A Arte do Planejamento | 🎙️ Episódio #23 Jornadas

YouTube episode of the podcast "A Arte do Planejamento | Episódio #23 Jornadas" (Portuguese) where hosts André Novaes and Fred interview guest Andressa about her professional journey. Andressa describes her early education (Mackenzie), roles as a store manager and commercial positions (Riachuelo, English First), then a move into financial services with Prudential selling life insurance. The episode emphasizes the mentorship Fred provided, a deliberate, staged transition from transactional sales to recurring financial planning, and practical trade-offs (quality vs. volume, behavioral challenges with clients). Numerical milestones stated: four years at English First, joined Prudential in 2015, approximately nine years at Prudential (as stated), met Fred around 2017, transitioned to planning full-time two years ago (upcoming October), and currently serves about 35 families. The conversation includes tactical planning steps they used (maintaining income while building capacity, digital setup during pandemic) and reflections on mentorship and work–life balance.
Questions this video answers
Four years.
2015.
About nine years ("nove anos, praticamente").
2017 (Fred estimated 2016–2017, said 'É, foi 2017').
She said that in (upcoming) October it will be two years since her transition—i.e., about two years ago from the interview date.
Chapters
Olá, sejam todos muito bem-vindos. Hoje a gente tem aqui um episódio especial. A gente fez um recorte aqui na arte do planejamento e é pela segunda vez que a gente está fazendo um episódio centrado na temática Jornadas. Dessa vez o Fred vai me ajudar aqui tendo essa conversa junto com a nossa convidada, que vai, então, comentar acerca da trajetória da jornada dela. Fred, seja muito bem-vindo.
Olá, pessoal, tudo bom? Como é que vocês estão? Prazerzaço novamente estar aqui, na companhia de grandes amigos, colegas de trabalho, enfim.
Muito bem, muito bom. E a gente está também aqui, então, que vai ser a estrela do episódio de hoje. A gente vai ficar bem quietinho aqui, né, Fred? O nosso desafio é não atrapalhar. Porque o que importa é a história da Andressa. Andressa, seja muito bem-vinda, tudo bem?
Show! Obrigada, gente.
Dren, vamos já mergulhar. No assunto, a ideia aqui é conhecer um pouco da sua trajetória, tem muita gente que escuta a gente que contempla uma transição de carreira, tem gente que escuta a gente que não está no mercado de serviços financeiros, já tem gente que está, seja como agente autônomo, como gerente de banco, como corretor de seguros, ou seja, naquilo que a gente chama de mercado transacional. Sabemos que você teve uma trajetória de sucesso longa também no mercado transacional, mas conseguiu vir para o lado bom da força.
Sim.
Mas antes disso, Dressa, antes do mercado de serviço financeiro existia uma Andressa ou você um belo dia nasceu e caiu de repente no serviço financeiro? O que aconteceu.
Serviço financeiro para você?
Você sabe que eu nunca imaginei na vida que eu ia trabalhar com serviços financeiros. Isso para mim é uma novidade. Eu acho que se você conhecer os meus amigos da faculdade, eles vão sentir o mesmo. É uma grata surpresa. Eu sempre fui humana, então é engraçado eu trabalhar com planejamento financeiro hoje. Mas eu era a garota tradicional do Mackenzie, que fez comércio exterior, administração, e.
Que o sonho era estudar em São Paulo.
E o meu sonho, como toda Mackenzieista, era ser trainee. Eu queria ser trainee. E aí eu prestei três trainees e passei nos três que eu queria, com louvor, eu me lembro que foi o auge da minha vida, e escolhi a Riachuelo, porque eu achei que era o foco comercial, com pessoas, público, gente, era o que eu queria. E aí foi uma desilusão na minha vida, André e Fred, eu sofri muito.
Mas me conta uma coisa, na Riachuelo, numa área comercial, numa área de negócio, numa área de estratégia, o que você fazia lá como trainee? Qual era a vertical?
Eu trabalhava como gerente de loja. Eu queria o público, pessoas. Meu negócio sempre foi gente. Eu não trabalhava com produtos. Meu negócio era gestão de pessoas, em gerenciar pessoas em loja.
Tá bom, tá bom.
E meu sonho era... Eu fiz todo o processo, escolhi ela em vez de Mondelez, que na época as duas estavam superfortes. E aí eu me encontrei com seis meses e falei, cara, não é isso, não é isso. É com pessoas, mas não é isso. E aí larguei tudo e fui morar fora do país. Fui me reencontrar. Morei um ano fora. Quando eu voltei, eu comecei a trabalhar na empresa onde eu fui fazer o intercâmbio, que era uma empresa de... chama English First, que era uma empresa de intercâmbios. E eu comecei e me encontrei como profissional na área comercial mesmo, mas de uma classe mais para gerentes, diretores, então eu fazia todo um bate-papo com o cara que ia ser expatriado para descobrir o país que esse cara ia morar.
Olha que interessante.
A EF me trouxe a oportunidade de conhecer histórias de pessoas de uma classe alta, incorporate mesmo. Foi uma jornada muito diferente. Pulei de um lugar para outro.
Quanto tempo você ficou nessa área comercial da English First?
Fiquei quatro anos na EF.
E aí, como foi o chamado para o convite para o mercado financeiro? Conta esse episódio.
Tímido, porque o que aconteceu? Eu fui convidada pela Prudential, pelo LinkedIn na época, a um bate-papo. E como eu era campeã de vendas na EF por um motivo que fez toda a diferença na minha transição de carreira, eu vou contar mais para frente. Foi a minha cerejinha do bolo. O meu mentor presente não vai me deixar mentir. Ainda bem que eu consigo ver esse sorriso incrível que ele está dando neste momento. Fui fazer uma entrevista e eu fui por causa do dinheiro.
Migrei para a área de seguros, que era produtos com serviços, uma coisa diferente, sempre uma pessoa de vou recomeçar, vou mudar. E aí a Prudential me trouxe uma estrutura muito mais números, porque eu tinha que convencer o cliente de que ele precisava daquilo.
Então, o meu primeiro contato com a parte financeira de forma tímida, Foi com a Prudential numa seguradora, vendendo produtos de vida. Acho que foi assim o meu contato que eu percebi que eu fiz administração, mas estava perdida.
E vamos pegar esse gancho. Um belo dia você estava lá na Prudential, os primeiros dias, os primeiros treinamentos, a primeira semana, e você teve que entrar em contato com pessoas para oferecer seguro de vida. Como foi o treinamento comercial que você recebeu? Você vai primeiro ligar para quem você já conhecia, você fez uso dos contatos corporativos que você havia desenvolvido na EF, ou não, você teve que destrinchar um caminho totalmente novo. Tenta levar a gente, Andressa, com riqueza para aquela primeira semana, a primeira semana.
André, eu tenho a sensação, eu consigo lembrar do cheiro das coisas, porque é muito louco, porque a Prudential era uma escola maravilhosa mesmo. E eu me lembro que a primeira semana eu chorei todos os dias porque eu tinha que entrar em contato com o meu mercado X. O que é o mercado X? São as pessoas mais próximas de você. Só que eu não venho de uma família com riquezas financeiras, não tenho os meus familiares, os meus primos, os meus parentes, eles não são pessoas de poderes aquisitivos muito altos, nós somos uma família tradicional. Então eu sempre tava como um patinho feio da Prudential, porque eu não era a Life Planner tradicional, que veio da família rica. Eu era a Life Planner que tinha o comercial, que é o que o Life Planner não tem. Então, quando eu fui contratada, eu nunca esqueço, o meu MFB na época falou assim, cara, você é a comercial mais forte que eu tenho na minha unidade. Só que você é a pessoa que tem menos contatos que eu tenho na minha unidade. E foi muito difícil, porque eu não tinha pra quem ligar. e os meus parentes não tinham condições de contratar o seguro.
Como é que você resolveu essa encruzilhada?
Eu renasci, como sempre.
Eu lembro que fiz uma lista de 150 pessoas, e nessa lista tinha quatro clientes da EF, mais alguns contatos de amigos, e eu migrei na primeira semana para o meu mercado Y. e o mercado Y já me deu o mercado Z. Acho que eu fui a primeira Life Planner com o menor índice de mercado X. Eu não tenho familiares clientes. Meu pai não podia ser meu cliente. Meu pai foi mandado embora logo na primeira semana que eu entrei na Prudential. O meu pai era diretor de uma empresa muito grande.
Clês, só para a gente ter uma liga do tempo, poderia ser que você ficou quatro anos na F, aí você entrou na Prudential em que ano?
Em 2015.
E ficou lá, então, por cerca de sete anos?
Nove anos, praticamente. E aí, meu pai perdeu o emprego logo na primeira semana, porque meu pai era o cara. Eu falei, meu pai vai trazer oportunidade para mim. Meu pai era o cara que... Acho.
Que o seu som parou de funcionar, Adressa, aqui, rapidamente.
Não, ainda não.
Não.
Fred, entra rapidinho aqui na conversa. Você conheceu a Andressa quando?
Nossa, agora, hein? Ano? É que tem tanto tempo, mas se eu não me engano, foi 2016, né? 2016 ou 2017? Foi 2017? É, foi 2017.
Ele estava com dois anos de prudência, então, na época.
Estava. A Andressa foi um contato passado para mim. Ela rapidamente, nesse jeito todo dela, entendeu muito bem o que a gente fazia, porque foi por cliente em comum que nós nos conhecemos também, e pelo Michel Maltz também, porque foi um cliente vindo.
Do Michel, Olha, me emociono você falando, Fred.
Foi um cliente que era cliente do Michel, perdão, foi um cliente indicado por um cliente do Michel e ele falou Fred, atende ele porque é Campinas e tal, e aí a Andressa Planejadora dele, da família. Planejadora, perdão.
Life Planner.
Life Planner dele, da família. É que eu sempre te vi como planejadora, mas enfim, aqui é o cacoete. E aí o contato veio, nós conversamos, eu revisitei as questões de seguro com ela, deles, e ela, de forma muito curiosa, falou assim, Estou pensando em fazer curso com o Calil e etc. Olho muito para essa parte do que eu faço com os meus clientes também, de ter um pouquinho mais de contato com a vida pessoal deles e ajudá-los em mais coisas. E aí começou, e ela foi uma das minhas maiores indicadoras de cliente, porque ela tinha um cliente novo ou um cliente da carteira dela, falou, Fred, você precisa conhecer o Fred, você precisa fazer isso, até que veio também ela se tornar minha cliente, ela e o Pedro. Enfim, tem uma história boa aí, de seis para sete anos.
Sete. Interessante, nessa época de Prudêncio, as coisas começam a caminhar, a evoluir. Como você se sentia na época?
Sei que na proteção, geralmente no mercado transacional, o jogo é o jogo de volume. Você tem que ter quantidade e a medida muitas vezes é diária, semanal no mínimo. Você tem que ter novos negócios toda semana. Algo muito diferente do que a gente vê no contexto como planejador, mas a gente vai chegar lá daqui a pouco. Nesse contexto de volume, Como é que você se enxergava? Como é que você se sentia? O que você deriva dessa fase na sua vida?
No começo, é interessante porque te dá resiliência. Você aprende a ser resiliente, você aprende quando o cliente não pode, você aprende senso de urgência. Então, no começo foi intenso mesmo, foi bem difícil. mas me ensinou a ser uma pessoa paciente comigo mesma e, ao mesmo tempo, ter um senso de urgência um pouco mais acelerado do que o normal. O Fred fala muito isso pra mim. Se já foi, já ligou? Porque o tempo é o ontem, assim. Então, eu senti... Era bastante pressão, pressão, e eu percebia que era algo que eu gostava de fazer, mas era incompleto. Então, a rotatividade era muito alta e eu tinha volume, mas eu não tinha qualidade, que era o que me incomodava. E eu comecei a perceber que, de forma indireta e indiscreta, eu comecei a fazer planejamento financeiro sem perceber que eu fazia planejamento financeiro. E quando eu conheci o Fred, eu comecei a.
Deixa o som de novo, travou, Drey, essa...
Ela estava falando aqui, eu sei até o que ela vai falar, ela estava falando que ela começou a dividir muito a questão dos clientes, que ela entendia que ela faltava um pouco de ferramenta, né, Drey, para passar, mas para passar de uma certa fase ali com os clientes, e ela ainda tinha aquela atividade da Prudential como a principal dela.
Sim.
Ah, voltou.
Boa.
E eu lembro que eu falava para o Fred assim, esse cliente precisa do seguro, mas se ele não fizer o planejamento financeiro primeiro, ele não vai conseguir pagar o seguro. E aí eu passava o cliente para ele antes de ser meu cliente, porque eu falava assim, ele vai voltar para mim, esse cliente, quando ele estiver mais forte. E a gente começou a fazer uma parceria bem tensa no sentido... Ou seja.
Temos aqui um exemplo de uma boa parceria, uma parceria funcional, De um lado, adressar uma profissional no mercado transacional, mas muito consciente, ao meu ver, centrada realmente no que importa para o cliente, que descobriu no planejador um bom mecanismo para que esse cliente não apenas compre o seguro, mas compre de maneira planejada. Então, eu costumo dizer, bons são aqueles profissionais onde vale menos a venda comissionada e vale mais a compra planejada.
Sim.
E essa parceria, então, é muito salutar. E o Fred também, como planejador, tendo ali sobre a sua mesa de serviços de qualidade para os seus clientes um profissional transacional, especialista em seguro, para poder, então, apresentar e promover negócios. Mas, Dressa, em algum momento, você decidiu que, opa, estou mais começando aqui o meu pêndulo, está indo para o planejamento financeiro e menos para a venda consultiva de seguros. Vê sua aparência aqui no seu radar, na tua vida, como é que você se posicionou com isso?
Eu me casei, fui morar com meu marido.
Nós ficamos na primeira semana no vermelho assim, dividados. E aí eu falei para ele, cara, se a gente não melhorar essa situação, a gente não vai seguir a vida, vai conseguir viver. Vamos conversar com o Fred para ver se ele atende a gente?
Eu não gosto de misturar esse tipo de trabalho. Eu pago ele, ele me paga. Eu acho isso ruim. Tanto é que o Fred foi virar meu cliente pro Dencho depois de muitos anos trabalhando juntos. Porque eu sempre tive dificuldade de entender que isso seria positivo.
Tá bom.
E aí eu chamei o Fred pra uma conversa e falei, cara, você topa me atender?
Mas esse topo a me atender, eu tinha dois objetivos. O primeiro, eu precisava de ajuda financeira. E o segundo, eu achava o trabalho do Fred fantástico, porque ele fazia uma coisa que eu não conseguia fazer, que era dar continuidade. Então eu pensei, se eu contratar esse cara, para me dar planejamento financeiro, eu vou conseguir melhorar minha vida financeira, só que eu vou ter contato diretamente com o que ele faz e eu vou poder aprender o que ele faz.
Por quê?
Por que eu era a melhor vendedora da EF? Porque eu tinha feito o intercâmbio pela EF. Então, quando eu vendia o meu intercâmbio para o gerente, para o diretor, eu não vendia o produto, eu vendia a minha experiência.
A legitimidade ali também.
Então, eu percebi que a minha maior qualidade comercial era vender as minhas emoções. Eu sou muito boa nisso. E eu não consigo não ter a minha verdade. Então, o que eu pensei? Se eu quero trabalhar com o que esse cara faz, eu preciso, no mínimo, ter vivenciado isso como cliente. Como eu já sabia que o Fred era um planejador de alto nível da Life, e nós já tínhamos uma troca de parceria, eu sabia que ele ia me ajudar no preço, entendeu? Porque ele existia um sentimento de amizade, ele tinha um querer pra dentro. E eu gostaria de ter acesso a essa informação. Então, de forma genuína, eu falei pra ele, vamos trabalhar juntos? E ele começou a ser nosso planejador. E nas reuniões eu explorava todas as minhas dúvidas. Então, ele começou a me ensinar a ser uma planejadora como cliente.
Perfeito.
E aí, o que eu comecei a fazer? Nos meus trabalhos com a Prudential, eu comecei a melhorar a minha qualidade de dinheiro, minha qualidade de forma de analisar o meu dinheiro. Então, quando eu vendi o trabalho do Fred, a gente continuou nessa transição de eu, como cliente, indicando para ele por mais três anos, eu acho.
Então quando eu sentava com o cliente na Prudential para fazer uma atividade comercial, eu praticamente vendia o planejamento financeiro. E eu comecei a perceber que o cliente falava assim para mim, mas será que você não pode fazer isso? Não, não, o Fred vai te dar, porque eu queria que o cliente também percebesse e eu queria também sentir a sensação de quando eu fosse uma planejadora, tinha coisas que eu não ia poder resolver e eu tinha que transmitir o cliente para uma outra pessoa. Então eu comecei a praticar isso na Prudential. O não apego ao cliente, sabe? Ah, eu tenho um cliente que precisa sobre aposentadoria, INSS. Não sou eu que tenho que resolver, eu preciso de parceiros para fazer isso. Então eu comecei a praticar essa metodologia. Tanto é que eu percebo que hoje os meus clientes, eles me enxergam como uma pochetinha cheia de informações. E essas informações vêm das pessoas que eu conheço. Então eu tenho hoje um nicho muito grande de parceiros, de colegas, de amigos que me viram crescendo e que trabalham nessa vertente comigo. Mas foi totalmente estratégico a minha necessidade de planejamento financeiro junto com o Fred. Eu nunca perguntei isso pra ele, André, vou ser sincera, mas eu acho que ele também me via dessa forma, eu acho.
Eu como não sou um cara de achar nada, eu passo a bola direto pro Fred.
Eu não tenho dúvida. Não, não tenha dúvida. Eu sempre tive um alvo ali desde o início e falava isso para o André. Falava assim, André, essa uma hora vai estar aqui com a gente. Mas ela estará conosco no momento dela, não no nosso. Se fosse ver pelo lado da life, de forma muito egoísta, nós gostaríamos de alguém como a Andressa muito antes. mas como não temos que fazer isso e temos que fazer um processo que mais importa é a pessoa, e ela construir essa transição para que ela esteja aqui sempre e não só por um período, não só por um momento, eu sempre falei para ela, vai chegar o momento, mas nós vamos conversar e construir isso tudo juntos.
Você sabe que eu vou fazer um adicional aqui para quem tá ouvindo, isso é muito importante. Porque de diversas vezes eu falei para o Fred, eu quero entrar para a live agora. E ele falava assim, não, não é o momento. Ele olhava para os meus números, para os meus objetivos. Às vezes as coisas não estavam boas na Prudential, sofria, tinha várias dificuldades com pessoas. E ele falava, não, separa essa emoção, não tá na hora. Então, ele foi meu racional durante muito tempo. Então, quando você tá numa transição de carreira, sua família é importante, mas você ter um profissional que te ajude nessa transição sem você ter essa parte emotiva no meio do processo é fantástico, porque eu quis antecipar isso muitas vezes, e ele falava assim pra mim, não, segura, olha, você tem isso e isso e isso que você quer realizar, esse investimento X que você não chegou, esse dinheiro precisa ser feito, você precisa segurar. Não, ainda não é o momento. E eu lembro que eu falava pro Pedro, o Fred não pode mandar em mim, eu quero fazer isso já. E ele falava, não, mas ele tem razão. o que ele fala faz sentido. Eu falo, André, eu não sou um caso muito bom para ser estudado em relação de carreira porque eu tive sucesso, eu não sofri. Mas eu sei que eu não sofri por causa da estrutura que eu construí junto com os parceiros.
Mas eu acho que é justamente isso que faz um bom caso, talvez um caso de sucesso. Agir na direção, claro, existem emoções, mas também é importante racionalizar e não apenas reagir. Para quem escuta a gente, eu acho que toda transição de carreira é boa quando você vai na direção de, e não quando você sai de algo pelo simples fato de sair de algo. O que eu estou dizendo aqui é, não faça uma transição de carreira para mudar de fornecedor, Eu quero mudar de fornecedor de liderança, eu quero mudar de fornecedor de sistema, eu quero mudar de fornecedor de tipo de vida, de tipo de rotina. faça uma transição de carreira consciente, na direção de algo, e sabendo também que você vai precisar passar a contribuir na direção de construir, de cocriar alguma coisa para, de fato, uma transição de carreira ser mais sabia. Então, acho que, na verdade, André, esses elementos prefazem até uma transição de sucesso. Aquela que é mais criativa e aquela que é mais programática. Aquela que é menos intrusiva e que é mais deliberada. Lógico que a gente não está convidando ninguém aqui para ficar pensando pelos próximos 30 anos sobre fazer alguma coisa. A gente tem muito profissional de serviço financeiro obeso, intelectualmente e emocionalmente obeso. Ah, um curso a mais, uma palestra a mais, uma conversa a mais. Não, você tem que apontar a tua vida para alguma coisa, mas conjugue essa racionalidade com... Você sabe, quem está ouvindo a gente, os desejos mais íntimos do teu coração, o que efetivamente está acontecendo contigo, e não subjugue isso. Mas tenha, como a Dressa colocou, bons mentores. E aqui eu concluo. Um bom mentor, pessoal, não é aquele que diz o que você quer ouvir. É aquele que assume o risco de dizer o que você precisa escutar. E geralmente dói. Você quer saber que você está com uma boa mentoria? Você não vai gostar do que você vai ouvir.
É, com certeza.
Você não tem um bom mentor. Você tem um cara que diz, deixa eu acabar rápido essa conversa e não ter problema para o dia seguinte. Porque se alguém diz para alguém alguma coisa que não quer ouvir, quem diz também tem que estar preparado para uma devolutiva, para criar a conversa. Quem diz só o que quer ser dito, o que é agradável aos ouvidos, é porque ele não quer mais se relacionar com você, pelo menos não de maneira íntima e profunda.
Sim.
Mas verdade. E aí, então, um belo dia... Fredão, me ajuda aqui nas perguntas, hein? Um belo dia, o Fred colocou um manto, deu as mãos e disse, já que eu sou o meu amigo. E aí, então, você decide pela transição. Como é que foi isso? Por que esse momento chegou na sua avaliação? O que você conta para a gente?
Você quer ouvir a minha opinião ou do Fred?
De primeira a sua, depois eu escuto o pneu do Fred.
Eu tava louca pra entrar, né? E ele ficava me segurando.
E aí a gente tinha um objetivo que eu queria casar. Eu queria casar, aí entrou a pandemia. E aí as coisas começaram a se modificar, e ele falou assim, depois que você casar, você vem. Só que aí o meu casamento mudou de data três vezes por causa do Covid. E nesse meio tempo ele falou pra mim assim, vamos nos adaptar à era digital, Como você tem uma facilidade de atendimentos... Nunca esqueço disso, ele vai lembrar. Como você tem a facilidade de atendimento de pessoas em Belém do Pará, em outros estados, vamos preparar sua casa para você poder atender online, vamos comprar um computador melhor, um microfone. Ele me ensinou, me estruturou a fazer os atendimentos em casa e falou assim, vamos economizar esse dinheiro das viagens de Belém, para continuar fazendo sua reserva de emergência, para você ter mais gordurinha quando você entrar efetivamente.
Mais margem, legal.
Aí o casamento saiu, aconteceu. Eu tive uma mudança de contrato de franquia na Prudential, que me possibilitava trabalhar em outros lugares. E aí, eu não precisei queimar a ponte totalmente. Eu consegui fazer um trabalho entre as duas empresas. de forma legal, então eu fiquei mais à vontade, isso me deu um respiro emocional e financeiro. Comecei a fazer o CEP, depois o Startup, comecei a estudar. Eu tinha um duplo Fred, ele me dava as mentorias pelo processo da Life, e também fazia como meu planejador. Então, até como eu paguei o CEP, até como todas essas coisas, ele conseguiu me ajudar a entender como eu faria essas coisas para com que eu não sofresse e não interferisse no meu planejamento. Mas, André, eu viajei, eu fui fazer viagem internacional, eu construí uma casa, eu me casei, comprei outro cachorro. Então, minha vida continuou. Em nenhum momento eu parei de viver ou deixei de fazer coisas que eu tinha interesse, não. Eu fui estudar. Minha vida, assim, eu continuei. Eu não falei assim, pra eu poder entrar na life, vou ter que parar de viajar, vou ter que parar de sair pra jantar, não. De forma inteligente, ele enxugou o meu orçamento do que tinha de excesso, deixou o que era importante, o que era eletivo importante. e seguimos a nossa vida. E aí começamos com o trabalho, com a life.
Legal. André, vamos fazer uma pausa. Fred, essa é a versão da Andressa. Naturalmente, eu acho que não há nenhuma disfunção, nenhuma atrita entre as versões, mas conta um pouquinho da sua perspectiva agora como um mentor, então, como um planejador, como um mentor, e talvez até, como o mais importante, como um amigo. Porque eu acho que alguém que diz, agora não, calma aí, casa primeiro, organiza isso, é alguém que legitimamente mostra que não está egoisticamente querendo ver o próprio, mas tem que cuidar de quem tem que ser cuidado. Qual é a tua versão?
Primeiro ponto, só esse casamento aí, que segundo consta, eu fui homenageado no casamento, eu não consegui ir. Vocês acreditam nisso? Mas é porque miolo de pandemia, neném pequeno em casa, julgamentos mil de todo mundo. E aí eu falei, Idreia, melhor pra minha saúde familiar eu evitar. Mas bora lá. Mas, sim, André, foi muito disso que a minha visão, muito disso que a Andressa colocou agora, e a minha visão sempre foi o seguinte.
É uma pessoa que tem tudo para dar certo, mas, para dar certo, tem que entrar bem, como meu pai diria, para não depois, entre aspas, entrar bem. Ela tinha que ter a estruturação.
É uma pessoa que muda, às vezes, de vontades e perspectivas rapidamente, então ela é acelerada em todos os pontos. Falei assim, André, se você não casar e não fizer do jeito que você quer, vai entrar frustrada na sua vida. Primeiro vamos fazer tudo isso, para depois você estruturar. Olha como é que existe algo fora dessa caixinha de você... Quem disse que você tem que ir todos os meses para Belém para ter o mesmo resultado? Então, fui desafiando ela com algumas outras coisas.
Para fazermos com que o cuidado, aquela ponta de não é só o financeiro ali que importa, não é só o resultado. Aqui dentro vai ser diferente, você vai ter que cuidar dos seus clientes, como ela já cuidava, mas ela entender que a dose é essa e não para o outro lado. dela se acostumar com tudo isso. E eu falo assim, de forma muito estratégica, vamos entender que nada impede você agora nessa mudança estrutural de fazer as duas coisas por um período até que nós tenhamos o ponto certo para fazer, para fazer a entrada, a virada de chave, que você possa fazer os cursos, tirar suas dúvidas, entender a formação necessária. Ela já virava para mim e dizia, mas e o CFP? O CFP, uma hora eu vou te cobrar, fica tranquila. Então vai ser agora e vai ser muito mais um processo. Então eu mostrei para ela que é o seguinte, até similarmente a essa questão do CFP, vamos falar assim, é mais o processo, mais vale o processo do que a coroação em si, que é a... a certificação, ou seja, o processo de aprendizado, o processo de entendimento de tudo aquilo que você fez. A Andressa passou por esse processo como cliente, depois como mentorada, vamos falar assim, e acessando, ao mesmo tempo, clientes que eram meus e dela, em cada uma das atividades, entendendo como é que as coisas funcionavam. Então, foi... Muita estratégia e muita paciência da minha parte aqui, porque, sim, gostaria que ela estivesse vindo antes. Eu gostar é uma coisa, ela poder lhe fazer é outra.
Boa. E é interessante escutá-los, porque tive aqui na minha mente um momento desde a primeira. muitas vezes o mercado transacional é centrado na atividade. A gente fala que tem que ser o hunter, o caçador. Já a atividade como planejador, entre o hunter e o farmer, o caçador e o fazendeiro, o fazendeiro acaba prevalecendo, o que não significa que o hunter não precise cuidar depois. Precisa, cuida, E acho que a Andressa é o que é hoje porque o produto da atividade dela foi muito bem equilibrada, dosada, entre ter novos clientes, mas cuidar do relacionamento das pessoas, dos anseios, enquanto profissional de seguro. Mas também não significa que o planejador que é farmer não tenha que desenvolver suas habilidades como hunter, não é, Andressa? E a Andressa hoje tem contribuído de maneira muito...
Com a própria equipe da Life também, com esses aspectos comerciais. Mas eu queria deixar, e aqui é o déjà vu, né, Fred? Desde o primeiro treinamento, como a gente fazia um uso, acho que até mais intencional dos termos, né? Hunter, farmer, e também o builder, o construtor. Porque numa atividade empresarial, empreendedora, Como planejador, você também tem que construir as premissas do seu negócio, você tem que ter conhecimento empresarial, tem que ter o conhecimento financeiro, tem que gerenciar o negócio. E viu, Andressa, talvez aqui para mim, mais um elemento que você também sempre teve, ao build, ao construir múltiplas parcerias. e atuar como uma curadora de diversas especialidades, tirando da sua pochete, como você bem usou, profissionais mais especializados para determinadas demandas, mas você sempre organizando para o cliente esse ambiente todo. Dressa, agora, como planejadora, o que é diferente? E aqui, acho que a gente tem que ouvir o papo maduro e honesto. Quero saber o que é diferente, o que é melhor e o que não é tão bom. Porque a gente não quer convidar todo mundo aqui para o Papo Maduro. A gente não é flautista que fica enganando as pessoas. O que é diferente, o que é superlegal e o que não é tão bom ainda como uma planejadora que só recebe de cliente.
Ó, só pra interromper rapidinho aqui e falar que esse som que vocês estão ouvindo ao fundo aí é com quem a Andressa gastou uma parte do dinheiro, tá?
Gente, é o meu bulldog. É o meu bulldog inglês que tá roncando. Eu vou acordá-lo.
Quando ele dorme, ninguém mais dorme na casa da Andressa, né? Porque, pelo amor... Que graça.
Postarei fotos com que vocês entendam o tamanho do meu problema.
Acabou.
Desculpa, viu, gente?
Como você falou dele, eu falei, vou aproveitar e colocá-lo na roda aqui sozinho.
Olha.
O que é diferente?
O que é super legal, melhor e o que... Opa, pontos de desafio aqui ainda que eu estou enfrentando.
O que é mais diferente é que você tem história, você constrói. Não é uma venda, é uma estrutura. Hoje meus clientes são parceiros, são amigos, eu consigo entender de forma mais íntima qual é o problema, eles se abrem muito mais, então eu tenho liberdade, eu tenho espaço. no meu antigo trabalho, era uma venda mais pontual. Acabou, vida que segue. Então, como eu sou uma pessoa que gosto de me envolver com pessoas, se tornou um trabalho mais prazeroso pra mim. Então, acho que o mais, assim, é você ter contato mesmo, de verdade, na intimidade. O volume de vendas é menor.
Você não precisa ter aquele mesmo desespero, é diferente, é mais leve. Até porque uma família te demanda muito tempo, não é só o tempo do horário da reunião. Você tem que resolver algumas coisas que o senso de urgência dela talvez é maior que o seu. A parte emocional para você conversar com sua família também. O meu marido fala que eu sou outra pessoa.
Ah, interessante.
Então assim, no sentido positivo da coisa, eu tenho qualidade de vida. Ontem eu atendi uma cliente em 22 horas. Uma médica. Ela só pode falar comigo esse horário. É uma vez no mês.
É zero problema. É até divertido. Então eu tenho o privilégio de escolher o que eu quero. Eu não tô fazendo isso porque eu preciso. Diferente, eu tô trocando com ela. A sensação que eu tenho é assim, eu tô atendendo ela não porque eu preciso desse dinheiro, mas porque eu sou a única pessoa que pode falar com ela às 22 horas. Então, eu troco o papel.
Perfeito.
É diferente. E ela me enxerga de uma forma diferente.
Claro.
Então, assim, essa parte boa. A parte ruim.
Pessoal, minha, é que eu sou uma pessoa, como o Fred falou, acelerada. Então, às vezes, eu quero que o cliente tenha uma resposta no meu momento.
Como assim você não consegue fazer isso? Eu não vou falar isso para o cliente, mas na minha cabeça isso é difícil. Então, o trabalho que eu tenho, a frustração que eu tenho e a dificuldade que eu tenho hoje como planejadora é que eu gostaria que eles resolvessem...
Cortou o som de novo, mas acho que a gente conseguiu entender a... Querer que as coisas funcionem, querer ver a coisa acontecendo. E isso é interessante porque, como eu costumo dizer, muitas vezes você vai, por exemplo, contratar um profissional para te ajudar numa área, talvez no marketing da sua empresa ou no processo de vendas da sua empresa. ou até muitas vezes em processos pessoais como, por exemplo, nutrição ou cuidado com exercícios, e isso requer um tempo, requer um monte de variáveis que funcionem. Já na parte financeira, a gente sabe que se realmente o cliente fizer isso, é pragmático quase, é matematicamente preciso. Se ele fizer isso já amanhã e continuar fazendo na semana que vem, daqui a um mês, a coisa já pode estar completamente diferente. Eu não estou querendo aqui propor nenhum milagre, nenhuma promessa vazia, mas, ao mesmo tempo, a gente sabe que atitudes radicais podem, sim, gerar resultados radicais. Então, ou seja, eu entendo essa sua dor porque É quase que palpável para a gente a solução para o cliente, mas tem que ser ele.
Exato.
E dominar essa arte do tempo dele, acho que para quem tem a intenção de resolver, é sim um desafio, eu concordo com você.
Quando você vende uma empresa de produto, banco, Prudential, seguro, você vende cabô. Tá tudo bem, agora você traz um planejamento financeiro que você vem de uma solução para uma resolução de um problema e não acabou, é frustrante. Só que a gente precisa entender que não é igual, é diferente.
Então, a minha dificuldade hoje no trabalho do planejamento é essa, é de eu... tá bom, ela não tá conseguindo fazer, deixa eu pensar numa forma de eu trazer a mesma resolução de um jeito diferente para ela poder entender, para ver se eu consigo outras respostas, resultados. Então, esse camaleão, você não pode falar a mesma palavra para todo mundo, porque as pessoas são diferentes. Então, essa parte comportamental do planejamento financeiro, ela tem que ser muito bem estudada, muito bem desenvolvida.
Exato.
Dren, o áudio de novo. Dificuldades técnicas sempre, eu acho que é o Bulldog, viu? Eu acho que a Adressa acordou ele, ele falou assim, eu vou, então, ficar apertando esse botãozinho do Wi-Fi aqui, e já que você me acordou, eu vou me vingar. Mas, Dressa, recuperando o som, para a gente começar a concluir, você fez essa transição há quanto tempo que você já está como planejadora financeira? Hoje você tem o privilégio de servir quantas famílias? Só dá um pouquinho desse panorama mais numérico pra gente.
Eu voltei?
Voltou.
Tá. Agora, em outubro, vai fazer dois anos que eu fiz a transição de carreira. Hoje, eu tenho, atualmente, 35 famílias.
E essas famílias foram construídas pelas próprias famílias. Então, eu tenho uma facilidade muito grande do meu cliente me recomendar, que eu acho que isso é... essencial.
Dentro da Life tem toda uma estrutura onde eu consigo trabalhar as minhas dificuldades, então eu percebo que esses dois anos, parecem, foram três, quatro, porque é muito.
Agora o áudio cortou, mas a Andressa estava falando aqui o quanto a gente é lindo, maravilhoso, tudo é perfeito, que não tem nenhum problema. Ela entra que é como se ela estivesse andando em nuvens.
Ela falou que é muita informação e muita coisa.
Estou brincando. Acho que a Andressa está sendo muito elegante e gentil, porque quem conhecê-la vai perceber que essa é a personalidade dela.
Uma leveza, mas naturalmente, né, Dressa, a gente também aqui tem os nossos defeitos, as nossas falhas, os nossos enganos também, mas a gente nunca se priva de colocá-los e também da medida. do que é possível tentar corrigir, tentar acertar, mas acho que você pode mostrar para a gente o principal elemento. Eu agora posso cuidar. Eu agora posso cuidar e também, ao cuidar, cuidar de mim, derivar qualidade de vida. Você está prestes a fazer uma super viagem com o maridão, poder ter um tempo de qualidade, sabendo que os clientes vão estar lá, estão pagando recorrentemente. quando vão estar te esperando, não vai ter aquela coisa, puxa, vou ter que agora recuperar o ritmo de vender, vender, vender. Acho que isso tudo é uma característica sadia dessa nossa atividade. Adriane. Vamos concluir, tenta ver se o áudio volta aí. Fragão, você mentorizou a Andressa, o que você tem aí para dizer para ela para os próximos 50 anos? Está vendo que o desafio não é pequeno, não vai me falar nos próximos 50 meses, próximos 50 anos.
E faz um rápido apanhado aí do que você pode testemunhar ainda desses primeiros capítulos, os primeiros capítulos lindíssimos, já com 35 famílias e aquela coisa toda. E não só isso, o impacto da Andressa também aqui no nosso grupo, na nossa equipe. O que você tem pra dizer pra ela, meu irmão?
Primeiro que... vai ter que me aguentar mais esses anos todos. Então, o primeiro ponto é esse. Então, pensa bem. Pensa bem, vê lá o que você quer. Segundo ponto é... Mais uma vez a gente retomar tudo aquilo que foi feito ao longo desses anos e olhar para esses dois aqui como um início de tudo aquilo que será feito ainda e que ela realmente tenha essas palavras que ela repetiu hoje aqui em mente do que é e será sempre construir isso tudo aqui e os passos que ela tem que dar para que essa história seja contada por mais 15, 20, 30, 40, 50 anos. e que ela esteja aqui conosco fazendo isso sempre. Eu vejo com muito bons olhos esse ritmo todo dela, eu questiono ela, vira e mexe, mesmo que eu não esteja diretamente mentorizando ela agora, mas de vez em quando ela pede ajuda, eu falo para ela que é ótimo você ceder algumas coisas, mas não ceda tudo, ou não ceder em tudo. Então, ela tem uma perspectiva de cuidar e etc., que até foi alvo até um pouco da conversa de ontem com o pessoal do CEP. A pessoa que tem essa já disponibilidade pessoal de cuidar, de estar à disposição, é o primeiro passo também para essa atividade. Mas você tem que lembrar de você, tem que lembrar da tua estrutura, da tua relação pessoal com o marido, filhos, família, etc., e se dar a permissão de... Ok, eu vou... Vou atender às 10, mas dia seguinte eu começo um pouco diferente, num outro ritmo, em outro horário, para não desequilibrar. Se bem que desequilíbrio sempre vai ter, mas para não desestruturar aquilo que é o principal ponto nosso, que é assim, cuide-se para poder cuidar. Então, você tem que deixar tudo organizado para... para que tudo seja organizado junto com os clientes e você possa estar mais e melhor com eles. E que ela pode contar conosco sempre.
Amém, né?
Isso aí. Direção, obrigado, bom te conhecer um pouquinho mais da jornada. Então começa ali como uma estudante universitária determinada, querendo treinar, passando, tendo a coragem, cerca de seis meses depois de dizer, opa, acho que não, faz uma mudança radical, sai do país, volta, com legitimidade, aponta outras pessoas também para a mesma direção, podendo dizer não apenas do que ouviu falar, mas daquilo que então decidiu arriscar-se, experimentar. E aí, um belo dia, um convite para o serviço financeiro, para o mercado, e você colocou uma coisa muito interessante, talvez você é quem tenha tido o menor Mercado X, mas sabendo também dessa limitação, não fez dela a sua marca. tem uma solução, exatamente. E depois, muito atenta, muito cuidadosa na direção de criar parcerias, reconhecendo que talvez essa seja uma boa habilidade que você tenha, uma vocação que Deus lhe deu, de saber conectar pessoas com os especialistas e fazer disso a sua especialidade. E para a gente, para eu concluir, é um privilégio poder contar com você com teu expertise e vamos junto. Parabéns compartilhar. Obrigado meninos e faço cachorrinho voltar a dormir agora.
Não precisa muito.
Eu acho que ele continua a dormir.
Eu vou colocar um ponto aqui, o mais legal é que a Andressa comprou esse cachorro justamente porque quem conhece ela na vida pessoal sabe que para levar a Andressa para uma academia ou para algum exercício tem que ser só na base do chacoalhão. E os cachorros dela não podem dar a volta no quarteirão, porque eles cansam, fica ofegante. Então ela fala, pronto, já fiz o meu exercício.
Isso é verdade.
Tudo é estratégico, tudo é estratégico. Dressa, obrigado, grande beijo, Fredão. Obrigado, até a próxima.
Valeu, gente.
Beijo.
Valeu, gente. Beijo.
More from André

Lobotomia Financeira: O ciclo da lavagem cerebral em profissionais financeiros

Autoridade Vs. Influência, uma madura reflexão para planejadores financeiros pessoais.








