Paciência tem limite, e resiliência? Live com Robson Hamuche criador do portal Resiliência Humana.

In this live Portuguese conversation, Robson Hamuche (creator of the Resiliência Humana portal) and co‑host Isabela Camargo discuss the limits of patience and the nature of resilience. They exchange a rich list of self‑help and personal‑development books, including titles such as O Poder do Agora, O Poder do Hábito, Autorresponsabilidade and the “Oráculo do Pão”. They encourage viewers to share their own transformative reads. The dialogue then shifts to concrete strategies for becoming more resilient: (1) Facing reality in the present moment and taking immediate, practical actions; (2) Finding meaning and acting with love, recognizing that one’s work reverberates to others; (3) Cultivating creativity, turning errors into opportunities, and using Brazilian ingenuity for positive outcomes. Throughout, they stress living in the now, aligning actions with purpose, and leveraging creativity to navigate crises. The hosts also promote upcoming live sessions on meditation, chakra alignment, relationships, and dating advice, inviting the audience to participate in a large collective meditation. The tone is conversational, supportive, and enthusiastic, aiming to equip the audience with actionable tools for personal growth and community connection.
Chapters
Boa noite, boa noite, turminha. Vamos chegando, vamos falando de onde vocês são, se o som tá bom, a imagem tá boa. Saudades de voltar aqui à noite, estamos fazendo mais de dia aqui à noite, eu tô ficando um pouquinho mais com o meu filho, mas em breve vamos voltar, tá toda noite aí com o doutor Décio, já já vem umas surpresas novas aí, pessoas especiais pra falar sobre resiliência, vai falando onde vocês são, se o som tá bom, hoje a gente vai bater um papo com a Isabela Camargo, uma grande amiga aqui no Facebook, YouTube, ela já tá sorrindo maravilhosa aqui, nós vamos colocar ela aqui no Instagram agora, já achei ela. É, vai. Pronto, deixa eu só abaixar o volume aqui. Bem-vinda, Isa, aqui ao Instagram. Tá me ouvindo aí?
Tô ouvindo super, e você?
Também tô, só tá um xadinho, mas vamos que vamos.
Vamos nessa. Amor, chefe, boa noite pra você.
Tá ruim aqui o Instagram. É? É. Tem atualmente som aqui do telefone. Deixa eu baixar esse aqui. Fala agora pra eu testar.
Oi, oi, oi, testando.
É, ele tá bem baixinho.
É?
É. Pra mim, pelo menos.
Eu tô ouvindo aqui super bem.
Então bora aqui, minha sim.
É. Muito obrigada pela sua disponibilidade, pelo seu tempo. Tava com saudade de falar com você. Nós falamos lá desde o início.
Quanta coisa mudou, hein?
Quanta coisa mudou e eu assim fiquei muito aflita ouvindo as pessoas falando sobre resiliência, paciência e aí eu pensei, preciso conversar com a Mushi porque se paciência tem limite, será que resiliência também tem limite?
Resiliência acho que não tem limite não, paciência tem limite.
Pelo amor de Deus. A gente tem que tomar cuidado pra falar sobre resiliência sem limites, senão a turma perde a mão, né?
Perde a mão, né? Então vou me expressar de uma forma melhor. Resiliência você pode aumentar o tempo todo. Ela é uma coisa que cresce. Dá pra você potencializar ela cada vez mais. A paciência também, só que a paciência você perde. A resiliência você vai fortalecendo ela. Eu tava lendo um pouquinho aqui sobre paciência, achei até umas coisas muito legais, Eu gosto de estudar, gosto de ver e paciência é uma coisa mais de esperar, de respirar, de ficar... Sabendo que as coisas não acontecem no nosso tempo, que existe um tempo para cada coisa acontecer. Já a resiliência, a gente ter uma adversidade, ter um problema e sobressair em cima dela e sair melhor. Então são coisas que cada uma tem que ter o seu lugar. Uma pessoa resiliente, para ela se tornar muito resiliente, ela também tem que ser paciente. Porque a gente tem que saber que as coisas não acontecem no nosso tempo. Então a paciência é uma coisa que a gente agrega, gruda assim nas costas da pessoa resiliente. Pessoas que não têm paciência, que são explosivas, que reagem, colocam a ira pra fora, usam muito da raiva nessa explosão, não são pessoas resilientes. Então a gente trabalhar a nossa paciência pra se tornar mais resiliente, eu acho que é esse o caminho, isso que vai fazer a coisa dar certo.
Perfeito. Agora, Muxi, você falou, né? A resiliência a gente aumenta. E a paciência, ela também vai mudando, né? Porque às vezes tem momentos que eu tô mais pra vir o curto, tem uns momentos que eu estou mais paciente.
É isso mesmo. Paciência é boa de falar, porque... A gente quase sempre repete, perde a paciência com as mesmas coisas. Elas são repetitivas, são algumas coisas que já vêm da nossa infância, dos nossos aprendizados, que faz a gente perder a paciência rápida. Então, se a gente começar a estudar quais são os gatilhos, quais são as situações, quais são os problemas que fazem a gente perder a paciência rápida, a gente começa a administrá-la de uma melhor maneira. Então, se você começa a perceber que na perda da paciência existe um padrão, e se você começar a reconhecer isso, você começa a administrá-la de uma forma muito boa. Eu sempre perdo a paciência quando meu pai fala que quer me dar umas ordens muito fortes, porque eu sempre perdo a paciência quando eu peço alguma coisa e as pessoas deixam pra muito depois. Então tem algumas coisas que me incomodam e isso vem da minha infância, vem de algo já que eu aprendi lá atrás, entende? Quando as pessoas começarem a identificar... Como elas perdem a paciência facilmente. Existem também técnicas pra você ser uma pessoa mais paciente. Então é respirar, tem o exemplo da minha esposa que eu sempre dou. Minha esposa quando a gente começa a conversar e as coisas começam a acelerar e ficar mais pesadas, ela fala 5 minutos. 5 minutos. Falou assim, o Mils ficou aqui, falou, vamos ali tomar uma água, vai fazer o que você tem que fazer, já já a gente conversa. Então esse respirar, tem aquela técnica milenar de Harvard, super master plus, que é... Conta até 10. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, É isso, é fácil, milenar essa técnica de Harvard, Cambridge, Oxford, foi estudada de muitos anos, entende? Então é da gente respirar. Tem uma outra coisa que eu aprendi com o Tadashi, que me ajuda muito a não explodir, é quando uma pessoa me faz uma série de perguntas. E eu tô pra explodir, eu repito a pergunta pra mim mesmo. Então, você me pergunta, a paciência é mais importante que a resiliência? Isso vai me tirar do sério? Eu repito, você tá me perguntando que a paciência é melhor que a resiliência? Isso faz eu voltar pra dentro, escutar o meu silêncio interno aqui, pra poder te dar uma resposta mais suave, mais devagar. Então, existem várias coisas pra gente fazer essa paciência crescer.
Eu gostei quando você falou de repetir a pergunta. Geralmente quando eu pego a surpresa em uma pergunta que não é legal, eu digo, boa pergunta. Tipo, esse boa pergunta já me dá um fôlego pra pensar o que eu vou responder.
É justamente isso, ganhar tempo. A gente precisa ganhar tempo pra não explodir. E a técnica que vai ser usada, tanto faz. Tem uma técnica também que é maravilhosa, que eu gosto muito e brinco, que é uma frase que tem bastante forte aí no Resiliência, que é... Tem muito curso de oratória, Pouco de escutatória. Vamos escutar mais as pessoas, não vamos responder logo de primeiro, toma uma água, dá uma refletida, pensa, antes de responder já vem com dez facas, dez pedras, dez logo pra cima da pessoa. Começa a perceber o que ela tá te trazendo. Dentro das perguntas das pessoas, das tristezas, das raivas, dos pedidos, existe uma carência. Se você conseguir escutar essa carência, administrá-la, e colocar de uma forma mais tranquila, você também não perde a paciência.
Nossa, perfeito. Amush, é sempre muito bom conversar com você. Eu sei que a maior parte das pessoas que estão aqui já te conhecem, mas o Robson Amush é um terapeuta responsável por portais de informação que eu tenho certeza que transformam o dia de muitas pessoas com frases, histórias, ilustrações, A resiliência humana é o mais incrível, o maior deles, mas não porque todos são incríveis, vai depender da nossa necessidade E eu tô tendo o privilégio aqui de.
Dividir tela Hoje a gente está aqui no Facebook do Homem na Prática, no Facebook do Resiliência Humana, no Facebook do Seu Amigo Guru, no Facebook do Pílulas de Resiliência, que é meu novo livro, e no YouTube do Resiliência, e no Instagram do Resiliência. Nós estamos com todas as mídias ligadas, nós estamos querendo atingir o máximo de pessoas para poder trazê-las, para aumentar essa resiliência, trazer o homem para ser um homem mais prático, para se ter uma espiritualidade maior, para ter pílulas de resiliência todos os dias que possam transformar. Então a gente vem num grupo de profissionais e você é uma pessoa que a gente ama e faz parte já de tudo isso. Eu também te agradeço muito a aumentar e proporcionar isso para as pessoas.
Muxi, a gente tem uma grande missão, porque a gente quer fazer tudo isso só nós, né? Conversando, eu como jornalista também, a minha missão é aprender pra compartilhar, então vai ser bom pra mim, vai ser bom pra um monte de gente A Muxi, antes de eu partir pra história dos relacionamentos, você comentou até um comportamento que a sua esposa tem e que você vê que isso é muito bacana. Mas antes de eu passar para relacionamento, deixa eu só voltar aqui porque muitas pessoas perguntaram, quanto mais paciente eu sou ou me tornar, mais resiliente eu poderei ser?
Com certeza, eu acredito que sim, eu acho que é um pilar da da resiliência ser uma pessoa paciente, escutar os outros, poder expressar seus sentimentos sem machucar o outro, vamos dizer assim, ter uma empatia maior pelos outros, tá? Eu tenho uma outra frase, hoje eu tô com muitas frases na cabeça, eu fiquei estudando o dia inteiro, fiz algumas lives, gravei, atendi, então eu tô com algumas coisas bem legais na cabeça, quando vem assim, o dia foi agitado, a coisa vem, que é uma coisa assim, a paciência faz a gente se comunicar melhor, tá? Eu não preciso ser explosivo, eu não preciso... Eu posso mandar a pessoa para aquele lugar, falar o que eu quiser, mas de uma forma educada, entende? Tem uma frase aí que é do Resiliência Humana que é, inteligência emocional é você mandar a pessoa para aquele lugar e ela ainda aí empolgada para esse lugar. Então esse respirar, esse escutar, Você se autoconhecer te faz tornar uma pessoa mais paciente e entregar o que você quer com a outra pessoa com mais qualidade. Tem uma coisa que a gente fala, se eu falo A e você entende B, o problema é meu que tomar me comunicando de uma forma errada. Então é um processo meu aumentar a minha paciência, aumentar a minha comunicação, aumentar o meu leque de palavras. me fortalecer com recursos pra poder te entregar certo o que eu quero. Se você tá perdendo a paciência há muito tempo com muitas pessoas e repetidamente, você tá sempre fazendo o mesmo caminho. Chegou a hora de você se autoconhecer, você aumentar a sua sabedoria e entregar isso de uma forma melhor pra essa pessoa poder entender. Então eu trago toda a responsabilidade pra nós e sim, eu me tornando uma pessoa mais paciente. com mais autoconhecimento, com mais paciência, mais recurso, eu consigo entregar isso com uma qualidade melhor para as pessoas do que eu quero transmitir. Então, sim, é uma coisa complementar da outra. Alguém falou resiliência totalmente junto com a paciência. A gente precisa dela para se tornar mais resiliente.
Agora, meu amigo, eu vivi experiências e é por isso então que eu vou te perguntar, porque assim, eu aumento minha paciência, já observei, já contei até 10.
Eu tô tomando um vinho aqui, é porque é a única coisa que tem na mesa, tá? Eu ofereci a vocês, mas é porque eu preciso tomar uma água, que minha avó está ainda, mas eu tava tomando um vinho com a minha esposa aqui.
Quer pegar uma água?
Não, não, não, vamos aqui.
Tava falando aqui com a turma, é? Se quiser.
Não, não, vamos, vamos.
Olha só, a minha grande dificuldade é não entender o limite da resiliência E você sabe porque é muito comum a gente confundir apelação com resiliência É a apelação em que eu me coloco em situações muito difíceis Perco meus limites para me adaptar àquela situação, você já me disse que não é isso Ainda é difícil entender qual é o limite da minha eficiência e no caso, eu estou no ambiente, estou sendo paciente, estou fazendo o meu melhor Então eu não posso também perder a mão Tá, ser resiliente.
É saber administrar os sentimentos, tá? A gente tem que ser inteligente e emocional, tá? Quando eu tô fazendo mais pelo outro do que por mim, tô dando minha saúde, tô dando minha energia, tô dando muitas coisas pro outro, isso acaba sendo prejudicial não só pra nós mesmos, mas pra nossa saúde e pro todo. Então a gente tem que saber muito bem... diferenciar isso, entende? Se eu tô me matando por uma empresa, se eu tô me privando de coisas que eu gosto pra salvar um relacionamento, se eu tô com amigos que só eu faço coisa por eles e eles não fazem por mim, se eu tô com uma família que eu que tenho que carregar todo mundo nas costas, isso não é ser resiliente. Isso aí é... Tem pessoas que chamam de relacionamento tóxico, tem outras pessoas que chamam de pessoas abusivas. Então tem que saber muito bem, colocar o limite, como é que você fala, pra que isso não seja uma coisa de ser resiliente e se torne um peso, uma carga. Chega da gente ter carga. Chega de a gente carregar peso dos outros. A gente tem que ser resiliente em suportar um problema, em saber lidar com ele, saber ver a diversidade. olhar o lado positivo da coisa, ter pessoas de confiança que possam apoiar a gente e fazer a gente se fortalecer nesse sentido, entende? Agora fazer tudo a qualquer custo, carregar todo mundo nas costas, isso pra mim não é resiliência. Então acho que esse limite que você põe é muito importante e a gente tem que falar o tempo todo, não dá pra gente ficar querendo ser o fodão, o bonzão e não dormindo à noite. Então é a gente saber realmente o que é resiliência. Resiliência é você suportar ter um problema, não é suportar, é você ter um problema, você ter uma diversidade, ter uma pessoa que está ali, resolver o seu problema, resolver essa situação, olhar pra ela e sair forte ainda. Talvez você passar do limite, você vai sair lá no final acabado. Entende? Então o Dr. Desco, que é o meu professor de constelação, grande mestre, em breve ele tá aí de novo, ele fala, resiliência é você superar a diversidade, passar por um problema e sair melhor. Então eu vou criar uma frase nova pra gente aqui. Talvez a resiliência sem limite é a gente passar por esse problema e sair, no final, muito pior. Entende? Então tem que ter um limite pra eu sair melhor lá no fundo e não sair pior. Porque eu tenho que pegar o aprendizado, me tornar uma pessoa melhor, tá com pessoas conciáveis que me ajudem a fazer isso, pra eu aprender e evoluir. Porque se eu sair pior eu não vou evoluir, eu vou piorar. Então acho que o caminho é esse, entende? Pra gente sair melhor lá no final e não pior no final.
Você tem ouvido muitas pessoas reclamando, pessoas casais que estão convivendo bastante e que estão brigando muito ou que já pensaram em separar?
Eu sou terapeuta, pra quem não sabe, além de comandar o grupo Resiliência, ser empresário, o meu maior tesão que eu tenho é os atendimentos pessoais e os treinamentos. Eu faço parte da da equipe do Tadashi, pra quem não sabe, do Instituto Tadashi Kadomoto, mas eu amo os aprendizados que eu tenho através dos atendimentos individuais. Eu amo atender, sou coach, terapeuta, renascedor, constelador, PNL, já fiz tanta coisa, mas isso não vem ao caso. Mas ali que eu aprendo. E a demanda que eu tô tendo de clientes pedindo ajuda no casamento é gigantesca. Hoje eu atendi seis pessoas, ontem eu atendi oito pessoas, e se eu pudesse falar de dez, quantos são de relacionamento? Sete são de relacionamento. Então vamos falar em 70% de pessoas passando problemas nos relacionamentos porque estão vivendo muito mais tempo, estão começando a ver a sujeira que estava debaixo do tapete, estão conseguindo ver o que está fazendo mal, mas não estão sabendo lidar com isso. e colocar em alinhamento pra seguir no mesmo objetivo, que é ficar junto, não casamento. Então pra quem tá perguntando sobre o que a gente tá falando, a gente tá falando sobre resiliência, paciência, e a gente tá caminhando no relacionamento. A gente precisa ser muito resiliente pra passar setenta e poucos dias, não sei já quanto tempo cada um tá guardado, eu tô quase setenta, setenta e poucos dias guardado junto com a minha esposa dentro de casa, e se não tiver resiliência, se não tiver paciência pra saber lidar meus relacionamentos e alinhar objetivo, conversar sobre as expectativas, o que tá atrapalhando, o que não tá, poder ver as carências e entender o que o outro tá te pedindo sem ter briga, precisa ser muito bem fortalecido e ter uma inteligência emocional muito grande. Então sim, eu tô vendo muitos problemas de relacionamento. A gente viu aí, quando acabou na China, a quantidade, acho que teve 40% dos casamentos que tiveram pedidos de separação, não lembro do dado, posso estar falando besteira desses 40%, me desculpa. Mas eu acho que foi, que eu vi uma matéria falando justamente isso, que após a pandemia na China, os pedidos de separação aumentaram muito. justamente por esse motivo, das pessoas começarem a parar de jogar as coisas debaixo do tapete e começarem a pôr os pingos nos is. Sim, acho que chegou a hora cada vez mais, esse é o momento da gente ver realmente quem que é, quem que a gente quer ao nosso lado, quem tá fazendo bem, quem que eu tô contribuindo, quem que eu quero passar o resto da minha vida, que agora a gente não sabe até quando vai, ela tá muito mais suscetível, a gente tá vendo aí, tá a todo momento com esse problema de Não saber o que acontece o dia de amanhã. Então a pergunta que acho que a gente tem que se fazer é quem que a gente quer do nosso lado para passar o resto da nossa vida.
Perfeito. Esse é o momento para a gente não só, como você falou, ver o que estava debaixo do tapete, Porque às vezes nem tem coisa debaixo do tapete. Na verdade, agora você tá com mais tempo pra observar coisas que antes você não observava. E isso eu tô falando pra todo mundo, tá, Monge? Não é só relacionamento entre homem e mulher. Entre filhos, pais que estão vendo comportamentos dos meus filhos que, na verdade, eles são espelhos. Enfim, tem um monte de convivência aí que tá dando uma chacoalhada em muitas famílias. No caso do relacionamento entre homem e mulher, Hoje me perguntaram, até quando você sabe que você ainda está aprendendo? Até quando aquela relação ainda pode funcionar? Você como terapeuta, poderia nos dar algum caminho nesse sentido? Por exemplo, será que esse relacionamento ainda tem futuro ou não?
Tem uma frase do Resiliência que é assim, um casamento perfeito, um relacionamento perfeito são duas pessoas que não existem uma na outra e incentivam uma a outra a ser melhor a cada dia, tá? E eu acredito que esse aprendizado não acaba nunca. Eu acabei de desligar o telefone com a minha mãe. Eles estão casados há 51 anos, meu pai e minha mãe. E minha mãe falando assim, eu não aguento mais seu pai, me ajuda. Eu falei, mãe, ele é seu marido, o que eu tenho que fazer? Então eles estão há 51 anos ali do jeito deles, um aprendendo o tempo todo com eles, então acho que isso é pro resto da vida. E a gente querer um incentivar o outro a ser melhor, parar de olhar... O que eu tô vendo também nessa época? A gente tá começando a pôr muito mais, por a gente estar em um estado de alerta, o foco no que as pessoas têm de errado, no que elas têm de pior do que no que elas têm de melhor. Porque o que acontece? Quando a gente tá em estado de alerta e essa pandemia faz a gente ficar em estado de alerta, a gente precisa saber o que vai machucar a gente, sim? Só que se a gente colocar o foco no que a gente é bom, as coisas ficam muito melhor. Eu e minha esposa aqui, cada vez que eu olho pra um defeito dela, eu olho pra ela e falo, ela tem esse defeito, mas ela tem duas coisas de melhor. Então pra cada defeito que eu olho nela, eu procuro duas qualidades. Sim, isso faz me pôr em equilíbrio e ver que não é uma coisa somente ruim, tem o lado bom. Agora, com essa ligação da minha mãe que ela fez agora, eu acho que a gente vai aprender pro resto da vida com as nossas pessoas, que a gente quer estar ao lado delas, tá? E não é a gente criticar essa pessoa. A gente incentivar ela a ser melhor. Aí que tá a grande diferença. A minha esposa o tempo todo, ela não para de me incentivar a ser uma pessoa melhor. Com o meu filho, com ela, aqui no trabalho, no que eu tenho que fazer, com os meus amigos. Então eu acho que tirar o foco do que tem de errado e colocar no... que tem de melhor. E a gente incentivar a pessoa a ser melhor a cada dia, e a gente tá ali sabendo que a gente quer aquela pessoa do nosso lado e fazê-la se tornar melhor, acho que acredito que isso vai ser pro resto da vida. Minha mãe provavelmente agora tá tendo lá um alinhamento de objetivos, aquela famosa DR com meu pai, pra alinhar objetivos, pra eles continuarem juntos. É o jeito deles viverem. Eles estão há 50 anos acostumados ali. Então acredito que eles têm, sim, o jeito deles de se relacionar e eles estão aprendendo o tempo todo.
Agora, o que você tem visto nos consultórios, o que todo mundo aqui está nos acompanhando, é falta de paciência? Ou realmente não deu pra esses que você já falou que já estão certos o que vão fazer?
Ficar em cima do muro eu acho que é pior. do que continuar o relacionamento ou terminar, tá? Então eu acho que o ficar indeciso, a indecisão é uma coisa que nos leva à morte, nos leva pra negação, pro negativo. Então o tomar, que as pessoas que mais têm sucesso, que são mais felizes, que mais estão numa vida positiva, são as que elas conseguem olhar o que pode dar de errado, mas elas não ficam presas a isso. E elas não tomam também ações repentinas sem pensar nas consequências, elas estão no meio termo, mas elas tomam decisões rápidas, tá? Então tomar essa decisão talvez seja melhor do que ficar ali sofrendo durante anos. Tem uma pessoa que escreveu aqui numa das passagens, tô sofrendo no meu casamento há 31 anos, entende? Então, talvez... tomar essa decisão, seja melhor se separar do que ficar sofrendo. Mas eu sempre acredito que existe uma solução, existe o perdão, existe a paciência, existe um realinhamento de objetivos, de o que a pessoa quer, uma coisa que eu falo muito pros meus clientes. Não adianta eu querer passar o carnaval em Salvador e você querer ter um filho, entende? Não dá pra ser as duas coisas ao mesmo tempo. Não dá pra eu ir com... É um exemplo besta, mas tem várias coisas. Não dá pra um querer A e o outro querer Z. A gente tem que ter um alinhamento. Tem uma historinha que eu conto minha com a minha esposa, que é um alinhamento de objetivo, que faz a gente chegar a um caminho e continuar sendo feliz. Eu queria ir tirar minha cidadania italiana, por parte de mãe, minha mãe é italiana, e minha esposa queria mudar de casa pra essa casa que a gente tá aqui hoje, tá? E minha esposa queria mudar pra casa porque queria mudar pra casa, e eu queria ir passar três meses na Itália de qualquer jeito, porque eu achei que era a hora que a gente tinha pra poder tirar a cidadania e poder dar um conforto para os meus filhos, caso eles queiram. Eu tenho uma intenção também de morar fora, mas aí eu falei, vamos. Minha esposa falou, não, acho que a gente primeiro precisa arrumar a nossa casinha. Aí eu falei, vamos fazer um acordo? O que você acha de ser assim? E a gente começou a pontuar o que eu queria, o que ela queria, e eu falei, a gente não pode ir, a gente economiza um pouquinho mais E pra gente mudar pra nossa casa, a gente passa esses dois meses na Itália, tira a cidadania e assim que a gente voltar a gente faz a nossa mudança? alinhei o objetivo. A gente chegou ao mesmo, a um denominador comum para os dois e a coisa aconteceu em paz, sem confusão, sem brigas, alinhando o objetivo. E aconteceu o que tinha que acontecer e os dois estão felizes hoje. Eu tirei a cidadania, nós todos somos cidadãos italianos e estamos bem com isso, não sabemos agora por causa dessa confusão, estamos tendo que alinhar de novo nossos objetivos. se um dia a gente vai morar fora ou não, mas a gente tirou a cidadania e está na nossa casa nova. Então a gente teve que ter paciência pra poder esperar um atingir o seu objetivo, pra depois a gente atingir o outro objetivo que era o dela também. Então é uma coisa muito legal isso que a gente tem que fazer. Eu posso abrir mão um pouquinho do meu sonho e fazer um pouquinho por essa pessoa, mas ela também tem que participar do meu sonho depois. Isso demanda paciência.
Negociação. Isso é uma negociação?
Sim, é um alinhamento de objetivos, negociação, refazer o contrato, como vocês quiserem chamar, como quiser chamar. Uma pessoa paciente, uma pessoa resiliente, tem que ter diálogo, tem que saber conversar e tem que esperar o tempo certo para as coisas acontecerem, mas não esperar o tempo todo, a vida inteira, entende? Tem que ir a fazer a coisa acontecer, tá? É a gente colocar prazo, eu coloquei prazo junto com ela, mostrei pra ela como seria a coisa. A gente ensina a fazer projeto de vida lá no Instituto Tadashi Kadomoto, a cumprir metas e prazos. metas e sonhos sem datas definidas ficam empurrando para a barriga para o resto da vida. Então, nesse acerto de recontrato, nessa negociação de realinhamento, de relacionamento, pode-se colocar um prazo também e falar, vamos tentar mais uma vez e dar mais um prazo e a partir dali a gente vê, vamos fazer diferente cada um assumir essa posição Cada um fazer um pouquinho por cada, a gente vê o nosso melhor. De vez a gente brigar e criar uma comunicação não violenta, não agressiva, ser mais paciente com o outro e ver o que acontece lá na frente, a gente está usando a paciência para chegar a um objetivo, entende? Então acho que é o caminho, é mais essa comunicação, essa relação, esse... Gostei dessa que você falou, negociação.
Negociação, porque na verdade, eu não sei nem se agrada a todos, mas também a gente negocia o tempo inteiro, não só com, como eu falei, o cônjuge, o companheiro, a companheira, mas com os pais.
Tempo todo.
Eu vivi mesmo essa experiência agora, voltei a ficar na casa da minha mãe dois meses, foram dois meses que eu fiquei no Paraná, e aí eu me via negociando com ela o tempo inteiro, mas é diferente, porque agora eu tenho consciência. Quando eu era uma meninota, é óbvio que aquilo eu não estava negociando, mas agora sim, o que vai comer, que horas, tudo isso é uma negociação. E uso esse termo pra gente poder realmente alinhar. Teve aqui alguém que comentou assim... Tem.
Uma pergunta bem boa aqui, quer ler aí pra todo mundo?
Sim.
Consegue?
E quando não tem mais diálogo é muito menos paciência.
Eu e todos os terapeutas, todos os grandes treinadores, todos os grandes filósofos estão falando a mesma coisa. Autoresponsabilidade. Para de culpar os outros. Se você tem um objetivo, eu expliquei com a Isabela numa última live que foi assim, Se você quer ficar com essa pessoa, se você precisa estar com essa pessoa, é sua responsabilidade, através do autoconhecimento, de outras ferramentas, se tornar uma pessoa melhor, porque você mudando, a outra pessoa vai mudar. Então depende de você que fez a Sirlene, que fez essa pergunta. Você quer estar com essa pessoa? Você precisa? Tá. Então é você que tem que buscar recurso para ter mais diálogo, para criar novos diálogos e para criar mais paciência. A gente tem que acabar com essa coisa de ficar culpando os outros e puxar a responsabilidade pra nós. Se não puxarmos as responsabilidades pra nós, a gente só vai ficar reclamando, culpando Zé, Pedro, Manoel... e Maria, Cleide e quem for, e as coisas vão ficar sempre desandadas. Quem puxa a autorresponsabilidade, quem faz a coisa acontecer, quem aumenta os seus recursos, quem vai pro caminho do autoconhecimento, acha soluções pra ter mais diálogo e ter mais paciência. Se eu não me conhecer, não aumentar a minha capacidade cognitiva, inteligência, sabedoria, não vai mudar. Então vamos ser disciplinado com a gente mesmo e fazer a gente se tornar uma coisa melhor. Saúde mental, saúde energética, inteligência emocional, resiliência é uma coisa que dá pra ser aumentada, dá pra ser capacitada e cabe a você fazer isso se você quer continuar com essa pessoa e com esse relacionamento. Não é isso?
Isso serve para os ambientes profissionais.
Também, claramente. Para todos.
Humildade e maturidade. Porque a gente vem às vezes de um período mais relaxado, adolescente e tal, e depois vem a vida e agora é você. E aí falta humildade, falta maturidade pra encarar as coisas com relação e assumir a responsabilidade. Eu gostei muito disso que você falou. A gente tá vivendo, né, Amushi? Muita mudança, vamos viver outras e se a cabeça não estiver boa, a gente não vai dar conta?
É isso mesmo. Eu não paro de cuidar da minha cabeça, do meu coração. Tem uma fotinho que agora eu aprendi a pôr fotinho aqui no... no Instagram, que é uma fotinho que cada vez mais eu tô batendo na tecla. Deixa eu ver se eu acho ela aqui. Eu ponho no Face já já também. Que é isso aqui, ó. Unir a mente ao coração. Tem uma frase lá, você já deve conhecer ela, a maior distância que eu já percorri foi o cérebro e meu coração. E é unir isso esses dois, inteligência emocional é justamente isso, poder unir os dois e saber o que eu quero sentir, o que me faz bem e usar isso daqui pra me levar lá. Entende? Os meus objetivos. Então, o que me faz bem? O que faz preencher meu coração? O que eu amo de verdade? Usar essa máquina pra eu chegar lá. E não usar essa máquina aqui pra dificultar cada vez mais, entende? Então, a gente poder usar isso que... Ligar essa tomadinha aí no coração, pra gente se tornar melhor, saber lidar com os nossos sentimentos, pra poder usar a mente pra alcançar o nosso resultado.
Perfeito. Amushi, o H. Garcimari diz assim, concordo com tudo, mas na prática o caminho é mais árduo.
Com certeza.
Uma pontuação aqui. Eu tenho sentido muito que na prática a teoria é outra e na teoria é a mesma. Cada um vai ter que experimentar. É como ir num restaurante, você olha o cardápio, alguém até te sugere se o prato é bom ou não, mas você vai ter que viver, vai ter que experimentar, experienciar. E eu vou lhe dizer, para quem acha que às vezes a fala é uma coisa, mas na prática é outra, nós vivemos muitos momentos de aprendizado. Eu só posso estar aqui falando disso porque eu vivi, e é por isso que eu insisto tanto na questão da diferença entre paciência, resiliência, limites e tudo mais Porque a prática sim, ela vai demandar tempo, entrega Você vai ter que ter humildade pra reconhecer que você fez um caminho e, ok, aprendeu, mas você não precisa continuar nele. Pra não ficar, como você falou, tá há 30 anos um relacionamento e tá ruim. Então, temos que sair desse caminho. Mas aí existe o desapego, né, Muxi? A gente também tem medo de mudar de ideia.
Na verdade, a gente muda de ideia o tempo todo, né? As opiniões mudam...
Mas não admite, a gente não admite.
A gente não admite. A gente tem que saber uma coisa muito clara, é saber os nossos reais valores e o que realmente importa pra gente. Eu acho que isso é uma coisa que faz total diferente a gente parar de ir atrás dos Tem um termo que eu bato bastante, que é Maria vai com as outras. Vamos parar de ser Maria, vai com as outras e vamos ver o que realmente faz feliz. Se você quer ser solteira, assuma ser solteira. Se você quer ter um casamento, tem um casamento, mas assuma o que você realmente quer. E não fica muito apegado o que as outras pessoas falam que é certo ou que é errado. Não existe certo ou que é errado. O que é certo pra mim pode ser errado pra você, sim? E uma coisa que você falou, tudo que eu faço, tudo que eu falo, tudo que eu... coloco aqui, eu já experimentei, tá? Todos os treinamentos que a gente dá junto com o Tadashi, todas as minhas formações são todas vivenciais, tá? Então pra quem fez essa pergunta e esqueceu o nome dela, na prática é diferente e a gente tem que testar de cada vez. Então é uma coisa que eu acabei de falar, se eu fiz de uma maneira e não deu resultado, tentar da mesma forma não vai adiantar. Então a gente De uma segunda forma. E se não der errado, a gente tem que tentar de uma terceira forma. Se deu errado, a gente tem que tentar de uma quarta forma. Consistência, coragem. e coerência. Coerência pra falar o que eu quero e assumir, coragem pra fazer sem medo e enfrentar as adversidades e consistência pra fazer todo dia de uma forma diferente, entende? Pra eu alcançar esse objetivo. Isso é resiliência, entende? Eu não desisti facilmente. As pessoas têm uma frustração, algo ali na frente e falam, puta merda, não vou fazer de novo que eu vou dar errado. Puta, tive um relacionamento que foi horrível, a pessoa me traiu. Agora todo mundo é traidor. Então vamos parar de generalizar, vamos começar a assumir o que a gente quer e ir fazendo, colocando em prática e aprendendo com a prática. Não dá pra eu ficar pensando, se eu fizer desse jeito, se eu vou dar uma piscadinha pra minha esposa, ela vai gostar mais de mim. Não. Eu dei a piscadinha, não funcionou? Vou lá e vou sentar do lado dela e fazer um carinho na perna dela. Ainda ela não ficou bem comigo, vou dar um beijinho no cangote dela. Ainda não dei um beijinho no cangote dela, ela não acalmou, vou dar um abraço. Ainda não dei um abraço, vou fazer um jantar pra ela. Até que eu consiga obter o meu resultado, que é ficar bem com ela.
Entendeu?
Só que as pessoas dão uma piscadinha e falam, puta, ela não me quer. E deixa pra lá. E vai deixando. E vai deixando. E vai deixando. Então o que a gente possa fazer de várias formas diferentes, na prática, até que a gente consiga nosso objetivo. Entende? A gente não desistir fácil do nosso objetivo. As pessoas estão desistindo fácil. A vida não é fácil. Quem disse que ia ser tudo fácil? Até dois meses atrás a gente achou que o 2020 ia ser o ano. E todo mundo tem uma brincadeira aí. Volta 2019. Não. Vamos enfrentar o 2020. É assim que a gente vai evoluir, é assim que a gente vai crescer. Então, vamos que vamos. Qual que são as perguntas aí? Todo mundo falando, responde as perguntas. Não dá, é muita pergunta.
É, mas Felipe, qual é a sua pergunta?
Que a gente repete, aí a gente faz.
Felipe Medellin, que tá pedindo pra gente...
Tem uma interrogaçãozinho do lado do comentário aqui no Instagram. Faz a pergunta por essa interrogaçãozinho, que é mais fácil da gente ler.
Claro. Amor, chefe, enquanto isso, ó, são 20 para as 8, tô preocupada com a sua voz.
Não, vamos nela. Amanhã ela volta.
Eu queria... Come maçã, tá, gente? Ó, se a garganta...
Tô fazendo forno, tô fazendo forno. Tá melhorando bastante. Obrigado, viu, doutora Glaucia?
Doutora Glaucia, maçã, né? Mas depois, se der tempo, eu quero que você fale sobre o novo livro, gente, Pílulas de Resiliência.
Deixa eu pegar ele aqui, peraí.
Enquanto isso, eu quero dar um beijo aqui para a minha querida amiga Vanessa Bálsamo, até que escreveu aqui, né? A gente só erra quando tenta...
Agora voltei, estou discutindo.
Pílulas de Resiliência.
Pílulas de resiliência. Eu e o Tadashi, a gente lançou um compromisso por dia, que é o livro verde, que vocês vão ver aí. A gente está mantendo quase 50 mil cópias vendidas, bastante livro, e a gente desenvolveu uma técnica. através das frases diárias, que pode fazer uma mudança na nossa vida. O Compromisso por Dia, que é o livro verde, ele faz você ter atitudes diárias pra você se tornar mais resiliente, flexível, melhorar a sua expressão. Então todo dia você vai tirar cinco minutos pra poder melhorar. E a gente vem, quem quiser, segue o Instagram do Um Compromisso por Dia, várias pessoas vão falar aí, arroba Um Compromisso por Dia, vai lá ver a mudança e como as pessoas estão falando sobre esse acompanhamento do Compromisso por Dia. Só que tem pessoas que gostam dessa atividade, só que tem outras pessoas que gostam de ler alguns textos para fazer reflexões. Então o Pílulas de Resiliência foi um resumo que eu fiz do que as pessoas mais pediam dentro do Resiliência Humana. com textos, pequenos textos, onde as pessoas podem refletir. Eu sou uma pessoa muito visual e eu escrevo muito. E aí eu falei, eu comentei com o pessoal do editor, a gente, que eu falei, eu queria algo que as pessoas pudessem escrever. Elas falaram, não dá, pra esse livro, como é muito mais escrito, vai ficar um negócio de 300 páginas. E aí a gente criou um Moleskine que vem pra você fazer as suas anotações, então ele vem junto, tá? Tem um preço especial, uma promoção, onde você compra o livro e vem um Moleskine junto. E nesse Moleskine tem alguns exercícios pra fazer, certo? Algumas coisas bem legais pra fazer, não dá pra ver direito, mas alguma coisa. E páginas em branco pra você pegar o texto que você leu e escrever qual a atitude que você tem que tomar perante esse texto, que vai trabalhar todas as áreas da resiliência do ser humano. Então são pílulas porque é uma pílula que eu vou tomar ao amanhecer, vou ler esse texto, vou escrever qual que é a atitude que eu tenho que ter no dia a dia pra me refletir sobre isso. Eu não sei se vocês lembram de um livrinho que tem, que é muito, minha mãe é muito velha, minha mãe tá até desfazendo, que é minutos de sabedoria que você abre assim. Todo mundo conhece esse, que você se conecta com algo que você está precisando e abre a página e vem um soco na sua cara. Então esse livro, quando eu fiz, era mais ou menos com essa ideia, que eu pegue esses textos, eu leia todos eles, mas eu deixo ele na cabeceira e folhe ele, me conecte ao que eu quero. e abre ele na hora que eu estou precisando, e vem o texto que eu quiser, e aí no Moleskine eu vou anotar quais são as atitudes que eu preciso tomar para alcançar esse objetivo. Porque eu acredito que se a gente não colocar um objetivo e colocar na prática, a coisa não funciona.
Aí fica vazio.
Para quem quer, resiliencioemana.com.br, todos os produtos estão para vender, e é da editora gente, a Roseli, que é uma mestra, uma amiga, a gente vem acho que dia 16 fazer uma live com ela novamente.
A Karen Martins disse assim, quando você falou, ah, 2020, volta 2019, tá sendo o ano do aprendizado. Olha só.
Isso aí.
A percepção é diferente. Quis só comentar aqui antes que ela saia, então Karen Martins, obrigada, tá sendo o ano do aprendizado. E Amuxi, que maravilha você e a editora Gente, que aliás eu mando um abraço pra você também. Que bom que vocês não pararam.
Não paramos. A gente ia parar o lançamento, ela me ligou logo no começo da pandemia e falou, nós vamos continuar. Falei, nós vamos continuar. Somos resilientes, não desistimos nunca. Nosso objetivo é entregar um conteúdo bom através de um livro que as pessoas possam tomar esses tapas na cara. Alguém falou aqui, Adorei, abre uma página e vem um soco na cara, é isso mesmo. Eu gosto, a resiliência vem com frases de impacto para fazer a mudança. Eu aprendi que se a gente não sair da zona, zona, zona de conforto, a coisa não funciona. Então é da gente começar a olhar com essa força que a gente tem internamente para fazer as mudanças. Estou tentando achar a pergunta do Felipe, não estou achando.
Ah, o Felipe, aquele rapaz? Qual foi o pior momento das nossas vidas?
O pior momento da minha vida foi quando eu me envolvi com drogas, álcool, confusão, bagunça e eu tava só acabando com as minhas relações e acabando com a minha saúde. E através do caminho do autoconhecimento eu consegui sair desse lugar, consegui sair com muita força de vontade, voltar a estabelecer minhas relações com a minha família, com as pessoas que eu amo, com quem eu gosto. E também uma das situações mais difíceis que eu tive foi numa das minhas mudanças de carreira, onde eu tive que sair da engenharia e trilhar um novo caminho. Eu já troquei de profissão quatro vezes. Eu sou engenheiro civil de formação, depois eu fui trabalhar comigo com meus pais na confecção, depois eu fui ser dono de festas e balada, depois eu fui virar terapeuta, empresário e eu digo que até os 60 anos eu ainda vou mudar de profissão, vou ser viajante, essa é a minha profissão lá na frente. Ficar viajando e conhecendo pessoas, conhecendo o mundo. Então esses foram os momentos mais difíceis da minha vida. E foi daí que veio a resiliência. Daí que veio a resiliência humana. A resiliência humana veio quando eu vi que era possível mudar a nossa vida. Que era possível fazer transformações muito difíceis. E aí eu consegui criar a resiliência humana. E vem a resiliência humana, pra quem não sabe, vem do meu nome, Robson Amushi, Resiliência Humana. Tá? E o livro aí vem... Para quem não sabe, é pílulas de resiliência, para quem está perguntando.
Posso responder?
Pode.
Perguntou qual foi o pior momento e talvez o meu pior momento, quem seja, possa ser parecido com o pior momento de alguém Quando eu não respeitei os meus limites, na verdade eu só descobri que nós temos limites ou que eu tenho limite Depois que eu identifiquei que eu não tinha me preservado quando eu estava, como a Muxi disse, me doando muito mais para os outros, para o meu trabalho, aí eu adoeci Então esse momento em que a ficha caiu, em que eu não sentia a síndrome de burnout chegar pra mim foi o pior momento Num ponto de vista, porque se agora eu olho pelo retrovisor eu vejo que foi um grande momento que me fez seguir para um caminho de muito mais realização do que antes Em que eu posso ajudar as pessoas a não terem o que eu tive Eu continuo como jornalista, eu continuo compartilhando as coisas que eu aprendo Mas agora com foco no autocuidado E eu entendo, Amosha, que só tem um caminho pra gente viver tudo isso que a gente tá falando Paciência, exiliência, saúde e tudo mais É marcando a agenda, marcando reunião com você mesmo E a gente não tem que fazer isso Ninguém fala pra você que você precisa marcar reunião com você E aí com isso você vai abrindo mão, você vai se ausentando de si E aí começa uma série de maus hábitos. Dormindo menos, comendo mal, aquele mesmo fato que a gente não sabe, mas que a gente não dá valor no dia a dia. Então esse foi o meu pior momento. Pior por um ponto de vista. Por outro, foi uma grande mudança.
Tem aquela coisa, depois da tempestade vem o arco-íris. Só que tem pessoas que passam a vida inteira presas nessas tempestades. Sim, então chegou a hora de você assumir a responsabilidade da sua vida, assumir a responsabilidade do seu relacionamento, assumir a responsabilidade do seu trabalho, assumir a responsabilidade do que você quer, sair da tempestade e ir pro arco-íris. Sim, a vida é fácil, a vida é boa, dá pra ter uma vida leve, tá? Acabar com essa coisa da montanha russa, entende? Uma das minhas maiores buscas é acabar com essa montanha russa, que é um dia tá bom, outro dia tá ruim. Um dia tá bom, um dia tá ruim, tá? Buscar um equilíbrio pra gente ter uma vida, como diz o Décio, a gente tem que se divertir. Se não for pra se divertir, ficar a coisa muito pesada é melhor não fazer, sim? Mas a gente tem que ter muita flexibilidade, muita paciência pra chegar nesse lugar que é de a coisa ser leve e alegre, tá? Então eu acredito que tem que cada vez mais... a gente trabalhar esse autoconhecimento, trabalhar essa resiliência pra gente acabar com essa montanha russa aí e chegar no arco-íris. Deixa eu te fazer uma pergunta, Isabela. A gente vai fazer uma live sobre relacionamento semana que vem, não é isso? Vamos! Entendi, porque tem um monte de pergunta aqui sobre relacionamento e eu tenho um monte de história sobre relacionamento pra contar, mas a gente vai convidar vocês. Acho que vai ser que dia que a gente marcou? Dia 9, às 9 da manhã, né?
9 da manhã? Não, era...
Não? Não. Era dia 9, né?
Dia 9. Dia 9 você ficou de me confirmar o horário.
Tá bom, então a gente passa aí, a gente põe aí nos stories, mas provavelmente vai ser às 18 ou às 19.
E eu propus também essa conversa na semana do dia dos namorados, Amushi, por quê? Porque essa é uma semana em que agora a gente vai ver um monte de coração, um monte de cupido Só que tem muita gente sozinha, muita gente que não está namorando ou está se separando E eu tenho ouvido isso muito de amigas que dizem assim, poxa, todo mundo fala de casal, filho, etc Mas ninguém tá falando nesse isolamento de quem está sozinha, de quem não pode nem conviver com outras pessoas. Então eu acho bacana a gente trazer também esse outro aspecto do se relacionar. E se você também não se relacionar consigo primeiro, não vai adiantar estar com ninguém.
Tem pessoas pedindo pra eu abrir o livro aqui. São textinhos, tá vendo? Tem algumas frases bem legais, mas são textos que vão bem de impacto com o que você tá precisando Responder, aumentar sua resiliência. Tem alguém que pediu pra ler uma, eu vou me conectar com algo. Com a gente. Ó, o que veio pra gente. Aceite e peça ajuda. Nem sempre conseguimos nos livrar de todos nós, de todos os nossos nós sozinhos. Contar com a ajuda de especialistas é uma forma de acelerar o processo de cura e é um atalho. Um processo de cura emocional pode começar, por exemplo, por uma massagem terapêutica, por outros caminhos. Os pontos do nosso corpo que estão travados guardam questões ligadas a emoções que vivenciamos, como estresse, raiva, tensão e medo. Com ajuda pode ficar mais fácil. Aceite e peça ajuda. Existem muitas pessoas preparadas, com muita bagagem de estudos prontas para ajudar. Você não precisa resolver tudo sozinho. Isso não é sidao de incapacidade, mas sim de inteligência e perspicácia por saber a diferença que alguém incapacitado pode fazer em sua vida. O livro é um desses. Não é por acaso que veio essa frase. Então é você se conectar com uma coisa que você precisa, que é o que está todo mundo precisando agora, talvez uma ajuda profissional, ler um livro, uma meditação, algo diferente, e você aí pegar isso, anotar isso, quais são as atitudes que eu preciso, pra quem que eu preciso pedir ajuda e seguir seu caminho pra ser feliz. São métodos que eu desenvolvi pras pessoas serem mais felizes, mais resilientes e alcançarem seus objetivos mais rápidos.
Gente, pra viver uma vida que vale a pena ser vivida, segue esse homem, esse literaturo incrível que sempre nos traz uma palavra que vai vir cirurgicamente nos ajudar em alguma situação.
Todos nós somos especiais, tá? Todos nós temos talentos, tá? A gente só tem que aumentar nossa caixinha de ferramenta. Eu aprendi uma coisa com essa semana, não sei se foi essa semana ou semana passada, com o Eduardo Shinyashi, que a gente foi fazendo uma série de lives, amanhã a gente tá aí meio-dia, todo dia meio-dia, e ele falou alguma coisa. Ao você acordar, o que você fala pra você mesmo? Você olha no espelho e fala algo que você quer pro seu dia e começa o seu dia assim, tá? Então todo dia quando vocês acordarem, o que vocês estão pedindo pra vocês mesmo? Então peça o que você tem de especial pra ser potencializado. Então se você é uma pessoa que sabe se relacionar, pede pra você se relacionar cada vez melhor. Se você é uma pessoa mais estratégica, que sabe lidar melhor com números, pede pra que você seja muito boa nesses números, pra gente começar a potencializar o que a gente realmente é bom. Pra gente ter a nossa caixinha de ferramentas gigantesca e poder ajudar um monte de gente. Quando eu me ajudo, quando eu me transformo, eu começo a ajudar os outros automaticamente. Então, vamos aumentar essa caixinha de ferramenta nossa. Vamos parar de ficar paralisado, reclamando. Chega, galera. Chega, por favor. Pedir ajuda.
E é muito importante a gente ter humildade pra reconhecer que nós vamos sim precisar de um outro ser humano, que tem habilidades diferentes da nossa, pra nós tornarmos um melhor humano.
Só sobrevivemos por causa disso. Se a gente não fosse assim, a gente não estaria aqui, a gente não tem garra grande, a gente não... tem mão grande, a gente não corre muito. E a gente usou essa inteligência pra se unir na época das cavernas, pra sobreviver. Porque um sabia correr mais, outro sabia afiar um machado, outro sabia onde estava a água, outro sabia algo diferente. E a gente se uniu pra se transformar em uma sociedade melhor e sobreviver. Chegou a hora da gente fazer isso de novo.
Meu amigo Robson Almoxa, obrigado pela entrevista.
Quer responder mais umas perguntas? Aí a gente tem mais cinco minutinhos.
Você que manda, eu tô só aqui.
Ah, eu tô aqui. Eu não tô muito preocupado com essa voz, não.
Tá vendo? Você puxa daí a pergunta... Deixa eu.
Achar uma bem boa aqui, bem cabeluda. Livros de autoajuda, tem uma pessoa aqui. Quais são os livros de autoajuda? Um Compromisso por Dia, é um verde. Resiliência, Pílulas de Resiliência, tem o Livro da Consciência do Tadashi. Pra quem gosta de pôr na prática, tem um oráculozinho que a gente vende que chama Oráculo do Pão. que você, através de palavras e fazendo pão, você faz uma transformação. Tem o poder do agora, que é um livro difícil de ler, mas ajuda muito. Descubra seus pontos fortes, que venha um teste para você fazer, que você descobre seus talentos e para de olhar para as coisas que você é ruim. Deixa eu ver outro livro bom para indicar. O poder do hábito, muito bom. autorresponsabilidade do Paulo Vieira, 100% presente do Joel Jota, tem um monte de livro bom aí. O Resiliência aí na página no e-commerce do Resiliência tem bastante.
Posso indicar um?
Pode, claro. Fala vários, porque assim as pessoas vão se identificar com um e vão atrás.
Esse que eu vou recomendar é Parece ser difícil ser encontrado, mas tá muito fácil. É a biografia de cada um, Amoshi. Porque às vezes, muitas vezes, nós buscamos fora o que também tá dentro. E nesse momento em que a gente tá aprendendo tanto, a gente precisa olhar pra nossa biografia, reconhecer o que deu certo, o que poderia ter sido diferente, que recursos eu preciso buscar a partir de agora, mas é fundamental, Põe aí Amoshi.
Galera, põe dicas de livro aí, vocês também podem contribuir na vida dos outros. Então ponham livros que mudaram sua vida nos comentários para outras pessoas poderem entender e também através do que ela se identificar. Tem livros que a Isabela vai falar que vai identificar para um, que eu falei para outro. Para quem quer saber onde está vendendo, www.resilienciuhmana.com.br, na bio do Resiliência Humana, no perfil aí tem. para você falar. Roponopono também tem, Limite Zero, do Roponopono, o Kadashi indicou, são livros muito bons.
Eu hoje só vou recomendar para que cada um leia a sua biografia, relembre o que já fez, relembre como chegou até aqui, identifique quais caminhos ainda podem continuar servindo e quais não.
É isso aí. Tem uma pessoa aqui, vamos matar com a última pergunta aqui. Como se tornar uma pessoa mais resiliente? Hoje eu fiz uma live pela comida. Eu estou com um amigo que tem um restaurante, doutoreiro Valésio Juliano, ele fez uma live aqui na minha casa. Ele é uma pessoa muito querida e a gente falou, vamos pontuar três coisas que fazem as pessoas se tornarem mais resiliente e dá pra casar com uma outra pergunta aqui de uma outra pessoa, como a vida ficar com menos ansiedade e não pegar de surpresa essas crises. Viver a realidade. Pessoas que vivem a realidade, não fiquem vivendo o futuro nem o passado, são pessoas mais Então, de saber enfrentar a realidade como ela é, sim. O que está acontecendo agora? O que eu preciso fazer agora? Não ficar pensando no amanhã. Tem uma pessoa que como lidar com uma crise financeira? O que você pode fazer agora, que você tem de talento? É vender brigadeiro? É ajudar uma pessoa? Coisas simples que você tem de fácil fazer, que você possa fazer nesse momento, sabendo a realidade de agora, que você possa se reconstruir para sair desse momento de crise que você está. Então enfrentar é realidade, tá? A segunda é ter sentido no que você faz, tá? Não fazer por simplesmente fazer. Fazer as coisas com amor. Quem faz as coisas com amor é muito mais resiliente. Então eu saber que eu escrevi esse livro, vai ajudar você, vai me ajudar, vai ajudar a minha família. Minha mãe lia o livro e falou, puta, eu preciso dar esse livro pra todo mundo. Entende? Então eu não tô me ajudando só, tô ajudando, é o ganha, ganha, ganha. Saber que o que eu tô fazendo vai reverberar para os outros. Entender que tudo que eu faço tem um sentido e entender esse sentido. Pessoas que captam esse sentido mais facilmente são mais resilientes. E a terceira, que é a que eu mais gosto, que é a dica de ouro, é o presente, é ser uma pessoa criativa. Se divertir com os erros. O brasileiro é a pessoa mais criativa que eu já vi na face da terra. Tem muitas pessoas que usam a criatividade para o mal, vamos usar essa criatividade para o bem. Pessoas que olharam a realidade. colocar o sentido e usar a criatividade para sair de onde estão e criar uma coisa nova, ela sai muito melhor lá na frente. Sim? Então vamos ser criativos, galera. Dentro de cada um aí eu sei que tem uma criatividade maravilhosa, vocês são monstros em fazer coisas diferentes através da alegria. A gente pode estar com um monte de problema, mas ainda assim olhar o lado positivo da coisa e ser criativo e ir atrás com essa criatividade, criar coisas novas e sair muito melhor lá na frente, como eu disse agora há pouco. Então usar a criatividade, enfrentar a realidade como ela é, parar de criar a realidade que não existe e viver uma coisa que não é nossa. E buscar o sentido de vida que me ajude, ajude as pessoas que estão do meu lado, ajude a sociedade, ajude o universo. Acho que essa é a dica para ser mais resiliente agora.
Perfeito. Amor, obrigado pelo seu tempo, obrigado pelas palavras mais uma vez.
Boa, vou meditar com o Tadashi agora 8 horas, quem quiser vamos lá. Estão batendo 21 mil pessoas, 23 mil pessoas meditando ao mesmo tempo. É uma pancadão. A Egrégora é muito forte. Pra quem quiser, 10h30 eu tô aí amanhã também com a Juliana, técnicas alternativas pra se tornar um corpo melhor. Amanhã a gente vai falar sobre como alinhar os chakras. Meio dia eu tô com o Edu aí, acho que a gente vai falar de relacionamento. Dia 9 eu tô com a Isabela aí pra gente falar sobre dia dos namorados. Você que tá sozinha aí, vem aí que eu vou dar umas dicas especiais de como você arrumar um namorado. Sou bom nisso, foi muito namorador. Tá? Aprendi muito. Eu era gordão, feio. Eu falava, se eu não me tornar bom, eu não vou conseguir. Vou ficar sozinho. E aí eu fui aprender, aprender, aprender, aprender. Não tinha medo e aprendi bastante.
Tchau, querido. Obrigada. Beijo pra você.
Beijo, beijo.
Tchau, tchau.
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