Quanto custa a sua hora?

A video about calculating your hourly rate and understanding the real value of your time. Without a transcript, the specific methods or examples aren't available, but the title suggests it explores how to price your hour of work.
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Olá, olá, bom dia! Bom dia, Ana Pereira, Ana Luiza, Helena. Sejam todos muito bem-vindos a essa nossa prosa boa de todas as manhãs aqui no Resiliência. Tô só organizando aqui porque eu vou fazer essa transmissão também pelo YouTube, Facebook, Isabela Camargo Real. E se vocês tiverem algum problema aqui para ouvir, ou algum problema no som, na imagem, enfim, me falem, tá bom, Maria? Bem, vamos lá. Meu nome é Isabela Camargo, sou jornalista. Estou aqui, Paulinha e Leninha, quase todos os dias às 9 horas da manhã. No final de semana eu acabo entrando em outros horários, mas eu estou aqui para a gente poder dar um tempo para falar sobre um assunto que interessa e é essencial para todos nós. Vamos falar sobre o nosso tempo, para que a gente consiga ter um tempo de qualidade, tá? Eu vou sempre acompanhar vocês aqui no YouTube, Facebook, Isabela Camargo Real, e também aqui pelo Instagram do Resiliência Humana. Assim essa nossa mensagem pode alcançar mais corações, tá bom, Jussara? Vamos lá. Para quem já me conhece sabe que eu estou trazendo para vocês constantemente um conteúdo que está aqui no livro chamado Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Isso é fundamental para a gente ter realmente um tempo de qualidade. Esse livro já está à venda. Em todas as plataformas digitais, mas é só pelo resiliencaumana.com.br que eu consigo que ele chegue na casa, que ele chegue nas mãos de vocês com uma dedicatória. Se vocês vão dedicar tempo a este conteúdo que eu pesquisei por 4 anos, o mínimo que eu posso entregar é também uma dedicatória para cada um, tá certo? Hoje nós vamos falar sobre Quanto custa a sua hora? Alguém já parou para pensar? Alguém já fez a conta sobre o valor da hora? Enquanto vocês me respondem, deixa eu responder aqui uma coisa para a Tati e também a conta, contadora Sandra, que aconteceu com a meditação. Se ela estava aqui Provavelmente houve um problema na internet ou o tempo dela era só de meia hora. Eu não posso responder para vocês, mas esses dias nós estamos fazendo das 9 às 10 esse assunto sobre o tempo. Eu vou inclusive falar sobre meditação. E aí eu não entrei do nada, viu, Jana? O meu horário era 9 horas, inclusive já tava divulgado, tá? Se essa meditação caiu ou ela aconteceu alguma interrupção, eu vou até perguntar então aqui para o Robson Hamushi, que é o responsável pela página, porque a hora que eu entrei a página já estava liberada. Mesmo assim, não importa o que aconteceu, ao longo do dia vocês terão também outros momentos para meditação aqui no Resiliência Humana. Nós temos muito respeito por todos vocês. Então, se algo aconteceu, tá, é porque tivemos um problema de tecnologia ou caiu. Olha aqui, o Robson Ramush tá aqui já dizendo caiu. Robson, você quer continuar ou eu posso continuar? Se você quiser me responder pelo Zap, eu tô com ele aberto aqui, tá? Isso. Porque se caiu, ela volta. E aí, o que o Robson aqui me orientar, qualquer coisa eu volto depois, tá? Isso, houve um erro, houve um problema com a internet. Bom, de qualquer maneira, meus amores, eu em muitos momentos aqui vou lembrar vocês o quanto prestarmos atenção na respiração é fundamental para que a gente consiga meditar. Prestar atenção na sua respiração é um ato de amor próprio, porque se nós nem conseguirmos valorizar a nossa respiração, como vamos querer meditar? Prestem atenção nisso. Não percam tempo culpando-se se não conseguem meditar por 30, 40 minutos ou mais tempo, como nós vemos. É, não julguem quem consegue, porque houve um treino. Não é de um dia para o outro que você consegue adquirir um hábito, né? De um dia para o outro que você muda o seu comportamento para que ele se torne um hábito e aí sim se incorpore no seu dia a dia. Mas é de um dia para o outro que a gente pode pensar no assunto. É de um dia para o outro que a gente pode começar a prestar atenção na nossa respiração. Até porque, Marcelo, É, se eu pedir para vocês agora fazerem uma respiração profunda, vamos comigo. Essa respiração vai lá do abdômen. Mais uma vez. O que eu estou pedindo com isso, além dessa respiração profunda? Para que vocês cheguem de verdade. Como estamos indo de tela em tela, às vezes nós estamos de frente para o computador, mas a nossa alma ainda não chegou, ou a nossa mente ainda não chegou. Então, com a nossa respiração, nós podemos— não sei se alguém aqui já me acompanhou, ó. Voltar para o eixo. Por que será que quando a gente coloca mãos em prece, nós colocamos a mão aqui no meio do nosso corpo, do nosso rosto? Porque é isso que no fundo nós queremos com todas as nossas preces. Nós precisamos voltar para o eixo. Todos os extremos são muito ruins. Isso serve para tudo. Portanto, quando eu pedir para vocês respirarem profundamente Eu estou apenas lembrando que nós estamos aqui não só fisicamente, mentalmente, a nossa alma também está aqui, tá certo? Outra coisa muito importante para continuar nessa vibe: quando eu peço para vocês inspirarem profundamente, o que que acontece entre a inspiração e a expiração, Sarinha? Isso é vida, porque este é o nosso tempo, é o intervalo entre a inspiração e a expiração. O dia que nós inspirarmos e não expirarmos mais, isso significa morte. E por mais que esse seja um assunto que poucas pessoas falem ou aceitem, para falar de vida eu preciso lembrar que nós temos um tempo finito dentro de um tempo infinito. Portanto, todas as vezes que vocês quiserem valorizar o tempo de vocês e consequentemente a vida de vocês, comecem prestando atenção na respiração que vocês estão tendo durante o dia. Eu já vou entrar aqui no assunto que eu estou propondo hoje, que é o valor da hora. Quanto custa a sua hora? Eu só preciso lembrar vocês que se eu não consigo controlar os meus pensamentos Eu consigo controlar a minha respiração e aí sim os pensamentos podem desacelerar. Tá certo, Paula? Então, se eu estou com os meus pensamentos acelerados e quero ter uma noite de sono bem dormida, eu quero ter momentos de pausa ao longo do dia— lembra que o mantra da Isa é pausa voluntária para evitar uma pausa involuntária— para que tudo isso aconteça Eu preciso lembrar que é na minha respiração que o meu raciocínio e que os meus pensamentos vão encontrar o próprio ritmo. Oi, pensamentos acelerados seguem uma respiração acelerada. Se eu equilibro a minha respiração, se eu entro em coerência cardíaca, os meus pensamentos também vão entrar no próprio ritmo. Por que será, Luzinete e Jéssica, que algumas pessoas vivem numa capital agitada como São Paulo e mantém o ritmo interno equilibrado na maior parte do tempo? Por que que algumas pessoas que moram numa cidade pequena, com poucos recursos externos, podem ter um ritmo interno acelerado? Porque o que fazemos da nossa hora é responsabilidade nossa. A velocidade que eu vou dar para os meus pensamentos— voltamos— a velocidade que eu vou dar para os meus pensamentos é a velocidade da minha respiração. Ana Cláudia tá dizendo: precisava ouvir isso. Que bom, Ana Cláudia, seja sempre muito bem-vinda aqui. Aliás, todos vocês que estão escolhendo estar aqui comigo, 9:11 da manhã, no dia 9 de setembro. Hoje é dia do 9, porque ao escolherem estar aqui, vocês estão também escolhendo não estar em outros lugares. E para que a gente valorize a nossa hora, nós precisamos escolher. Então Antes um pouquinho de entrar no nosso tema, eu preciso perguntar para vocês: quem percebe o tempo assim e quem percebe o tempo assim? O tempo está curto para vocês, insuficiente, ou ele está no tempo certo, né? Porque o que vai acontecer com as nossas horas do dia e da noite só vai depender do que a gente fizer com elas. E o que eu pesquisei muito para este livro, Dá um Tempo: Como Encontrar Limite no Mundo Sem Limites, esse conteúdo ele vai mostrar para vocês que o tempo da natureza, o tempo do nascer e do pôr do sol, das fases da lua, das estações, continua igual. Ele não sofreu alteração. O tempo da natureza não sofreu alteração. Então, por que será que alguns podem sentir que o tempo tá passando mais rápido? E aí, quando vocês lerem o livro, que eu tenho desde informações de físicos e astrônomos até cantores como Gilberto Gil, Caetano, Lenine, que nos pede sempre calma na alma com a música Paciência, né, muitos gostam. Vocês verão que a percepção do tempo, assim como a utilização do tempo, é muito particular. Portanto, eu posso sentir o tempo assim e a Vera Lúcia sentir o tempo assim, e nem todos os dias e nem todos os meses, percebem? Então, se vocês disserem assim: nossa, Isabela, mas o tempo tá voando! E aí eu vou dizer para você assim, com muito carinho: O seu tempo está voando. Quem aqui diz assim, ó, nossa, tô correndo contra o tempo? Na verdade, você tá correndo contra a sua própria agenda, porque a gente quer, né, a gente quer colocar mais coisas dentro dos quadradinhos do calendário, né? A gente quer que em algum momento, ó, os ponteiros parem, e alguns momentos a gente quer que os ponteiros siga mais rápido, porque tudo vai depender dos nossos sentimentos, das nossas emoções. E se elas não estiverem organizadas, se o meu raciocínio não estiver organizado, eu posso reagir, eu posso decidir de uma forma desequilibrada, de uma forma equivocada. Percebem como a meditação, como a respiração é fundamental para tudo isso? Aliás, Robson, se você tiver ainda, vê se você concorda comigo, né? Inclusive o Gabas também, pessoa maravilhosa. Vocês podem continuar respirando, olha que legal! Vocês podem continuar meditando, vocês podem só me ouvir, só respirar e ouvir, né, Ana? Desse jeitinho. Vocês podem, se vocês quiserem, né? Aliás, tudo que eu vou falar aqui para vocês é uma sugestão. Vocês podem ou não pensar no assunto. Então, para quem estava acompanhando a live do Robson Ramushi com o Gabas, podem continuar respirando profundamente, sempre é com o abdômen. Nós respiramos com o diafragma. E expirando com consciência, pensando que nessa expiração eu também estou eliminando tudo aquilo que eu não quero mais, né? E assim, Ana Maria, que está dizendo aqui: respira rápido demais. Ana, você pode controlar sua respiração, basta você pensar nela. Nós temos a nossa respiração em modo automático, nós temos a nossa respiração Automática, senão não estaríamos aqui. Mas eu posso colocar a minha respiração em modo manual, viu? Dora tá de Portugal aqui, bem-vinda! Como é que a respiração em modo manual é? Como um carro, um carro automático vai trocando de marcha sem a minha intervenção, um carro manual vai precisar dar do meu, da minha utilização manual. E isso também é o que acontece com a nossa respiração, Regiane. Ou eu vou deixar ela automática ou eu vou mantê-la consciente. Portanto, isso tudo é fundamental. Sarinha tá dizendo que a respiração automática, mas muitas vezes não é a correta. Exatamente, Sarinha. Nós estamos aqui respirando, então estamos vivos, estamos com o nosso tempo. Lembra que é finito dentro do infinito. Nogue K está dizendo: também respiro muito rápido, principalmente quando fico nervoso. Uns estão dizendo quando ficam ansiosos, ansiosas. Sim, se nós estamos colocando mais coisa na agenda, se nós estamos colocando mais coisas nos quadradinhos dos calendários Nós provavelmente estamos respirando mais rápido, e daí vem ansiedade, daí vem o desequilíbrio no sistema nervoso. Então, ó, aproveitem que estamos só nós aqui, só eu e você. Inspire, expire fazendo barulho. Espire, eliminando aquilo que não serve mais. Inspire bons sentimentos e expire aquilo que não serve mais. Alguém disse aqui, né, respirar, tem o asma, isso pode me ajudar? Absolutamente, Claudia, não tenho dúvida que sim. Bom, aí a Dani: nossa respiração comanda nossos batimentos. Exatamente. Então é a nossa respiração que vai nos colocar em coerência, não só coerência cardíaca, mas em coerência com o todo em que nós estamos vivendo. Lembra, eu posso estar numa escola de samba, a bateria de uma escola de samba, mas eu posso estar ali em equilíbrio Assim como eu posso estar dentro de casa com os meus pensamentos desorganizados e estar em desequilíbrio, tá bom? Vou beber aqui um golinho de água. E para passar para outro assunto, eu vou pedir mais uma vez, Diane, que tá lá no YouTube, Estou fazendo pausas para respirar ao longo do dia. Você é responsável por isso. Que alegria, Dijane! É isso, vocês vão sentindo ao longo dos dias a consequência dos atos de vocês, não é, Silvia? Bom dia também para você. E aí, a cada dia, vocês vão realmente compreendendo que o que eu estou falando aqui serve para todos nós e pode ser útil para todos nós, mas desde que vocês queiram, tá certo? Bem, Alessandra tá dizendo que tem um amigo que tem um relógio que regula a respiração. É fantástico, você vê, né? Nós nascemos respirando. A gente tá tão iludido com tantas telas, com tantas informações. A nossa falta de filtro hoje é tão grande que nós precisamos de ajuda para respirar profundamente. Nós precisamos de ajuda para respirar. Erika, tem que respirar pelo nariz, soltar pela boca? Depende. Faça como for melhor para você. Eu aqui, gente, sem julgamento, sem culpa, tá? Sem ordens. Pelo contrário, são só sugestões. E aí lembra que caminho do meio, mãos em prece. Vai depender de cada um de vocês, tá bom? Respiração, Isabel, aqui com o abdômen. Inspirando vida e saúde e expirando aquilo que vocês não querem mais. Pensem numa árvore. Olha, inspirando do tronco lá de baixo da terra, com seus pés firmes no chão. Pense numa terra vermelha, numa terra viva, saudável. Pés no chão, inspira, vai para os galhos da árvore e volta pelo tronco. Esse nosso tronco pode ser a nossa coluna. Então, pés no chão, raízes da árvore Tronco da árvore e galhos da árvore. Pensem agora na imagem do nosso cérebro, que são milhares de conexões, que podem ser milhares de galhos da árvore. Olha que bonito isso! Nós fazemos parte da natureza, então por que não pensar que somos uma árvore? Precisamos de pés no chão, precisamos manter a coluna ereta e precisamos dessa respiração consciente para levar esse oxigênio por todas as partes da minha árvore, da minha vida. Faz sentido para vocês, Maria Luísa? É só experimentar, tá? Como a Dijane me disse aqui, né, tá fazendo micropausas ao longo do dia. Entre uma atividade e outra. Então, o que recomendo é sempre que vocês façam um minutinho de respiração consciente. Hoje eu tô dando mais um elemento para vocês, imaginando que vocês são uma árvore, com os pés no chão, inspirando profundamente pela coluna, imaginando um tronco de uma árvore bem grande, bem firme, e levando essa respiração para todos os galhos, para todos os neurônios. Olha que interessante isso, né? Então essa respiração que eu estou pedindo para vocês, Gabi, é para agora irmos para um outro raciocínio. E agora vou dar uma dica de ouro para vocês, que tá no livro, tá? Então tem a nossa memória, ela só é formada Quando eu consigo dar tempo entre um assunto e outro. Por que será que quando nós estamos no final do dia, muitas pessoas não lembram nem o que almoçaram, não lembram nem o que fizeram de manhã? Porque foram de atividade em atividade, tarefa em tarefa, de tela em tela, e não deram pausas entre um raciocínio e outro. Para assimilar esse conteúdo. É por isso que, Patrícia, tem horas que só por Deus, sim, mas tem horas também que é só por nós, né? Tem horas também que só depende de nós, na verdade, na minha opinião, a maior parte delas, né? Então, Anselmo, vou responder para você aqui no resilienciahumana.com.br. Você pode adquirir o livro e ele vai chegar na sua casa, nas suas mãos, com uma dedicatória minha uma vez por semana eu vou lá na Resiliência Humana, no escritório aqui em São Paulo, boto dedicatória. Dependendo da cidade, eu também faço uma brincadeirinha, né, se eu conheço. Enfim, é um momento, é um tempo de muita qualidade para mim poder dedicar um tempo para cada um de vocês, tá? Então vamos lá, antes de seguir aqui, parecendo aquelas novelas, né, que vão deixando o melhor para o final, mas entre um conteúdo e outro, a gente precisa respirar profundamente para que o próximo conteúdo faça sentido. Então, até agora eu comentei com vocês sobre a consciência da respiração. Antes, Anne, de jogarmos na meditação, eu vou pedir para vocês se jogarem na respiração. Aí, ó, a gente começa cedinho. Antes tem as meditações com Robson Ramush, ao longo do dia também. Enfim, a programação do Resiliência é fantástica, não é? A qualquer momento que você quiser entrar aqui, sempre vai ter um conteúdo para que você viva uma vida que vale a pena ser vivida. Então vamos lá, porque tudo isso que eu falei até agora é importante para vocês saberem quanto custa a hora de vocês. Quanto custa a hora de vocês? Olha, o Anselmo: sua voz me acalma. Ô, Anselmo, obrigado! Tô aprendendo inclusive a falar mais devagar aqui, né? Eu, quando repórter, quando apresentadora, é sempre temos que falar muita coisa em pouco tempo. E aqui eu tô tendo uma oportunidade incrível. Então cada dia eu vou dividindo o conteúdo. Então, por que que é importante eu respirar bem para pensar bem, para que eu use o meu tempo e o meu dinheiro de forma consciente. Algumas pessoas gastam em um final de semana aquilo que demoraram um mês inteiro para ganhar, só que não raciocinam, não fazem a conta inversa. Porque quando nós estamos trabalhando, nós estamos trocando, trocando nossas horas de vida, nossa saúde por dinheiro. Eu estou trocando minhas horas de vida, minha saúde, meu talento por uma remuneração. Aqui no Brasil, muitas vezes mensal. Isso é muito cultural, porque nos Estados Unidos os profissionais recebem por hora, né? A hora de um garçom custa tanto, a hora de uma, enfim, qualquer profissão, né, tem o custo da sua hora. E aí, na minha opinião, e como eu ouvi vários especialistas, é muito importante você saber quanto custa a sua hora para você saber gastar o seu dinheiro, que foi resultado da sua hora, percebem? Então, se eu passar na frente de uma vitrine, me encantar por uma bolsa, por exemplo, meninas vão me entender, se eu quiser adquirir aquela bolsa, eu preciso raciocinar quantos dos meus dias daquele mês ou até do ano eu trabalhei para aquele bem. E às vezes o que também interfere na percepção do seu próprio tempo, olha lá, atenção, é que se você trabalha o mês inteiro e tá lá naquele piloto automático danado, é, e gasta de uma vez só ou só paga conta, a sua percepção do tempo também vai ser alterada e você também vai achar que o tempo tá passando muito rápido. Por quê? Porque você se dedicou o mês inteiro, você trabalhou um monte o mês inteiro e você não consegue usufruir do que você recebeu. Faz sentido que eu tô dizendo para vocês, pessoal aqui do YouTube, Facebook, que estão no Isabela Camargo Real e aqui no Resiliência Humana? Teve uma moça aqui muito generosa, né, que disse: vamos dividir essa tela para ajudar mais pessoas. Aliás, desculpa, o psicólogo Igor FC. Obrigada, Igor! Agradeço demais se vocês puderem compartilhar, enviarem aqui na setinha para mais pessoas. E quanto mais corações vocês colocarem aqui do lado, mais o algoritmo do Instagram vai entender que esse assunto é relevante. Então mais corações aqui, olha, mais corações, mais corações, para que o algoritmo do Instagram compartilhe mais esta live com outras pessoas. Inclusive, algoritmo, gente, faz parte do zeitgeist do nosso tempo. Isabela, o que é zeitgeist? Zeitgeist é o espírito do tempo, é um conjunto de crenças, a cultura atual marcada por uma macrotendência. E a macrotendência destes nossos tempos se resume a uma palavra: algoritmo, que vem da tecnologia e que com a internet pode preencher o nosso dia inteiro ou não. Vai depender do quê? Desse dedinho aqui nervoso, ó, passando de feed em feed, um feed infinito, né? Então esses corações me ajudam e ajudam, na verdade, esse conteúdo que é para todos chegar a mais pessoas. tá certo? Então, Samuel, vou lá no Insta. Fique à vontade, onde vocês quiserem. Então vamos lá, estamos falando sobre o valor da hora. Eu preciso uma hora parar para pensar nisso, tá, gente? Senão eu vou chegar no final do mês E posso ter essa sensação muito ruim que o meu tempo está passando mais rápido. Para quem tá chegando agora, meu nome é Isabela Camargo, sou jornalista, autora do livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. O tempo da natureza, do nascer do sol, das fases da lua, das estações do ano continua o mesmo. A Terra não tá girando mais rápido. Em torno do próprio eixo do sol. Nós é que estamos girando, nós é que estamos passando mais rápido pelo tempo. Então eu preciso ter consciência do que eu estou fazendo com o meu tempo. E aí, Pablo tá dizendo, né, precisamos entender o tempo de Deus para aproveitarmos melhor o nosso tempo. Sim, aí nós entraremos em kairós, sabe, Pablo? Cronos e kairós. Cronos, tempo dos homens. Kairós, tempo de Deus, que são, que é o tempo das oportunidades. Mas eu vou deixar esse conteúdo para os próximos dias, tá, Luciana? Então, olha, Karina, essa sensação que eu tenho, Karina, se você está sentindo que o tempo tá passando mais rápido, eu tenho uma boa e uma má notícia. A boa notícia é que você está ativa, produzindo e se movimentando, não é? Se você está sentindo que o tempo está arrastado, que o tempo não passa, significa que a vida está te pedindo movimento. Significa que você está esperando parado. Ontem surgiu aqui na live uma frase muito bacana. Aliás, agradeço todos que compartilharam, deram print, né, e colocaram em suas redes. Isso é muito importante para que essa mensagem chegue a mais pessoas: espere em movimento, não espere parado. Que tipo de movimento, Isabela? O que for melhor para vocês, fazendo uma atualização de identidade, tema de outras lives, revisando a biografia de vocês, olhando para dentro, que pode ser o lugar mais longe que vocês já foram. Isso exige humildade, aceitação e coragem. Muitas pessoas me dizem que querem mudar de emprego, que querem mudar isso, querem mudar aquilo, mas não tem coragem. E coragem vem de cor, vem de coração. Eu preciso investir tempo neste mergulho profundo dentro das minhas emoções, atualizar hoje para viver um tempo de qualidade. O que que isso, Isabela, tem a ver com o valor das minhas horas? Tudo. Porque existem duas maneiras de aproveitar bem o tempo. Vamos lá, viver um tempo de qualidade. Alguém quer me dizer quais são as duas maneiras da gente viver um tempo de qualidade? Enquanto isso, o Djalma Júnior tá dizendo no YouTube: nem parar nem correr, mas caminhar no ritmo equilibrado. Sim, Djalma! Oh, mãos em prece, né? Aqui no meio, caminho do meio. Renata: essas lives estão maravilhosas. Que bom, Renata, que assim seja! Que sirva para você em algum momento. A coragem faz parte da insegurança, é, Neila. É a Neila que eu conheço, minha querida amiga fotógrafa maravilhosa. A coragem faz parte da insegurança por um tempo, Neila, mas depois ela faz parte da segurança. E como nós teremos mais segurança para essa mudança? Para pegarmos a coragem aqui, ó, na mãozinha, e seguir com ela. Quanto mais eu me conhecer, quanto mais eu me conheço, melhores escolhas eu faço. E essas escolhas, elas vêm com segurança. Se eu não me conheço, se eu não sei quem eu sou, que eu gosto, que eu prefiro, a chance de eu escolher errado, a chance de eu perder tempo escolhendo algo é muito maior. Eu perguntei aqui, né, qual é a maneira, Lúcia, de aproveitarmos, de termos um tempo com qualidade? Eu vou dizer para vocês em duas palavras, tá? Se a live cair agora, são essas duas palavras que eu gostaria que ficassem para vocês. Você precisa se conhecer para fazer boas escolhas. Você precisa se conhecer para fazer boas escolhas. Às vezes queremos conhecer todos os continentes, aprender todas as línguas, né, mas a gente evita esta viagem interna, a gente evita este mergulho interno, evidente que por medo ou insegurança do que vamos encontrar. A gente tá muito intolerante ao silêncio, muito intolerante às pausas, muito intolerante às reflexões, porque a gente acha que tudo isso é perda de tempo. E aí eu tô aqui para dizer para vocês, uma pessoa que no passado não fez pausa voluntária e viveu uma pausa involuntária, eu vivi uma experiência com a síndrome de burnout. Que é só um freio, não é o fim. Nenhum problema de saúde vem para nos punir. Todos os problemas de saúde vêm para nos alertar que o ritmo— olha, o ritmo aí de novo— o ritmo de vida está descompassado, desequilibrado, tá bom? Então, quais são as melhores formas de nos conhecermos? Maia tá perguntando. Maia, primeiro você precisa aceitar que é necessário uma pausa para fazer isso. Ninguém consegue se conhecer, ninguém consegue lembrar quem é, que a gente está se esquecendo também, né, quem somos. Ninguém consegue fazer essa viagem interna se não dedicar tempo. Quando a gente quer conhecer um destino, a gente não dedica tempo na viagem? Pronto. Quanto tempo, Isabela, eu preciso para me conhecer? Depende. Por quanto tempo? Depende do que você quiser descobrir. O que eu posso dizer para vocês é que nós somos camadas e você precisa começar com muita humildade da que está mais acima para poder se aprofundar nas outras. Eu sou super a favor da constelação familiar, sou super a favor das terapias, Sou super a favor de quem pode me ajudar a organizar as ideias. Tem uma parte da viagem que a gente faz sozinho, olha que bonito, e tem uma parte da viagem que vai ser muito bacana se a gente for acompanhado. E é por isso que eu preciso ter a humildade em aceitar uma ajuda externa. Eu preciso ter humildade em reconhecer que não é bobagem buscar buscar ajuda. E não entrem na pira de que se eu pedir ajuda eu estou mostrando fragilidade, por favor. Porque enquanto você está com medo do julgamento dos outros, eu preciso lembrar que existem 7 bilhões de outros no mundo. Então, o que que é mais importante? A sua saúde, o seu tempo de qualidade, ou opinião de alguém que às vezes não tá nem em sintonia com você. Pensem nisso: o que é mais importante, a opinião desses mais de 7 bilhões de outros ou a sua saúde, o seu equilíbrio? Eu quero muito que vocês pensem nisso, tá? E aí, dependendo do tempo que vocês quiserem dedicar a este conteúdo— Cris Linhares, maravilhosa! 'Uma doida mais lúcida que eu já conheci.' Que bom você tá aqui, Cris. Precisamos fazer logo a nossa live, porque doidas juntas levam lucidez para aqueles que consideram normal o que é anormal, né? Às vezes falar sobre o tempo parece muito subjetivo. Sempre tem alguém que bate pezinho assim, fala: 'E lá vem aquele assunto.' Bom, Eu tô aqui compartilhando do tempo de vocês com muito respeito, só para lembrar que falar de tempo é falar de vida, nossa vida que é finita dentro de um tempo infinito. Portanto, eu tenho que ter muita consciência disso. Preciso lembrar que falar de tempo é falar de agenda, é falar do que fazemos com o relógio, do que fazermos com o calendário. Isso é prática, gente. A gente fala de tempo o tempo inteiro. Só que dificilmente para para pensar no que estamos fazendo com esse tempo. Tempo da live, é tempo do banho. Quanto tempo vocês estão demorando para tomar banho, né? Quanto tempo vocês estão usando para almoçar? Quanto tempo de viagem? Quando serão as próximas férias? O que que você vai fazer no próximo domingo e no próximo feriado? Tudo isso é tempo, gente. E tudo isso faz parte das escolhas de vocês. Então, se vocês querem viver um tempo de qualidade, tenham humildade. Samuel Santos lá no YouTube tá dizendo assim: a soberba nos leva para o fracasso, ninguém é de ferro. Exatamente, Samuel, perfeito o que você tá dizendo. Porque a ilusão de não precisarmos de ajuda só vai fazer mal. Para quem? Para mim e para as pessoas que estão ao meu redor. Mas eu confesso que isso não é de um dia para o outro que vocês vão compreender. Alguns despertam mais rápido, alguns compreendem mais rápido, outros têm o seu próprio tempo. Aliás, cada um tem o seu próprio tempo. Então também não se culpem tá, é, estarem aqui comigo por uma hora e ainda ficarem confuso, né, com o que eu estou dizendo. Sempre que esse pensamento rondar vocês, lembrem: Isabela Camargo está falando sobre o intervalo da respiração e da expiração. Vamos respirar mais um pouquinho, ó. Mais uma vez. Terceira vez consciente, inspirando pelo abdômen. É tempo, isso é vida. O dia que não expirarmos mais, vamos morrer. E para falar de vida, eu preciso falar de morte. Tempo finito dentro de um tempo infinito. Tá tudo bem até aqui? Paulo Guedes está escrevendo aqui no YouTube, né? Estou com muita dificuldade de sair de uma sensação de andar em círculos. Você sabe, Paulo, que eu falo sobre isso no livro, né? O Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. O nosso cérebro, gente, ó, eu vou falar aqui uma coisa que vai servir para todos nós, inclusive tem relação com o dinheiro. O nosso cérebro, pega essa, ainda é analógico mesmo nesse mundo digital. Mesmo nesta overdose tecnológica, neste excesso de acessos. Então, nosso cérebro é analógico. O que que eu quero dizer com isso? Que ele ainda, ainda prioriza 3 coisas: aumento de prazer, diminuição da dor e sobrevivência. Vou repetir: Primeiro, aumento do prazer. 2, diminuição da dor. E sobrevivência, ou seja, evitando o gasto energético, evitando o gasto energético. Então, Paulo, se eu estou andando em círculos, é porque em algum momento alguma atitude que eu fiz, por mais negativa que ela tenha sido, o meu cérebro entendeu que aquilo me manteve vivo. Eu sofrendo ou não, chorando ou não, satisfeito ou não, o meu cérebro entendeu que, bom, sobrevivemos, né, Paulo, a situação que não foi confortável. Então a próxima situação dessa, ele vai agir da mesma maneira, porque lembra: aumento de prazer, diminuição de dor, manutenção da energia. Então se você sobreviveu um pé na bunda porque você teve um tipo de comportamento, a chance de você retornar nessa situação, reviver esse ciclo, é muito grande. Porque enquanto o seu cérebro está mantendo a energia, a sua alma quer a sua evolução. Então, para você sincronizar, ó, alma, cérebro e coração, olha que bonito, vamos de novo. Coloquem as mãozinhas aqui do lado, mãos em prece agora. Então vamos lá: alma, cérebro e coração, eu preciso estar muito consciente de quem eu sou hoje, me perdoar por algo que eu ainda sinta como um equívoco. Mas a partir do momento que olhar para esse equívoco, Paulo, como aprendizado, aí eu sigo em frente. Não vai ter ciclo que vai se repetir. E aí você vai se permitir e você vai ter mais coragem, mais entusiasmo, mais energia para fazer uma mudança, tentar fazer algo diferente. Então vou repetir, meninas, vamos lá, meninas e meninos, todos nós que já levamos um pé na bunda, todos nós que já fomos demitidos, todos nós que já sofremos algum tipo de injustiça Nós só vamos, só vamos evitar tudo isso de novo se eu lembrar que sobrevivemos a isso. E aí meu cérebro vai ter aquela sensação, né? E sobreviveram, então vamos nesse embalo, vamos de novo, porque ele já conhece o caminho. E um caminho novo vai gastar mais energia. Percebem como é lindo? Tá tudo conectado, gente. Então é muito importante, Paulo, que você que está aqui dizendo, né, começo coisas, mas dificilmente as concluo, que provavelmente seu cérebro está entendendo que este é o caminho mais fácil, que vai te gerar um entusiasmo inicial, né, porque nós somos muito bons de iniciativa e muito ruins de terminativa, entende? Eu mesma, aqui nesse livro, gente, Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, eu comecei em 2017. Aconteceram muitos imprevistos no meio do caminho e eu achei por muitos momentos que eu não conseguiria terminar. Inclusive, Paulo, eu cheguei a pensar muitos momentos, ah, vou desistir desse negócio, vou desistir, eu vou começar um outro projeto, outro livro, esse aqui tá dando muito trabalho. Parou. Quando eu comecei então a ter controle dessas informações, quando eu comecei na verdade a me aprofundar, né, me interessar mais por essas informações, tudo fez sentido. Então pensem nisso: se vocês estão andando em círculo, se vocês quiserem compreender a razão, né, deste ciclo repetitivo, dessas situações que você tenta se afastar mas não consegue, Percebam que a resposta está dentro. Você pode precisar de alguém fora, mas para te ajudar apenas a fazer esse mergulho dentro, desde que você queira, tá? Vamos lá, deixa eu ver. Josene Pacheco: gostei muito de suas palavras e gostaria que respondesse. Qual pergunta, Josene? Me conta o que que você precisa, tá? Que se eu conseguir aqui visualizar Responderei com muito prazer. Olha o Jorel: uma vida desorganizada faz você perder tempo? Absolutamente, gente. Um armário desorganizado, armário de roupa, faz a gente perder mais tempo para escolher a roupa. O armário da cozinha desorganizado dá mais trabalho para a gente achar o pote de azeitona. O cérebro desorganizado dá muito mais trabalho para encontrar ou fazer as escolhas certas, tá? É como a biblioteca, eu preciso organizar os livros por assunto, eu preciso organizar os meus documentos, porque quando eles não estão organizados eu vou perder mais tempo, tá? Então a organização é um amigo do tempo. Portanto, É um seu amigo, é o seu amigo, tá bom? Vou dar mais um golinho de água. Deixa eu dar uma olhadinha aqui no YouTube, no Facebook, para ninguém se sentir desprestigiado, né? Tenho também aqui queridos acompanhantes de jornada no Facebook, no YouTube, Isabela Camargo Real, e lá no Instagram, tá? Eu vou ficar muito feliz se vocês também passarem por lá, deixarem um comentário do que fez mais sentido para vocês. Se também quiserem colocar um print dessa tela ou qualquer outra tela com que fez mais sentido para vocês, porque assim eu posso me aprofundar nesses assuntos, assim eu posso falar para vocês exatamente o que vocês querem ouvir, tá bom? Bom, então vamos lá. Pimenta Doce Boutique aprende muito comigo. Que isso, Pimenta? Eu só junto o que eu aprendi com muitas pessoas respeitadas, com a interação de vocês. Bom, nós estamos falando desde o início sobre o valor da hora, quanto custa a sua hora. E aí tá faltando agora a cereja desse bolo, que é passar para vocês um passo a passo de como vocês vão calcular a hora de vocês. Vamos nessa! Lápis e papel na mão, ou só presta atenção. Para quem trabalha por mês, vocês vão pegar o número de horas que vocês trabalham por mês. Então, eu trabalho 8 horas por dia, são 5 dias para, são 5 dias por semana. E aí eu tenho lá o número de horas. Aí eu vou pegar o meu salário do mês, livre já dos impostos, e vou dividir esse salário pelo número de horas. Jura que é só isso? É. Então pega o número de horas por dia vezes o número de dias por mês, e aí eu pego o valor que eu recebo no final do mês e divido por este número de horas. Pronto, cheguei no custo da minha hora. Custo e valor é totalmente diferente, né? O custo é o valor, R$30, né? O custo é minha hora custa R$30. Agora, qual é o valor dessa hora? Lembrando que a gente troca nossas horas de vida, troca nossa saúde e o nosso talento por dinheiro. Simples assim, desde que os nossos sistemas comerciais começaram a trabalhar dessa forma. Então eu preciso fazer essa conta em algum momento do dia, em algum momento da vida, para poder saber que eu não posso comprar tempo, mas eu posso comprar serviços e com isso ganhar tempo. Meu Deus, o que é isso, Isabela? Tá no livro. E saiu uma pesquisa da Universidade de Harvard, pesquisadores conversaram com 6 mil e poucas pessoas perguntando para elas qual era o nível de felicidade a partir da compra de serviço ou bens materiais. E aí, qual foi a conclusão dos pesquisadores? Peguem essa: pessoas que compram serviços são mais felizes do que aquelas que compram bens materiais. Porque se eu souber quanto custa minha hora, eu vou poder contratar alguém para me ajudar no serviço de casa, eu vou poder contratar um jardineiro, eu vou poder contratar uma costureira e não ficar lá pregando um botão. Enfim, aí é com vocês. Eu vou saber, eu preciso saber quanto custa a minha hora para poder comprar esse serviço e aí ter o quê? Tempo livre. Ah, que maravilha! E aí, o que que eu vou fazer com esse tempo livre? Ou descansar ou trabalhar mais, que é o que a gente acaba fazendo com todos os equipamentos eletrônicos que estão na nossa vida para nos poupar tempo. Aí é a mesma coisa que acontece quando, ao invés de eu fazer uma viagem de carro e gastar o dia inteiro, pego um avião e vou em 2 horas para esse lugar. O que que eu faço com o tempo livre? Uso para descansar ou eu uso para fazer mais coisas? Ah, então é por isso que eu posso ter a sensação de que o meu tempo está passando mais rápido? Sim. Para quem tá chegando agora, Falei lá no início que o tempo da natureza é o mesmo. Inclusive, nós estamos a alguns dias da primavera. Primavera não chegou antes, dezembro não vai chegar antes. Nós tivemos um ano muito intenso, com muitas notícias que nos paralisaram. Isso deu a sensação para algumas pessoas de tempo voando ou tempo parado. Tempo voando é para quem tem movimento. Tempo parado é para quem está esperando algo acontecer parado. Então essas, esses raciocínios são fundamentais. Então, quanto custa a sua hora, meus amores? Vamos lá, soma o número de horas pelo número de dias da semana. E aí vamos dividir o nosso salário mensal livre de impostos por esse número. Alguns terão a hora custando R$30, outros custando R$150, né, outros custando R$1.000 a hora. Tem umas horas aí que custam bastante, né, pessoas que trabalharam, estudaram, enfim. Tempo perdido, deixa eu ver aqui, Dani. Tempo perdido vai depender muito de quem são seus ladrões de tempo. E muitas vezes nós abrimos a porta para o ladrão. Eu falei sobre isso ontem, posso falar também amanhã, porque amanhã eu voltarei com o tema chamado Quanto Tempo Temos. Essa é uma pergunta muito interessante. Espero que o Robson Ramucci possa estar comigo aqui para a gente poder interagir e aí despertar bastante o interesse de vocês. A fórmula, Marcela, Tá no livro também, dá um tempo, Como Encontrar Limite no Mundo Sem Limites, e ela é muito simples. Então, número de horas por dia, e aí eu vou calcular isso em torno, ah, são 5 dias por semana, tá, então eu trabalho 5 horas por dia, então 5, 10, 15, 20, 25. Ah, eu trabalho então 25 horas por semana, 4 semanas Faz a conta. Aí eu vou pegar o salário do final do mês livre de impostos e vou dividir pelo número de horas. Professores fazem isso, né? Ah, eu tô, eu peguei duas turmas, eu tô fazendo 40 horas por semana. Você precisa fazer essa conta em algum momento para utilizar bem o dinheiro que você recebeu em troca das suas horas de vida. Ladrões de tempo, Adilson, eu vou falar sobre isso amanhã mais, tá? Agora não vai dar tempo. Mas ladrões de tempo são todos aqueles, ou tudo aquilo que a gente se ilude, né? Quando vê, fala: nossa, gastei uma hora aqui na internet fazendo alguma coisa que não acrescentou em nada. Por isso que a melhor maneira de aproveitarmos o nosso tempo, de termos um tempo de qualidade, é estou fazendo boas escolhas, e eu só posso fazer boas escolhas quando eu me conheço. Quem está desempregado está fora desse cálculo por enquanto, sim, mas assim que conseguir emprego podemos. Ou você pode fazer esse cálculo com seu salário anterior, com as suas horas anteriores. E aí, olha só o pulo do gato! Excelente, excelente comentário, montanha, montanha. Montanerje. Minha manicure cobra R$30 por hora, custa R$30 a unha dela. E aí uma vez ela me perguntou o que que eu achava dela fazer um curso de sobrancelha. Eu falei: uai, quanto custa uma sobrancelha? R$70. Nossa, então você vai trabalhar a mesma hora e ganhando quase o dobro. É evidente que esse curso vai ser bom para você. Então, para quem infelizmente perdeu o emprego, está desempregado, eu sei o que é isso, tá? Eu fiquei alguns, muitos meses, né, procurando emprego, este emprego formal que a gente ainda acha que vai salvar as nossas vidas. Mas o que que eu fiz? Eu peguei o meu salário anterior dividido pelo número de horas que eu trabalhava. E aí agora eu vou ter consciência para que no próximo trabalho eu pense: eu posso aumentar o custo da minha hora ou vou aceitar o mesmo? Bacana isso, né? Pensem nisso então. Bem, então acho que por hoje temos um bom raciocínio, um bom caminho. Vou deixar então essa, esse esqueminha para vocês, essa sugestão, se vocês quiserem. né, fazerem o custo da hora de vocês. Entra o tempo livre nesta conta? Não, porque vocês estão fazendo a conta do tempo da saúde de vocês em troca do salário que vocês combinaram. Esse é o custo, tá? Lembrando que a gente troca o nosso talento, o nosso dom, as nossas horas de vida por um salário, por um cachê. Enfim, profissionais autônomos também podem fazer essa mesma conta, é só pegar o valor da diária e dividir pelo número de horas daquela diária, tá bom? Então eu quero agradecer o tempo de cada um de vocês, lembrar que todo o conteúdo está aqui no livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, prefácio do nosso querido professor e filósofo Mário Sérgio Cortella. Tem 150 entrevistas aqui, Karnal, Monja Coen, um monte de médicos físicos, astrônomos, uma turma muito interessante, respeitada, para a gente entender o que está acontecendo com o nosso tempo. Tendo a natureza, tá tudo certo, tá bom? O livro Dá um Tempo está à venda no resilienciahumana.com.br e vai chegar na casa de vocês Tá certo? Meu nome é Isabela Camargo. No Instagram eu estou como @isabelacamargoreal e eu estou aqui quase todos os dias no Resiliência Humana para compartilhar com vocês dicas úteis para preservação da vida, que não tem blá-blá-blá, tá? Não é teoria, não. É na prática para vocês viverem um tempo de qualidade. Então, obrigada pela confiança, pelo tempo, e até amanhã! Tchau, gente, aqui no Facebook, no YouTube. Muito obrigada pela presença de todos vocês. Se puderem, passem lá no Instagram, que a rede que eu acabo conseguindo interagir mais, e compartilhem comigo o que fez mais sentido para vocês, tá bom? Aproveitem o dia e até amanhã.
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








