mais calmo, você vai ficando mais tranquilo, você vai ficando menos ansioso. Cara, você faz um bem danado, eu fico tão feliz.
O Rinaldo, o Ed Dança tá dizendo aqui ó, fala pro Rinaldo que ele e André são anjos, né? E o André disse que sim, vocês estão no caminho exato e tal. Eu quero só fazer um complemento, por quê? Nós estamos lidando, gente, antes de eu começar a te perguntar quais são as notícias boas desse isolamento, Eu quero só fazer um complemento que nós estamos num grande momento de mudança de crenças Quando a gente fala de crenças, nós estamos falando de pensamentos muito conservadores e que vêm de um passado que a gente nem sabe onde começou Porque essas crenças podem ser sociais, elas podem ser familiares E se você não parar pra observar que movimento diferente está acontecendo em torno disso você vai ficar só alimentando essas crianças que não vão nos levar pra lugares bons, nós já sabemos disso. Então, assim como notícia boa vem de sim, falar sobre saúde mental é super importante, porque agora parece que todo mundo descobriu que tem cérebro, né, Reinaldo? Tipo, nossa, tem que falar sobre saúde mental. Sempre teve que falar sobre saúde mental, mas agora é como se eu tivesse o direito de falar sobre isso. Agora o assunto é digno de entrar nas pautas que antes eram impossíveis, inviáveis.
E agora tá acontecendo com todo mundo, né?
Sim, total. E aí, por exemplo, a Ivone tá dizendo aqui, não vejo mais jornal. Ficava com crise de ansiedade. Ivone, Vou falar uma coisa pra você. Desde que tudo isso começou, eu consegui assistir só uma vez um jornal do horário da tarde inteiro. Depois disso, Rinaldo, eu não consegui mais assistir nenhum jornal na TV que não me deixasse ansiosa, angustiada ou mal mesmo. E aí eu tomei uma decisão. Eu falei, bom, eu só vou ver um jornal e quando eu estiver realmente bem para aquilo, quando eu estiver psicologicamente segura para ver tanta notícia, isso não significa que eu estou alienada. Pelo contrário, eu estou filtrando muito bem o que eu estou colocando dentro dessa caixa maravilhosa que chama cérebro e que dentro dela tem a nossa mente. O que eu acho que é muito importante, e eu acho que é uma questão que a gente tem que abordar, é que a gente tem que abordar a questão do viés positivo e a questão do viés negativo e a questão do viés positivo negativo e a questão do viés positivo e a questão viés positivo e a questão do viés negativo e a questão do viés positivo e a questão do viés positivo positivo e a E queria que você me contasse, questão do dentro desses nove anos, o que vocês perceberam. viés Você positivo e me a questão do viés contou positivo sobre a e aceitação a questão do viés positivo do e público, a questão do viés positivo.
E a do viés positivo e a.
Questão do viés positivo porque tá todo mundo percebendo que quanto mais notícia boa, melhor a gente se sente. E em termos de aceitação no mercado mesmo. Tá.
Primeiro eu vou começar te dizendo que eu comecei a dar risada quando você disse que você assiste apenas a um telejornal. Eu também. Eu não aguento mais que um. Eu assisto um só. Por quê? Porque eu quero saber o que está acontecendo, mas eu filtro. Eu filtro as coisas. Eu não deixo aquela tristeza, aquela angústia, eu não deixo tomar conta de mim. Eu quero saber o que está acontecendo. A mudança, o que eu venho notando, Luísa, desde que eu comecei o Só Notícia Boa até agora, porque antes eu tinha muita dificuldade para achar Notícia Boa, eu postava uma por dia, postava duas por dia, porque eu não conseguia achar. Hoje eu não dou conta, eu e André, a gente não dá conta de escrever tudo que a gente acha. Está tendo um movimento transformador que a gente não sabe como está acontecendo. E aí eu vou te dar um exemplo. A gente sempre bateu aqui no Só Notícia Boa, porque o que a gente aprendeu, a gente usa todas as ferramentas normais do jornalismo para fazer o Só Notícia Boa. Apurar, checar, ver pauta, ligar, telefonar, fazer matéria, escrever. Enfim, a gente faz a mesma coisa, só que a gente faz com foco positivo. E há muito tempo eu bato numa tecla aqui, que é a seguinte, a gente divulga as marcas que fazem ações positivas desde sempre. Coca-Cola, é Petrobras, é JBS, o que for, fez uma coisa legal, nós vamos divulgar, porque quando a gente divulga, a gente estimula, a gente incentiva, a gente inspira outros a fazerem o mesmo. Cara, eu não acreditei e sempre bati aqui o seguinte, A gente aprende na imprensa que a gente não pode mostrar a marca quando ela faz uma coisa boa. Você vai fazer a matéria, né? Por exemplo, se a Petrobras fez uma coisa horrível, eles mostram lá, a imprensa mostra lá. A imagem, a logo da Petrobras mostra a fachada do prédio. Agora, se ela faz uma coisa boa, não pode dizer. Uma empresa fez.
É, uma empresa de petróleo.
Do Brasil. Cara, eu fiquei muito feliz essa semana, porque a semana retrasada tem a matéria das 40 grandes empresas brasileiras que doaram dinheiro para a Covid. Aí, na semana seguinte, eu dei as 20 empresas. Essa semana, o Jornal Nacional, da TV Globo, estreou um quadro chamado Solidariedade SA, que teve uma apresentação do William Bonner falando, olha, nós vamos dar os nomes das empresas que estão... Cara, eu dei tanta risada! E eles têm um quadro agora que dura três, quatro minutos, gigante, internacional, em que tá havendo uma mudança. Tá havendo uma mudança. E eu tô percebendo isso. Eu tô tão feliz porque, assim, quanto mais espaço você tiver nos telejornais pra notícia boa, menos espaço você vai ter pra notícia ruim.
É. É.
E você vai provocar mais alegria nas pessoas do que tristeza. Então é muito legal.
Eu concordo com você, eu... Entendo que a gente vive numa sociedade que é evidente que nós temos muitos problemas Mas nós também temos pessoas fazendo coisas muito boas, projetos muito bons E quem somos nós para julgar se isso atinge dez pessoas, mil pessoas? Eu sempre falo que mais de uma, nós já estamos cumprindo a nossa missão E sempre lembro do título do livro do jornalista André Trigueiro Que é o poder do um, a força do um. Então nós podemos, sim, impactar quem está do nosso lado As palavras são sementes, então a gente vai semeando com os corações, por exemplo Agora tem 166 pessoas aqui, aliás, um beijo pra cada um Essa live depois vai para o YouTube, infinitamente fica lá E quem curtir pode recomendar, ou seja, quando eu falo em contribuir com quem está do nosso lado, não é só com dinheiro No sábado, por exemplo, Rinaldo, eu fiz uma live com a Fernanda Bianchini, que é a fundadora da Companhia de Balete Cegas E o que eles precisam? Inscrições no YouTube, para que os patrocinadores continuem apoiando a ação que beneficia mais de 400 alunos, eles só precisam de uma inscrição. E aí eu falei assim, poxa, então olha, se você não pode ajudar financeiramente, porque é uma situação delicada para muitas pessoas, faz a inscrição no site, que os patrocinadores continuam. Então sempre vai ter uma alternativa, um caminho para a gente ajudar. Aqui, olha, o pessoal do Nós do Bem escreveram assim, nós do Nós do Bem somos fãs do Só Notícia Boa Eu sou fã também de vocês, Nós do Bem, até quero falar com vocês pra uma live futura Porque é isso, a gente precisa falar das coisas boas, das ações que estão acontecendo Em bairros, em cidades, enfim, porque a gente dá ideia, né?
Dá ideia Exatamente nisso que você está falando, a gente fez duas matérias no Sol Norte e Céu Boa relacionadas a isso que você está dizendo. São ações transformadoras, mas que foram feitas para poucas pessoas. Por quê? Às vezes a gente fala assim, ah, vamos dar essa matéria. Ah, mas você só deu 100 cestas básicas? Epa, não é bem assim. Eu vou te explicar. A primeira é essa do pessoal do Nós do Bem, quero mandar um beijo, adorei a ação que eles fizeram. é a mais recente que a gente está aqui no site hoje, inclusive, que é do pessoal do DF, DV na trilha, deficiente visual na trilha. É um projeto que tem aqui em Brasília, muito legal, que eles têm bikes especiais para duas pessoas e a pessoa que é visual carrega o não visual, a pessoa com deficiência atrás e eles vão fazer uma trilha, sentir o gosto, o cheiro do mato, enfim, muito legal, bacana e tal. O que eles fizeram? Eles fizeram uma ação agora no fim de semana para deficientes visuais. Eles levaram apenas 17 kits. Mas veja a grandiosidade. Eu não sabia. O deficiente visual, Isabela, Ele é três vezes mais vulnerável à Covid. Por quê? Porque ele faz tudo com as mãos. Cara, eu não tinha pensado nisso. O deficiente visual, ele enxerga, então ele toca em tudo. Ele toca para ler Braille. Ele toca no supermercado quando ele vai fazer uma compra, ele toca nos alimentos para saber do que se trata. Cara, a mão dele é para tudo. Quando você vai pegar, por exemplo, para ajudar uma pessoa deficiente visual, para ela atravessar uma rua, você faz o quê? Você segura no braço dela. O Ministério da Saúde diz que a gente não pode ficar a menos de dois metros de distância de alguém por causa da Covid. Como é que o cego vai saber que ele está a dois metros? Então, assim, eles são muito vulneráveis e o pessoal do DF, na trilha, fez esse trabalho maravilhoso. O que eles fizeram? Fizeram kits com cesta básica, cesta verde, com alimentos, frutas, verduras e legumes, levaram sabonetes, um kit de higienização do sabonete, álcool em gel, etc. e tal, e ensinaram, deram dicas de como eles podem se prevenir. Olha que trabalho mais lindo, lindo, lindo. Não importa se eles deram pra 17. Essa matéria que tá na sua notícia boa, milhares de pessoas vão ler e saber que a pessoa deficiente visual, ela tá precisando de ajuda mais do que a gente nesse momento. Ela é mais vulnerável, mais suscetível à doença. Então, assim, às vezes os números não importam tanto. O que importa é a atitude. Com a atitude você pode replicar.
Perfeito. E, inclusive, outro dia eu vi uma publicação da Rafa Brits e que mudou também a minha maneira de enxergar uma situação. Porque nós também vivemos numa crença em que é assim. Quando você faz coisas boas, você não precisa mostrar pra ninguém porque já tá suficiente. Eu concordo parcialmente porque quando você faz uma boa ação, se você divulga isso, não é vaidade, não é orgulho. Simplesmente é pra você dar ideia pra outras pessoas. Assim como as coisas ruins... Reinaldo, quantos jornais eu apresentei e aí eu tinha que falar sobre alguns assaltos, algumas situações tão bizarras e eu falava assim, nossa, mas isso vai dar ideia pra mais pessoas. Então, que a gente dê ideia para coisas boas. Rinaldo, como faz 26 minutos que nós estamos aqui, eu quero só repetir que eu estou conversando com o jornalista Rinaldo de Oliveira, o criador do portal Só Notícia Boa, que há 9 anos melhora a nossa vida com notícias boas e que mudam o nosso astral e mudam o nosso dia. Tudo o que a gente falar aqui, eu vou fazer um resuminho que eu deixo aqui no feed do Instagram e depois o conteúdo vai todo pro YouTube, tá? Se essas palavras estão semeando o seu coração, você pode também compartilhar com quem você acha que vai aproveitar aqui o nosso conteúdo. Rinaldo, o nosso tema era, né, tem notícia boa no meio disso tudo? Eu vi nos últimos posts de vocês a questão dos animais marinhos que voltaram a circular em águas que antes eram muito poluídas. Os idosos que se recuperaram. Toda vez que eu vejo uma notícia dessa eu tento dizer pra todo mundo, ó, tá vendo? As pessoas se recuperam também. O que mais a gente tem de notícia boa no meio disso tudo?
Olha, a matéria principal do Só Notícia Boa hoje me emocionou. Eu me emociono muito. Acho que estou ficando um velho emotivo.
Que velho, quem?
A Notícia Boa faz isso com a gente. Cara, a matéria principal que a gente colocou na capa hoje é de um hospital que fez uma surpresa para um taxista que leva pacientes de graça. Na Covid, né? Imagina. Ele faz corridas de graça para levar as pessoas para o hospital ou para levar do hospital para casa. Imagina o quanto esse cara está se escondendo. Aí, os profissionais de saúde desse hospital fizeram uma surpresa, chamaram esse taxista e disseram, dá para você vir para cá para pegar uma pessoa?
E ele foi.
Você percebe nas imagens, no vídeo, que ele chega correndo, A hora que ele entra na recepção, ele é aplaudido. Eles fizeram duas fileiras imensas de profissionais da saúde e ele é aplaudido. Não bastasse isso, os médicos fizeram uma vaquinha, os profissionais da saúde fizeram uma vaquinha e entregaram dois envelopes pra ele com dinheiro pra recompensar a gasolina que ele tem gastado nos últimos tempos pra levar as pessoas de forma gratuita. A Covid, ela está redescobrindo a solidariedade. Porque a gente já fala muito, há muito tempo a gente fala disso, Sônia, do seu amor. Mas agora tem tanta notícia de solidariedade que a gente não dá conta de escrever, porque tem tanta gente querendo ajudar. Pois é, pois é. Tem tanta gente querendo ajudar, tem tanta gente querendo ver essa coisa logo passar. Eu quero dar aqui, além da gente estar Várias pessoas estão dando aplausos, aplaudindo todos os dias à noite, os profissionais de saúde, mas eu quero dar um aplauso que ninguém deu até agora. Esse aplauso é para os cientistas. Os caras incansáveis que estão trabalhando para caramba em várias partes do mundo para tentar achar uma vacina, um remédio para a gente sair dessa crise horrorosa. Meu aplauso para os cientistas, para os pesquisadores que estão aí batalhando. A gente está torcendo muito por vocês.
E os pesquisadores, é curioso, porque eu, por exemplo, sempre fui uma aluna muito dedicada, sempre fui CDF, e eu sempre gostei de pesquisar. Porque quando você pesquisa um assunto, você descobre um universo de possibilidades, você fala, nossa, não sei nada, né? E sempre ouço as pessoas, quando são pesquisadoras, falando até assim com um tom mais baixo, sabe? Como se ser um pesquisador não fosse digno de aplausos. E pelo contrário, os pesquisadores são fundamentais para a gente poder progredir e progredir com saúde. Eu estava conversando com o professor Fulvio Scorza, da Unifesp, e ele estava me dizendo, Isabela, só vai existir uma maneira da gente acabar com o coronavírus de uma vez. É quando tivermos uma vacina. Essa vacina vai cair do céu? Não. Essa vacina vai ser desenvolvida com a ajuda de muitas cabeças pensantes e muitos testes. Então ele até falou assim, olha, divulga aí nas suas lives não acreditem em notícias milagrosas, em soluções que vão cair do céu, ou que parecem que caíram do céu, porque precisa testar. Então a gente tem que ter responsabilidade em querer uma coisa que vai nos curar, mas que também não vai criar outros problemas. Não é? É verdade.
Esses caras são maravilhosos. Eu gosto muito dos bombeiros, desde muito pequeno. Eu tenho um carinho, eu tenho uma admiração pelos bombeiros, assim, muito grande. Agora, os cientistas que estão falando tão pouco deles, né? Eu acho que a gente tem que falar, a gente tem que exaltar esses caras que estão trabalhando pela vida. Agora, você estava falando daquela história de divulgar boas ações, deixa eu voltar só um pouquinho.
Sim, sim, sim.
Várias pessoas, quando a gente coloca alguma coisa no Sol Notícias, várias pessoas, graças a Deus, nós temos poucos haters. Poucos, pouquíssimos. Mas assim, eles fazem um barulho danado.
Ainda tem isso.
Quando a gente divulga, por exemplo, a gente divulgou aqui uma ação do David Brasil. David, um beijo pra você, nosso seguidor querido.
Legal.
E da Paola Oliveira, que eles compraram um monte de cesta base, que mandaram pra comunidade lá da Escola de Samba Beliz no Rio de Janeiro. A gente repostou o vídeo e teve uma figura lá que veio com essa história. As pessoas não devem querer, quem faz o bem não deve querer aparecer.
Então?
Eu acho, Isabela, que é o seguinte, não vou questionar as crenças das pessoas, porque parece que isso está na Bíblia, eu não tenho certeza. Mas tem o seguinte, o que é mais importante? Acho que a gente tem que pensar nisso. O que é mais importante? São essas pessoas que podem estar querendo aparecer? Ou é mais importante você alimentar aquelas pessoas que não têm Então, eu parto desse pressuposto. A gente tem um lema aqui no Sua Notícia Boa. Quando a gente tem dúvida se a gente vai dar ou não uma notícia, porque eu e o André, a gente briga muito, sabia?
É mesmo.
A gente discute demais, porque dois jornalistas discutindo uma pauta, você sabe como é que funciona, né? E no Sua Notícia Boa não é diferente.
Cada um tem seu ponto de vista.
Isso é muito legal. Aliás, eu acho que o Salmo de Cebola está tão certo por isso, porque nós somos muito... Eu, André e Lorena. Lorena também participa, ela não é jornalista, mas ela dá os pitacos dela. Eu tenho uma visão, homem, mais de 50 anos. André, mulher, 50 anos. A Lorena, adolescente, 19 anos. São visões completamente diferentes. E tem matérias que a gente fala, vamos dar ou não vamos dar? Aí a gente se pergunta, é esse o lema. Essa notícia faz bem para a maioria das pessoas. Se fizer, eu não quero saber se é do Lula, se é da Dilma, se é do Bolsonaro, eu não quero saber se é do Dória, eu não quero saber se é da Petrobrás, se é da Coca-Cola. Se fizer bem, nós vamos dar sim. Porque o que importa é a gente levar, sabe? Inspirar. Essa é a palavra.
Vamos inspirar.
Eu fugi da pergunta que você me fez, perdão.
Na verdade eu já nem lembro qual era a pergunta, sua resposta já foi tão boa. Quando você fala em inspirar, olha só a mensagem que vem do lado bom das coisas ponto oficial. A página de boas notícias...
O que é esse lado bom? Vocês são lindos.
A página de boas notícias mais gente boa da internet, ou seja, é uma outra página que fala de notícias boas validando e respeitando vocês. Isso é fabuloso. Eu costumo dizer assim, mulher que é mulher de verdade ajuda outra mulher E eu falo isso com várias mulheres que eu trabalhei nesses 23 anos de rádio e TV E eu fico muito feliz quando a gente se apoia Como eu falei, se você não pode apoiar financeiramente alguém, você pode apoiar com uma inscrição no YouTube, como é o caso da Associação de Balete Cegas Então, tudo vai depender da energia que você vai colocar. Eu ainda repito, quando as pessoas falam que notícia boa não dá Ibope, eu discordo integralmente, por quê? É a tal da crença que eu já falei antes. assim como a história do burnout. Rinaldo, tem palestras que eu vou e depois de eu falar uma hora sem parar, uma pessoa levanta a mão e fala assim, ah, mas e se o gestor achar que o seu problema é frescura? Eu falei, bom, Esse gestor precisa saber que nós estamos falando de um problema mundial e que a Organização Mundial da Saúde já validou que é um problema. Então, se ele está pensando do modo conservador, eu não posso fazer nada por esse sujeito. A mesma coisa aqui com as notícias positivas. Se eu acho que as notícias positivas não vão mudar meu dia, ok, o que eu posso fazer? Vamos focar em quem está já pensando de uma forma nova.
E tem uma coisa, Iza, que assim, pegando o gancho que você falou, as pessoas estão tão contaminadas com a notícia ruim, que algumas, mesmo quando vêm notícias boas, elas procuram algo ruim, pelo e em ovo. E aí eu vejo alguns comentários no Instagram sobre a notícia boa, qual foi a matéria esses dias, que foi sensacional o que a gente colocou.
Os mercados que zeravam a conta dos profissionais de saúde, foi incrível.
Foi maravilhoso. Bombo, essa viralizou. Bom, boa. Eu não sei se foi essa, Isa, mas foi uma matéria que a pessoa... Foi essa, foi exatamente essa. Porque a mulher, na hora que ela estava chorando, ela pôs a mão na boca, pôs a mão na máscara. E aí a pessoa escreveu lá, nossa, mas ela pôs a mão na máscara. Porque assim, eu tenho que me conter às vezes, porque eu sou um cara muito espirituoso, eu tenho vontade de dar respostas bravas. E a Lorena e a André me seguram. Eu sempre falo que a gente briga. E aí eu respondi para essa pessoa, assim, eu consegui me equilibrar e falei assim para ela, com tudo isso, foi apenas essa questão que você enxergou, quer dizer, essa coisa tão bonita, você só conseguiu enxergar isso? Será que você não tem que mudar o seu foco, o seu ponto de vista? Isa, eu sempre dou esse exemplo, a gente está num trem, no mesmo trem, E a gente tem a possibilidade de olhar para os dois lados. De um lado do trem, você tem uma paisagem maravilhosa. com vale, com verde, com água, com passa, etc. Do outro lado, você tem uma montanha escura que você não vê nada, você está no mesmo trem. Você escolhe para que lado você vai olhar. As pessoas têm que ter esse filtro, sabe? Você pegar uma notícia ruim e achar uma notícia boa, e achar uma coisa ruim nela, significa que o seu foco está errado. Não quero dizer com isso que as pessoas estão erradas de se manifestar. Manifestação é livre. Mas toma cuidado, porque às vezes você deixa de olhar uma coisa legal porque você está contaminado com várias coisas ruins. A gente tem que se libertar disso, gente. Vamos curtir o que é bom. Vamos curtir. Agora não pode mais beijar. Eu ia falar pra você. Vamos curtir o beijo. Sabe? Para pra pensar. Não fica pensando em outras coisas naquele momento. Curte aquele beijo. Ponto final.
Uma ligação, um olho no olho. A tecnologia tem proporcionado tantos encontros, amigos que a gente não falava há tanto tempo, familiares que antes a gente não tinha tanto tempo para trocar ideia. Rinaldo, o físico quântico Amit Goswami, ele falou num treinamento que ele deu aqui no Brasil há um tempo, disse assim, O cérebro tem cinco vezes mais conexões para o negativo do que para o positivo. Por quê? Porque nós estamos no meio de um universo de notícias negativas que predominam sobre as positivas, certo? Então, se eu já não desenvolvo meu pensamento crítico Se eu não tenho filtro e se eu só tô consumindo o que aquela massa está me dando, é óbvio que o meu dia vai ser muito mais cinzento do que colorido.
Se contaminar.
Se contaminar. E aí, teve um livro que eu até comentei já com você chamado Os Mantras Cotidianos. É de um neurologista também. Recomendo super. Nesse livro ele diz o seguinte. Tudo aquilo que você vê, ouve, vai consumir o seu cérebro e se torna um mantra. Então se você se nutrir, se você nutrir a sua mente, a mente é igual ao corpo físico. Se você se nutrir de coisas boas, saúde física. A mente, se você se nutrir de notícias boas, você vai ter a chance de preservar a sua saúde mental muito mais do que aquelas pessoas que só olham pro lado negativo.
É verdade. Eu concordo absolutamente com você. Eu sou um comilão. Eu sou um comilão, assim, quanto mais. Eu não sou gordo porque Deus não quis, mas se fosse pra ser gordo, eu não ia passar naquela porta. Então sempre faço comparação com comida a respeito disso. Cara, quando você vai comer uma comida, você não olha pra ver se não tem um bicho? Você não olha pra ver se a salada não tá suja? Você não olha pra ver se os...
É tão crítico, né, pra comida? A gente é tão crítico pra comida?
Então seja crítico com notícia, velho. Entendeu? Lembre-se que o que você lê, o que você consome, você tá nutrindo a sua mente com coisas boas ou coisas ruins, positivas ou negativas. Eu sempre faço essa alusão à comida porque eu sou muito comilão, mas eu acho que dá pras pessoas entenderem. Se você presta atenção no que você come pra você não comer coisa ruim, presta atenção no que você consome de notícia pra você não...
Isso. Isso. Rinaldo, pra gente aproveitar o tempinho que nos resta, eu... coloquei aqui como tema, né? Tem notícia boa no meio disso tudo? Eu mencionei três. Aí agora eu quero lançar um desafio aqui pra quem tá nos seguindo, pra pelo menos colocar uma notícia boa que viu. Eu vou repetir as minhas, tá? A gente não pode repetir. Animais marinhos voltando a circular por águas mais limpas, idosos que se recuperaram e rede de supermercado que estão zerando contas de profissionais da saúde. Tô doida pra essa ação vir pro Brasil. Porque, por enquanto, eu só vi fora do país. E você, quais são as notícias boas que você encontrou no meio disso tudo?
Vamos esperar as pessoas falarem. Então, eu vou falar a minha primeira, que todo dia eu fico apurando essa notícia, porque as manchetes dos jornais tradicionais falam assim, tantas pessoas morreram de coronavírus hoje. Então assim, a gente tem 639 mil recuperados no mundo. Essa é a manchete do Sono Sebo. Então a gente deixa que eles falem quantas pessoas morreram, quantas estão contaminadas, e a gente vai falar quantas se recuperaram. Então hoje, eu vi agora há pouco, antes de entrar na live com você para confirmar, lá do Instituto Johns Hopkins, nos Estados Unidos, eles têm uma página que fica atualizando online os números do mundo inteiro, né? E a gente tem 639 mil pessoas recuperadas da COVID.
Como é o nome desse site, Rinaldo?
Johns Hopkins.
H-O-P-K-I-N-S. E aí eles vão contabilizando os números recuperados do mundo todo?
Do mundo todo, e você pode ver por países, inclusive. Tem várias abas, né? Tem a aba dos infectados, número de infectados, número de mortos, número de recuperados. E aí eles totalizam esses números e depois vem por países, vem um ranking. O primeiro é os Estados Unidos. Que louco, né? Logo os Estados Unidos, cujo presidente, parecido com o nosso, achou que era uma gripezinha no começo, não deu trela, não deu bola e hoje eles são a bola da vez, infelizmente.
Sim, nós falamos aqui mais cedo, gente, sobre os pesquisadores e cientistas, né? A gente tem que reconhecer o que é uma pandemia, quais são os sintomas já esperados nela, eu tenho falado isso aqui quase todos os dias, porque a OMS, ela já divulga o que é comum você sentir, então não é só você que tá sentindo, e pela primeira vez a gente pode dizer, né, Rinaldo, o mundo todo está passando pelo que a gente tá passando, então não adianta eu só olhar pro meu quintal, pro meu umbigo. A gente tinha lançado aqui... Vamos lá.
Com essas notícias boas.
Olha só o que eu vi aqui. Aqui. Pera, pera, pera. Aqui. Qualidade do ar melhor devido a menor circulação de veículos. Essa notícia eu tenho acompanhado sempre, os índices estão caindo Milagrosamente não, mas maravilhosamente todos os dias o ar fica melhor pra gente respirar nas grandes cidades. Aí aqui o céu está lindo cada dia mais, as pessoas estão conseguindo ver as estrelas. Né? E se alguém disser assim, Isabela, que coisa simples Então, a gente tem que lembrar que são as coisas simples que transformam a nossa vida Outra coisa aqui, ó, Ação Delivery a moradores de rua e pacientes de hospitais Nós do Bem colocou Aí a Regina fala, Regina, eu não encontrei porque tenho medo de ver as ruins, onde posso ver as boas? Aqui, só notícia boa, Regina. Pode procurar na internet e aqui no Instagram. As pessoas que saem dessas, é isso mesmo, Débora, as pessoas que se recuperam. Pessoas fazendo varal solidário para moradores de rua.
Elas estão com água e comida e estão pondo até álcool em geração de sabão. para elas lavarem as mãos. Muito linda. Está vendo?
Não, isso é perfeito. Deixa eu ver se tem mais alguma aqui. Moradores da Rocinha fazem mutirão de limpeza pelas vielas da comunidade por conta própria. A Isaura Alice está contribuindo. Aqui, a Janis. Leões descansando em uma estrada na África. Pessoas lendo mais, a Kátia fala, emprestei vários livros, pessoas tendo tempo de ler, né? Enfim, deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui antes da gente encerrar. Banda da PM levando música para as ruas. E é incrível, assim como a notícia boa muda o nosso astral, Rinaldo, a música também muda. Eu choro sempre quando eu vejo aquelas notícias de gente cantando ou tocando um instrumento na sacada de casa.
A gente deu uma aqui muito legal de um bombeiro que toca saxofone e ele vai para os condomínios que conhece de águas claras dos prédios, ele fica lá embaixo tocando e a galera sai nas sacadas e fica todo mundo curtindo lá. Cara, tem todas as formas de você melhorar a vida das pessoas com o seu instrumento, aquela coisa que você sabe mais fazer, que você mais sabe fazer, que você faz de melhor, você pode usar para melhorar o dia das pessoas e isso é notícia boa. Sim.
É isso mesmo. Rinaldo, então pra gente partir aqui pra uma conclusão, o que você diria para as pessoas que ainda não perceberam as notícias boas neste momento que nós estamos vivendo?
Ai, ai, ai. Essas pessoas, elas precisam reavaliar o olhar delas. Porque assim, eu compreendo, isso não é uma crítica, não veja como uma crítica, não. Eu compreendo, é porque a gente está tão acostumado com a notícia ruim, que a gente às vezes não dá bola para a notícia. A gente acha que é bobagem, que é pequeno, não é. Procura olhar. as coisas de uma forma mais positiva. Entra lá no www.sonoticiaboa.com.br, eu convido vocês, é de graça. A gente faz esse trabalho com amor e com carinho, a gente não cobra nada, Isabel. Absolutamente nada. A gente manda, tem o nosso WhatsApp, a gente tem uma lista de transmissão no WhatsApp, em que as pessoas diariamente recebem notícias. Ao longo do dia elas vão recebendo notícias, não cobrando. A gente faz isso por amor. Amor à profissão de jornalismo e amor às pessoas. Cara, a gente não pode cair no buraco da depressão, gente, por favor. É muito difícil. Eu tô preso em casa, eu sou grupo de risco, 57 anos, eu não saio daqui. Você acha que é fácil? ficar preso dentro de casa, não sair de casa, o que me alimenta, além da minha família, dos gatinhos que a gente tem, do cachorro que a gente tem, notícia boa. Então, graças a tudo isso, eu estou conseguindo atravessar esse período difícil do confinamento. Então, eu convido vocês a fazerem a mesma coisa. O gatinho, o cachorrinho, a família, Vai pro fogão, faz aquela comida gostosa que a mamãe fazia, que a vovó fazia. Lembra daquilo que a gente vai lá e faz. A gente tem que interagir. A gente esquecer que a gente tá preso, senão a gente pira, a gente fica doido. E assim, eu compreendo o que tá acontecendo com todo mundo. Por que as pessoas estão tão ávidas por Notícia Boa? É por isso, porque elas estão muito presas. Então vem pra cá, dá uma desopilada no típico, dá uma aliviada. Lê lá, só noticiaboa.com.br. Convido vocês e tenho certeza que, um pouquinho que seja, a gente vai conseguir melhorar seu dia.
Isso. Eu tenho certeza que vai. E pra quem está aqui nos acompanhando, tem tantas mensagens, sinal de pessoas agradecendo vocês. Eu vou lembrar, então, que essa live vai ficar lá no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real. Se puder, passa por lá, se inscreva todos os dias. Mais de uma live, até, pra gente preservar nossa saúde mental, até o novo normal chegar. O mundo já é totalmente diferente, nós somos totalmente diferentes. Não caia na ilusão que quando tudo isso acabar, ah, nós vamos voltar na vida que nós tínhamos. Não vamos. Então a gente tem que fazer uma semana agora. E aí tem muita gente agradecendo. Teve uma moça aqui que falou que conheceu vocês, o site, com a live do doutor Leandro. Veja, eu tinha feito uma live do doutor Leandro, você entrou, fez um comentário atualizando o número de recuperados. Aí você faz uma com o Leandro, que aí a turma conhece você. Então essa é a corrente do bem. Quando a gente semeia, Aquelas flores que nós ganhamos, flores, eu tô representando as boas informações como flores E aí a gente vai presentear outras pessoas com essas flores, não é?
É exatamente isso, sabe? E é muito legal, a internet nesse momento, eu não sei como seria a pandemia se não houvesse esse veículo Pois é. A gente está conseguindo, através desse trabalho que você faz, do trabalho que eu faço, e a gente juntos, a gente está conseguindo abrir um pouco os olhos, as mentes das pessoas, para que elas fiquem menos tristes, porque a gente fala de coisas que talvez elas não tenham pensado, coisas que talvez elas queiram ouvir ou coisas que elas Sabe, queriam até fazer, mas não sabiam como e a gente dá o caminho. Então é tão importante esse trabalho. Eu quero parabenizar. Eu tenho assistido algumas lives suas. Primeiro que você é um excelente apresentador e linda, né? Assim, eu sempre... Não, você... Cara, você é muito boa. Você é muito boa. E assim, e a sua forma...
Não me faça chorar, hein? Não me faça chorar que eu tô super emotivo esses dias.
Não, não vou falar assim. E você tem uma forma, porque assim... Algumas pessoas, Isabela, têm técnica pra falar. E você fala, você usa a técnica, porque a gente tem que usar as técnicas todas, mas você tem uma emoção sua própria que não se aprende na faculdade. Você tem um jeito de se expressar que você atinge o público, você atinge o coração do público, não a cabeça do público. É isso que eu queria dizer, achei o termo. Isso a gente não aprende na faculdade, isso é nato. Então quero te parabenizar, dizer que além de amigos, eu admiro muito o seu trabalho e agora principalmente aqui, você podendo levar essa informação diferenciada para as pessoas, principalmente a respeito da síndrome de Bono, eu acho que é É transformador, é libertador. Você vai poder fazer com que muitas vidas mudem. Isso é que eu acho muito legal. Parabéns, continua. E dane-se o que falarem. A gente não tem que se importar. Quando eu falei lá no comecinho da live, quando a gente sabe o que a gente quer, tem certeza e verdade naquilo, dane-se as outras pessoas, porque daqui a pouco elas vão acordar e elas vêm atrás da gente.
Exatamente. Rinaldo, eu agradeço demais o seu tempo, agradeço demais todos vocês que estão aqui acompanhando, mandando mensagens, validando o trabalho do Rinaldo. É isso que a gente pode fazer, contribuir para que os trabalhos bons continuem, contribuir para que as cabeças que estão trabalhando para que a gente fique bem continue, não é? Porque todos estamos, como você falou, no mesmo trem. A gente espera que esse trem chegue, e como eu visualizo assim, que esse trem chegue em um destino que nós ainda não sabemos qual, mas com um trajeto de aprendizados, um trajeto de coisas boas. E pra quem ainda não consegue olhar pras coisas boas, experimenta. Só experimenta. Porque se eu já sei que um dia que começa meio estranho, se eu continuo naquela vibe e ele termina estranho, se eu começar um dia validando as coisas boas, eu vou terminar esse dia também com coisas boas. Então experimentem, experimentem o gosto, a satisfação de consumir uma notícia boa E quando você tem jornalistas muito credenciados, muito comprometidos como o Rinaldo e a Andréia Vocês podem sim consumir esse conteúdo sem medo que algo não seja verdadeiro Podem ir com fé e vamos aumentar essa rede.
De só notícias boas Muito obrigado, Isa. Muito obrigado. Que delícia ouvir isso da sua boca. Você é uma jornalista tão credenciada, falando tão bem do Sonho da Cidade Boa e da gente, do nosso trabalho. Eu fico muito agradecido mesmo. E eu quero agradecer, se você me permite, ainda temos acho que quatro minutos. Sim, sim, sim. Eu quero agradecer, assim, muito a esse movimento. Está tendo um movimento na internet, principalmente aqui no Instagram, que eu acho tão... Cara, eu me emociono todo dia, antes de dormir, eu vou olhar esse movimento. O que é? As pessoas gravam, à medida que elas descobrem o Salvador, Elas gravam vídeos e colocam no stories delas, convidando os amigos. É uma coisa absolutamente, não é pedido, a gente não pediu isso pra ninguém, elas fazem espontaneamente. Galera, eu descobri esse site aqui que melhorou o meu dia, segue lá, e aí marca a gente só a Notícia Boa. Então tá tendo um movimento que a gente não compreende bem, mas as pessoas, mais do que consumir a Notícia Boa, elas querem espalhar a Notícia Boa. Então eu quero agradecer muito a vocês que estão fazendo isso. E vou falar uma coisa, eu quero saber se tem um ou se tem um milhão de seguidores. Quem fizer isso, a gente vai compartilhar com todo carinho e todo amor. Muito obrigado.
Arrasou. Rinaldo, um beijo pra você, um beijo pra Andrea. Até breve, contem comigo. Contem comigo, até breve. Eu vou liberar aqui o Rinaldo. E vou passar pra vocês mais uma vez qual é a minha missão aqui Eu vi aqui algumas pessoas novas Quero dar um beijo a todos que estão me acompanhando todos os dias Eu tenho feito diariamente Duas, às vezes até três lives por dia pra gente preservar a nossa saúde mental até o novo normal chegar Se você ainda acha que tudo isso é bobagem, pensa de novo com carinho, experimente novos caminhos Eu tô falando caminhos internos, caminhos de pensamento pra que vocês passem por tudo isso de uma maneira menos dolorosa e com mais esperança, não só na mudança externa mas na mudança interna, já que agora temos mais tempo, tá bom? Essa semana eu tenho duas lives todos os dias, vou sempre divulgando aqui. Hoje à noite ainda tem mais uma às 9 horas com a Cris Linhares, autora do Doidas no Divã, e a gente vai falar inclusive Sobre este sistema, essa sociedade que a gente vive, que parece que todo mundo é normal E aí quando você tem caminhos diferentes, você é doido, você é doida E ela traz uma fala muito engraçada, muito leve, tenho certeza que vocês vão aproveitar Amanhã teremos o senhor Gentileza, na quarta-feira o veterinário, o doutor Leandro Blaschkis Nós vamos falar também sobre os animais de estimação, como é que eles podem, né? Se eles pegam ou não, o que pode acontecer com eles nesse momento em que estamos mais ansiosos, de uma maneira geral, tá bom? Muito obrigada, se faz sentido pra vocês, compartilha então com quem o coração de vocês sinalizar, tá bom? Um beijo, boa semana pra todos.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








