Sempre foi assim ou agora estamos mais estressados e ansiosos?

A look at whether stress and anxiety are actually worse now or if we've always felt this way. The video explores what's changed in modern life and how we experience pressure differently today.
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Olá, bom dia, tudo bem com vocês? Cíntia, Fabiano, Catiane, sejam todos muito bem-vindos, vocês que estão escolhendo o Gui Namastê, o Deus que habita em mim, saúdo Deus que habita em você. Muito obrigada por todos vocês que estão escolhendo estar aqui comigo às 11:30 da manhã neste sábado lindo para todos nós. Independentemente do que esteja acontecendo, estamos aqui, não é? Isso já é motivo para comemorarmos. De qualquer maneira, ansiosos ou não, estressados ou não, sentindo algum tipo de tristeza ou não, estamos aqui. E se lembrem que este benefício não é concedido a todos. Não é? Então, que assim seja, que assim o dia siga, com muito respeito, muita respiração bem tranquila, para a gente poder ter um tempo de qualidade. Para quem tá chegando agora, meu nome é Isabela Camargo, eu sou jornalista. Todos os dias durante a semana, às 9 horas da manhã, de sábado por volta das 11:30, e domingo, amanhã também, teremos uma conversa aqui tete a tete, mas no final do dia. Eu estou aqui compartilhando informações para que vocês tenham um tempo de qualidade, para que vocês vivam uma vida que vale a pena ser vivida. E por que que hoje eu estou falando sobre ansiedade e estresse? Porque eu percebo esse tipo de sensação, comentários de angústia em muitas pessoas. E aí eu sugeri para o Robson Ramos, que está abrindo esse espaço para mim, para estar com vocês, sugeri falarmos hoje sobre ansiedade e estresse e amanhã falarmos sobre atualização de identidade. Eu deixei uma música aqui, né? Então deixa eu tirar a música, ou ela tá boa? Que que vocês acham? Deixa ela ou tira? Olha só, Lízia Azevedo: cheguei do hospital depois de uma crise de ansiedade, vou precisar desse momento. Lízia, então vou fazer um pedido para você e para todos que estão aqui. No interior, a gente costuma dizer para quem vai nos visitar: "Vamos chegar? Vamos tomar um café?" Eu não posso oferecer um café para vocês ainda não, não é? Mas eu posso dizer para vocês com muito carinho: "Vamos chegar? Vamos respirar?" Muitas vezes a gente chega fisicamente no lugar, mas a nossa alma Tá a caminho, mas a nossa consciência tá a caminho, porque nós estamos indo de tela em tela muito rápido, estamos indo de uma conversa para outra muito rápido. Então é fundamental que todos estejam aqui. Verônica do Uruguai, seja bem-vinda. Então vejam só, respirem fundo e vamos chegar. Algumas pessoas estão pedindo para eu tirar a música, então eu vou tirar e já volto. Só Agora sim, estou de volta com vocês. Bom, Eugênia tá dizendo que teve 3 crises bem fortes. Muitas pessoas aqui estão comentando, inclusive, né, teve a moça que acabou de voltar do hospital por crises de ansiedade. Então o que eu quero compartilhar com vocês talvez sejam conceitos e detalhes que poucas pessoas vão associar ao estresse, à ansiedade. Então é por isso mesmo que eu tô aqui. Eu vivi momentos de muita ansiedade, momentos de muito medo, de muita correria, que gera estresse e que gera ansiedade. Tudo que eu vou falar para vocês está aqui no livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite no Mundo Sem Limites. Esse é um livro que eu lancei há pouco mais de uma semana. Eu entrevistei, gente, mais de 150 pessoas além da minha experiência com a síndrome de burnout, para entender se o tempo está passando muito rápido, se nós estamos passando mais rápido pelo tempo e por que estamos como estamos e como nós podemos viver um tempo de qualidade independentemente do que esteja acontecendo fora. Porque não importa se estamos numa grande capital como São Paulo, Belo Horizonte, né, tô vendo aqui muitas pessoas de outros estados, ou numa cidade do interior. Quem vai ditar o nosso ritmo somos nós. Então eu posso estar numa cidade agitada como São Paulo e manter o meu equilíbrio, manter o meu estresse e a minha ansiedade equilibrada. Ou eu posso estar numa cidade do interior que tem um outro ritmo, que tem outro tipo de velocidade, e estar extremamente acelerada. "Como assim, Isabela? Você falou manter a ansiedade e o estresse equilibrados. É possível?" É! Por quê? Porque o estresse e a ansiedade são fundamentais para nossa sobrevivência. Eu vou contar aqui para vocês Conceição de Mossoró, do Rio Grande do Norte, E Eliane Breu, que é ansiedosete, eu vou contar para vocês um pouquinho da história da ansiedade, que é a história da nossa sociedade. É rápido, mas é fundamental para vocês entenderem como chegamos até aqui. Então vamos lá, vou beber um golinho d'água. Ei, Yara de Teresina! Ó, quando os nossos antepassados viviam em suas terras, em suas propriedades, e cada um produzia aquilo que precisava comer, era um ritmo. O tempo da natureza, as estações do ano, a chuva e o sol tinham um peso fundamental para sobrevivência dessas famílias. Conforme essas famílias foram aumentando a produção para as trocas, o que foi preciso? Desenvolver a agricultura. E aí, com mais alimentos, o que foi preciso fazer? Guardar esses alimentos. E quem começava a produzir muito mais alimento do que o próprio consumo ou para as trocas ali naquele momento? Precisou do quê? Precisou vender para mais pessoas. Então eu tenho agora um problema. Se antes eu produzia para o meu consumo próprio e agora estou produzindo mais, eu já tenho uma expectativa e uma ansiedade esperando que alguém compre. Pegaram até aqui? Então esse é o início da história da ansiedade. Que eu inclusive pesquisei em muitos artigos para poder falar isso aqui para vocês. Depois que a agricultura foi desenvolvida, que aí o comércio começou a se estruturar, qual foi o próximo problema? Não problema, qual foi o próximo desafio, a próxima necessidade? Guardar o dinheiro, porque se antes ele não estava em abundância para algumas pessoas, com a venda, com essas trocas comerciais, com essa abundância de alimentos, foi preciso desenvolver um sistema bancário. Tem muitos detalhes, tá, gente, entre as histórias que eu estou contando para vocês. Eu estou pulando assim séculos de transformação, mas só para vocês pegarem como nós chegamos até aqui. E aí, depois que esses grandes comerciantes começaram a ter mais dinheiro, Eles se preocuparam com o quê? Com o roubo desse dinheiro. E aí outros sistemas de segurança precisaram ser desenvolvidos e assim por diante. Percebem? Conforme nós, nossos antepassados foram evoluindo, foram produzindo mais, consumindo mais, desafios foram aparecendo e ainda bem que mentes brilhantes foram pensando em como resolver essas dificuldades. Para quê? Para preservação da nossa espécie. Então, vejam, o que eu estou falando está na história, tá? Vocês podem inclusive depois dar um Google. Nós precisamos agradecer a ansiedade dos nossos antepassados para honrarmos este nosso tempo aqui. Porque vocês imaginem se lá naquele período alguém tivesse batido o pezinho e dito assim: Ah, mas se nós não temos soluções para isso, então o que nos resta é desistir. Olha que interessante isso. Não, eles não desistiram, eles investiram tempo pensando na solução daqueles desafios que estavam aparecendo. E aí, a partir disso, muita coisa aconteceu, muita tecnologia foi desenvolvida, e com a tecnologia o ritmo O tempo de cada coisa foi acelerando. Então, deu para entender até aqui como a ansiedade também gera muitas coisas úteis e muitas coisas boas? Antes de prosseguir, é importante dizer para vocês que nós podemos sentir a ansiedade positiva e ansiedade negativa. Ansiedade que nos faz bem, que nos estimula a estudar, a buscar, tudo com equilíbrio. Lembra? Mãos em prece significa equilíbrio. Nem só aqui, nem só aqui. Equilíbrio. Então, como eu vou manter a minha ansiedade equilibrada, meus amores? Observando se aquela expectativa se aquela energia que eu estou despendendo por algo que ainda não aconteceu, ela está com viés positivo ou negativo. Vamos dar um exemplo? Antes de entrar aqui na live, eu estava com uma expectativa muito boa, né, e pensava: será que alguém vai se interessar por esse assunto? Será que nós vamos atingir um número grande de corações? Será que eu Vou conseguir transmitir o que eu gostaria? Mas isso eu pensei me precavendo. Com o quê? Fazendo os meus resumos, grifando as partes de hoje e também amenizando a minha expectativa por um número muito alto. Porque cada um de vocês que está aqui, se o que eu disser fizer sentido para cada um de vocês, pensa: São quase 400 corações diretos, mas eu tenho certeza que como as palavras são sementes, vocês também vão compartilhar esse conhecimento com as pessoas que estão ao redor de vocês. Isso é lindo! Então, para cada pessoa que está aqui, sinta a minha gratidão absoluta, um abraço demorado, porque vocês estão escolhendo estar aqui. E esse é o maior presente que hoje nós podemos dar para qualquer pessoa, é o nosso tempo, é a nossa atenção. Então, se vocês acharem que esse conteúdo é relevante, envie coraçõezinhos aqui, que aí o Instagram vai entender que esse assunto é relevante. Se quiserem fazer alguma pergunta direta para mim, coloquem aqui na caixinha de perguntas, que em algum momento aqui eu já abro para tentar trazer essa questão para todos, tá? Aqui eu tento ver todos os comentários, mas em muitos momentos eu posso perder algum comentário, senão eu perco o raciocínio. Tá bom? Então vamos lá. A ansiedade positiva, ela vai nos fazer buscar as informações que eu posso ter, isto é precaução. Então eu vou me precaver. A ansiedade negativa é quando eu só pensarei no futuro de forma negativa. Então se eu tivesse aqui alimentado uma um sentimento de que ninguém ia se interessar pelo assunto, ou qualquer outra coisa relacionada a esse momento, eu estaria perdendo tempo e energia. Sabe por quê? Porque a energia da preocupação não muda nada. Essa pode ser a frase de hoje, tá, gente? Cada dia que nós temos uma frase. A energia da preocupação não muda nada. A energia da precaução, sim. A energia da prevenção, sim. Mas a energia da preocupação não vai alterar nada. Eu não vou controlar ninguém só por estar preocupada. Percebem? E isso fez uma grande diferença neste momento agora de pandemia. Porque para aquelas pessoas que ficaram muito ansiosas e aflitas por algo que não podiam controlar, Nossa, os dias ficaram caóticos. Para quem perdeu o emprego e ficou pensando, ou que ainda está pensando que não vai conseguir se recolocar, percebam, essa energia não vai levar ninguém a lugar nenhum. Essa energia não vai abrir portas, essa energia não vai fazer alguma empresa, aquelas que nós sonhamos, abrirem vagas, percebem? Então, como está dizendo aqui Antônia, energia da preocupação só atrapalha. É isso mesmo, Antônia Boulos Caseiros, que esse exemplo eu gosto muito. Eu já volto, tá, na ansiedade positiva e negativa. Vou anotar aqui para não me perder. Quando nós queremos acelerar alguma coisa, a chance de dar errado é muito grande. Vou pegar— opa, perdão— eu vou pegar aqui o exemplo da Antônia Bolos Caseiros. Antônia, para assar um bolo tem um tempo, não tem? Se a gente quiser aumentar o fogo, né, do forno, aumentar a potência do forno, o que que vai acontecer com esse bolo? Ele pode queimar fora e ficar cru por dentro. Olha que curioso! Será que nós estamos nos queimando por fora e ficando crus por dentro, querendo fazer tudo muito rápido, se preocupando demais por algo que tem os seus próprios tempos? Então, muitas pessoas, voltando, né, para a história agora da pandemia, muitas pessoas ficaram mega aflitas querendo que a vacina chegasse, um remédio fosse desenvolvido, mas o tempo da pesquisa ele precisa ser respeitado, porque senão imagina depois termos um problema gerado pela falta de paciência na busca por uma solução. E isso eu digo para vocês serve para tudo na vida, não só para pandemia. Então se eu não reconhecer o que está no meu controle, o que não está no meu controle. Se eu não aceitar que cada coisa tem o seu tempo, quem tá perdendo tempo sou eu, e quem vai se frustrar sou eu, percebe? Então muitas pessoas que estão sofrendo de crises ansiosas estão pensando no futuro da forma mais negativa, estão pensando que as consequências do que vocês estão fazendo hoje só serão negativas, e isso é muito ruim. Então, o que que nós podemos fazer para reduzir, para tentar equilibrar, né, esta ansiedade? Buscarmos as habilidades que não temos, buscarmos as informações corretas. Isso vai mudar tudo. Vou dar um exemplo aqui, uma experiência pessoal. No início da pandemia, eu também fiquei Com muito medo, mas a partir do momento que eu assisti o primeiro jornal inteiro e senti meu coração acelerado e senti uma falta de ar, só este jornal foi suficiente para tomar uma decisão: não assisto mais jornais. Se eu tiver que buscar uma informação, eu darei um Google, vou entrar num canal que eu confie e vou realmente escolher, filtrar aquilo que é importante para mim. "Mas Isabela, você não quer saber o que está acontecendo?" Depende. A internet nos trouxe um excesso de acessos. Então, além de eu saber as mazelas, né, tudo que estava acontecendo ao meu redor, eu também fico sabendo de tudo que está acontecendo no mundo. E aí tem uma outra história, não sei nem se vai dar tempo aqui, porque é muito curioso você ter você costurar, cruzar as informações, né, para realmente entender, respeitar e nos respeitar com tudo isso. Lembra nos livros de história quando nós sabíamos que as informações ou as mercadorias eram transportadas por navios? Então, se nós não tivéssemos internet e a pandemia estivesse ocorrendo como hoje, Uma notícia da Europa demoraria meses para chegar até aqui. Fez sentido o que eu falei? Então, esta overdose de informações, essa chegada frenética de informações, elas consomem cérebro e consomem a nossa energia. Ai, consequentemente, nosso tempo, que pode faltar para coisas que vão te fazer bem. Então percebam, você é quem vai escolher o que você vai consumir de informação, assim como escolhemos a nossa alimentação, eu já tenho consciência que se eu me acabar nesse final de semana na pizza, embora eu queira, vai depois me trazer uma consequência. Assim como eu também tenho consciência que se eu tiver ali querendo assistir todos os jornais do dia, depois eu posso ficar com o coração acelerado e com a respiração ofegante. Percebem onde eu quero chegar? Então, no início da pandemia eu fiquei com medo, fiquei ansiosa, tomei uma decisão quando assisti um jornal e já passei mal. E aí eu fui buscar respostas de quem reúne informações de outras pandemias. Para onde eu fui? Organização Mundial da Saúde. Qualquer pessoa que tem um computador, que tem internet, pode dar um Google e pode acessar os canais de confiança. Percebem? A gente não precisa ficar refém do que vão nos dizer. A gente também pode investir o nosso tempo buscando aquilo que pode, pode, nos trazer calma, calma na alma. Fui para o OMS e descobri que numa pandemia sintomas como insônia, ansiedade, crises nervosas, falta de ar, por exemplo, São comuns. Ah, então eu não tô sozinha na parada, não sou apenas eu que estou sentindo isso. Não, isso é comum e é esperado no momento como esse. A partir daquele momento, tudo mudou. Então, quando eu estava oscilando muito, quando eu tava tendo muitos altos e baixos durante o dia, eu já sabia, eu lembrava: tudo é temporário. Pera, Eu não posso ficar aflita, ansiosa por algo que eu não posso controlar. Então é muito interessante como uma informação muda tudo. Vou dar um outro exemplo. Acho que os exemplos são ótimos aqui, tá, para tentar ajudar todos que querem viver uma vida que vale a pena ser vivida, né, com menos ansiedade. Quando você chega na casa de alguém e que já tem uma placa escrita "Cuidado, cão bravo", Se você tem medo de cachorro, ainda mais cachorro bravo, o que você vai fazer? Você não vai abrir o portão, né? Você não vai se prevenir. Agora, se você sabe que tem um cão bravo, o que você vai fazer? Você vai apertar a campainha, você vai chamar a pessoa, você vai de repente pedir se ela pode prender o cachorro. Percebe? É tudo muito simples, mas é eficiente. Então, Vou voltar: ansiedade positiva e ansiedade negativa. Ansiedade positiva é fundamental para a gente acordar, ter boas ideias, buscar soluções, como os nossos antepassados já fizeram por nós. Agora, a ansiedade negativa é quando eu só penso no pior. A Denise Brenda tá dizendo aqui que teve uma crise de pânico horrível. Você sabe, Brenda, Que aqui no livro "Dá um Tempo: Como Encontrar Limite num Mundo Sem Limites", o Padre Fábio de Mello, ele também fala sobre as crises de pânico dele. E ele descreve, inclusive, que essas reações, quando elas aconteciam? Quando ele estava chegando num show, e elas começaram a aumentar à medida que ele colocava mais compromissos na agenda, à medida que ele não falava não para oportunidades que aparentemente eram muito boas. Elas inclusive eram boas, mas tudo em excesso faz mal. E aí ele me disse, ele diz aqui no livro que os deslocamentos, o tempo de descanso, eles eram muito rápidos, eles eram muito insatisfatórios. E os momentos em que ele estava no palco, os momentos em que ele se sentia angustiado realmente pelo futuro, Eles eram muito demorados. Percebam, isso não é falta de Deus, não é falta de fé, a gente tá falando do Padre Fábio, que inclusive ele deu depoimento, a gente não é fofoca não, tá aqui, ó, dá um tempo, como encontrar limite no mundo sem limites. E ele só começou a amenizar as crises de ansiedade quando ele começou a colocar menos compromissos na agenda, compromissos de fora, E quando ele começou a se colocar mais na agenda. Mas agora tem uma coisa muito importante que eu inclusive não disse nas outras lives. Se vocês quiserem assistir os outros temas, estão no IGTV aqui do Resiliência ou no meu canal Isabela Camargo Real, tanto no Instagram como no YouTube. Convido vocês também a passarem por lá, ficarei muito feliz com a presença de cada um de vocês. Quando eu falo sobre se colocar na agenda, também não é para preencher uma agenda em que você vai correr de um lado para o outro para fazer coisas que você ou acha ou sabe que é importante. Então eu percebo muita gente aflita, ansiosa e consequentemente estressada, ó, dá para você não falar do estresse, porque sai correndo, né, de uma atividade para outra. Então mulheres vão no salão de cabeleireiro, depois tem que ir para o mercado e depois vão para não sei aonde, vão para não sei aonde, e aí não se coloca na agenda para não fazer nada. Então, toda vez que vocês me ouvirem dizendo se colocar na agenda, também não é ficar grudando um compromisso no outro para você, é também se colocar na agenda para não fazer nada. Quanto tempo, Isabela, eu preciso me colocar na agenda? O tempo que vocês acharem que vai fazer sentido. Então pode começar com 1 minuto, depois 2 minutos, Enfim, sem cobrança, sem culpa, sem culpa por ver aquelas pessoas meditando por horas e você pensa: "Nossa, eu não consigo fazer isso." Tudo bem, não é de um dia para o outro que essas pessoas que vocês estão vendo hoje meditando, né, com bastante tempo e tranquilidade conseguiram. Elas também tiveram um processo de aprendizado, também tiveram paciência, o que é o que está faltando em muitos de nós. Por isso que Vivemos muitos momentos de ansiedade. Olha, Oceã Languages: eu emendo um compromisso e atividade na outra. Sim, muitos pais também têm feito isso com as crianças, né? As crianças saem da escola, vão para natação, vão para o karatê, vão para não sei o quê. E o que que uma criança com agenda cheia vai se tornar? Um adulto com agenda cheia. Pais estressados, filhos estressados. Pais que correm, os filhos que correm. Então nós aqui somos responsáveis pelas próximas gerações e por essa intensificação da ansiedade, do estresse. Agora deixa eu só beber um golinho d'água. Então, o Sean Lengua diz: quando não estou fazendo nada, eu me cobro. Isso eu falei essa semana, vou falar ainda nos próximos dias. Esta falta consciência de que nós precisamos de um tempo livre e que merecemos um tempo livre, é um caos. É porque você tem medo do que os outros vão pensar, né, porque parece que quando você não está fazendo nada você não está produzindo, né, você é um preguiçoso, é um malandro, é um monte de nome que as pessoas costumam dizer quando percebem outras não fazendo nada. Mas O não fazer nada é fundamental para você fazer tudo. Vou repetir, essa foi uma frase boa que surgiu essa semana. O não fazer nada é fundamental para você fazer tudo. É claro que eu estou dizendo com alguns momentos de nada, né? Também não vai dizer: nossa, Isabela, agora falou que eu não posso fazer nada. Não. Sabe, ela tá aqui dizendo coisas que eu vivi, tá, na pele. Então é importante você fazer uma pausa voluntária para evitar uma pausa involuntária, tá certo? Risalva tá dizendo que se culpa quando não tá fazendo nada, depois fica com ressaca moral. Então, Risalva, nós precisamos escolher nossas ressacas. Morais, emocionais, alcoólicas, porque temos que lembrar que no mundo são 7 bilhões de outros. Então, se eu ficar preocupada com o que vão pensar, eu vou ter que agradar 7 bilhões de outros. E vocês sabem o que os outros vão pensar? O que os outros vão pensar tá fora do nosso controle. Então pensem nisso. Quando eu falar para se colocarem na agenda, não é também para sobrecarregar a agenda com coisas coisas fora. Eu tô pedindo para vocês colocarem na agenda para coisas dentro, para um tempo próprio, e se puder fazer nada, melhor. E muitas pessoas desaprenderam a não fazer nada. Recentemente eu entrevistei um médico muito importante aqui do Brasil, Dr. Guido Palomba, é um psiquiatra forense. Eu perguntei para ele, eu falei: Doutor, como é que nós podemos prevenir o burnout, que é o excesso de estresse no ambiente de trabalho? Como é que nós podemos prevenir outras doenças? E ele me disse: não faz nada. Como assim, doutor, não faz nada? Sim, alguns momentos de nada, poucos momentos de nada durante a semana e muitos momentos de nada no final de semana. Isso é fantástico! Por quê? Porque eu preciso recuperar o meu fôlego. Eu preciso recuperar o meu cérebro, que é como uma bateria de telefone, né? Senão a coisa desanda, ou no mesmo dia, ou na mesma semana, ou a médio e longo prazo, tá bom? Vamos, a Débora tá dizendo, né, se eu ficar preocupada vou ter que agradar 7 bilhões, bi com B, bilhões de pessoas no mundo, tá? Então vamos lá, isso é libertador, realmente, aqui alguém disse, isso é libertador, e é mesmo. É, eu já vou voltar a falar das consequências da ansiedade e aí consequentemente do estresse, lembrando que hoje nós somos uma das nações mais ansiosas do mundo. O número que a OMS divulga, eu sei que ele é muito dinâmico, ele pode oscilar, né, para baixo, para cima, mas o último número divulgado chegou a 18 milhões de brasileiros que tem o diagnóstico ansiedade patológica. Lembra? Existe um nível de ansiedade que todos precisamos para sobreviver, desenvolvermos a criatividade e tudo mais, mas essa ansiedade desequilibrada ela pode gerar problemas. Inclusive aqui no livro Dá um Tempo, né, como encontrar limite no mundo sem limites, eu tenho um capítulo em que eu chamo de as doenças do tempo. Quais são as doenças do tempo? Aquelas que nos tiram do tempo presente. Então são aquelas que nos deixam agarrados no tempo passado, depressão, ou que nos colocam no tempo futuro, ansiedade, crises de pânico, que é esse medo da morte, esse medo do que vai acontecer no próximo minuto que me gera o medo da morte. E essa expressão doença do tempo ela não é nova, tá? Então não pensem que isso é uma questão só aqui, né, do século 21, do nosso momento. Não, é um médico na década de 80, ele já disse, tá aqui inclusive, olha, tá, As Doenças do Tempo, e ele diz o seguinte: muitas doenças podem ser causadas no todo ou em parte por nossa percepção equivocada do tempo. Alguns neuróticos apresentam claustrofobia no tempo. Porque sentem, se sentem assoberbados pelos seus deveres e oprimidos pela escassez de tempo. Assim como a pessoa que sofre de claustrofobia se sente oprimida pelas paredes do espaço em que está. E também existem aquelas pessoas aflitas por verem buracos na agenda. Então eu já fiz muito parte dessa turma, né, que acham que se não fizerem uma coisa grudada na outra, estarão perdendo tempo, porque lá atrás Benjamin Franklin já disse que tempo é dinheiro. Falei disso ontem e vou falar disso nos próximos dias, tá? Se quiserem aproveitar também esse final de semana para resgatarem, tá lá no meu canal Isabela Camargo Real, no Instagram e no YouTube, tá? Passem por lá também que eu fiquei muito feliz. Então essas doenças do tempo, elas nutriram do tempo presente, A Doutora Ana Beatriz Barbosa Silva, uma psiquiatra fantástica, acho que muita gente conhece ela, ela tem uma frase que é irretocável: ansiedade, excesso de futuro; estresse, excesso de presente; e depressão, excesso de passado. Olha que interessante! E as doenças do tempo fica mais claro ainda entender quando a gente toma consciência Que eu só terei futuro, um passado que eu me orgulhe, quando eu tiver consciência das consequências do que eu faço hoje. Então, eu só terei um passado de que eu me orgulhe se eu tiver consciência das consequências do que eu faço hoje. Porque muitas pessoas pensam num futuro muito desejável, Sonham com o futuro, mas não fazem tudo o que poderiam para viver este futuro de forma menos desequilibrada, equivocada, porque estão imaginando tantas coisas lá na frente e não percebem sinais importantes que estão aqui, ó, no nariz de todo mundo. São muitos estímulos que nós estamos vivendo, são muitos recortes que também nos provocam ansiedade. Então tudo isso nos faz perder muito tempo, energia e atenção no momento presente. Com isso, ó, muitas oportunidades podem passar. Pensem nisso, tá bom? Então eu vou só trazer aqui uma outra informação da Doutora Ana Beatriz para a gente poder continuar. Então eu já disse que a ansiedade é um problema de saúde pública aqui no Brasil e também no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. E aqui no livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite no Mundo Sem Limites, ela diz aqui o seguinte, ó, aqui voltei: sentir ansiedade é sem dúvida uma condição humana inerente a todos. No entanto, vou ter que virar aqui, gente. Evitar adoecer por excesso dela é uma escolha que cada um pode fazer. Então vou repetir: sentir ansiedade é sem dúvida uma condição inerente a todos. No entanto, evitar adoecer por excesso dela é uma escolha que cada um pode fazer. Medo e ansiedade são primos irmãos, sempre estarão juntos. Então Cada época da civilização, como nós já dissemos no início da conversa, teve vários desafios que causaram ansiedade, mas graças a essa ansiedade chegamos como estamos, com desenvolvimento de muitas soluções para os desafios que foram apresentados lá atrás. E aí essas crises ansiosas patológicas, e não ansiedade saudável, ela vai desenvolver vários tipos de patologias da mente. Então aí vem o pânico, vem a fobia social, o transtorno do estresse pós-traumático e outras enfermidades físicas. E aí vem fome, indigestão, insônia, intestino preso ou solto, arritmias, enxaquecas. Olha, gente, a lista é gigante. Então falamos sobre ansiedade, acho que já ficou claro, né, para todo mundo o que ela pode causar. E agora, olha como passou rápido esse tempo, né? Só tenho 20 minutos para falar agora. Por que estamos tão estressados? Vocês já ouviram falar que vivemos o tempo das cavernas, não é? Antes de eu continuar, a Albadia está perguntando: que livro é esse? Albadia, antes deixa eu me apresentar para você. Meu nome é Isabela Camargo. Eu sou autora desse livro, Dá um Tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Eu trago aqui informações preciosas de mais de 150 pessoas que me ajudaram a entender se o tempo está passando mais rápido, se nós estamos passando mais rápido pelo tempo, para que a gente viva um tempo de qualidade. Assim a gente entende como nós chegamos até aqui e como nós seguiremos a partir daqui, porque a velocidade é sinônimo de progresso. Vivemos num mundo digital, mas o nosso cérebro ainda é analógico. E aí, para quem se interessar, esse livro está à venda no resilienciahumana.com.br. É o único portal de vendas em que esse livro vai chegar na casa de vocês com uma dedicatória. Aliás, gente, ontem, que emoção, fui lá no Resiliência aqui em São Paulo e pude colocar dedicatória em dezenas de livros. E olha, foi um dos melhores momentos da minha vida poder dedicar o meu tempo para colocar uma dedicatória para cada um de vocês que vai dedicar tempo para ler então esse conteúdo. Então vamos voltar agora na história do Homem das Cavernas. Algumas pessoas perguntaram aqui, né, como podem É saber se estão com alguma patologia relacionada à saúde mental. Bom, o que a gente não vê é muito maior do que o que a gente vê. Para aquelas pessoas que ainda acham que ansiedade ou depressão é frescura, então elas também terão que assumir que o COVID é uma frescura, porque eu não tô vendo o vírus. Percebem? Levem isso para a família de vocês, compartilhem. Na minha página lá no Instagram, Isabela Camargo Real, também eu falo muito sobre isso. Eu não posso mais admitir que pessoas falem que é frescura o sofrimento do outro. E eu estou dizendo isso com muita humildade para vocês porque eu vivi uma situação dessa. Eu vivi a síndrome de burnout no meu trabalho anterior. E fui muito julgada e muito criticada por procurar a lei, a lei que serve para todos. Então é muito triste quando você sente julgamento do outro por algo que ele não tá sabendo. Mas como é que, né, você vai falar que o que o outro tá sentindo é frescura? Então eu vou ter que admitir mais uma vez que tudo que nós estamos vivendo é frescura, né? Ninguém tá vendo COVID. Então, gente, ansiedade, depressão, estresse são coisas muito sérias e que provocam muitos maiores problemas de saúde. Então, quando você quer saber se a sua ansiedade está demais, o seu estresse, todos aqueles problemas de saúde são causados por isso, é preciso fazer um exame de sangue, tá, que você vai medir o seu cortisol. Mesmo quem fez aqui o exame completo e tal, cuidado, porque o cortisol não está no hemograma completo. Então vocês pedir para o médico de vocês. Ah, mas eu não tenho plano de saúde, Isabela. Bom, vamos no SUS, vamos buscar uma alternativa, tá? Já que queremos buscar uma solução. O cortisol é o hormônio do estresse. Também precisamos dele para estarmos aqui acordados e captando todas essas informações. Agora, ele em excesso faz mal, ele em falta faz mal. Lembra? O equilíbrio. Nem muito para cá, nem muito para cá, equilíbrio. Quando o homem da caverna tava lá dentro da sua caverninha, né, observando o tempo natural, o passar, as fases da lua, o nascer, o pôr do sol, quando apareceu um mamífero maior do que ele, o que que o corpo disparava no organismo dele? O cortisol, porque ou ele teria que fugir ou ele teria que lutar. Pegaram até aqui? Bom, lá na época das cavernas, então, isso acontecia todos os dias? Provavelmente não. Só que hoje nós estamos encontrando mamíferos maiores do que nós a cada minuto. Esse mamífero, ele vem em que formato? Insegurança social, medo da violência, medo do desemprego. Vem também, gente, pega essa, por imagens que vocês estão vendo recortadas da internet, de redes sociais, e que isso também provoca medo, isso também provoca culpa, cobrança, e tudo isso também vai gerar estresse. É tão lindo quando vocês percebem isso, que nós estamos convivendo com situações que nos geram estresse. E aí o pior é que a gente, como não considera tudo isso um fator bem delicado, né, para o nosso estilo de vida, aí a gente vai indo, vai indo lidando com tudo isso achando que é normal. E o cortisol vai disparar. Quando eu tive a crise, o diagnóstico da síndrome de burnout, o meu cortisol tava 31. O máximo para mulheres é 18. E o pior é que eu vi esse índice alto por mais de um ano. Os médicos que me atenderam também viam esse número anormal. Mas qual é o problema da nossa sociedade no geral? Tratar como normal o que é anormal. Muitos aqui podem até buscar essa informação na internet e vocês verão que O exame de cortisol ainda não é dito pela ciência como um medidor oficial para você constatar ou não o burnout, o excesso de estresse e tudo mais. Mas eu não posso desconsiderar esse número. Eu não posso ignorar uma informação tão relevante que eu estou acompanhando bimestre a bimestre, ano a ano, percebe? Então não se descuidem, não ignorem aquilo que vocês já estão vendo, porque pensem que aquilo que eu não vejo é muito maior daquilo que eu vejo. Então pensa bem. Portanto, o que eu quero é trazer aqui para vocês, antes de abrir aqui as perguntas das caixinhas, Pensa em que o excesso de ansiedade pode me gerar o excesso de estresse. E se eu não parar para pensar no que eu estou fazendo que está me gerando essa ansiedade, eu terei que parar em algum momento ou para tomar algum remédio ou para fazer uma pausa involuntária. A Ju Nutrire tá perguntando qual cortisol eu fiz o exame. Eu fiz todos, Ju, todos, e a cada ano era um número maior e que eu tratava como normal. Então eu vou aqui trazer um comentário da Flávia Mendonça, psicóloga maravilhosa, que também está comigo há muito tempo junto aqui no Resiliência Humana. Sugiro que vocês deem uma olhada também na página dela, Flávia Mendonça Psi. Ela diz que é bom compartilhar aquilo que eu vivi. Então eu estou falando com muito respeito e carinho para vocês. Avaliem o que está gerando ansiedade de vocês. Não está fora, está dentro. E também não se cobrem e não se culpem por não fazer mudanças drásticas de um dia para o outro. Lembra na história da ansiedade que eu contei para vocês? Muitos antepassados buscaram soluções para desafios para estarmos como estamos hoje. Então a velocidade da comunicação, a velocidade dos transportes, que contribuem muito para estarmos como estamos, foram buscas por soluções de necessidades que os nossos antepassados tiveram. Mas agora, sabendo isso, sabendo que a velocidade é sinônimo de progresso e sabendo que o nosso cérebro ainda é analógico mesmo nesse mundo digital, o que eu farei? Vou culpar alguém? Vou terceirizar as minhas responsabilidades? Eu até posso, mas aí depois eu vou ter que lidar com outro problema, que é a frustração. Então vamos observar o que estamos fazendo com nossas agendas, calendários, com os nossos exames médicos. É tão bonito quando você percebe o que é essencial na sua vida. E lá vem Isabela falando que aquele papo de prioridade, importância e tal. Então, sendo muito, muito objetiva, se você não souber o que é essencial na sua vida, né, o importante pode se tornar uma urgência. E pior, pode se tornar uma emergência. Então aquele exame que você sabe que tem que fazer hoje, se você não fizer, pode se tornar uma emergência lá na frente. Então não é muito melhor você ir ao consultório e prevenir algo do que depois ser levado por uma ambulância para algum lugar? Nossa, Isabela, mas você está sendo muito dura. Não. Eu tô falando isso com muito carinho, porque eu me negligenciei por muito tempo. Eu ainda me negligencio em alguns momentos, eu ainda me esqueço em alguns momentos, às vezes não preencho a agenda em alguns momentos loucamente, mas eu já tenho consciência que aí no dia seguinte, ó, pisa no freio. No dia seguinte desacelera. Lembra daquela frase linda que surgiu aqui nas nossas conversas? "Eu preciso parar um pouquinho para poder continuar." Eu preciso aprender a fazer nada para conseguir fazer tudo que eu quero. Pensem nisso. Nesses últimos 10 minutos, ó, vou abrir aqui a caixinha de perguntas. O que fazer em uma crise de ansiedade? Identidade 01, quer mesmo saber? Respira. A crise de ansiedade, ela vem acompanhada dos pensamentos acelerados, e os nossos pensamentos seguem a nossa respiração. Então, se os meus pensamentos acelerados, provavelmente a minha respiração está ofegante, está curta. E aí eu vou trazer uma informação para vocês daquelas, ó, que provoca 5 pontos na escala Richter do terremoto. O nosso cérebro que a nossa bateria, tá, igual a bateria do celular, precisa de duas coisas no mínimo para funcionar bem: oxigênio e glicose. Se eu já sei que eu preciso de oxigênio e estou ofegante, eu não tô dando condições para o meu cérebro funcionar bem. Se eu estou correndo, me alimentando muito mal, desembalando mais e descascando menos, Como é que tá esse cérebro? Funcionando sob muita pressão. Então eu preciso respirar, Identidade Zero. A primeira coisa, uma crise de ansiedade: respire. Porque essa crise ela não começou de um dia para o outro, né? Ela não começou de uma hora para outra, de um minuto para outro. Então também não é dar uma respirada "Ah, agora tudo passou." Não, gente, sem cobrança, hein? Vou falar isso pra vocês aqui, mantra da Isa, hashtag mantra da Isa, né? Aqui, ó, a Luciana: "Respirar profundo, oxigênio e glicose." É isso mesmo, tá? Então, identidade 01, essa é a única resposta que eu vou te dar: respire. As respostas mais simples são as que mais incomodam, né? Porque talvez seja mais fácil buscar um atalho na farmácia. E para aqueles ainda que acham que tudo que a gente está falando é frescura, por que será que nós temos mais farmácia do que livrarias e bibliotecas nas esquinas? Será que estamos terceirizando a responsabilidade do que a gente precisa fazer? Vamos pensar nisso. Vamos também dar uma olhada aqui. Ah, aqui, perfeita essa pergunta, cá. Dormir ajuda a diminuir a ansiedade? Sim! Eu fiz uma live essa semana, né, aqui sobre a importância do sono, se dormir é perda de tempo. Essas informações também estão aqui no livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Dormir é tão importante quanto comer e respirar, porque quando a gente dorme menos, a gente pensa pior no dia seguinte. Quando a gente pensa pior, a gente decide de forma equivocada, a gente reage de forma muito mais impulsiva Com isso perde tempo, perde energia, e aí com esses pensamentos desequilibrados, equivocados, vem ansiedade patológica. Lembra ansiedade ruim e ansiedade boa? Então sim, dormir ajuda muito a diminuir a ansiedade. O assunto sono é fantástico, recomendo se vocês puderem, assistam a live dessa semana, tá lá no meu canal Isabela Camargo Real. Tanto no YouTube quanto no Instagram, e também no IGTV aqui do Resiliência Humana, tá bom? Então veja, percebam que uma coisa está absolutamente conectada com a outra. E digo mais, tá? É, Anabella Moda Estilo: ansiedade é preocupação demais com o futuro? Absolutamente, Anabella. Ansiedade é excesso de futuro, é preocupação com o futuro. E eu disse aqui no início que a energia da preocupação não muda nada, não muda o fato. Você só vai perder energia por algo que está fora do seu controle, porque nós não sabemos o que vai acontecer no próximo minuto, não sabemos. A internet pode cair, a luz pode acabar. Então, quando nós temos consciência de que este nosso minuto aqui, ele é valiosíssimo, Não adianta me preocupar com o que vai acontecer. Quando acabar essa live, eu tenho meia hora para um outro compromisso. Nessa meia hora pode acontecer tudo e também pode não acontecer nada. Então, este estado de presença e de consciência, Anabella, é fundamental, porque se eu me preocupar demais com o que vai acontecer na próxima meia hora, não vai adiantar nada, né? Tá fora do meu controle. O que está no meu controle? Respiração, acalma a respiração, acalma os pensamentos. Acalmando os pensamentos, eu penso melhor, decido melhor e reajo melhor, tá bom? Deixa eu ver se dá tempo de abrir mais uma pergunta aqui. Bom, aqui, Simone: "Como equilibrar o uso das redes sociais?" Simone, falei também disso essa semana, vou falar amanhã também, 6:30. Esse dedinho aqui, ó, esse dedinho nervoso em feeds infinitos é um grande inimigo do tempo, é um grande amigo da ansiedade. Nós precisamos controlar as redes sociais e não elas nos controlarem. Eu posso dominar os meus desejos e posso não ser dominada pela internet. Simples assim. Então equilibrar o uso das redes sociais, Simone, é uma tarefa diária de cada um. Sabe o que que eu faço? Eu tenho alguns momentos em que eu acesso, por mais que eu publique muita coisa lá no meu Instagram, Isabela Camargo Real, eu tenho um tempo para para a rede. Eu não fico mais do que 5 minutos em nenhum período do dia. Então, ao invés de eu pegar uma hora e ficar lá, além de me provocar enjoo, dar ruga no pescoço, problema nas articulações, né, e perder tempo, eu tenho alguns momentos do dia em que eu vou lá e dou uma checada no que eu preciso checar. E à noite, sabe o que que eu faço? Eu não deito mais e fico lá Eu fico em pé do lado da cama, porque assim minha perna já começa a doer, né, depois de um dia inteiro de trabalho. E aí depois de 5 minutos eu já, opa, já vi o que eu tinha que ver, já resolvi o que eu tinha que resolver. Então, Simone, a maneira que você vai equilibrar o uso das redes sociais é a mesma maneira que você equilibra a sua alimentação. Nós sabemos o que causa no nosso corpo quando a gente desequilibra a alimentação. E nós também podemos sentir as consequências, tá, de tudo isso quando exageramos na internet. Deixa eu responder aqui, espero ter sido clara, tá, gente? Oi, Yara, vou ter que sair, Isa, o trabalho me chama. Yara, seja sempre bem-vinda, a live vai ficar salva, tá, aqui no IGTV do Resiliência e lá no meu canal Isabela Camargo Real. Teve aqui uma pergunta que adorei, porque eu vou poder dizer isso agora. Deixa eu ver. Então, ó, aqui, ó, Sara: "Meu dedinho me faz estar aqui." Que bom! É isso mesmo, Sara, é equilíbrio, né? Esse dedinho aqui, ó, nos leva para coisas boas e para coisas ruins. Aí nós vamos ter que falar de filtro e curadoria, né, do que a gente faz, mas não vai dar tempo hoje, a gente vai fazer nos próximos dias. Estarei aqui todos os dias para trazer informações que podem ajudar vocês. Procrastinação, sim, tudo isso nós vamos falar sempre. Parei para te ouvir, Débora, ganho de tempo total. Olha, esse comentário já me emociona. Então, alguém aqui perguntou, me perdoe que eu perdi aqui o nome, se eu vou sortear um livro nesse final de semana. Sim, vou sortear um livro a partir dos comentários que vocês deixarem lá na minha página Isabela Camargo Real. Então pode ser na publicação de hoje, tá, que eu divulguei aqui, né, porque estamos tão ansiosos, tão estressados. O sorteio ele é feito por um aplicativo chamado Sorteio Gran, e esse sorteio ele só é feito a partir dos comentários que vocês deixarem lá na minha página, Isabela Camargo Real, no feed, tá? Não pode ser no story, tem que ser no feed, a forma como o aplicativo faz. Um comentário, se quiser deixar um pulhetinha com o símbolo de reciclagem, que é o que eu tenho usado bastante, né? Porque precisamos reciclar as nossas ideias, né? E como nós estamos tratando, acolhendo o nosso tempo. Então, ó, depois que acabar a live, vai para lá, deixa um comentário. Vou ficar muito feliz. Então, para finalizar, nós falamos aqui sobre ansiedade e estresse. O estresse é uma reação do excesso de ansiedade. O estresse também é positivo, né? Nós precisamos do cortisol para acordarmos, para reagirmos, se lutamos ou fugimos. E essa decisão entre lutar e fugir vai depender de como está o nosso estado interno. Não adianta saber se preocupar com o que está acontecendo fora, eu preciso entender o que está acontecendo dentro. Isso se torna uma maneira muito mais fácil, de novo, quando eu durmo melhor e respiro melhor, tá bom? E eu tentei trazer aqui para vocês a história da ansiedade, dos nossos antepassados e essa ansiedade deles pela própria evolução de todas as transformações foi fundamental para chegarmos até aqui. Então, resumindo, como nós vamos seguir a partir daqui vai depender de como nós, eu e você, fizermos, porque a tecnologia não vai desacelerar, o mundo não vai deixar de ser digital, então nós precisaremos encontrar os nossos limites, nós precisaremos reconhecer até que ponto nós podemos avançar e com qual velocidade nós vamos querer seguir. Mas Isabela, como é que eu vou encontrar limite em um mundo sem limites, né? Porque o mundo me pede superação de limites o tempo inteiro. Sim, só que entre um limite que você supera e outro, você precisa descansar. É isso que eu trago aqui no livro Dá um Tempo, que está à venda no resilienciahumana.com.br. Único lugar em que eu poderei entregar este livro na casa de vocês com uma dedicatória, tá certo? Então, muito obrigada pelo tempo de vocês, pela confiança em terem escolhido estar aqui comigo no Resiliência Humana. Eu agradeço profundamente. Quem também passar lá no meu canal, Isabela Camargo Real, e amanhã já faço convite 6:30 eu falarei sobre atualização de identidade, algo fundamental para seguirmos adiante com saúde, para seguirmos adiante vivendo uma vida que vale a pena ser vivida. Um beijo em todos. Oh, mãos em prece significa caminho do meio. Equilíbrio. Amanhã eu tô de volta e espero todos vocês. Tchau, tchau!
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








