O homem do futuro é um homem gentil! Live com o Sr. Gentileza

Isabela talks with Luiz Gabriel, known as Sr. Gentileza, about kindness at work and in life. They discuss burnout, how gentleness affects mental health, and why kindness matters for the future workplace.
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Olá, olá! Boa tarde! Boa tarde para quem está chegando agora, para quem estava comigo agora há pouco com o Mark Tawhil falando sobre ser produtivo e não ser ocupado. Eu estou no último dia da Semana do Futuro do Trabalho trazendo para vocês, compartilhando muito conhecimento muitos pontos de vista de diversos líderes, empreendedores fabulosos, futuristas, para a gente olhar para um futuro mais positivo, inclusivo, diverso e desejável. Deixa eu já aproveitar aqui, Luiz Sérgio, eu estava pensando nisso e obrigada então pelo seu comentário. Quando eu propus essas três lives seguidas, eu cheguei até a pensar assim, poxa, eu vou fazer uma na sequência da outra, mas sempre com intervalos para tomar uma água e ir ao banheiro e tal. E parece que é uma rotina exaustiva, mas essa é a rotina nossa do jornalismo. Eu me lembro quando eu trabalhava no Band News TV, eu chegava a apresentar quatro horas de jornal seguida uma da outra, é claro que isso não era todos os dias, a média era três jornais por dia, e aí um dia ou outro eram quatro lives. Essa semana, por exemplo, Eu fiz, contando com as que eu participei, foram seis lives. Isso me deixou, claro, bem cansada, mas muito feliz por estar compartilhando muita coisa boa. Essa semana eu pisei fundo no acelerador, na próxima semana eu piso fundo no freio. Este é o equilíbrio que vai manter, na minha opinião, a nossa saúde mental. Hoje eu, além aqui da conversa, que eu tenho certeza que vai mudar muito o ponto de vista aí, com o senhor gentileza, às 5 horas eu tenho a Elisa Tauil, uma empreendedora fantástica que tira o melhor das mulheres, da mentoria e consultoria para a transformação de muitas mulheres, às 7 horas eu farei um resumo dessas 25 entrevistas desta semana. E por que eu estou fazendo tudo isso? Para me aparecer? Evidentemente que não. Para compartilhar com vocês o que eu poderia acessar ou poderia ter essas conversas no particular, mas essa é a minha missão, é compartilhar o que eu aprendo, então fiquem tranquilos, eu estou bem, esta sequência então de lives não é nada diferente do que um jornalista faz dentro das suas emissoras, dos seus ambientes profissionais. Eu agradeço a sua presença e a sua confiança em uma rotina, em uma sociedade agora com tantas lives, nós estamos fortalecendo os canais individuais e como o Mark Tauil disse agora, a gente está entendendo a diferença entre popularidade versus relevância e influência. Não importa o número de pessoas que está neste momento nos acompanhando. Importa é se estas pessoas estão vendo sentido no que eu estou falando. E depois o conteúdo fica lá disponível infinitamente no YouTube. Você sabe como eu digo sempre, as palavras são sementes e vocês podem me ajudar a compartilhar esse conteúdo com mais pessoas. Deixa eu já ver aqui se o Luiz Gabriel já está aqui, o nosso senhor Gentileza, para a gente então respeitar o tempo de todos, para que essa conversa seja importante na sua vida e eu espero que ao final dela você saia melhor do que começou. Deixa eu achar aqui, olha quanta gente bacana. Um beijo para todos que estão aqui comigo, obrigada pela... Podia estar fazendo qualquer outra coisa, né? Mas estão aqui participando, isso me deixa muito feliz. Dani Goulart, Sheila, obrigada. Biel, obrigada. Muita gente comentando a entrevista da doutora Ana Beatriz. Oi! Tudo bem, senhor? Tudo bem?
Boa tarde já, gente.
Na virada do bom dia para boa tarde.
É verdade. Estamos em transição, afinal de contas. Estamos em um período de transição. Deixando o antigo normal, vivendo. um normal temporário, né? Nos adaptando, nos preparando por uma nova realidade que a gente não sabe qual será ainda, mas eu tenho certeza, olha, boa parte de nós já está seguindo um caminho aí de busca pelo bem-estar emocional, espiritual, pela solidariedade. Obrigado, viu, Isabela? Obrigado aí pelo espaço, mais uma vez. Tô me sentindo super lisonjado, hein?
Luiz, quando eu te conheci, aqui ainda digitalmente, eu fiquei muito emocionada com a sua história, com a sua jornada e com o trabalho que você faz para despertar a gentileza nas pessoas. E eu estava fazendo a curadoria naquele momento, curadoria é um nome chique para filtrar, selecionar as pessoas. E na hora que eu conheci essa história eu falei, nossa, eu preciso voltar com o Luiz pra gente falar sobre a gentileza no ambiente de trabalho, especialmente neste ambiente de trabalho futuro, que a gente não faz ideia como vai ser. Só sei que vai ser diferente do que era. E fiquei feliz por você ter aceitado. Olha só, o Lado Bom das Coisas, ponto oficial, um site também muito, muito, muito interessante. Sugiro que vocês sigam o site Lado Bom das Coisas. Somos fãs do senhor Gentileza. Parabéns pelo trabalho de ambos. Obrigada, o lado bom das coisas, vocês também têm feito um trabalho incrível. E Luiz, eu vou deixar aqui um pouco os comentários, já já eu tiro para que as pessoas possam te ver, tá? Assim eu atendo quem quer que tira e quem quer que deixe os comentários, que sempre é um desafio aqui. Luiz Gabriel, como a gentileza muda a nossa vida?
Pois é. Ô Isabela, Você sabe que nós temos uma coisa em comum, né? Eu não sei se você viu nos meus posts, no final do ano passado eu fui diagnosticado com síndrome de Burnout, no final de 2019, exatamente na semana do Natal. O que eu quero dizer com isso é que não é somente aqueles profissionais que têm uma carreira desempenham um tipo de trabalho que não gostam, que sofrem, que são atacados pelo burnout. Aqueles que amam o que fazem também, que é o nosso caso. Luiz... Que é o nosso caso.
Você sabe que uma das frases que mais chocam as pessoas é quando eu digo nas palestras. Só tem burnout quem ama o que faz, e por amar o que faz, esquece de si mesmo.
Exatamente, exatamente. Então, a gentileza, inclusive nesse processo de readaptação pós-burnout, aliás, durante o burnout, porque eu não estou curado, eu nem sei se tem cura pra isso ainda.
Não, estamos. Estamos melhores do que o que fez pra gente ter o grande apagão, com certeza. Estamos melhores, né? Exatamente.
Então, os colapsos, eles diminuíram, eu não tenho mais aquela frequência de colapso que eu tinha. até janeiro, fevereiro, né? Mas assim, vigilância o tempo todo. E eu tenho aprendido, respondendo a sua pergunta, eu tenho aprendido com a gentileza também, né? Sou um eterno aprendiz da gentileza a olhar pra mim, né? Olhar pra mim. Esse olhar que a gentileza nos ensina, né? O olhar pra dentro, ele também é altruísta, porque sempre estamos preocupados com o outro. Então, quanto melhor eu estiver, quanto mais bem-estar eu tiver, emocional, espiritual, físico também, porque isso é fundamental, porque eu tô sentindo na pele a questão do físico, do organismo, porque a Síndrome de Barnaut, ela é orgânica, ela é química, ela não é uma imaginação.
Ela é tudo.
Eu deixei de fazer muita coisa.
Por.
Causa dos colapsos, né? E pelo receio de travar, de repente, numa situaçãozinha de estresse, que pra qualquer um que não tenha síndrome, tiraria de letra, o que pra gente torna uma coisa muito grande, né? Acaba paralisando. Então, o pessoal tá perguntando o que é burnout. Na verdade, é a queima. Nós chegamos à exaustão, né? Nós temos colapsos. por conta de um estresse. Eu tive um colapso, por exemplo, com uma faca que caiu no chão, porque ela caiu na hora errada, ela caiu na hora errada, eu estava indo para a mesa de almoço, tinham pessoas me esperando, a faca caiu no chão, eu já estava atrasado, aquilo me colapsou, ou seja, eu travo. Então, o olhar para dentro, Isabela, que inclusive eu acredito que nessa nova fase, pós pandemia, e o olhar pra dentro cada vez mais será encontrar o que há de melhor dentro da gente, encontrar o nosso tesouro interior, porque todos nós temos esse tesouro interior, os nossos valores, encontrar nossos predicados, a nossa ingenuidade, a nossa inocência, pra que tudo isso seja compartilhado no trabalho, que é a temática do nosso encontro aqui, no trabalho, que ele ultrapasse os limites da empresa, que venha para as ruas, que venha para os lares. Então, a gentileza tem me ajudado nesse processo, volto a dizer, sou um eterno aprendiz de tudo isso que eu estudei, que eu estudo, e que procuro praticar e estimular as pessoas nessa prática. Gentileza começa com o próprio eu, sem dúvida nenhuma, e isso não é egoísmo, pelo contrário, isso é altruísmo, porque você tem que estar bem pleno para poder compartilhar com as pessoas.
Eu não vou chorar nesta live, porque eu ainda tenho outras pela frente, mas a sua fala me emocionou demais, E você não imagina, Luís, a quantidade de pessoas que eu estou conhecendo com essas lives do Futuro do Trabalho que também tiveram burnout. E que a partir deste apagão, deste episódio que ninguém quer, e eu trabalho justamente para prevenir isso também nas pessoas, é que descobrimos o nosso melhor.
Exatamente.
Eu já trabalhava, estudava gentileza. Gostaria que você contasse essa história pra nós. Especialmente sobre a gentileza começando dentro de nós, porque nós não marcamos reunião com a gente. A gente marca reunião com todo mundo, enche a agenda com todo mundo. E parece que é um pecado, é um egoísmo ter um tempo pra si.
Exatamente. Então, assim, eu estudo gentileza, Isabela, há aproximadamente 20 anos. Por que que eu fui estudar gentileza? Eu não fui, eu não estudei, a gentileza ela caiu, o tema gentileza, ela serviu de ilustração para as minhas pesquisas acadêmicas que começaram no mestrado, em educação. Em educação. E por que a gentileza? Porque eu precisava de um elemento que ilustrasse minha pesquisa, só isso. E eu lembrei das frases do profeta Gentileza, das ruas do Rio de Janeiro, né? Gentileza é a mais conhecida dele e eu pensei assim, pronto, estou estudando educação corporativa, ou seja, educação no trabalho, o título da minha dissertação foi exatamente assim, a reeducação de adulto, sujeito adulto, num ambiente profissional com gentileza. Ou seja, a empresa, ela é realmente responsável, deve se responsabilizar, e abrindo parênteses, olha para o momento que estamos vivendo, fechando parênteses. Ela é responsável pela educação ou reeducação do sujeito adulto no ambiente profissional, ou seja, muitos de nós saímos da universidade ou da formação técnica e ingressamos no mercado de trabalho. Só que essa geração, inclusive eu faço parte dessa geração, você também faz, nós já fomos para o mercado de trabalho, ou Isabela, já Com falta de disciplina, porque os nossos pais, tanto pai e mãe, já trabalhavam, ambos. A nossa educação, boa parte da nossa educação foi terceirizada, com babá, com as avós ou nas creches. Então, a gente precisou de limite, a gente precisou de disciplina, a gente precisou aprender um monte de coisa que não ensinaram na gente, não ensinaram pra gente na faculdade, na formação técnica ou em casa, porque os pais já não tiveram tempo pra isso. Então, a gentileza, ela entrou, na verdade, na minha pesquisa acadêmica. Por acaso, eu precisava de uma ilustração, de um elemento que ilustrasse, que desse um corpo para as pesquisas de educação no ambiente profissional. E de lá para cá, a transição, na verdade, eu era executivo da hotelaria, eu não era da área de educação corporativa, eu sou graduado em turismo, tenho muito orgulho disso, de ser turismólogo, muito orgulho, atuei por muitos anos na rede hoteleira, muitos anos, e estudando, quer dizer, eu buscava o conhecimento científico na educação corporativa, com a gentileza, mas não queria empreender, não tinha essa intenção de empreender, de entregar para a sociedade, para o mercado corporativo, todo esse conhecimento. Até que em 2010, a chave caiu, a ficha caiu. Na verdade, o chamado aconteceu. Todos nós temos um chamado, Isabela. Você, como jornalista, você disse sim a um chamado. Dificílimo! Dificílimo o dia. Você não sabia o que estava por vir. Eu também não. Os profissionais de saúde também não. E muitos de nós.
E aí você então descobriu na Gentileza um tema de pesquisa e recebeu esse nome como?
Pois é, o apelido Senhor Gentileza, estou me arrumando aqui, o apelido Senhor Gentileza era um blog que existe até hoje, viu? Naquele domínio blogspot super amador, super amador. O blog se chamava Gentileza no Trabalho. Hoje eu mudei, hoje eu mudei, ele é blog do Senhor Gentileza. Continua no Blogspot, super amador. E o Gentileza no Trabalho, ele começou porque eu queria desabafar. Eu tinha uma líder que era carne de pescoço. Ela era insuportável. Então, ela inclusive foi uma das grandes inspirações para que eu estudasse Gentileza no Trabalho. Uma das grandes, assim, motivadoras para isso. E eu chegava em casa, Isabela, olha só. Eu chegava em casa e ia desabafar no blog. Então eu contava tudo o que acontecia no trabalho naquele dia Eu não citava nomes, porque eu tinha medo danado de ser processado por isso, de perder o trabalho Tinha medo danado de denunciar E as pessoas começaram a ler E eu achava muito curioso, porque as pessoas elas gostavam daquilo que eu escrevia As minhas angústias, não só minhas, como de colegas de trabalho O assédio moral que a gente sofria E tinha uma leitora, a Ana Roberta, que inclusive está assistindo a gente aqui, de Barra Mansa, no interior do estado do Rio, que não sabia o meu nome, enfim, não sabia quem eu era, Luiz Gabriel, e deixou um comentário. Olá, senhor gentileza. E as pessoas que vinham depois continuaram comentando senhor gentileza. Oi, senhor gentileza, botar senhor gentileza, etc. Aí você sabe, o poder da imprensa, da mídia televisiva. Aí saiu o meu livro Gentileza no Trabalho. É uma publicação que, na verdade, é a minha dissertação de mestrado numa leitura menos científica, menos técnica. E eu fui convidado para um programa de televisão, daqueles que tem na parte da tarde com culinária, artesanato, E lá no GC, ao invés de colocar o meu nome, colocaram o Sr. Gentileza. E ficou. E ficou, sabe? E ficou. Aí ficou o Sr. Gentileza e a responsabilidade cada vez maior, porque esse apelido não me torna melhor do que ninguém, mais especial do que ninguém. Eu não sou... Eu não estou dando continuidade ao trabalho do falecido profeta Gentileza, quero deixar isso bem claro, porque o trabalho dele é único, só ele fez. Ele foi o primeiro louco a ir para as ruas para dizer que Gentileza era a salvação da humanidade, que um dia, ele dizia assim, um dia a Gentileza salvará a humanidade, um dia. Ele falava isso porque ele era chamado de louco nas ruas. Inclusive eu presenciei isso algumas vezes.
Claro.
O louco!
O maluco! Estava indo totalmente contra o sistema.
Totalmente. Vai pra casa, maluco! Aí ele respondia assim. Eu sou louco pra te salvar. Sou louco pra te amar. Um dia a gentileza salvará a humanidade. um dia todos vocês clamarão pela gentileza no mundo. Olha só, né? Olha só a fase que a gente tá vivendo.
Fantástico.
Então, eu não sou, eu não estou dando continuidade ao trabalho dele, né? Ele fez o trabalho dele que foi único e a imagem dele rodou o mundo inteiro na Eco 92, quando teve a Rio 92, né? aquele encontro mundial de ecologia no Rio, que ele ficou no aterro do Flamengo segurando uma placa. Gentileza gera gentileza. Ficou dias ali para chamar a atenção. Então assim veio o apelido, uma grande responsabilidade e uma... Não é uma carga, Isabela, mas assim, um compromisso.
Perfeito.
Um compromisso comigo e com a humanidade.
Luiz, que bom que você encarou este compromisso. Assim como você falou sobre o meu trabalho, eu agradeço demais e reconheço. Então quero devolver para você a minha admiração por você ter encarado esse trabalho e continuado o tema, não o trabalho do profeta, gentileza. E aí eu te digo o seguinte, aliás, antes da gente falar sobre a gentileza no ambiente de trabalho, eu gostaria que você repetisse aquela informação incrível do que acontece no nosso corpo quando praticamos a gentileza.
Então, acontece uma reação química, Isabela. Quanto mais vezes a gente falar isso, melhor. Quando você pratica a gentileza, por mais simples que seja o gesto, Porque as pessoas entendem que praticar gentileza, para que aconteça essa reação química, você precisa distribuir uma tonelada de cestas básicas. Não é assim. A gentileza é muito simples, muito simples, não exige requinte, não exige refinamento, muito menos estratégia. Então, por exemplo, eu servir você um copo de água, te servir com um copo de água. Isso é gentileza. Eu enchi pra mim, fui lá na copa, lá na empresa, enchi um copo d'água e trouxe outro pra você. Isso é gentileza. Eu me abaixei pra pegar uma caneta no chão que você derrubou. Isso é gentileza. Segurar a porta do elevador pra uma pessoa que está vindo lá gritando. Isso é gentileza. Jogar o lixo no lixo. Isso é gentileza. Então, todas as vezes que você pratica a gentileza, de forma simples, despretenciosa, sem esperar nada em troca, o cérebro, quando ele descobre, quando ele entende que, opa, isso foi gentileza, ele manda um comando para as glândulas, algumas glândulas, e elas disparam na sua corrente sanguínea, 33 hormônios do bem-estar, como serotonina, endorfina, ocitocina, dopamina. A gente também recebe essa carga de hormônios fazendo exercício físico, comendo chocolate, namorando, etc. Só que com a prática da gentileza tem uma diferença, e isso foi comprovado cientificamente lá na Universidade de Boston pelo Dr. Forim. A gente, o nosso organismo, ele diz, ele cria uma energia chamada energia estática, isso é física quântica, né? E essa energia, ela pulsa que nem o coração da gente, né? E atrai, atrai que nem um ímã, né? Atrai possibilidades de você continuar com aquela gentileza, né? Então, daí se explica a corrente do bem, daí se explica a frase do profeta gentileza, gentileza gera gentileza, né? Agora, olha, tem uma frase de Irmã Dulce, ô Isabela, Irmã Dulce dizia assim, sempre que puder fale de amor e com amor para alguém. Faz bem aos ouvidos de quem ouve e a alma de quem fala.
Uau!
Ou seja, praticar o bem, além de fazer bem para quem recebe, faz bem para quem pratica. E além dos hormônios, que a gente está falando de uma saúde emocional, faz bem ao espírito. Estamos na fase, entraremos numa fase que a preocupação com o espírito, nas empresas inclusive, será muito grande.
Perfeito. Respeitando aqui o tempo de todo mundo, inclusive o seu, Luiz. Vamos já partir, então, já que você falou dentro das empresas, essa semana eu ouvi de alguns líderes, o Carlos Wieser, o João Apolinário e uma série disseram assim, as pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas, mas são dispensadas pelos seus comportamentos. Isso aí no geral, não vou entrar em casos específicos. E todo mundo gosta de estar ao lado de alguém que é gentil, que é agradável Teve uma moça aqui que comentou, fazer um café fresquinho No meu antigo trabalho eu fazia, eu fazia e me sentia super bem Então como você disse, a gentileza é simples, ela não precisa de planejamento nem de dinheiro Como então a gente pode colocar isso no ambiente de trabalho sem ser mal visto? Eu posso ser gentil sem ser mal visto?
Você sabe que lá no início, quando a gente começou, quando eu comecei entrando em contato com as empresas para dizer que eu fazia esse trabalho, que eu era especialista em gentileza corporativa. Era assim, Isabela, as reações eram muito engraçadas. Hoje eu acho graça, mas na época não, eu achava muito ruim. Gentileza o quê? Não, imagina, aqui não precisa não. Ou então, a resistência ao tema era porque lá no ambiente profissional a maioria não acreditava nisso, a maioria era resistente porque quando você não dá pra você mudar um sistema uma cultura organizacional aquela cultura já tá definida, já tá enraizada aquela cultura hostil aquela cultura opressora que já está falida, viu, minha gente? Quem está assistindo a gente e é empresário, diretor, é líder, faça favor, já está falida, é coisa do século passado, ou coisa do pré-pandemia, viu? Aquela cultura já era presente. Então, quando você chegava, quando você ingressava nessa realidade, das duas uma, ou você sucumbia, você desistia de estar naquela empresa, porque você não tinha como lutar contra aquilo, ou você se corrompia e fazia parte do sistema opressor, hostil, egoísta, etc. Então, no início foi muito difícil eu convencer, até que uma empresa louca, louca da vida, que foi um hotel, nos Jardins, em São Paulo, de uma rede americana, fez contato comigo, respondeu o e-mail, E a gerente geral desse hotel, na época era a Rafaela, ela disse assim, você pode vir conversar comigo sobre esse negócio de gentileza no trabalho? Fui feliz da vida lá em São Paulo, fui muito feliz, meu Deus, será que eu primeiro? E foi o primeiro. Ela contratou um pacote de oficinas de desenvolvimento em gentileza no ambiente profissional lá no hotel. e dali foi se espalhando, foi no boca a boca, de uma gerente para outra, até que foi, até que saiu da hotelaria, foi para a área hospitalar, para a indústria, para pequenas empresas. Então, os resultados, eles são... a gente faz uma medição, quando a gente chega, a cultura que a gente encontra é o desenrolar e o pós. Então os efeitos, Isabela, são incríveis, dá gentileza no ambiente profissional e o nosso alvo não é aquela empresa que está tudo bem, todo mundo é solidário, tem programa de responsabilidade social, de voluntariado corporativo, todo mundo se engaja, não. O nosso alvo é aquela empresa resistente. Então se você é RH que está ouvindo a gente aqui, que está ouvindo, E que pensa assim, meu Deus, lá na minha empresa seria impossível. É nessa que eu tenho que ir. É pra lá que a gente vai. Porque é possível sim. A gentileza, ela transforma e ela prepara. Prepara pra mudanças, prepara pra crises. Ela deixa todo mundo atento pra algumas possibilidades.
Pode falar. Luiz, eu estou encantada como as peças se encaixam Você, turismólogo, se formou em turismo Foi chamado para a primeira palestra em uma rede de hotéis E nós sabemos que num hotel o que diferencia um do outro são as gentilezas dos funcionários Porque a tarifa, você já sabe, você quer um bom colchão, um bom chuveiro E a gentileza ao chegar isso faz toda a diferença Faz. Que incrível. Que Deus te abençoe por você fazer, não só em hotéis, mas conseguir então romper essa resistência de outras empresas. Porque só nos faz bem.
Isabela, porque o cliente, o consumidor, ele sabe a diferença entre gentileza e um atendimento robotizado.
Perfeito.
Ele sabe. A gente percebe, a gente sente. Porque a gentileza é um atendimento gentil, ele é natural. Agora é o seguinte, não adianta, porque eu não ensino técnicas de gentileza. Eu não ensino técnicas de como ser gentil, porque isso já está dentro da gente. Então o nosso trabalho é ativar. Ativar o nosso melhor. Para que a sua essência, a sua natureza, os seus predicados venham à tona. e isso se reflete no ambiente profissional. Agora, não adianta investir em qualidade no atendimento, receitas prontas, enlatadas, como atender bem, etc. Se no back office, ali nos bastidores, é um que engoliu o outro, ou existe uma chefia opressora, uma chefia hostil, se há fofoca, por exemplo, se há medo, se há medo de ser desligado, de ser demitido, se há medo de ser castigado no ambiente profissional. Então não adianta. Então a gente trabalha nos bastidores, trabalha os bastidores, trabalha as relações internas para que isso se reflita no cliente externo. A gente tem que ser muito feliz. Não é justo trabalhar numa empresa 8, 10, 12 horas por dia se isso não te faz feliz Isso não é honesto com a gente Isso não é justo Então, se tiver alguém assistindo, Isabela Se por acaso é oprimido num ambiente profissional Me chama depois no privado, conversa comigo Eu não vou delatar não, viu? Eu não vou denunciar não Mas quem sabe a gente consegue ajudar, conversar Porque Acabou, gente. Mudou, né? Foi isso o tempo.
É, como outras coisas já aconteciam e hoje não tem mais espaço. Agora, informação é tudo, né? Porque a hora que você falar pra uma pessoa de RH que uma atitude gentil devolve pra pessoa 33 hormônios do bem e isso aumenta a nossa imunidade, isso também vai aumentar a nossa produtividade.
Com certeza, né? Com certeza a produtividade e os rendimentos também. Ah, e os gentimentos também.
A Canóbrega pergunta, gentileza pode ser vista como puxar o saco? Qual é o limite?
Então, algumas pessoas podem até desqualificar o seu gesto gentil como puxa-saquismo. Mas puxa-saquismo não é gentileza. Gentileza é natural, é espontânea. Gentileza é carinhosa. E sabe como que você percebe Sabe como você reconhece uma pessoa gentil? Um colega de trabalho gentil é aquela pessoa que quando você encontra, você tem aquela sensação de paz. Todos nós conhecemos alguém que quando a gente encontra, a gente diz assim, poxa, quando eu tô com você, você me transmite uma paz tão grande. Receber o e-mail seu, receber uma mensagem sua, um telefonema seu, me traz paz. Ele é um gentil, provavelmente. Então, os gentis, eles deixam um rastro perfumado por onde passam.
Lindo! Olha que bonito que a Marinês está complementando aqui, somando conosco. Puxar o saco não se sustenta, a gentileza está na essência. Atei!
Exatamente, não se sustenta não. Inclusive, essas atitudes, Isabela, acredito eu, não tenho certeza ainda porque não sei o que virá depois da pandemia, Acredito que muitos comportamentos serão extintos, como comportamentos egoístas ou interesseiros, serão extintos ou serão cobrados pelos outros, pelos demais. Eu estava assistindo a sua live com a Resiliência Humana, agora há pouco, E uma coisa que o rapaz falou foi o seguinte, coragem, você tem que ter coragem.
Até pra ser gentil.
Até pra ser gentil, tenha coragem e seja gentil, seja conhecido pela sua gentileza e tenha orgulho disso. Orgulho. Eu tenho orgulho de ser conhecido pela minha gentileza, pela minha generosidade, pela minha solidariedade, porque queremos Queremos e precisamos de exemplos. Exemplos de lideranças saudáveis, felizes, dispostas, colaborativas, cooperativas. Chega de competição, chega de opressão, chega de vampiros de energia, de ideias. Queremos, precisamos e merecemos Conviver num ambiente profissional com pessoas legais em sua essência.
Isso é um fato, tá gente? Aqui não é uma ilusão, a gente está falando de atitudes, de comportamentos que mudam a nossa vida, a vida do entorno, mudam os resultados. Antes de eu te fazer uma outra pergunta, eu quero só comentar aqui a Fê S. Costa, ela diz, para ser gentil independe da pessoa ou cargo que ela exerce. Você acredita, Luiz, que as pessoas de alta liderança têm mais dificuldade? mais ou menos dificuldade pra esses atos de gentileza, pra que os outros não achem que é uma... como é que chama? Por exemplo, eu sou chefe, eu vou ser gentil com você. Aí, de repente, uma pessoa do lado fala, o Luiz deve estar com algum interesse sobre a Isabela, sabe?
Então, assim, primeiro, o erro não é de quem é gentil. O erro é de quem acha que aquilo não é gentileza e é interesse.
Por favor.
Então, vamos começar a valorizar gestos de gentileza e a ignorar gestos de não-gentileza. Uma pergunta que é clássica, até em entrevistas em programas de televisão, o Isabella é o seguinte. Numa briga, por exemplo, onde há um agressor e um agredidor levando para um ambiente profissional, é um chefe que maltrata um subordinado. Você está ali assistindo aquilo tudo. O que você faz? Você combate a atitude do agressor ou acode o agredido? Você acode o agredido. Você acode o agredido. É o que a gente tem visto por aí, nas redes sociais hoje em dia. A gente está, na verdade, batendo em quem agride.
Perfeito.
E deixando de defender quem é agredido.
Perfeito. Você sabe que no jornalismo isso tinha direto, né? Quando tinha reportagens, por exemplo, ah, uma jovem foi estuprada e não sei o quê. Ao invés das pessoas acolherem essa jovem, não, elas questionavam, porque a mãe é que deu uma criação e que fez com que ela circulasse para o ambiente. É surreal. Luiz, eu queria compartilhar aqui uma vivência, uma experiência, e aí depois passar a palavra para você. Quando você trabalha numa empresa menor, você conhece todo mundo, você às vezes tem mais referência dessas pessoas. Num ambiente maior é mais difícil. Eu trabalhei numa empresa muito grande, mas eu ficava numa sala bem pequena. E eu já tinha entendido que não ia adiantar eu querer transformar a parte maior da empresa. Então eu tentava, eu fazia o meu melhor para mudar aquele ambiente menor que eu vivia todos os dias. E comecei a perceber que a forma como eu dava o bom dia ou apenas uma pergunta, né? Você dormiu bem? Você está sentindo bem hoje? Isso transformava o ambiente. Então para aquelas pessoas que estão aqui conosco ou que ainda vão acompanhar lá no YouTube, Isabela Carmo Real, e que vivem em grandes corporações, como você orienta essas gentilezas do bom dia ao tchau, até amanhã, para que isso seja colocado na prática, para que isso não seja visto como uma coisa difícil e as pessoas desistam assim, sabe? Ah, não vou conseguir mudar o astral dessa empresa. Mas a gente pode mudar o astral de uma, duas, né?
Sim. As grandes revoluções do mundo, Isabela, começaram com a atitude de um só. As grandes transformações começaram com a decisão, com o gesto de uma só pessoa, com o sim de uma só pessoa. Então, o que você fazia era o certo. A gente começa aqui dentro da gente, começa com quem está ao nosso redor, ali, e usar as palavrinhas mágicas é um bom começo, bom dia, boa tarde, como vai, Está acontecendo alguma coisa, posso te ajudar. Isso vai influenciando. Você pode transformar o todo, mas primeiro você transforma o seu quadrado ali onde você está. É através de pequenos gestos, é através de pequenas atitudes.
Luiz, olha como esse assunto é inesgotável. Eu vou repetir um comentário escrito aqui e depois passo a palavra para você. Pat Bridges escreve, mas a gentileza não deve manter emprego por si só, necessária capacitação.
Então, mas é muito mais fácil capacitar pessoas em gentileza, desculpa, em habilidades técnicas do que em gentileza. Porque assim, Isabela, a gentileza não se sustenta por si só. Mas hoje, eu como líder, como empresário, toda a minha equipe é selecionada primeiro pelas habilidades emocionais e espirituais. O trabalho eu ensino, a gente capacita. Então, você que tem um bom currículo técnico, uma boa formação técnica, mas que ainda não aprendeu, não desenvolveu habilidades emocionais, sinto muito. O seu espaço está cada vez menor no mercado de trabalho e, gentileza, solidariedade são a cereja do bolo do profissional do futuro bem próximo.
Perfeito. Luiz, só vou fazer mais um comentário, depois passo a palavra para você fazer as suas palavras finais, suas considerações. O Rui Cheuzal é CEO do Great Place to Work. Aquela instituição que dá um relatório para os funcionários responderem, aí essas empresas ganham selos e que depois se apresentam em outros negócios e tal. Ele falou assim, Isabela, as pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas, mas dispensadas pelos seus comportamentos. Então em cima dessa frase, gostaria que você então nos colocasse as suas recomendações para o profissional que quer viver num futuro desejável?
Esse futuro desejável, esse profissional do futuro, aliás, o homem do futuro, esse futuro bem próximo, já estamos na fase de preparação, já estamos nos preparando. Então, se até hoje você, profissional, ser humano, não teve oportunidade ou não despertou pra essa fase que está chegando, aproveita agora. A busca pela espiritualidade, a busca pela solidariedade, a busca por um trabalho que colabore com o todo, que você deixe de lado a competição e estimule a colaboração, a cooperação. Competição é para os fracos, a colaboração é para os fortes, para todos aqueles realmente que têm certeza que podem transformar, que são agentes de transformação da humanidade, daquilo tudo que nos incomoda. Nesse futuro bem próximo, bem próximo, que pode ser semana que vem, daqui a um mês, só aqueles que têm a capacidade de olhar para o outro e enxergar O que acontece dentro dele, só esses sobreviverão e terão, Isabela, uma possibilidade muito grande de prosperidade, de progresso nas suas carreiras, nas suas empresas, porque não é só o funcionário, não é só o profissional, são os grandes líderes, os grandes empresários, os pequenos empresários que muitos, inclusive, estão se destacando porque não estão vendendo mas estão oferecendo ajuda para aqueles que precisam Será que você não vai se lembrar dele depois? Será que aquela grande empresa não vai se lembrar daquele fornecedor pequenininho que no momento de dificuldade estendeu a mão? Olha, eu não tenho nada para te vender porque você não pode comprar mas eu te ofereço a minha solidariedade, você quer? Então será que a gente não vai se lembrar deles? Iremos gente, iremos nos lembrar deles, né? E que esse espírito, eu disse pra você e pros pros assistentes na última live, que esse espírito de gentileza, de solidariedade se perpetua, Isabela. E se por acaso a a a curva da solidariedade cair, estamos aqui pra continuar gritando, né? Pro mundo e que os profissionais, os homens, o homem do futuro é um homem gentil, já dizia o profeta Gentileza, esse futuro chegou, é agora.
Luiz, eu vou... te agradecer lendo a frase que está na sua página. Recomendo que todos depois entrem lá, comecem a seguir o Sr. Gentileza. A única coisa que pode acontecer é o seu dia e sua vida melhorar, tá? A frase é aqui, ó. No final, tudo sempre dá certo pra quem é gentil.
Com certeza, sempre dá certo. Porque a consciência da gente, Isabela, ela tá tranquila. Ela tem a certeza de que você fez o certo sendo gentil. porque sendo gentil você nunca está errado.
Em uma palestra agora do Sr. Gentileza, todos estariam de pé te aplaudindo demais e emocionados. Luiz, muito obrigada pelo seu tempo, pela sua gentileza, pela sua generosidade e conte comigo para também multiplicar essas sementes da gentileza.
Eu vou agradecer para te deixar, com o pessoal que está assistindo a gente, Eu quero agradecer todo mundo que escolheu estar conosco ao invés de outras lives. Então, muito obrigado pelo prestígio com o meu trabalho. Isabela, obrigado por permitir que eu venha no seu espaço, no seu canal, para falar de gentileza. Saiba que você tem um amigo, não só eu, mas toda a família Pontinho de Luz que está assistindo a gente aqui no Brasil. Muito obrigado. Deus te abençoe demais, demais. e depois vamos marcar um café quando tudo isso passar pra gente falar de burnout, viu? Porque eu preciso de alguém que me ouça desabafar pra falar que minha família não entende o que é burnout, que os meus amigos acham que é só um cansaçozinho. Por favor, me escute depois.
Com certeza. Isso me deixa feliz mesmo ouvindo histórias Tristes, eu já ouvi 4 mil pessoas, Luiz, totalmente diferentes, mas com a mesma história Para quem, então, finalizando aqui esses últimos minutos, para quem tinha perguntado também o que é burnout Além de eu recomendar, dar um Google Eu recomendo dar um Google, burnout mais OMS, porque em maio de 2019 a Organização Mundial da Saúde incluiu a síndrome de burnout no Código Internacional de Doenças. Então síndrome de burnout é um esgotamento profissional. E complemento o seguinte, porque aí para as pessoas saberem o que é burnout, tá lá, tá fácil. Ontem, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, ela disse assim, aquilo que a gente não vê é muito maior do que aquilo que a gente vê. Então, para aquelas pessoas que não acham digno nós falarmos sobre síndrome de burnout, depressão, ansiedade, eu recomendo informação, porque aí vão perceber que um quarto da população brasileira ativa está em sofrimento mental. por depressão, ansiedade e síndrome de burnout. Sabe quantas pessoas, Luiz, já tiveram um diagnóstico de burnout?
Não.
Primeiro, 20 milhões de brasileiros.
Aí, tá vendo?
Então, você, assim como eu, estamos aí num caminho de informação, formação para que mais pessoas previnam esse esgotamento, que não começa de um dia para o outro, então ele também não é resolvido de um dia para o outro.
Conte para o mundo.
Você tem aqui uma amiga. Obrigada pela confiança.
Obrigado, Isabela. Fica com Deus. Obrigado.
Gente, falamos aqui com o senhor Gentileza sobre como a gentileza pode ampliar os nossos relacionamentos saudáveis dentro do ambiente de trabalho Foi um momento muito interessante, espero que você esteja saindo dessa live melhor do que você entrou Acabamos indo para um assunto, no final aqui da conversa, muito importante também Eu volto a falar dele daqui algumas semanas, numa série chamada Reacenda Para a gente desmistificar esse assunto e trazer histórias de superação Hoje eu ainda tenho dois encontros com você Às 5 horas da tarde com a Elisa Tauilho uma mulher profissional incrível que desperta o melhor das mulheres, principalmente, para um novo recomeço e às sete horas eu farei um resumão das 25 entrevistas que eu fiz nesta semana sobre o futuro do trabalho. Então eu te espero mais tarde e desde já agradeço pelo seu tempo e confiança. Até mais tarde!
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