Prevenção da sindrome de burnout!

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Olá, boa noite. Seja bem-vindo, bem-vinda. Domingão, 27 de setembro, Sete Horas em Ponto. Nós vamos falar hoje especialmente sobre a prevenção da Síndrome de Burnout. Pra quem tá chegando agora aqui no Resiliência Humana, meu nome é Isabela Camargo, sou jornalista. Pra quem está comigo aqui na minha página, que já me conhece, eu estarei fazendo aqui essa conversa, viu, Fátima? Junto com o Resiliência Humana. É um privilégio estar aqui com vocês, agradeço profundamente o tempo, até porque se vocês estão escolhendo estar aqui, significa que vocês estão optando também por não estar em outros conteúdos ou fazendo outras coisas. Portanto, A minha responsabilidade aqui é gigante, fazer com que essa nossa próxima hora seja muito produtiva e que vocês saiam desta conversa melhor do que começamos. Quando eu digo conversa, é conversa mesmo, tá? A participação de vocês aqui é fundamental e sempre que eu posso, aliás, eu faço o meu melhor para trazer aqui os comentários de vocês, me ajudam muito, tá? Antes de começar, eu quero pedir duas coisas pra vocês. Quanto mais corações enviarmos aqui nessa lateral, mais o Instagram entende que o assunto é relevante. Então posso contar com vocês com esses corações aqui? Assim a gente também aumenta o número de corações reais que vão receber essa mensagem. O Instagram entende que o assunto é relevante e importante e aí Compartilha em mais páginas. Outra coisa, tem um aviãozinho aqui, como se fosse um aviãozinho de papel, sabe, uma setinha? Se vocês entenderem que este assunto sobre a prevenção da síndrome de burnout, sobre tempo de qualidade, preservação da vida, será útil também para as pessoas que vocês conhecem, então, olha, vou pedir mais uma coisa. se vocês podem, então, compartilhar com umas duas ou três pessoas que vocês gostam bastante e que só querem o bem, pronto, só isso, tá? Corações aqui e compartilhar com quem vocês sentem, com quem o coraçãozinho de vocês diz que vai aproveitar. Por fim, por fim, eu quero dizer o seguinte, por mais que eu tente ver aqui as mensagens, se alguém tiver perguntas, relacionadas ao assunto, enviem pela caixinha de perguntas. Porque de repente pode ser uma pergunta muito importante, tá? E aí eu não vou conseguir ver como passar aqui das mensagens. Eu tô aqui com duas telas, mas tá tudo certo. Então, se alguém tiver alguma pergunta, coloque aqui nessa caixinha, que durante aqui eu tentarei responder o máximo delas, tá? Aliás, eu vou falando e vou trazendo. Só dar uma boa noite aqui pro Vande Martins. Recentemente, Foi lá no Resiliência Humana para pegar o meu livro com uma dedicatória. Obrigada, Wandi! Esse é um livro chamado Dá um Tempo, Como Encontrar Limites no Mundo Sem Limites. Eu lancei ele há pouco mais de um mês. E aqui nós temos dicas úteis para a preservação da nossa vida. Marquês já está perguntando o que é essa síndrome. Vou falar agora, Marquês. Só estou tentando aqui fazer um esquenta para todo mundo chegar. Tá certo? Vamos lá. A Luciana tá perguntando quando eu reparei, né? Então vamos lá. Gente, eu vou falar aqui de um problema de saúde como qualquer outro. Só que antes de eu exemplificar e explicar o que é a Síndrome de Burnout, eu preciso dizer pra vocês que... Tá passando aqui um helicóptero. É possível ter um problema de saúde e ser saudável? Doença não é punição. Um problema de saúde vem pra te lembrar, pra te despertar que do jeito que está não dá. Faz sentido o que eu estou dizendo? Vou repetir? Síndrome de burnout é um fenômeno ocupacional, ou seja, está relacionado ao ambiente de trabalho e a síndrome de burnout não aparece de um dia para o outro. São muitos anos trabalhando, além do seu próprio limite físico e mental, sob condições que nem sempre você consegue desenvolver aquilo que você precisa, aquilo que você assumiu ou teve que assumir. E são muitos fatores que podem levar ao burnout. A minha experiência foi em 2018. Antes de eu ter o apagão que eu tive, que me fez buscar um especialista diferente e que me deu o diagnóstico, dois anos antes eu já comecei a sentir muitos sintomas e tratei cerca de 26 até ter o diagnóstico da síndrome de Burnout. Eu vou falar hoje bem mais devagar pra vocês porque é um assunto com muitas informações, nós estamos falando de uma dor e eu respeito todos vocês que estão aqui, tá? Vou repetir. O meu nome é Isabela Camargo, eu tenho 39 anos e trabalho com comunicação a 23. Eu só estou aqui hoje para prevenir a síndrome de burnout com informações corretas. Eu tenho até feito um manifesto nos últimos dias sobre a não banalização do burnout. É curioso, porque quando o meu caso veio a público, todo mundo falava que é frescura. Aí depois a Organização Mundial da Saúde, a OMS, reconheceu o fenômeno ocupacional. E agora, com o home office, muitas pessoas que estão trabalhando mais do que conseguem, mais do que podem, estão dizendo, inclusive, que estão com burnout, mas na verdade estão exaustas, insatisfeitas. mas isso não é burnout. Toda semana eu recebo uma pesquisa, recentemente veio uma da Microsoft, até gravei um vídeo desses, acho que ontem, que tá no meu feed, tá? O pessoal que tá aqui do Resiliência, Isabela Camargo Real. E toda semana vem uma pesquisa nova. Nessa pesquisa da Microsoft me chamou demais a atenção porque foram seis mil pessoas entrevistadas de oito países, 44% dos brasileiros disseram sentir mais o burnout. Gente, sentir burnout é uma coisa. Ter o diagnóstico da Síndrome de Burnout é outra coisa. Então, não podemos banalizar o cansaço, a exaustão, não podemos diminuir a dor de ninguém. Quem somos nós para dizer se uma dor é digna ou não de cuidado. Então, muito cuidado nos julgamentos, muito cuidado nas observações e se a partir de agora vocês começarem a identificar o que eu falar a partir deste momento, Já vão anotando o que o corpo de vocês vai dizer, o que a memória de vocês vai trazer e, a partir de amanhã, procurem uma ajuda especializada, tá? Mas já já nós vamos falar sobre isso. Antes, eu preciso só lembrar uma coisa que, nossa gente, a melhor parte aqui da conversa eu tinha esquecido. Hoje eu vou sortear dois livros da Um Tempo, Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites, que tem tudo a ver com o que eu tô falando, tá? A Síndrome de Burnout, como eu disse, A resposta oficial, fenômeno ocupacional provocado por excesso de trabalho, excesso de estresse, por longos períodos, falta de estrutura profissional para realizar o seu trabalho, tem uma série de questões. Para quem viveu como eu a experiência e já se recuperou e hoje tenta levar as informações corretas para prevenir, eu vou trazer uma frase. Burnout é a ausência de si mesmo. Burnout é a ausência de si mesmo. É quando você se dá conta que você está com saudade de si. Mas tá tudo tão confuso, tudo tão dolorido que você vai deixando. Sabe aquela história, melhor deixar? Sabe aquele quarto que você sabe que tá bagunçado, mas você fala, ah não, deixa bagunçado mais um pouco? Mais ou menos isso. Então, é quando nós vamos perdendo os nossos limites, é quando a gente vai ou perdendo ou ampliando eles cada vez mais e aí vai chegar uma hora que o corpo vai espanar. vai frear. O burnout, como já disseram aqui, síndrome de burnout, como eu digo, é um freio, não é o fim, como todos os problemas de saúde podem ser freio e não fim. Síndrome de burnout não é punição. Nenhum problema de saúde é punição. Um problema de saúde é apenas um aviso do seu corpo, que do jeito que está, não dá. Tá certo? Então, como nós estamos falando de limites, como eu vivi isso há dois anos e pesquisei muito, tá aqui o livro. Eu vou sortear dois, tá? No final da live. Como é que vai fazer pra participar do sorteio? Cuidado que agora vem o momento crítico dessa live. Porque o aplicativo que eu uso, chamado Sorteio Grã, ele usa um uma publicação. Essa publicação tá lá no meu feed, tá? Pessoal que tá aqui no Resiliência Humana. Então vai ter que sair rapidinho, ir lá no meu feed, Isabela Camargo Real, e ver a publicação. Deixa eu ver se eu consigo abrir aqui pra vocês. E aí vocês vão lá e precisam deixar um comentário, né? Precisam fazer parte daqueles comentários para que o Sorteio GRAM utilize os comentários de vocês como forma de item de sorteio. Eu vou mostrar aqui para o pessoal do Resiliência Humana, quem já está na minha página Isabela Camargo Real, provavelmente já deixou lá um comentário, se não também a mesma coisa. Pode sair aqui tranquilo, vai lá, deixa um comentário, pode seguir, aliás eu vou amar ter vocês comigo lá todos os dias. Todos os dias, aliás, eu tento trazer uma informação que vai nutrir o cérebro de vocês e não inflamar. Então, é com este comentário no feed, vou mostrar pra vocês, na publicação dessa nossa live, né, Prevenção da Síndrome de Burnout, ó, vou mostrar pro pessoal aqui do Resiliência, é esta aqui, ó. Então, é nesta mensagem, Prevenção da Síndrome de Burnout, que é o banner da live de hoje, né? Aqui, ó, Resiliência, 27 de setembro. Então, deixem um comentário ali, que no final dessa nossa hora eu vou sortear, então, dois livros da um tempo, tá? E também vai ter surpresa no final, mas aí eu só vou falar depois. Então vamos lá. Pra continuar, deixa eu só dar um golinho d'água, enquanto isso, ó, respirem. Val, é a publicação da live de hoje, tá? Val Mendes tá aqui. É a publicação da live de hoje, do Resiliência, né? Prevenção da Síndrome de Burnout, 27 de setembro. Vou mostrar então aqui pra você também, ó. Tá aqui no meu telefone. Deixa eu ver se consigo virar. Consegui, ó. É nessa publicação, tá? É só deixar aqui um comentário, que aí eu sorteio o grã. Vai usar o comentário de vocês para... item do sorteio, como se fosse o número de vocês do sorteio. Então, vivendo com o burnout, seja muito bem-vinda aqui no Resiliência. Enfim, teremos hoje muitos assuntos. Bom, a Kíria, consegui pegar a sua pergunta, Kíria, mas se tiver algo específico, coloca lá na caixinha pra mim, tá? Como saber se você está com a síndrome de burnout? Muito bem. O nosso corpo vai enviando muitos sinais pra gente. O nosso corpo vai mandando alguns recadinhos e a gente teima em não ouvir. Ou a gente acha que nunca vai acontecer nada de errado com a gente. Ou a gente acha que um não vai trazer consequências mais negativas do que um problema de saúde. Então, antes de falar dos sintomas que iria, eu preciso só trazer um pouquinho esse papo que nós precisamos ouvir o que o nosso corpo está querendo dizer. De novo, vou usar o exemplo da faxina. Sabe quando você precisa fazer uma faxina, mas está teimando em esconder a bagunça? É a mesma coisa em relação ao corpo. Eu sei que muitas pessoas têm medo até de ir ao médico, dizem quem acha, quem procura acha. Então, mas por que será que acha? Será que não é melhor achar antes e prevenir algo mais grave? Eu posso dizer por experiência própria que sim, é melhor você se ouvir antes, buscar ajuda antes e prevenir antes de qualquer pausa involuntária. Eu falo muito sobre isso aqui no livro Dá um Tempo, né? Como encontrar limite no mundo sem limites. Eu falo sobre pausa voluntária e pausa involuntária o tempo inteiro. Mas o que eu tô dizendo aqui, como a Kiri tá perguntando quais são os sintomas, eu vou falar pra vocês então quais foram os meus sintomas. Aqui no livro eu trago inclusive uma lista. As meninas que me acompanham aqui, que fazem também trabalhos incríveis de prevenção ao burnout, vão reconhecer os sintomas. Eu validei esses 28 sinais que podem anteceder a síndrome de burnout com mais de 4 mil pessoas. Então, os sinais que podem anteceder o burnout estão aqui no meu livro, mas vocês podem achar isso dando um Google, enfim, tem bastante material meu e tem pessoas muito sérias falando sobre isso, inclusive aqui no Instagram. A Roberta Caruzzi, a Carol Milstermeyer, tem um monte de gente, um monte de gente, se vocês me acompanharem lá no Isabela Camargo Real, tem também uma série que eu fiz chamada Reacenda, com todas essas pessoas espetaculares que viveram este freio chamado burnout, mas ó, reacenderam. Então vamos lá. É na dor que a gente se reconhece, então Os sintomas, os sinais são como aqueles avisos que vão aparecendo no farol do carro, no farol não, perdão, no painel do carro. Sabe aqueles avisos de troque o óleo, vá pra revisão, ou combustível, quando o combustível tá acabando, clássico, quando entra na reserva. E aí o que acontece se você não parar pra abastecer o carro? Ele vai parar provavelmente, não vai? No meio do caminho. E aí você vai ter que sair desesperado, né, pra pedir ajuda. Bom, quando você encontra ajuda, ótimo, o problema é quando você não encontra ajuda, não é? Mesma situação com a síndrome de burnout. Esses sinais, eles vão começando leve, então eles são avisos ali no painel do carro e eles podem ir piorando com o passar do tempo. Podem piorar com o passar do tempo. Então, quando você, como eu disse, está dizendo muito mais sim do que o seu corpo aguenta, para mais trabalho, para mais estresse, para mais pressão, para mais correria, você vai abrir mão de alguma coisa para dar conta de tudo aquilo, certo? Vou repetir, para você dar conta de uma agenda cada vez maior, você vai reduzir o tempo de alguma coisa, e esse tempo é o seu. É para o seu descanso, é para o seu sono, é para a sua alimentação, é para o seu lazer, é para os seus momentos com a família. Ah, Isabela, então é por isso que você falou que o burnout é a saudade de si, é a ausência de si mesmo? Sim. A gente começa a se negligenciar a partir do momento em que você vai subtrair as suas horas de sono. A partir do momento em que você vai dormir menos do que você precisa pra dar conta daquela agenda no dia seguinte. Especialmente pra quem alimenta aquela ilusão que dormir é perda de tempo e que pra dar conta dos meus compromissos eu vou dormir menos. Ah não, vou dormir menos. Hoje pra amanhã dá conta dos meus compromissos. O que que acontece? Só coisa ruim, tá? Vou ser muito sincera com vocês. Algumas palavras que eu direi podem doer, mas elas são muito simples e o simples incomoda. Então, a gente começa a abrir a porta pra síndrome de burnout quando começa a dormir menos, pra dar conta de uma agenda macro. Não tô falando de uma ou outra noite mal dormida não, gente. Tô falando de um estilo de vida em que o número de horas de sono é insuficiente. Isabela, então você tá dizendo que todo mundo que dorme menos tem burnout? Não. Não. Muita calma nessa hora, tá? E muita calma nessa alma. Estou dizendo que para as pessoas que têm trabalhos, que vivem sob muita pressão, muito estresse, com deadlines cada vez mais apertado, que são os prazos, muita cobrança, e que precisam fazer o trabalho de duas ou três pessoas, Eu estou dizendo que para estas pessoas que vivem neste ambiente profissional há muito tempo, não é no último mês nem nos últimos seis meses, essas pessoas se começarem a dormir menos do que precisam, você vai começar a ter uma série de outros problemas. Então tudo começa no sono que você não tem. Além da falta de horas de sono adequada, você pode ter um sono fragmentado, um sono tumultuado, aquele sono muito leve, que aí você não consegue relaxar. Sabe aquelas pessoas que dormem, mas acordam cansadas? Pronto, já sinta o cheiro de burnout aí, tá? Aí depois disso, o que vai acontecer no dia seguinte? Gente, quando você dorme é a mesma coisa quando você coloca o seu telefone pra carregar. Aí você acorda, a bateria do celular tá lá em cima, certo? Conforme você vai usando o seu telefone, a bateria vai reduzindo. Todos nós acordamos com a nossa bateria, com o nosso cérebro recarregado aqui em cima. E conforme nós vamos consumindo nossos conteúdos, a nossa energia também vai reduzindo. Fez sentido até aqui? O que que acontece? Se eu vou usar o meu celular pra conteúdos bobos, né, que às vezes nem estão nutrindo o meu cérebro, mas estão me inflamando, a bateria vai reduzindo. O conteúdo sendo bom ou ruim, gente, ó, a bateria vai reduzindo. A mesma coisa pra cá, ó, a mesma coisa pro nosso cérebro. Se eu consumir a minha energia pra coisas boas ou ruins, consumir a minha energia. Claro que existe uma consequência diferente no seu corpo quando você faz uma coisa boa ou ruim, mas estou falando de energia cerebral. Ao longo do dia você vai consumir essa energia. Como você acordou com a bateria já insuficiente, porque dormiu menos, no dia seguinte para dar conta de toda aquela agenda, provavelmente, aí na largada do burnout, você vai sentir duas coisas. Mais fome, porque o seu corpo precisa de energia. E dor de cabeça. Ah, Isabela, mas dor de cabeça é normal, né? Olha quantas propagandas de remédio pra dor de cabeça. Não estou falando mal dos remédios pra dor de cabeça, pelo contrário. Vejam. Muito cuidado com as interpretações do que eu estou falando. Tá? A diferença do remédio e do veneno é a dose. Em nenhum momento eu disse ou eu vou dizer pra vocês que o trabalho é o problema ou que vocês vão precisar parar de trabalhar. Pelo contrário. Só tem burnout, na verdade, a maior parte de quem tem burnout é porque ama o que faz. E se a gente quer continuar fazendo o que ama, eu terei que realmente parar um pouquinho, dar um tempo pra reconhecer os meus limites físicos e mentais, além dos emocionais, que eu nem vou entrar nessa seara hoje. Eu precisarei dar, eu vou precisar dar esse tempo pra entender se eu estou lidando com dores de cabeça, diárias, frequentes, porque se sim, isso tem um significado, tá? Mulheres que na semana antes da menstruação tem enxaqueca, comeu um negócio, aí o fígado deu ruim, aí deu uma dor de cabeça, é uma coisa. Não sou médica, tá gente? Eu sou uma jornalista que pesquisa o assunto. Agora, ter dor de cabeça todos os dias e carregar necessaire gigante na bolsa não é normal. Muito do que a gente sente no burnout, meninas que estão aqui, meninos, é porque a gente lida como normal o que é normal, tá? Então deixa eu avançar aqui, ó, porque a hora tá avançando demais, tem milhares de comentários, meu Deus do céu, eu não vou conseguir, tô com muitas pessoas falando, né, do livro, é só deixar um comentário lá no feed, viu, gente? Sorteio vai ser no final aqui da live, tem que ser o comentário no banner da live de hoje, tá? Vamos lá. Márcia tá dizendo, sinto muitas dores de cabeça. Eu vou ler aqui a lista, tá? E vocês podem se identificar, quem quiser se aprofundar mais no assunto, tá tudo aqui no livro, tá? Então vamos lá. Mirelle, quais são os sinais? Vamos lá. Então tudo começa pelo sono, depois vem a fome excessiva pra você buscar energia, né? Dor de cabeça frequente, até enxaquecas. Azia e dor no estômago. Intestino preso ou solto, até problemas gastrointestinais mais graves. Gente, isso não é uma vez por mês. Eu tô falando isso todos os dias, muito cuidado, tá? Então, ah, eu senti dor de estômago essa semana, tô com burnout? Não, não, banalize o burnout, tá? Acne, manchas na pele, queda de cabelo. Em certa medida, todos nós vamos tendo queda de cabelo? Sim, ao longo da vida, manchas, sim, rugas, faz parte, inclusive, graças a Deus do passar do tempo. Algumas pessoas não têm esse benefício, aquelas que são violentamente retiradas de suas vidas, não é? Estamos falando de quem morre precocemente, não tem esse privilégio de ter rugas, manchas na pele. Mas, no meu caso, quando eu tive um problema sério de acnes, mancha na pele, queda de cabelo, em nenhum momento a gente, eu estou dizendo eu e a médica que me atendia, a gente não associava isso ao excesso de estresse. Mas validando isso com várias pessoas, sim, também foi uma forma do meu corpo dizer, tem alguma coisa errada. Dores musculares, sabe aquelas pessoas aqui ó, aqui, muita dor muscular, aí vai dando, é, dor generalizada, tá, dor muscular. Bruxismo, retração na gengiva. Sabe aquelas pessoas que começam até a ter problema nos dentes que nunca tiveram? Sinônimo de estresse. Enjoozo e tontura. Sabe? Depois que passa o dia assim na frente de um monte de tela, resolve um monte de coisa. Mas isso, gente, de novo, é diário por longos períodos, tá? Com tudo isso, a imunidade vai ficando baixa. E o que acontece quando a imunidade fica baixa? A gente abre a porta da nossa casa para outros problemas de saúde. Gripes, resfriados, infecções. Então, com a imunidade baixa, você vai aumentando as chances para ter alergias, gripes, infecções constantes. Vêm alterações menstruais. Muitas mulheres, quando levam essa reclamação para a ginecologista, se você não mostrar o contexto do seu trabalho e fizer um exame chamado cortisol, eu já vou falar sobre o cortisol porque isso é muito sério, então vai merecer um golinho d'água até antes. Alterações menstruais também podem ser consequências do excesso de estresse e do ambiente de trabalho que está contribuindo para que você esqueça de você ou para que você não tenha condições de se colocar na agenda. Fui clara? Aí tem a perda de libido. Muitas pessoas falam assim, nossa, vai falar de sexo agora Isabela? Libido pela vida. E evidentemente que também libido. Também a vontade pelo sexo. E não me venham fazer piadinhas aqui, tá? Que a gente tá falando de uma coisa muito séria. Isso não é normal. Uma pessoa jovem, saudável, não é normal. Lembra? Burnout é tratar como normal aquilo que é anormal. Aí tem aumento ou redução de peso, como eu disse agora há pouco, tremedeira nos olhos e até piora na visão. Sabe aquela tremidinha no olho que a gente tem depois de um dia de bastante trabalho? Pronto, sinta o cheiro de burnout aí também. A pior anaudição, ouvi isso de muitas pessoas, dificuldade de concentração e lapsos de memória. Esquecer a chave de casa é uma coisa. Esquecer o endereço de casa é outra coisa. Então, o meu apagão, como perguntaram aqui, ele aconteceu no dia 14 de agosto de 2018, mas foi um conjunto de fatores, e ali, talvez, a perda mais violenta de memória foi ali, que eu não sabia quem eu era, onde eu estava, nem pra onde eu ia. Mas isso é outra conversa. Então, esses lapsos de memória, tomem cuidado, não banalizem o burnout. Uma coisa é esquecer a chave do carro, não lembrou onde botou a bolsa e tudo mais. A outra é a frequência disso e as coisas que vocês esquecem, tá? Recomendo um neurologista, de verdade. Inchaço nas pernas e outras doenças cardiovasculares. Isso, gente, é o caminho pro burnout, tá? Aí agora é do meio pro fim. Transpiração excessiva. Quando o seu corpo já começa a ter uma transpiração diferente, é a mesma coisa quando o carro começa a ter problema no radiador. Sabe? Muito parecido, eu gosto muito de usar o exemplo do carro com o nosso corpo humano, porque é o melhor exemplo que eu posso dar. Transpiração excessiva, aí vem o cansaço intenso e constante, aí sim, olha quantas coisas eu disse até aqui pra chegar no cansaço intenso e constante. Então gente, o burnout não é um cansaço de final de semana, não é depois de um mês assim, nossa eu tô exausta. Aí você conseguiu ficar um final de semana descansando e pronto, foi recuperando sua bateria, sua energia. Ótimo! Agora, exaustão é outra coisa, tá? Um cansaço intenso e constante que te acompanha há anos é outra conversa. Aí vem uma coisa, gente, olha, prestem atenção. Irritação. Fica muito pior. Para aquelas pessoas que já costumam ter pavio curto, ficam mais. E aí tem um negócio muito curioso, que vale a pena falar agora. Lembra quando eu disse que tudo começa com sono insuficiente? O que acontece quando a gente dorme menos? Você não fica mais irritado no dia seguinte? Gente, isso é assim, para mim é claro como a água. É uma água potável. Você dorme menos, você se irrita mais? Porque você reage pior, você pensa pior, você vai decidir pior. Faz sentido o que eu tô dizendo? Então a irritação, a longo prazo, ela vai ficando tão intensa, que aí você começa a ter o que? Momentos de agressividade. Ó, eu até coloco aqui no livro ó, Isso vocês vão conseguir ver. Irritação e depois a agressividade. Vou mostrar aqui. Irritação e agressividade. É uma lista de 28 sintomas, sinais que o corpo pode mandar antes do apagão, do colapso, que chama Síndrome de Burnout, que é um freio. Um freio que o Papai do Céu, o Universo, a Força Maior, como vocês quiserem chamar, para você não ter algo pior. O que que é pior que um apagão? O que que é pior que um desmaio? O que que é pior que um momento assim de não sei onde eu tô, não sei quem eu sou e pra onde eu vou? Um infarto, um AVC, um aneurisma, tá? Eu sei que dói quando eu falo isso, mas é isso. Então, mais uma vez, precisamos parar de tratar como normal o que é anormal, tá? Então a agressividade, a irritação, que até então você achou que Tranquilo, né? Vivemos num mundo que nos irrita, vivemos crises que nos irritam, que nos deixam muito irritados por N fatores. Mas aí vem a agressividade e você começa a ser agressividade com as poucas pessoas que ficaram do seu lado. E falo isso porque ao longo dos anos, conforme você vai tratando tudo isso e você vai ficando cada vez mais irritado e o burnout uma das consequências Aliás, pré e também depois, é o afastamento, é o isolamento. Então são poucas pessoas que vão poder dizer que você tá ficando agressivo, porque boa parte já se afastou. Isso vale pra pessoas que vocês amam. Aconteceu muito comigo. Mas a gente supera, tá? Então ó, irritação que se torna agressividade. Aí tem as crises de ansiedade, taquicardia, palpitação. Choro frequente. Percebem que às vezes tudo isso a gente vai lidando, especialmente as mulheres, já que homem não chora, que é outra bobagem. Esse choro é mal compreendido. E aí você já tá se culpando, você já tá ferida, você já tá ferido, você já não sabe o que fazer. Porque você ama o que você faz. Ou você não tem como parar de fazer o que você faz. Aí você tá doente, você tá tratando várias coisas. Com esse isolamento e com o julgamento das pessoas é realmente desesperador. É por isso que muitas pessoas que estão no caminho da síndrome de burnout podem ter pensamentos negativos que levam ao suicídio. Respira fundo. Quem tenta o suicídio não quer tirar a vida, quer tirar uma dor. Vou aproveitar que estamos no setembro amarelo. Tem várias palestras minhas sobre o assunto lá no meu canal, Isabela Camargo Real, lá no YouTube. Vou ficar muito feliz se vocês puderem acompanhar, porque precisamos compartilhar as informações corretas. Nada de julgamento. Nada de polarização. Sem ódio. Sem jogar lixo no quintal dos outros. Vamos nutrir os nossos semelhantes com informações eficientes, informações corretas. Então, tudo isso, todos esses sinais vão te levar a síndrome de burnout. Esse é um assunto tão profundo e com tantas variáveis que acho que nós vamos ter que fazer essa live depois em duas partes, né? Só no próximo domingo, que eu vou voltar aqui na Resiliência Humana pra fazer mais uma live, pra gente falar também aqui do livro Dá um Tempo, né? Como Encontrar Limites em Um Mundo Sem Limites. Mas vamos lá, deixa eu tentar avançar aqui na minha fala. Então, todos esses sinais podem anteceder o burnout. Eu fui em cinco especialistas, cardiologista, endocrinologista, dermatologista, gastroenterologista. E aí o problema é que a gente vai atribuindo as responsabilidades a tudo. Olha, a C. Vestena, sou psicóloga, essa síndrome é banalizada. Então, C. Vestena, eu tenho feito manifestos diários na minha página, Isabela Camargo Real, vou adorar se você estiver por lá. E nós precisamos juntar forças. A Paty tá perguntando, preciso ter todos os sintomas? Não, Paty. Você não precisa ter todos os sintomas. Você precisa ter amor próprio, humildade, reconhecer que tem dores que estão frequentes. Tem remédios que estão sendo os melhores amigos. Quando o remédio é seu melhor amigo, tem alguma coisa errada? Quando você tem que passar muita maquiagem, meninas, pra trabalhar e esconder uma fisionomia pálida ou dores, tem alguma coisa errada. Então, se você tá gastando todo o dinheiro que você ganha do seu trabalho em médicos também, tem alguma coisa errada. E tá faltando também cruzar essas informações. Entende? Então tem que cruzar os dados. Não adianta as meninas que acabam tendo alterações menstruais chegarem pra ginecologista e não dizer que o ambiente de trabalho está estressante. Gente, mas não é um estresse assim pontual. Eu sempre vou frisar isso. Nós estamos falando de dores, estresse, pressões, cobranças constantes por longos períodos, falando de anos. Pode ser que alguém com esses últimos seis meses de pandemia, trabalhando em home office, enlouquecidamente, sem encontrar os limites, neste mundo sem limites, possa desenvolver a síndrome de burnout, porque já vinha, não foi agora que começou, já vinha num modelo muito estressante, agora só intensificou. Faz sentido o que eu tô dizendo? E aí, eu vou trazer aqui pra vocês um... vou fazer um convite pra vocês, tá? Que se tivessem me dado dois anos antes de eu ter a síndrome de burnout, ou seja, quando eu comecei a sentir tudo isso, tudo teria sido diferente. Alguns médicos que estão aqui podem discordar do que eu vou falar. Não tem problema, eu respeito a opinião de todos, mas eu não posso ignorar aquilo que fez muito sentido pra mim e que eu já validei que fez sentido pra outras pessoas. Quando a gente quebra um osso, eu vou lá, faço o raio-x e eu tô vendo o osso quebrado. É como se eu quebrar esse lápis, nós vamos ver o lápis quebrado. Só que nós estamos substituindo as lesões físicas do passado por lesões mentais. E assim como uma lesão física, ela pode ser superficial, ela pode ser profunda, tá? Vou mostrar aqui. Pode ser uma lesão superficial ou pode ser algo profundo. Nós estamos falando da síndrome de burnout que também pode trazer uma lesão superficial ou profunda. Então, Isabela, o que que eu faço? Vamos começar primeiro aceitando, reconhecendo essas dores e colocando num papel, tá? Porque quando vocês chegarem num psicólogo, num psiquiatra, num neurologista, vocês precisam ter isso à mão, fácil, porque de repente naquela hora vocês não vão lembrar de tudo. Então comecem a partir de hoje, a partir de amanhã. Primeiro, contem comigo. Pessoal que tá aqui no Resiliência Humana, Isabela Camargo Real. Pessoal que tá aqui no Isabela Camargo Real, ó, Um beijo pra cada um de vocês que tem me acompanhado nessa jornada. Comecem, então, a colocar no papel tudo que vocês estão sentindo, lidando como normal e que é normal. E aí, a gente precisa de humildade pra reconhecer assim, ó. Nossa, uma dor de estômago, muito café, né? Ah, é o café que tá me dando uma gastrite danada. Não. A gastrite não, o café não provoca a gastrite. Lembra o que eu falei? A diferença do veneno e do remédio é a dose. Então se o café faz bem, como é que ele pode causar gastrite? Ah, depende da quantidade. Ah, e será que se eu tiver com um dia muito intenso, estressante, não é o dia que eu tomo mais café? então a minha gastrite, o meu problema de estômago, ele pode vir do estresse e não do café. Aí alguém vai ter um problema de estômago ou intestino, que é o intestino irritado, porque a vida tá tão surreal que até o intestino tá irritado. E o que a gente vai culpar? O glúten. Vai culpar quem mais? O leite, a lactose. De novo, não estou dizendo que quem tem um problema desses que eu mencionei não seja por essas origens, mas eu estou fazendo aqui um manifesto. Não banalizem as dores de vocês e não terceirizem as dores de vocês. Tá? Então vamos lá. Primeiro colocou tudo numa listinha, tá? Vamos fazer um exame de sangue? Vamos? Vamos pedir pro médico incluir nesse exame de sangue o cortisol? O cortisol ainda não é aceito pela comunidade médica como o medidor oficial que aquilo vai dizer tem burnout ou não. Mas ele é um grande medidor que vai levar o especialista que estiver com vocês ao diagnóstico ou não. Cortisol é o nome do hormônio do estresse. Nós precisamos do cortisol. Nós precisamos do hormônio de estresse, inclusive para estar aqui, vivos, ouvindo, processando a informação, captando, tá? Isso é fundamental. Então, Isabela, o problema é a quantidade, sim. De novo, diferença do veneno e do remédio é a dose, tá? Então, quando vocês fizerem o hemograma completo e aí o médico falou, nossa, ó, o resultado tá ótimo, tá bem. Você tá lá, né, cheio de mancha na pele, queda de cabelo, dor muscular, mas como que eu tô bem, gente? Não, os exames aqui estão ótimos. Já viveram uma situação assim? O cortisol não está incluído no hemograma completo, então tem que pedir, tem que falar. Doutor, sabe que a gente não pode fazer um exame de cortisol? Aí vocês podem falar com algum doutor e ele dizer assim, não, mas da onde você tirou isso? Ah, eu vi uma live lá da Isabela dizendo que tinha que fazer cortisol. Gente, pode ser que alguns médicos vão até torcer o nariz. Não tem problema. Falaram, doutor, tudo bem, deixa eu fazer. O mínimo que vai acontecer é vocês terem um indicador que vai mostrar o nível de inflamação que vocês estão. Ah, então é um número importante? Sim. O meu cortisol ficou acima de 30 por mais de um ano. E o máximo para as mulheres com a minha idade era 18. Então faltou uma observação? Sim, uma observação. É isso que eu tô querendo dizer pra vocês. Síndrome de burnout é um fenômeno ocupacional reconhecido pela Organização Mundial da Saúde em maio de 2019. Portanto, não é frescura, não é mimimi. É um fenômeno ocupacional causado por Excesso de trabalho por longos períodos, limites, aliás, prazos muito curtos para a realização dessas tarefas, falta de recursos para a realização dessas tarefas e uma série de questões. Mesma coisa que eu te disse acima, como é que pega uma gripe? Nossa, tem várias maneiras pra você pegar uma gripe, não tem? Então, mais humildade para reconhecer que vivemos em um mundo totalmente diferente do passado. O mundo é digital, mas o nosso cérebro é analógico. Convivemos com máquinas, mas precisamos cuidar do nosso corpo. Então, no livro que eu trago aqui, Dá um tempo, como encontrar limite em um mundo sem limites. Eu trago o que eu aprendi com o burnout, os sinais que antecedem, como evitar. E eu trago aqui uma pesquisa muito interessante, eu gostaria que vocês prestassem bem atenção agora. Uma pesquisa da Gallup, que é uma empresa americana de pesquisa muito respeitada, e ela diz assim ó, essa pesquisa foi com 7.500 funcionários e esses 7.500 funcionários foram em vários países, a Gallup, que é essa empresa de pesquisa americana, chegou a cinco principais motivos que levam os empregados a sofrerem com o burnout, que podem estar relacionados a problemas organizacionais e não a problemas que os indivíduos podem resolver por conta própria. Tratamento injusto, carga de trabalho difícil de lidar, falta de clareza na função, falta de comunicação e apoio dos gerentes, além da pressão e tempo de realização irracional. Tá aqui ó, tá? Tá na página 89 do meu livro, Dá um Tempo, Como Encontrar Limites em um Mundo Sem Limites. Eu achei muito interessante essa pesquisa, por quê? Porque você tem um tripé pra ter o burnout, tem as questões genéticas, ambientais e comportamentais. E quem já viveu a experiência ou tá vivendo, vai reconhecer Existe um julgamento tremendo das pessoas dizendo que a pessoa que teve síndrome de burnout é porque é muito exigente, ela se cobra muito, é isso, é aquilo. Eu fico muito triste ao ouvir isso porque nós não vivemos em uma sociedade que tolera o erro. Então não venha me dizer que aquela pessoa é exigente, ela é exigente porque ela quer simplesmente porque ela quer. Por que as profissões mais sensíveis ao burnout são aquelas que não podem errar? Por que será que são profissionais da área da saúde, são jornalistas, bombeiros, policiais, professores, para citar alguns? Essas pessoas não querem errar ou elas não podem errar? A gente vive num país com mais desempregados ou empregados? Vivemos crises financeiras constantes ou esparsas? Então, muito cuidado com os julgamentos. Ninguém quer ter a síndrome de burnout, mas a maior parte das pessoas que eu entrevistei desenvolveram a síndrome de burnout porque amam o que fazem. E aí tô eu aqui pra dizer que se vocês amam o que vocês fazem, querem continuar fazendo o que amam, vamos precisar encontrar limite em um mundo sem limites. Cevestena, professora universitária, pesquisadora, essa síndrome é comum no espaço de trabalho, pouco se fala sobre o assunto. Então, eu tô falando sobre isso, professora, há dois anos, né, depois da minha experiência. Lá na minha página Isabela Camargo Real tem muito material, lá no meu canal também no YouTube, Isabela Camargo Real. E aí eu vou dizer pra vocês uma coisa muito importante. Hoje, segundo a USP, Universidade de São Paulo, nós temos 20 milhões de brasileiros com diagnóstico da Síndrome de Bernalde. Esse número foi computado no início do ano, uma pesquisa do Laboratório Cristália junto com a USP. A doutora Carmita Abdo me disse que esse número é muito dinâmico, ele vai aumentar demais agora com o isolamento, mas ele já é um número bem grande pra gente respeitar, né não? Então, gente, ó, partindo aqui pra conclusão, porque só faltam 10 minutos e ainda tem sorteio, hein? Dois livros, ó, dois livros. Quem está sentindo sintomas, sintomas, mas qual sintoma, não importa. Quem está sentindo alguma coisa no corpo e que está achando que é normal, procure o médico. Qual médico? O médico daquilo que você está sentindo. Psicólogo? psiquiatra, neurologista, gastro, e diga, chegue neste especialista com essa listinha que eu pedi pra vocês fazerem. O que que vocês estão sentindo e há quanto tempo? Precisa de muita humildade pra fazer isso, mas eu prefiro que vocês encarem essa dor agora do que ter uma dor pior depois, tá? Então, qual o sintoma? Não importa, é algum sintoma que você tá tendo, e que não tá te deixando feliz. Vamos procurar um especialista. Segundo, como eu posso prevenir a síndrome de burnout? Encontrando limite nesse mundo sem limites. Sabendo dizer não. Eu ensino, inclusive, no livro como dizer não. É fácil, Isabela? Não. Mas não é impossível, a gente tem que treinar. Inclusive, no livro Bernardinho, nosso técnico de vôlei, ele fala, se tá difícil, é porque precisa de treino. Fe, eu entendo a sua dor e sinto o seu esgotamento. Eu vivi isso, né? Quando a gente não reconhece os nossos limites, como nós começamos aqui a nossa conversa, para quem perdeu a live vai ficar salva no IGTV do Resiliência Humana, na minha página Isabela Camargo Real e também no meu canal no YouTube Isabela Camargo Real. Nós abrimos a porta para o burnout, que é esse fenômeno ocupacional, que é um freio, não é o fim, não é uma punição, é só um aviso que do jeito que está não dá. A gente abre a porta do burnout quando a gente vai dizendo mais sim do que não. Mais sim para mais trabalho, mais sim para mais tarefas, mais sim para mais atividades e aí a gente vai dormindo menos. Vai comendo com menos tempo, vai tendo menos momentos de lazer, vai tendo menos momentos com as famílias, vai tendo menos momentos satisfatórios. Esse é o caminho para o burnout. O que poderia ser pior que o burnout? Infarto, AVC ou aneurisma. É uma coisa nova? Não, é um nome novo para um problema antigo. Eu cheguei a 1869, a gente não tinha lâmpada como a gente conhece hoje, tá? Isso tá escrito no livro, tem nas palestras, não vai dar tempo de falar sobre isso agora. Então não é frescura, não é mimimi, mas é um nome novo para um problema antigo como o bullying. Na minha época era zoeira, agora chama bullying. Em 1869 chamava neurastenia, hoje chama burnout, que é queimar. por fora, mas pra mim é queimar por dentro, né? Teria que ser burn in, não burn out, mas é burn, é quando você se esgota, tá? Mas, tamo aqui! Eu, as meninas lindas que sempre me acompanham, né? Que fazem trabalhos incríveis também sobre a prevenção do burn out, então, olha quem está aqui! Psipâmela linda! Tô com dois telefones, viu Psipâmela? Pra aproveitar o tempo, né? Da turma. Se Pamela tem feito um trabalho lindo, gente, sigam essa mulher maravilhosa. Dr. Fernando Bezerra, não se confunde com ansiedade, você tem crise de ansiedade, viu, doutor, durante o seu caminho para o burnout. Mas nós tivemos aqui quase 53 minutos dessa conversa tão bacana. O que nós falamos? Quais são os sinais que antecedem o burnout? Como eu posso prevenir o burnout? Então eu vou ter que treinar o não, vou ter que reconhecer a minha agenda e ver realmente qual é o custo de mais um sim. Isabela, mas eu tenho medo de dizer não para o meu chefe. Bom, você tem mais medo do que? De perder seu trabalho ou perder sua saúde? Mas Isabela, e se eu for demitido? Neste emprego que você já está doente? Então você quer procurar emprego com saúde ou com problema de saúde? Lembrando que é possível você ter um problema de saúde e ser uma pessoa saudável? Eu tive a experiência com a síndrome de burnout, sei quais são os gatilhos e sou uma pessoa saudável? Hoje eu durmo bem, me alimento bem, tenho meus momentos de hambúrguer, de chips, de bolacha rechada que eu adoro, mas na maior parte do tempo eu sou uma pessoa muito saudável. É isso que eu quero dizer pra vocês. Viver é bem diferente de sobreviver. E tem muita gente sobrevivendo, infelizmente, achando que por ter um emprego, tem vida. Não vai dar tempo, infelizmente, da gente falar mais coisas sobre isso, mas... Antiga estafa, a Kíria tá perguntando. Antiga estafa. Mas tem bastante conteúdo desse lá na minha página, tá, Kíria? Isabela Camargo Real. O tempo passou muito rápido, gente. Sabe por quê? Porque tempo bom passa rápido. E vocês aqui, olha, comentários de tão alto nível, já tão perguntando. Onde tá o sorteio? Vou fazer agora, Pim. Até aqui, então, eu consegui falar sobre a prevenção do burnout. Tenho feito vários vídeos lá na minha página Isabela Camargo Real. Pessoal que tá aqui no Resiliência Humana, ó, vou adorar terem vocês lá. Agora, então, como eu prometi, farei o sorteio. Ao vivo. Coisa chique demais. Quem vai participar do sorteio foi quem deixou um comentário na publicação lá do meu Instagram, Isabela Camargo Real, no bannerzinho da live de hoje, né? Que é a live aqui no Resiliência, sobre prevenção do burnout. Então vamos lá. Então, o sorteio GRAM, deixa eu colocar aqui, fica aí, gente, não sai não. Enquanto isso, deixa eu contar pra vocês que quem não receber os dois livros que estão aqui, temos um presente. Eu e o Robson Ramouch, a Alyssana e toda a equipe lá do Resiliência Humana. A partir do fim da live, Vocês terão 10% de desconto para adquirir o livro. Dá um tempo como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites lá no portal resilienciaumana.com.br resilienciaumana.com.br é o único lugar que vocês podem adquirir o livro com uma dedicatória. Eu faço isso com muito carinho, muito carinho mesmo, porque é o mínimo que eu posso fazer, né, gente? Vocês que vão dedicar tempo pra mim, eu vou dedicar tempo pra dedicatória de vocês. E aí, uma hora após a live, é só entrar lá no resilienciahumana.com.br, na parte de cupom de desconto, escrever LIVE10. LIVE10, pra ter 10% de desconto. Bom, vou fazer aqui, olha, ao vivo, em tempo real, com o aparelho aqui do... do Resiliência. Tá? Então aqui, olha. O sorteio GRAM vai fazer o sorteio com os 576 comentários. Então, primeiro livro. Cruzem os dedos. Quando o ouvido tá pronto, a mensagem chega, hein? Então vamos ver quem vai levar o primeiro. Arroba... PatiGDF. O comentário de número 147. Então, Pati, GDF. Parabéns, lindeza. E agora... O pessoal tá aqui, tô com os dois telefones. E agora nós vamos pra mais um número, tá? Tudo ao vivo aqui. Aí a gente vai colocar aqui de novo. Segura aí, gente. Tá dando tudo certo. Chorteio grand. E vamos para o segundo número, tá? Aqui. Vou virar de novo. Paty, parabéns. E agora aqui, ó. Tá carregando, tá vendo, ó? Tudo ao vivo, gente. Aqui, sortear o número. Mais um. Segundo livro, gente. Tô fazendo aqui com outro telefone, tá? Olha! Eu, Rosa, Rocha. Eu, Rosa, provavelmente Rocha. Parabéns, lindeza. Muito bem. Que alegria poder sortear um livro. Eu ia sortear só um, aí o Robson Lamouche falou, não, vamos sortear dois. Então, eu vou encaminhar esses livros pra vocês com muito carinho. Para quem não conseguiu ler aqui o livro, ele está à venda no Resiliência Humana com 10% de desconto. e com dedicatória. Aí na próxima semana eu passo lá, coloco dedicatória pra cada um de vocês e vocês poderão então ter dicas úteis, tá? Neste livro aqui dá um tempo como encontrar limite em um mundo sem limites, o prefácio é do Cortella, tem 150 entrevistas de pessoas que nós admiramos muito, Karnal, Monja Coen, Tadashi, Médicos, Fernanda Montenegro, Gilberto Gil, nossa tem tanta gente falando sobre como vivem o tempo e como fazem pra não adoecer nestes novos tempos. A síndrome de burnout, gente, é uma consequência destes novos tempos, mas nós podemos prevenir este esgotamento, nós podemos evitar este freio, esta pausa involuntária. Era isso que eu queria dizer para vocês. Contem comigo sempre. Isabela Camargo Real. Eu estarei de volta nas lives pelo Resiliência Humana só no próximo domingo, tá? Mas no meu canal, Isabela Camargo Real, todos os dias dessa semana, aliás, teremos uma ou duas, sempre com assuntos que vão levar vocês. a um tempo de qualidade, a viver uma vida que vale a pena ser vivida, tá certo? Um beijo grande, obrigada pelo tempo de vocês, bom finalzinho de domingo e uma excelente semana. Aproveitem o tempo de vocês. Tchau, tchau.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








