Live com Robson Hamuche Terapeuta e criador do Portal Resiliência Humana .

Isabela Camargo talks with Robson Hamuche, a therapist and creator of Portal Resiliência Humana, about resilience and mental health during the COVID-19 pandemic. They discuss coping strategies for challenging times.
Chapters
Oi, tudo bem? Sete dois nesta quarta-feira, primeiro de abril, dia da mentira, mas eu entendi que é o dia ideal pra gente falar sobre resiliência depois das últimas semanas talvez mais resilientes de todos nós, da nossa vida. Hoje eu tenho o privilégio de conversar com um grande amigo, o Robson Amushi, criador do Resiliência Humana, um portal com mais de seis milhões de pessoas acompanhando todas as ideias do terapeuta, do Robson Amushi, e a gente vai conversar, como eu quero, na verdade, compartilhar com vocês, como a resiliência... ajudar a preservar a saúde mental para a gente passar esse período de tantas mudanças e tantas adaptações. Eu já fiz aqui o pedido. Alô, agora sim.
Olá, tudo bem?
Tudo bem, querido?
Tudo bem. Você deixa eu tirar a sua aqui do meu Wi-Fi, que ele tá, acho que, muito ruim.
Tá. Enquanto a gente retoma a conexão com a Mushi, eu quero agradecer a sua presença, o seu tempo. Vamos ver se a gente consegue retomar. Agora sim!
Agora voltou. Um prazer aí pra todo mundo.
Como você está?
É um prazer, a Isabela é uma grande amiga, a gente faz alguns encontros, tem alguns projetos em comum, estamos nascendo aí uma nova ideia de fazer vídeos e trazer resiliência mais para todo mundo e é um prazer poder contribuir agora aqui nesse momento com todo mundo aí. Eu vou pegar meu outro celular aqui porque travou os comentários, aí eu vou lendo os comentários aí para a gente responder algumas perguntas junto. Toca aí, Isabel, um pouquinho o que a gente vai falar, o que você quer que eu possa contribuir aí, junto, pra gente ajudar o máximo de gente possível.
Com certeza. Obrigada pelo seu tempo e obrigada pelo tempo também de mais de 600 pessoas que estão conosco, ou seja, são muitos corações em sintonia pra gente entender o que é resiliência e a gente passar por esse período muito melhor, preservando a saúde mental.
É isso aí, se quiser convidar a galera aí nesse aviãozinho aqui, clica no aviãozinho, convida as pessoas, compartilha, quanto mais coraçãozinho vocês colocarem aí, mais gente vai aparecer, porque aparece o Instagram, ele só beneficia a gente com o coraçãozinho. Eu sou o Robson Amushi, criador e idealizador do Resiliência Humana, pra quem não conhece, eu não apareço muito, eu cedo a ferramenta pra muitas pessoas, pra Isabela, pra Andresa, pro Tadashi, pro Jerônimo, pro Joel, pra quem quiser e tá aberta pra todo mundo, pra quem quiser fazer e alcançar o máximo de gente possível pra poder ajudar. E resiliência é isso. Poder se abrir pra contribuir na vida das pessoas.
É isso. A gente só se sente útil. Eu só me sinto viva quando me sinto útil. E esse é o momento, Amushi, em que eu percebo que é a grande oportunidade da gente, aproveitando o privilégio que tem, ajudar quem não tem. Ou seja, quem tem menos ou quem não tem os recursos que nós temos. E é por isso que eu vejo também você e o Tadashi e outros amigos dedicando o seu tempo trazendo informações que podem ajudar mais pessoas. Eu, por exemplo, convido todo dia um especialista para a gente falar sobre o assunto que eu tenho dúvida. E se eu tenho dúvida, outras pessoas também podem ter.
Com certeza.
Meu bem, queria já começar contigo... Tá.
Todo mundo cheio de dúvida agora, né? Está todo mundo agora cheio de dúvida. Até eu tenho dúvida. E dentro do meu interno, dentro das pessoas que eu tenho, dos meus relacionamentos, eu também vou me apoiar. E acho que essa é uma grande união que a internet, nesse momento, está fazendo. Grandes pessoas. mesmo minha avó, hoje minha tia-avó de 97 anos me deu um ensinamento que talvez eu nunca ia ter na minha vida. Então é da gente junto, grandes forças, pequenas forças, médias forças, se unir para conseguir algo aí em conjunto com todo mundo.
Sim, sim. Amuxê, antes de eu entrar no assunto resiliência, paciência, hoje é 1º de abril, a gente passou as últimas semanas, talvez as mais diferentes de toda a nossa vida. O que você já identificou de coisa boa nessas últimas semanas? Porque, um exemplo, eu vivi os primeiros dias muito tensa, muito irritada, querendo morder todo mundo, mas depois eu fui me encontrando. Eu fui abaixando a bola, fui entendendo como é que eu tinha que lidar com isso e hoje eu já vejo pontos muito positivos. Queria ouvir você. O que você já identificou de pontos positivos nessas últimas semanas?
Ontem, participei do programa Mulheres, da TV Gazeta. Estou participando sempre. E veio uma pergunta muito interessante que pode ajudar nessa sua pergunta. Quais seriam os passos que a gente vai viver nesse momento? E o primeiro passo que a gente sofre nisso tudo é a raiva. Tiram alguma coisa da gente, seja o trabalho, seja relacionamento. Seja um brinquedo, meu filho de três anos, você tira algo dele, ele fica muito bravo. Então o primeiro momento que a gente viveu, sim, foi a raiva.
Sim? Então a gente fica muito bravo. Negação.
Justamente. E depois vem a negação e a tristeza.
Sim.
E essa semana também, para muitas pessoas, já passou essa negação e essa tristeza. Não é possível. Que loucura que está acontecendo. E a terceira começa a negociação. Então, nós estamos num período agora, dia 1º de abril, num período de negociação. que é o período de a gente poder se adaptar à nova forma de vida que a gente tem. Então, primeiro, a gente reconheceu um sentimento, depois a gente quis negá-lo e agora a gente está negociando ele. E, a partir dessa negociação, dá para responder a sua pergunta. A gente começa a ver algumas coisas que fazem bem nessa quarentena e no que está acontecendo para nós. E os benefícios que cada vez mais eu vejo é a união das pessoas. a solidariedade do ser humano. Nós somos brasileiros e é uma raça maravilhosa e linda. Eu honro e agradeço todo dia o Brasil por ser quem nós somos, por mais que nós temos diferenças, por mais que nós somos classe A ou outra classe... Por mais que eu seja o partido X e o outro seja o Y, no final todo mundo se ajuda. Então, acho que o grande ganho que nós estamos tendo agora é essa união. Pessoas do mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo lugar se conhecendo. Por exemplo, o meu vizinho aqui, eu não via ele há anos. Sim, e no domingo ele me manda uma mensagem. Que saudade que eu tô com de você. Você tá precisando de alguma coisa? Seus pais estão bem? Então, essa união da gente poder estar mais próximo de quem tá ao nosso lado faz muito bem. Outro benefício que eu tô vendo muito é poder passar mais tempo comigo mesmo. As pessoas se escondiam atrás de trabalho, se escondiam através dos amigos, de festas, de bebidas, de sair para não poder olhar muito para dentro da gente. Logo no começo dessa confusão toda, eu escutei um áudio de uma pessoa que falou assim, chegou agora da gente olhar para dentro. da gente se amar, da gente se abraçar, da gente se curtir, da gente valorizar o que a gente tem de melhor ou identificar os nossos, vamos dizer assim, nossas sombras, nossas dificuldades, poder saber que nós somos imperfeitos, e saber que a gente pode contribuir e também receber ajuda das outras pessoas. Muitas pessoas têm dificuldade em pedir e receber ajuda. Eu acho que esse também é um outro benefício. Se a gente não se ajudar agora, se eu não ajudar meus pais, se meus pais não pedirem, receberem ajuda, E a gente não querer ser o fodão, desculpa o palavrão, as coisas não vão caminhar muito bem. Então eu vejo o benefício da gente se cuidar e se reconhecer e se conhecer cada vez melhor, se cuidar, se colocar em primeiro lugar, mas mesmo assim nos conectar às pessoas que estão ao nosso lado. O mundo só está onde a gente está hoje porque nós fomos uma comunidade. E eu acho que essa interação entre povos, pessoas, vem aumentando cada vez mais. Então, acho que esse é um grande benefício e é o que a gente tem que reconhecer. Eu estou vendo muitas pessoas também se reconectando, meditando dentro da concepção de espiritualidade. Se é meditar, se é orar, se é rezar, se é acender a velhinha, se é acender o incenso. Saber que existe algo maior. Então, estou vendo muita gente caminhando nesse caminho de reencontro com a sua natureza, se é espiritualidade, se é energia. Então, vejo muitas pessoas caminhando nesse caminho também. Esses são os benefícios que eu vejo que a gente está encontrando.
Isso. Eu ouço muitas pessoas reconhecendo essa oportunidade em olhar para dentro, porque a gente sabe que a saída é para dentro. Mas também vejo, Amushi, muitas pessoas reclamando do que tá acontecendo. E aí eu brinco, né? Eu falei, poxa, a gente tá reclamando daquilo que a gente sempre pediu. A gente sempre pediu mais tempo pra ficar em casa, pra cuidar de si, pra, enfim. E aí agora, esse tempo vem, claro que involuntariamente, então é a oportunidade da gente ser resiliente ou paciente ou realmente aproveitar este presente. Aí eu quero te perguntar o seguinte, resiliência é a mesma coisa que paciência?
É engraçado o que você está falando. Eu escrevi um artigo justamente. Pessoas que têm mais paciência são mais resilientes. As pessoas que vivem o momento presente, que conseguem respirar, que conseguem olhar a situação de fora, sair do problema, que conseguem meditar, fazer um esporte, elas se tornam mais pacientes. de a gente não dar resposta na primeiro momento, refletir antes de tirar a conclusão. Então, sim, pessoas mais pacientes, sim, são mais resilientes. Elas conseguem ter uma visão muito mais fácil e sair do estado de sofrimento e desse negativismo. Então, a gente tem um cérebro reptiliano aqui, que faz a gente ficar nesse momento de atenção e de negativismo, porque a gente está sendo ameaçado de morte. Eu posso sair na rua aqui, pegar o vírus em três dias, me dar um piripaque e eu ir embora. E eu posso trazer isso pra dentro de casa e prejudicar mais pessoas do que eu amo. Hoje eu vi uma família que uma pessoa pegou e morreu a mãe, a avó e uma outra pessoa. de ele trazer isso pra dentro de casa. Então a gente está muito em estado de alerta. Só que se eu não entrar nesse meu modo... paciência, que você diz, nesse meu modo resiliência, não no meu modo de sofrimento, nesse meu movimento de contribuição, de amor, de benefício, de respirar e poder com calma sair, me proteger, fazer o que eu tenho que fazer na hora que entrar, lavar as mãos, tirar meus sapatos, me blindar. Isso só vai ser possível com paciência, porque na ansiedade, na correria, no desespero, no negativismo, a gente vai conseguir e vai fazer alguma cagada. Então nós temos que trazer a responsabilidade para cima de nós, parar de culpar o Zé, o Paulo, o Pedro, a China, os Estados Unidos, o Trump, o Bolsonaro, o Lula, quem seja, trazer essa responsabilidade para nós. Muitas pessoas ficam putas quando a gente fala disso, de se responsabilizar pela sua parte, respirar, ser resiliente, paciente e fazer as coisas andarem como elas podem se fazer nesse momento, porque a gente não sabe o que vai acontecer amanhã.
Isso. Uma moça disse aqui, o meu sonho é acordar e isso acabar. Como você acabou de dizer...
Esse dia vai chegar.
É, mas a gente não sabe quando e nem adianta ficar preocupado, porque a energia da preocupação não adianta nada, né?
Tem uma frase no Resiliência que é assim, o meu sucesso do dia pra noite foi construído em anos. Então, a gente tem que trabalhar, fazer essa coisa acontecer, porque daqui a pouco, e pode ser daqui 10 dias, daqui 20 dias, daqui um mês, daqui dois meses, a gente vai acordar e isso vai ter passado. E nós vamos ter muito aprendizado. Quando nós estamos saindo total fora da caixinha, do quadrado, da zona de conforto. Nós estamos sendo colocados à prova a todo momento. E quando a gente sair disso tudo e a gente acordar no dia seguinte, que passou tudo, a gente vai estar muito forte. A gente vai conseguir fazer muito mais coisas, vai superar grandes problemas com muito mais facilidade. Então, é hora agora da gente se potencializar, da gente respirar, da gente fazer o que é bom pra gente, da gente poder fazer o que tem que ser feito, as pessoas que têm que trabalhar, as pessoas que estão aí na frente dessa batalha, de elas se protegerem da melhor maneira possível. Se elas estão passando dificuldade, não ter vergonha de pedir ao próximo, à pessoa do lado, porque existe uma coisa de Deus, e na Bíblia dizem, em outras escrituras dizem, os hindus falam nisso, os budistas falam nisso, quase todas as religiões falam, que se a gente viver num estado de sofrimento e de não ter o que comer, de escassez, a escassez vai acontecer. Agora, se a gente começar a olhar com um estado de abundância que essa coisa vai acontecer, pedir ajuda para os outros, nunca vai faltar. Então, eu sei que parece que é um monstro gigantesco e de sete cabeças, mas nós vamos superar isso como? Juntos.
Isso. Você falou uma coisa muito curiosa e eu tenho repetido aqui em todas as lives. Alguém falou aqui, né? Ah, mas quando isso passar, tal coisa. Na verdade, a gente tem que se preparar para um novo normal. Porque o mundo de 15 dias não existe mais. O mundo daqui 15 dias ou daqui um mês já vai ser totalmente diferente. Então, como eu estarei neste novo normal? Para este processo, Amushi, na prática, nós não podemos terceirizar a culpa para ninguém. Você vai ver que eu vou repetir isso muitas vezes, porque eu tô vendo aqui os comentários, eu vi aqui a Monique, né? Ah, o corona atrapalhou meus planos. Eu quero só fazer um complemento aqui, Amushi, porque o coronavírus, ele interferiu nos planos de todos, todos, todos, sem exceção. E uma coisa que me ajudou muito a sair daquele estado ansioso e irritado do início para agora foi perceber pessoas que estão em condições de mais vulnerabilidade do que eu. Eu adiei um casamento, as minhas palestras foram canceladas, eu também estou com medo de não conseguir pagar as contas, mas eu sei que eu vou poder negociar, pedir ajuda, pedir desconto, então também é um tempo da gente exercitar a humildade. em pedir ajuda, você concorda?
Concordo. E eu falo diferente. Não é que nossos sonhos foram... acabaram. Não. Eles foram adiados. Esses sonhos podem se tornar maior ainda. Eu também estava com um sonho para mudar de casa. Minha casa estava mudando para uma casa aqui do lado da minha. Ela está lá quase pronta, mas eu tive que adiar. E minha esposa chorou muito por causa disso. Eu disse, o nosso sonho não acabou. nosso sonho só foi adiado e em breve a gente vai conseguir fazer isso. Fique tranquila, nós vamos redesenhar. Então você não tem que desistir do seu sonho, você tem que simplesmente redesenhar ele pra quando a gente sair nessa normalidade que vai ser totalmente diferente, a realidade vai ser totalmente de outra maneira, a gente poder continuar e adaptar esse novo sonho. Então não é desistir desse sonho, é simplesmente refazer ele de um outro caminho. A gente tem um grande mestre que você conhece bem, que ele fala uma coisa assim, que é o Tadashi Kadomoto, daqui a pouco, às oito horas, ele vai entrar aí no na meditação e eu tô fazendo com ele todas as seis horas da manhã e às oito horas, eu jogo todo mundo do Resiliência pra lá, porque tá me ajudando muito meditar com ele e ele fala uma coisa assim, nós temos que ter um objetivo claro, como nós vamos chegar a lá, nós temos que ter flexibilidade, os ências da vida aí, para poder chegar lá. Então, eu não tenho um caminho único para chegar ao meu sonho. Eu posso ter um probleminha, fazer uma curva e chegar lá. Eu posso ter um outro caminho e chegar lá. Eu acabei de sair de uma reunião agora muito importante, de um trabalho, de um projeto que a gente estava muito grande fazendo, e apareceu um grande problema. Com a união de algumas pessoas, nós conseguimos fazer uma curva uma pessoa muito capacitada, muito inteligente e muito calma e paciente, conseguiu sair do problema, olhar e achar uma nova solução. Então, de novo, como o Tadashi fala, nós temos que ter essa meta, esse sonho, e como ele diz, a gente tem que viajar na maionese, tem que ser muito grande. Então, sempre que eu sonho, o sonho é muito grande. Quando eu vou fazer uma viagem, eu sonho numa viagem muito grande. Quando eu mudei pra essa casa que eu tô mudando, eu sonhei muito grande. Todo mundo falava, você é muito doido. Eu falava, é os doidos que conseguem realizar as coisas mais legais. Então, viaja na maionese, na sua meta. Não desiste dela. Cria ela, escreve no papel. Tem aquele caminho fácil de como pôr a meta, qual é a meta. como eu vou fazer a meta, quando alinhar os prazos, que talvez seja isso que esteja assustando todo mundo, redefinir os prazos, por que eu quero fazer isso, para quê, o que isso vai me trazer de benefício, sim, e pôr essa coisa para andar. Então, eu acho que é a hora da gente entrar aqui dentro de casa, dentro de nós, respirar um pouquinho e reescrever os nossos sonhos, nossas metas. Resiliência, o que é o significado? que eu tenho um problema, eu tenho uma diversidade e eu continuo no meu estado, no meu objetivo e chegue aonde eu quero chegar. Então vamos usar a resiliência aí, galera. Ao máximo chegou a hora de a gente pôr à prova, que a gente vem estudando e eu também não paro de estudar. Hoje eu tô fazendo três cursos para poder me capacitar mais ainda para sair forte. Então vamos estudar, galera, vamos usar esse tempo para meditar, se cuidar e traçar novas metas para a gente alcançar esse sonho que ele não foi ferido, ele só foi adiado. Brasileiro, eu assisti uma entrevista ontem também de uma pessoa de um supermercado aqui, que ia perto de casa, e ele falava assim, que meu bairro está se unindo para incentivar as pessoas e o comércio do próprio bairro. Parar de eu ir lá para outro lado, parar de não sei o quê, a gente identificar quem são os nossos parceiros, quem é que cuida próximo da gente, seja na sua comunidade, seja no seu bairro, seja no seu prédio, da gente incentivar isso. E uma pessoa falou assim, O brasileiro é um povo forte. A gente vai tirar isso de letra. A gente se une, a gente tem a nossa alegria, a gente tem a nossa garra, a gente tem nossos problemas, a gente tem nossas crenças que atrapalham, mas a gente tem muito poder. E a gente vai tirar isso através da alegria e vai dar risada de tudo isso no final. Então, acredito que esse seja o grande caminho para a gente alcançar o nosso sonho.
Isso. Eu tenho três perguntas que vou fazer em uma só.
Tão bom.
Quando você falou sobre desenvolver o comércio local. Essa semana eu entrevistei o presidente do SEBRAE de São Paulo e ele falou sobre a questão dos microentretendo empresários e aí eu vivi aqui, eu estou no interior do Paraná, do lado do sítio em que eu estou tem um outro sítio e eu fui lá, Mochi, e eles são produtores de rosas. Como não está tendo nenhum evento, as rosas todas roubam lixo. Quando eu vi aquela situação eu pensei, eu falei, poxa, Essa situação é diferente da minha, é diferente de outras pessoas. Por que que eu gosto de contar essa história, desde que eu vivi ela? Pra mostrar que não é só quem está aqui falando que, ai, meus planos e isso e aquilo, não. Todos estão sendo afetados de alguma maneira ou de outra. Isso é um fato. Reclamar não vai adiantar, e sim buscar uma alternativa. Como você falou da meta, eu lembrei do curso que eu fiz com o Tadashi, do caminhando nas brasas.
Acreditando em você, chama.
Foi fantástico, fantástico. E na hora de você pisar nas brasas, qual foi o grande ensinamento pra mim naquele dia? Se eu olhar pra brasa, eu vou me queimar. E se eu olhar para o final dela, ou seja, para esse sonho, para esse plano, eu passo por ela... Detalhe, eu vou sentir o calor da brasa sim, eu posso sentir o incômodo sim, mas eu vou focar no final, no meu plano. Queria que você entrasse um pouquinho nesse conceito, um pouquinho mais, pra quem tá entrando agora, eu vou até repetir, eu estou conversando com o terapeuta Robson Amushi, criador do Resiliência Humana e de outros portais também. Você tá falando hoje com mais de 10 milhões de pessoas, né, Amushi?
É, a gente tá aí batendo 7 milhões no Resiliência no Instagram, no Facebook também, a gente tem o Homem na Prática, o seu amigo Guru, Pílulas de Resiliência, Praela, Instabainina, Resiliência em Inglês, Italiano e Espanhol. Nós estamos com um portal gigantesco aí de textos e conteúdos. A gente está com o livro Eu e o Tadashi Junto, que vendeu o best-seller. Nós estamos batendo quase 45 mil cópias vendidas. Agora, em maio, sai um livro novo que se chama Pílulas de Resiliência, que é um livro bem a cara do Resiliência. A editora, a gente, ligou pra gente e falou, nós vamos adiar isso. Eu falei, de jeito nenhum. Agora que nós vamos enfrentar isso e nós vamos fazer acontecer da maneira que tem que ser.
Depois eu te mando um direct, tá? Sobre isso.
Isso. E pra falar sobre o que você tava falando, uma das metáforas que a gente conta nesse curso, que é o Acreditando em Você, que a gente caminha numa passarela de 7 metros de brasa e a gente trabalha sonhos e objetivos, é uma historinha muito engraçada, que é lá da Índia. Que lá na Índia, as pessoas falam que Deus sempre fala assim pra gente. Então, se eu falo assim pra Deus, Deus, eu tô fudido. E Ele vai falar o quê? Sim. Sim. Deus, eu vou quebrar. Ele vai falar.
Sim.
Mas, Deus, eu tô fodido, não tô conseguindo nem ter comida. E ele vai falar.
Sim.
Agora, se você falar, eu vou conseguir superar essa. Deus vai falar o quê? Sim. Eu vou conseguir me reconstruir, me reinventar, me unir com as pessoas da minha comunidade e sair desse buraco muito mais forte. Deus vai falar. Sim. Então só depende do seu interno, só depende de você. Se for ficar olhando para o problema, se for ficar olhando para a dificuldade, nós ficamos em estado de sofrimento e não conseguimos achar uma solução, uma resposta para o que a gente precisa. Então as pessoas precisam de alguma maneira inventar, porque para cada um funciona de uma maneira, como sair desse estado de sofrimento. Para mim, é estar perto do meu filho, é brincar, colocar uma música, dançar. Hoje eu mandei uma pessoa aqui do bairro, de novo, olha que engraçado. que é uma lojinha de brinquedos bem pequena, onde eu sempre compro alguns brinquedos artesanais. Mandou um WhatsApp pra minha esposa. Vocês não querem contribuir pra gente comprar um brinquedo? É um brinquedo totalmente de madeira, aqueles de tirar o palitinho. Qual palitinho que... Você vai tirando o palitinho. Aquele do jogo do palitinho.
Pega, Maria.
Quem é lá de trás conhece essa brinquedinha. E eu gastei enquanto foi, não foi nada. Mas essa pessoa veio andando aqui, trouxe esse palitinho, e através desse palitinho, que vai ser uma meditação, uma brincadeira do meu filho, eu vou sair desse estado de sofrimento.
Sim?
Então, pra cada um, é sair desse estado de sofrimento, parar de olhar pro problema, pro negativismo, e começar a acreditar que vai dar certo. Porque vai dar certo. Entende? nossos ancestrais passaram por problemas parecidos há muito tempo atrás, mas eles também conseguiram sobreviver. A gente tem muito mais tecnologia, muito mais força, está tendo uma união muito grande, são muito mais pessoas unidas em um pró mesmo objetivo. Ontem a gente bateu mais de 5 mil pessoas meditando juntos com o Tadashi. Entende? Ou a nossa meta até o final dessa semana é bater 10 mil pessoas tendo o mesmo pensamento positivo. Então imagina 10 mil pessoas tendo a mesma força positiva para alcançar algo. É muito melhor do que 10 mil pessoas negativando e batendo panela, sei lá o que for, trabalhando aí e não estou falando que o Zé é certo ou Pedro que Paulo que é o errado. Agora não, agora é a hora da gente se unir é positivamente contribuir como a gente pode parar de olhar para o problema e vamos enfocar a solução. Uma das capacitações da resiliência é justamente isso, a gente olhar para o nosso objetivo, parar de olhar para os problemas, se fortalecer com pessoas de confiança e tocar o barco nesse objetivo. Então, como você falou, vai queimar os pés, a gente vai sentir o calor, mas nós vamos passar por essa passarela de brasa e alcançar o nosso objetivo que, seja qual for o seu, escrever um livro novo, as suas palestras mais fortes e com um contexto muito mais legal e cada um dentro dos seus objetivos alcançar o que tá precisando nesse momento.
Isso. Como você disse, a natureza não toma partido. A natureza age em prol do equilíbrio da vida. E outro dia o Geraldo Rufino falou, né? Deus não sacaneia ninguém. Porque às vezes a gente acha que isso tá acontecendo comigo. Para, não é com você. Eu acho assim, a gente tá vivendo uma grande gripe. Porque você já ficou gripado? Alguém aqui já ficou gripado? Aquela gripe brava? Aquela gripe não faz você ficar dentro de casa pra se recuperar?
É isso aí.
Não é pra você se recuperar, pra tomar forças. Eu sempre disse, buscando inclusive as origens das doenças, eu não tô falando então só da minha ideia, porque eu já pesquisei, a gripe é um pedido pra você parar. A gripe é um pedido pra você se recuperar, pra você sair daquele estado de piloto automático e se cuidar. Olha que maravilha, Muxa. A gente tá tendo a oportunidade de fazer essa pausa, ou seja, é uma grande gripe? É uma grande gripe. Algumas pessoas podem ficar com mais sequelas do que outras, sim. Mas isso está fora do nosso controle. Então, o que eu posso fazer para o meu estado interno? Então, mais uma pergunta. Como eu posso, na prática, melhorar o meu estado interno para que o externo não me afete tanto? Para que eu não fique, então, esperando eu só ser feliz quando tudo isso acabar. Eu posso ser feliz mesmo dentro da minha casa. Que é como você falou, ou eu mudo a ação, o ponto de vista, ou eu vou continuar no mesmo modelo.
Todos os sentimentos fazem parte de nós. Então, o medo é uma parte nossa. A raiva é uma parte nossa. A tristeza é uma parte nossa. A ansiedade é uma parte nossa. E a felicidade é uma parte nossa. O sucesso é uma parte nossa. todos os sentimentos são partes nossas. Nós temos que identificar qual sentimento nós estamos sentindo no momento. A primeira passo é reconhecer esse sentimento. Então, hoje de manhã, eu estava com um sentimento ruim. Eu também não sou 100% sempre positivo, porque o meu primeiro talento é positivo, mas hoje aconteceu uma coisa que não vem ao caso, de uma pessoa próxima que tá com o vírus, e isso me deu uma tristeza, e eu reconheci e respirei e falei o que que essa tristeza tá? E aí eu comecei a sentir uma coisa física que é um aperto no peito, tá? A primeira coisa que eu fui fazer, o que que é? Mexer meu sim, fisiologia. Então, se você tá muito triste, tá parado, vai dar uns três pulinhos, vai dançar uma música, vai varrer a casa, vai brincar de pega-pega, eu brinco muito de pega-pega com meu filho, meu exercício físico tem sido isso, meu filho tá com três anos, ele não para de correr pra lá e pra cá, então a gente vai mexer a fisiologia. A fisiologia é o primeiro passo pra gente sair de algo que tá machucando a gente. O segundo passo pra gente sair disso é mudar o foco, mudar o que a gente está fazendo, mudar o pensamento. Então, se eu estou pensando na doença dessa pessoa próxima de mim, eu vou pensar no trabalho que eu tenho que fazer, ou no projeto que eu tenho que entregar, ou no e-mail que eu tenho que mandar, que até agora eu lembrei que eu fiquei de enviar um e-mail para uma pessoa que eu não enviei ainda, mas eu vou enviar ainda hoje. Então, colocar o foco em outro lugar e dar um outro significado para esse fato ruim que está acontecendo. Então, tem essa pessoa que está doente, que é próxima a mim, e falar, puta, ela vai morrer? Não. Ela é forte, ela vai conseguir sobreviver, ela é capacitada, ela tem saúde e ela vai sair disso. Quando eu faço esses três movimentos ao mesmo tempo, que é fisiologia, pensar em outra coisa e dar outro significado, eu saio na hora desse estado que eu tava, seja tristeza, raiva. Então esse é um exercício simples que todo mundo consegue fazer, que dá pra fazer essa mudança rápida pra trocar o sentimento e sair dali desse lugar que tá machucando. Então acredito que é também precisa achar, cada um tem a sua forma de fazer as coisas acontecerem. Tem pessoas, minha mãe, dentro do bairro aqui também, que tá sendo muito legal essa união. Existe uma santa, minha mãe é católica e eu respeito todas as outras religiões, já fui estudar o budismo, o hinduísmo, o evangélico, cabala, judaísmo, tenho amigos muçulmanos, eu amo a religião. o Caramblé, a Ubanda. Eu gosto muito, já fui estudar todos, frequento. É um prazer, porque todos existem uma beleza. E eles estão passando uma santa. em cada casa do bairro. E hoje eu vi minha mãe e meu pai, a hora que meu pai acordou e falou, cadê a santa? E já tinham passado para outra casa, você via que existe a fé e cada um acha a maneira que faz sentido para se sentir mais forte. Então, se para você rezar, se é fazer exercício físico, se é ligar esses aplicativos e essa tecnologia que tem, Hoje deu meio dia, eu abri a câmera com oito amigos, uma turma que eu tenho, oito falando besteira ao mesmo tempo. Então a gente acha soluções para se sentir melhor no dia a dia. E cada um tem que achar a sua maneira para sair desse lugarzinho dolorido, para seguir o caminho, sair do estado de sofrimento e chegar nos objetivos que querem ter com mais tranquilidade e calma.
Isso. Passou aqui um comentário, eu não consegui anotar aqui o nome da pessoa, mas estava dizendo assim, vai levar comida para quem está na rua e tudo mais. A gente falou sobre isso no início da conversa, que é como eu posso... Contribuir com o outro com os privilégios que eu tenho. Isso eu gostaria de reforçar. Também reforço que eu estou conversando com o terapeuta Robson Amushi, criador do Resiliência Humana e outros portais de comunicação que só nos ajudam a viver uma vida que vale a pena ser vivida com muito conhecimento e conhecimento com emoção. Aquele conhecimento que entra primeiro pelo coração, depois é para o cérebro e não o contrário.
Deixa eu te falar uma coisa. Eu quero agradecer os colaboradores do Resiliência Humana, o trabalho que eles vêm fazendo, se doando a todos os escritores, a Vandi, o professor Marcel. A gente vem se conversando e trocando um pouco os textos desse negativismo, incentivando as pessoas, trocando a nossa forma. O Resiliência joga muito as coisas na cara e, às vezes, bate de uma forma muito forte. E agora eu pedi para a gente mudar um pouquinho a estratégia, para incentivar e fortalecer as pessoas, porque o Resiliência mostra Ele te joga na cara a merda, desculpa o palavrão que ele tá fazendo, a cagada que você tá fazendo, pra você poder mudar. E agora a gente tá vindo com uma outra comunicação de ser mais positivo. Então eu agradeço todo o time, a Nina, a Karina, até o Tadashi. A gente vai sair amanhã também com uma ajuda dentro do que a gente pode, dos nossos psicólogos e nossos terapeutas abrirem gratuitamente pra poder atender é quem está precisando psicologicamente e emocionalmente. Então amanhã a gente tem uma surpresinha aí que talvez amanhã ou no máximo que sexta-feira a gente vai abrir horários para atendimentos gratuitos com os nossos terapeutas e os terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto. Então justamente é isso, a gente se fortalecer e poder dar o que a gente dá. E agora o que a gente pode dar é um conforto, é um positivismo, é um cuidado com quem tiver. Quem tiver precisando de ajuda, pode chamar aí no Resiliência Humana, no Mensagens. A gente tá tentando conseguir. Eu tô com o celular do Resiliência Humana em mãos. Ficava com outra pessoa, mas tá na minha mão. E a esposa fala, você não larga esse celular um minuto?
Não.
Eu tô respondendo, ajudando, mandando livro, contribuindo do máximo que eu puder, com a capacidade que eu tenho. E eu não tenho todas as respostas. Eu vou buscar com pessoas melhores. Eu tô fazendo curso com o Joel Jota, tô fazendo curso com o Jerônimo. Estou buscando forças com o meu mestre de constelação, o Décio, com outras pessoas para poder trazer isso daí. Então, um vai ajudando o outro, um vai sustentando essa cadeia. Então, tudo que vocês estão vivendo e está dando certo, vá ensinando para as outras pessoas. Eu acho que é essa cadeia que tem que acontecer. Então, eu tenho um aprendizado aqui com um, faço isso válido, ensino para outro, leva isso para outra pessoa e faz isso virar uma corrente monstruosa de contribuição. Então, se você aprendeu algo aqui no Resiliência, se você, através de uma palavra que eu disse aqui, funcionou pra você, ensina pras outras pessoas. Todos os meus pacientes que trabalham comigo em consultório, que eu não chamo de pacientes, chamo de clientes, como coach, terapeuta ou na Constelação Familiar, eu falo, funcionou pra você, deu certo na sua vida, ensine o máximo de pessoas, contribua com as outras pessoas que estão ao seu lado. Porque essa é a cadeia que vai fazer a gente se salvar agora, nesse momento. Agora, eu nem lembro qual que é a pergunta que você fez.
Ô Amushi, não, na verdade eu tava falando novamente, né, o que nós estamos fazendo aqui, 7h39, eu já vou ter que ir partindo pra uma conclusão pra depois liberar a nossa live aqui pra seguir pra meditação do Tadashi. Então eu quero pegar agora, nesses próximos 10 minutos, para responder a pergunta que foi o tema que nós divulgamos na nossa live. E até já vou dizer para todos que estão aqui, assim que acabar, eu publico um resumo de tudo que nós falamos e depois levo o conteúdo lá para o meu canal do YouTube, Isabela Camargo Real.
Isso aí, galera. Segue aí todo mundo a Isabela. Isabela é um monstro de sabedoria. Ela vem de uma história muito grande, muitas pessoas conhecem ela. Ela trabalhou, trabalha ainda, não sei se posso falar, não sei como é que está também, faz tempo que eu não converso com ela numa grande emissora e teve problemas que ela precisou se desligar para se fortalecer. Então, ela também tem um conteúdo gigantesco e cada vez que eu a encontro é um aprendizado gigantesco. Ela me ensina muita coisa e a troca é sempre muito grande. Então, segue ela aí, turma. Vai todo mundo aí seguir ela que vocês vão ter grandes... lições e aprendizados e construírem novas formas de olhar para o mundo. Eu acho que é isso que a gente precisa agora.
Obrigada, meu amigo. Você só vê em mim o que tem dentro de você. Eu, na verdade, hoje eu só produzo conteúdos para as redes sociais e eu falo muito sobre o autocuidado. Porque se a gente não se cuidar, você não tem autoestima, você não se conhece, aí você acaba aceitando a sede moral, você não se valoriza e é uma cadeia. Está todo mundo de mãozinha dada. Autocuidado, autoconhecimento, autoestima e aí vai. Eu tenho feito muito esse conteúdo, como você. Compartilhado aquilo que eu aprendo e sempre agradeço. Quando a gente fala com amor, a gente planta sementinhas nos corações. E quando essas sementinhas conseguem florescer, o mundo fica mais bonito de uma maneira muito prática. Amor, então, como que a resiliência pode preservar a nossa saúde mental? Por quê? Uma coisa é eu ser resiliente, ou seja, é superar a adversidade. E a outra coisa é eu apelar para superar a adversidade. Então, qual é a diferença entre apelação e resiliência? Porque isso pode afetar totalmente a saúde mental.
Sim. Agora volto. Então, Muitas pessoas usam a resiliência como passar da capacidade de suportar sentimentos. A resiliência normal não é esconder e negligenciavam, já essa palavra, os sentimentos. Então, a gente tem que saber que todos nós temos os sentimentos e todos nós podemos falhar. Sim, o que muita gente vem usando através dessa resiliência, eu não posso errar, eu não posso falhar, Eu tenho que ser o perfeito, eu tenho que ser a pessoa que supera tudo, passa por cima da minha família, passa por cima do povo, passa por cima do governo e vou fazer dos meus colaboradores e, a qualquer custo, eu vou me fazer isso acontecer. Isso não é resiliência, isso é apelar. Então, a forma mais correta que tem é você reconhecer no que você é bom, tá? Eu sou bom numa coisa, a Isabela é boa em outra, minha esposa é boa em outra, o Tadashi é bom em outra coisa, Então, juntos formar uma resiliência mais forte. Reconhecer que eu não sou o perfeito, que eu posso errar, mas aprender com esse erro. Não errar e ficar se lamentando que errou, não acontecer algo na sua frente e você ficar lá paralisado, não ter um sentimento e ficar lá chorando. nos cantos. Já se você tá muito nesse lugar que você não consegue se mexer, aí vem uma coisa que é necessário e eu faço terapia já há quase oito anos, é buscar alguém que possa contribuir na vida de vocês. A gente hoje tem aí uma imensidão de trabalhos terapêuticos ou ler um livro, ou conversar com uma pessoa de confiança. Eu brinco muito que eu tenho amigos que eu vou no bar para fazer desabafos e às vezes eles me ajudam mais que um terapeuta. Então, vai buscar através das pessoas que possam olhar de um lugar de fora do seu problema, de o que você está vivendo, para poder te dar soluções. E, a partir daí, essa é a resiliência confortável. Você poder não passar e esconder, jogar debaixo do tapete o que você está sentindo. É reconhecer, analisar, tomar força, tirar o aprendizado. e seguir seu caminho. Então, acho que é parar de querer ser o bonzão, parar de querer achar tudo. Cada vez mais eu vejo pessoas maravilhosas querendo deixar o legado, ensinar. Acabou aquela fase que eu sou o líder e todo mundo me segue. Não, hoje é troca, via de mão dupla, um aprender com o outro. Então, cada vez mais esse momento como você começou lá, quais são os benefícios? Ver a beleza e a qualidade Eu entrei numa live de uma pessoa que estava fazendo aqui hoje de manhã, que tinham cinco pessoas na live dela. A minha esposa falou, nossa, uma live com cinco pessoas, mas foi um conteúdo tão importante para mim, uma pessoa que é tão de uma amorosidade, que me trouxe tanta paz. Então, qualquer tipo de pessoa pode ter resiliência e contribuir para você sair num lugar. Não abandone e não discrimine ninguém. Todo mundo tem um dom, todo mundo tem uma qualidade. Todo mundo tem uma beleza. Parem de esconder a beleza de vocês, galera. Cada vez mais eu vejo as pessoas querendo ser uma pessoa. Ah, eu quero ser o Tadashi. Ah, eu quero ser o Joel Jota. Ah, eu quero ser a Isabela Camargo. Ah, eu quero ser... o Rufino, não, você tem sua beleza interna, Deus te deu o poder que só você tem, você é um ser único e dentro desse ser único existe uma beleza, vai saber do que você é bom, você sabendo do que você tem de melhor, E tem quem pergunta, como eu sei o que é de melhor para mim? Tem um livro que chama Descubra Seus Pontos Fortes, vai lá fazer um teste, sei lá quanto custa, R$30, R$40 o livro, compra esse livro e faz esse teste, é simples, você vai descobrindo o que você é bom, vai descobrir qual o seu talento. O meu talento é ser carismático, conhecer pessoas, unir gente, ser positivo. ser positivo, carisma, ensinar. Eu tenho uma facilidade de ensinar. As pessoas falam, você cita exemplos tão simples que para coisa parece ser. Isso eu fui entender que era o que eu tinha de melhor. Então, cada pessoa, eu sei reconhecer o que eu tenho de melhor. O que você tem de melhor, Isabela?
Eu, conectar. Conectar e compartilhar.
Entende? Então, cada pessoa... A minha mãe tem a alegria dela, meu pai tem a sensatez e a honestidade, minha irmã tem a prudência e o cuidado, minha esposa tem a conexão e sente as coisas no ar. Cada um tem o seu talento e a união disso faz a gente se tornar mais forte e usar essa resiliência boa para seguir o caminho. Então, escutem os outros. Mesmo que isso não faça sentido, reflita. Tem uma página do livro Um Compromisso por Dia, que é o meu livro junto com o Tadashi, que está fazendo esse sucesso, que é... Olhe o seu maior inimigo e identifique as qualidades dele. Existe uma beleza até nas pessoas que estão te fazendo mal. E se quando você enxergar essa beleza nessa pessoa, que você acredita que te faz mal, aí que vai vir a mudança. Aí que você vai falar, puta, eu só estava olhando por uma coisa ruim e talvez essa pessoa tenha algo a me ensinar. Porque todo mundo tem o lado bom e o lado ruim. A sombra e a luz. Como tem a árvore do Resiliência, que todo mundo pergunta o que essa árvore é. As raízes, a minha sombra, a morte, a minha luz, os frutos, a luz, entende? A beleza, a vida. Então, morte e vida. Todo mundo tem os dois lados. Todo mundo tem coisa ruim, como eu tenho. Todo mundo tem a beleza. Só que a gente fica preso aonde? Nas coisas ruins. A adversidade grande, boa, que você perguntou, é eu olhar para essa minha sombra, identificar ela, reconhecer e poder acessar a minha luz, minha beleza e meu positivo.
Perfeito. Resiliência, gente, como a Muxi disse, é a capacidade do indivíduo tocar a vida de uma forma positiva após as adversidades. Isso não é apelar, porque aí você passa por cima dos seus próprios limites e aí vem as doenças, problemas de saúde e tudo mais.
Essa apelação acaba, causa muito somatização. E aí um sentimento que eu fico guardando, guardando, passando e somatiza, somatiza, somatiza, vira enxaqueca, dor de estômago, úlcera, dor nas costas, o nosso sentimento se não são olhados, não são reconhecidos e a gente não põe pra fora através de uma conversa de algo somatiza no nosso corpo e sofre doença. Então galera que tá em casa aí e somatizando só os sentimentos, a dor, a ansiedade. Não faça isso. Vai procurar ajuda através de meditação, terapia, amigos, livro, conteúdo. Pega o tio Google aí e põe. Tem um milhão de conteúdos hoje na internet, no Facebook, no Instagram. Para de ver merda, galera. Para de assistir só merda. Senão você vai somatizar e ficar mais doente. Vai ver coisa boa. Vai aprender. Vai lidar com o emocional.
Me veio aqui a partir do que você falou, né? Porque eu vivi isso. Então assim, apelação adoece. A diferença entre resiliência e apelação é que a apelação você adoece. A resiliência você aceita, toca em frente e sem ficar ali naquela amargura por viver uma coisa que não era como você pensou.
Eu acho que essa aí vai ser a chave, a frase, o conhecimento máximo que a gente pegou nessa live aqui. Pare de guardar o seu sentimento, pare de apelar nessa resiliência que é passar por cima de tudo sem olhar para os seus sentimentos e olhe com carinho, reconheça eles. Põe ele pra fora pra você ser uma pessoa resiliente e saudável. Seja uma pessoa resiliente e saudável. Pronto.
Resiliência é ser resiliente, é ser saudável. E pra gente encerrar, Mushi, eu vejo a resiliência como dizer não e como outras atividades. Bernardinho falou, né? para mim lá, na entrevista do livro, é chamado de dar um tempo que eu lanço em breve. Se está difícil é porque precisa treinar. Então, se ser resiliente ainda não está muito claro, é porque você ainda não entendeu e precisa treinar.
É isso aí. Como tudo na vida. Treino, treino, treino, treino. Saber o que eu sou melhor, usar o que eu sou melhor e treinar mais. Uma hora você vira Pronto.
Então não desistam. Se não consegue meditar hoje, tudo bem. Eu também não consigo meditar todos os dias. Nós estamos aqui falando com bastante entusiasmo porque a gente se sente muito vivo sendo útil. Mas não é todo momento em que nós estamos entusiasmados. A grande diferença é você fazer o gradiente entre tristeza e alegria menor. Ah, eu tô triste. Não, mas pera lá. Deixa eu conversar com essa... O que eu tô aprendendo com esse sentimento? Se a gente quiser ignorar, é pior. Como você falou, guardar os sentimentos não vai ajudar ninguém. Amor, nós vamos ter que encerrar.
Vamos, mas a gente pode fazer semana que vem nesse mesmo horário e marcar, enquanto a gente puder contribuir de uma maneira boa, a gente fazer toda quarta-feira. Hoje é quarta-feira, né? Esse horário a gente pode fazer. Sim, fica o convite aí. Primeiro, minha gratidão a você por querer. O canal do Resiliência Humana é seu, você pode usar. Quem mais quiser vir aí fazer uma live compartilhada. Você não precisa ser famoso, chama aqui. A gente acha um tempinho. Vem expor o seu trabalho, vem expor a solução. Quem tiver aí agora vendo, coloca aí, manda um direct pra gente. Eu tô fazendo isso, isso e aquilo. Vamos bater um papo. Quer mandar perguntas? Vamos abrir pra bater perguntas. A gente está aberto, de novo, minha gratidão por ter você perto de mim, você é uma pessoa muito especial, a sua energia fortalece cada vez mais as pessoas e isso aí não pode ser ficado guardado na caixinha não, tem que ser posto para o mundo, para todo mundo se tornar muito mais... leve e não passar porque você já passou e porque todo mundo já passou pra poder seguir o caminho. Isso.
Amushi, mais uma vez, você só vê em mim o que tem dentro de você. Gratidão pelo seu tempo, pela sua confiança e por tudo que você compartilhou conosco. Eu vou repetir tudo o que nós falamos, estará no resumo lá no feed do Instagram e depois vai lá para o YouTube Isabela Camargo Real. Meu amigo, muita saúde pra você.
Pra você também, beijo a todos aí. Em breve a gente vai se abraçar e se beijar aí, ficar pertinho, dar umas risadas junto. Fica o convite pra todo mundo que tá aí. Tem uma galera aí, umas oitocentas, mais de oitocentos e cinquenta pessoas passaram aí, sei lá quantas pessoas. Vamos lá pro Instagram do Tadashi. Arroba Tadashi Kadomoto. Ele tá fazendo uma meditação linda. Ontem foi um trabalho maravilhoso que ele fez. Ele colocou a gente em lugares através da meditação no passado e levou pra gente se olhar no futuro. Depois que tudo isso passar e o depoimento das pessoas foi muito legal. De rir do que tá acontecendo. Imagina quem lá na frente, no nosso futuro, a gente vai rir disso. Então, provavelmente, hoje ele vem com algo muito especial. O Tadashi é o cara que me incentivou a criar o Resiliência Humana. Então, eu devo muito tudo isso que eu tenho a ele. Por isso que está o convite. Vamos todo mundo lá para o Instagram dele, arroba Tadashi Kadomoto, assistir, meditar com ele lá, que é uma pessoa muito especial e pode contribuir, como muitos outros. O Jerônimo, o Joel Jota, a Roseli. Ontem eu participei com o Eduardo Chineschi, que a gente riu muito. Que alma que ele é, a bondade. Então tem muita coisa boa rolando aí. Vamos aproveitar, galera, desde o emocional, o psicológico, o econômico. Vamos juntos que a gente vai se esperar isso aí numa boa. Um beijo e muito obrigado aí a todo mundo que ficou aí com a gente.
Beijo, Amuxa. Até breve. Muita saúde.
Salva aí a live aí pra gente.
Vou salvar, pode deixar. Um beijo. Gente, olha, cada um de vocês sinta um beijo grande, um abraço com muito carinho e respeito. Obrigada pelo seu tempo. Compartilhe as ideias que você acha que podem ajudar outras pessoas. Lembre-se que o que a gente fala pode ser semente na vida de alguém, no coração de alguém. E nós podemos aproveitar o privilégio que nós temos ajudando quem tem menos do que nós. Não importa o que seja, mas nós sempre podemos contribuir na vida de alguém. Obrigada pela sua atenção. Amanhã nós teremos duas lives, uma ao meio-dia com a Natália Arcuri, para saber se é possível manter a saúde mental e a saúde financeira em tempo de coronavírus. Vai ser uma live incrível. E à noite eu vou conversar com a doutora Nívia Rize, para a gente já falar sobre o aumento de burnout entre os profissionais de saúde. Está na hora já da gente falar sobre isso, tá bom? Beijo grande. Até mais.
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Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








