A motivational monologue in Portuguese about stopping yourself from shrinking to fit into spaces. The speaker urges self-acceptance, taking responsibility for your life instead of blaming external factors, and cultivating genuine inner change through self-love.
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Que a gente às vezes fica buscando o sim das pessoas e não se dá sim. Então, antes de querer o sim de alguém, primeiro se dê o sim. Reconheça tudo que você fez para chegar até aqui, para que a partir daqui você tenha uma história diferente. Mas se você ficar agarrada lá no passado: "Ai, esse passado, nossa, como eu sou vítima, meu Deus do céu, olha tudo que aconteceu." "Meu Deus do céu, que tristeza!" Você vai deixar um monte de oportunidade passar. É culpa de quem? É da inteligência artificial? É do Instagram? Não! O mundo não tá contra ninguém. O que eu tô querendo fazer pra vocês aqui é uma pitadinha de autorresponsabilidade. "Mas aí, beleza, Bela, já sei." Hã? Como? Turismo interno. Reconheça quais são suas características hoje, revise o seu passado para respeitar muito o seu presente, e aí sim você consegue as informações que você precisa dentro para conseguir fora. Só que a gente está querendo um monte de resposta fora sem parar para analisar você com você. Aí o chefe é um problema, o marido é um problema, o sócio é um problema, todo mundo é um problema. Você é um alecrim dourado da floresta. Se você já sabe que você não pode usar um sapato no lugar maior do que o seu porque adoece, por que você está se encolhendo para caber em lugares que não são para você? Toda vez que você se encolher para caber em algum lugar, você vai adoecer. E isso não é sobre sapatos. Eu só consegui gerar o amor depois que eu experimentei o amor próprio. Obrigada, tá? Foi um prazer.