POR QUE TANTA CORRERIA?

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Olá, boa tarde. Bem-vindo, bem-vinda. Tudo bem, Raíssa, Vitória? Hoje nós vamos falar sobre a correria que todos nós estamos vivendo. E aí eu pergunto, por que tanta correria? Para quem? Por que vocês estão correndo? Se vocês me disserem que estão correndo por um objetivo bem genuíno, estarei aqui com vocês. Se vocês ainda não sabem por que estão correndo tanto, também estarei aqui com vocês. Para o pessoal do Resiliência, meu nome é Isabela Camargo, sou jornalista, trabalhei nas principais emissoras de rádio e TV, e hoje estou aqui almoçando com vocês para a gente falar sobre tempo de qualidade. para a gente falar sobre produtividade sustentável, para a gente entender por que estamos tão ansiosos, tão estressados e tão doentes, não é Arthur? Viva a gratidão, sejam bem-vindos. Ana Paula, parabéns pelo workshop de ontem, que bom. Que bom que você esteve comigo para aprender sobre as cinco dimensões. Se der tempo a gente fala sobre isso, tá bom? Quem está almoçando comigo, levanta a mãozinha aqui. Se vocês acharem que esse assunto é relevante pra gente entender como nós podemos viver com menos ansiedade e menos estresse, envie corações aqui, porque assim o Instagram vai entender que o assunto é relevante e eu entendo que nós podemos e precisamos aprender a pensar no tempo antes de uma pausa involuntária, antes de algo que... nos tire do eixo. Eu costumo ver as pessoas falando sobre a velocidade do tempo, ou em velório, ou em algum acidente, ou em algum hospital com algum diagnóstico. Eu sei que isso é triste, mas é real. A gente não precisa esperar que nada de ruim nos aconteça, né, Sandra Maria, pra gente pensar no que estamos fazendo com o nosso tempo. Eu tô dizendo isso porque eu vivi uma experiência muito ruim com a síndrome de burnout e que hoje, gente, olha, são 20 milhões de brasileiros com diagnóstico, fora aqueles que não aceitam que tem limite, não é? É por isso que no subtítulo do meu livro eu coloco como encontrar limite em um mundo sem limites. Esse livro não é sobre a minha história, esse livro não é sobre burnout, esse livro é sobre. o nosso tempo, porque estamos como estamos, porque estamos tão estressados, porque estamos tão ansiosos, porque estamos tão agoniados, com o coração sempre ou acelerado ou apertado, não é? Eu lancei esse livro há pouco mais de dois meses, hoje ele é bestseller, e eu tô muito feliz, inclusive está sendo vendido pelo resiliencia humana.com.br com dedicatória. É tão bom quando eu posso ir lá na Resiliência colocar um recadinho especial pra cada um de vocês. Amanhã eu já vou pra lá. fazer essa dedicatória com muito carinho. Se vocês vão dedicar tempo pra mim, pra leitura, o mínimo que eu posso fazer é dedicar tempo, pra colocar um recadinho especial pra cada um. Mas vamos em frente. Neste livro, pra quem está perguntando aqui, o prefácio é do Cortella. E depois tem 150 entrevistas de pessoas que nós respeitamos, de pessoas que marcam o nosso tempo, tá? Então, É com muito respeito que eu vou dividir essa hora do almoço com vocês. E por que eu estou aqui no Resiliência Humana na hora do almoço? Porque lá no meu site, na minha página, muito obrigada pela confiança de vocês, Isabela Camargo Real, eu estou almoçando com vocês. Porque assim como nós nos alimentamos, com comida... nós também alimentamos o nosso cérebro com informações... e ao invés de estarmos nos nutrindo podemos estar nos inflamando. Então... é sempre um presente estar aqui com vocês na hora do almoço... para que vocês prestem atenção nessas palavras que eu direi... para que vocês... nutram a mente de vocês, e não fiquem zapeando aí outros sites, não é, e de repente possam se inflamar com tudo isso. Andressa, tá gostando das lições que eu tenho feito você pensar? Que bom. Essa é minha missão como jornalista, é trazer informações para que vocês criem, vocês reforcem a autonomia, para que vocês se lembrem do autoconhecimento e assim evitar o autoengano. Não é, Johnny? Por que tanta correria? É isso. Se alguém puder escrever aqui, doutora Ana Paula Pena, linda neurologista maravilhosa, se alguém puder me escrever aqui, porque tanta correria, eu agradeço. Vou abrindo mensagens também. Nessa quarentena não tô bem. Deixa eu ver essa mensagem aqui. Opa, passou. Eu gosto muito quando vocês interagem, porque isso aqui é pra ser realmente uma troca, tá? Senão seria um monólogo, e é muito chato, às vezes, o monólogo. Então, Éder, obrigada, era tudo que eu precisava ouvir. Éder, que assim seja. Quando o ouvido está pronto, a mensagem chega. Quando o ouvido está pronto, a mensagem chega. Então significa que logo que você ouvir uma mensagem, você já está pronto a primeira vez. Às vezes a gente precisa ouvir a mesma mensagem várias vezes. Quem já não leu o livro, né, por exemplo, e depois releu e falou, nossa, onde eu tava? Até filme, né, quando a gente assiste mais de uma vez. Onde eu tava que eu não tinha entendido essa mensagem? Sim, porque nós vamos mudando nossas ideias graças a Deus. No livro, inclusive, eu falo sobre a atualização de identidade. fundamental para a gente não pirar, tá... fundamental para a gente não enlouquecer... porque conforme os anos vão passando... as nossas características vão mudando... e se a gente não para para pensar nelas... só vem frustração. Por quê? Porque a gente quer viver um presente e um futuro... com as características do passado... ah... não tem como... não tem como. Eu hoje com a idade que eu tenho eu quero fazer o que eu fazia há 20 anos... Não. Algumas coisas eu faço melhor, algumas coisas eu faço com mais velocidade, mas outras não. É fundamental a atualização de identidade pra que vocês observem por que estão correndo tanto. Pra quem tá me perguntando, aqui o nome do livro ó, dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Em que eu proponho, em que eu ofereço, informações úteis para que vocês vivam um tempo de qualidade. O pessoal que está no Resiliência fica me vendo alternar aqui e quem está na minha página, Isabela Camargo Real, eu estou com dois telefones, um do ladinho do outro, porque assim eu consigo levar a minha mensagem para mais corações. E é por isso que quanto mais corações vocês colocam aqui do lado, mais a mensagem vai chegar a mais pessoas. Vocês sabem que as palavras são sementes, elas podem construir ou destruir. e se no coração de vocês vocês estão sentindo que o que eu estou falando faz sentido, provavelmente os amigos de vocês e quem vocês estimam também possam usufruir. Alguém me perguntou aqui no Resiliência Humana onde está sendo vendido o livro, aqui, resiliencia-humana.com.br, com dedicatória, tá, vem com uma dedicatória, assim, um recadinho, Eu coloquei até nos meus stories, eu sempre coloco, né? Quando vocês me marcam, eu republico no meu story. O Resiliência envia o livro com muito capricho. Ferreira tá dizendo que está falando do Porto, de Portugal. Fã da minha página, muito obrigada. Pra quem está aqui no Resiliência, meu nome, assim como minha página lá no Instagram e no YouTube, Isabela Camargo. Aí tem o Real porque quando eu fiz a inscrição já tinha uma outra Isabela Camargo. Bem, vamos lá. Natal vende? Sim, Milton. Em qualquer boa livraria ou na internet você vai receber o livro. Bom, vamos lá. Francisco, um abraço de uma pessoa. Outro abraço pra você. Gente, eu propus aqui pra vocês o tema hoje. Por que corremos tanto? Alguém pode me dizer por que corremos tanto? Ou para que corremos tanto, Arthur, de New York City? Como é que tá a eleição aí? Como é que tá a apuração da eleição americana? Bom, Renata da Espanha, graças. O livro também está na Amazon, sim. a lei de presente prudente. Bom, eu ficaria aqui dando um beijo... e emanando as mais sinceras vibrações positivas... mas nós temos aqui uma hora só de almoço... em que eu pretendo nutrir... as ideias de vocês. Por que corremos tanto? Será que essa correria está nos levando a algum lugar... ou quanto mais corremos mais estagnados ficamos? Pensem nisso. Quem tá correndo? Quem tá sentindo que o tempo está voando? Levanta a mãozinha aqui pra mim. Emílio de Moçambique, uau, tá chique, hein, essa resiliência humana hoje. Luciano está falando sobre a ansiedade. Aqui no meu canal, Isabela Camargo Real, eu vi algumas pessoas, o estresse, né? A live vai ficar gravada? Vai sim, Jane, no Resiliência Humana e na minha página, Isabela Camargo Real. Bom, a demanda é muito grande, Rose, a demanda é muito grande, mas será que alguém está nos obrigando a colocar mais coisas na agenda, ou nós estamos colocando mais coisas na agenda, porque queremos fazer tudo? Queremos aceitar todos os convites. Queremos estar em todos os lugares. Pensem nisso. Fundamental para a gente tocar a nossa conversa a partir de agora. Quando eu comecei a pesquisar o livro, eu fui atrás da seguinte resposta. O tempo tá passando mais rápido ou nós estamos passando mais rápido pelo tempo? Gente, quando vocês chegam aqui nesse capítulo no livro, é uma chuva de ficha caindo. Porque o tempo da natureza continua igual. O nascer e o pôr do sol, as estações do ano, tá? A lei está dizendo... queremos fazer tudo... resolver tudo... pois é... é a nossa ilusão de controle... é a nossa ilusão de... ilimitados... que podemos ultrapassar nossos limites todos os dias. Alguns dias a gente consegue. Todos os dias é o problema. Eu sempre falarei para vocês aqui... sobre o caminho do meio... Aliás, olha que bonitinho, quando a gente coloca as mãos em prece, onde eu coloco essa mãozinha? No meio, no meio do meu corpo, onde deveria estar o meu eixo. Quando eu estou nos extremos, quando eu estou no extremo da correria, ou quando eu estou no extremo da inércia, todos os extremos são muito ruins. Por isso que o caminho do meio é fundamental. Renato Vieira, as falsas facilidades com avanço tecnológico nos faz ter menos qualidade de vida. Sensacional, Renato. Inclusive aqui, no livro, eu falo sobre isso e aqui no Resiliência o Pablo está dizendo... a dificuldade de dizer não nos sobrecarrega. Também falo sobre isso. Pablo, inclusive eu ensino a dizer não. Eu treino o não com vocês. É muito interessante. Nós estamos com uma grande ilusão de estar em todos os lugares e fazer tudo. soma essa ganância a fazer várias coisas ao mesmo tempo... que é uma crença absolutamente equivocada... que só vai fazer vocês perderem energia e tempo... todas essas ilusões estão consumindo... a nossa energia e o nosso tempo. E aí... como nós queremos fazer mais coisas ao mesmo tempo... nós teremos que correr o tempo inteiro. E quando a gente corre demais, o que acontece com a nossa respiração? Ela fica ofegante. E aí eu vou contar um negócio para vocês que é chocante, também está no livro. Nosso cérebro precisa de dois combustíveis para funcionar bem. Oxigênio e glicose. Se eu não estou respirando bem, Eu não estou dando a principal condição para o meu cérebro absorver a informação, memorizar o que você está olhando durante o dia. É por isso que muitas pessoas chegam em casa, exaustas, ou nem precisam chegar em casa, né, estão trabalhando tanto em home office, que chegam à noite e estão sobrecarregadas, esgotadas, e não lembram o que fizeram durante o dia. não se lembram do que fizeram durante o dia, não se lembram do que almoçaram, isso significa que o cérebro de vocês não memorizou nada, e provavelmente porque vocês não respiraram em um ritmo coerente, coerente com a necessidade biológica que nós temos. Então, de novo, a respiração é um combustível. Qual é o segundo combustível, Isabela? Glicose. Ah, é por isso então que eu sempre gosto de estar com vocês na hora do almoço? Sim! Para que vocês se alimentem bem, pelo menos eu tento lembrar, e para que vocês realmente mastiguem o alimento, para que essa glicose seja absorvida pelo corpinho de vocês, e que vocês nutram o corpo de vocês com que vocês estão almoçando, e nutram os pensamentos com que eu estou dizendo. Por mais que às vezes eu abra várias janelas, no final dessa nossa conversa vocês entenderão que tudo faz parte do todo. Tudo faz parte do nosso tempo. E para falar um pouquinho mais sobre a respiração, Claudirene de Teresina Piauí, ô delícia, o movimento entre a inspiração, e a expiração é o que eu chamo de tempo... e é o que eu chamo de vida... porque quando nós não fizermos mais este movimento significa fim... significa morte. Ah, mas Isabela, você vai falar de morte? Sim, para falar de vida eu preciso lembrar que temos um tempo finito... dentro de um tempo infinito. Lembra que eu comecei aqui o nosso almoço... falando que nós não precisamos parar para pensar no tempo só quando estamos num velório, só quando percebemos como não temos controle sobre nada. Então, para aqueles que estão correndo, porque a agenda está muito cheia e para dar conta do que você coloca na agenda você tem que ficar correndo de um lugar para o outro, vocês estão respirando mal. Não conheço ninguém com a agenda cheia que está bem. Ai, lembrei de tudo que eu fiz no meu dia, nossa, eu lembro de todas as telas que eu abri, eu lembro de todas as páginas no Instagram que eu vi. Quem me diz sim? Tô provocando vocês, mas só provocando para que vocês despertem. Tá, Regiane? Vamos lá. Agenda cheia faz a gente esquecer de quem somos. Momentum psico. Agenda cheia faz a gente se excluir dela. E isso é uma coisa que eu falo super... com muitos detalhes, com muita profundidade, aqui no livro dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites. Se você não se colocar na agenda... Se você não excluir algo para se incluir... vou repetir... se você não excluir algo para se incluir... sabe o que vai acontecer? Vocês vão adoecer. Simples assim. Então, por que tanta correria? Por que tanta ansiedade? Por que tanta pressa? Por que tanta insatisfação? Por que a agenda cheia nos faz ficar estressados? Não é? Gente, eu não tô conseguindo. Aqui, Val Mendes. Agenda cheia faz a gente ficar estressado. Vencendo o burnout. Querida, um beijo pra você. Agenda para os outros parece ser mais importante que a agenda para nós mesmos. Sim. Sabe por quê? Porque em algum momento da sociedade alguém disse que se você cuidar de você ou se você se incluir, isso é egoísmo. Ai, porque você tem que servir os outros o tempo inteiro. Gente, se você não se cuidar, você não vai cuidar de ninguém. Se você não se cuidar, você pode estar no melhor emprego do mundo, com o melhor salário do mundo, que o seu corpinho vai te fazer parar. Pode demorar, né, o corpo ele vai enviando muitos sinais por longos períodos, aí se você não para, o que que acontece? Ah, então agora nós vamos parar. Foi o que aconteceu comigo com a síndrome de burnout, é o que acontece com muitas pessoas, né, e nós precisamos Entender, Rosiane, por que nós estamos nos cobrando tanto? Porque aí a cobrança mais a culpa por uma agenda cheia que a gente não consegue dar conta faz o quê? Faz você se perder pelo caminho. Então, só um segundinho. Quanto mais compromissos, menos respiração coerente. Quanto menos respiração coerente, menos memória. Quanto menos memória, mais você vai sentir que o tempo está passando muito rápido. Cobrança. Culpa. Insatisfação. Perda de tempo. Ah, mas Isabela, eu não posso descansar, o que que os outros vão pensar? Não sei. Eu prefiro pensar na sua saúde. na sua produtividade sustentável, que foi o workshop que eu falei sobre as cinco dimensões para você trabalhar com saúde e satisfação. Quem perdeu, entra lá no meu Instagram que vocês terão a inscrição e a reprise hoje, tá? Produtividade sustentável. Porque todo mundo aqui já entendeu que trabalhar é fundamental para desenvolver a nossa criatividade, para nos dar motivação. O problema é quando a gente coloca esse trabalho, quando a gente ama tanto o que faz, que a gente esquece de si mesmo. E aí vai dizendo sim, sim, sim para mais trabalho, sim para pedidos familiares, sim para todo mundo, menos sim para você. Uma coisa está totalmente relacionada à outra, tá? Liz, rainha, precisamos tirar o pé do acelerador. Elisângela, de Itabaiana, Sergipe. Precisamos colocar um pouquinho, sabe o que, Elisângela? Tempo de qualidade. Alguém está perguntando qual Instagram. O meu, Isabela Camargo Real. Acho que está escrito aqui em cima na descrição do livro, tá? Isabela Camargo Real. Não consegui. Você pede? Então... Eu costumo dizer muito sobre a pausa voluntária para a gente evitar a pausa involuntária. Cuco, qual o meu nome? Isabela Camargo. Eu sou jornalista, trabalho há 23 anos com comunicação. Trabalhei na Globo, na SBT, na Band e hoje estou aqui compartilhando conteúdos com vocês que eu tenho certeza que vai devolver para vocês a sanidade, que vai devolver para vocês a consciência das consequências do que estamos fazendo. Muito do que eu falo aqui, falarei, está aqui, ó... no Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Um livro que eu lancei faz pouco mais de um mês, é best-seller, porque eu ofereço informações úteis, práticas, para a gente viver uma vida que vale a pena ser vivida. Por quê? Quem aqui corre de um lado para o outro e está no mesmo lugar? Quem aqui tem uma agenda cheia e uma vida vazia? Vou repetir. Quem tem uma agenda cheia e uma vida vazia? Só pensem. Tudo que eu trago para vocês eu vivi na pele, eu pesquisei e fui validando com mais de 4 mil pessoas. Então, nós precisamos pensar naquilo que por estarmos muito distraídos, muitos estímulos, muita ganância em querer saber tudo o que todo mundo está fazendo, a gente acaba se esquecendo, se negligenciando. É por isso que treinar o não é fundamental. É por isso que eu digo isso aqui no livro, Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, à venda aqui no resilienceaumana.com.br. Agradeço profundamente o Robson Ramosch, por me dar esse espaço, por me permitir almoçar com vocês, Estou também na minha página com os meus seguidores amados, Isabela Camargo Real, e eu tento compartilhar todos os dias aquilo que funcionou para mim, funcionou para voltar para o jogo, funcionou para viver uma vida com menos estresse e menos ansiedade, mesmo trabalhando bastante, porque eu aprendi a me colocar na agenda, eu aprendi a excluir para me incluir. Eu vou abrir aqui uma pergunta. Como dizer não no trabalho? Adriana Coelho. É Adri minha amiga? Será, gente? Tem uma Adriana Coelho. Bom... Como dizer não no trabalho? Como dizer não para um familiar? Como dizer não para um convite de algo que você quer aceitar? Treino. Porque dizer não para aquilo que você não quer é muito fácil. Vou repetir, só um segundo. Dizer não para aquilo que você não quer é muito fácil. Quero ver você dizer não para aquilo que você quer. Mas não tem condições. Isso serve no trabalho e isso serve nas nossas relações. Claudio Cunha, como dizer não pra si mesmo? Pera! Primeiro nós estamos falando sobre a necessidade de dizermos sim pra nós, porque se nós somos o país mais ansioso do mundo, se nós temos 20 milhões de brasileiros com diagnóstico da síndrome de burnout, que é o esgotamento pelo excesso de trabalho, estamos dizendo muito não para nós mesmos e muito sim, né, para o outro. Então como é que eu vou dizer não com comunicação não violenta? Colocando algumas palavrinhas antes do não. Por enquanto não. Hoje não, essa semana eu não posso. Obrigada pelo convite no trabalho, chefe, obrigada por essa oportunidade, era tudo o que eu queria, mas eu não tenho como aceitar. Infelizmente. Porque senão eu posso comprometer outros resultados. E isso vai ser muito ruim. Eu não quero perder a minha eficiência. Até porque se você recebe mais trabalho no seu trabalho é porque você é competente. Ninguém que é incompetente recebe mais trabalho. E isso pode te levar para um lugar Que não é legal. Eu estive nesse lugar. Falei inclusive no workshop ontem, sobre produtividade sustentável. Armadilha da competência. Armadilha da competência é quando você acredita que mais trabalho vai te levar para um lugar melhor, para um salário maior. Nada disso. Às vezes sim, tá, gente? Às vezes rola. No meu caso não foi. E olha, mais de 4 mil pessoas que eu entrevistei também não. Todas amam ou amavam o que faziam. Isso também não tem a ver só com pedidos do chefe. Ontem, no workshop Produtividade Sustentável, quem não pôde assistir está lá na minha página, Isabela Camargo Real, os caminhos para vocês verem a reprise, eu entrevistei uma bancária, gerente de agência, então ela não tinha chefe, ela era chefe dela. e ela teve um burnout lascado... por quê? Porque trabalhava da 7 às 7... e não via problema em trabalhar demais. Ela achava que nas férias ia conseguir descansar... que no feriado vai conseguir recuperar o horário de sono... até que muitos anos nesse ritmo... a fizeram parar. É disso que eu estou falando. É pausa voluntária... para evitar uma pausa involuntária... Salva essa live, Isa. Sim, ficará gravada. Né, Teixeira, Silva, Cleiton. Ficará gravada aqui no Resiliência Humana e no meu canal, Isabela Camargo Real. Faço um convite pra vocês darem um pulinho lá. Dani tá dizendo que é difícil dizer não, mas não é impossível. Bom, é o seguinte. Tudo aquilo que eu não tento pode parecer difícil. Tudo que eu não tento pode parecer difícil. Tudo aquilo que eu disser que é difícil se tornará difícil. As palavras podem construir ou podem destruir. Escolhas, fazemos do bom dia ou boa noite e você vai ter que escolher. Ou ficar dizendo que algo é difícil ou tentar e treinar como um não. De novo, dizer não para o que a gente não quer é fácil. Quero ver dizer não para aquilo que a gente gosta e quer. Muitas pessoas esperam uma oportunidade no trabalho. E aí essa oportunidade quando chegou tá tão sobrecarregado que vai dizer sim. Porque não quer perder a oportunidade, né? E se eu disser não, o que vai acontecer? Bom, eu vou te dizer o que vai acontecer. Ou você vai procurar emprego com saúde ou você vai procurar emprego com um problema de saúde. um tratamento para recuperar a sua saúde, que foi o que aconteceu comigo. Eu, como jornalista, só posso falar aquilo que eu pesquiso e aquilo que eu vivo e valido. É desafiador? Sim. Dani, leu minha frase? Tô aqui, ó, tentando ler todas as mensagens. Souza, ótima reflexão. Souza, tô aqui, ó, pra almoçar com vocês, tá? E trazer calma na alma. Lembrar que a gente precisa se colocar em primeiro lugar. Isabela, mas eu já ouvi isso tantas vezes, é tão difícil. Se você pensar que é difícil, será difícil. Se você pensar que você pode tentar, show. CR NOL, o que você pode dizer sobre atualizar a identidade? Olha, parece que você leu o meu livro. A atualização de identidade tá aqui, no livro dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites, que está à venda no resilienciaumana.com.br, com uma dedicatória, com bastante carinho. Adoro, adoro colocar um recadinho especial pra cada um. Amanhã eu vou lá na Resiliência pra assinar cada um. Bom, a gente gasta saúde para ganhar dinheiro, depois gasta esse dinheiro para recuperar a nossa saúde. Quem é que paga terapia para trabalhar? Quem é que vai no médico da moda, vai buscar um remédio que vai te ajudar a aguentar o tranco? Eu, antes de ter a síndrome de burnout, quando eu trabalhava na TV Globo, eu tomava remédio para dormir e para acordar. Você acha que está certo isso, gente? Ah, mas então por que você não pedia demissão e ia para um lugar melhor? Bom, as nossas condições sociais interferem muito nas nossas decisões e é por isso que eu estou aqui para lembrar vocês que melhor uma pausa voluntária, ouvir os sinais que o corpo está te enviando, ou ser obrigado a fazer uma pausa involuntária. Essa pausa involuntária pode vir de um tratamento de saúde, de uma demissão, como foi o meu caso, e aí você vai viver um luto tão ruim, e que pode demorar tanto, que aí você vai pensar, nossa, por que que eu não pensei nisso antes? Mas, vamos lá, estou aqui para dizer, né, Djalma, que é amor próprio se cuidar, não é egoísmo. Eu estava dizendo, né, agora há pouco, adoro quando o Djalma me lembra, né, quando vocês estão aqui, porque vai vindo assim tanta informação que eu quero compartilhar que às vezes até eu me perco. Mas vamos lá. Trindade viu meu livro lá em Aparecida, ai que linda, ó, sou devotíssima de Nossa Senhora Aparecida, tenho ela aqui tatuada, e fiquei muito feliz com o pessoal lá do santuário ter colocado meu livro. Devo ele à Nossa Senhora. Foram três anos de pesquisa, e eu achei que eu não ia continuar, inclusive não ia conseguir terminar, até por conta do burnout, mas vamos lá. Ou eu escolho a minha saúde, ou eu terei que procurar emprego, terei que viver com um problema de saúde. Mas Isabela, como é que eu vou dizer não para o meu chefe? De novo, quem é mais importante? O seu chefe ou você? Ah, mas Isabela, eu tenho responsabilidades financeiras, eu não posso correr o risco de perder o emprego. Tá, então o que nós vamos fazer? Um planejamento. Que custo eu posso cortar? Quanto tempo eu preciso ainda segurar esta situação para poder me libertar do que está me adoecendo? Será mesmo que Deus não vai ajudar você se você estiver realmente imbuído em desenvolver o seu dom para o mundo? Trabalhar o seu talento em prol de alguém? Tenho certeza que quando a gente está empenhado a fazer algo, nós temos uma conexão fabulosa com todos. O universo acaba promovendo todos esses encontros que muitas pessoas sabem que a sincronicidade Nada mais é do que seu estado de atenção. Porque quando você presta atenção, as mensagens que você precisa ouvir vêm pelo rádio, pela televisão, pelas redes sociais, por uma live. Quantos aqui, né, estão dizendo que chegaram pela primeira vez aqui na live do Resiliência, ou na minha página, Isabela Camargo Real, dizem, nossa, eu precisava ouvir isso. Pronto, que bom que assim seja. Que seja uma palavrinha que desperte vocês para o que precisa ser despertado dentro de vocês. Dizer não, Verônica, é uma habilidade tremenda, né? Rafa tá dizendo, tem momentos na vida que a gente tem que engolir sapo. Sim, mas engolir sapo todo dia vai dar ruim. Ah, mas Isabela, você fala em excesso de trabalho, então eu não posso trabalhar uma... Eu não posso pegar um projeto se eu ficar um final de semana trabalhando mais do que meu corpo aguenta. Isso é ruim? Bom, quando a exceção vira regra, Aí vai dar ruim. Pegar um projeto, um trabalho extra eventual é uma coisa. Viver ultrapassando o seu limite é outra coisa. Quantas pessoas vocês ouvem que sobem o Everest e ficam lá trabalhando, se aperfeiçoando? Show de bola, mas subir o Everest todo dia? Não dá. E é isso que muitos de nós queremos, subir o Everest todo dia. Dizer sim para o seu chefe o tempo inteiro, todos os dias. Gente, deixa eu contar um negócio pra vocês. O seu chefe, ele está chefe. O seu chefe está chefe. Amanhã pode ser que ele não esteja. O seu chefe pode ser que tenha começado passos antes de você. E hoje ele é chefe. Eles sempre vão pedir. Toda a sociedade que nós convivemos sempre vai querer, assim como nós também queremos, tudo para ontem, mais com menos. Então, brechó chique da Carol, bem-vinda, lindeza. Adoro quando eu vejo que a turma que me acompanha lá no Isabela Camargo Real presente. Que bom. Quem está, como a Verônica aqui, sobrecarregada mentalmente, psicologicamente, fisicamente, eu vou dizer uma coisa. Ou vocês vão escolher fazer uma pausa voluntária ou vocês terão que viver uma pausa involuntária. Vamos dar um exemplo? Um carro. Adoro dar esse exemplo. Para quem já me ouviu, eu sei que eu estou repetindo, mas a gente tem que lembrar, né, que a gente ouve mantras todos os dias tão ruins, então vamos ouvir um mantra que vai ser importante. Todo mundo aqui já ou dirigiu ou esteve dentro de um carro. No carro tem um painel, e esse painel nos avisa quando você precisa abastecer. Esse painel avisa você quando você precisa levar o carro numa assistência técnica. O que que acontece quando você não abastece o carro? Ele vai parar, não vai? Pronto. O que acontece se você não levar o carro na revisão? Ele vai parar. Aí você vai falar assim, nossa, ainda você vai botar a culpa que o tanque do carro deveria ser maior, a reserva deveria ser maior. A gente faz isso o tempo inteiro conosco. O nosso painel do carro fica lá o tempo inteiro. Você precisa descansar, você precisa dormir, você precisa comer melhor. Ó, vem chaqueca, vem dor de estômago, vem problema no intestino. Aí o que a gente faz? A gente culpa a reserva do carro. Aí a gente culpa o café pela nossa gastrite. A gente culpa o glúten e a lactose pelo nosso intestino irritado. A gente tá vivendo uma vida tão irritada que... Desculpa, Lourdes, obrigada por estar aqui sempre me ajudando. A nossa vida está tão irritada que até o nosso intestino está querendo te mostrar que do jeito que está não dá. Mas tudo bem, cada um no seu tempo. e às vezes eu sei que eu estou falando uma coisa e não está fazendo sentido, não tem problema, uma hora vai. Quando o ouvido está pronto, a mensagem chega. Bom, então, vamos lá. Dira, cheguei por acaso, estou adorando. Que bom, Dira, meu nome é Isabela Camargo, estou às suas ordens, lá na minha página, Isabela Camargo Real, e tento compartilhar informações para vocês que me ajudaram bastante. A Verônica tá dizendo que o painel, que é a cabeça, exatamente, tá cheia, o potinho tá transbordando. E o que a gente acha? Que nunca vai acontecer nada com a gente. Tá? É isso. O que acontece quando você não tem medo que o carro pare. É o que acontece quando você vê o ponteiro lá no final da reserva e você fala, ah, não, eu consigo chegar até o posto amanhã. É a mesma coisa que você faz quando você tá sentindo um monte de dor pelo seu corpo, em que você sabe que precisa dormir, descansar, e você fala... não, no final de semana eu descanso. Nas férias eu descanso. Eu vivi essa cilada e minhas férias não chegaram. Eu... fui dispensada do meu trabalho por ter que fazer um tratamento de saúde, justamente por trabalhar muito, antes das minhas férias. Percebe onde eu quero chegar? Então... Carla está dizendo que tem a maior parte dos sintomas... Carla, gente... esteve ontem no workshop produtividade sustentável... não... não, não, não... estou confundindo... Carla Ptolomei... desculpa, Carla... tem a maior parte dos sintomas... os sinais que o nosso corpo tem nos enviado... são os sinais que o painel do carro sempre nos envia. Silvia está dizendo que o carro parou e foi difícil funcionar de novo. Pois é. Eu vivi essa parada involuntária em 2018. Vou dizer que até ontem eu estava chorando bastante. Até ontem a ferida sangrava. Porque quando você não percebe que o que está acontecendo com você foi sua responsabilidade, você sempre vai culpar alguém. E aí quando a gente culpa alguém, a gente se faz de vítima. Quando se faz de vítima, sabe o que acontece? Você se desvaloriza. E não tem nada pior do que o sentimento de desvalorização. Se você abre a porta pro sentimento de desvalorização, aí vem ansiedade, vem depressão, vem uma série de sentimentos que vão fazer você fugir da realidade. Porque você não está querendo ver a realidade, não é? Mas vamos lá. Hoje a nossa... hoje a nossa conversa foi sobre por que corremos, pra que corremos. Então, partindo agora, né, nos últimos 15 minutos, deixa eu só... O Tiago tá dizendo, meu carro vive na reserva. Tiago, por favor, já que você tá aqui, ó, com carinho, não espere o final de semana pra dormir a quantidade de horas que você precisa. Não esperem as férias, gente, pra fazer aquilo que vocês sabem que precisam fazer. Não deixem os exames para as férias, o check-up para as férias. Ah, eu vou recuperar o tempo perdido nas férias. Não vai. Não vai. Quem está correndo muito e acha que... ah... eu estou correndo contra o tempo... na boa... você acha que o tempo está correndo contra alguém? Você acha que o tempo é inimigo de alguém? Nós estamos correndo contra a nossa própria agenda. E é interessante que ontem eu falei um negócio lá no workshop... que chegou assim, né... numa intuição... que é assim... quando você quer que o dia tenha mais horas... só que que você está querendo? Brigar com a natureza. A gente é tão arrogante que cê quer dizer pra natureza, pra Deus, quem acredita em Deus, que eles tão errados. Ah não, o dia deveria ter mais horas, o dia deveria ter 30 horas, eu também já pensei isso, tá? E já entendi que, se eu sinto que o meu dia, opa, aqui, se eu sinto que o meu dia precisa de mais horas, significa que eu preciso de menos tarefa. Quem pensa que o dia está passando muito rápido, atenção! Significa que vocês não estão em movimento apenas. Porque quem sente que o tempo está passando rápido, está em movimento. Quem sente que o tempo parou, está parado. Ou está numa fila de um transplante de órgão, fila de um banco, fila do banheiro, fila do banheiro do lado de fora. O tempo é totalmente diferente do que quem está do lado de dentro do banheiro. Então, vejam, quem sente, ah, eu quero que o tempo, assim ou assado, está brigando com a natureza, parabéns! Você quer ser mais inteligente que a natureza. E a natureza nos mostra que tudo tem o seu tempo. Você precisa ter as pausas, senão não existiria primavera, verão, outono, inverno. Porque a gente precisa reconhecer que tudo tem o seu tempo, tem os ciclos, e que se nós não encerramos os ciclos, alguém vai encerrar por nós. O que que significa? Se eu estou no emprego, e já estou sentindo os sinais do meu corpo, se eu já estou vendo ali o painel, né, apitando o tempo inteiro, e eu não tomo a providência, sabe o que vai acontecer? Papai do céu, ou o nome que vocês quiserem dar pra força maior, vai falar, pera lá, eu já tentei te avisar por bem várias vezes, então agora vai ter que ser uma pausa involuntária um pouco mais brusca. Aí a gente vai dizer, Nossa, mas de repente eu tive isso. Que de repente, gente. Nós não chegamos como estamos de um dia para o outro. Então, nós precisamos ter humildade para reconhecer que teremos que ter paciência, humildade para reconhecer que estamos acelerando demais. E aí, mais uma coisa que eu gosto muito de dizer, mantra da Isa, para continuarmos acelerando vamos precisar desacelerar um pouquinho. Samara, hoje minha vida tem pausas? Que bom, Samara, isso é o que eu falo todos os dias, né, e coloco aqui no livro, como dá um tempo, aliás, dá um tempo como encontrar limite em um mundo sem limites. Ailton está dizendo, o vídeo, Se quiser ver a reprise do workshop de ontem, lá no meu Instagram tem as informações, tá, Hilton? Tem o curso também da produtividade sustentável, que vai ser bem interessante. Então, se nós não paramos, a vida vai parar a gente, e não é por mal, tá? Ninguém está contra nós, nem Deus, nem a natureza. Só nós é que estamos, mais uma vez, querendo fazer mais coisas ao mesmo tempo. fazer mais coisas numa agenda que não vai rolar. Fábio Toreta, querido! Que bom saber que você tá aqui. Fábio, o livro é best-seller, viu? A turma tá despertando para o tempo de qualidade. Que bom saber que você tá aqui. Bom, então, voltando. Se eu não desacelerar um pouquinho, pode ser que eu não consiga continuar acelerando. E eu sei que essa é uma fala que vai na contramão de muita coisa que vocês ouvem. tem que acelerar, vamos acelerar, tudo muito mais rápido, tudo para ontem, só que não vai rolar. Por que que numa estrada existe um limite de velocidade? Por exemplo, 120 km por hora. Por que será? Por que que existe um radar para me lembrar que eu preciso frear um pouquinho? Porque se eu ultrapassar essa velocidade, eu posso me colocar em risco e posso colocar alguém em risco. Veja se isso não é super interessante? Significa que pra você conseguir, pra você continuar nessa estrada, você precisa frear um pouquinho. Então quando eu vou dar as palestras nas empresas e as consultorias, eu sempre digo, gente, pra vocês continuarem tendo produtividade, Vocês precisam só equilibrar um pouquinho as dinâmicas e as atividades. E isso na nossa vida é fundamental. Excluir alguma coisa que não serve mais para nós incluirmos na agenda. De novo, também ninguém nos ensina a excluir algo. E a gente tem uma dificuldade tremenda para desapegar algo, né? Ou algo físico, ou alguma ideia. Ai, mas eu pensava assim, agora eu tô vendo que eu tenho que mudar, mas não vou mudar, né? A gente tem um apego tremendo, tem uma dificuldade tremenda de desapegar, aí vem agora a Isabela e me diz que eu preciso excluir algo pra se incluir? Sim. Por isso que a atualização de identidade é super importante. Porque se você vem carregando culpa, remorso, frustração, você tá carregando uma mala muito grande para poucos dias de viagem. Quem aqui já não viajou para dois dias, levando roupa por uma semana, aí ficou carregando aquela mala pesada, né, e se arrepende no meio do caminho, nossa, por que que eu tô carregando uma mala tão pesada? Então, é isso. Será que nós estamos carregando uma mala muito pesada? Será que nós estamos dizendo muito SIM para os outros e muitos NÃOS para nós? Vamos inverter esse jogo com pequenos NÃOS. Assim vocês vão ganhando mais segurança e mais confiança. Não estou dizendo para ninguém começar a dizer não para o chefe, começar a dizer não para a família, pedir demissão ou trabalhar menos. Não! Eu estou dizendo é justamente o contrário para te dar condições para continuar trabalhando com saúde e satisfação. que é o tema, que foi o tema do meu workshop de ontem, produtividade sustentável, tema do meu primeiro curso com as cinco dimensões para a gente viver uma vida que vale a pena ser vivida. Porque se você ama o que faz, para você continuar fazendo o que você ama, você precisa parar um pouquinho e entender o que eu posso deixar no passado, que mala que eu preciso carregar e que habilidade nova eu preciso aprender. Faz sentido o que eu tô dizendo, gente? Quem está sobrecarregada precisa entender. Será que eu posso delegar algo? A gente também não quer, né? Porque a gente quer ter controle de tudo. Então, meninas, mulheres que estão sobrecarregadas, que é uma coisa assim meio redundante, né? Mulher sobrecarregada, enfim. nós já nascemos com mais tarefas, mais atividades, a gente também tem que ter humildade em reduzir um pouco a nossa expectativa, delegar para quem quer que seja, para quem a gente possa delegar. E tudo bem se não sair do jeito que a gente quer, mas é do jeito que pode, para se colocar na agenda, gente. É melhor você dormir uma hora a mais do que ficar fazendo algum serviço na sua casa que foi feito por alguém e não ficou do seu jeito. É por isso que pra você dar um tempo, pra você encontrar o seu limite, você precisa de humildade. Humildade pra reconhecer que o seu tempo, de repente, numa empresa que você já adoeceu, acabou. Humildade para delegar uma tarefa. Enfim... São... informações e palavras que fizeram muita diferença na minha vida depois que eu fui obrigada a fazer uma pausa involuntária. Todos os dias eu acordo, sabe pra quê? Pra dizer pra vocês, aqui na minha página, né, Isabela Camargo Real, tá todo mundo acostumado, todos os dias eu compartilho alguma informação, alguma frase, algum insight, pra que ajude vocês a despertar. E não é de um dia para o outro, tá, gente, que você vai se colocar na agenda. Aos poucos. Lembra que eu falei? Pequenos nãos. Hoje eu não posso, por enquanto eu não posso. É a oportunidade dos meus sonhos, mas se eu aceitar eu posso colocar algum resultado... eu posso... colocar um resultado em risco e ninguém quer isso. Então, se eu não for sincero, Primeiro... comigo... não vai adiantar você... exceder o limite... estressar... demais o seu corpo e a sua mente... porque aí aquele chefe... que você teve medo de dizer não... sabe o que vai acontecer? Na hora que você precisar de ajuda ele não vai... pensar em você. Isso serve para tudo, tá gente... chefes e... outras pessoas. Aquelas pessoas... Aliás, quando você pensa assim, nossa, mas o que os outros vão pensar? Não sei. Prefiro pensar na sua saúde. Aí sim, sabe o que os outros vão pensar quando você precisar de ajuda? Em outras coisas, não em você. Nas minhas palestras eu ouço muitos vendedores dizendo que respondem mensagens e demandas de madrugada. E aí eu tenho que dizer, se você estiver no hospital, essas pessoas não vão te mandar mensagem na madrugada. Então o que eu tô querendo dizer com isso? Nós vivemos num modelo que vai continuar. E ok, não adianta querer mudar, não adianta bater pezinho, fazer cara feia, cruzar os braços. O que eu posso fazer é me proteger. O que eu posso fazer é me cuidar. É começar uma agenda a partir do que é essencial pra mim. E o que é essencial, Isabela? Aquilo que vai dar condições para você viver o que você quer viver. Um dia mal dormido, aliás, uma noite mal dormida é um dia mal vivido. Quando a gente dorme menos do que precisa, pensa pior, reage de uma maneira muito impulsiva, gasta energia e gasta tempo. Então... pensem que... Se vocês disserem um não para um chefe... e vocês forem demitidos... eu sei que vai ser muito ruim... dói... mas talvez aquilo seja melhor... para você não adoecer. Talvez seja Deus realmente interagindo... por aquele chefe que você está ouvindo um não... para você não adoecer. Pensem nisso. Deixa eu ver... Tem alguma mensagem aqui para poder terminar? Bom... Sim... então... muito cuidado... pela negligência de vocês pensando no que os outros vão pensar. Essas pessoas não pensarão em vocês. Então, vocês é que precisam se cuidar. A velocidade vai continuar sendo sinônimo de progresso, a competição vai continuar. Desde a Revolução Industrial, nós precisamos fazer mais com menos. Nada disso é novo. O que eu vou poder fazer, Isabela? Me colocar na agenda, tá? O autocuidado é fundamental pra gente substituir o auto-engano. A gente fica tentando se enganar o tempo inteiro e não vai dar certo, tá bom? Bom, eu quero agradecer o tempo e a confiança de vocês. Pra gente viver um tempo de qualidade, eu preciso escolher E a gente escolhe do bom dia ou boa noite, e vocês escolheram almoçar comigo. Muito obrigada. Que bom que vocês optaram por nutrir as ideias de vocês. Então, eu quero só, finalizando, passar aqui o livro. Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites, o Down Tempo, está à venda no resilienceaumana.com.br. São 150 entrevistas, histórias curtas, dinâmicas. O prefácio é do Cortella. São 150 entrevistas, tem Karnal, Mon Jacon, Maurício de Souza. médicos falando sobre o vício da internet, as doenças do tempo, enfim, é um trabalho muito bonito, que eu pesquisei muito por três anos, né, olha aqui o doutor Leandro Vazquez, veterinário, muito obrigado aqui pelo seu tempo, e está a venda no resiliencia humana.com.br com uma dedicatória. Vai ficar gravada, Ana, tanto aqui no Resiliência Humana quanto na minha página Isabela Camargo Real. E por fim, ontem foi meu primeiro workshop sobre produtividade sustentável. E pela primeira vez eu falei coisas que eu não tinha falado e ofereço pra vocês o novo método que eu criei das cinco dimensões. diagnóstico, distrações, digo sim, despertar e daqui pra frente. É só entrar lá na minha página, Isabela Camargo Real, que vocês terão acesso então a todas as informações. O que que eu desejo agora? Amanhã estaremos de novo ao meio-dia. Até amanhã, pensem. Como vocês estão lidando com os sentimentos de vocês? Que escolhas vocês estão fazendo? Se a agenda estiver muito sobrecarregada, pensem que uma agenda cheia te leva a uma vida com muita correria, consequentemente com mais ansiedade, mais estresse, e aí vem as doenças. É o que eu não desejo pra ninguém. Eu desejo Tempo livre para que vocês coloquem mais vida no tempo de vocês. E para continuar acelerando, o que a gente precisa? Desacelerar um pouquinho, dormindo a quantidade correta, se colocando na agenda, fazendo uma pausa voluntária para evitar uma pausa involuntária. Bom dia para vocês e até amanhã.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








