Unha Talks - Helo Pinheiro

Isabel hosts Helô Pinheiro, the muse of "Garota de Ipanema," while nail technicians work on her nails. They talk about aging, self-care routines, a recent neck procedure, managing anxiety through diet, and fitting beauty into a busy life with family.
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Quantas mulheres você conhece que adora um salão de cabeleireiro? Não só para fazer os cabelos, claro, mas também para fazer as unhas. Para mim, fazer a unha uma vez por semana significa que eu tenho uma hora para me cuidar. E para você? Quer saber como mulheres porretas em suas áreas, que são muito donas de si, fazem para dar conta de tanta tarefa e demandas da semana e mesmo assim arrumarem um tempo para si? Esse é o lugar certo. Unha Talks pra você. Nossa convidada de hoje é Helô Pinheiro, que vai falar sobre várias coisas que eu tenho certeza que você vai gostar. Então, vamos nessa?
Que felicidade estar com essa mulher linda, inteligente, cheia de vida, de energia. Isso é muito bom. Passa, Isabel.
Não é? Mas olha, você só vê em mim o que tem dentro de você. E é por isso que nós estamos começando o Unha Talks com uma mulher tão exuberante e que inspira todas nós. Agora, nós estamos num salão de cabeleireiro por quê? Porque nós nos identificamos justamente no salão, não é?
Oh, sim, não, toda mulher, né? Tem pelo salão aquela coisa de sentir uma, um imã, né?
É um templo.
É um templo.
Um templo do autocuidado.
Que nos puxa, né? Total. É uma imantação perfeita.
Agora, é verdade? Eu sinto por mim, quando tô baixo astral, faço uma escova e faço a unha especialmente, tudo muda.
É isso mesmo.
Pra gente aproveitar então essa conversa, que eu tenho certeza que vai ser muito bacana com a Helô, a Gilda e a Antônia vão fazer a nossa unha enquanto eu vou Tentando aqui tirar algumas coisas da Helô, especialmente aquelas coisas, aquelas observações que nunca ninguém soube da Helô. Vamos nessa?
Vamos nessa!
Que cor você vai escolher hoje?
Eu vou tirar esse cinza escuro e vou botar o cinza claro.
Pronto, então vamos lá. Gilda, obrigada! Antônia também. Enquanto a gente vai fazendo a unha, a gente vai conversando, tá bom? E quero já saber o seguinte, lindeza: qual é a mulher Atrás da Helô Pinheiro.
Ixi, olha. Mãe, avó, professora, porque a gente ensina muita coisa. Aluna, porque também aprende muita coisa. E logicamente empresária, musa inspiradora de uma canção que corre o mundo, né? Então eu tenho que pular a amarelinha.
Pular Mildinho.
Mildinho, entendeu? Não é fácil. Porque eu tenho uma vida bem corrida e tenho meus filhos que eu tenho que dar atendimento. Como eu sou canceriana, o que acontece? Eu sou muito de abraçar, de querer tirar os problemas, resolver tudo, resolver tudo. Então eu sou uma pessoa muito antenada.
Você é ansiosa?
Sou muito ansiosa, quero deixar tudo organizado, quero deixar todo mundo feliz, não quero ver ninguém triste, ninguém Infeliz na vida. Então isso me angustia. Quando eu não posso resolver um problema, eu fico quase que doente.
Como é que você lida com essa angústia? Porque você mantém uma elegância constante, o peso, o cabelo sempre impecável. Como é que você mantém essa angústia? Porque eu, por exemplo, quando estou ansiosa, vou para comida, como demais.
Ai, eu não como não. Quando estou ansiosa, eu tenho que estar fazendo as coisas. Tem que estar me ocupando. Quanto mais eu me ocupar, menos ansiedade eu fico.
Sério?
Quer dizer, eu acho que esse negócio de comer, às vezes você manda um recadinho pro teu cérebro: "Eu estou ansiosa, preciso comer." Não tem. É uma coisa que você tem que tirar de você porque isso não existe. A gente que coloca na cabeça as coisas que a gente vai ter que fazer, sei lá, eu acho que é um macismo. Isso é um racismo. "Ah, eu engordei porque eu comi demais, é porque eu tava assim preocupada com..." Não, você comeu porque você tava com vontade de comer e comeu além do que deveria, não por isso, por aquilo, porque sentiu vontade. Eu acho que é mais isso. E tem a genética. Claro. Tem esse negócio de engordar. "Ah, como que você não engorda tanto e você come tanto?" Porque eu acho que A genética tem também uma contribuição total.
Agora, Elô, você comentou, né, sobre ser musa de uma canção internacional. Isso sempre teve questões positivas ou existe também uma cobrança para Heloísa se manter sempre uma garota de Ipanema, sempre uma musa inspiradora, aquela mulher que não importa a idade das outras sempre vamos querer se assemelhar a você?
Eu acho que existe essa cobrança sempre. Aliás, é uma coisa que não dá mais para você poder seguir como uma garota. Eu já digo, não sou mais garota de Ipanema, eu sou a coroa de Ipanema. Não vou, logicamente, desprezar um título que eu ganhei de dois grandes compositores, Tom e Vinícius. Então eu acho que, na realidade, esse título Continua, mas eu não sou mais a garota. Então essa cobrança: "Ah, ela precisa estar impecável, tá com um corpinho tanquinho." Isso não é, nunca na vida. Por mais que você faça plástica ou que você malhe bastante, você vai ter 20 anos.
Isso não.
Você pode querer fazer as coisas pra você se sentir bem. Eu, por exemplo, gosto de fazer academia também, não só por isso, negócio da estética, mas também pra eu estar ágil com minhas netas, pra brincar com elas, pra rolar no chão, que senão é aquela coisa: "Ai, artrite, ai, minha perna." Não, eu não quero isso. Eu quero que elas guardem a lembrança da avó sempre brincalhona, divertida, e é isso que eu penso.
Sensacional. Helô, você sabe que quando eu estava na reportagem, todas as vezes que eu entrevistava mulheres como você, Eu sempre olhava se ela estivesse com a unha sem fazer ou vencida, eu sempre pensava: "Nossa, essa mulher não teve uma hora na semana pra cuidar dela." E depois, quando eu tinha um pouco mais de idade, eu perguntava: "Vem cá, como é que tá o seu tempo? Tá conseguindo se cuidar?" E elas sempre diziam: "Não, tô corrida, não tenho tempo pra nada, não consigo fazer a unha." Como que você lida com essa falta de tempo diante de todas essas demandas que você contou pra gente?
Primeiro, eu acho que quando você tá com a unha descascada, é melhor passar uma acetona. Isso você tem em casa.
E ficar sem fazer.
Fica sem fazer. Agora, maquiagem eu faço até dirigindo.
Eu também.
Eu tô dirigindo, vou pintando o olho quando para no sinal, entendeu? Batom. Lógico, não vou colocar um cílio, porque se eu colocar o cílio dirigindo, vai bater no teto do carro.
Não vai dar.
O carro é que vai ficar com os cílios. Mas é assim, eu acho que a prioridade são as coisas que nós precisamos fazer, mas logicamente está sempre com boa aparência, tem que estar com boa aparência.
Essa boa aparência, como é que você mantém? Por exemplo, você já me disse, né, todos sabemos, tem mais de 70 primaveras, com muito orgulho.
Já são invernos.
70 invernos. E você É uma mulher inspiradora. Mas para manter o cabelo em ordem, pele em ordem, unha em ordem, o que você coloca como prioridade?
Bom, uma coisa que eu acho que é importante na beleza, na estética, eu acho que o cabelo tem que estar sempre mais ou menos ajeitadinho. Por exemplo, você vê que a falta de tempo, eu já tô com a raizinha precisando tingir.
Olha isso, gente, a Elô também fica com a raiz pra fazer.
É pra fazer. Então amanhã Será o dia. Mas o que eu não consigo ficar é sem um lápis no olho. Não consigo ficar. Batom às vezes até esqueço, mas o lápis do olho eu acho que já muda o semblante, já dá uma, sei lá, um olhar mais saudável.
Levanta o astral.
É. E aí esse lápisinho do olho eu posso colocar dirigindo, tá na rua, onde estiver, é um lápisinho que eu faço, que todo mundo fala: "Como você consegue sem olhar?" Treino, são 70 anos, espera lá.
Prática, né?
Eu trocava roupa quando a gente ia fazer desfile dentro de Kombi. A gente conseguia trocar roupa, se maquiar, fazer tudo dentro de uma Kombi. Então a gente está acostumado a se virar nos 30.
Sim. Agora, quem vê a Helô nas capas de revistas nacionais, internacionais e livros e vários tipos de propaganda acha ou pensa que a sua vida é perfeita, que não existem problemas.
Nossa, e como tem!
O que você diria para as mulheres que estão nos acompanhando e que sempre tendem a achar que as mulheres que estão nas capas de revista não têm os mesmos problemas que elas? E na verdade todas temos as mesmas vontades, desejos e problemas também, não é?
Claro, imagine eu então É o que eu digo, né? Eu tento tirar, subtrair esses problemas de alguma forma. Como? Como? Por exemplo, eu brigo com meu marido, a gente tem uma discussão, aí depois eu digo: "Ah, sabe, pra que discutir? Amanhã nem sei se eu estou aqui." Penso muito nisso. "Será que ele também vai estar aqui? Pra que a gente vai brigar agora? Amanhã tem um ressentimento, tá brigado, tá de mal, não se fala." Aí de repente um vai embora, vai ficar com aquele remorso. Pra quê? Isso eu penso muito. É uma coisa meio até triste de se falar, mas é uma maneira de pensar para poder escapar da situação.
Ou seja, você não dorme brigada?
Não durmo brigada, não. Sempre a gente chega a um acordo. E eu acho que eu, por exemplo, tive meus 4 filhos, né? Até tem um bebezinho ali, graças a Deus, com o mesmo marido, casada há 52 anos. Então não vai dizer: "Ah, é tudo maravilha, olha aqui, não tem problema." Lógico, entre tapas e beijos você alcança. Mas qual é o principal do relacionamento? É a paciência. A gente tem que ter paciência. Se a gente tem com os filhos, por que não pode ter com o marido também? Agora eu tive meu filhinho também, que é o Fofê, que ao nascer teve muitos problemas, que inclusive Eu corri para vários médicos e precisei até parar de trabalhar durante um tempo, quando eu tava na Globo fazendo novela. Eu já tava fazendo Coração Alado e já tava, não vou dizer para você que eu tava despontando como atriz, mas eu tava gostando. Eu já tinha feito, tava no caminho, né? Já tava no caminho e eu tive que interromper. Isso para mim foi um momento muito Foi tudo muito difícil, mas o que que eu dei prioridade? Ao meu filho, claro. Corri vários médicos, graças a Deus hoje ele joga tênis, joga futebol. Problemas todos temos, saber levar, saber ultrapassar, cada um tem o seu jeito, mas eu acho que o jeito mais importante é levantar a cabeça e ir em frente.
Sim. Helô, muitas pessoas sabem que com o tempo O nosso rosto fica diferente, o cabelo vai mudando, a textura da pele muda. O que mais mudou no seu tempo?
No meu tempo, o que mais me preocupou, a mudança foi realmente o pescoço. É mesmo? Meu pescoço começou a ficar todo enrugadinho. Aí eu falava: "Nossa!" Tinha dias que eu estava desidratada praticamente, eu me sentia desidratada, porque a pele ficava bem assim, sabe? Enrugadinha mesmo. E aí seca, né? E aí meu marido, que sempre me elogiou, ele acha assim: "Ai, você tá ótima", nunca disse, eu dizia: "Ai, não, tá linda, tu tá linda". Chegou pra mim um dia e falou assim: "Nossa, teu pescoço tá estranho". Tá diferente. Tá diferente, mas ele já começou a dar um toque. Aí eu comecei a ficar com complexo, comecei a botar gola rolê, comecei a botar faixinha, lacinho. E até pra fazer meu programa de televisão, quando eu fazia De Cara com Maturidade na Band, né, Uns 3 anos que eu parei. Aqui atrás eu puxava assim e botava uma fita crepe.
Ah, é?
Aí ele ficava lisinho. Eu fazia o programa, só que machucava. Às vezes saía até a pele, ficava machucado mesmo. Aquela não é nem fita crepe, é aquela fita silver tape, menina, que é transparente branca. Bom, mas eles puxava, maquiadora puxava, eu colocava.
Mas agora tá lisinho.
Agora porque tá lisinho? Porque E agora eu acabo de fazer uma cirurgia com o Dr. Egídio Bartorano, e ele então puxou isso aqui para trás da orelha. Então tem um mês que eu fiz, ainda vai fazer um mês. Eu tô super feliz que agora eu tô com essa gola aqui, mas eu puxo para baixo.
Se fosse eu, mais decote, melhor.
Não, agora pescoço de fora, tô feliz. Aqui já tá naquele Aquele negocinho do dogzinho começando a cair. Aí minha amiga: "Ai, eu não notava nada disso." Eu digo: "Não notava porque não prestava atenção.
Se prestasse atenção, ia ver." Oi, Lu, então em toda a sua carreira essa foi a primeira intervenção cirúrgica que você fez?
Primeira. Nunca tinha feito nada, só seio, né? Que isso é normal, é de praxe. Mas nunca tinha feito nada, eu tinha muito medo.
Sabe que tem uma frase muito interessante de um médico que diz que nós vamos até o fim da vida com a mesma pele e os mesmos dentes. Então a gente tem que cuidar realmente muito bem da pele e do dente. Ele fala que o melhor investimento é na pele e nos dentes, e não em imóvel e tal.
É, eu acho que o melhor investimento é no ser humano mesmo, por inteiro, né? Eu acho que é a melhor coisa. E você encontra isso tendo saúde em primeiro lugar. Eu acho que é a saúde. Você vai fazer uma cirurgia, você precisa gente precisa tá saudável. Então a saúde é a primeira coisa. Ah, o que que você come? Eu como de tudo, mas eu não extrapolo. Meu pai, ele dizia muito isso: quando você sentar à mesa, você coma, mas não sai assim, ah, vou comer mais, aí sai empanturrada. Não, ficou com um buraquinho ali que você podia ter comido mais, fazer de novo, vou comer no jantar.
Olha que dica!
E essa dica é muito importante. Porque você sabe que você não engordou, porque você deixou um vaziozinho pequeno no seu estômago.
Então tem que sair da mesa com fome.
Não com fome, mas talvez você tivesse vontade de comer mais, mas você tá satisfeita.
A gula, né?
A gula é que é a misteriosa na situação. Então você não pode ter gula.
Dica de ouro da Helô Pinheiro. Agora, como você já vai pintar, já passar o esmalte, você escolheu cinza hoje, né?
Achei que o cinza tá mais com o meu temperamento hoje.
Pronto, eu tô com vermelho, tá, gente? Tem semanas que eu vou de vermelhão, semanas que eu vou de nude.
Às vezes vermelho, às vezes o nude, às vezes o rosinha, até o branco. Às vezes tô a fim do branco. Total.
Depende muito do seu astral a cor do esmalte?
Eu acho que não sei, será? Eu não sei não se é o astral ou se é vontade mesmo. Por exemplo, uma coisa Que eu trago do passado. Antigamente a gente colocava o pé e a mão com o mesmo esmalte. Hoje as pessoas dizem: "Não, põe o pé de uma cor, a mão de outra." Eu não consigo. Eu trago isso do passado pra cá. Tem que estar com o pé e a mão com a mesma cor, senão me sinto estranha.
Elô, qual a versão de Garota de Ipanema que você mais gosta?
Frank Sinatra e Peri Ribeiro. Também, né? Brasil periribeiro maravilhoso. Olha a coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela, menina que vem e que passa num doce balanço, caminho do mar. Moça do corpo dourado do sol de Ipanema, o seu balançado é mais que um poema, é a coisa mais linda que já vi passar. Ah, por que estou tão sozinho? Ah, por que tudo é tão triste? A beleza que existe, a beleza que não é só minha, que também passa sozinha. Ah, se ela soubesse que quando ela passa, o mundo inteirinho se enche de graça e fica mais lindo por causa do amor.
Adorei! Oi, Lu, agora depois de tantas pessoas regravando a sua música, ou seja, essa história que muitos que estão nos assistindo já sabem. Como que o seu marido lidou com o ciúme?
É, ele era meu namorado, né, na época que foi feita a música. E aí ele ficou: "Quero saber quem são esses dois caras que eu vou já tirar, né, satisfação do que que eles estão aprontando com ela." Aí ele já ficou meio aborrecido, aí começaram as capas de revista e tal. E ele estava em Lindóia, em São Paulo, eu no Rio. E ele foi, quando começou a sair revista, revista, ele voou para o Rio, veio correndo para o Rio para saber o que estava acontecendo. Falei: "Olha, aconteceu isso, isso." Ele: "Eu quero saber quem são esses caras, não sei o quê." Esses caras? Esses caras e tal. Mas depois ficou amigo do Vinícius, ficou amigo do Tom, nossa, ficou apaixonado por eles.
E de namorado pediu você em casamento.
Aí já pediu, quis acelerar.
Você acha que acelerou o processo?
Acelerou, acelerou. Ele viu que já tinha muita gente correndo ali por perto, ele falou: "O quê?" Pegou, marcou a data. Tanto que a música foi conhecida, quer dizer, foi feita em 62, ela foi conhecida em 65, que explodiu nos Estados Unidos, aí ficou todo mundo sabendo e queria saber quem é a música inspiradora, quem é. Aí Vinícius preparou um encontro nosso e revelou de próprio punho pra revista, que é a coisa mais linda.
Acho que não tem livro, tem? Sim, sim, sim. Vai aparecer.
Aí aquela revelação dele, poética, linda. Aí depois disso, aí nós casamos porque ele falou: "Olha, quero casar." Então em 66 nós casamos.
Nossa, um ano só?
Um ano.
Depois de um ano em que todo mundo sabia que você era a... Garota de panela.
Todo mundo dizia: "Não, não casa agora não, porque agora que você vai colher os frutos disso tudo, você é louca." Falei: "Ah, ele quer casar, vou casar, né, porque já tava namorando, então é a ordem natural das coisas, né?" 50 anos de casado. 52.
52. Uma dica só para quem tá nos assistindo e quer manter um relacionamento duradouro. Paciência.
Uma dica.
Paciência. Pronto. Próximo assunto.
Amor também tem que ter, né, Fernando?
Amor e paciência. Vem cá, você terminou a sua unha?
Terminei. Olha, você tá morrendo de inveja, fala sério.
Você escolheu um cinza claro.
Você gostou? Vermelho é vibrante, é lindo pra... Ela tá de blusa vermelha, tá combinando. Mas eu acho que essa cor aqui dá com tudo. Então se tiver de preto, de amarelo, de azul, de vermelho... Eu gosto muito de usar aquilo que você possa combinar neutro.
Então o seu esmalte não varia com o seu astral, vai depender muito das roupas que você usar.
Cheguei mais a essa conclusão, que ele é de acordo com, não temperamento, mas de acordo com o que eu tô vestindo. Já que ele é neutro, eu posso vestir qualquer coisa.
E mais ou menos na semana, né, a gente tem um planejamento, você sabe que vai, se tiver uma festa você vai usar um esmalte.
Isso, é. Aí logicamente eu troco, só troco o esmalte, não preciso tirar a cutícula.
Pronto. Pra muitas mulheres fazer a unha é sinônimo de autoestima. O que faz parte da autoestima da Helô? É a roupa, é a fé, são os amigos?
É a fé, a espiritualidade, são os amigos. Eu acho que tudo isso é um misto de coisas. Eu acho que autocuidado é você procurar sempre uma pessoa que realmente você tenha confiança, que possa lhe abrir, né, às vezes os horizontes. Ou então um bom médico também, caso seja problema de saúde. Eu acho que importante é isso. Se amar em primeiro lugar. Saúde, paz, amor para você. Um abração, beijo.
Ai, que linda! Ai, gente, é uma exuberância! Gratidão por ter participado do nosso primeiro Unha Talks.
Oh, talk, talk, né?
Isso, tô falando com você, porque se tem uma coisa que todas nós temos em comum é a nossa paixão pelas unhas, esta necessidade também da autoestima. E eu espero que com essa conversa você consiga buscar um pouquinho de tempo para você, para que você se cuide. Se puder fazer unha, melhor ainda, mas se não, apenas dê esse tempo para você. Até o próximo Unha Talks!
Ai, tchau, gente! Beijo, beijo, beijo!
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O processo de reconhecer limites, mesmo quando a vida parece exigir sempre mais.

Depois de tantas histórias, aprendizados e pausas necessárias, o @interior_iza está de volta








