Micropausa! Já fez a sua hoje?

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Chapters
Olá! Boa tarde! Sejam bem-vindos. Tudo bem, Kleber? Aqui no Resiliência Humana e aqui no meu canal, Isabela Camargo Real. Muito obrigada pela presença de vocês. Vou ajustar aqui os dois telefones pra gente não ter problema, tá? Aqui. Obrigada pela compreensão, tá? De vocês. Muito bem. Estamos começando mais um almoço, que eu estou propondo almoçar com vocês esses últimos dias, e espero que seja muito agradável. Quem está almoçando agora, conta pra mim. Meu nome é Isabela Camargo, pra quem está entrando aqui pelo Resiliência Humana, Eu sou jornalista, trabalhei muitos anos na Globo, na Band, no SBT. Hoje eu sou apresentadora do jornal Primeira Hora na Rádio Bandeirantes. E é um privilégio também esse espaço aqui no Resiliência Humana para compartilhar com vocês os assuntos que eu trago neste livro. Dá um tempo, como encontrar limite em um mundo sem limites. Vocês acham que nós estamos ultrapassando os nossos limites? Será que nós estamos querendo fazer muito mais coisas com a nossa agenda do que a nossa saúde consegue suportar? O que vocês acham? Faz sentido essa conversa? Bem, é sobre isso que nós vamos falar. Como nós podemos viver um tempo de qualidade neste mundo tão express, neste mundo que funciona 24 horas, mas que nos dá a falsa impressão que nós também poderemos, não é, estar 24 horas ligado. Deixa eu colocar só aqui meu nome, no pessoal do Resiliência, que também pode ajudar ao longo aqui do nosso almoço, para as pessoas que não me conhecem saberem o que nós vamos falar. Então, estou terminando aqui. Obrigada pela paciência de vocês. Pronto, dá um tempo. Agora sim. Então vamos lá. Sejam bem-vindos, então, mais uma vez. Sila, Frei, eu tento trazer aqui os comentários de vocês ao longo dessa nossa prosa. isso é muito importante para mim. Elisandra Camargo 123, será que somos primas? Pode ser que sim. Então vamos lá. Quando eu propus esse encontro na hora do almoço, foi para estar com vocês em um dos momentos mais importantes do dia. Além do sono, que é fundamental para recarregarmos nossa energia, recarregarmos nossa bateria, eu entendo que o horário do almoço é fundamental para o restante do dia. Parece óbvio, mas na prática está difícil pararmos só para almoçar ou só para ouvir palavras que vão nutrir o dia a dia de vocês. Assim como nós escolhemos o que colocamos no nosso prato para almoçar, também escolhemos o que colocamos no nosso cérebro. Isso é fundamental, tá, Ana Luísa? É para assimilarmos todas as informações do dia. Wellington está dizendo, correria sempre. Pois é, Wellington. É por isso que eu estou aqui. Se nós não pararmos um pouquinho, pode ser que a gente não consiga continuar. Então, que esse horário do almoço seja muito nutritivo para você. Às vezes, nós estamos comendo algo achando que estamos nutrindo o nosso corpo e, na verdade, nós estamos inflamando o nosso corpo. Quantas pessoas aqui engolem e não comem, não mastigam, não percebem o sabor não conseguem viver aquele momento que deveria ser prazeroso. Pior, quantas pessoas chegam ao final do dia, quero saber aqui de vocês, tá, que chegam ao final do dia com aquela sensação de extremo cansaço, exaustão, mas não lembram nem o que almoçaram. Então é por isso que eu tô aqui com vocês, tá. Antes de continuar, então já que agora eu já me apresentei, eu quero pedir Três coisas pra vocês. Uma, esses coraçõezinhos aqui do lado, quando vocês enviam, eles são super importantes pra quê? Ana, Luísa, Alcione. Para que o Instagram entenda que este assunto é relevante. E com isso, quanto mais corações vocês enviarem, mais o Instagram vai compartilhar esse conteúdo. Tá certo? Antes de passar para o segundo pedido, Dijane tá almoçando aqui comigo de novo. Dijane, muito obrigada, seja sempre bem-vinda. Hoje, arroz carreteiro. Arrasou! Então, bom almoço pra você. Segundo pedido, tá vendo esse aviãozinho, como se fosse um aviãozinho de papel? Se eu somar aqui o número de corações agora que estão comigo nesse momento, ó, 330 aqui no Resiliência Humana e quase 90 aqui no meu, nós temos quase 500 corações. Vamos triplicar? Vocês me ajudam a triplicar esse número? Por quê? Como eu pesquisei por quatro anos o conteúdo desse livro, para que a gente viva um tempo de qualidade, para que a gente não adoeça nesse mundo tão corrido e que nos exige cada vez mais velocidade, eu sei que esse assunto é importante para todos. Então, se vocês enviarem esse aviãozinho, pelo menos para duas pessoas que vocês gostam, só duas, nós já vamos, então, mudar esse número, tudo bem? Estamos falando de dois corações, corações enviados aqui e os corações que podemos impactar com este nosso almoço, tá bom? Terceiro pedido. Agora vem uma parte bem boa. Eu descobri, ao longo da pesquisa do livro, dá um tempo, que uma das razões para chegarmos ao final do dia com essa sensação de exaustão tremenda é a falta de micropausas ao longo do dia. Como assim, Isabela? Vou explicar. Antigamente, aos dez anos, nós, por exemplo, só usávamos o elevador e esperávamos o nosso andar chegar. E agora, como a gente fica no elevador? Assim, né? Mexendo no telefone o tempo inteiro. Antigamente, há uns 10 anos, a gente ia para o banheiro só para ir ao banheiro. Hoje, o que nós levamos para o banheiro? Telefone. Antigamente, nós acordávamos e colocavamos o pé no chão sem mexer no telefone. Então, quando nós estamos neste consumo tremendo de internet e informações, deixa eu contar uma coisa pra vocês. Nós estamos consumindo o cérebro. É como consumir a bateria do telefone. Quando a gente coloca o telefone à noite para carregar, a gente acorda com a bateria aqui, né? Do telefone. Conforme a gente vai usando ao longo do dia, a bateria vai reduzindo. Assim é o nosso cérebro. Se eu acordo com uma quantidade de energia, dependendo do conteúdo que eu vou consumindo, a energia do meu cérebro também vai diminuir. E isso ao longo do dia pode ser ruim, porque pode faltar energia para algo que seja realmente importante. Então, onde eu quero chegar com essa história? A hora do almoço é fundamental para vocês se alimentarem, não só de alimentos nutritivos, que não vão inflamar vocês, e também consumir alguma informação que pode trazer calma na alma. E aí, voltando para o raciocínio, Eu descobri que esta sensação de exaustão tem muito a ver com a falta de pausa ao longo do dia. Então, como é que nós vamos fazer essas pausas? Que é o que eu vou propor para vocês agora, nesses próximos 45, 50 minutos. Eu vou pedir para vocês fazerem uma coisa simples, indolor e que não custa nada. Tudo bem? Vem comigo, Jussi? Ramos? Jilce? Inspirem profundamente, só isso. Inspirem levando o umbigo lá pra frente. E expirem levando o umbigo lá pras costas. Mais uma vez, pra lembrar como isso é bom. Sentiram alguma coisa diferente? Eu só pedi para vocês respirarem profundamente três vezes. Imagina se vocês puderem respirar profundamente entre uma tela e outra, entre um assunto e outro, entre um e-mail e outro. Isso vai ser fundamental para a qualidade do tempo de vocês durante o dia. parece simples, né... mas o simples incomoda... até cair a ficha de que... nossa... está muito mais ao meu alcance do que eu posso imaginar. Então, veja... eu não estou falando para vocês... colocarem a meditação... de 10, 15, 20 minutos ao longo do dia... porque... eu sei que quando nós nos propomos a isso e não conseguimos... Vem uma perda de tempo tremenda, chamada o que, Jéssica? Culpa. A culpa é uma baita perda de tempo. E aí a gente se sente culpado por não conseguir fazer aquilo que parece que tá todo mundo fazendo. Veja, não estou dizendo que a meditação é desnecessária, pelo contrário. Eu só estou aqui para dar um passo antes da meditação. Estou aqui para sugerir que vocês façam micropausas ao longo do dia. Isso que eu pedi para vocês respirarem profundamente não consome 20 segundos. Então, imagina-se agora, na hora do almoço, em que vocês estão se alimentando, espero se nutrindo e não se inflamando, vocês respirarem profundamente entre uma colherada e outra, uma garfada e outra. Será que o sabor da comida vai ser diferente? Será que eu vou estar perdendo tempo ou ganhando tempo? Para quem está chegando agora aqui no Resiliência Humana e aqui no meu canal Isabela Camargo Real, aliás, eu vou adorar vocês que estão no Resiliência se derem um pulo lá na minha página. Procuro compartilhar todos os dias assuntos que vão nutrir os pensamentos de vocês e sempre dando dicas úteis para um tempo de qualidade. Conteúdos que, para quem se interessar, estão mais aprofundados no livro Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Um conteúdo, ó gente, o livro não é tão fino, mas eu garanto, aliás, alguém aqui já leu, tá, pode contar aqui pra turma, são capítulos rápidos, histórias curtas e que você vai sentir o tempo passar tranquilamente, tá, não é aquela leitura que vai te dar sono ou que vai te empacar, não. E que histórias são essas que eu trago aqui? Histórias de 150 pessoas que nós respeitamos e admiramos, pessoas que fazem a diferença nestes novos tempos. Quem, por exemplo? O prefácio é do Carnal. Perdão, sempre confundo. O prefácio é do Cortella. O Carnal, o Amon Jacói, o Clóvis de Barros, o Tadashi estão aqui. Quem mais? Maurício de Souza, maestra João Carlos Martins, Fernanda Montenegro, padre Fábio de Melo, ou seja, pessoas de diversas áreas que viveram suas experiências ao longo do tempo, e que tem exemplos muito interessantes, muito práticos para nos passar. Então foram quatro anos de pesquisa, 150 pessoas admiráveis e uma experiência minha com a síndrome de burnout, que é o esgotamento pelo excesso de trabalho. Uma experiência que eu vivi há dois anos, mas estou aqui para dizer para vocês que isso que a vida nos dá é um freio, não é o fim. Se vocês quiserem pensar que Tudo o que nos acontece não é punição, é apenas um aviso para que algo pior não aconteça. Então, para quem quiser, para quem se interessar, o livro está à venda no Resiliência Humana com dedicatória. ResilienciaHumana.com.br ResilienciaHumana.com.br é o único lugar que eu vou conseguir fazer com que esse livro chegue na casa de vocês com dedicatória. E eu sempre amo passar lá no Resiliência e colocar essa dedicatória pra cada um de vocês. Esse é o sonho, né, de todo autor. Eu não pude fazer isso agora num lançamento presencial por conta da pandemia, mas eu posso fazer isso uma vez por semana, colocando uma dedicatória pra vocês, que vão dedicar tempo pra leitura do livro, então o mínimo que eu posso fazer é dedicar tempo para colocar um recadinho especial para cada um, tá? Então, eu não lembro aqui o nome da moça, ah, aqui, Leoni, ó, tá aqui, dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Então, o que que esta pessoa que está aqui almoçando com vocês quer dizer? Enquanto algumas, enquanto algumas pessoas vão falar pra vocês em produção infinita, né? Trabalha sem parar, sangue nos olhos e tal, eu não vou falar nada disso, tá? Eu não vou falar, eu não vou pedir, não vou sugerir nada que vá fazer vocês gastar mais energia do que eu já sei que vocês estão gastando. Eu tô aqui para falar sobre tempo de qualidade, mas não de uma maneira subjetiva, distante, não. É tempo de uma maneira prática, tá? Então quando eu coloco aqui na capa dar um tempo, é pra que você dê um tempo pra si. Pra quê? Why? Pra observar se vocês estão vivendo uma vida que vale a pena ser vivida. A gente fala de tempo o tempo inteiro, mas dificilmente para para pensar no que estamos fazendo com o nosso tempo. Geralmente, esse pensamento só vem quando temos uma pausa involuntária muito violenta. Quando alguém morre, quando acontece um acidente violento, quando acontece uma doença, um diagnóstico daqueles bem ruins, aí a gente para e pensa, nossa, o que eu estou fazendo com o meu tempo? Ai, a vida passa rápido, né? Sim, a qualquer momento tudo pode acontecer. Então eu tô aqui pra lembrar vocês que nós não precisamos chegar neste extremo pra pensar no nosso tempo. Se vocês quiserem, vocês podem fazer uma pausa voluntária para evitar uma pausa involuntária. Faz sentido o que eu tô dizendo? Eu não estou pedindo pra ninguém parar de trabalhar. Pelo contrário. Se vocês amam o que fazem e querem continuar fazendo o que amam, nós precisamos parar um pouquinho para poder continuar. E quando eu falo parar um pouquinho, gente, não é parar assim, agora não vou fazer nada o dia inteiro. Não. Não é isso que eu estou dizendo. Eu estou dizendo para vocês pensarem. E ao pensarem, se decidirem colocar em ação, perceberem no corpo de vocês a diferença entre uma respiração, a diferença de uma respiração profunda entre um assunto e outro. É por isso que toda vez que eu mudo de assunto aqui, o que eu proponho para vocês? Uma micropausa. uma micropausa que eu chamo de respiração profunda. Isabela, posso respirar profundamente, olhando assim para a janela que eu estiver mais perto, observando ali, olha, tem uma árvore, agora nós já entramos na primavera, né? Sair um pouco dessas telas, gente. É isso que eu estou propondo para vocês. Encontrar o caminho do meio, daquilo que aparentemente está nos sobrecarregando. Vamos lá. Mais uma vez, levando o umbigo lá pra frente. Estendendo a barriga. E na expiração, levando o umbigo lá pras costas. Inspirando profundamente, levando o umbigo lá pra frente. expirando e levando o umbigo lá para as costas. Isso é o que eu chamo de micropausa. Isso é o que o nosso cérebro precisa para chegar ao final do dia sem essa sensação de esgotamento. Vários médicos me disseram isso aqui no livro Dá um Tempo. Inclusive, um profissional chamado Orestes Forlenza, especialista em prevenção de Alzheimer e tratamento, aproveitando que nós tivemos o dia de conscientização do Alzheimer essa semana, ele me disse que muito do que nós sentimos hoje é da falta de pausas que não estamos fazendo. Então, o que que nós precisamos fazer? Prevenir. Aquilo que nós podemos ter controle. Gente, muitas coisas, muito... Probleminha técnico. Pronto, voltamos. Muito daquilo que nós vamos buscar na farmácia tá dentro. Muito daquilo que a gente acha que é só possível ser resolvido na farmácia pode ser resolvido aqui neste momento. Por quê? Quem está sentindo ansiedade Quem está sentindo que o tempo está passando mais rápido, eu preciso dizer que o tempo da natureza, que é o nosso grande medidor, esse tempo continua no ritmo certo. Esse tempo que ao longo dos últimos milênios foi ficando cada vez mais fragmentado, esse Pode estar passando mais rápido ou não, dependendo do que cada um de vocês fizer com a própria agenda, com o próprio calendário. Então, se alguém disser, Isabela, o tempo tá voando, eu vou ter que contar pra vocês que nós podemos olhar pra isso de uma outra maneira e dizer, Isabela, o meu tempo tá voando. É isso que tá acontecendo, Sheila. Eu posso dizer pra vocês, é o meu tempo que está voando. Ou eu posso dizer que é o meu tempo que está passando mais devagar. E o curioso é que isso... Opa! Tem um gatinho passando aqui na frente. Esse é o Martin, gente. Ele adora participar aqui das lives. É um exibido. Eu posso, então... Vai ficar aqui até ele deitar. Eu preciso olhar para o meu tempo com muito mais aceitação e humildade e reconhecer que, se eu estou colocando mais coisas na minha agenda, então a responsabilidade desse tempo passar mais rápido ou não é minha. Não é? Azarias. Então, o Leandro tá dizendo, né? Isabela, o tempo tá voando. Então, Leandro, O tempo da natureza, ele está passando no ritmo dele. Sabe por quê? Deixa eu ajustar aqui. Sabe por quê? Porque o nascer e o pôr do sol... O nascer e o pôr do sol continuam no mesmo tempo. O tempo das estações do ano continua no mesmo tempo. As fases da lua também. Então, este tempo da natureza continua como sempre foi. Inclusive, não estou dizendo isso aqui que eu tirei do nada, não. Eu fui entrevistar, inclusive, muitos físicos e astrônomos lá no Observatório Nacional, que é o local no Rio de Janeiro em que nós temos os guardiões do tempo. São os profissionais que sincronizam os nossos relógios com os relógios de todo o mundo, para que essa hora aqui, ó, que está aparecendo no telefone de vocês, meio de 24, esteja em sincronia com os horários de avião, banco e tudo mais. Então, eles é que me disseram, Isabela, a Terra não tá em cima da garupa de uma moto a 100 por hora, girando mais rápido em torno do Sol. A Terra não tá girando mais rápido em torno do próprio eixo. Meus amores, nós é que estamos correndo... e não andando. Nós é que estamos acelerados o tempo inteiro... tentando... tentando... nos aproximar desta velocidade em que o mundo está. Sempre foi assim, tá, gente? A cada período da civilização nós tivemos mais mudanças... que trouxeram grandes transformações e que foram deixando tudo mais rápido. É só olhar aqui a nossa comunicação. Antes, nós tínhamos três jornais, certo? Tínhamos três jornais que nós poderíamos nos informar ao longo do dia. Hoje, eu tenho este equipamento que está aqui na minha frente e que instantaneamente me traz informações do outro lado do planeta o tempo inteiro. Vou repetir uma coisa que eu disse lá no início, já que agora estamos aqui com muito mais corações. Silva, obrigada, Diane, sejam sempre bem-vindas. Se a comunicação acelerou, Se os meios de transporte aceleraram, se os equipamentos tecnológicos me trazem mais rapidez e velocidade, será então que não sou eu que estou fazendo o meu tempo passar mais rápido? É muito curioso quando nós ouvimos alguém dizer, ah, o meu tempo tá voando. Aliás, o tempo tá voando. Aí vem aqui Isabela Chatonilda dizer, olha, É o seu tempo que tá voando, ou é o seu tempo que está arrastado. Porque, de novo, o tempo da natureza é o tempo da natureza. Veja, nós fomos de um tempo em que era medido por ampulhetas e fomos para um tempo medido em ponteiros. Então nós fomos fragmentando o tempo da natureza cada vez mais ao longo do tempo. Então tá aqui. Vocês percebem a diferença? Deixa eu mostrar aqui pro pessoal da minha página, tá gente? Isabela Camargo Real, tá aqui. Percebem a diferença? Quanto mais nós fragmentamos o nosso tempo, né, e fragmentamos a nossa agenda, o que que é isso? Compromissos a cada meia hora, a cada 15 minutos. Sem este tempo de respiração profunda, de micropausa entre as atividades, Gente, nós teríamos a sensação que o tempo tá passando mais rápido. Quando que o tempo não passa rápido pra nós? Quando estamos na fila, por exemplo. Na fila de um banco. Na fila de um transplante de coração. Na fila do banheiro. Gente, o tempo dentro do banheiro é diferente do tempo pra quem tá na fila, não é? É isso que eu quero dizer. O nosso tempo pode passar mais rápido ou mais devagar, na mesma hora, não é? E se eu estou correndo, não parece que o tempo está passando mais rápido? Então, quando alguém disser que está correndo contra o tempo, eu vou dizer, de novo, achatoniuda, gente, você está correndo contra a sua agenda. O tempo não é inimigo e não está correndo contra ninguém. Aliás, que arrogância nossa, nem sei se arrogância seria a palavra certa, mas que vaidade a nossa achar que o tempo da natureza está correndo ou está contra alguém. São mais de 7 bi, com B de bola, bilhões de seres humanos. Será que o tempo vai parar ou acelerar a partir dos nossos desejos e ambições? Eu acho que não, tenho certeza que não. Ego, né Nani? É isso mesmo, é ego, é vaidade. Então, é muito importante ter essa consciência que nós somos os responsáveis pelo nosso tempo. Isso pode parecer clichê para aquelas pessoas que ouvem isso algumas vezes, mas eu espero que seja útil agora, porque informação não muda comportamento. Se mudasse comportamento, nós já estaremos vivendo num planeta exemplo, num planeta ideal. Nunca tivemos tanta informação, e nunca tivemos tanta polarização, tanto ódio, nunca tivemos tantas demonstrações de intolerância, Então, informação não muda comportamento. Informação muda comportamento quando os ouvidos estão prontos para ouvir uma mensagem. Essa frase, inclusive, está escrita em um outro livro, não é o meu, o Caibalion, que é um conhecimento de mais de seis mil anos de Hermes Trimegistro. Quando o ouvido está pronto, a mensagem chega. Então, eu ouvi aqui algumas pessoas dizendo que caíram de paraquedas. Sejam todos muito bem-vindos. Vocês sabem que quando o ouvido tá pronto, a mensagem chega. Então, que assim seja. Que esse tempo que vocês estão compartilhando comigo seja realmente nutritivo. Quando eu digo isso, é porque a Claudinha tá dizendo, me caíram várias fichas, né? Isso. É uma chuva de fichas caindo quando nós paramos para pensar se nós estamos usando ou se nós estamos sendo usados por toda essa abundância de tecnologia e informação. Sempre lembrando... ah... antes... deixa eu ver aqui... Alguém perguntou, Luciene, vai ficar gravada essa live? Sim, Luciene! Aqui no IGTV do Resiliência Humana e lá no meu canal no YouTube, Isabela Camargo Real, tá? É importante, aliás, veja, essa é uma das vantagens da tecnologia, né? Quem não consegue almoçar comigo hoje, vai poder assistir esse conteúdo quando puder, quando quiser, no seu próprio tempo. Então, essa é uma vantagem da tecnologia. Tem desvantagens? Tem. Tem sempre. Tudo tem vantagem e desvantagem. Vai depender de como nós vamos usar e da quantidade que nós vamos usar. Inclusive, a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Essa frase também não é minha. Essa frase tá aqui no livro da Um Tempo, que eu lancei há quase um mês, um pouco mais de um mês. de um médico do século 16 chamado Paracelso. A diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Então, tecnologia é boa? Claro, senão nós não poderíamos estar com esse encontro digital. Mas ela também pode ser ruim dependendo do quê? Desse dedinho aqui, ó. Esse dedinho que rola feeds infinitos. Esse dedinho que controla o mouse e que vai de tela em tela. sem parar, que é o mesmo dedinho que há uma década a gente controlava os canais no controle remoto, percebem? Então tudo vai depender de como nós usamos, assim como o tempo. Para quem está chegando agora, eu estou fazendo questão de almoçar com vocês essa semana, para nutrirmos também a nossa mente e não só o nosso estômago. E como eu disse no início, Meiri, Meuri, Meuri, Anjos 9, nós precisamos escolher o que vamos colocar no nosso cérebro assim como escolhemos o que colocamos no nosso prato. porque estamos consumindo o nosso cérebro, que é a nossa bateria, como a bateria do telefone, estamos consumindo o tempo inteiro este cérebro, esta bateria, com tudo aquilo que estamos vendo, ouvindo, consumindo, ou produzindo. Será que eu preciso mesmo produzir o tempo inteiro conteúdos, Será que eu preciso publicar? Será que eu preciso escrever kkkk o tempo inteiro? Será que eu não tô gastando energia demais agora e que pode me fazer falta no longo do dia? Ao longo do dia? Alguém já precisou usar o telefone e não tinha mais bateria? E ninguém tinha carregador? Não é o desespero? Aí quando você encontra o carregador você fala, ufa! Ai, vou conseguir completar meu telefone. E quando nós estamos cansados, a gente pode pedir pra alguém fazer o que precisamos fazer? Às vezes sim, né? Às vezes nós podemos delegar. Às vezes nós temos pra quem pedir ajuda. E quando não temos? E quando não temos um carregador como o telefone, né, de energia? Então, vejam, nós precisamos manter a nossa bateria inteira, até o final do dia. Como eu vou consumir, como eu vou manter essa bateria? Vou repetir. Ó... Inspirando profundamente. Que é o que eu chamo de micropausa. O que eu sei que é um... o que eu sei que eu estou indo na contramão... de um movimento, né, de uma sociedade em que pede para vocês acelerarem, né, acelera fulano, acelera, né, correndo, pressa e tudo mais. Não tem problema, tá, gente, acelerar de vez em quando. Aliás, superar limites é fundamental para a nossa evolução profissional e pessoal, mas se nós não descansarmos entre um limite e outro, se nós não dermos micropausas entre uma tela e outra, este corpinho aqui, ó, pode arriar. Esse corpinho pode sentir ansiedade, né, que é o medo do futuro. Ansiedade patológica, tá gente? Tem ansiedade positiva, que é aquela que me deixa entusiasmada, que me faz buscar os conteúdos, que me deixa animada. E tem ansiedade patológica, que é aquela que nos deixa muito mal, com medo, do que pode acontecer. Então, ansiedade boa, penso no futuro da melhor maneira possível. Ansiedade ruim, penso no futuro da pior maneira possível, em que pode dar errado, e se acontecer isso, e se acontecer aquilo. Aliás, já vou dar uma dica de ouro pra vocês. Antes eu vou tomar um gole d'água. E, como eu tenho feito, antes de um conteúdo que o cérebro vai conseguir absorver, vamos respirar profundamente. Três vezes. Não será perda de tempo. Vamos lá? Ó, inspirando profundamente, sem pressa. A gente vai inspirar pelo nariz. E soltar pela boca. Mais uma vez. Esse movimento... é fundamental... para a gente absorver... o conteúdo que precisamos absorver. O cérebro... memoriza... a partir de dois movimentos... repetição... ou emoção. Então, aquelas situações que... ou de alegria, ou de tristeza, sem um impacto, o seu cérebro memoriza. Por que eu peço sempre para a gente repetir essa respiração? Para que vocês procurem colocar ela no meio dos assuntos, entre telas, entre sites, entre conversas, entre e-mails, entre zaps. Isso vai ser fundamental. Inclusive, para reduzir o vício que estamos, da internet. Falei isso ontem e vou falar sempre que for necessário. Sim, a internet vicia mais do que o cigarro. A internet pode viciar mais do que outras drogas, como a cocaína. O doutor Daniel Martins de Barros confirmou isso anteontem, numa live lá na minha página, Isabela Camargo Real. Todos os dias eu tento trazer um conteúdo que vai nutrir o tempo de vocês. Eu preferi confirmar com ele, porque vai que mudou, né, e eu não tô sabendo, e ele me disse, não Isabela, é isso aí. Nós estamos viciados de algum modo na internet, por isso que eu estou propondo esse almoço nutritivo. Precisamos escolher o que colocamos aqui, assim como escolhemos aquilo que colocamos no nosso prato. Faz sentido o que eu tô dizendo, gente? Uma outra informação que pode fazer com que vocês pensem a respeito... é sobre este mundo digital... que nós estamos tentando acompanhar... mas o nosso cérebro ainda é analógico. o que é isso, Isabela? Nosso cérebro ainda é como... aquele cérebro do Homem das Cavernas, lá atrás. Sim. E é esse conflito que gera depressão, que gera ansiedade, que gera frustração. Porque nós estamos vivendo com veículos, com tecnologias, com máquinas que são muito mais velozes do que a gente. Então... Se eu ficar o dia inteiro consumindo conteúdo, baixando arquivo e respondendo e-mail, telefone e tal, se a bateria dos meus equipamentos acabarem, eu coloco para carregar. E se a minha bateria acabar durante o dia? Eu vou poder parar e tirar um cochilo? Eu vou poder parar e ficar assim 15 minutos olhando para o nada? Provavelmente não. É por isso que eu estou aqui, para sugerir que vocês façam micropausas ao longo do dia que vão durar 15 segundos para que vocês cheguem ao final do dia ainda com bateria para dizer, hoje meu dia foi satisfatório. Hoje eu lembro que eu almocei, hoje eu lembro que eu assisti uma live com a Isabela, hoje eu lembro que eu respondi um e-mail de tal assunto, hoje eu lembro que eu vi uma notícia e que realmente fez diferença no meu dia. Então, gente, esta micropausa é fundamental para evitar uma pausa involuntária, uma pausa violenta. Tá, Mary? É isso que eu tô aqui pra falar pra vocês. Como nós podemos ter um tempo de qualidade? Não adianta querer acompanhar a velocidade das máquinas. Nós não vamos conseguir ainda. Pode ser que no futuro, sei lá, daqui 10 anos, 20, 100 anos, eles consigam dar um upgrade aqui neste cérebro, mas por enquanto os upgrades foram só nas máquinas. Nosso cérebro, como o doutor Daniel Martins de Barros disse, ainda é analógico. Então percebam, se vocês chegarem ao final do dia com uma sensação de enjoo, tontura, esgotamento, sabe, até uma certa confusão mental, significa que vocês colocaram a máquina pra rodar numa velocidade muito superior à capacidade. E essa capacidade, gente, ela é incrementada ou não, sabe a partir do quê? das suas horas de sono, daquilo que você ingere, daquilo que você pensa e de como você respira. Antes de continuar, deixa eu só responder aqui uma pergunta. Aline Barros, minha micropausa hoje foi com você. Que linda, Aline, obrigada. Espero que você esteja nutrindo também o seu estômago e a sua mente. A Ana Lúcia, como faz para me seguir? Ô, Ana Lúcia, que privilégio. Isabela Camargo Real, tá aqui embaixo. Isabela Camargo Real no Instagram, no YouTube, com conteúdos diários pra você nutrir o seu tempo, nutrir o seu dia, pra você nutrir a sua vida. Então, Como eu tava dizendo, o nosso cérebro, que é a nossa bateria, se recupera, fica incrementada quando nós dormimos a quantidade de horas necessária. Eu já fiz uma live dessa, mas amanhã eu vou voltar, tá? Com o assunto do sono, que tá aqui no meu livro, dá um tempo, Como Encontrar Limites no Mundo Sem Limites. O sono é fundamental pra gente acordar com a nossa bateria recarregada. Aí, conforme a bateria vai acabando, o que que eu preciso? Micropausas assim, entre um assunto e outro, uma tela e outra. Que mais? Na hora de se alimentar, perceba, estou desembalando mais ou descascando mais? Estou colocando comidas vivas no meu prato, verduras, cozidos e tal, ou eu estou colocando comidas fritas? com muitos condimentos que vão inflamar as minhas células e que vão consumir mais energia do meu estômago. Nossa, Isabela, então essa energia também pode me faltar ao longo do dia? Sim. Percebem que está muito mais ao nosso alcance viver um tempo de qualidade do que muitos podem imaginar? Está muito mais dentro do que fora, meus amores. Muito mais perto do que vocês imaginam. Então, Partindo aqui para uma conclusão dessa nossa conversa, eu vou partir aqui para uma pergunta de cada tela, tanto aqui no Resiliência Humana quanto ali na minha página. Então, deixa eu ver aqui nos pontinhos de interrogação. Deixa eu ver aqui. Só um segundo. Aqui, Joyce Miranda. Por que a gente acha que o tempo está passando mais rápido? Então, Joyce, não é o tempo da natureza que está passando mais rápido, é o nosso tempo, é o que fazemos com a nossa agenda. E geralmente essa sensação vem seguida de uma ausência de si mesmo, de uma ausência na própria agenda. Uma das coisas que eu falo muito no livro Dá um Tempo, Como Encontrar Limites no Mundo Sem Limites, é sobre a inclusão de si na própria agenda. Senão a gente vai de um compromisso outro, uma tarefa e outra, sem se colocar na agenda, e aí vai chegar no final do dia, vai estar com aquela sensação de esgotamento, sabe Joyce? Então, é fundamental você se colocar na agenda. É fundamental você pensar nesta micropausa. Como eu disse, né, dessa respiração profunda. Gente, três respirações profundas, a cada hora, meia hora, a cada e-mail, vai mudar o dia de vocês. Depois me contem lá na minha página, Isabela Camargo Real, a diferença que vocês vão sentir ao longo do dia. De verdade. Se não fizer diferença, se não fizer sentido, ó, pode deixar de me seguir, sabe, de me ouvir, mas eu só posso falar aquilo que eu vivi. É claro, Joyce, que tem momentos que nós estamos mais acelerados. Eu já fui muito acelerada. Eu vivia 24 horas por dia acelerada. Eu fui buscar fora o que eu tinha dentro. Até que eu vivi uma síndrome de burnout, uma experiência, pelo excesso de estresse, correria e trabalho. Então hoje, se em um dia eu estou muito acelerada, no dia eu já sei que eu preciso desacelerar. Percebem que tudo que eu estou dizendo é caminho do meio? Tecnologia é ruim? Não, ela também é boa. Então o que eu preciso? Caminho do meio. O hambúrguer é ruim? Não, o hambúrguer é uma delícia. Mas e se eu comer todo dia? E se eu ficar o dia inteiro ligado na internet? É ruim? Então, caminho do meio. Então, chocolate, né? Outra coisa que vicia. É ruim? Não, é muito importante. Então, ó, caminha do meio. Perceberam que quando a gente coloca mãos em prece, eu estou aonde? Em um extremo? Em outro extremo? Ou aqui, ó? No eixo. Ai, que interessante. Então, a partir de agora, vocês podem, quando colocar mãos em prece, ou colocar um emoji de mãos em prece, pensem. Será que eu estou no caminho do meio ou eu estou nos extremos? Olha que interessante. Será que eu estou fazendo o meu tempo passar mais rápido ou estou fazendo o meu tempo passar mais devagar? Será que eu posso ficar no caminho do meio? Será que eu posso respeitar as minhas necessidades ou eu tenho que ficar correndo o tempo inteiro para justificar sabe, pra ficar na moda dos que estão correndo o tempo inteiro, porque a gente tá glamourizando, né, a correria, o estresse, uma agenda lotada, ai, não tenho tempo pra nada, uma necessaire cheia de remédios, né, porque a gente tá muito ansioso, tá correndo muito, então vejam, isso é fundamental. Tá bom, Joyce? Eu espero ter respondido a você. O Tempo da Natureza, como eu pesquisei muito, tá aqui no livro, se você quiser saber mais, dá um tempo, Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites. Há venda aqui no portal resiliencia-humana.com.br. Aqui tem um conhecimento mais profundo de tudo isso que eu estou falando, com especialistas, tá, que vão te mostrar, inclusive, que o Tempo da Natureza está passando na mesma velocidade de sempre, em média 24 horas por dia, 365 dias por ano. É nós que estamos querendo colocar mais coisa na nossa agenda. Tá bom, Joyce? E agora eu vou abrir então aqui uma pergunta do pessoal que está na minha página, lá no Isabela Camargo Real. Porque quando a atividade ou lazer é prazeroso, o tempo parece passar mais rápido? Ai, Welton, eu adoro essa pergunta. Deixa eu beber um golinho d'água antes de responder. Olha o Ricardo Rangel. Obrigada por fazer o nosso almoço mais nutritivo. Ricardo, essa é minha intenção aqui, realmente. Almoçando, respirando. Acredito que enquanto vocês estão aqui, vocês não estão pulando de tela em tela em outros conteúdos que às vezes não estão nutrindo. Bom, o Elton está perguntando lá na minha página, gente. Isabela Camargo Real. Por que quando a atividade ou o lazer é prazeroso, o tempo parece passar mais rápido? O Elton, da mesma maneira que quando uma coisa é ruim, e nós estamos parados, o tempo parece passar mais devagar. Então, tudo é uma percepção individual. É como o sabor de algo, né? Pode ser bom pra um, ruim pra outro. Então, quando nós estamos numa atividade de lazer, uma atividade prazerosa, a gente tá em movimento. E quando nós estamos em movimento, o tempo passa. E quando nós estamos parados, o tempo para. É por isso que muitos Um outro assunto que eu trago sempre, acho que amanhã eu vou voltar, que é o ladrão de tempo. O que é ladrão de tempo? Uma das coisas que eu vejo como ladrão de tempo é o esperar parado. Muitas pessoas esperam uma ligação do crush, esperam uma resposta do futuro emprego parados. Que acelerado. Ao mesmo tempo que o coração fica acelerado, o tempo parece parar. É muito curioso isso, como nossas percepções todas se cruzam, giram sempre. Espera a ligação do crush, lendo um bom livro, sabe, se cuidando. Espera a resposta de um futuro emprego, lendo um bom livro, se cuidando. Quando a gente espera parar, o tempo para. Se eu espero em movimento, a coisa é outra. Se eu vivo uma atividade prazerosa, Welton, eu estou tão intenso naquele movimento, tão presente, que ela vai aparecer, a hora vai aparecer mais rápida. Assim, Welton, como o tempo de viagem, da ida, é diferente do tempo da volta. Estou sendo clara para vocês? Vejam, o tempo da ida, parece ser mais longo do que o tempo da volta, porque, primeiro, eu tô indo, né, se eu não conhecer o lugar, então, eu tô prestando atenção nas placas, eu tô prestando atenção ao redor, e quando eu volto, ou seja, eu já fui, então eu já sei das placas, eu já sei mais ou menos onde vai ter um radar, e aí, com isso, eu posso me distrair com outras coisas, e aí vai passar mais rápido. Então quando a gente tá fazendo uma atividade prazerosa, né, nós estamos lidando com muitas coisas. E aí o tempo também vai passar mais rápido. Tá certo, Elton? Eu espero ter respondido a sua pergunta. Ah, é igual o tempo da felicidade e o tempo da tristeza, né? A Mônica Martelli, gente. Ai, sempre esqueço de falar dela. Ó, Mônica Martelli tá aqui no livro. E ela é aquela atriz, né, que vocês conhecem. Maravilhosa, engraçada. Ela fala aqui no livro sobre as percepções do tempo de um término de relacionamento e o tempo de um início de relacionamento, totalmente diferente. Bernardinho, técnico do vôlei, diz o tempo de recuperação de um jogo pós vitória é totalmente diferente do tempo de recuperação de um jogo pós derrota. Pensa bem. como todas essas percepções fazem parte do nosso dia. Uma aula gostosa na faculdade, na escola, passa voando. Nossa, é aquela aula arrastada, que você não tá entendendo nada, não demora umas duas horas pra passar. Então, tudo isso é muito individual, vai depender do nosso repertório, vai depender do nosso pensamento crítico, vai depender dos nossos interesses, tá? E nós só nos tornamos pessoas interessantes quando temos interesse para descobrir coisas novas, para conhecer pessoas novas, e para a gente sair um pouquinho da nossa bolha. Isso é falado, inclusive, nesse documentário, Dilemas das Redes Sociais, ou Dilemas da Internet, se não me engano, que está no Netflix. Fundamental para esses novos tempos, para a gente entender que nós usamos a internet e não podemos ser usados por ela, só que para isso eu terei que fazer uma micropausa, ai de novo Isabela, é, para entender, se eu estou consumindo o que eu quero consumir ou se eu estou consumindo o que querem que eu consuma, Então isso explica porque vai aparecendo assim, imagens de produtos que eu pesquiso, por exemplo, vou pesquisar uma viagem para a Bahia, só quero ver o preço. Nossa, depois vem um monte de anúncio, né? Então, dilema das redes. T Sachet me ajudou aqui. Então, olha, quando nós não pagamos por um produto, nós somos o produto. É mais ou menos isso. Então, depois, dê uma olhadinha lá. Tá bom? Bem, este nosso almoço foi muito importante. Lu Pianta, internada, sete dias te ouvindo, qual você tá... o que que você tá tratando, Lu? Aproveita esse tempo pra organizar as ideias, tá, Lu? Eu não sei exatamente o que você tá vivendo, mas eu posso te dizer que, independentemente do que você está vivendo, aproveite esse tempo para organizar as ideias, para validar a sua história, tá? Isso é muito importante. Eu vou encerrando então aqui, tá? Com, mais uma vez, a explicação de que tudo que eu falei aqui para vocês, se fez sentido, se querem um pouquinho mais de informação, ó, tá aqui. Dá um tempo. Como encontrar limite neste mundo sem limites. Esse livro está à venda no resilienciaumana.com.br com dedicatória. Aliás, amanhã, tá? Eu vou lá assinar, colocar uma dedicatória pra cada um e eu sempre coloco um recadinho. Aliás, quem já adquiriu sempre me escreve aqui, né? Dependendo da cidade, se eu conheço a cidade, ó, aproveita seu tempo, faz tal coisa e tal, né? Ou não faça nada, só observe a natureza. Que essa é uma excelente maneira da gente conectar o nosso tempo com o tempo real. É uma maneira da gente se integrar à natureza. Tá certo? Então, o livro tá aqui, dá um tempo, Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites. Meu nome é Isabela Camargo, há 23 anos eu trabalho com rádio e TV e todos os dias eu estou aqui ao meio-dia desta semana para Almoçar com vocês e nutrir as ideias, nutrir a mente de vocês com informações que vão levar vocês para um tempo de qualidade, se assim vocês desejarem, tá certo? Eu desejo que vocês tenham uma excelente tarde e pensem, como vocês podem se colocar mais na própria agenda? Para isso, vocês terão que tirar algo. Nós precisamos falar dos ladrões de tempo. Amanhã eu falo sobre isso, tá certo? Muito obrigada pelo tempo de vocês que escolheram passar comigo essa última hora. Quem está na Resiliência Humana, depois dê uma passadinha lá na minha página, Isabela Camargo Real. Ficarei muito feliz. Um beijo grande e até amanhã.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








