O burnout me mudou e eu aceitei a música!

Wesley left engineering at Apple after burnout and turned to music full-time. He talks about how sound affects productivity and emotional states, and explores the idea of sound healing as a path forward.
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Existe um estudo científico da faculdade de Hong Kong que pegou os alunos que ficavam ouvindo música enquanto estavam estudando. Então, as músicas que falavam de droga, sexo e violência atrapalhavam ou não surtiam efeito nenhum. nos participantes, enquanto que músicas instrumentais ou músicas sedativas elevavam, e até mesmo quando ele estava sentindo deprimido, e faziam playlists intencionais, do tipo, eu quero músicas para ficar feliz. Então, a pessoa, ela mudava o estado dela no final do dia, porque ela só ouviu músicas de ficar feliz. E música na mesma língua atrapalha a produção, a produtividade da pessoa, porque ela tem que produzir e às vezes tem a memória afetiva, aquilo vai dispersar ela. Então a produtividade de quem ouve música na própria língua enquanto está trabalhando é muito menor. Então se você tem uma língua que você nunca ouviu falar, não sabe nenhuma palavra, essa é a melhor música se você quer ouvir enquanto está trabalhando ou instrumentais.
Para uma circuitaria não interferir na outra.
Exato, porque o seu cérebro vai acabar querendo decodificar ou, às vezes, a questão emotiva, afetiva vai te lembrar. Aí o cara fala assim na música, que a gente estava debaixo da árvore naquela goiabeira. E aí a pessoa lembra da árvore da goiabeira e fala, nossa, foi mesmo. E pra ela voltar, demora muito tempo.
Perfeito, perfeito.
Isso eu não acreditava. Uma vez eu fiz sound healing para um grupo de deficientes visuais. E foi lindo porque as pessoas falavam de uma forma que a gente que tem visão não consegue ver. Então, eles têm uma... algo que a gente talvez ainda vai demorar muito pra chegar lá, uma sensibilidade, sabe?
Sim, mas ok. Basta a gente só considerar que isso existe.
Isso, exato.
Isso existe. Se você ainda não despertou para a potência, né, de como esses instrumentos, de como o silêncio ou das notas organizadas podem beneficiar o seu corpo, eu recomendo demais que você conheça mais o trabalho do Wesley. Para a gente poder encerrar, você então participou na Apple de lançamento de quais produtos?
Desde o iPhone 5, 6, 7, 8, 10... Em qual etapa você participou desses lançamentos? Era sempre do protótipo, era sempre da parte que... Todos os iPhones, até o 13, que com o 13 foi o que eu saí, Depois do lançamento dos relógios.
O Apple Watch.
É, todos eles. Depois, o pagamento via celular, desde o México até o Chile, fui eu que fiz a implantação na América do Sul inteira.
Ou seja, se você está nos acompanhando por algum aparelho desse aqui, da maçãzinha, pode ser que as mãos e os neurônios do Wesley tenham passado... Ah, teve uma pequena contribuição. Por esse equipamento. Mas aí... A Apple precisou te perder pra gente te ganhar.
É, então. E hoje eu sou... Vamos dizer que eu estou agradecido, não é? Porque... Esse processo de sair do mundo empresarial pra ir pra música, que até as pessoas falam, mas como é que você sai da engenharia pra ir pra música? Não tem nada a ver. Mas se você for ver, música é número.
Tudo a ver.
Tudo a ver.
Isso me lembrou, sabe a história de quem? Do monge Satyanata.
Ah, sim.
Né? Engenheiro também, trabalhava no Unicamp, uau! Extraordinário, até que ele falou, opa, não é por aqui. Mas ele conseguiu parar antes.
É, então. Aí, esse burnout, depressão, eu fiquei afastado, voltei, quando eu voltei, e aí eu tava já mais me inteirando dessa questão da música, do sound healing, Aí eu olhava praquele lugar, praqueles algoritmos, softwares, e eu falava, não é mais pra mim.
Não é mais pra mim.
Não dá.
Quando você recebe esse recado, sabe, quando você ouve este som interno, isso não é mais pra mim, não resiste, não. É você querendo falar com você, mas dependendo dos seus barulhos você não se ouve. Então eu vou complementar. Vocês precisam de uma sala vazia.
Sim.
E de uma mente disponível.
Ah, muito importante.
E de mentes disponíveis pra fazer parte deste vazio, porque aí sim a gente se redescobre. Se você gostou desse corte, com certeza você vai gostar do episódio completo. Então é só ir na descrição desse vídeo, pegar o link, assistir, compartilhar com seus amigos, com quem você quer bem. Vou adorar também se você deixar aqui um like, um coração pra gente e se inscrever no canal. Até mais!
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Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








