Transtorno de ansiedade na pandemia.

This content was created by GHION.AI . This content was uploaded by GHION.AI . This is a YouTube video titled "Transtorno de ansiedade na pandemia." (created 2020-11-12T11:39:51Z) addressing anxiety disorder during the COVID-19 pandemic. The title is in Portuguese, suggesting the content language may be Portuguese, but no transcript, speakers, or creator information are provided in the excerpt, so the exact format (lecture, personal vlog, interview, etc.) and participants are not specified.
Chapters
Olá, boa tarde! Boa tarde também para você que está aqui em Isabela Camargo Real e aqui no Resiliência Humana. Transtorno de ansiedade aumentou ou não durante a pandemia? O que que você acha? Transtornos relacionados ao aumento do medo e da ansiedade, acham que aumentaram? Nos últimos meses? Bom, nós vamos falar sobre isso, tá, nessa hora do almoço. Para quem tá aqui no Resiliência Humana, meu nome é Isabela Camargo, sou jornalista e estou aqui sempre na hora do almoço com vocês, o Resiliência Humana, e na minha página Isabela Camargo Real, para a gente falar sobre em que tempo estamos vivendo e quais são as consequências da forma como estamos vivendo o nosso tempo. E aí, Juju Meio está dizendo: sim, muito. Gil, também acha que os transtornos de ansiedade aumentaram demais? Sim. Cris, olha, hoje eu trouxe até aqui, tá, como a gente faz a lauda no jornal. Eu apresento o jornal Primeira Hora na Rádio Bandeirantes e logo cedo eu li esta notícia: especialistas alertam para o risco de disparada de casos de transtorno de ansiedade provocados pela pandemia. Então, meses atrás, quando começou a pandemia, eu me lembro de ter divulgado bastante que a Organização Mundial da Saúde já alerta que no início de uma pandemia nós precisamos falar sobre saúde mental. Então, no início, enquanto muitas pessoas estavam apenas preocupadas com a COVID, eu já estava assim um passo na frente, né, sempre alertando quem estava do meu lado, me acompanhando nas redes, Isabela Camargo Real, E eu dizia assim: "Pensem na saúde mental de vocês, porque esse aumento do medo, muitas mudanças, uma mudança gera estresse, imagina todas as mudanças que nós vivemos, tudo isso gera mais estresse." Então, no início do ano eu já estava assim buzinando na orelha de todo mundo para Cuidado com a sua saúde mental. Aí o MS disse: no início da pandemia precisamos cuidar da saúde mental. Pronto. E aí vocês não sabem, comecei a divulgar sintomas que são normais durante uma pandemia. Sintomas que são normais numa pandemia. Então, um sono interrompido, que pode até levar a uma insônia, aumento de dor de cabeça, que pode levar a uma enxaqueca, crises ansiosas, que aí assim pode levar levar a uma crise de pânico, a uma ansiedade patológica. Percebem o que eu quero dizer? Então, no início, como muitas pessoas não sabiam lidar com o que estava acontecendo, muita gente achou que só elas estavam vivendo. E aí, quando você se sente sozinho, quando você não se sente acolhido, a dor aumenta. Sim, quando você não é ouvido, quando você não encontra outras pessoas, né, porque até então tava todo mundo ali, ó, né, na miúda, sentindo tudo, fica tudo quietinho, a dor aumenta. Por isso que existem grupos de apoio quando você tem alcoólatras, nossa, vários tipos de dores que nós temos hoje na sociedade. E aí você tem grupos que vão se encontrando. Mas voltando então aqui à questão da ansiedade, essa notícia então que eu dei hoje de manhã na Rádio Bandeirantes diz que Um instituto de pesquisa dinamarquês identificou que o problema do transtorno de ansiedade já atinge 7.200 pessoas a cada 100 casos de COVID. Então, a cada 100 casos de COVID por milhão de habitantes, 7.200 já sentem os transtornos de ansiedade. É bom a gente também já falar aqui de cara que uma coisa é ansiedade que nós temos para os nossos projetos, para o que fazemos durante o dia, essa ansiedade boa é quando você se planeja, se prepara. Outra coisa é ansiedade ruim, que é patológica, que é a que nos adoece. E qual é a ansiedade que nos adoece? Quando você vê o futuro da pior maneira. Essa é a ansiedade patológica, é essa ansiedade que vão causar os transtornos, os desequilíbrios. Gente, e tá tudo bem, tá? Essa é uma classificação para quem está mais ansioso do que o normal. Você pode ter um problema de saúde e ser uma pessoa saudável. Pensem nisso. Não carimbem assim, olha, eu tenho ansiedade, nossa. Não. Sim, tenho ansiedade. Somos o país mais ansioso do mundo. São 19 milhões de brasileiros com diagnóstico. Isso porque nós sabemos que Muitas pessoas sofrem sozinhas, em silêncio, e acabam não procurando ajuda, né? Acabam nem buscando um diagnóstico e acabam sofrendo sozinhas. Isso é muito ruim. Então, quando eu digo somos o país mais ansioso do mundo, com 19 milhões de brasileiros, sabemos que esse número pode ser maior, tá? É como Violência contra a mulher, o número é muito maior. Mas vamos em frente, esse pode ser o assunto de um outro dia, tá bom? Para quem tá chegando agora no Resiliência, deixa eu só me apresentar brevemente, tá? Pessoal que tá aqui na minha rede já me conhece, Isabela Camargo Real. Então aqui, meu nome é Isabela Camargo, eu sou jornalista e almoço com vocês. Primeira vez, aliás, que eu estou almoçando a 1 da tarde, né? Mas geralmente almoço com vocês ou meio-dia, uma, para nutrir as ideias de vocês. Porque assim como nós podemos nos nutrir com o que comemos, também podemos nos inflamar. Isso vale para as informações e para as notícias que nós buscamos. Então, eu tô aqui na hora do almoço para almoçar com vocês. Vou adorar inclusive saber quem que tá almoçando. Conta para mim quem que tá almoçando agora. Eu espero que seja um almoço nutritivo, tá? Ellen, Priscila, sejam todos bem-vindos. Bom, então, me apresentei, Isabela Camargo, sou comunicadora há 23 anos e muito do que eu direi aqui está no meu livro "Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites". Por que, Isabela? Porque só os limites nos garantem a liberdade, tá? Só os limites garantem a liberdade. Só a rotina te dá espaço vazio para você ter tempo livre. Tempo livre, Isabela? O que é isso? Muitas pessoas até ficam me questionando: Mas, Isabela, o que é tempo livre? É meditar? É ouvir música? Bom, tempo livre é aquele que você não faz absolutamente nada. Você não está nem pensando em meditar ou prestando atenção na sua respiração, mas se prestar atenção também mal não vai fazer. Mas você não está fazendo nada. Não é lazer tempo livre, tá? Não é atividade física tempo livre. Tempo livre é aquilo que todos nós, boa parte pelo menos, já esqueceu o significado, né? Senão não seria um choque quando eu falo tempo livre. Mas vamos lá. Mateus, a live ficará salva? Sim, gravada, tanto no Resiliência Humana como na minha página Isabela Camargo Real. Então estou dizendo aqui, dá um tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, um livro em que eu trago 150 entrevistas de quem? Pessoas que respeitamos e que marcam o nosso tempo. O prefácio é do Cortella, tem Karnal, Monja Cunha, aliás, acabei de fazer uma live com ela, foi maravilhosa, pessoal que tá aqui no Resiliência Humana, Depois dá uma olhadinha lá, tá? Na minha página, Isabela Camargo Real. E aí tem outras entrevistas de pessoas que marcam o nosso tempo, nos inspiram e que também me explicaram como convivem com o tempo. Como convivem com este nosso tempo. O tempo é igual para todo mundo, não importa o que tem na conta bancária, o que faz, deixa de fazer, o tempo é igual para todos nós. Então, se nós continuarmos reclamando sobre a falta de tempo, Né, Irassema? Ouviu a Monja Cói? Espero que tenha gostado. Se nós ficarmos reclamando da falta de tempo, a gente só vai perder tempo, tá? O tempo da natureza não está contra ninguém. O tempo da natureza continua o mesmo. O nascer e o pôr do sol, as fases da lua, as estações do ano. O tempo da natureza continua igual. E eu só estou dizendo isso, viu, Luciana Magalhães? Seja bem-vinda. Aqui, ó, eu fui entrevistar físicos e astrônomos para entender: será que o tempo está passando mais rápido? Que vira e mexe a gente ouve, né, aquelas teorias: não, porque o dia não tem mais 24 horas, o dia tem menos tempo. Bom, o que eu posso dizer para vocês, né? Fui lá na fonte, no Observatório Nacional do Rio de Janeiro, e conversei com os caras que mais sabem sobre física, Astronomia e cosmologia, que é o estudo do universo. Então, quando alguém reclamar do tempo, bater pezinho que não conseguiu fazer tudo, o problema não está no tempo, tá? O problema está na sua agenda e na nossa ambição realmente de querer fazer muita coisa, com o nosso medo realmente de dizer não, as consequências desse não. Então, eu me senti responsável depois de ter vivido uma experiência com a síndrome de burnout de contribuir, de prevenir este esgotamento profissional, evidente, então pelo excesso de trabalho você perde toda a sua condição física, mental e energética para continuar trabalhando, mas isso por um tempo, né, gente, estou aqui para provar que é só o freio, não é o fim. Então depois dessa experiência, depois de buscar essas informações, eu me senti na obrigação, né, Ana Costa, visagista linda, ó, mas sou brasileira, Ana, tá, Eu me senti na obrigação de prevenir a síndrome de burnout em vocês, e não só isso, mas todas as outras consequências dos nossos e novos tempos. Então, tá aqui quem se interessar pelo que eu disse, dá um tempo. Como encontrar limite em um mundo sem limites, porque só os limites garantem a nossa liberdade. Tá vendo? No Resiliência Humana, tá? Quem perguntou aqui, Resiliência Humana. Www.guion.ai.com.br. Inclusive eu consigo colocar um recadinho para cada um de vocês. Bom, alguém perguntou aqui, Josely, já volto a falar da ansiedade, tá, gente, do aumento da ansiedade agora na pandemia. Síndrome de burnout é o esgotamento profissional, burn out, mesmo a gente não falando inglês a gente entende, burn, queima, out, fora. Na verdade, você não queima fora, você se esgota por inteiro. Isso é causado por vários fatores, um deles, o excesso de trabalho, o excesso de exaustão, então não é você estar exausto no final de semana, deu um mês, recuperou, volta, não. É uma condição muito crônica, são muitos anos de negligência de si mesmo. Então, já que me perguntaram, se vocês perguntarem, se vocês procurarem síndrome de burnout no Google, vocês entenderão. Profissional. Oi, Bianca, um beijo, obrigada. É um fenômeno ocupacional causado pelo excesso de trabalho por longos períodos. Senão vai vir um aqui e vai dizer: "Ah, mas não pode trabalhar?" Lógico que sim. Até porque só tem burnout quem ama o que faz. E por amar o que faz, esquece de si mesmo ou se negligencia a ponto de achar que não vai acontecer nada se só trabalhar. Faz sentido o que eu tô dizendo? Bom, a minha definição, depois de ter vivido, depois de ter estudado, é que é um freio, não é o fim, e é ausência de si mesmo. Alguém vai me dizer aqui: ah, mas eu conheço alguém que teve burnout e não gostava do que fazia. Sim, a minoria acaba desenvolvendo burnout porque teve que assumir mais aulas, no caso dos professores, por longos períodos, mesmo amando o que faz, entende? Médicos acabam tendo que trabalhar muito mais horas ou por dupla jornada porque o salário é mais baixo do que precisa e aí tem mais dois empregos. Gente, tem uma série de caminhos para o burnout, mas a maior parte das 4 mil pessoas que eu entrevistei amam o que fazem, tá? É isso. Tem saída, Isabela? Tem, mas este não é o tema da nossa live. Eu posso falar isso de repente, se der tempo, já já, tá? E tem muita coisa aqui no livro Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites, mas esse livro não é sobre burnout. Esse livro é para você evitar qualquer problema de saúde, insatisfação pela vida, Desânimo por não saber colocar limite, por achar que tá todo mundo contra você, né? Até o tempo. Mas não, é a gente que quer fazer coisa demais e aí se frustra porque não vai conseguir dar conta de tudo. Então, com o tempo da natureza tá tudo bem, Isabela? Sim, é com este tempo aqui, ó, tá? Que nós temos que lidar diariamente, mas a gente quer colocar tanta coisa dentro dele que fica insuficiente, tá bom? Depressiva, tá dizendo: essa síndrome de burnout pode ser encontrada em adolescentes? Depressiva, este é um fenômeno relacionado ao trabalho, tá? É reconhecido inclusive pela Organização Mundial da Saúde em 2019, OMS. A Rosana tá perguntando o que é Rosana, não se aveste não, pode perguntar o que você quiser aqui, tá bom? Alguém disse aqui: é quando o corpo pede socorro. Anísio tá dizendo: sim, é ausência de si mesmo. Rosana Couto: quando você trabalha muito e acha que nunca vai acontecer nada. É quando você carrega uma nécessaire de remédios, daquela que a gente se acha, né? Tá lá no ambiente de trabalho, alguém fala: nossa, com uma dor de cabeça! Ai, pera lá que eu tenho remedinho para você. Ai, tô com uma dor de estômago, pera aí que eu tenho um remedinho para você. A gente se vangloria, né, do tamanho da nossa necessaire, e a gente vai tratando como normal, Rosana, o que é anormal, tá? E na minha opinião, o que é anormal? Trabalhar com algum problema de saúde, com alguma dor. Que que vai acontecer? A coluna trava, não é? Alguém aqui me escreveu que tá ouvindo a nossa live deitada na cama com "Estou com a coluna travada." Eu espero, minha flor, que você que escreveu isso, mas passou aqui o nome, que você respire profundamente, entenda onde você se perdeu. Porque quando a gente adoece é porque a gente se perde em algum lugar, a gente perdeu a mão, a gente perdeu a noção dos nossos limites. É por isso que conversas como essas são fundamentais. Gente, eu não sei se vocês sabem, mas Nós temos 20 milhões de brasileiros com diagnóstico da síndrome de burnout, tá? Então não é frescura, não é mimimi. Quem acha que é, então vai ter que ir lá conversar com a Organização Mundial da Saúde, tá? São problemas invisíveis, assim como dor na coluna, diabetes, pressão alta, fibromialgia são dores invisíveis. Infelizmente ainda não temos muita empatia, né? Eu digo nós, mas eu tô fora, né? Porque eu já vivi uma experiência que me fez mudar muito, muita coisa. A gente não tem empatia por aquilo que a gente não vê, né? Aquelas pessoas super inflexíveis, fechadas, né? Ignorantes mesmo, acham que é frescura porque não vê, né? Só acredita no que vê. Aí eu te falo assim: bom, então eu não posso acreditar no COVID? Eu não tô vendo vírus. Ah, Isabela, que interessante, não tinha pensado nisso. Pois é. Então, se eu não valido a dor de alguém por eu não estar vendo, então o que que nós estamos fazendo no nosso isolamento? A gente está se isolando de algo que a gente não vê. Nossa, Isabela, isso muda tudo! Muda, muda inclusive a forma de você pensar nas pessoas que estão do seu lado, muda na sua empatia, muda na sua forma de ver a vida. E ignora os ignorantes, tá, gente? Para vocês que sofrem de transtornos de ansiedade ou outro sofrimento invisível, ignora os ignorantes, porque pode ser que eles também estejam vivendo o que você está vivendo, tá? Mas vamos lá. Para quem é, deixa eu ver uma coisa aqui. Tem alguém aqui que precisa sair da live, gente? Aqui é uma escolha, tá? Ninguém é obrigado a nada. Inclusive, para a gente viver um tempo de qualidade, temos que fazer boas escolhas. Então, se esse assunto não faz sentido para você, não se preocupe, ó, encerra e vai para outra live. Que assim você vai ocupar o seu tempo da melhor maneira. Para quem me conhece já sabe a minha missão de vida e para quem está aqui no Resiliência Humana, eu sou comunicadora há 23 anos. Então eu venho falando nos últimos 2 anos, especialmente desde que eu saí da Rede Globo, sobre tempo de qualidade, sobre prevenção de problemas ocupacionais, sobre saúde, não é, Thalia? Porque nós merecemos viver com saúde e satisfação. Nós podemos trabalhar, né, Márcia, com saúde. Nós podemos trabalhar sem dor. Nós podemos colocar os nossos dons a serviço do mundo com alegria, tá? Taylor, muito obrigada pela, pelo seu tempo. Então nós só podemos viver tudo isso que eu disse fazendo escolhas, tá? Magalhães, o nome do livro é Dá um Tempo "Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites", se tornou um best-seller na semana passada, tem 150 entrevistas. Cortella, Monjacó, Encarnal, Maestro João Carlos Martins, muitos médicos falando sobre o vício à internet, né, muita gente bacana pra gente poder viver um tempo de qualidade. Nós falamos de tempo o tempo inteiro, mas dificilmente paramos pra pensar no tempo. Geralmente a gente só para para pensar no tempo quando morre alguém, quando a gente fica sabendo de um acidente violento com alguém que a gente conhece, ou com o diagnóstico, não é? Pelo menos a maior parte das pessoas me diz que são nesses momentos em que param para pensar no tempo. E aí, Thalia, querida, muito obrigada! Já tem o livro, tá gostando? Então Porque vejam, nós só podemos viver um tempo de qualidade fazendo escolhas de qualidade. E como eu vou escolher bem? Me conhecendo bem. Para quem não acha que autoconhecimento é importante, pode sair da live, não se preocupe, porque vocês vão continuar se enganando. E aí você perde tempo, tá aqui. E eu respeito a opinião de vocês, mas aí justamente por eu ser uma defensora do tempo de qualidade, eu estou então deixando vocês livres, que é o que somos. Nós somos livres para escolher e fazer aquilo que o nosso corpo pede. Duas pessoas estão me dizendo que entraram de paraquedas aqui na live, né? Deixa eu ver, Miguel Bonfim, e deixa eu ver quem mais. A Wandinha. Deixa eu contar uma coisa para vocês: quando o ouvido tá pronto, a mensagem chega. Quando a gente está atento aos movimentos da natureza, quando a gente quer realmente colocar os nossos dons a serviço do mundo, a comunicação que está ao nosso redor contribui para que você ouça o que precisa ouvir, contribui para que você conheça as pessoas que você precisa conhecer. Quantos aqui já estiveram ou estão muito empenhados em algo? E aí as coisas vão acontecendo. Para o livro "Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em Um Mundo Sem Limites", foi exatamente isso. Quando eu comecei a pesquisar se o tempo estava passando mais rápido, se nós estamos passando mais rápido pelo tempo, eu queria oferecer uma resposta para as pessoas que me diziam que o tempo estava passando muito rápido. Porque elas estavam ansiosas, aflitas, doentes. E se a velocidade vai continuar? Se as redes sociais, a internet vão continuar? O que nós podemos fazer? Então nós precisamos pensar no nosso tempo. Faz sentido o que eu estou dizendo, gente? E aí quando eu comecei a buscar nas entrevistas, e são 150 entrevistas de gente assim, olha, com a reputação irretocável, Tudo acontecia. Eu ligava o rádio, aparecia uma entrevista em algum lugar falando sobre alguns dos temas em que eu abordo no livro. Eu ligava a televisão, estava passando alguma coisa que estava relacionada ao livro. Então eu comento sobre os tempos mais que modernos, o que estão causando na gente, como nós chegamos até aqui. Tem a evolução da comunicação e dos transportes para a gente sacar porque estamos como estamos. Obrigada pela informação que você não me deu, que é ter respeito pelo tempo do outro, falar menos para que ouçam mais. Quanto custa a sua hora, né? Porque a gente troca as nossas horas de vida, mas na hora de fazer a conversão, a gente troca nossas horas de vida por salário. Aí na hora de gastar o salário você não faz a conversão. Então às vezes você tá investindo um produto que você trabalhou um mês para ganhar aquele dinheiro. Claro que às vezes você precisa fazer grandes investimentos, mas quanto custa a sua hora é fundamental para você reduzir o estresse e ter menos ansiedade, tá? Falo sobre as doenças do tempo, que são todas as doenças que nos tiram do presente, ansiedade e Depressão. Sobre o batalhão de pessoas doentes que nós temos hoje no país. Tempo para dormir, quem acha que dormir é perda de tempo? Bom, diagnóstico não é sentença, então eu trago aqui exemplos de pessoas que não sentem que o tempo está passando muito rápido, tá, gente? São pessoas que estão na fila de um transplante, por exemplo, e que precisam aprender a esperar. Precisam esperar um coração. Com paciência ou com aflição. Vale a pena conhecer essa história. Tempo para filhos, que é o tempo para maternidade, né, porque tem pessoas que não conseguem engravidar num determinado momento e tal. Cronos e Kairós, que é tempo dos homens, tempo de Deus. O tempo no esporte, o tempo na música, a ciência, o que diz sobre essa sensação que nós estamos tendo que o tempo pode estar passando mais rápido. Atualização de identidade, que é minha arma secreta. Para você colocar mais vida no seu tempo, para você parar de perder tempo com amizades que não fazem mais sentido, conteúdos que não vão agregar nada, né? Enfim, e o final com a história do COVID, que é para onde eu encaminho agora a conversa, com epílogo de tudo que nós estamos vivendo. Então tá aqui, tá? Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, bestseller, que está à venda no resilienciahumana.com.br. .com.br. Está à venda em todos os sites de venda da internet, mas no Resiliência eu consigo colocar uma dedicatória para cada um de vocês. Bom, Miguel tá dizendo que tem problemas com a depressão. Miguel, vou falar com você com muito carinho, que acho que pode ser que eu fale também com mais pessoas que estão aqui. É por isso que eu gosto de deixar os comentários, tá, gente? Eu preciso falar o que vocês querem ouvir. Eu venho aqui toda cheia de papel, mas eu preciso falar o que vocês querem ouvir. No livro, a Doutora Ana Beatriz, uma psiquiatra muito, muito respeitada, ela diz, Miguel, que depressão é excesso de passado, ansiedade é excesso de futuro. Vou repetir: "Vandinha, vai se dar o livro de presente?" Pode confiar, tá? Você só vai ter informações úteis para conquistar mais tempo livre, para se incluir na agenda. Mas vamos lá: depressão é excesso de passado e ansiedade é excesso de futuro. Para aqueles que estão vivendo momentos depressivos ou realmente com diagnóstico, perdão, vou voltar, para quem tá vivendo momentos tristes ou já teve diagnóstico da depressão, percebam em que momento do passado vocês estão, em que momento do passado vocês estão perguntando muito por quê, e aí inverte o porquê para para quê? Quem está com depressão, sugiro aqui de uma forma muito carinhosa substituir por quê pelo para quê. Tal coisa aconteceu comigo para que eu aprendesse tal coisa. Tal coisa aconteceu para que tal coisa. Porque a gente fica buscando muito por quê, por quê, por quê, por quê, por quê, E na verdade Deus, na minha opinião, está querendo que a gente pergunte para quê? Não é, By Rose Inspiration? Então nós precisamos entender onde a gente se perdeu. Isso para depressão, isso para problemas relacionados à síndrome de burnout, por exemplo, né? Em que momento você colocou na sua vida o trabalho acima da sua vida. Simples assim. Para quem tá sofrendo de ansiedade, excesso de futuro, é quando a gente pensa no futuro da pior forma possível. É quando a gente pensa no futuro com medo, com angústia, com aquele aperto no coração, porque a gente só pensa que algo vai dar ruim. "Isabela, mas então como é que eu posso pensar no futuro sem adoecer?" Se preparando para ele. No início da pandemia, muitas pessoas tinham medo do quê? Estavam ansiosas pelo quê? Para evitar o contágio. Então, quem teve menos ansiedade, quem teve menos problemas de saúde, sabia que tinha que fazer o quê? Ficar em casa, usar máscara e medidas de higiene. Ah, então isso reduz o medo? Sim, claro que sim, você está fazendo a sua parte, você está fazendo o melhor que você pode. Cortella fala isso: não faça o possível, faça o melhor que você pode. Ah, mas é fácil falar, quero ver colocar em prática. Então, se todos estamos vivendo a mesma situação, Porque uns podem conseguir de uma maneira e outras de outra maneira, porque depende como a gente vai interpretar o fato, como a gente vai se preparar para o fato, né? A gente precisa se preparar com as informações que temos disponíveis. Vou dar um exemplo bem simples. Tá? Então uma coisa é eu ter um horário de voo e ficar naquele sofrimento de que: nossa, eu vou perder o voo! E se eu perder o voo? E se perder o voo? Uai, como é que eu posso me prevenir? Vendo a rota até o aeroporto, mais ou menos quanto tempo de trânsito, considerando os imprevistos. Então eu vou sair antes, não preciso ter ansiedade. Ah, mas eu tô com medo do meu emprego, que eu posso ser demitida. O que que eu posso fazer para não ser demitida? Eu, o que O que eu posso fazer? Ah, eu posso fazer o melhor dentro das condições que eu tenho, me cuidando. Se mesmo assim houver uma demissão, significa que o seu ciclo ali já acabou e bora pra frente, que pode ser que aconteça algo melhor pra você. Tô dizendo isso porque eu sofri uma demissão, tá, gente? Então eu sei o que é ser demitido. No início você se sente o pior profissional do mundo e depois você entende Que você não é um profissional ruim, no caso de um tratamento de saúde, tá, gente? Você não é um profissional ruim, você só está vivendo um momento ruim. Vi aqui algumas pessoas dizendo que viveram ou vivem o burnout, se sentem muito tristes. Sim, mas tô aqui para dizer que você não é um profissional ruim, você só está vivendo um momento ruim, tá? Isso serve para tudo. A gente tem a tendência de maximizar uma situação para todas as áreas da vida, e aí fica tudo ruim, né? É o famoso jogar M no ventilador, não é? Mas vamos lá, a depressão, ansiedade, Jana, podem andar de mãos dadas? Sim, especialmente se você não procurar ajuda, não procurar o especialista. Não é, Adriana? Tanto a depressão quanto a ansiedade e a síndrome de burnout precisam de diagnóstico clínico. Não é diagnóstico da vizinha, do amigo, do inimigo. Depressão, ansiedade e síndrome de burnout precisam de diagnóstico clínico. Assim como enxaqueca, sabia? Enxaqueca também precisa de diagnóstico clínico. Então, Neusa, leu o livro, gostou? Me conta. Saí do trabalho que eu estava e hoje estou feliz. Neide, pois é, existem situações e situações, não é? Claro que vai depender da realidade de cada um. Sabe o que vai depender? Eu sempre falava: a hora que você entra na sua casa, fecha a porta. Aí sim eu quero ver, aí sim eu quero ver você ter o retorno daquelas pessoas que você não fez algo porque o que que vão pensar, né? Geralmente essas pessoas que nós, essas pessoas, né, geralmente quando a gente não faz algo pensando o que que vão pensar, quando você precisar de ajuda, essas pessoas não vão pensar em você, tá? Pensem nisso. Mas então vamos lá, para quem está se sentindo perdida, Jana, Você precisa parar, respirar profundamente, que é o nosso maior bem. Respiração é o nosso tempo. Acabei de falar com o Monja Kwan isso. Nós inspiramos e expiramos. O dia que nós não inspirarmos mais significa morte, significa fim. Então a respiração é o nosso tempo. Então, Jana, ó, inspira profundamente e tenta entender, se você está perdida, onde você se perdeu. Qual é o primeiro fato que vem à mente que te decepcionou, que te frustrou? Isso é muito importante, esse é o primeiro passo, tá, gente? Não tem manual, não tem solução mágica, não busquem atalhos na farmácia, não busquem fora o que tá dentro. E o que que tá dentro? As respostas que você não quer ouvir, que você evita, né? Nós não temos tolerância mais ao silêncio, a pausas, a descanso, né? A gente sente culpado, inclusive. Bom, quem está muito preocupado, como o Breno tá dizendo aqui, né? Preocupado primeiro com o quê? Ai, tenho medo de não pagar as contas. Bom, então primeiro vamos colocar no papel as contas. O que que você pode reduzir das contas? Aí, tenho medo de perder o emprego. Todos podemos perder o emprego a qualquer hora, a qualquer hora. Não existe segurança profissional e insegurança emocional. A gente precisa entender que estamos em um emprego, não somos um emprego. Temos um relacionamento, estamos vivendo um relacionamento. Só isso, mas nós somos antes de qualquer pessoa, então ninguém pode ser mais importante do que você. Isso para quem está aqui dizendo sobre depressão relacionado a términos, né, de relacionamento. Então, falando com muito carinho sobre depressão, ansiedade vivem de mãos juntas porque uma vai retroalimentando a outra. Ou uma vai alimentando a outra. Quando a gente pensa muito no futuro e ele não acontece, né, da maneira perfeita como você imaginou, às vezes acontece similar, mas você acha que não aconteceu nada, né? A gente é muito insatisfeito. Eu falo isso porque eu também passo momentos de muita tristeza e muito choro, que— mas são nesses momentos que Deus está te testando, né? Os testes não vêm na hora boa, os testes vêm realmente para ti mostrar que, ó, vamos ver se aprendeu mesmo, vamos ver se precisa de uma outra lição. Então percebam que se vocês entram em depressão, vocês também saem da depressão. Ah, Isabela, que interessante isso! Eu também acho. Tava outro dia lá na Rede Vida com o Dalsídez e veio um pedido de aconselhamento e o rapaz falou: olha, como é que eu faço Eu entrei em depressão, como é que eu faço? Então vamos sair. Se você já tem a consciência que você entrou, né, que você então já não tá responsabilizando mais ninguém, graças a Deus, então vamos sair. Como é que eu vou sair, Isabela? Primeiro sabendo onde você se perdeu. Não é, coach? Patrícia Lopes. Então primeiro, onde você se perdeu? Porque se perdeu, você ainda aquela pessoa Acho que não. É por isso que eu falo tanto sobre atualização de identidade aqui no livro, ó, Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Por quê? Porque uma das grandes origens das nossas dores e problemas é quando nós vivemos uma agenda do presente com as características do passado. É assim. Quando você quer fazer, fazer, fazer, fazer um monte de coisa, né, achando que você tem as mesmas características lá de 20 anos, podia dormir pouco, né, ficar na balada, acordado, e no dia seguinte produzir bem. E aí você vai se frustrar porque a agenda não vai conseguir, você não vai conseguir realizar tudo, né. Dormindo pouco, então pior ainda. Não se colocando na agenda, pior ainda. Por isso, Márcia, nós Precisamos viver um tempo de qualidade. Para viver um tempo de qualidade, precisamos escolher. Para escolher, precisamos nos conhecer. Senão, vão escolher pela gente. Redes sociais: ou eu uso ou eu sou usada. E assim por diante. Enquanto a gente achar que o outro é responsável pelo que estamos sentindo, só vamos perder tempo. Porque o outro tem as características dele. Somos semelhantes como seres humanos, mas não somos iguais. Então, quem está resistindo muito alguma perda, eu compreendo, eu sinto sua dor. Viva o seu momento de luto. E luto significa qualquer perda de vínculo, tá? É perda de qualquer situação ou pessoa que você tinha um vínculo. Então pode ser emprego, não só as perdas humanas, né? Então perda de emprego, a perda de um membro do corpo, infertilidade, demissão, divórcio, tudo isso gera luto. Perda de amizade, né, ou até perda de uma ideia, que acontece com a atualização de identidade que eu proponho tanto. Nossa, mas eu queria tanto trabalhar naquele lugar! Aí quando você vai buscando mais informações, você fala: nossa, não é o que eu pensei. Pronto, substitui esse pensamento, você vai vivendo um luto, né. Claro que uma proporção menor, para ressignificar aquela ideia, para colocar outra no lugar. Mas, gente, ó, eu tô indo aqui para vários caminhos, deixa eu dar uma fechada, porque o nosso tema, como eu coloquei aqui para vocês, é ansiedade, aumento da ansiedade durante a pandemia. Então, para quem tá entrando agora, eu dei essa notícia hoje de manhã, eu trouxe até aqui a lauda no jornal Primeira Hora da Rádio Bandeirantes. A notícia é a seguinte: especialistas alertam para o risco de disparada de casos de tratamento dos casos de transtorno de ansiedade provocados pela pandemia. E aí nós falamos que no início muitas pessoas sentiram medo, muito mais angústia, né, claro, medo de pegar COVID, medo de não conseguir pagar as contas, medo de perder o emprego. Todos esses medos aumentam o nosso estresse e que para quem já tem um nível de ansiedade ali no limite, né, do bom para o ruim, do normal para o patológico, Ficou ainda pior. Então, nessa pesquisa mostra que a crise econômica relacionada à sanitária é a que mais preocupa, então como eu disse, e o mais curioso, por que que uma informação pode salvar? Por que que nós sabemos que informação é poder? A Organização Mundial da Saúde já tinha alertado que o período da pandemia terá um impacto devastador sobre a saúde mental. No início da pandemia, a Organização Mundial da Saúde, eu ajudei nessa divulgação, a OMS já tinha dito que no início de uma pandemia nós temos vários sintomas normais, considerados normais neste período. Então, tô aqui para dizer para vocês que quem negligenciou seus sentimentos, quem evitou conversar com a sua dor, pode, nos próximos meses, ter mais transtornos de ansiedade, ter mais momentos melancólicos e aí, a longo prazo, desenvolver depressão. Então, essa live ficará gravada, ela é fundamental para vocês compartilharem com quem vocês querem bem, porque essa é uma informação que serve para todos, não é? Então, quem aqui sentiu mais ansiedade no início da pandemia, Você não está sozinho, tá? Os transtornos, os, perdão, os sintomas físicos. Não entendi aqui a mensagem da Recoel, mas vamos lá. O Hospital das Clínicas daqui de São Paulo, um dos mais respeitados do Brasil, diz que Os sintomas físicos dos transtornos de ansiedade são taquicardia, suor excessivo e alterações gastrointestinais, além dos distúrbios do sono, além de outros avisos que o corpo vai enviando. Sabe quando a gente instala um alarme e toda vez que o alarme para, você fala: "Ah, não é nada, não é nada, não é nada." É a mesma coisa quando o nosso corpo envia alguns sinais. O Jorge está dizendo que sou psicóloga. Nada, Jorge, sou jornalista. É que eu vivi uma experiência com a síndrome de burnout, pesquisei muito, né? Tá aqui no livro "Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites". 150 entrevistas de pessoas incríveis que marcam o nosso tempo: Cortella, Karnal, Monja Coen, Maestro João Carlos Martins, O filósofo Clóvis de Barros, vixe, uma turma maravilhosa. Então assim, eu não fiz psicologia, adoraria, tá, mas sou jornalista e especialista em produtividade sustentável. Aliás, de tudo isso que nós estamos falando, eu, para poder responder todos que me pedem ajuda, eu fiz um curso, produtividade sustentável, para quem tá fazendo sentido o que eu estou dizendo, depois entra lá na minha página, Isabela Camargo Real. As inscrições se encerram hoje, aliás. É uma metodologia que eu me curei para poder agora oferecer. Metodologia 5D, das 5 dimensões. A gente passa pelo diagnóstico, as distrações então que nos fazem ter esse diagnóstico, digo sim, que é quando você para de dizer sim para o outro e começa a dizer sim para você, despertar e daqui para frente. É um curso muito bacana, a primeira turma então se encerra hoje, quem já fez inscrição já tem me passado feedbacks incríveis, porque nós podemos trabalhar com saúde e satisfação, nós podemos trabalhar sem dor, nós podemos ter tempo livre mesmo numa agenda cheia de compromissos e obrigações. Eu só posso dizer isso, gente, porque eu vivi na pele o pior do excesso de trabalho, o pior do excesso de não pra mim, o pior da negligência comigo, da ausência de si mesmo, não é? Então, a Blaira tá dizendo que quando estamos vivendo o presente, né, ansiedade vai diminuir. Sim, Blaira, é assim, se eu perguntar para vocês onde está a depressão, o passado e o futuro, onde estão passado e futuro? Alguém quer arriscar um palpite? Eu só consigo lembrar do passado agora, e eu só consigo pensar no futuro agora. Deixa eu ver quem entrou aqui. Quero fazer o curso, LS Perola, entra lá. Isabela Camargo Real, hoje é o último dia das inscrições, tá? E tá lindo, São 5 dimensões, 2 aulas bônus, kit primeiros socorros, livro, tem um monte de presente, tá? Porque realmente eu quero poder contribuir com o que eu vivi na pele. Quem está pedindo como faz a inscrição, entra lá no meu site Isabela Camargo Real, meu site, gente, na minha página no Instagram, lá em cima tá o link, Produtividade Sustentável. Então vamos lá. Onde estão passado e futuro? Agora. Só consigo lembrar do passado agora. Ontem eu fiz tal coisa. É, só consigo lembrar disso agora. Amanhã eu vou fazer tal coisa. Só consigo lembrar disso agora. Santo Agostinho, inclusive, eu trago uma frase dele aqui no livro em que ele diz assim: o certo era a gente chamar presente do presente, presente do passado e presente do futuro. Porque o passado só está no presente, o futuro só está no presente. E por que presente, presente? Uma hashtag que eu uso muito. Porque nós é que podemos fazer do nosso presente um presente. Quando a gente faz aniversário, o que a gente ganha? Um presente. O que a gente faz com esse presente? Ou troca, ou esconde na gaveta, ou usa muito bem usado, né? Quando a gente adora. E o que a gente está fazendo com o nosso dia que nós ganhamos? Estamos usando, guardando, negligenciando, passando pra frente, né? Quando a gente cai nas armadilhas dos ladrões e alugadores do tempo, eu falo isso no curso, viu, gente, Produtividade Sustentável, é um choque assim de realidade tudo que vocês vão aprender. Ladrões de tempo, procrastinação, Aprender a falar não. Adriane, minha página está escrita aqui em cima: Isabela, com Z e dois L's, Camargo Real. Então, a única maneira da gente prevenir a depressão e a ansiedade é atualizando a nossa agenda, porque assim você garante satisfação. E não caminha para frustração. Nossa, Isabela, não tinha pensado nisso. Sim, agendas cheias demais, alma vazia. No início da pandemia a gente viu isso, né? Armários cheios de coisa e alma muito vazia. Lilia, hoje se deu um tempo para não fazer nada, tô na paz. Que linda! Beijo para você. Lilian já leu meu livro, fez o curso, porque muitas pessoas desaprenderam a ter tempo livre, acham que não podem, não é? Sentem culpa. E são várias razões para a gente sentir essa culpa pelo descanso, está escrito lá no livro, não vai dar para falar hoje. Mas de uma maneira geral, quem está em depressão, Deise, onde você se perdeu? Em que fato do passado você se perdeu? Você está presa ainda a ele. E se está presa ainda, por quê? Tá esperando alguém te livrar dessa dor? Fabi tá pedindo para printar o livro, ó, tá aqui. Dá um Tempo: Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites. Porque só os limites garantem a liberdade. Escolhi ser feliz, meditar, alimentar minha alma. Tá, Lia, saindo daqui vou me inscrever. Você merece, Thalia. Quem quer trabalhar com saúde e satisfação, sem ansiedade e depressão, precisa de humildade e criatividade. Precisa atualizar a identidade. Precisa entender quais são as distrações que estão levando vocês ao diagnóstico atual. Que diagnóstico é esse? Um diagnóstico de falta de tempo, de insatisfação. Então eu preciso saber o que é ladrão de tempo, o que é alugador de tempo, não é? Eu preciso saber como eu vou me colocar na agenda, como eu vou aprender a dizer não. Tudo isso está numa metodologia. tá? 5D, diagnóstico, distrações. Digo sim para você, né? Digo sim para mim. Você para de dizer sim para os outros, diz sim para você. Despertar daqui para frente. Primeira turma se encerra hoje, tá? Anny tá dizendo que desistiu de tentar se curar. Não, Anny, não mesmo. Não desista de você. Não desista de você. Lílian quer aprender mais sobre atualização de identidade. Tem um módulo inteiro sobre isso, Lílian, sabe? Todas as perdas nos deixam triste, mas a escolha da depressão é nossa. Falo isso também porque eu já vivi uma depressão profunda pós-demissão, demissão por trabalhar demais, por amar demais o que eu fazia. Por isso que os excessos são ruins. Excesso de tudo é ruim. Excesso de informação sobrecarrega o nosso cérebro, exaustão mental. Excesso de trabalho manual, exaustão física. Excesso de comida, até excesso de água, gente. Até no Nordeste, aquelas áreas super áridas, quando chove demais, aí estoura açude. É um negócio que, né, aquilo que tava todo mundo precisando, quando vem demais O mesmo aconteceu no início da pandemia. Muitas pessoas reclamaram daquilo que sempre pediram: mais tempo, não é? Mais tempo em casa, mais tempo com a família. Aí, como veio, né, de uma vez: nossa, o que que eu faço agora? Então, de novo, algumas pessoas estão saindo melhor, outras não. Então, Jayane: sofro de ansiedade, não sei como sair dessa. Jayane, eu vou te ajudar. Se você quiser. As respostas não estão comigo, estão com você. Eu falo muito sobre isso no curso, né? Eu começo falando sobre uma das nossas principais características atuais: estresse e ansiedade. Então, o que nós podemos fazer para reduzir a nossa ansiedade? Do que eu tenho medo? Por que eu tenho esse medo? Para que eu tenho esse medo? O medo vem para nos proteger? É claro que quem teve crise de ansiedade no início da pandemia, porque viveu muito medo, esse medo era de proteção, evidente. Mas, ó, o Padre Fábio de Mello, ele me dá uma entrevista aqui no livro fantástica, em que ele explica como ele superou as crises da síndrome do pânico, que era um medo que ele tinha dos shows, porque ele estava muito cansado. Então o corpo não tinha mais como continuar. Ele dá um depoimento muito emocionante aqui. Entendo que vocês podem se beneficiar muito da entrevista do Padre Fábio, que está aqui, sabe? Não mude o outro, não perca tempo querendo mudar ninguém, nem filho, nem pai, nem mãe. Aliás, quem somos nós para querer mudar alguém? Significa que não estamos respeitando a opinião do outro, e só a nossa vale. Isso serve para tudo, tá, gente? Inclusive para religião. Quando eu falo mal da religião do outro, estou querendo dizer que a minha é melhor. Será? Quando eu falo mal de alguém, significa que eu estou me colocando num lugar melhor que essa pessoa? Sério? Quando eu quero que o tempo tenha mais horas no dia, eu tô querendo ter mais poder do que a natureza? Você acha que a natureza não sabe o que tá fazendo? Bom, aí já seria outra live. Não é? Mas não quero assustar ninguém, quem tá chegando aqui agora no Resiliência. Eu sou comunicadora e preciso falar pra vocês o que não me disseram. Preciso falar pra vocês o que pode mudar realmente a vida de vocês. Então, algumas pessoas tão me falando aqui sobre prioridade. Eu no livro e no curso Produtividade Sustentável eu falo sobre o que é essencial. Antes da lista do que é prioridade, do que é importante e do não sei o quê, bote o essencial. Mas Isabela, e o que é essencial? Aquilo que você precisa fazer para dar conta do resto. Uhum. E que é justamente o que a gente abre mão. Você abre mão das suas horas de sono, você passa voando no chuveiro, você escova o dente correndo, Não é assim? Isso é autocuidado, aquilo que só você pode fazer por você. Mas como a gente acha que nunca vai acontecer nada com a gente, pimba! Vem um problema de saúde, vem Deus, a força maior, como vocês quiserem chamar na fé de vocês, e vem e vai dizer: agora parou, agora deu, já te avisei de várias maneiras, né? Acredito que é assim que começam todas as doenças, são pequenos sinais que nós vamos negligenciando até que ficam insuportáveis. Enfim, alguém está dizendo aqui para buscar ajuda, Azei, Azei, Tashi Azir. Procurem um profissional, né, eu sempre recomendo. Enxaqueca, neurologista. Desorganização mental, exaustão mental e física, suspeita de burnout, psiquiatra, psicólogo. Não coloquem a solução, a saída do problema de vocês em remédios. E quem também tiver recomendação de remédio, também não insistam em não tomar por preconceito. Para, gente, vamos acordar, né? Nós estamos vivendo em um mundo que sim, estamos viciados na internet, tá aqui no livro. Vários médicos inclusive explicam porque estamos viciados na internet, a ciência explica isso já há muito tempo. Nós estamos vivendo em contextos de extrema polarização, de muita intolerância, então tudo isso é claro que vai nos deixar confusos, desiludidos e tantas outras coisas que eu poderia dizer mais para vocês, mas eu não vou ter mais tempo. Então eu preciso encerrar dizendo que sim, muitos especialistas alertam para a disparada de casos de transtorno de ansiedade provocados pela pandemia, que a Organização Mundial da Saúde já alertou que o período da pandemia terá um impacto devastador sobre a saúde mental, especialmente nos ignorantes, nos resistentes, nos intolerantes. Que não querem acreditar naquilo que não veem. Então eu não vou poder acreditar no vírus, né, que eu não tô vendo o vírus. Pensem nisso, tudo aquilo que você não vê você não acredita. Então você tá dentro de casa com medo do COVID, pensa nisso, tá? Tudo que eu estou falando para vocês é com muito carinho, muito respeito. Eu faço as brincadeiras assim que é para acordar a turma nessa hora do almoço, Viviane, tá aqui, ó, dá um tempo, Como Encontrar Limite em um Mundo Sem Limites, meu best-seller, tá à venda no resilienciahumana.com.br. Eu sou um instrumento aqui de 150 pessoas que marcam a nossa história: Karnal, Cortella, Monja Coen, Clóvis de Barros, Maestro João Carlos Martins, muitos músicos e uma turma muito bacana para que vocês tenham informações. Validadas, pesquisadas, para que vocês tenham o poder de escolher. E a gente só vive um tempo de qualidade quando a gente escolhe bem, tá certo? O livro está à venda no resilienciahumana.com.br. Eu almocei com vocês aqui para nutrir as ideias de vocês, porque dependendo do que a gente vê ou ouve, Nós nutrimos ou inflamamos as nossas ideias. Então eu espero que vocês tenham nutrido as ideias de vocês. Nath, se interessou pelo curso? Um beijo para você. Hoje é o último dia de inscrições para a primeira turma do curso Produtividade Sustentável. Quem quer entrar em 2021 com organização mental especialmente, Dá uma olhadinha na minha página, Isabela Camargo Real, lá em cima, produtividade sustentável. Porque para você planejar, para você ter um ponto de chegada, você precisa saber qual é o seu ponto de partida. E muitas pessoas querem ignorar as condições atuais. Por isso que atualização de identidade é fundamental. Meus amores, muito obrigada pelo tempo de vocês, confiança, E amanhã estarei de volta ao meio-dia para almoçar com vocês novamente no Resiliência Humana e na minha página Isabela Camargo Real. Beijo! A live ficará gravada, tá bom? Tchau, tchau!
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








