O tempo está passando muito rápido? Seja o guardião do seu tempo.

This content was created by GHION.AI . This content was uploaded by GHION.AI . This is a YouTube video titled "O tempo está passando muito rápido? Seja o guardião do seu tempo." It features a conversation in Portuguese between Robson Amushi and Isabela Camargo, discussing themes of time management, self-care, and the importance of balancing personal and professional life. The discussion includes insights from Isabela's book and emphasizes the need for conscious pauses to avoid burnout.
Chapters
Bom dia, bom dia a todos. Agora sim, desculpa o atraso, o celular tava dando alguns paus aqui. Nós vamos começar uma sequência de lives hoje. Já começamos às sete com o Andres, às oito com o Valtinho, agora eu e a Isabela Camargo. É um prazer tê-los todos aqui. Estão dizendo se o áudio tá bom, a imagem tá boa, como é que vocês estão. Que cidade estão, Isabela? Bom dia. Me escuta?
Bom dia, Mushi. Bom dia a todos.
Bom dia. Desculpa o atraso aqui que o celular sempre dá umas pipocadas de manhã.
Sem problema nenhum. Estou muito feliz de estar aqui com você e com toda a audiência do Resiliência.
Eu também agradeço muito. Para quem não sabe, eu sou Robson Amushi. Isabela, uma grande amiga, jornalista, agora autora, e vem seguindo uma trajetória maravilhosa. Mostrando caminhos do autoconhecimento também. Quando a gente começa essa busca com a gente mesmo, as coisas vão acontecendo. E como a gente vem já com ideias bem antes da pandemia, né? Em fazer algo juntos. A gente já vem conversando faz tempo. Acho que agora chegou a hora da gente fazer algum trabalho junto. E nós vamos dar sequência aí. E ao longo das lives, nós vamos contando o que vai acontecer aqui. Não é isso?
Isso mesmo, como eu costumo dizer, na hora certa vai dar certo o que tiver que dar certo. Às vezes a gente tem... Às vezes não, na maior parte do tempo a gente vive numa ansiedade maluca que nos deixa fora do tempo e depois com o tempo você vai aprendendo, com o tempo com os cabelos brancos você vai entendendo que na hora certa vai dar certo.
Os meus estão chegando aqui também. Estão ficando atrás. A barba sempre foi branca, mas o cabelo Então quero agradecer a Isabela por estar aqui e vai trazer um monte de conhecimento, um monte de coisa nova, nós estamos com ideias maravilhosas, trazer histórias de pessoas que possam ajudar e contribuir na vida das pessoas, tem o livro novo, não é isso? Já já a gente fala, ainda não pode falar muito. que o lançamento é só dia 20, não é por aí?
É isso mesmo. Como eu disse, na hora certa tudo dá certo. Esse livro, inclusive, eu comecei a escrever em 2017, no início de 2017, para responder uma questão que todo mundo chegava até mim. O ano está passando muito rápido. Aliás, eu deixo aqui, viu, Amush? essa provocação pra quem estiver conosco pra depois nos contar se tá sentindo que o ano tá passando muito rápido. Mas deixa eu passar a bola pra você senão eu paro de falar e eu não paro de falar.
Não, eu quero saber, pra você o ano tá passando rápido?
Sim, passando rápido porque tá intenso. E pra você?
Pra mim, eu tô tendo momentos de rapidez, mas eu tô conseguindo puxar o freio, e essa é uma dica que eu gostaria de dar. Eu tô conseguindo puxar o freio em alguns momentos. Quando eu consigo puxar o freio? Resiliência tá vindo, todo mundo tá vendo essa evolução, essa mudança pro IGTV, virar televisão, livro novo, e por aí vai, atendimento, mentoria, cursos, meditação. Então isso faz acelerar muito. Mas quando eu tô com a minha família, Quando eu tô fazendo as coisas que eu gosto, aí eu puxo o freio de mão. Entende? Tem um livro que chama Efeito Isaías, pra quem gosta de ler, é um livro muito legal, que ele fala que às vezes a gente pode controlar o tempo e atrair o que a gente quer. E é justamente isso. Quando a gente tá 100% presente, quando a gente tá vivendo intensamente aquilo... Sabe aquela coisa de namorada, quando você vai beijar a primeira vez, que parece que o tempo para? Então que a gente possa fazer isso nos momentos bons, nas coisas boas, em coisas que nos traz, que paralisa mesmo, você fala. Então como eu tô fazendo muito trabalho, mas finais de semana eu tô viajando bastante, tô indo bastante pra São Francisco, Xavier, e eu paro, acordo 5h30 da manhã pra meditar com aquela mata, aquele verde, parece que o tempo estacionou. Sabe quando você vai pra cidadezinha do interior e a coisa fica, você fala O dia parece que está mais longo, porque nós estamos ali vivendo o momento presente. Então uma dica é, tem que acelerar, mas tem que brecar.
Exatamente isso que eu falo, Amushi, no livro. Um dos temas, são muitos, em que eu abordo as relações do tempo em N circunstâncias da nossa vida. E aí eu faço mais uma provocação. Nós podemos controlar o tempo quando você é responsável pela sua agenda. Quando você percebe que tem hora que tem que acelerar e tem hora que tem que frear. É como numa estrada, mesmo de alta velocidade. Então, se a velocidade é 120 km por hora, ela tem um limite. E por que ela tem esse limite? Porque ela pode te deixar vulnerável, colocar outras pessoas em risco, se você ultrapassar o limite. Que é exatamente o seu subtítulo, como encontrar limite em um mundo sem limites.
Apresenta o livro, vai, que você está falando dele pra todo mundo.
É que, na verdade, é impossível eu não falar sobre o que está aqui porque essa consciência, Moshi, faz a gente culpar e evitar, na verdade, evitar muitos problemas Quando você começa a tomar consciência do seu tempo, das consequências do que você faz, você começa a ficar mais vigilante da sua agenda. E percebe que se o tempo está passando mais rápido, é porque você está ativo. Você está trabalhando em novos projetos e tudo mais. Agora, eu trago aqui no livro histórias de pessoas, por exemplo, que o tempo não está passando rápido. Por quê? Porque elas estão esperando um transplante de coração, então elas estão numa fila de espera. Pessoas que se alcançaram e estão com excesso de tempo. Então, gente, excesso é tão ruim quanto a falta. Então, para quem está reclamando que o tempo está passando muito rápido, é evidente que a agenda está muito cheia. É uma agenda de 36 horas, sendo que a nossa é de 24. Mas voltando então ao que você comentou, nos momentos prazerosos em que nós ou temos a impressão ou queremos que aquele momento pare, eu trago esse conceito. Um outro exemplo é o seguinte, um minuto na fila do banheiro é igual a um minuto dentro do banheiro? Não. Então essas são as percepções. O que é prazeroso, ao mesmo tempo pode passar muito rápido, que é o tempo de uma festa, Ou você deseja que o tempo pare. O momento ruim pode ser muito demorado e você deseja que ele seja rápido. Então, quando a gente fala de tempo, tempo de vida, o tempo da nossa saúde, a gente fica o tempo inteiro em contradições, Ramusha. É por isso que falar sobre isso, a consciência temporal, ela é tão importante quanto a consciência emocional, a consciência corporal, entende? É fantástico. Porque quando você para pra pensar sobre isso, você está evitando um monte de desequilíbrio.
Muito legal. Gostei demais disso. Gostei do exemplo do banheiro, que é muito real. Quando você tá ali na porta, você fica em centro. Então, é muito legal. Pra quem não tá chegando, nós vamos fazer uma sequência de live. A gente ainda tá ajustando os horários, mas a Isabela vai estar sempre aqui. Vai estar sempre com tema novo. Vai vir com convidados daqui a pouco. Então, pra quem quiser, já vai marcando aí na agenda. A gente vai começar essa semana às nove. Depois da outra, a gente mudou pras quatro, né?
Pras onze.
Pras onze.
Vamos confirmar depois.
Isso. Mas a gente vai vir uma sequência. Então, quem tá gostando, dá um aviãozinho, dá um coraçãozinho. Ajuda aí. Eu vou deixar essa live salva, porque a primeira sempre é um encontro que a gente vai fazer bem e que seja uma jornada de muito autoconhecimento e resiliência.
É isso. Você sabe, Amoshi, que quando eu começo a falar sobre esse assunto, é igual quando você fala sobre autoconhecimento para quem ainda não despertou. No início, pode provocar aquela sensação de, ah, eu não preciso disso, isso é bobagem. Mas com o tempo, as circunstâncias vão te trazendo muito mais, volto a falar, consciência, porque você vai aprendendo que pequenos ajustes na sua vida, na sua agenda, vão te dar mais liberdade. Uma pergunta que muitas pessoas me fazem, como encontrar limites no mundo sem limites, que só isso é uma hora inteira de conversa, eu gosto de dizer, só os limites te dão a liberdade. Só se você tiver consciência dos seus limites é que você vai poder ter liberdade. E como você disse agora há pouco, no final de semana, por exemplo, você freia e durante a semana você acelera. Mais uma vez, trago a analogia da estrada. Você precisa frear para acelerar. Porque, meus amores, se vocês só acelerarem, vai dar ruim. Não é?
Com certeza.
Esse raciocínio para a nossa vida, você vai conseguir acelerar na hora que tem que acelerar e não acelerar na hora que não precisa. E aí nós podemos falar de agenda, Muxi.
Isso que eu ia te perguntar, você se tocou num ponto de vigilância da agenda, de cuidar da agenda. Como que é isso? Me ensina aí, por favor.
Olha, na verdade é o seguinte, é um treino. Porque quando você é mais jovem, você tem menos oportunidades, menos tarefas e, consequentemente, mais tempo. Conforme você vai se desenvolvendo profissionalmente, você tem mais oportunidades e, consequentemente, menos tempo. Só que aí, se a gente voltar à história dos relógios e calendários, o tempo da natureza, e depois eu te falo porque você sente que o tempo para na natureza, isso também dá próxima live. Não vou me aprofundar nisso agora. Quando você entende que a nossa adoração pelo tempo natural foi substituída pelo tempo mecânico, Você começa a compreender que dentro dessas 24 horas não adianta culpar o tempo Não adianta falar que o tempo está passando muito rápido porque a sua agenda, só você é responsável por ela Mas o meu trabalho exige, não sei quem exige, não sei quem exige Aí é uma questão de escolha, também tema para uma outra conversa Para você fazer escolhas, você vai ter que entender sobre as suas emoções E entender por que você está aceitando assumir tantos compromissos Vai existir aí um pouco de ganância, vai existir um pouco do medo de não aceitar, o que vão pensar se eu não aceitar Então, Anush, tudo isso começa a fazer parte de um treino para você ser responsável pela sua agenda, por quê? Uma coisa que eu faço hoje pode ter consequências amanhã, a médio e a longo prazo É igualzinho com a alimentação, uma coisa que eu como hoje pode virar gordura ou só energia em forma de gordura ou uma outra formação, aí eu nem vou entrar nessa área, a médio e longo prazo Então quando você sentir que o dia acabou e você está exaurido, provavelmente você não se incluiu na agenda Mesmo você trabalhando com coisas.
Que você ama... Se incluir na agenda é cuidar de você, é isso?
Se incluir na agenda, Moshi, é você chegar no final do dia e você olhar assim, que maravilha, eu trabalhei 18 horas hoje e o que eu fiz para mim? Entra o autocuidado. Autocuidado é aquilo que só você pode fazer por você. E aí isso vai das coisas mais simples às mais sofisticadas, eu vou dizer assim. Eu vou só voltar para a história da agenda que aí depois eu falo sobre a história do autocuidado para se incluir na agenda Então, se você está preenchendo uma agenda para um projeto especial para um modelo especial, por exemplo, você está com toda essa pandemia. Eu me lembro, lá em março, quando a gente começou com algumas lives, nossa, era uma coisa ainda meio incipiente, meio como é que a gente faz e tudo mais. E agora não. Agora você está fortalecendo o seu canal individual, eu estou fortalecendo o meu e os produtores de conteúdo relevante estão se mantendo, não foi só um voo de galinha lá atrás. Então, com o tempo, a gente foi mostrando que o que podemos compartilhar pode contribuir para uma vida que vale a pena ser vivida. Mas vamos voltar na agenda. A gente pode fazer uma conversa só de agenda.
Eu gosto muito. Quem quer falar de agenda, saber organizar seu tempo e ter tempo para você?
Isso. O ter tempo pra você, volta, passa por aquele estado de pausa para você pensar e ter consciência, veja que é um passo a passo, pra você entender que nunca ninguém te ensinou isso. E se nunca ninguém te falou sobre isso, mas você tá sentindo que o tempo tá passando muito rápido, que você tá deixando seus exames de saúde pra depois, um exemplo, você não tá se colocando na agenda. Tudo é mais importante do que você. Até que você pode ter um problema de saúde. Porque não tem como este corpinho aguentar uma agenda sobrecarregada por muito tempo Aí a gente entra numa palavra que eu gosto de repetir, longo prazo, longos períodos, então volta Se você preencheu uma agenda para um projeto especial, um final de semana, um mês, tudo bem Desde que na primeira oportunidade você precisa criar um espaço na agenda para você Isso é para começo de conversa, tá, amor? Que é o treino que eu te falei. É igual treinar o não para fazer escolhas. Tema para uma outra conversa. Então, quando você perceber que se um dia eu exagerei, no outro dia eu preciso dar uma reduzida. De novo, igual alimentação. Se um dia, no final de semana, eu enchi a cara de pizza, né? Eu enchi a cara de pizza, na semana seguinte eu preciso observar mais do que eu tô comendo. Então vigiar a agenda, Muxi, talvez seja uma das principais mensagens desta manhã. Vamos começar assim, porque aí você vai colocar limites na sua agenda para ter liberdade quando você quiser. Depois eu posso me aprofundar um pouco mais sobre esse assunto, mas vigiar a agenda é manter a sua saúde a médio e longo prazo. Lembrando que mais jovem você tem mais tempo, menos oportunidade, e com o tempo você tem mais oportunidade e menos tempo. Então você vai ter que achar o equilíbrio, especialmente, meu amigo, porque com o tempo não é só o cabelo vai ficando branco, a nossa saúde também vai mudando. Você tem que desapegar das habilidades que você tinha no passado, algumas que hoje não rolam mais E valorizar, se parabenizar pelo que você conquistou ao longo do tempo É como um post que você colocou na resiliência, a pessoa está em todos os lugares menos nela mesma Isso é falta de agenda, ela está cumprindo uma agenda que não é dela, ela não está nela E aí, infelizmente, a longo prazo, você vai se tocar que, poxa vida, eu não invisti tempo nenhum em mim.
É uma escolha, né, Isabela? A gente poder entrar nesse equilíbrio, né? E muitas pessoas não percebem isso, deixa a vida levar, vai levando e quando viu, passou um tempão. Tem muita gente que tá aí nessa correria e sente que não tá fazendo nada, né? Que a vida não tá andando. Eu brinco muito, se a gente não colocar as coisas mais importantes como a fazer no primeiro horário do dia, a gente fica ali correndo atrás de um monte de coisa e a coisa não acontece. Eu brinco muito que tem as coisas importantes, as coisas urgentes e as coisas do dia-a-dia. Muitas pessoas ficam focadas nas urgentes e nas do dia-a-dia. E as reais importantes, que é aquilo que faz bem para ela, e é lutar com a família, fazer o esporte, se cuidar, orar, rezar, meditar, pra cada um funciona de uma maneira. Quando a gente esquece essas coisas importantes, parece que a vida vai lá. Então é uma decisão, né?
A decisão. Você sabe o que eu incluiria antes do importante? A palavra essencial.
Essencial.
Eu vou até anotar. Anota. Essencial, gente, é o que precisa vir antes do importante, que o essencial é o autocuidado. E eu costumo dizer, Amor, que o autocuidado, agora que eu falei rapidamente, é o que só você pode fazer por você. Vou dar um exemplo, escovar o dente.
Ninguém pode... Para quem não sabe, eu adoro anotar. Todas as lives eu vou anotando, eu tenho o resumo de todas as lives que eu fiz.
Você sabe que, olha, nesses últimos meses de isolamento, eu fiz três cadernos. Tenho três cadernos com todos os conteúdos. Amor, olha só. Autocuidado. é você fazer por você. Só você pode fazer por você. Começa desde escovar os dentes até uma terapia. Quantos de nós estamos com tanta pressa que escovamos os dentes em segundos ou até pulamos, né?
Me lembra, né?
Então, isso é autocuidado. Porque daqui a uns meses, se você não escovar o dente direitinho agora, o que vai acontecer? Pausa involuntária. Dentista. Veja, eu vou falar muito...
O brasileiro tem um mau hábito de só ir procurar as coisas essenciais, esses cuidados, quando toca a sirene. E aí é dentista porque o dente tá doendo, coração porque tá com a pressão alta, porque esquece disso.
É isso, meu amigo. É disso que eu tô falando. Pausa voluntária ou pausa involuntária. Então, a sua pausa voluntária, se ela for negligenciada, ou seja, se você não se cuidar, ela vai gerar uma pausa involuntária. A conta é essa. Isso vale para escovar o dente, há doenças do tempo, que são as doenças que te tiram do tempo presente. Ansiedade, depressão, burnout. Você provavelmente já foi sentindo pequenos sinais, pequenos desequilíbrios ao longo do tempo. Só que aí, de novo, a nossa ganância por fazer tudo, o nosso desejo de participar de tudo, o nosso medo de não aceitar as oportunidades, nos levam para condições de muito desequilíbrio, até uma hora que esse corpo vai falar, agora deu. É como um computador, Amushi, que a gente vai abrindo um monte de janela, sabe um monte de janela?
Conheço bem isso.
Ela vai travar.
Vinha a tela azul.
Eu vivi isso, então eu posso dizer isso. Além de ter entrevistado 150 pessoas para este primeiro filho literário, eu vivi isso na pele. Por negligenciar o meu autocuidado, porque eu amava demais o que eu fazia, por isso tem que tomar muito cuidado com isso, viu, Amushi? Eu amo o que eu faço, então eu faço e vou rápido, não estou nem aí. Isso também tem que tomar cuidado. Então, de novo, Se você não colocar o essencial primeiro, que é o autocuidado, vamos lá, escovar o dente, tomar café.
Da manhã... Vai travar, né?
Colocar o pé no chão... Gostei muito, terapia.
Quando você falou terapia.
Então, vou chegar lá, terapia. Então, vou escovar o dente. Colocar o pé no chão sem pegar o celular. Quantos aqui, levantem a mãozinha pra nós, que abre o olho, pega o celular? Eu entendo por quê. Tá no livro isso. Porque o despertador foi pro celular. Então, automaticamente, você pega o telefone, desliga o despertador, pra quem usa o telefone como despertador, E aí realmente, Muxi, você tem que ter controle, de novo, fazer uma escolha para só desligar o celular Então, de novo, o essencial, escovar o dente, tentar não usar o telefone até tomar café Para as pessoas que gostam de ler as capas dos jornais para ver o que está acontecendo Olha, muitas pessoas aqui dizendo, está falando de mim, sou eu e tal Mas uma coisa essencial, banho. Eu me lembro que no início do isolamento, a Mushi, a Psy Pamela, Pamela Magalhães, nossa amiga maravilhosa, nas primeiras semanas eu fiz, bati um papo com ela, numa entrevista, e ela falou assim, Isa, eu tô conseguindo passar creme depois do banho. Entende? Então, autocuidado é tudo que você vai, a falta, né, deixando de fazer por pensar que não vai ter consequência e vai. Outra consequência da pressa que a gente está vivendo, porque vivemos num mundo express. Outra consequência é o tempo de alimentação. A gente está comendo cada vez mais rápido e alimentos cada vez mais industrializados. Então a gente está desembalando mais e descascando menos também vai ter consequência. Então, ou seja, o que eu estou querendo trazer aqui? Vivemos num mundo express, ponto. A velocidade é sinônimo de progresso, ponto. As coisas não vão desacelerar. Por mais que agora, na pandemia, nós tivemos uma pausa involuntária, em pouco tempo as pessoas vão voltar, a maior parte delas, para quem despertou, as pessoas vão voltar para aquele modo desoperante, acelerado, atropelado. Então, o que nós vamos fazer, meu amigo? Precisamos parar numa pausa voluntária para encontrar limite nesse mundo sem limites. E aí a gente estaria aqui na história de tecnologia, o avanço da comunicação.
Eu coloquei uma frase no domingo que passou, não quero falar quantas curtidas deu, porque o pessoal fala, mas passou de 100 mil. Acorde de manhã e levante imediatamente. Não fique na cama olhando rede social, espreguice. Coma algo saudável, medite e se exercite. Isso vai te ajudar a aumentar sua produtividade e ter mais energia durante o seu dia. Comece seus dias agradecendo. Mais ou menos um resumo.
É isso. É isso. Porque se não, a gente vai entrando nesse piloto automático de telefone, internet e tudo mais, E isso ainda é muito recente. O presidente do Google, Fábio Coelho, um dos entrevistados do livro, eu pergunto pra ele, e aí, como é que vai ser? O que vai acontecer com esse excesso de acessos, excesso de internet? Ele disse o seguinte, vai acontecer com a internet um movimento muito parecido com o que aconteceu na alimentação. Houve um período em que a gente teve muita escassez de alimento. E aí depois essa escassez foi substituída por uma grande oferta de alimentos. E aí o que aconteceu? Muitas pessoas começaram a fazer um caminho inverso. Os veganos, aqueles tipos de alimentação mais verdes, mais restritas e tudo mais. Então ele diz que, presidente do Google gente, que nós vamos passar pelo mesmo processo de consciência da quantidade. Ou seja, não é porque eu tenho aqui o promulgamento do meu corpo no telefone que eu preciso usá-lo o tempo inteiro Não é porque eu tenho Wi-Fi mais veloz do mundo que eu vou ficar plugado o tempo inteiro Porque isso consome o que? Energia. E consome o que? Cérebro Tá no livro também, quando eu explico sobre o que a ciência e o cérebro reagem a partir do tempo que nós investimos com coisas que não vão fazer bem para a nossa saúde Então ele diz que nós vamos passar por um processo de reeducação Tem um.
Restaurante que eu vou aqui em São Paulo, não vou dar o nome, posso até dar, é uma mercearia, e lá tem uma plaquinha, não temos Wi-Fi, use a conexão do coração. E todo mundo quando chega, tem aquela plaquinha na frente, todo mundo já fica meio que com vergonha de ficar usando o celular. E é muito legal isso, porque é muito melhor, você vai num bar pra ficar no celular, ou num restaurante pra comer e tá com quem você ama ali. está presente ou está ali no celular 100%, né?
Exatamente. Amor, eu quero só agradecer aqui a Shirley Freitas Pontes, disse que está entrando na live agora há pouco e quer saber o livro que a gente está mencionando. Shirley, esse aqui dá um tempo, né?
Muito especial, eu estou andando com ele, comecei a ler já, tem uma dedicatória especial, já já vou vir com todo o conteúdo aí.
E a Muxi, essa história do celular, de novo, passa por escolha. Vamos de novo falar do equilíbrio. Ninguém está falando aqui para você nunca usar, mas só usar em casos necessários. E não quando o papo parece meio desinteressante, você pegar o telefone e ficar lá com o dedinho num feed infinito, que consome tempo, que consome cérebro de novo, consome energia, consome saúde. No livro também, Amush, eu falo sobre o vício.
Ele fica ao contrário aqui, mas... Vamos fazer aqui, ó.
Arrasou.
Esse é o livro novo da Isabela, já vinte ao lançamento. A gente vai pôr aí, já está na verdade no site do Resiliência Humana, mas ainda está com prazo maior, porque a gente não pode vender, mas a partir do dia 20 vai estar aí e já já a gente vai ter uma surpresa também, que a gente vai começar a entregar os pedidos em no máximo dois dias, fechando uma parceria grande com uma grande empresa. Vai acabar isso aí de vai demorar dez dias para chegar meu livro. Quer o livro? Chega em dois dias em qualquer lugar do Brasil.
Uau, você viu que os Correios estão em greve, né?
É, por isso mesmo. A gente já vem brigando com essa confusão, mas a gente acertou com uma grande empresa aí, que está fazendo um trabalho maravilhoso. Daqui a pouco eu vou até falar o nome. Enquanto eu não fechar, eu não vou falar. Aquela coisa deixa acontecer, mas depois a gente fala.
Mas muito bem. A Muxa no livro também fala sobre o vício na internet. Então, eu tô trazendo aqui alguns elementos do que tem no conteúdo desse livro. Foram quase quatro anos de pesquisa e vivência.
Posso te perguntar uma coisa básica, te cortando? Como você escolheu o nome? Dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites?
Bom, a história do livro é da outro livro. O nome não era esse. O nome era Não posso falar, porque senão as pessoas vão saber. Mas durante esses quatro anos, um dos entrevistados lançou um livro antes...
Lembrei da história agora.
Eu tive que mudar o nome e posso dizer muito melhor agora.
Está tudo certo, né?
Tudo certo. Porque a gente precisa dar um tempo consciente, de novo, pausa voluntária, para que não aconteça uma pausa involuntária. Vou repetir aqui o negócio muitas vezes. Se você não fizer uma pausa voluntária, quanto tempo, Isabela? Depende de cada um. Podem ser minutos durante o dia, horas no final de semana, não deixar essa pausa só nas férias, não deixar essa micropausa só no final de semana, porque pode ser tarde. E aí vai vir um chamado do corpo, geralmente em forma de doença, lembrando que doença não é punição, é um aviso, E aí, se você não fizer suas micropausas, provavelmente vai ter...
É freio de mão, né? Nem sou freio de mão.
De novo a história da estrada. E aí, Amushi, é importante eu compartilhar que eu vivi essa experiência. Eu vivi a negligência do tempo, do autocuidado. Não fui responsável com a minha agenda. Eu sei que é difícil, não é de um dia para o outro. Por isso que vai ser super importante...
Como tudo na vida, né?
Vai ser importante esse espaço, que eu te agradeço já de antemão, porque nós, de novo, não recebemos essa orientação lá atrás. Então, quem está aqui e já vive anos sobrecarregando a agenda, reclamando que o tempo está passando muito rápido, não é de um dia para o outro que você vai conseguir eliminar coisas da agenda para se incluir com o tempo. Finalizando sua pergunta...
Queria fazer só uma pergunta antes, enquanto você finaliza a pergunta. Quem acha que tá sem tempo na agenda? Escreve aí, só pra saber quem acha que pode controlar o tempo e quem quer seguir um caminho pra poder controlar e ter tempo pra fazer as coisas essenciais, as importantes, as urgentes e a do dia a dia. Já me adaptei à sua forma e isso eu vou dar sempre o crédito, tá?
Agostinho, Eu respondo a sua pergunta fantástica agora, quem pode controlar o tempo. Você não pode parar a rotação da Terra em torno do próprio eixo, nem em torno do Sol. O dia vai continuar tendo 24 horas, você querendo ou não. Não adianta bater o pezinho no final do dia e reclamar, ah, porque o tempo passou muito rápido. O que está acontecendo? Deve estar acontecendo alguma coisa de errada. A coisa de errada que está acontecendo é a falta de consciência, porque nós não podemos controlar o tempo, nós podemos controlar a nossa agenda. E, consequentemente, o tempo não se tornará mais vilão, não se tornará mais inimigo, ele vai ser um amigo seu Só que pra isso você vai ter que escolher o que você vai colocar na agenda E aí, Amush, eu respondo a sua primeira pergunta Como é que veio o nome do livro? E o subtítulo, como encontrar limite em um mundo sem limites Eu preferi colocar limite do que colocar como administrar as suas horas em um mundo que não tem mais tempo Você não tem mais os períodos do tempo Manhã, tarde e noite, trabalho, vida pessoal, as horas estão borradas Porque o veículo de comunicação que nós temos, que é o celular Ele nos acompanha no banheiro, no restaurante. Você tem que, por conta do vício, e depois eu explico isso numa outra live, você tem que realmente se controlar. Porque senão o seu tempo vai embora. Você pode chegar ao final do dia, Murci, com a sensação de que não fez nada, sabe por quê? Também. Quando você fica com o dedinho assim, né? Muito nervoso no feed ou consumindo muito conteúdo na internet, esse conteúdo é raso. E esse conteúdo não gera memória. Só gera memória aquilo que você presta atenção nos detalhes.
Você está 100% de atenção, né?
100% de atenção. Ah, Isabela, então eu não posso olhar o feed? Claro que sim. De novo, equilíbrio. E se algum assunto te interessar, Continue usando a internet, mas numa busca um pouco mais profunda Porque informação não significa conhecimento e nem sabedoria Você vai ter que filtrar, você vai ter que entender a quantidade de tempo que você vai precisar investir naquilo se realmente interessa Então, de novo, não adianta chegar à noite e reclamar que o tempo está passando muito rápido Se você consumiu boa parte do seu tempo com assuntos rasos, superficiais, porque Yamush, vamos lá O que é que marca o tempo? Memória.
Muito bom.
E se você está o dia inteiro sem guardar...
Passando.
Acabou. O dia vai passar muito mais rápido. Entende?
Eu faço uma brincadeira aqui em todas as lives que a gente faz e todo o conteúdo do Resiliência Humana. Eu falo uma coisa. Pega algo que você achou importante dessa live ou desse texto, ou dessa frase, porque a gente tem 100% de conteúdos na internet, mas pega 1% que te tocou e coloca em prática, coloca a sua atenção, vai atrás disso e vê se te faz bem. Se te faz bem, e te faz mudar alguma coisa, usa isso pra você ensina os outros, porque vai causar justamente isso que você tá falando, memória.
Memória, é isso. Um outro exemplo de memória que eu vou trazer aqui é o capítulo em que eu falo sobre música, veículo do tempo, instrumento do tempo. Um tempo, uma música só te marca quando você associa essa música a alguma situação que vai te gerar memória Então quem aqui, por exemplo, foi num show e esse show tinha uma música e essa música marcou aquele tempo da sua vida Eu lembro exatamente Sabe? Por exemplo, vou citar aqui a música do Pato Fou, que eu entrevistei a Fernanda Takai, ela é uma das primeiras pessoas que eu entrevistei. E ela tem músicas que marcaram o tempo de muitas pessoas. Eu me lembro exatamente a década onde eu estava, que escola e tudo mais. Inclusive nesse capítulo, Amushi, da música, eu entrevisto o Gilberto Gil, Caetano Veloso, Lenine, Oswaldo Montenegro... Tem uma turma incrível que... fez músicas que marcam o nosso tempo. Então você vê. Ai, que chato falar de tempo. É nada, gente. É a coisa mais gostosa, saborosa que vocês podem começar a partir de agora, como eu disse, pausas voluntárias para evitar uma pausa involuntária. Eu não quero, Muxi, que ninguém passe pelo que eu passei. Eu não quero que mais pessoas entrem na estatística de 18 milhões de ansiosos e 12 milhões de depressivos no Brasil.
Posso te jogar na fogueira?
Hã?
Posso te jogar na fogueira, fazer umas perguntas difíceis?
Claro.
Você acha que a pessoa precisa de uma doença, de algo muito forte na vida que tá vivendo pra ter um despertar? Ou ela pode fazer um caminho alternativo vendo que ela já tá sendo desagradável, já tá com mal-estar e começar esse caminho? Muito do que o resiliência humana vem fazendo é trazer conteúdos onde as pessoas podem ter, se despertar, pode ter essa coisa do inteligência emocional, flexibilidade, resiliência, poder começar a ter um equilíbrio, mas muitas pessoas ainda precisam desse. Então o que você sente disso?
Eu sinto, Amushi, que os dois casos podem acontecer e aí eu te devolvo a pergunta com uma outra pergunta De qual estatística você quer fazer parte? De novo, uma escolha, né? Então tá aqui. Mesmo, ó, se eu contar detalhes, chorar, sangrar, as pessoas vão falar, tá bom Por isso que é treino. É cada um fazer uma autoanálise para saber se está fazendo sentido o que está vivendo, se não está tomando remédio demais, buscando a tal em farmácia, porque se isso acontecer, a pausa vai ser involuntária. Agora, pra quem tá acompanhando essa live, o Resiliência Humana, e tiver acesso não só aos conteúdos daqui do livro, dar um tempo pra pensar no assunto, pra quem já despertou pra uma vida que vale a pena ser vivida, dá para fazer um novo caminho sem adoecer. Eu costumo usar esse exemplo, ou, Amor, já passo de novo a palavra pra você, com o trabalho.
Não, tô adorando, pode ficar falando. Tô aprendendo muito.
Você pode procurar um novo trabalho, ou seja, procurar um novo caminho com saúde ou com doença De novo, você que vai escolher de qual estatística você quer fazer parte Muitas pessoas estão infelizes nos seus trabalhos porque ou já estão trabalhando há muito tempo, de novo tempo, e acham que não vão arrumar um novo emprego, um outro emprego Gente, de novo, é melhor você procurar um emprego com emprego e com saúde do que com uma doença, com um afastamento, com uma limitação momentânea que seja Pode mandar outra pergunta difícil.
Eu estava vendo aqui uma frase que a gente põe no Resiliência, que é quanto custa o seu tempo? Era alguma coisa assim a frase, agora não lembro. Você fala alguma coisa? Quanto custa?
Quanto custa a sua hora, né? Isso faz parte da parte 1, quanto custa a sua hora. Saber quanto custa a sua hora, Luxi, eu trago aqui umas 4, 5 entrevistas nesse capítulo só para mostrar que A nossa cultura, a cultura brasileira, é diferente da cultura americana, por exemplo, em que você recebe por hora Lá, se você perguntar, a minha hora custa 8 dólares, dependendo do tipo de trabalho Aqui no Brasil, é como uma diária, por exemplo, uma diária de um jardineiro, de uma faxineira, que aliás, olha, se eu pudesse Valorizar, pagar mais do que a média para essas pessoas, porque nós estamos dando as nossas condições materiais na mão dessas pessoas e nós estamos comprando serviço, para quê? Para ganhar tempo. É assim, Amor? Quanto custa a sua hora? Você vai me dizer, custa X, beleza. Eu vou investir o meu dia Lavando o carro ou eu vou comprar um serviço que vai me dar tempo Então para quem já vai perguntar, posso comprar tempo? Não, você pode comprar um serviço e ganhar tempo Então saber quanto custa a sua hora é fundamental para saber se você vai investir num serviço ou se você vai investir o seu tempo para fazer um serviço que podem fazer melhor que você E que você vai usar o seu tempo para uma outra coisa, que aí sim, só você pode fazer por você. Outra coisa, se eu não sei quanto custa a minha hora, mochi, eu vou gastar em um dia o que eu posso ter demorado um mês para ganhar. E isso tem problema? Depende da sua idade, da sua condição de saúde, dos seus planos de vida, porque se não, olha só que interessante, eu vi isso de um economista, Você pode terminar o seu mês achando que o tempo passou muito rápido Especialmente se você malemar conseguir pagar suas contas, entende? E pensar, o que eu fiz? O que eu fiz que eu trabalhei tanto e não consegui pagar minhas contas? Então você precisa saber quanto custa a sua hora para saber no que você vai investir, que serviço você vai poder pagar, comprar E aí a conta é muito simples, você pega quanto você ganha dividido pelas horas que você trabalha. Isso para quem não é um empreendedor, para quem não produz conteúdo, que ainda não colocou limite no seu dia, para quem trabalha 24 horas, vai ser um pouco mais delicado, não é difícil, vai ter que investir um pouco mais tempo, mas é fundamental saber quanto custa a sua hora.
Muito, muito bom. Deixa eu tomar aqui mais um chazinho. Para quem está perguntando, a live vai ficar salva. Qual o nome do livro? Dá um tempo. Está lá no resilienciohumana.com.br. Quem quiser mandar perguntinha, a gente vai estar aqui quarta e quinta também. A semana que vem a gente já bola aí uma outra caminho para falar se a gente vai continuar aqui às nove, que eu acredito que é um bom horário pela manhã. A gente já tomar essas pancadas, já faz a gente, ó...
Não é pancada. Não é pancada.
Pra muita gente, a tomada de consciência vem através dessas pancadas.
É, eu concordo. Até porque, lembra, eu acho que tem três coisas que deveriam ser incluídas no ensino básico à mocha. Educação financeira, educação emocional e educação temporal. Educação financeira, quem manja um pouquinho já sabe que se você não entender o seu período, o seu tempo de fase laboral, se acontece algum imprevisto, você vai viver com menos estresse. Ainda mais agora, no período de isolamento, ficou muito evidente. Gente, educação emocional. Você é orientado a não demonstrar suas emoções, especialmente no trabalho, porque senão vão pensar que você é frágil, que a gente quer aquilo, só que depois você.
Passa a vida... Mesmo como criança, né? Não fica bravo. Por que você tá triste? Uma cobrança.
Antes de falar da educação temporal, amor, eu quero sugerir um filme que você já viu, Um Lindo Dia na Vizinhança, Tom Hanks.
Não vi ainda.
Menino. Olha, recomendo demais.
Repete aí pra eu notar.
Um lindo dia na vizinhança. Tom Hanks. Ele conta a história de um apresentador americano, é baseado numa história real. Um apresentador americano, a Mushi, que ficou quase 30 anos no ar, fazendo um programa infantil em que ele ensinava educação emocional.
Ah, tô achando que eu já assisti esse filme agora e lembrei.
Ah, ele é a coisa mais linda do mundo. E aí ele tem pesquisas que mostram o que acontece com essas crianças, comparado com crianças que não tiveram orientação emocional ao longo da vida. Então, de novo, educação emocional. E aí, por fim, educação temporal. Por quê? De novo, olha um outro exemplo bacana. Pra criança, o tempo A relação é muito diferente do que dos adultos A criança começa primeiro com um evento, Natal Ela espera o Natal, depois o aniversário, né? Natal tem a conselha de Papai Noel, depois o aniversário Aí entra na escola, aí começam a entrar outros compromissos na agenda Aí vem as provas, vem as férias, tá vendo? Mais compromisso Aí essa criança vai pra faculdade, ela começa a trabalhar, ela começa a se desenvolver profissionalmente Você entendeu como essa relação você precisa sacar? para que, na hora da escola, estuda, porque depois o bicho vai pegar. Na hora de estar num trabalho, avalia muito bem se você pode pegar um frila ou entrar num outro emprego, porque não adianta ter dinheiro na conta se você não tem tempo para viver. Uma outra coisa, Muxi, já de olho aqui no nosso tempo, que eu queria deixar como uma reflexão.
Temos dez minutinhos em doze.
É a questão... do clamar, pedir, esperar, férias, final de semana, sexta-feira. A médica, especialista em cuidados paliativos, Ana Cláudia Quintana Arantes, ela me dá uma entrevista também, ela é autora de dois livros, mas o principal deles, na minha opinião, é A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver.
Foi muito bom, né?
Maravilhoso. Olha só que curioso. Ela disse que as pessoas que chegam aos últimos dias de vida, elas Não se arrependem, elas não estão com medo de morrer, elas estão tristes por não terem vivido uma vida que valeu a pena ser vivida E ela me disse uma coisa que eu compartilho com vocês com muita delicadeza Ela disse que pessoas que ficam esperando o final de semana, no final de semana eu penso Não vejo a hora que chegarem as minhas férias, está fazendo sabe o que? Antecipando a morte antecipando a morte, porque está vivendo um dia que ela não tem orgulho. E se você vive uma vida em que você não tem orgulho, você quer o quê? Você quer mudar de vida. E pra mudar de vida, pra quem acredita na espiritualidade, é só morrendo. Isso me marcou tanto, Amoshi, tanto. Então, muito cuidado pra quem fica se lamureando durante a semana, porque, ai, nossas férias, ai, meu final de semana, um cheiro. Gente, é claro, de novo, equilíbrio, é claro que se empolgar, planejar férias, isso inclusive dá até um refresco, nos estimula.
É necessário, tem os banhos de floresta, tem vários estudos que a gente precisa desligar.
Então, de novo, equilíbrio. Você trabalha firme, trabalha bastante durante a semana, mas você não lamenta os seus dias E só vendo graça no final de semana, não Se você não vê graça no seu dia, no que você faz, meu conselho é Procure então um novo caminho Não entre naquelas piras de, mas o desemprego, a dificuldade, eu não tenho idade Gente, para Perceba de qual estatística você vai querer fazer parte e aí a escolha é sua Mas essa história de ficar ansioso pelo momento de pausa Reclamando, né?
Porque tá reclamando que tá trabalhando muito, que tá fazendo muita coisa, né?
Mas aí tem medo depois de ficar desempregado Entende? Como a gente precisa pensar nessa história. E outra coisa, Moshi, essas micropausas, eu vou repetir, bastante gente entrou agora, elas são fundamentais para que uma pausa involuntária não aconteça. Vou repetir. Micropausas são intervalos de tempo sem o celular, sem o celular. Outro dia entrevistei um psiquiatra florense, o Guido Palomba, referências das referências, e ele falou, quando eu perguntei pra ele assim, doutor, o que a gente precisa fazer pra viver melhor? Viver melhor. Ele falou, uai, descansar. Descansar durante a semana, um descanso de, se puder, uns 15 minutos durante o dia para um cochilo. Quem não puder, então, dormir a quantidade de horas. E no final de semana aumentar esse período.
Lembra que eu te falei? Você sabe o que fez minha voz voltar? O soninho de 15 minutos depois do almoço.
Pronto. Porque é o momento que o seu corpo vai se regenerar. E se você não respeitar as necessidades do seu corpo, pausa involuntária. Pausa involuntária. Tem muita gente aqui comentando, a Catiane, meu corpo ligou o alerta em 2019. Espero, Catiane, que você tenha ouvido e ido atrás desse alerta, porque é igual alarme. Se o alarme toca e você desliga sem perceber se foi alguma ameaça, É igual você negligenciar os avisos que o seu corpo está dando E nós não podemos, Amoshi, falando aqui do que eu falo no livro, tratar como normal o que é anormal Não podemos tratar como normal o que é anormal, porque aí o tempo vai passar muito rápido A sensação de desperdício de vida é muito triste A sensação de você adoecer num trabalho porque você não se deu tempo É muito triste. É uma das piores sensações que você pode ter. Que você investiu seu tempo em um lugar, para uma pessoa, e depois você foi eliminado. Para fechar, Muxi... Deixa eu só responder uma pergunta.
A live vai ficar salva, mas amanhã a gente está aí de novo às 9 horas e quinta-feira também às 9 horas. Já tira um print aí, marca. a gente, se algo serviu pra você, compartilha. Nós temos que chegar em 1.500 aqui, em todas as lives. Então, por favor, compartilha. Se você gostou dessa live, tira um print e marca quem você quer, que assim eu consigo compartilhar no Resiliência e também no Stories pra chegar em mais gente.
Posso compartilhar no meu YouTube?
Pode.
Isabela Camargo Real. A Mayra tá perguntando o nome do filme Um Lindo Dia na Vizinhança, Maira, Tom Hanks. Amuj, pode deixar aqui uma reflexão pra amanhã? Todo mundo aqui viveu um relacionamento, né? E com mais aqueles que conheceram o primeiro namorado, o primeiro namorado e casaram, provavelmente viveram situações em que pediram um tempo.
E aí tinha uma resposta básica, né? Não preciso de relógio pra dar tempo.
Olha, você não conhecia?
Uai, já tomei umas quatro dessas.
Ô, meu Deus do céu. A Pâmela, de novo, numa outra live, a gente falou sobre isso.
Hoje eu venho com a Pâmela às 19, pra quem quiser desconfiança no relacionamento.
Show, show de bola. Dá um tempo quando você pede pro seu namorado, namorada, aficante, peguete, sei lá como é que é o nome agora, você faz isso para tomar uma decisão se continua ou não com uma outra pessoa E hoje, quando eu estou te pedindo para dar um tempo para pensar se a vida que você vai levando vale a pena ser vivida, é para você, não é para mais ninguém Então se a gente é capaz de pedir um tempo para alguém, para avaliar se aquilo tem continuidade ou não, então você é capaz de se dar um tempo observar sua agenda e pensar se você vai preferir uma pausa voluntária ou uma pausa involuntária. Às vezes, quando a gente pede para dar um tempo para alguém, a resposta é bola pra frente. Esta relação já foi importante. Você pode seguir. E aí, Amush, para encerrar, uma outra passagem que eu trago no livro que é muito marcante. Também precisamos ter consciência que algumas pessoas, alguns empregos, são para consumir alguns dias, alguns anos, algumas décadas na sua vida. O grande problema é quando a gente quer dar mais tempo para uma situação ou para uma pessoa que não precisa mais ou não pode mais ficar na sua vida Isso também é consciência de tempo Fala-se, não é uma riqueza esse assunto?
Muito bom, adorei. Dá pra gente ficar falando. Eu nem percebi, tem um monte de pergunta aqui, nem comecei. Então pra quem quer dar continuidade, amanhã a gente tá às 9 horas. Divulga, como a Cid Matos falou, agradecer a Cid que vem nos ajudando aí a chegar em mais pessoas. Compartilha com 5 pessoas, que amanhã a gente tá com 3.500 pessoas. Vamos ajudar as pessoas a ter mais tempo. Dá um tempo, pra quem ainda não sabe, É o livro novo da Isabela, vou pôr aqui, ao contrário que assim todo mundo vê minha sala ali, já estou indo por resiliência, que eu tenho atendimento. É o livro novo da Isabela, Filho Novo, lançamento dia 20, dia 20 vai ser, você não quer falar, dia 20 você vai lançar no perfil da Globo, né? Já convida aí o pessoal.
Sim. Bom, o livro está na pré-venda, vocês podem garantir um exemplar dessa primeira tiragem que está, assim, estou muito feliz porque está muita gente interessada. Está sendo vendido no Resiliência Humana e aí a partir do dia 20 ele será entregue na casa de vocês. Agora, dia 20 oficial, além da nossa live aqui de manhã, às nove da manhã, às oito da noite eu faço o lançamento oficial digital. Porque enquanto eu não posso ter abraços e aqueles momentos incríveis de livraria, que eu sonhei tanto com isso, gente. Quatro anos pensando, sabe?
Já, já. Eu lancei o meu também, em maio, no meio da pandemia.
Digital oficial. Então, no dia 20 à noite, 8 horas, essa live com a Globo Livros, para a gente, então, fazer o lançamento oficial. Mas até quinta-feira vocês podem, então, entrar no Resiliência Humana e adquirir Esse exemplar do Downtempo, eu ficarei muito, muito, muito feliz que vocês acessem. Afinal, a gente escreve um livro para que vocês consumam essas informações. Foram quatro anos de pesquisa. Eu sei que essas informações podem trazer novas reflexões e uma vida que vale a pena ser vivida.
Livro é uma viagem que não tem volta. Se joga e lê que você vai ver. Eu li 12 livros nessa pandemia já. Já estou com mais 10 aqui guardado. Um livro sobre resiliência. Já vocês vão ter. Eu tô terminando uma, já comecei esse.
Pronto.
Pra dar sequência, já é o próximo. Coloquei ele pra cima. Então pra quem quer, www.resilienciohumana.com.br Vai lá, vai ter uma surpresa. Já já a gente vai fazer uns kits. Acho que os kits já estão lá também. E daqui a pouco a gente traz mais surpresa aí com a Isabela. Quero agradecer a todo mundo que acompanhou.
Amanhã vamos falar sobre cromos, cairós e tempo do sono?
Que quando você me contou, eu quase emocionei.
Pronto. Então até amanhã.
Fechado. Um beijo. A Ju vem agora às 10 com meditação. Tem o Edu, tem Meditação da Lua, tem eu com a Pâmela e tem em abundância. Hoje nós temos 10 lives. A Brasiliência vem com um trabalho aí para qualquer horário você poder ter um pouquinho de conteúdo e colocar em prática, porque senão só superficial e sem memória não funciona. Eu gravo tudo aí. Beijo, obrigado.
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