Nutrindo sua hora de almoço com informações que vão mudar sua vida!

A Portuguese-language video about nutrition and lunchtime habits. The description offers no specific claims, numbers, or details about what information it contains or who presents it.
Chapters
Olá, olá, boa tarde, boa tarde quem já está aqui no Isabela Camargo Real. E agora eu vou dar um boa tarde aqui para quem já está no Resiliência Humana. Vocês me dão um tempinho só para colocar aqui uma legenda, que assim quem for entrando, chegando, já vai saber quem sou eu e por que estou aqui. Então agradeço a paciência de vocês só para colocar aqui a legenda. Muito bem, eu tava com saudade já desse nosso encontro na hora do almoço, porque nós precisamos nutrir a nossa mente também, além de nutrir o nosso corpo com o que vamos almoçar. Para quem tá entrando aqui no Resiliência, tem alguém sentindo que o tempo tá passando muito rápido? Alguém que está sentindo que o tempo tá voando? E aqui na minha rede, Isabela Camargo Real, alguém está sentindo que o tempo tá voando ou que ele deveria ter mais horas? Me conte. Hein, irmão? Isso. Eu adoraria saber, aliás, a opinião de vocês. O tempo está passando super rápido, não é, Adri e Felipe? E aqui então no Resiliência também. Olha, enquanto vocês respondem— Lari, muito obrigada— eu vou pedir duas coisas de vocês. O zeitgeist deste nosso momento, ou seja, o espírito do tempo, É o algoritmo. O algoritmo é aquela medição de passos, de processos, como uma cozinheira que tem um passo a passo para fazer um bolo, por exemplo. A internet também tem o algoritmo. Então, como que a internet vai entender que esse assunto é relevante? Porque nós vamos falar de tempo e de saúde, então eu tenho certeza que esse assunto é relevante. Com mais corações aqui na lateral. Simples, baratinho, não custa nada para ninguém. Envie corações aqui na lateral que mais pessoas vão entender que tá rolando um assunto importante aqui no Resiliência. E a turma que está aqui na minha página, Isabela Camargo Real, muito obrigada pelo tempo de vocês. Quando eu disse que eu estava com saudade é porque eu tive uma sequência de lives, tive que dar uma paradinha E agora estou retomando. O que que isso tem a ver, né? Porque para continuarmos acelerando, às vezes teremos que desacelerar. Para mim, que pesquisei muito o assunto, que inclusive está aqui no livro, dá um tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, a grande sacada para esses novos tempos é entender quando temos que desacelerar E quando temos que acelerar? É claro que o mundo nos pede velocidade, pede resultados rápidos o tempo inteiro. Então parece até que Isabela está pedindo algo impossível. Não, eu só estou pedindo para vocês pensarem quando é o momento de desacelerar para podermos continuar acelerando. É como uma autoestrada. Vocês vão me ouvir muitas vezes falando sobre Isso, por que será que existe um limite de velocidade? Porque se eu ultrapassar esse limite, eu me coloco em risco e coloco outras pessoas em risco. Por que será que tem lombada, radar no meio da estrada? Para lembrar que tem hora que a gente precisa desacelerar, tem hora que a gente precisa, aliás, frear para chegarmos onde nós queremos. Então falei aqui essa abertura. Para pedir então para que vocês coloquem os coraçõezinhos e para que vocês entendam o que nós vamos falar. Então, para quem sente que o tempo está passando muito rápido, para quem está ansioso, aliás, eu vou adorar saber aqui se está ansioso, se está estressado ou se está feliz, se está tolerante com atrasos, com demoras, com silêncios, Isso faz toda a diferença na nossa vida e faz toda a diferença no que nós produzimos na nossa vida. Eu tô ouvindo, sabe, Sérgio tá dizendo aqui que o tempo tá voando. Melissa tá dizendo: eu estou. Eu estou como, Melissa? Espero que feliz, tá? O Ellison tá dizendo que está super ansioso. Sim, deixa eu contar um negócio para vocês. Todos nós somos ansiosos em alguma medida. Aliás, nós só chegamos aqui como sociedade por conta da ansiedade dos nossos ancestrais. É muito interessante quando você vai vendo pela história a evolução da comunicação, dos transportes, da agricultura. Então o medo de perder a produção, ansiedade em perder a produção, fez muitos, vamos dizer, empreendedores da época construírem maneiras de armazenar o alimento e depois de vender, e com o preço da venda vieram os bancos. Então é a ansiedade que nos move, é a ansiedade inclusive que nos permite criatividade e inovação. O problema é quando estamos vivendo Uma ansiedade patológica é quando nós estamos pensando no futuro sempre de uma forma ruim, sempre de uma forma penosa, ou que qualquer coisa que aconteça no futuro será ruim. Então, veja, nós estamos falando aqui sobre tempo de qualidade, sobre produtividade, porque quem ama o que faz, para continuar fazendo o que ama, vai ter que parar para pensar em como está a saúde atualmente, para entender se vai rolar esse ritmo que estamos tendo agora, se ele vai ter constância, se ele será frequente. E aí, gente, o que eu quero dizer é o seguinte: ou nós vamos aprender a reconhecer com humildade que tem hora que eu preciso desacelerar, ou eu vou ficar acelerando o tempo inteiro, me colocando em risco, risco de outras pessoas e sobrecarregando a máquina, tá? Então eu fiz aqui uma introdução para pedir para vocês enviarem corações. E porque eu estou aqui na hora do almoço, quero fazer companhia para vocês. Tem alguém almoçando? Me escreve aqui, tá? Porque— Oi, Lulu da Bélgica, bem-vinda! Porque quando nós estamos almoçando, fica mais fácil, né, entender o que estamos colocando para dentro do nosso corpinho, como estamos nos nutrindo. Só que nós estamos também consumindo informações o tempo inteiro, e essas informações podem nutrir ou nos inflamar o tempo inteiro, como os alimentos. Vocês estão se alimentando, se vocês estão se nutrindo, ou vocês estão se inflamando. Enquanto vocês pensam, deixa eu só contar aqui para vocês que eu estou fazendo essa live pelo Resiliência Humana, mas estou aproveitando com o segundo celular tentar dividir aqui a atenção de vocês. Mas tô de olho, tá? Comentários aqui, comentários aqui. Deixa eu ver, tem uma moça aqui dizendo que tá lavando louça. Tudo bem, Eurosa, no seu tempo. Isso pode, viu? Você consegue fazer uma atividade manual e outra cognitiva ao mesmo tempo. O que não dá, o que inclusive contribui muito, muito para essa nossa sensação de ansiedade, angústia, e aí no final do dia de exaustão, quando a gente tenta fazer duas coisas ao mesmo tempo, duas coisas cognitivas, tá? Então Para quem tá almoçando agora, Regina, bom almoço para você aqui no Resiliência Humana. Deixa eu ver se tem alguém almoçando. Oi, Raipaz, horário do almoço, mas muito ansiosa. Pois é, então vamos lá, vamos retomar aqui porque estamos aqui. Como eu tava dizendo, quando a gente se alimenta de algo, nós podemos estar nos nutrindo ou nos inflamando. A mesma coisa com as informações. Eu posso estar me nutrindo ou eu posso estar me inflamando. Pode ser que quem é mais jovem não vai perceber tanta diferença, mas conforme os aniversários vão passando, sim, o nosso corpo precisa de mais recursos para dar conta daquilo que a gente quer. Viu, Camila Bru, fazendo almoço? Então que assim seja. Cris Goulart tá dizendo que está se nutrindo. Bom, para quem está almoçando, então, bom almoço. Para quem vai almoçar, também bom almoço. E quem está aqui comigo, eu espero que essa seja uma hora muito nutritiva. Ficaremos aqui 50, 60 minutos para que eu traga para vocês informações muito necessárias, essenciais para a gente viver um tempo de qualidade. Tudo que eu vou falar, de alguma maneira, está aqui no livro, tá? Dá um tempo. Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Esse livro eu lancei faz pouco mais de um mês. Tenho muita alegria de já contar para vocês que já estamos na segunda impressão ou segunda edição, cada editora fala de uma maneira. E— opa, só um segundo. Renata, fui sorteada com o seu livro, como faço para recebê-lo? Renata, manda um direct lá para mim no @isabelacamargoreal, tá? Por favor, que aí eu vou conseguir retomar o que que aconteceu. Bom, Sérgio, nutrindo minha mente com esta live, que assim seja. Vamos lá, então esse livro aqui eu lancei faz pouco mais de um mês, tá na segunda edição. É um livro aparentemente que não é fininho, mas as histórias são rápidas, o que vai te dar a sensação de tempo fluindo. Que histórias eu trago aqui? 150 de pessoas que marcam o nosso tempo. Pessoas que admiramos, pessoas que inspiram milhares e que nos ensinam muito. O prefácio é do Cortella, mas tem também a Monja Coen, o Leandro Karnal, muitos músicos, porque eu também falo do tempo da música, quando uma música marca a nossa vida. Tem Gilberto Gil, Caetano, Lenine, uma turma muito interessante, viu? Tudo pra gente entender se o tempo está passando mais rápido ou se nós estamos passando mais rápido pelo tempo. Eu ouvi muitas pessoas reclamando anos atrás, quando comecei essa pesquisa em 2017, que o tempo estava passando muito rápido. Essas pessoas estavam estressadas, algumas já doentes, muito insatisfeitas com a vida que estavam levando, porque estavam correndo o tempo inteiro. E lembra que eu falei no início? Não sabiam desacelerar ou não se permitiam desacelerar, parar um pouquinho para poder continuar. Por quê? De novo, porque o mundo nos pede sempre muita velocidade, muita rapidez, e também tem os contratos de tempo. Olha, é tanto assunto que por isso eu vou fazer uma live por dia, de hoje até quinta-feira, toda hora do almoço. Por mais que eu repita algum, tá, para quem estiver aqui comigo em outros dias, é sempre bom reforçar informações que vão mudar a nossa vida de verdade. Então, o que são os contratos de tempo? Eu falo isso aqui também no livro, não é? Me tá perguntando, dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Nós precisamos reconhecer os nossos limites, porque senão vamos sobrecarregar esta máquina. Que por mais que a gente viva num mundo digital, o nosso cérebro ainda funciona no modelo dos nossos ancestrais, sabia? Aqueles das cavernas. Nosso cérebro funciona, trabalha para 3 coisas: 3: aumentar o prazer, diminuir a dor e poupar energia. Nós precisamos, o nosso cérebro poupa energia para dar conta do dia inteiro e para que passe o tempo e ele entenda que essa energia que vai nos manter vivos, percebe? É por isso que procrastinamos, para poupar energia. É por isso que só queremos coisas boas, não é? Porque o nosso cérebro também tenta reduzir a dor da maneira que ele consegue. Mas vamos lá. Ui, vou beber um golinho d'água enquanto vocês vão mastigando aí, quem tá lavando louça, quem tá preparando almoço. Então, tava dizendo sobre os contratos de tempo. Contratos de tempo são aqueles que não assinamos, mas nos cobram respostas cada vez mais rápidas, não é? Eu às vezes fico 2, 3 dias sem responder uma mensagem, a pessoa acha que eu já tô brava com ela. Não, é porque às vezes nós realmente não conseguimos responder, não é? Contrato de tempo é algo que eu estudei muito. Tinha aqui uma moça me perguntando qual o nome do livro, ó. Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites está à venda em todos os canais de venda, de Amazon até Magazine Luiza, mas só no Resiliência Humana é que vocês poderão adquirir o livro com uma dedicatória. E eu fico muito feliz quando eu vou lá no Resiliência aqui em São Paulo para botar uma dedicatória nos livros. Afinal, se vocês vão dedicar tempo para ler o livro, O mínimo que eu posso fazer é dedicar um tempo para colocar um recado para cada um. E não é aquele recado igual para todo mundo não, tá? Eu sempre dou uma olhada na sua cidade, se tem algum outro comentário, para que seja realmente um tempo de qualidade. Bom, vamos voltar. O contrato de tempo é algo muito sério que muitas pessoas ainda não se deram conta, e com o passar do tempo o bicho pega. O que é o contrato de tempo? É quando temos um tempo socializado. Por exemplo, o banco fecha às 16h. Se o banco fechar às 15h50, o banco está descumprindo um contrato que já foi socializado. 16h fecha, se fechar antes, não cumpriu o combinado. A mesma coisa numa aula. Se a professora se atrasar 15 minutos, Independentemente de qualquer motivo, ela está descumprindo um contrato de tempo. Esses foram assinados, não é? Como nós, quando chegamos atrasados no trabalho, estamos descumprindo um horário, um contrato de tempo, mas porque ele foi acordado antes, certo? A não ser que você tenha liberdade para chegar a hora que você quiser, embora que você quiser. Agora, o contrato de tempo que está nos enlouquecendo e que está deixando todo mundo com essa sensação de angústia, todo mundo para quem está sentindo isso, tá, gente? São os contratos de tempo que não assinamos, porque nos cobram velocidade, nos cobram respostas mais rápidas, mas ninguém te pergunta: você tem condições de me responder isso hoje? E se não disserem? A primeira dica de hoje: perguntem. Até que horas eu posso te dar essa resposta? Até que horas eu posso te dar essa resposta? Gente, isso é libertador, tá? Porque assim vocês não deixarão o que estão fazendo para responder uma outra demanda. Vejam, é claro que existem situações que exigem que a gente pare tudo para resolver algo que está na iminência de acontecer. Mas nem sempre a gente precisa parar tudo, entende? E aí, por medo de perguntar isso: "Jani, qual é meu prazo perfeito? Qual é o deadline?" Para quem usa essa palavra, olha, muda tudo. Tá? Por isso que o subtítulo é "Como encontrar limite em um mundo sem limites", porque se vocês não colocarem limites no que as pessoas pedem, vocês vão viver à pressa dos outros, os compromissos dos outros. Então vamos lá, às vezes por insegurança nossa ou medo do que vão pensar, a gente tem medo de fazer uma pergunta, né? Ô, Renata França, que privilégio ter você aqui! Renata França, a gente tá lá no meu canal. Isabela Camargo Real, arrasou! Seja bem-vinda! Então, às vezes, com medo de uma pergunta, a gente vai assumindo compromissos que nem são nossos, a gente para tudo que está fazendo, que muitas vezes exige concentração para responder alguém. Então Dica de ouro, vou repetir: perguntem: qual é o prazo? Quando posso te dar resposta? E aí, segunda dica: coloquem no papel quem são as pessoas que vão fazer vocês pararem tudo. Então, mãe, pai, ou por exemplo, outro dia minha amiga estava há duas semanas para o nascimento da primeira filha dela, então já sabia que qualquer mensagem Já poderia ser a hora, a hora do parto. Entendem o que eu quero dizer? Só vocês é que vão colocar limite nessa turma toda que quer respostas mais rápidas. Mas será que nós também não estamos cobrando respostas rápidas? Será que a gente também não está querendo resultados? Que nem sempre poderão ser alcançados. Então, outra dica: vocês que estão aqui no Resiliência Humana e aqui na minha página Isabela Camargo Real, quando forem enviar uma mensagem, digam: olha, eu estou precisando dessa informação "Mas você tem até amanhã para me responder, ou senão até tal dia", né? Vocês já ouviram aquela frase que a gente não deve fazer com o outro aquilo que não queremos que façam conosco? É isso. Então pensem, se vocês não gostam dessa cobrança por respostas urgentes, porque hoje parece que tudo é urgente, né? Mas nem sempre é importante. Então pensem nisso: devo, devo perguntar qual é o prazo, qual é o limite, quais são as pessoas que vão fazer você parar tudo que estão fazendo para responder uma mensagem, um e-mail, um WhatsApp, qualquer coisa. E terceiro, ao enviar uma mensagem, também deem o prazo para estas pessoas. Parece muito simples o que estou falando, mas por ser muito simples, as pessoas ignoram e perdem a chance de viver um tempo de qualidade, tá? Kátia tá perguntando, mostra o livro novamente. Tá aqui o nome, inclusive, tá, Kátia? Aqui no meu nome fixado, pessoal do meu site, tô lá no Resiliência Humana, tá, pessoal do Resiliência Humana? Também tô fazendo essa live lá no meu Insta, Isabela Camargo Real. O nome do livro é esse aqui, Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Está à venda aqui no Resiliência Humana E é o único lugar que eu vou poder enviar esse livro pra você com dedicatória, tá bom? Vira e mexe tem promoções. Nós já estamos na segunda edição, eu tô muito feliz. Esse livro foi lançado há pouco mais de um mês, então aqui eu ofereço pra vocês informações que com certeza vão contribuir para tempo livre na agenda de vocês. Pra gente fazer o quê com esse tempo livre? Nada! Para que vocês coloquem mais vida no tempo de vocês. Muita gente está sobrevivendo achando que está vivendo. Muita gente está correndo o tempo inteiro e aí fica ansioso, fica angustiado, muito mais estressado e a longo prazo, gente, nada disso, nada disso vai passar de uma maneira despercebida. Excesso de estresse, excesso de ansiedade provocam muitos problemas de saúde na nossa vida. Eu trago isso também no livro, tá? São especialistas, psiquiatras e psicólogos que falam sobre este excesso de ansiedade que nós estamos vivendo. Aliás, vocês sabiam que o país é o mais ansioso do mundo? O Brasil é o país mais ansioso do mundo? Sim, são cerca de 19 milhões de ansiosos. 19 milhões de ansiosos. E essa ansiedade, se não for tratada, ela vira uma depressão. E aí nós também somos o— estamos ocupando o ranking, né, de países mais alguma coisa. Infelizmente não somos mais alguma coisa boa, somos o segundo país com mais casos de depressão do mundo. Hum-hum. E aí, olha como a coisa é interessante, né, quando a gente para pra pensar. Mais ansiedade por longos períodos gera depressão, e essa depressão somada à competição que nós vivemos, a esses contratos de tempo que estamos sendo cobrados, mas que não assinamos, ao julgamento, aos recortes que estamos nos iludindo da internet, a gente vai consumindo tempo Vai ficando mais frustrado. E aí, sabe o que pode acontecer ainda? Síndrome de burnout, que é o excesso de trabalho por longos períodos. Porque a pessoa já se perdeu em algum momento, ela só não sabe aonde se perdeu. E aí junta com excesso de trabalho, porque pra fazer mais coisas ela vai ter que dormir menos, e aí é outra live só sobre isso, provavelmente eu vou fazer até quinta-feira, tá, sobre o tempo do sono. Mas olha, eu vivi uma experiência com a síndrome de burnout em 2018. É um conjunto de sinais e sintomas que nos fazem parar. É um freio, não é o fim. Eu me recuperei, tô aqui hoje para fazer com que vocês não tenham o que eu tive. E eu só posso falar isso porque depois eu fui buscar respostas que eu não encontrei. E eu tenho certeza que se eu tivesse tido as respostas que eu tive lá atrás, que eu compartilho aqui no livro Dá um Tempo, não tem a minha história, tem tudo que eu aprendi com os médicos, vocês podem, claro, podem, se quiserem, é, perdão, prevenir, evitar qualquer problema de saúde ocupacional ou não, tá, gente? Milena tá perguntando síndrome de quê? Síndrome de burnout, excesso de trabalho por longos períodos. Antes de continuar, Conceição tá perguntando a próxima live, que eu estarei aqui, Conceição, todos os dias até quinta-feira, meio-dia, para almoçar com vocês, para que vocês se nutram também aqui, ó, com informações, porque a gente ou se nutre ou se inflama, tá? Tainá, onde posso fazer a compra do livro, amor? Eu adoro! Tainá, aqui no site do resilienciahumana.com.br. Vira e mexe tem promoção, mas de qualquer maneira eu vou conseguir te enviar esse livro com uma dedicatória. Para quem já adquiriu o livro com a dedicatória do Resiliência, se quiser deixa aqui um depoimento ou me contem lá na minha página do direct, Isabela Camargo Real, pelo Instagram, pelo YouTube, pelo YouTube, eu vou ficar muito feliz, tá? Afinal, um autor, um escritor é igual um jardineiro. Um jardineiro não cuida do jardim só para ele. Ele cuida do jardim para que as pessoas admirem, para que aquele jardim deixe o ambiente mais bonito. O autor de um livro é a mesma coisa. Eu pesquisei 150 pessoas durante 4 anos praticamente, para oferecer para vocês dicas úteis para viverem um tempo de qualidade, para viverem uma vida que vale a pena ser vivida, tá? Se eu pudesse resumir, seria isso. Mas vamos lá, eu tô tentando ver aqui os comentários das duas páginas, mas vamos lá. Eu vou fazer essa sequência de novo, que muita gente tá aqui é impressionado com o que eu falei. Só um segundo. Estão perguntando se o livro tem e-book. Tem audiolivro, já, já acabei de gravar. Que delícia poder colocar voz no livro! E vocês podem adquirir então em todos os sites, tá? Mas pelo Resiliência Humana, viu, Regina? resilienciahumana.com.br, vocês conseguem comprar com dedicatória. Livro físico tá aqui, Dani. Sim, tem livro físico, e-book e já já audiolivro. Eu lancei faz pouco mais de uma semana, opa, pouco mais de um mês e já estou na segunda edição. Bom, eu vou repetir aqui uma coisa que eu sei que provocou um choque em vocês. Somos o país mais ansioso do mundo, quase ou cerca de 19 milhões de brasileiros. Aí nós somos o segundo país com maior número de depressão, cerca de 12 milhões. E eu ainda acho que esses números são irreais, tá? São subnotificados, porque quem desenvolve uma depressão ou uma ansiedade patológica muitas vezes tem medo, né, de buscar ajuda, tem medo de se expor. Aí o problema só vai piorando, viu, gente? Então É, se eu somar ansiedade e depressão, eu já vou ter um número chocante. Agora pega essa, como diz o Rick Shaster, pega a visão: síndrome de burnout, que é um problema ocupacional, ou seja, você adquire no ambiente de trabalho, como qualquer outro problema ocupacional, De acordo com a USP, um número do início do ano: 20 milhões. E esse número vai mudar muito na próxima pesquisa, porque durante a pandemia os profissionais que já eram mais sensíveis para o burnout foram os que mais trabalharam durante a pandemia. Quem são? Profissionais da área da saúde e professores, além de jornalistas, policiais, bombeiros e tal. Então, Se a gente somar síndrome de burnout, ansiedade e depressão, eu tenho quase 1/4 da população brasileira com algum tipo de sofrimento mental. Uhum! E não adianta torcer o nariz agora não, hein, gente, quando eu falar mental. Porque temos o cérebro, que é o hardware, e temos a mente, que é o software. Que são os nossos pensamentos, que geram os nossos comportamentos. Uau! E tanta gente tem preconceito em falar sobre saúde mental. Não é uma loucura? Bom, vai ficar para outra live, tá? Mas então vamos lá. Dona de casa também pode ter essa síndrome Núbia? Não. Aí é só no ambiente de trabalho. Mas no ambiente de casa você pode ter uma estafa, Você pode ter as mesmas sensações que a síndrome de burnout, mas essa classificação, Núbia, foi dada por quê? Segura essa, gente, respira fundo que agora vem uma bomba. Se a síndrome de burnout, que é o excesso de trabalho, não recebesse esse nome, as empresas, e mesmo assim são poucas, não reconheceriam que este problema é causado pelo excesso de trabalho. E aí, se alguém disser aqui que isso é uma bobagem, então vou perguntar o seguinte: será que nós não estamos usando mais o nosso cérebro? Ou estamos trabalhando com força física? Nós substituímos as lesões físicas por lesões mentais. É por isso que nós temos tantos problemas relacionados à saúde mental, porque estamos sobrecarregando essa máquina, porque ninguém nos ensinou, ninguém nos alertou que sim, precisamos descansar, que a sociedade toda está subestimando demais as horas de sono. Aí junta a crença, né, de que dormir é perda de tempo, dormir é para os fracos. Olha, que pena, que pena porque essas pessoas estão se colocando muito em risco e colocando as pessoas ao redor em risco. Eu conto aqui no livro também, viu, gente? Quem dorme menos de 6 horas por noite tem 4 vezes mais chances de morte. Número da Associação Brasileira do Sono. Vou repetir: quem dorme menos de 6 horas por noite tem 4 vezes mais chances de morte. Números da Associação Brasileira do Sono. Então, a gente precisa olhar para uma série de elementos que podem nos ajudar a entender por que estamos tão ansiosos, depressivos, que podemos desenvolver a síndrome de burnout e outros milhares de problemas. Tá? As horas de sono, se eu tivesse aqui os últimos 5 segundos da minha vida para vocês, eu diria: durmam, durmam! Não subestimem o que uma noite insuficiente de sono faz no dia de vocês. Para a gente viver bem, a gente tem que dormir bem, especialmente quando o tempo vai passando. Quando a gente é mais novo, quando a gente é mais novo, nosso corpo se recupera mais rápido e mais fácil dos nossos excessos de bebida, de comida e também de trabalho ou de atividades durante o dia. Então quando você tem 20 e poucos anos, se você dorme mal uma noite, isso não vai interferir tanto no seu raciocínio no dia seguinte. Mas aos 40, 50, 60 e assim por diante, se você dorme mal uma noite, você vai ter um dia seguinte muito ruim. E poucas pessoas também param para pensar nisso. É por isso que aqui no livro também eu trago um capítulo inteiro sobre o sono. Tem inclusive uma tabela que vai colocando o que é recomendado e o que não é recomendado. Em relação às horas de sono. É esse aqui, ó, recomendações para duração do sono. Deixa eu mostrar aqui também. É uma pesquisa que existe há muitos anos da National Sleep Foundation e que vai mostrando, por exemplo, deixa eu contar aqui uma coisa para vocês, né? Adolescentes de 14 a 17 anos É recomendado que durmam de 8 a 10 horas. Aí pessoas com mais de 65 anos, recomendado de 7 a 8. Então aquela história de que a média é 8 horas, não. Temos exceções, temos características diferentes e precisamos ter humildade em reconhecer O quê? Se o meu amiguinho do lado, se a minha amiguinha do lado, se meu colega de trabalho, ou se alguém da minha família dorme 7 horas e fica bem, ótimo! Mas eu também não posso ouvir o Leandro Karnal dizendo que dorme 4 horas por noite e que no dia seguinte tá super bem, porque ele é uma exceção. Percebem como a gente acaba entrando em piras? Umas ideias muito ruins. Então eu preciso ter informação. A informação tá aqui, tá? Especialmente sobre o sono. Especialmente não, tem um capítulo sobre o sono para que vocês comecem a perceber aqui, ó, a teia que nos envolve, a teia que nos coloca numa situação de vulnerabilidade. Aí depois de insatisfação, porque o tempo tá passando rápido, aí essa insatisfação se torna ansiedade, porque não sabe controlar a própria agenda. Olha, é um negócio curioso para dizer assim, tá? Mas vou repetir rapidinho, que alguém me perguntou aqui. O livro chama Dá um Tempo. Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, porque nós precisamos reconhecer os nossos limites nesse mundo que todo mundo acha que nós não temos limite, né? Então esse livro está no site resilienciahumana.com.br, é só colocar lá ou meu nome Isabela Camargo Real, como tá aqui embaixo, Camargo Real não, né? Isabela Camargo Real é a minha página no Instagram. E o livro Dá um Tempo, esse livro vai chegar na casa de vocês com uma dedicatória pelo Resiliência Humana, tá? E ele tá à venda também em todos os canais digitais. Mas vamos lá, o pessoal tá pedindo para desativar os comentários. O problema é o seguinte: eu gosto muito da participação de vocês e muitos comentários que chegam aqui me fazem mudar completamente a minha linha de raciocínio, porque eu preciso falar o que vocês querem ouvir, não é? Eu posso fazer aqui um baita de um roteiro, até quinta-feira, tá, gente? Todos os dias, meio-dia, eu estarei aqui almoçando com vocês. Então, por mais que eu faça um roteiro legal, só que o roteiro não pode ser prisioneiro. Então eu preciso conversar com vocês e dizer o que vocês querem ouvir. Deise tá perguntando se a live vai ficar gravada. Sim, Deise, vai ficar tanto aqui na minha página, Isabela Camargo Real, e no Resiliência Humana também, tá? Estão perguntando o valor do livro. Eu não sei, porque cada site tem um preço, cada site faz uma promoção, tá? Então Fiquem à vontade, eu ficarei muito feliz se vocês adquirirem pelo Resiliência Humana, que eu vou conseguir colocar uma dedicatória. Mas vamos lá, eu comecei perguntando para vocês nessa live de hoje se vocês estão ansiosos, se estão sentindo que o tempo tá passando muito rápido, né? E aí muitas pessoas me disseram que sim, a maior parte, né, vai respondendo que está ansioso, está nervoso, está intolerante a demoras. Olha, a lista de sentimentos ruins infelizmente está maior do que a lista de sentimentos bons. Vocês sabiam que o nosso cérebro, assim, eu vou colocar com as minhas palavras, tá, o que eu ouvi de neurologista, do físico quântico Amit Goswami, Mas eu vou colocar com as minhas palavras: o nosso cérebro tem 5 vezes mais tendência de absorver, de reter algo negativo do que positivo. Nosso cérebro tem 5 vezes mais chance de reter, de armazenar, de buscar, de se interessar 5 vezes mais por assuntos negativos do que positivos. Isso explica muita coisa, tá? E muita coisa também explica isso. Nós somos muito, como é que eu posso dizer, nós somos impactados pelos mantras cotidianos. Que são os mantras cotidianos? Para quem tem, para quem tem o costume de assistir jornais novelas da televisão, ouvir jornais no rádio, ou seguir notícias que não tem um caráter positivo, essa repetição de notícias ruins vai deixando o seu corpo mais ansioso, né, para você, que você acaba chegando na ansiedade patológica, e só vai trazer mais coisas ruins. Então os mantras cotidianos, Carla tá dizendo, né, tá aqui no livro também. Só uma pausa, alguém colocou um valor aqui, mas tem frete também nesse valor, porque o valor máximo sugerido pela editora, valor máximo sugerido pela editora é de R$44. Cada site faz a sua promoção, E tem também o valor do frete, tá? Mas eu garanto, se não, vai lá no meu direct, Isabela Camargo Real, viu, turma que tá aqui no Resiliência, e me contem, tá, se não fez sentido. Eu garanto que sim. Mas vamos lá, mantra cotidiano são todas aquelas notícias que vamos ouvindo, ouvindo, ouvindo. A gente acha que tudo é inofensivo, né, mas não, porque tudo vai ficando aqui no cérebro. Sabe igual tabuada, que a gente aprende por repetição? Ai, o nosso corpo também absorve as informações por repetição. Então, se todos os dias vocês estão ouvindo ou vendo o mesmo tipo de notícia, vocês vão ficar com isso na cabeça. Se toda essa semana vocês se comprometerem comigo de almoçarem comigo até quinta-feira no Resiliência Humana ou na minha página Isabela Camargo Real, essas palavras sobre tempo de qualidade, sobre trabalhar com saúde, sobre viver uma vida que vale a pena ser vivida, vai ficar gravadinha aqui no cérebro de vocês. Entenderam a diferença do que eu quero dizer? E aí não adianta alguém dizer assim: ah, mas a mídia faz isso, a mídia faz aquilo. A mídia faz o que as pessoas procuram. Sim, a mídia coloca, a mídia vai atrás primeiro do que é a nossa sociedade. Nós não temos uma sociedade igualitária com notícias boas o tempo inteiro, mas nós podemos procurar essas notícias boas, nós podemos nos sintonizar no Resiliência Humana, na minha página, quem me segue já sabe, tá, gente que tá aqui no Resiliência Humana, dá uma passadinha lá, que todos os dias eu coloco um conteúdo que vai fazer vocês pensarem. Mas de novo, tem que ter humildade para pensar, tem que ter humildade na verdade para reconhecer que precisa pensar, e aí depois flexibilidade para colocar em prática. Informação não muda comportamento, senão o mundo não estaria como está. O que muda comportamento é ação, e ação é consequência do que eu penso, Nossa, Isabela, que ficha caindo! Então, a mesma coisa que eu falei lá da ansiedade, que pode levar à depressão, que pode levar ao burnout, porque é excesso, excesso de preocupação, excesso de pensamentos com vieses negativos, excesso de trabalho, excesso de internet, excesso de notícia ruim. Gente, é igual alimentação, bebida alcoólica. Quem gosta de tomar uma cerveja, uma caipirinha, sabe que tem um limite. Ué, e por que eu não faço isso com as informações? Por que eu tenho que ficar sabendo das mazelas de todo o país e de todo mundo? Outro dia eu encontrei uma moça no elevador e aí trocando ideia ela falou assim: "Ai, eu nem soube o que aconteceu com o Trump, será que ele saiu do hospital?" Ai, aí eu pensei, eu falei: poxa, o que vai mudar eu saber que o Trump saiu ou não do hospital? Vocês terão que desenvolver filtros. Eu demorei, tá, gente? Eu não nasci com esses filtros. Vieram também com uns cabelinhos brancos. Eu preciso desenvolver os meus filtros, porque senão alguém vai entuxar uma informação que não vai me fazer bem. E eu tô tão distraído Eu tô tão assim buscando uma solução que eu nem percebo que eu tô consumindo informação que só tá me fazendo mal. No início da pandemia, ai, Zuleika, no início da pandemia eu assisti um jornal inteiro, para nunca mais. Ah, mas aí você vai ficar alienada. Não, eu só não vou assistir mais um jornal inteiro. Eu vou buscar as informações que realmente eu sei que vão fazer diferença para mim em outros lugares. Entendem? Somos nós que precisamos usar e não sermos usados. Somos nós que precisamos escolher e não sermos escolhidos. E essa escolha passa pela escolha do— essa escolha passa por vocês pensarem no autocuidado. Vocês precisam se cuidar, vocês precisam pensar em como estão vivendo o próprio tempo. Vocês precisam, a partir disso, se colocarem na agenda, porque senão dá ansiedade, depressão e outros problemas. Eu não quero assustar ninguém, tá? Eu não tô falando aqui nada do tipo: nossa, que moça trágica! Não. Essa moça aqui se recuperou de um problema bem sério causado pelos excessos. Então eu posso dizer de verdade. Outra coisa, quando vocês ouvirem— a Tatiana tá dizendo que alívio saber que você não consegue ouvir um jornal todo. De jeito nenhum, não mais. Eu preciso escolher. Inclusive o Frei Beto fala aqui no meu livro Dá um tempo, como encontrar limite em um mundo sem limites, que nós estamos muito gananciosos. A gente quer saber de tudo o tempo inteiro. Existe até um termo que eu trago aqui no livro, que é a FOMO. FOMO, não é fome, hein? É FOMO. Fear of missing out, que é o medo de estar por fora de algo. Igual essa moça que me falou, sabe, no elevador: "Nossa, será que o Trump saiu ou não do hospital?" Eu lá quero saber do Trump? Eu quero saber de mim, eu preciso saber do que está acontecendo ao meu redor. né, com a minha família, com quem realmente importa. Então eu gostaria, se possível, se vocês pensassem um pouquinho nisso até a nossa live de amanhã meio-dia, sabe? Com quem e com o que eu estou perdendo meu tempo? Porque esse tempo ele precisa ser usado para você. Ai, mas eu tenho medo do que os outros vão pensar. Bom, então eu tenho que pensar no que 7 bilhões de seres humanos desse planeta vão pensar. Sabe o que acontece quando a gente se preocupa com quem vai pensar de nós? Quando vocês tiverem assim no auge de uma dor, de uma necessidade de acolhimento, essas pessoas não vão se preocupar com vocês. Então olha que loucura, a gente se preocupa com o que elas vão pensar e depois elas não vão se preocupar com o que vai acontecer conosco. De verdade. Isso serve para tudo: trabalho, amizade, relações familiares, tudo. Evitem decepções, evitem frustrações, evitem qualquer ilusão de controle, porque vocês só vão se prejudicar, vão perder tempo E é tudo que eu não quero. É por isso que eu pesquisei 4 anos, 150 pessoas, para que vocês pensem nisso. Não adianta reclamar que o tempo está passando mais rápido. Vou contar por quê. Essas informações também estão no livro. O tempo da natureza não está passando mais rápido. O nascer e o pôr do sol estão no mesmo ritmo. As fases da lua, as estações do ano estão no tempo de sempre, que inclusive foi convencionado em média 24 horas. Tá aqui no livro, tá? Dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Pausa no tempo da natureza. Miranda Lu: não precisamos de mais tempo, precisamos de um tempo que seja nosso. Frase do escritor Mia Couto, que inclusive tá aqui, né, no livro Dá um Tempo. E a Carla tá dizendo que parou de reclamar depois que leu o livro. Ai, Carla, ó, uma estrela no céu! Que que tiver, que bom demais! Mas vamos lá, se o tempo da natureza não tá passando mais rápido, né, porque a Terra não tá girando mais rápido em torno do próprio eixo, que que significa? Que nós estamos passando mais rápido pelo tempo ou não, porque não é todo mundo que sente o tempo passar voando, tá, gente? Tem muitas pessoas que sentem que o tempo tá se arrastando ou que se arrastou na pandemia, né? Então, se eu, você e o Bill Gates temos 24 horas, nós é que vamos fazer a nossa agenda. Parece tão simples, né, pensar nisso, mas faz toda a diferença. Se eu não tiver consciência das consequências do que eu faço na minha agenda, eu vou culpar todo mundo, até o tempo. Então, o que que eu recomendo quando alguém falar assim: nossa, o tempo tá passando muito rápido? Pode dizer: olha, é o seu tempo que está passando mais rápido, é o seu tempo que está passando mais acelerado. Porque quem está numa fila do banco, do banheiro, né, porque um minuto esperando para entrar no banheiro é diferente de um minuto dentro do banheiro. E outras pessoas que sentem que o tempo está arrastado são aquelas que estão na fila de um transplante. Eu trago a história aqui de um rapaz muito jovem e que ficou muitos anos esperando um coração. Nossa, é uma história que teve um final feliz. O livro, né, demorou bastante para ficar pronto, eu vivi vários imprevistos, muitas vezes eu achei que eu não ia conseguir, mas consegui. Esse rapaz ficou muitos anos esperando um coração e ele disse que ou ele desenvolveria paciência para receber um coração ou ele enlouqueceria. E aí, além de precisar de um coração, ia precisar fazer um tratamento para saúde mental. Olha que curioso! E aí eu repito então para vocês: Não é o tempo que está passando mais rápido, é o que vocês fazem ou que são obrigados a fazer com o tempo de vocês. Então quem espera, o tempo passa mais devagar. Quem está em movimento, o tempo passa mais rápido. E quem está correndo o tempo inteiro sente que o tempo está voando. E essa sensação só nos traz problemas. O Cortella, ele fala aqui no livro que Velocidade é a diferença de pressa. Então, eu fazer algo velozmente é um sinal de prudência. Eu fazer algo com pressa é sinal de imprudência. Significa que eu não consegui organizar minha agenda, preciso fazer tudo com pressa. Entendem? A Silva está dizendo aqui na minha rede, Isabela Camargo Real, que poucas pessoas têm paciência. Silva, Total! Estamos muito intolerantes a qualquer tipo de atraso, demora, né? Lembra que eu falei aqui no início dos contratos de tempo? Que que é isso, gente? A turma brigando com você porque você demora 2 dias para responder uma mensagem? Ela sabe o que vocês estão vivendo para ficar cobrando assim? E você, será que também tá cobrando uma resposta rápida? Ah, então eu não posso fazer com quem com alguém aquilo que eu não quero que façam comigo. Então é isso que eu quero dizer, tá? Nós passamos aqui já 52 minutos. Eu trouxe várias informações para vocês, várias, várias, várias. Eu espero que alguma tenha feito sentido, mas se nenhuma fez, não tem problema. Cada um no seu tempo. A gente fala de tempo o tempo inteiro. Ai, Ju, arrasou! Já vou dizer, me lembra aqui já já. Manda mais uma mensagem só para finalizar aqui. A gente fala de tempo o tempo inteiro, tempo da live, o tempo do banho, o tempo da viagem, tempo do almoço, tempo não sei o quê, tudo é tempo, gente. Só que dificilmente a gente para para pensar no que estamos fazendo com as nossas 24 horas. Aí fica um bando de gente dizendo que o tempo tá passando rápido. Por isso que eu fui lá atrás, né, em 2017, buscar essas respostas no livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite no Mundo Sem Limites. Então, se você não para para pensar, você vai ter que parar depois para tratar um problema de saúde, tá? Já vou chegar lá no extremo. Porque se você não parar para pensar em quem você é hoje, quais são as suas condições de saúde hoje, o que você precisa para dar conta do seu trabalho hoje, suas escolhas serão péssimas. E aí as consequências a médio e longo prazo sempre te levarão a um caminho de busca para recuperar sua saúde. Então não é melhor a gente dar uma paradinha assim na hora do almoço para a gente pensar no assunto? Pensem nisso. Para finalizar, ó, deixa eu ver aqui a moça que pediu para repetir. É uma frase maravilhosa. Realmente, que é o seguinte: quando eu entrevistei aqui essa turma maravilhosa que marca o nosso tempo, duas pessoas me deram respostas automáticas que eu, no primeiro momento, até achei estranho, mas depois... Ai! Tive que fazer a mesma coisa. Então assim, Frei Beto. Se você mandar uma mensagem pro Frei Beto, que já escreveu mais de 60 livros, é um cara que eu respeito. A resposta do e-mail é assim: "Obrigada pela sua mensagem, responderei na primeira oportunidade. Não pense que estou diante do computador, preso por outros afazeres." O que Frei Beto fez? Colocou limite em um mundo sem limites. Foi isso que o Frei Beto fez. Outra pessoa que também tem uma resposta automática no e-mail fantástica: Ricardo Amorim, economista. Se você mandar uma mensagem para o Ricardo Amorim, tá lá: "Obrigado pela sua mensagem." Se for convites para almoço, projetos, blá blá blá blá blá blá, Só poderemos falar a respeito a partir de novembro. Até lá eu estou comprometido e não poderei atender a sua demanda. É fantástico! Para quem acha que não pode fazer isso, tá perdendo tempo com o que os outros vão pensar. E aí lembra que se vocês precisarem de ajuda, essas pessoas não vão se preocupar com vocês, tá? Então cuidado com quem vocês estão se preocupando. Porque quando vocês precisarem de ajuda, essas pessoas não vão se preocupar com vocês, tá certo? Muito bem. Ah, isso que eu falei do Frei Beto, do Ricardo Morim, não é fofoca, tá? Tá no livro, dá um tempo. Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Meus amores, então é o seguinte, é, Eurosa tá dizendo economizou o tempo dele e dos outros. Exatamente. Então, ó, finalizando Eu quero agradecer o tempo de vocês e a confiança por passarem aqui comigo uma hora pra gente falar sobre o tempo, pra que vocês pensem no que estão fazendo com o tempo de vocês. Amanhã eu estarei de volta aqui na minha rede Isabela Camargo Real e também no Resiliência Humana. Pra gente continuar essa prosa, tá? Porque tem assunto até não querer mais, até 2021. Tudo isso é pra oferecer pra vocês o que um jardineiro oferece para o mundo: um ambiente que seja mais bonito, que seja mais coerente e que nos inspire bons pensamentos, tá? Pra finalizar, a live vai ficar gravada, no resilienciahumana.com.br, aliás, aqui no Instagram e também na minha rede, Isabela Camargo Real. Quem tá aqui no Resiliência, gente, depois dá um pulinho lá na minha página, eu acho que vocês vão gostar, tá, do que eu procuro compartilhar diariamente. E por fim, o livro, ó, Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, está à venda no resilienciahumana.com.br. Com dedicatória. Oi, que delícia! Chego lá, vejo aquela pilha de livros, meu coração já acelera, mas aí é ansiedade boa. Percebem a diferença do que nos faz feliz? Ansiedade que nos faz feliz, uma ansiedade que nos deixa confuso, angustiado. Pense nisso. Amanhã a gente volta a falar mais sobre isso, tá bom? Um beijo muito grande. E até amanhã meio-dia, hein? Quero almoçar com vocês de novo. Prometo que serão outros assuntos. Tchau, tchau!
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








